Capítulo 19 A grande mentira de Blaise
-Se permite-me acho que começarei pelos anos que estivemos em o colégio, me imagino que suspeita, você é uma pessoa muito sagaz, que Draco e eu éramos casal desde quinto curso, sempre tínhamos sido amigos, mas nesse ano nasceu o amor e decidimos nos fazer noivos.
-As circunstâncias de nosso mundo fizeram que não vivêssemos uma adolescência tranquila, a guerra complicou nossas vidas, mas ao final tudo terminou bem. Voldemort morreu e voltou a reinar a paz. O pai de Draco sempre tinha estado ao lado dos vencedores e lhe apanhou muito bem para que o Salvador do mundo mágico conseguisse seu indulto.
-A verdade que não me importei, eu só queria a felicidade de Draco e aquilo sei que lhe faria muito. Queria e imagino-me que segue querendo a seus pais, sempre tem sido tão doce e terno com eles. –Enquanto falava punha cara de felicidade queria a convencer a todo custo.
-Eu era realmente feliz com Draco, a guerra terminada, seus pais a salvo, nos esperava um futuro esperançado. Sabia que Lucius Malfoy era uma pessoa muito ambiciosa e muito zelosa das tradições, mas me armei de valor fui a lhe ver para lhe comunicar o que tanto desejávamos Draco e eu, que nos desse sua bênção para nos casar.
Blaise era muito bom ator e sabia como tocar a fibra sensível de McGonagall, seus olhos se umedeciam e provocavam que uma lágrima de vez em quando surcara suas bochechas.
-Aquela tarde que para mim ia ser a mais feliz de minha vida se converteu no pior de meus pesadelos. Quando lhe comuniquei minhas intenções a Lucius de fazer meu esposo a Draco se encolerizou e disse que jamais permitiria que um Malfoy se casasse com outro homem. Roguei-lhe, lhe supliquei até a saciedade, mas não se imutou; como não me ficou mais remédio lhe disse que Draco estava esperando um filho dos dois e que não ia consentir que esse menino nascesse fora do casamento.
-Nesse momento temi por minha vida, os olhos de Lucius brilhavam com ódio e frialdade, se aproximou para mim e me apontando com sua varinha me ameaçou com matar a nosso filho nonato se persistia em seguir me querendo casar com Draco.
Agora Blaise chorava sem nenhum pudor diante da diretora que começou a se crer a mistificação que lhe estava contando. Lucius nunca tinha sido santo de sua devoção desde que lhe teve como aluno em o colégio e posteriormente como pai membro do Conselho Escolar, além de toda sua carreira delitiva como comensal da morte.
-Oh, filho! Quanto tem devido sofrer por culpa desse homem, que cruel ao separar do homem ao que amavas e do filho de ambos. Isto deve o saber todo mundo ninguém tem direito a separar a um filho de seu pai.
-Não sabe quanto lhe agradeço seu entendimento, mas acho que o momento de viver com medo tem terminado, ademais não tenho vindo antes a falar com meu filho porque pensava que ele era feliz com Draco e com Astoria, mas o pequeno me confessou que não tem sido assim. Já nada nem ninguém me apartasse deles.
-Amanhã cedo irei ver a Draco e lhe rogarei por nosso amor e lhe farei ver que as mistificações que pôde ter inventado seu pai para nos separar eram isso mistificação e nada mais.
-Não sabe quanto me alegro de que tenha reunido o valor suficiente como para poder pôr em seu lugar a Lucius Malfoy. Já sabe se precisa algo conta comigo.
-Muito obrigada diretora McGonagall, se é o caso lhe farei saber.
Blaise marchou-se de Hogwarts completamente satisfeito, a cada vez era melhor mentindo e enganando a estes incrédulos Griffyndor. Amanhã falaria com Draco e se não conseguia o convencer já buscaria uma solução para seus propósitos. Por enquanto já se tinha ganhado a seu filho e à diretora.
Sabia que Draco lhe tinha amado profundamente, tinha sido seu primeiro noivo, o primeiro com o que teve uma relação que conduziu ao nascimento de Scorpius e essas coisas não se esquecem, deixam impressão e ele sabia que Draco era muito romântico não teria problemas em o conquistar.
