Capítulo 24 O Julgamento a Blaise
O Wizengamont acaba de ditar sentença, Blaise Zabini era o culpado do assassinato de Astoria Malfoy, por esse motivo condenava-lhe a prisão perpétua em Azkaban. Nenhum indulto podia esperar que a esse homem lhe devolvesse a liberdade. O tribunal também fez público que todas suas posses passariam a mãos de seu herdeiro, já que tinha sido sua vontade posta em seu testamento que dias antes tinha apresentado ante o tribunal mágico de heranças.
Zabini não suspeitava que esse estratagema, que tinha urdido esperando que todo mundo lhe considerasse um bom pai, se voltasse em seu contra. Queria que a notícia de seu testamento se filtrasse na imprensa e assim ter um argumento mais que falasse em seu favor como o pobre pai que tinha sido apartado de seu queridíssimo filho por culpa de uns avôs e de seu outro pai que lhe consideravam pouca coisa para eles.
Não se imaginava que lhe iam julgar pela morte de Astoria e que automaticamente se tivesse algum testamento mágico sairia à luz. Nele não tinha já que Scorpius fosse seu filho, simplesmente lhe nomeava herdeiro universal de todos seus bens, com esse estratagema de pai abnegado tentava não levantar suspeitas sobre suas verdadeiras intenções. Ele dava tudo o que tinha a mudança de ter a seu filho, não se importava se arruinar contanto que seu pequeno não sofresse nunca penúrias. Em realidade com esta decisão tentava ganhar-se os corações da rançosa sociedade de sangues puros e conseguir pressionar aos Malfoy para que lhe reconhecessem como o legítimo pai de Scorpius, o resto já viria só, mataria ao pequeno após se ter desfeito de Draco e de seus pais e ele e somente ele seria o homem mais rico de toda a sociedade mágica inglesa.
Agora se dava conta que todos seus planos se tinham ido ao fracasso. Não só não tinha conseguido a fortuna Malfoy senão que perdia também a sua e o que era mais importante sua liberdade, mas não se ia a resignar tão cedo, se tão só pudesse ser feito com uma varinha se desapareceria dali e já pensaria em como recobrar sua liberdade e fortuna.
Estava desesperado por isso não pensou com a frialdade que lhe caracterizava, ia cometer o maior erro de toda sua vida. Os aurores que lhe custodiavam não eram qualquer coisa, sempre alerta à hora de tratar com magos tenebrosos tinham um treinamento que lhes fazia adiantar a qualquer tentativa de fuga. Ademais Harry Potter e Ronald Weasley estavam também na sala e se os aurores que lhe custodiavam estavam preparados, estes mais dois ainda, tendo em conta que o culpado punha em perigo um ser muito querido para Harry estavam mais que alerta.
Quando Zabini tentou se fazer com a varinha de um dos aurores que lhe custodiavam lançou um feitiço sem varinha para lhe desarmar que automaticamente provocou a resposta dos outros.
-Accio varinha auror.
-Desmaius, impedimenta –lançaram os contrafeitiços os outros três aurores, Zabini respondeu com um avada lançado contra Harry, mas os nervos e a varinha que não era sua fizeram que o feitiço rebotara no chão e lhe impactasse diretamente no peito. Caiu fulminado por sua própria maldade.
-Harry fraternizo como está essa serpente rastreira quase o consegue.
-Obrigado Ron, ao final tem tido seu merecido, Draco já não sofrerá mais por sua culpa.
O Wizengamont revolucionou-se em pleno, não se esperavam que o prisioneiro tentasse escapar e mais ainda se surpreenderam do absurdo que tinha resultado sua ação. Além de que os aurores estavam fortemente treinados para resolver essas situações, o lugar estava preparado para evitar que um preso ao que estavam julgando pudesse fazer magia dentro dos recintos da sala para poder escapar.
Após passada a comoção inicial retirou-se o cadáver de Blaise Zabini que seria incinerado de imediato. Não tinha família nem ninguém que fosse reclamar seu corpo. Harry e Ron foram-se até a Central e o primeiro assim que entrou em seu escritório pôs-se em comunicação com Draco que estava em seu escritório trabalhando acompanhado por seu pai.
-Draco já tem terminado o julgamento de Zabini tudo tem saído bem, não se preocupe mais pelo que possa fazer nunca mais se molestará.
