Nota da Autora: *espreita para fora de debaixo da pedra* Oh, oi. Faz um tempo. O resto de Resident Geek está completa, portanto, aproveite e, por favor, não me odeie demais por ter esperado tanto tempo para terminá-la.
Além disso, este capítulo começa em algumas semanas após o final do último capítulo.
"Smile" by Uncle Kracker
You make me dance like a fool
Forget how to breathe
Shine like gold, buzz like a bee
Just the thought of you can drive me wild
Oh, you make me smile
Você me faz dançar como um idiota
Esquecer como respirar
Brilhar como ouro, zumbir como uma abelha
Apenas o pensamento em você pode me deixar louco
Oh, você me faz sorrir
Você é minha garota dos sonhos se tornando realidade.
Capítulo 19
Tradutora: Irene Maceió
BPOV
"Então, como ele é?" Charlie perguntou quando nos sentamos para jantar. Eu estava em casa para o feriado de Ação de Graças por aproximadamente duas horas e, francamente, fiquei surpresa por ter levado tanto tempo para ele perguntar sobre Edward.
"Ele é muito bom. E bom para mim." Eu acrescentei rapidamente. "Isso é o que é importante, não é?"
Tentei manter tudo vago porque eu seriamente duvidava que ele quisesse a lista completa dos muitos traços maravilhosos de Edward. O primeiro e mais importante sendo a maneira como ele às vezes olha para mim com este brilho diabólico nos olhos, o que nunca deixava de fazer o meu corpo aquecer todo e eu ter que me conter para não atacá-lo. Ele não sabia as consequências desse olhar, porque ele o dava nos piores momentos - durante um almoço com amigos, sentados em um banco público, em uma biblioteca lotada. Se ele conhecesse o poder desse olhar, ele poderia usá-lo para o mal.
Melhor manter aquele pedaço específico de informação para mim, na verdade.
Charlie refletia sobre a minha resposta, mastigando pensativamente. "Você o ama?" Ele deixou escapar antes de ruborizar com o seu tom de voz forte.
Levando um segundo para decidir como responder, eu interiormente sorri enquanto suava. Escolhi a veracidade bruta, esperando apelar para o seu lado policial. "Sim, eu amo".
Ele assentiu lentamente, parecendo um pouco triste, mas não iniciou qualquer conversa enquanto nós acabamos de comer o jantar, mesmo que eu estivesse totalmente preparada para responder todas as perguntas com a verdade.
Quero dizer, por que não? Não era como se minha mãe não tivesse me interrogado implacavelmente desde que eu disse a ela que estava namorando alguém, embora eu não tivesse vindo a público e dito a ela o que eu pensava. Teria dado a ela um ataque cardíaco.
Eu poderia apenas imaginar como aquela conversa seria.
"Ele é bonito?" Minha mãe perguntaria sem fôlego, como se ela fosse apenas mais uma das minhas amigas que gostava de fofocas.
"Dolorosamente lindo." Eu diria. "Especialmente quando ele está usando óculos e olha para mim como se eu fosse a chave para a sua felicidade".
"Ele mima você com presentes e afeto?"
"Ele me dar numerosos orgasmos conta como presentes? Porque se assim for, sim, sim eeeee... sim".
"Então, vocês já dormiram juntos?"
"Em cada chance que podemos obter. E em mais algumas." Batidas de palmas acompanhariam essa afirmação, é claro.
"Ele é muito bom?" Isto seria seguido de uma piscadela maliciosa, ou talvez uma cotovelada.
"Essa é uma pergunta um pouco estranha de se fazer, mamãe-em-minha-cabeça, mas eu responderei. Precisou de um pouco de prática, mas ele é um profissional agora. O melhor que eu já tive, de qualquer maneira".
"Ele ama você?"
"Sem dúvida".
"Isso é bom, querida. Mas vocês dois estão tomando cuidado?"
"É claro que estamos tomando cuidado, mamãe-em-minha-cabeça. Isso é mais informação do que eu jamais lhe daria na vida real, mas fizemos os testes antes de pararmos de usar preservativos, apenas no caso. E você sabe que eu uso anticoncepcionais desde que eu tinha 16 anos".
"Querida, você sabe que anticoncepcionais não são o suficiente. São apenas 97% eficazes. O que acontece se você acabar como uma desses 3% de garotas e-"
Eu balancei a cabeça para calar a boca da voz da mamãe-na-minha-cabeça. Eu não gostava de ouvir meus discursos, mesmo que parte de mim estivesse apenas tentando dar conselhos sensatos.
Charlie pediu licença da mesa para assistir qualquer jogo que estava passando. Eu rapidamente lavei os pratos e corri para o meu quarto, ansiosa para ligar para Edward depois de pensar nele o dia todo. Este foi o mais longo período que estivemos separados desde antes do Halloween e isso estava me deixando impaciente.
Edward atendeu no segundo toque. "Alô?"