Com um grande sorriso de satisfação dirigiu-se a Londres até sua residência, esta noite se deitaria cedo queria ter o melhor aspecto possível para reconquistar ao loiro.
À manhã seguinte Blaise levantou-se cedo deu-se uma ducha e perfumou-se com o aroma que recordava que gostava tanto a Draco, Angel de Thierry Mugler, essa mistura de essências afrutadas de cítricos, melões, pêssegos e ameixas. Com umas notas profundas de baunilha, sândalo e patchuli.
Deixou seu cabelo solto e liso que caísse sobre seus ombros, sabia que era o penteado que a Draco tanto gostava que levasse, depois pensou em das roupas que mais agradavam ao loiro. Uma camisa de seda negra sem gravata e desabrochada até quase o peito, umas calças de cintura baixa também negros e uma jaqueta negra de corte muito moderno sem sobrepões.
Dantes de passar pelo despacho de Draco foi-se até a florista onde tinha encarregado um enorme ramo composto de flores de boca de dragão, rosas vermelhas e como adereço folhas de escareou e de Artemisa, o ramo simbolizava reconciliação, amor e felicidade. Sabia o romântico que era o loiro e como esses pequenos detalhes fariam que seu coração se abrandasse, unido logicamente a toda a mistificação que lhe ia contar.
Quando chegou até o despacho de Draco se tinha apurado antes de que seu pai não estivesse perto, seus elfos lhe tinham informado de que se encontrava em à mansão. Acercou-se até a secretária e com um sorriso encantador disse-lhe que fizesse o favor de anunciar a seu chefe que um velho amigo tinha ido a lhe visitar.
Draco estava sentado em sua mesa quando chamou a secretária para lhe anunciar a visita.
-Senhor Malfoy um cavaleiro muito amável e aposto espera ser atendido por você e vem com um grande ramo de flores.
Margaret a secretária de Draco levava muito tempo a seu serviço, tinha sido sempre muito eficiente, mas era uma romântica incurável, todos os homens eram amáveis e elegante assim que lhe oferecia um sorriso considerado. Draco sorriu-se, sentiu um cocegas em seu estômago, quiçá Harry queria algum encontro e tinha-lhe dito à secretária que lhe anunciasse dessa maneira. Não tinha nada que temer as medidas de segurança que tinha posto Harry impediam que alguém lhe pudesse fazer dano.
Draco não sabia que Blaise tinha previsto que tivesse algum tipo de medidas de segurança em torno de sua pessoa após o atentado e por isso se apresentou em seu escritório, Draco armado com uma varinha totalmente legal controlada pelo Ministério de Magia que nunca a tinha usado para lançar nenhum feitiço escuro. Algo que o Ministério e o corpo de aurores controlavam muitíssimo desde a guerra.
-Margaret faz-lhe passar e que ninguém nos moleste.
A secretária saiu com um sorriso no rosto, parecia que seu jovem chefe por fim se lhe via feliz. –Pode passar, o senhor Malfoy lhe atenderá em seguida.
-Muito obrigada senhorita, é muito amável –Margaret se coroou ante os pensamentos que lhe vieram à mente sobre esse jovem tão aposto que entrava em o despacho.
O olfato de Draco estava muito agudizado pelo tema da gravidez, queria seguir o encontro a Harry e por isso estava de costas à porta sentado em sua cadeira de couro contemplando a rua desde a janela, ao se abrir a porta um aroma lhe inundou suas fossas nasales. Esse perfume não era o que usava Harry, essa mistura de sândalo, baunilha, patchuli…, não, não era possível. Esse perfume era de…
-Blaise, que faz aqui –Draco se girou enquanto lhe interrogava ao moreno. Seus olhos ficaram prendados ante a visão que tinha adiante dele. Blaise estava mais bonito e elegante que nunca, ademais levava um enorme ramo de flores que Draco reconheceu ao instante, sabia o que significava. Algo se rompeu em seu interior.