-Que tem passado, qual tem sido a sentença?
-Tranquilo, mas prefiro dar-te a notícia cara a cara.
-Não me assuste Harry que tem passado –perguntou agoniado Draco pensando que Zabini, ainda que condenado tinha podido se sair com a sua.
-Para valer que não passa nada mau para ti ou para o menino. Em 10 minutos estou em seu escritório, deixa-me que termine de organizar a manhã. Só te peço uma coisa não fale com ninguém até que não chegue ali.
Harry temia que Draco se indispusesse pela impressão da notícia e não era bom que lhe soltassem sem mais. Agora mais que nunca Draco precisava tranquilidade, por esse motivo não se dilatou no tempo na Central deixou tudo a mãos de Ron e se foi rapidamente até o escritório de Draco para lhe dar a notícia.
-Olá Margaret, como se encontra hoje.
-Muito bem obrigado, senhor Potter, anuncio sua visita?
-Sim por favor, se é tão amável.
-Um momento. –Apertou o intercomunicador. - Senhor Malfoy o senhor Potter espera para poder ser atendido.
-Obrigado Margaret, mas já lhe disse que o senhor Potter pode entrar sem ser anunciado antes.
Margaret pôs-se um pouco vermelha por sua torpeza era verdadeiro que seu chefe lhe tinha dito que o senhor Potter podia entrar livremente em seu escritório, mas eram tantos anos fazendo o mesmo que lhe resultava muito raro que alguém que não fosse um Malfoy entrasse diretamente em o escritório sem ser anunciado. Este tinha que ser alguém muito importante na vida de seu jovem chefe como para lhe permitir essas confianças.
-Adiante, já tem ouvido ao senhor Malfoy pode entrar sempre que o deseje.
Harry sorriu amavelmente ante o coro da secretária e com um muito agradecido penetrou em o escritório onde estava seu anjo um pouco nervoso revisando papéis ao lado de um Lucius que luzia também bastante inquieto apesar de que tentava aparentar acalma. Tudo o que pudesse afetar a seu filho lhe afetava também a ele enormemente.
-Olá Lucius, olá Draco –Harry acercou-se até o menor dos Malfoy e sem importar-lhe que seu pai estivesse diante lhe deu um terno beijo nos lábios que levantou uma bonita cor carmesim em suas pálidas bochechas.
-E bem, Harry que nos tem que contar.
-Lucius já disse antes que estivesse tranquilo, a justiça sempre se impõe. Já sabe que o aparelho e os novos feitiços inventados por Hermione Granger têm dado como resultado, que ainda que seja mínimo o rastro sempre poderá ser seguido a pista do mago que lançou o feitiço por muito que tenha tentado o ocultar.
-Com essas provas concluintes o Wizengamont não teve mais remédio que reconhecer a culpabilidade de Zabini e se lhe tem condenado a corrente perpétua em Azkaban sem possibilidade de pedir remessa da condenação e ademais se lhe têm violado todos seus direitos cidadãos. No mesmo momento que se ditava a condenação se deu a conhecer o testamento de Zabini no que nomeia como único herdeiro de todos seus bens a Scorpius.
-Que pretenderia com isto.
-Filho parece mentira que não se dê conta, acho que até um Griffyndor se teria dado conta. -Lucius ficou tenso quando pronunciou estas palavras adiante de Harry.
-Sinto muito Harry, mas uma educação Slytherin tão arraigada em mim me impede às vezes me dar conta que estou adiante de um Griffyndor e que pode ser dado por ofendido. Não se tome a mal, mas bem sabe que não são muito astutos ou retorcidos à hora de elaborar planos, mas acho que este estava muito claro.
-Efetivamente Lucius, farei como que não tenho ouvido o anterior. Draco, Blaise queria demonstrar a todo mundo que ele era um pai abnegado e que não pedia nada mais que lhe reconhecessem sua paternidade e estava disposto a se desprender de tudo contanto que a seu filho não lhe faltasse de nada.
-Se não me equívoco suas intenções eram outras, ao igual que sua mãe, pretendia se combinar com toda sua fortuna mais a que lhe correspondia a Scorpius. Se tinha que tirar algumas vidas de em meio com tal do obter para ele não seria nenhum impedimento.
-Harry, nunca me imaginei que pudesse chegar a ser tão mesquinho.
