Capítulo 23 As suspeitas começam a tomar forma

Harry também não estava muito contente com que Nott fosse tão cordial com Draco, a ele também não gostava, mas não queria angustiar a Draco com de suas inquietudes, bastante tinha passado já com a bruxa de Astoria, agora com a ameaça que supunha Blaise ainda por cima os atentados, preferiu se guardar seus temores falaria com Ron de imediato.

-Olá Draco! Como está? Encontra-te bem?

-Obrigado Harry encontro-me genial –Draco beijou esses lábios que tanto amava quando terminou de lhe comunicar seu estado, Harry lhe acariciou a cabeça.

-Bom será melhor que me marche já, acho que tem chegado o relevo.

-Obrigado Nott é muito amável por ter-te oferecido a cuidar a Draco. De todas formas acho que vou abusar um pouco mais de ti. Gostaria, se de suas obrigações como medimago não te impedem, que amanhã fosse até a Central para que desse sua opinião sobre as análises de poções.

-Isso está feito. A que hora te parece bem?

-Se não é muita moléstia gostaria que às 7:00 pudesse estar na zona de laboratório, a chefe do departamento queria comentar contigo alguns aspectos das poções.

-Sem nenhum problema, não começo consultas até as 10:00 com o doutor Silver, comunicaram-me que já passa bem.

-Então não se fale mais, amanhã te verei por ali.

-Uma coisa mais, espero que obrigue a este cabeção de Malfoy a que amanhã não vá trabalhar, pode ser levantado da cama, mas não lhe convém muita confusão.

-A única forma de tê-lo em casa é que sua mãe venha a estar com ele, se não se nos escapará ao trabalho amanhã.

-Ouve querem deixar de falar de mim como se não estivesse presente.

-Jaja Draco, vejo que sua convalescência não tem restado um ápice a seu bom caráter.

-Vá, Weasley que come que adivinha.

-Hey, meninos basta já, querem fazer o favor de se comportar. –Disse Harry em um tom que não admitia réplicas, o que menos lhe apetecia agora é que esses dois tivessem uma discussão de meninos pequenos adiante de Nott.

Draco olhou mimoso a Harry indicando que me dará a mudança se me calo. Harry devolveu-lhe o olhar pouco amistosa e Draco soube que era melhor não provocar à besta que levava dentro.

-Bom até manhã às sete. –Nott saiu da casa e um auror apostado de guarda na entrada deu-lhe as boas noites. Nott apareceu-se diretamente em sua casa. Estava muito satisfeito, tinha sido muito fácil convencer a Draco de sua desinteressada amizade ou isso pensava ele.

-Draco agora vai ser bom e vai esperar a que te suba o jantar, vale?

-Vale papai, mas me permite que vá ao banheiro, gostaria de tomar um banho, levo de todo o dia na cama e me sinto incômodo.

-Não quero que faça nenhum esforço, eu te preparei o banho e te levarei até ali quando esteja pronto.

-Isso soa muito bem, me esfregará você. –Perguntou inocentemente com o propósito de corar a Ron, encantava fazê-lo.

A reação do ruivo não se fez esperar, rapidamente sua tez se tornou da cor de seu cabelo e se deu meia volta saindo furioso do dormitório.

-Isso não tem estado nada bem Draco, não gosto que se porte assim.

-Sinto muito, mas precisava essa pequena revanche pelo de antes.

-Tem sido muito mal e vai ter seu castigo. –Harry olhou a Draco lascivamente, o loiro tinha-se desabrochado a camisa do pijama e tinha baixado as calças até a linha do cabelo púbico.

-Será melhor que saia a despedir a Ron e você não se mova. Entendido?

-Vale meu amor, espero-te com impaciência.

-Ron não se enfade, sabe que a Draco sempre tenta te provocar e o mais grave é que o consegue. Não sejam infantis, o façam por mim. São as duas das pessoas que mais quero nesse mundo e não quero que se enfade.

-Sinto muito Harry, mas às vezes esqueço que temos em os anos que temos e acho que estou outra vez no colégio.

-Obrigado irmão não sabe como to agradeço. Agora queria te dizer algo muito importante. Não me confio para nada de Nott, não sei se já vejo fantasmas por todos os lugares, mas me parece tão suspeito que tenha aparecido assim de repente em nossas vidas e daí casualidade que no mesmo dia que Silver tem um acidente Draco se enferme até precisar um medimago e daí ele esteja disponível.