"Ei." Eu suspirei de alívio. Apenas o som da sua voz tinha um efeito calmante.
"Ei, Bella. Espere, deixe-me ir para o meu quarto".
Eu ouvi sussurros, sons e vozes abafadas antes de ele voltar. "Desculpe por isso".
"Está tudo bem. Posso te ligar mais tarde se você quiser passar mais tempo com seus pais." Eu sugeri, secretamente esperando que ele não concordasse, mesmo que isso me fizesse sentir um pouco egoísta. Eu sentia falta dele. Isso não era razão o suficiente para querê-lo para mim?
"Não, não. Eu prefiro conversar com você." Ele assegurou-me e eu sorri em triunfo. "Então, como foi seu dia? A viagem foi tranquila?"
"Sim, foi boa. Um pouco entediante, mas passou muito rápido, graças à mistura que você me deu. E você?" Eu perguntei.
"Eh. Eu acho que ajudou eu poder conversar com Emmett".
"Oh, sim? E o que vocês dois discutiram por três horas?" Eu o provoquei.
"Um... principalmente sobre você." Ele respondeu hesitante.
"Oh. Qualquer coisa em particular que eu deva saber?" Eu tive um sentimento que eu sabia o que eles tinham discutido, mas eu não o encheria sobre isso. Se ele quisesse falar de sexo com Emmett, então, essa era sua prerrogativa.
"Na verdade, não. Apenas Emmett querendo saber todos os detalhes sobre o nosso relacionamento." Ele respondeu, confirmando minhas suspeitas.
"Então, o de sempre?"
"Sim." Ele riu.
"Ele realmente precisa encontrar uma namorada e parar de viver vicariamente através de você".
"Eu sei. Estamos na fronteira com o patético agora".
"O que aconteceu com Amy? Não houve um segundo encontro?" Eu perguntei.
"Aparentemente, ela ri como uma hiena. Essa é uma citação exata." Edward bufou e eu revirei meus olhos para a desculpa esfarrapada de Emmett. Eu disse a ele antes que não havia tal coisa como uma garota 'perfeita', mas ele se recusava a baixar seus padrões. Neste ponto, eu estava impressionada pela sua teimosia. Ele preferia chamar isso de 'dedicação'. Eu acho que dependia de como você olhasse para isso.
"Essa é a última vez que armo para ele com uma das minhas colegas de casa." Eu disse a Edward. "Amy é legal, e Emmett não a merece".
"Eu direi isso a ele".
"Por favor, diga." Eu disse. Estendendo-me na minha cama, eu me estabeleci para uma longa conversa sobre nada de importante. Apenas compartilhando informações sem sentido que surgem quando duas pessoas não querem parar de falar uma com a outra.
Independentemente de como percebemos o tempo, ele de fato continua a uma taxa constante, razão pela qual eu me vi dizendo adeus ao meu pai alguns dias depois, embora parecesse como se eu estivesse em sua casa por um mês.
"Você está com o seu telefone celular carregado?" Charlie perguntou em sua voz grave de 'Eu sou um chefe de polícia, então não pense que você pode mentir para mim'.
"Sim, pai." Eu lutei para manter uma cara séria. Essa era a terceira vez que eu respondia essa pergunta desde o café da manhã. Estranho como os papéis mudam quando estamos com determinadas pessoas, ou em certos lugares, não importa quantos lapsos de tempo aconteçam.
"Ok." Charlie olhou em volta como se ele não soubesse o que fazer.
Eu suspirei e estendi meus braços. "Vejo você no Natal, pai".
"Ligue-me quando você chegar lá." Ele disse enquanto nos abraçamos.
"Ligarei." Subi na minha caminhonete e acenei uma última vez antes de me afastar da casa.
Em apenas algumas horas eu veria Edward novamente. Tínhamos conversado e mandado mensagens quase continuamente enquanto separados, mas não era o mesmo que vê-lo pessoalmente. Eu sentia falta dele terrivelmente. Ligando o rádio, encontrei uma estação que tocava músicas de alguma forma decentes e contei regressivamente os quilômetros até que eu visse Edward novamente.
Uma hora depois meu celular tocou e eu o lancei aberto para ler a mensagem de texto.
"Mal posso esperar para vê-la. Venha quando quiser. Eu estarei aqui".
De Edward, é claro.
Sorri enquanto eu pensava sobre ele sentado em sua cama, digitando essa mensagem em seu iPhone, que era ridiculamente divertido de usar - ao contrário do meu tijolão feito-nos-anos-90. Então, depois de apertar 'enviar', ele se esticaria e bocejaria, e colocaria seu telefone na mesa de cabeceira antes de esfregar a ponte do seu nariz. Isso faria com que seu óculos ficasse um pouquinho inclinado.
Eu o tinha visto fazer isso centenas de vezes, mas nunca deixou de me fazer querer me enrolar em seu colo e beijar seu nariz por ser tão adorável.