-Imagino-me que agora estará já em Azkaban.
-Bom Draco lados é que…
-Não me diga que o indultaram, não me posso crer ou pior que escapou.
-Não Draco, já te disse que não tinha porque temer nada. O que queria que se inteirasse por mim e não por outra pessoa que pudesse distorcer é o seguinte. Sei que em algum momento de sua vida significou muito para ti e ademais é o pai de teu filho.
-Harry, por favor! Sem rodeos está angústia está-me matando.
-Está bem Draco, quando lhe escoltavam a Azkaban lançou um feitiço sem varinha para se fazer com a de um auror, nosso treinamento fez que reagíssemos sem o pensar e lhe lançamos vários impedimenta e desmaius que conseguiu esquivar. Ao sentir-se encurralado lançou-me um avada que rebotou no chão e lhe impactou de cheio no peito. Agora mesmo é conduzido para o crematório.
Draco não disse nada, mas Harry notou que empalidecia um pouco mais do normal e que suas mãos se aferravam à mesa com mais força do que era de esperar. Sabia que ia ter essa reação, tinha sido seu primeiro grande amor e o pai de seu filho, se não tivesse sentido nada Harry teria pensado o desumano que era e não a pessoa maravilhosa da que se tinha apaixonado.
O moreno acercou-se a Draco e rondou-lhe pelas costas abraçando-lhe calidamente. Draco derrubou-se nos braços de Harry e chorou pela sorte que tinha sofrido Blaise. Não é que o seguisse querendo, mas tinham vivido muitas coisas juntos e até que não esteve com Harry não deixou a cada dia de pensar um pouco em ele.
Lucius compreendeu o que passava pela cabeça de seu filho e decidiu lhes deixar um pouco de intimidade, seu filho tinha que afastar de uma vez os fantasmas de seu passado e pela primeira vez em muitos anos e ia conseguir.
Quando Harry viu como Lucius saía do escritório cruzando suas miradas de entendimento obrigou a Draco a se levantar e lhe embalou entre seus braços. Sentaram-se no grande sofá que tinha no escritório e ali Draco chorou por última vez a Blaise.
-Obrigado Harry por entendê-lo, precisava chorar, é como a água que purifica uma ferida. Minha alma está completamente limpa e curada de todo o mal, engano e dor que tenho tido que aguentar e sofrer todos estes anos. Já começou a curar quando começamos nossa relação e agora, por fim, posso dizer que estou totalmente curado desta ferida.
-Obrigado também por seu apoio e por não importa que chorei por ele e por me dar consolo nesse momento e por querer a meu filho como um verdadeiro pai e por me querer a mim sem se importar meu passado e por…
Draco já não pôde seguir falando Harry selou seus lábios com um beijo, com isso lhe indicava que parasse já em seu discurso, que estavam feitos um para o outro e que nada nesse mundo lhe impedia ser felizes e formar uma família.
Quando Draco esteve mais acalmado Harry chamou a Lucius para que seguisse trabalhando com seu filho, ele se foi até a Central e dispôs todo para que Draco e ele pudessem visitar a Scorpius e lhe dessem a notícia. Lucius encarregou-se de fazê-lo com Narcisa.
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Tinham passado quinze dias desde a morte de Blaise, Scorpius não lhe tinha tomado mal, esse homem não tinha sido nunca seu pai, o pouco tempo que levava Harry em sua família tinha feito mais por ele e por sua papi que nenhum outro. O menino estava feliz ficavam mal cinco dias para o casamento de seu papi com Harry.
-Sabe Rose estou tremendamente feliz, por fim vamos ser uma família para valer e quando venham meus irmãos terei novas responsabilidades. Conta-me como é isso de exercer de irmão maior?
-Oh! Scorp é algo muito bonito se sente muito maior, ainda que ao princípio se pode sentir um pouco triste como me passou a mim. Era ainda um pouco pequena quando veio meu irmão e eu não compreendia que meus papais tivessem que lhe prestar tanta atenção e tanto tempo, me senti um pouco relegada.
-Com o tempo, e com a ajuda de minha avó Molly, soube que não é que não me quisessem e pouco a pouco comecei a ver a Hugo como um estupendo parceiro de jogos. Mas, claro você não terá esse problema é maior e sabe que seu papi e Harry te querem igual ainda que te prestem menos atenção.