-Draco, tenho vindo a visitar-te e a falar contigo, não posso viver mais com esta pena que me consome.
-Pena? Você se atreve a dizer pena. Não me venha com jogos, têm passado muitas coisas em minha vida, e não muito agradáveis por verdadeiro, para que te possa pensar que seus sentimentos que diz ter sejam verdadeiros.
Draco tentava aparentar uma segurança que não sentia, suas pernas tremiam, de não ter sido o estar sentado possivelmente se tivesse caído. Eram tantos os sentimentos e lembranças que acordava o moreno em seu interior que sentia como seu mundo feliz com Harry começava a se derrubar. Não o consentiria, não permitiria que lhe fizesse dano de novo.
Blaise esperava essa reação por parte de Draco, por isso não lhe custou trabalho seguir com seu papel de arrependimento e de pesar.
- Draco faz favor permite-me que te conte e depois pode optar por me crer ou não, mas pelo menos me concede a mordomia da dúvida.
-Não sou o adolescente apaixonado que estava contigo quando decidiu abandonar a seu filho e a mim. Sou um homem adulto ao que a vida lhe tem ensinando a não se confiar de nada nem de ninguém.
-Por favor, me escute! Te prometo que se não me crie abandonarei está habitação como tenho vindo.
-Fale, acabemos o quanto antes com isto.
-Obrigado Draco, não te arrependerá por me ter escutado e oxalá que uma nova vida comece para nós após esta conversa.
-Vá ao grão Zabini, não tenho toda a manhã para ouvir suas tretas. –Draco aparentava mais segurança que a que sentia, algo em seu interior se rasgava a cada vez mais. Era tanto o amor que tinha sentido por ele, tanta a impressão que tinha deixado nele que dificilmente podia o esquecer apesar de estar tão sumamente apaixonado de Harry.
-Draco só te peço que não me interrompa até o final e se quer uma prova, porque não te confie do que te conte tenho trazido minhas lembranças nessa garrafa para que o examine tranquilamente em uma penseira. –Blaise sacou do bolso interior de sua jaqueta um pequeno frasco com a tampa de prata em forma de cabeça de dragão e o corpo de cristal verde. Era uma joia delicada que continha umas lembranças totalmente manipuladas por Blaise tão habilmente que era muito difícil que pudesse descobrir que estivessem manipulados.
-Recorda os motivos pelos que te abandonei a ti e ao pequeno ser que levava em seu interior. Disse-te que era muito jovem e que me dava medo tanta responsabilidade.
-Lembro-me perfeitamente Zabini.
-Por favor, tem prometido não me interromper, para mim é também muito doloroso e me enche de um grande pesar.
Blaise depositou as flores sobre a mesa e acercou suas mãos para apanhar as de Draco, este estava tão nervoso que não se percebeu da manobra do moreno até que não sentiu como essas mãos que tantas vezes lhe tinha acariciado estavam envolvendo as suas com delicadeza.
Blaise sorriu em seu interior, que previsível era Draco, sabia que estava nervoso, lhe conhecia muito bem, seria mais fácil do que pensava. Cedo lhe teria outra vez entre seus braços fazendo o que ele quisesse.
-Dray essas palavras encheram-me de profunda tristeza, mas era isso ou que você ou nosso filho sofressem algum dano irreparável.
As pupilas de Draco se dilataram pelo assombro, não podia ser imaginado de que dano estava falando seu antigo amante.
-Sabia que tínhamos tudo planejado para o casamento e fui falar com teu pai para fazer oficial nossa decisão e que nos desse sua bênção. Quando falei com ele e lhe contei o muito que nos amávamos e que esse amor tinha dado fruto e que queríamos legalizar nossa situação, pois para nós já éramos um casal. Montou em cólera e ameaçou-me com obrigar-te a abortar.
-Nenhum Malfoy barão até o momento por muito fértil que fosse tinha tido um filho, sempre se tinham casado com mulheres, lhe repugnava a ideia de que seu único herdeiro fora a perder o sobrenome por ter um filho com outro homem, não o ia consentir baixo nenhum conceito.