-Não queria te dizer nada Harry, mas já me tinha dado conta de que aqui algo cheira mal. Tenho pensado pôr lhe um dispositivo de vigilância, parece-me também demasiadas casualidades. Não queria te dizer nada para não se preocupar mais da conta, mas acho que já que você também o notou que deveria falar com Draco e que estivesse alerta.

-Assim o farei Ron, extremaremos a vigilância e quanto a Zabini não demoraremos em descobrir o que pretende ainda que é mais que evidente. A fortuna Malfoy.

-É melhor que te vá já ou Mione se preocupará mais da conta.

-Amanhã estarei em a Central às 7:00 me encantará ver como reage Nott ante as análises que se prepararam.

-Até amanhã irmão, vemo-nos ali.

Harry foi até a cozinha onde preparou um jantar rápido para os dois e a subiu até o dormitório. Draco tinha-se ficado um pouco transposto, com as mãos sobre seu ventre que já começava a crescer algo. Tinha o cabelo solto sobre o travesseiro e os mamilos, sensíveis por causa da gravidez, estavam totalmente erguidos destacando sua cor rosado sobre o nácar de seu peito. Respirava suavemente subindo e baixando seus peitorais.

Harry ficou embelezado olhando-lhe um bom momento, parecia um anjo, não entendia como alguém podia lhe fazer dano. Umas lágrimas de raiva escaparam-se lhe de seus olhos. Depositou a bandeja sobre uma mesinha auxiliar e acercou-se a Draco beijando suavemente nos lábios para acordar lhe sem sobressaltos.

-Acorda dorminhoco, tem que te alimentar você e os pequenos.

Draco abriu seus formosos olhos cinzas e olhou com grande amor a Harry, sentia-se tão querido e protegido a seu lado que pensava que tanta felicidade não podia ser boa.

-Huuummm que bem cheira essa comida, estou famélico.

Draco e Harry deram boa conta do jantar e uma vez que tiveram terminado Harry lançou um feitiço para fazer desparecer os pratos que fossem enviados diretamente ao tanque para sua limpeza. Depois amorosamente carregou com Draco até o banheiro, ali sentou-o em seu colo e despojou-lhe lentamente de sua roupa ao mesmo tempo que lhe acariciava.

Draco começou a gemer pelo imenso prazer que estava experimentando, sua respiração começou a ser errática e suas mãos pressionaram fortemente as costas de Harry. Uma vez completamente nu depositou-o na banheira e começou a esfregar suavemente com uma esponja natural. Eram tão suaves e sinuosos os movimentos que plotava Harry em seu corpo que sua ereção aumentou rapidamente e começou a gotejar um pouco.

-Harry preciso que me possua já, não aguento mais, me está voltando louco.

-Não acho que seja conveniente que se mova tanto, recorda que te mandaram repouso.

-Não acho que com o que me está fazendo tenha muito repouso. Ou POSSUI-ME JÁ OU TE LANÇO UM FEITIÇO QUE TE VAI IMPEDIR USAR TEU PÊNIS EM MUITO TEMPO POR QUE PENSO REDUZIR-LO AO MÍNIMO. -Draco desesperado ante a urgência que sentia.

Harry riu-se ante a ocorrência de Draco, mas era verdadeiro que ele também precisava se sentir dentro dele. Lançou-se um feitiço e ficou completamente nu. Tirou a Draco da banheira e envolveu-o em um suave albornoz e depositou-o na cama, abriu-lhe as pernas e elevou-as até seus ombros e com um feitiço lubrificou seu pênis e a entrada de Draco e penetrou-lhe de uma só estocada.

Como não queria fatigar a Draco impediu que se movesse lhe lançando um feitiço de amarre, com uma mão começou a masturbar, Draco se voltava louco de prazer e se desesperava ao mesmo tempo por não poder acariciar a seu companheiro. Não demoraram em se vir rapidamente.

Harry saiu devagar de seu interior e retirou o feitiço que lhe impedia se mover ao loiro. Lhe aconchegou entre seus braços e começou a lhe beijar a cabeça muito devagar. –Quero-te, mais que a minha vida, não quero que te passe nada mau, não o suportaria.

–Eu também te quero Harry, mas te prometo que como me volte a enfeitiçar para impedir que me mova te juro que te lanço a maldição que te disse antes. –Harry riu-se da ameaça do loiro que sabia que não ia cumprir.