-Assim é Rose, ademais estou muito orgulhoso de minha nova família e será estupendo ter a meus irmãos, poder jogar e compartilhar com eles muitas coisas.
Assim passaram a tarde do domingo os dois amigos fazendo planos para quando nascessem os pequenos e por suposto para o dia do casamento que tanto ansiavam. Narcisa tinha-lhe contagiado um pouco de sua ansiedade ao pequeno Scorp, igual que ao resto da família.
Na Mansão Malfoy todo era agitação e detalhes de última hora. Draco começava já a se sentir um pouco cansado de tanta prova de túnicas e de detalhes como a cor das flores ou a lista de convidados.
-Mamãe faz favor! Apieda-te de mim, já temos repassado até a saciedade a localização de todos nossos convidados e me parece que está perfeita.
-Filho esse casamento é muito importante para todos nós e quero que todo saia perfeito.
-Narcisa tudo está perfeito e tudo vai sair bem. Não é assim Molly?
-Harry, Molly não os tinha ouvido chegar, estava repassando a localização dos convidados, mas não sei talvez ainda podemos mudar algo. A ti que te parece Molly.
Draco acercou-se devagarinho a Harry –Vamo-nos antes de que nos voltem a pedir opinião estas duas, isso é um inferno e preciso descansar um pouco de tanto preparativo.
Harry sorriu a seu anjo loiro e tomando da mão apareceram-se na casa do auror. Agora começava a estar mais tranquilo ao saber que Zabini já não poderia lhes molestar nunca mais, mas se mantinha em alerta, demasiada acalma e esse Nott seguia sem lhe gostar, não se confiava dele. Estava demasiado tranquilo e neutro para seu gosto seu olfato de auror indicava-lhe que algo se trazia entre mãos e a Ron também não gostava. Não quis pensar mais nele, agora estava com seu amor e precisavam uma tarde para eles dois sozinhos longe do bulício da Mansão.
-Veem aqui meu amor tinha tantas vontades de passar uma tarde tranquila contigo que me parece mentira que nós tenhamos podido escapar. –Harry beijou ternamente os lábios de seu anjo e passou-lhe os braços por suas costas atraindo lhe para ele em um gesto que denotava proteção e muito amor.
Draco abriu seus lábios como uma flor ante a abelha que a vai a libar seu néctar, eram uns lábios tão amados que conhecia e lhe conheciam também que se sentia em a glória. Seus pequenos começavam a notar os estímulos que recebia seu papi, sobretudo quando eram prazerosos e um pequeno pulso de magia bateu em seu ventre, foi como uma pequena onda de energia que traspassou sua pele e se enlaçou com a magia de seu outro pai.
Harry sentiu essa pequena descarga de magia e sentiu-se feliz, pela primeira vez notou que a vida que Draco levava em seu interior era capaz de se comunicar com ele. Era um pequeno milagre que tinham conseguido graças ao amor tão grande que se tinham.
-Draco tenho sentido uma onda de energia que tem ligado com minha magia, me transmitia um sentimento de tranquilidade, de bem-estar, parece que a nossos pequenos gostam que seu papi seja beijado por de mim.
-Não o duvide Harry é das coisas que mais gosto nesse mundo. Eu também tenho notado como um pequeno batido que traspassava minha pele. Daqui a pouco notarei como se movem em meu interior. Parece-me um pouco cedo, creio recordar que com Scorp demorei mais tempo em sentir sua magia.
-Tenho lido sobre o tema e tenho entendido que quando é a segunda vez que se gesta se sente antes ao bebê.
-Não tinha nem ideia que tinha estado informando sobre o tema, me deixa surpreendido.
-Não tem porquê se surpreender, tudo o que te ocorra a ti e a nossos filhos é o mais importante para mim e quero estar preparado ante qualquer imprevisto. –Harry olhou com grande amor a esses olhos de prata que tanto queria.
Draco estava a cada vez mais convencido que sua vida tinha dado um giro de 360º em a plataforma 9 e ¾ aquela manhã de setembro quando sofreu o atentado, nunca jamais em sua vida se tinha sentido assim, era um paraíso que Harry tinha em suas mãos e que lhe abria com seu amor a ele.
-Harry te amo como nunca o fiz, agora sei, graças a ti, qual é o significado do verdadeiro amor.