-Ameaçou-me muito seriamente, se não te deixava dessa forma cruel como o fiz, te faria abortar e te lançaria um obliviate para que me esquecesse, ele já tinha em mente com quem te ia casar.
-Eu não podia consentir que perdesse a um menino concebido por nosso amor, preferia que me recordasse, ainda que fosse com ódio a que me esquecesse para sempre. Tive tanto medo, que nem sequer passou por minha cabeça correr a te buscar e a nos escapar, seu pai é um mago muito poderoso e um comensal que não teria o mais mínimo sentimento de piedade.
-E isso foi tudo o que me obrigou a me separar de ti e de nosso filho. Tenho estado longe, mas sempre tende estado em meu coração, os segui de perto e sei que Scorpius é um menino precioso que se parece muito a ti.
-Por que vem agora Blaise a te intrometer de novo em minha vida.
-Pensei que ao final tinha conseguido ser feliz ao lado de Astoria e que Scorpius teria um pai e uma mãe que lhe cuidavam. Quando me inteirei da morte de Astoria tomei a determinação de te fazer saber toda a verdade sobre minha marcha.
-Imaginou-me que este não é um bom momento, Astoria acaba de falecer em umas circunstâncias horríveis e tanto você como o menino estarem muito apenados, ademais me inteirei do de teu atentado frustrado e não poderia suportar que os passasse nada mau a ti ou ao menino.
-Blaise, minha vida não tem sido nada fácil ao lado de Astoria, ela só se casou e aceitou ao pequeno pelo dinheiro e o prestígio que minha família lhe proporcionava. Temos sido tudo menos uma família feliz.
-Não te vou negar que cri me morrer quando me abandonou, mas o tempo todo a cura e ao final acho que vou refazer minha vida.
-Draco, não me aparte tão rapidamente de seu lado, te digo a verdade eu te amo e nunca tenho deixado do fazer. Era a vida de nosso filho o que estava em jogo, pelo menos ainda que não queira estar comigo me permite que o menino conheça a seu verdadeiro pai.
-Scorpius sabe que Astoria não é sua mãe, que eu sou seu pai gestante e que seu outro pai nos abandonou porque não queria nenhum tipo de ônus.
-Mas agora Blaise se sua história é certa, acho que o menino tem direito a conhecer a verdade, me permite que duvide da veracidade de sua história. Sua mãe e você sempre tende ambicionado dinheiro e poder e meu pai me disse que suas intenções eram só apoderar de nossa fortuna, por isso quando te ofereceu uma soma quantiosa desapareceu de minha vida.
-Sabia que seu pai te ia dizer isso, me tinha contado quando me ameaçou com matar a Scorpius e obliviar se não lhe seguia o jogo.
-Não te creio Blaise, meu pai está muito arrependido por me ter feito casar com essa mulher despiedada. Estava já preparando tudo o necessário para que me divorciasse e pudesse refazer minha vida com o homem ao que amo quando foi encontrada morta.
-Não quero acusar a ninguém Draco, mas não te parece muito suspeito que seu pai aceite rapidamente um divórcio, quando nunca tem tido nenhum em sua família e que em seguida apareça morta. Não estarão relacionadas ambas coisas e sejam uma artimanha outra vez para impedir que te possa casar com outro homem.
-Não se te ocorra falar ou pensar assim de meu pai. Por suposto que aceita que me case com outro homem, é mais está encantado com isso e com a ideia de que vai ser avô de novo.
Isso sim que lhe pegou a Blaise por surpresa, se imaginava que andava com Potter, como lhe tinha dito Astoria, mas que estivesse grávido tão cedo. Vá com o auror, tinha-lhe adiantado, mas não importava, Draco ia ser para ele ficaria com toda a fortuna e depois lhe entregaria a Theo como tinham pactuado.
Tinha provas falsas que iam a inculpar a Malfoy pai como comensal que seguia em ativo. Agora ia semear a dúvida em Draco, era tão manipulável, o teria comendo de sua mão cedo.
-Draco conhecemo-nos desde faz muitos anos, sabe de sobra que seu pai nunca tem mostrado seus verdadeiros sentimentos, primeiro por sua educação como sangue puro e depois por seu treinamento como comensal. Sempre tem manipulado a quem tinha a seu ao redor para conseguir seus fins.