Ambos se abraçaram e se prepararam para passar a noite um nos braços do outro, pouco a pouco suas respirações foram se fazendo a cada vez mais relaxadas até que o sonho lhes envolveu por completo.

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Às 7:00 Ron Weasley estava já no laboratório da Central junto com sua mulher esperando que chegasse Theodore Nott, tinham que lhes mostrar os resultados da poção que Draco tinha ingerido e que quase acaba com sua vida e a dos pequenos. O casal não se confiava das serpentes, demasiadas coincidências, sempre que Draco sofria um atentado alguma andava perto. Sabiam que ainda que não tinha provas consistentes, só sua intenção, podiam pôr nervoso ao castanho e que ao se sentir encurralado desse um passo em falso.

-Ron acha que virá à Central?

-Não é tonto e sabe que está no olho do furacão, mas que se não aparece não terá nenhuma dúvida de que é culpado.

-Não pensa que não é mais que um fantoche em mãos de Blaise e que esse é o que está por trás de tudo isso.

-Não sei Mione, Blaise desde depois é um indivíduo perigoso muito ambicioso quanto ao dinheiro e à posição social, mas Nott me parece mais perigoso ainda com esses ares de não tenho rompido um prato em minha vida. Nunca gostei, nem quando estávamos no colégio e agora de repente aparece e Draco quase se morre.

-Tem razão Ron, mas não devemos nos esquecer de Blaise.

-Não o faremos Mione, obrigado por se preocupar tanto pelo que lhe ocorre a meu companheiro.

-Harry, não tem porque nos dar obrigado, só queremos o melhor para ti e para os que amas.

-Obrigado Mione, sabia que sua ajuda sempre tem sido e será incondicional. Agora esperemos a que esse Nott se apresente ao igual que vocês, não me confio o mais mínimo dele.

10 minutos mais tarde de que Harry aparecesse no laboratório da Central fez seu ato de presença Nott que foi conduzido por um auror ante os três amigos.

-Bom dia Nott, não sei se te lembra de Hermione Granger, agora Weasley e de seu esposo Ron.

-Por suposto que sim, eras o trio de ouro, não é assim como os chamava todo mundo.

Nott saudou educadamente ao casal Weasley com uma tranquilidade e inocência que parecia que nada mal tinha feito ou estava por fazer.

-Bem se temos acabado com os cumprimentos gostaria que me dissesse qual o motivo de minha visita ao laboratório da Central.

-Temos estado analisando os restos de poção que Draco Malfoy tomou e tenho observado uma grande concentração de um poderoso componente que pode levar a um estado muito parecido ao da morte, se não chega a ser pelos pequenos que leva em seu interior a essas horas estaríamos honrados a seu cadáver em uma cerimônia fúnebre. Uma vez enterrado alguém poderia o sacar dali e fazer com ele o que quisesse.

-Não entendo a onde querem chegar.

-Muito fácil Nott, gostaríamos de saber quem mais tem acesso às poções a parte do que as elabora.

-Isso é algo que eu não sei Potter, a mim, mas deixam na consulta para lhe fornecer aos pacientes.

-Olha Nott, sabemos que o pocionista que a elaborou não a manipulou, leva muitos anos trabalhando em St. Mungo e além de ser uma pessoa honrada não opôs nenhuma resistência a ser interrogado com veritaserum e a que lhe lessem a mente e desde depois ele está livre de toda culpa.

-Não temos ainda nenhuma prova concluinte, mas não demoraremos no conseguir. Ademais como Hermione já nos confirmou a poção foi elaborada exatamente como tinha que ser e depois se lhe acrescentou o componente que provocaria a catalepsia.

-Sigo sem entender que querem de mim, mas se contínua por este caminho me negarei a seguir falando se não é com a presença de um advogado.

-Tranquilo Nott, ninguém te está acusando de nada.

-Eu estou tranquilo Weasley, mas parece ser que vocês não. Não tenho nada que temer já que sou inocente, mas me molesta que se me tente acusar de algo quando não têm provas.

-Não é nossa intenção te acusar de nada, é mais ninguém tem falado de que você seja culpado deste atentado de Draco. De modo que não é necessário um advogado nesse momento.

-Anda-te com cuidado Potter, não gosto que de ninguém se ria de mim ou me tente acusar de algo que não tenho feito.