-Draco eu já não concebo essa vida sem ti, por fim tenho a alguém a quem cuidar e também sei que esse alguém também está pendente de mim e que daria tudo por amor ao igual que eu o daria por ele.
Harry voltou a beijar a Draco, agora com paixão e ao igual que antes o loiro se ofereceu sem nenhum tipo de reticencia, beijar a Harry era se entregar incondicionalmente a um amor que lhe transportava para além desse mundo, era como entrar no paraíso.
Harry apanhou em seus braços a Draco e levou-o sem deixar de beija-lo até o quarto, os olhos de ambos brilhavam pela antecipação ao desejo. Queriam ser amados, precisavam amar-se.
O moreno deposito-lhe na cama e com um golpe de varinha fez que a persiana do dormitório se baixasse um pouco até conseguir que a luz da tarde se tamisasse entre os buracos da persiana e criasse um jogo de luzes e de sombras muito acolhedor.
Começou a tirar-lhe a roupa, desabotoando a camisa que levava muito devagar deixando ao descoberto pouco a pouco essa pele nacarada que tanto amava. A cada centímetro de nívea pele que deixava ao descoberto era tampada por infinidade de pequenos beijos. Quando teve totalmente desabrochada a camisa a apartou delicadamente para os ombros e começou a libar esses mamilos rosados que estavam já um tanto erguidos pela excitação e a gravidez. Seguiu um caminho de beijos até parar no ventre de Draco, um pouco crescido já. Notou o ponto exato onde estavam seus pequenos, o cocegas de magia era forte nessa zona.
Harry ao mesmo tempo que dava pequenos beijos ao ventre nu sussurrava palavras de amor a seus pequenos que eram recebidas com pequenas ondas de energia que transmitiam essa sensação de bem-estar que já antes tinha sentido com o beijo de seu amor.
Muito devagar começou a desabrochar o cinto de Draco e suas calças, baixou-os delicadamente e depositou-os no chão. Os boxers de seda negra do loiro deixavam ver uma ereção bastante levantada. Harry considerou que ainda não a ia libertar, que lhe ia fazer sofrer um pouco. Começou a massagear o pênis com a palma da mão aberta e quando notou como a respiração de Draco se fazia mais agitada, retirou sua mão e a Draco se lhe escapou um pequeno gemido de frustração.
-Draco olha aos olhos.
O loiro voltou seu rosto ante a voz amada e dispôs-se a presenciar o espetáculo que seguro que Harry lhe ia oferecer. O moreno começou a desabotoar-se devagarinho a camisa de seda verde que levava e lhe retirou um pouco até seus ombros. Depois tocou-lhe o turno a seu cinto e ao botão de seus vaqueiros negros, com uma lentidão premeditada baixou-se a cremalheira e sacudiu um pouco suas pernas provocando que os vaqueiros caíssem até o chão. Muito devagar introduziu os polegares na cintura de seus boxers negros de seda, presente de seu extraordinário noivo, e atirou um pouco para adiante deles. Seu pênis até agora um pouco comprimido rebotou entre a seda e levantou bastante os boxers.
Draco deixou escapar um gemido de prazer que marcou um sorriso lupina na boca do moreno. Tirou-se os boxers e seu masculinidade ficou ao descoberto em todo seu esplendor. Claque e reluzente pelo líquido pré-seminal foi como um caramelo para Draco quem se lançou sobre ela e a introduziu toda em sua boca. Começou a sugava como se se tratasse de um rico doce.
Harry fechou os olhos ante o prazer tão grande que sentia, se Draco continuava assim se viria em seguida no interior de sua boca. Não lhe deixou continuar queria ser sentido dentro dele, precisava notar como se entregava e como ele lhe dava tudo. Empurrou delicadamente seus ombros e lhe recostou sobre a cama.
-Quero sentir-me dentro de ti. –Sussurrou Harry com a voz rouca pelo desejo.
Draco instintivamente separou suas pernas e levantou-as um pouco para rodear a cintura de Harry, sua pene começava a gotejar um pouco, não demoraria muito em se vir, estava tão excitado que não sabia o que ia aguentar.
Harry lubrificou a entrada de Draco e seu próprio pene com um feitiço sem palavras, não precisava dilatar a entrada, as relações que mantinham fazia que seu esfíncter estivesse totalmente relaxado e preparado para ser penetrado.