-Só te peço que te pare para pensar que lhe podia ter reportado mais benefícios a sua condição após a guerra, não deixava de ser um comensal que por uma casualidade do destino ajudou a Potter a que conseguisse derrotar ao tenebroso. Que sua família levasse uma vida normal apartada de toda atividade suspeita com um casal respeitável para seu filho e único herdeiro, que não levantasse nenhum tipo de suspeita ou que este se declarasse como mago fértil e se casasse com outro Slytherin sangue puro com uma enorme fortuna que podia levantar inveja entre os magos não tão afortunados economicamente ou entre os mestiços.
-Pensa e reflexiona, após tudo o que temos passado juntos não acharia que eu me ia afastar de ti simplesmente porque nosso amor dava fruto. Sempre te quis e sempre te quererei e vou lutar por recuperar teu amor e formalizar nossa união e sobretudo reconhecer a nosso filho.
-Não me importo que esteja grávido, desfrutarei desse bebê como se fosse meu e viverei a gravidez como tive que ter vivido o de Scorpius. Só te peço que reflexione que não me aparte de seu lado. Sei que não tenho direito a te pedir nada, mas entende que o que fiz o fiz só por amor.
Draco estava feito uma bagunça, tinha amado intensamente a Blaise tinha sido o primeiro em tudo, depois desaparece de sua vida e lhe afunda na miséria, só, grávido, se vê abocado a um casamento de compromisso. Sua esposa uma harpia que lhe faz a vida impossível, o único consolo o tinha em seu pequeno e em seus pais e agora Blaise lhe diz que todo tem sido um estratagema de seu pai para não acabar com seus ossos em Azkaban. Ama profundamente a Harry, nunca se tinha sentido também com Blaise…
-Draco, não sei com quem está, só espero que não te faça dano, que para valer te queira e que não esteja contigo por nenhuma razão oculta. Se decide seguir com essa pessoa e recusa-me, eu aceitarei de bom grau, só te peço, não te suplico, que me deixe ver a meu filho e que possa ao reconhecer como meu.
O coração atormentado de Draco pesava sobre sua capacidade de raciocínio, toda lógica se tinha ausentado de sua mente. E se Harry também lhe tinha mentido e pretendia algo, algum tipo de aliança com seu pai, para averiguar não se sabe que relacionado com a atividade comensal ou simplesmente queria ser unido a ele para lhe fazer pagar todas as brigas e brincadeiras que tinha sofrido de suas mãos quando estavam no colégio.
Blaise se relambia de gosto, conhecia o suficiente a Draco para saber que estava começando a cair em suas redes. De outra maneira se não começasse a ter dúvidas lhe teria jogado já de seu escritório.
Blaise levantou-se e rodeou a mesa, agachou-se até ter a Draco a sua altura e lhe beijou nos lábios, dessa maneira que só Blaise sabia fazer. Algo no interior de Draco acordou aos momentos passados com o moreno e se entregou docemente ao beijo.
Blaise não queria ir por enquanto a mais queria deixar com o mel em os lábios, que lhe desejasse profundamente. Apartou-se devagar de seu lado. –Draco agora devo me marchar, estarei em contato contigo dentro de uns dias virei a falar de novo e você me dirá o que tem decidido. Que não se te esqueça te quero.
Sem dizer nada mais, nem lhe dar tempo a que Draco lhe contestasse saiu do despacho com a segurança que lhe dava de ter semeado a dúvida no loiro. Draco jogou-se as mãos à cabeça e pôs-se a reflexionar sobretudo o que Blaise lhe tinha contado.
Continuará…
Nota tradutor:
Mais um capítulo na área, mas fiquem ligados que num gostei dessa palhaçada não Zabini!
Estou esperando vocês nos reviews com certeza...
Shindou querida alguma coisa acontece com a sua conta no FFnet, pq sempre que vou tentar responder seus reviews a pagina dá invalido... mas saiba que eu amei todos os seus reviews até o presente momento.