-Talvez me- estás ameaçando.

-Para nada como é capaz de pensar que o pobrezinho Theodore Nott ia ameaçar ao poderoso Harry Potter vencedor do senhor tenebroso e demais magos escuros.

-Poupa-te seus sarcasmos Nott que não me impressionam. Tem presente algo, estou por trás da pista do culpado e não consentirei por nada do mundo que Draco volte ao passar mal já seja física ou psiquicamente, nem ele nem seu filho que agora considero também como o meu.

-Muito próprio por sua parte Potter, mas acho que está me acusando no fundo de algo que nem sequer se me tem passado pela cabeça. Não tenho nada na contramão, nem a favor de Draco, ele só é um antigo colega de colégio igual que o são vocês. Pensem mais bem em quem pode ter mais interesse em que a Draco lhe passe algo.

-Agora se não me precisam mais devo ir ao hospital, hoje temos uma cesárea programada e devo ajudar ao doutor Silver.

-Pode marchar-te Nott, mas acho que não nos enganar a nenhum dos que estamos aqui.

-Potter não pretendo enganar a ninguém, se digo a verdade eu não tenho feito nada mau a Draco.

Nott abandonou a Central com ares de ofendido, mas sua pose não enganou a nenhum dos três amigos, mas também tinha razão em algo que tinha dito. Alguém tinha muitíssimo mais interesse em que lhe passasse algo a Draco, esse alguém ambicioso que já tinha tentado lhes separar fazia muito pouco.

-Ron, Mione, acho que Nott em parte tem razão e Blaise tem muito que ganhar se a Draco lhe passa algo.

-De acordo contigo Harry, mas Nott segue sem me convencer, algo está maquinando e a mim sempre me pareceu que estava louquinho por Draco.

-Não sei Mione, você sempre tem sido muito observadora, quiçá Nott tenha estado apaixonado de Draco quando estávamos no colégio, mas que sentido tem atentar contra ele se ainda o segue querendo.

-Talvez se lhe foi um pouco a mão e não queria chegar a tempo, quiçá queria que todo mundo lhe desse por morto para se combinar com ele depois.

-Por Merlin! Ninguém pode ser tão retorcido como para pretender algo assim. Ficaria com ele, mas acha que Draco lhe ia aceitar.

-Para uma pessoa doente é fácil pensar que ficaria com ele se lhe lança algum feitiço ou lhe chantageia com algo, ou simplesmente lhe sequestra e lhe converte em seu prisioneiro perpétuo.

-Dá-me calafrios só de ouvir, não posso conceber que tenha alguém tão pervertido ou transtornado como para o fazer.

-Não sabemos até onde pode chegar uma pessoa doente. Não nos confiemos irmão, mas acho que estes dois estão por trás de tudo isso.

-Ron se chega-lhe a passar algo a Draco acho que me morrerei.

A meio dia Harry chegou até sua casa para almoçar com Draco e encontrou-se com uma cena que lhe partiu o coração. Draco chorava desesperadamente nos braços de seu pai. Acabava de receber uma coruja com uma ordem no que se lhe instava a comparecer adiante de um juiz para que reconhecesse a paternidade de Blaise Zabini sobre seu filho Scorpius.

-Lucius não posso consentir que esse Zabini tente reclamar a paternidade sobre Scorpius quando nunca quis saber nada dele. Ademais todos sabemos que o único que quer de seu filho é seu dinheiro e nada mais.

-Eu sei Harry e ainda que suponha um escândalo sacarei à luz tudo o que Zabini tem feito e nenhum juiz em seu são julgamento consentirá em lhe outorgar a paternidade por muito pai biológico que seja.

-Eu também estou disposto a utilizar o que nunca tenho querido fazer, recordar ao mundo mágico que tenho sido seu salvador e que estou no bando da luz, mas que se me provocavam podem ser mudados as tornas.

-Harry me promete que nunca fará isso, não arruíne sua vida, conseguiremos que Blaise se aparte de nossas vidas.

-Draco por ti e pelo menino estou disposto a todo e esse piolho não conseguirá o que pretende.

Nesse momento chegou uma coruja da Central de Investigações, tinham encontrado rastros de magia identificáveis no caso da morte de Astoria Malfoy. Devia ir rapidamente à Central para poder dar a ordem de prisão do culpado.