Harry acercou a ponta de sua pene até a entrada e Draco ao senti-lo tão perto lançou-se sobre ele e de um sozinho golpe o afundou em seu interior. Harry emitiu um grito de prazer ao sentir como seu pene estava #comprimir pelo interior de Draco, o loiro começou a mover seus quadris ansiosamente, Harry não ficou atrás e aumentou o ritmo de suas investidas. Uma onda de calor percorreu a coluna vertebral de ambos e uma explosão de prazer libertou o sêmen de ambos. Draco notou como seus pequenos se moviam em o momento de seu clímax. Fez-lhe muito feliz pensar que seus pequenos eram capazes tão cedo de receber estímulos de prazer como ele acabava de ter.
Quando puderam ser separados, Draco falou a Harry quase em sussurros amodorrado pelo orgasmo tão forte que acabava de ter. –Harry vamos ter uns bebês muito precoces, tenho notado no momento do clímax como se moviam na onda de prazer que percorria toda minha coluna.
-Isso acha que é bom para os pequenos? Não lhe estaremos pervertendo? –Caçoou Harry ante as palavras de Draco.
-Tonto, não se deboche de mim, claro que é bom, sim e é para mim também e é para eles.
-Não se enfade, meu anjo, mas isso é algo novo para mim e a verdade é que não me esperava que esses pequeninos pudessem estar tão espatilhados.
-Isso se deve a que seus papas têm demonstrado um grande amor quando os engendram e acho que têm tomado bastante de nossas magias e isso faz que sejam muito fortes e poderosos.
-Que mais pode significar Draco, não será mau para eles, te falo completamente em sério agora.
-Para nada Harry, todo o contrário, que sua magia seja grande e poderosa significa que nada mau lhes pode suceder enquanto estejam dentro de mim. Essa magia envolve-lhes e reconforta, protege-lhes. É como se nós dois tivéssemos criado um escudo a seu redor e enquanto estejamos juntos e nos amemos se irá fortalecendo mais até que por fim seus pequenos corpos estejam maduros e sejam capazes de viver de maneira autônoma.
-Como sabe essas coisas Draco.
-Verá eu também tenho estado lendo sobre gravidezes masculinas múltiplas, já sabe que o doutor Silver nos disse que era algo muito pouco frequentes e quero saber tudo o que pode ocorrer e que nada nos pegue por surpresa.
Seguiram falando um momento mais e cedo o sopor prazeroso das relações que acabavam de ter lhes convidou a dormir um par de horas. Uma vez que se tiveram acordado se deram um banho que longe de ser rápida se converteu em uma nova sessão de amor. Quando já tinha anoitecido Harry acompanhou a Draco até sua casa e se foi com Molly até a Toca, nesses últimos dias antes do casamento tinham decidido estar a cada um com suas famílias, consideravam que lhe dava mais emoção quando por fim pudessem estar untos para sempre. A parte de que era bem mais prático para os nervos dos dois, a cada um aguentava a uma mãe biológica ou adotiva completamente histérica pela iminência do casamento.
Por fim chegou o dia mais feliz para ambos, toda a mansão Malfoy brilhava de esplendor, a casa tinha sido limpada a consciência e os mármores e espelhos brilhavam como nunca, ao igual que os caros móveis e os adornos de prata.
O casamento ia celebrar-se no jardim, no dia primaveral luzia com um sol magnífico, as flores em todo seu esplendor enfeitavam o formoso jardim que servia de marco para o enlace. Ao lado da suntuosa fonte em o que umas sirenas de bronze derramavam água por uns cães e gatos tinham levantando o altar onde se ia celebrar a cerimônia. Duas filas de bancos engalanados de seda branca completavam o conjunto.
Os soberbos perus reais, brancos como a neve, que tinham os Malfoy nos jardins maroteavam cerca do lugar onde os noivos fariam seus votos. Umas pequenas fadas sujeitavam fitas de raso brancas acima do lugar onde os noivos iam estar.
Os convidados começaram a chegar à mansão e foram situando nos bancos que tinham atribuídos. A gente vestia muito elegante e estavam expectantes esperando que os noivos fizessem seu aparecimento.
Continuará…
Nota tradutor:
Enfim um casamento
Espero que gostem
Vejo vocês nos reviews!