-Tenho que ir rapidamente até a Central parece que o assassino de Astoria não fez o crime perfeito e acaba de aparecer um rastro de magia no lugar do assassinato. Isto a cada vez se complica mais ou abre mais o caminho a outros suspeitos.

-Não entendo o que nos quer dizer Harry.

-Agora não posso os dizer mais Lucius, mas espero em breve que todas as dificuldades pelas que estamos passando se acabem cedo. Mais de um estão por trás do que lhe está passando a Draco.

Harry apresentou-se rapidamente na Central ali um ansioso Ron esperava-lhe com os resultados da análise em seu poder.

-Harry já têm dado resultado as novas investigações esse aparelho que inventou Mione para rastrear mais profundamente a magia por fim tem dado resultados. Por trás do feitiço de ocultamento da magia temos descoberto ou pequeno fio de magia, que convenientemente analisado tem dado como resultado que a magia de Zabini tem estado presente a este assassinato.

-Sabemos também que o feitiço que a matou foi lançado desde uma varinha ilegal, a máquina junto com este conjuro inventado por Mione são as provas que precisamos para meter em Azkaban.

-Esperemos que o tribunal não tarde em lhe julgar, não me faria nenhuma graça que sua demanda pela paternidade de Scorpius possa ser feito pública e tanto ele como Draco possam sofrer mais.

-Não se preocupe Harry, adiantando as suas ordens tenho enviado já um casal de aurores para que o tragam aqui.

-Obrigado Ron sempre tão eficaz, não sabes como to agradeço.

_oOo_

Na mansão Zabini nada parecia indicar a tormenta que se avizinhava para seu senhor. Quando a campainha da porta soou um elfo se acercou para receber à visita, ao abrir a porta se encontrou com dois aurores.

-Somos aurores do ministério de magia, queremos falar com seu senhor.

O elfo surpreendido correu até o salão onde seu senhor aguardava a hora do almoço. –Amo, amo uns aurores do ministério querem falar com você.

Isso sim que não lhe esperava, não se imaginava que a querela posta por reivindicar sua paternidade pudesse levar a dois aurores tão rapidamente a sua mansão. Isso significava que lhe levavam uma citação para a vista. –Adiante fá-los passar.

Quando os aurores chegaram adiante de Blaise o sorriso deste se esfumou, não eram os típicos aurores recém-saídos da academia aos que se lhes encomendavam este tipo de tarefas. Eram aurores avezados em sua tarefa, com experiência e resolução.

-Senhor Zabini fica detido pelo assassinato de Astoria Malfoy.

Tudo sucedeu muito rapidamente, Zabini de maneira instintiva sacou sua varinha para apontar aos aurores, estes estavam totalmente avisados pelo chefe Weasley, não era uma pessoa de se confiar, astuto e muito perigoso. Por esse motivo levavam suas varinhas preparadas e no momento que Zabini fez amago de tirar a sua já estava totalmente desarmado.

Ambos lançaram ao mesmo tempo um desmaius que deixou no chão totalmente aturdido a Zabini. Um dos aurores se lhe acercou para comprovar que não se tinham passado e lhe tinham produzido danos irreparáveis.

-Está bem, somente que lhe demos um pouco forte, será melhor que lhe levemos já à central.

Quando Zabini acordou se encontrou tombado em um catre de uma cela. Dois aurores guardando a porta com cara de poucos amigos.

-Que demônios ocorre aqui? Quero ver a um advogado.

-Será melhor que permaneça em silêncio.

-Quero saber de onde têm tirado provas que me inculpem em o assassinato de Astoria Malfoy.

-Quer provas Zabini, não se preocupe cedo as terás todas diante, agora mesmo vai ser julgado ante o Wizengamont.

-Vá, sim que tem pressa Potter, não será que está assustado porque quero reclamar a paternidade que os Malfoy me negaram. Não terá manipulado provas a seu favor e inculpar-me em um crime que não tenho cometido?

-Cala-se já Zabini, com quem acha que está falando, a mim não me pode enganar nem manipular. E sim, tenho provas irrefutáveis de tua culpabilidade. Agora nos deixemos de conversas inúteis um tribunal espera para te julgar.

Continuará…

Nota tradutor:

Nossa, deram cabo rapidinho do Blaise neh... Melhor assim nunca gostei desse personagem mesmo heheheh

Enfim bora para os reviews?

Falta pouco para finalizar totalmente a fic

Até breve.