Deus, eu estava tão duramente apaixonada poresse menino. Fazia tempo que eu não ficava apaixonada por alguém ao ponto do esquecimento e as pessoas estavam começando a perceber. Minhas notas foram mais baixas neste semestre, era uma coisa. Eu mal via Alice, não que eu me sentisse horrivelmente culpada por isso, já que ela estava em sua própria terra do esquecimento com Jasper. No entanto, o que me preocupava era que meus compromissos com a Irmandade estavam se acumulando porque eu sempre inventava desculpas para sair das reuniões e eventos patrocinados. Eu precisava começar a trabalhar nisso se eu quisesse qualquer dinheiro sobrando para presentes de Natal este ano.
Porcaria. O Natal!
O que eu daria para Edward de Natal? E por que só agora eu estava pensando nisso? Ele era o tipo de pessoa que gostava de ser surpreendida, ou ele viria diretamente e diria para mim o que ele quer? Eu esperava que fosse o último porque eu era uma merda para dar presentes. É por isso que meu pai tinha um monte de equipamento de caça que não usava (mas se recusava a devolver), e minha mãe abrigava uma estante cheia de livros artesanais com instruções. Eu tinha pouca ou nenhuma criatividade quando precisava da arte de presentear.
Eu culpava meu pai, que não era muito bom nisso.
Okay. Agora não é o momento para entrar em pânico, eu disse a mim mesma com firmeza. Isso é fácil de resolver. Eu simplesmente perguntarei a ele o que ele quer.
Mas então o que aconteceria se ele perguntasse o que eu quero no Natal? O que eu diria? Havia um monte de coisas que eu queria, mas não muitas que fossem itens tangíveis. No topo da minha lista está uma sessão Miss América Q&A*. Depois disso estavam as coisas que eu gostaria que acontecessem, mas sabia que não eram suscetíveis de ocorrer. Por exemplo, 'gastar todo o meu tempo livre com Edward', 'ter outras pessoas fazendo o meu dever de casa', e um favorito pessoal, 'ganhar na loteria e nunca mais me preocupar com dinheiro de novo para que eu pudesse ler ao lado da minha piscina durante todo o dia, todos os dias'. Edward se tornaria meu Cabana Boy**, é claro.
*Miss América Q&A: tratamento completo no salão e spa.
**Cabana Boy: atendente masculino que presta serviços sexuais em hotéis.
Perguntei-me se ele estaria disposto a se tornar um Cabana Boy no Natal? Hmmm...
Esse pensamento veio com alguns recursos visuais agradáveis, o que me manteve ocupada o suficiente na última etapa da minha jornada para eu não pirar. Eu estava de volta na minha casa da irmandade antes que eu percebesse, carregando minhas malas até meu quarto.
"Bella!" Alice gritou assim que abri a porta.
"Alice!" Respondi com entusiasmo. Deixei minhas malas no chão e nos abraçamos como se não nos víssemos há anos.
"Como foi a sua Ação de Graças?" Ela perguntou, pegando a menor das duas malas e a jogando na minha cama.
"Foi bom. Charlie disse 'Oi'. Como foi a sua?"
"Ugh. Não me faça começar." Ela gemeu. "Parecia que eu estava no meio da III Guerra Mundial. Entre o meu irmão, sua esposa, e minha mãe, eu pensei que ficaria louca!"
"Foi sobre o bebê de novo?" Comecei a arrumar minhas coisas e jogar a roupa suja no cesto que Alice e eu compartilhávamos. Eu tinha aprendido cedo na vida que eu tendia a adiar, então, ou eu descompactava tudo agora, ou eu deixaria tudo até que eu tivesse que sair de calcinha em algum momento no próximo mês.
"É sempre sobre o bebê. A maldita coisa ainda nem nasceu e eu estou mortalmente enjoada disso." Alice jogou-se de barriga para baixo em sua cama e gemeu de novo. Sentei-me ao lado dela e acariciei seus cabelos.
"Coitadinha." Eu simpatizei.
Alice suspirou e então se virou para me olhar com um olho vesgo. "Edward ainda não voltou?"
"Por que você está perguntando isso?" Eu me perguntava, deitando ao lado dela para que ela não tivesse que olhar para a luz do teto brilhante para me ver.
"Porque você está sempre lá. Imaginei que não a veria até depois da sua aula amanhã".
Eu fiz uma careta. "E eu aqui pensando que você estava muito absorta em seu próprio relacionamento para perceber que eu tinha ficado ausente".
"Oh, querida. Eu posso estar absorta, mas isso não significa que eu não perceba como nós não saímos mais".
"Eu sei." Eu suspirei, estendendo a mão para ela. "Sinto muito".
"Está tudo bem. Eu estive praticamente da mesma forma." Ela assegurou-me com um pequeno sorriso.
Eu tomei uma decisão em frações de segundo. "Nós vamos sair sexta à noite. Só nós. Está decidido".
Alice riu. "Você já decidiu?"
Eu zombei e fiz uma careta. "Tudo bem... eu posso estar gastando tempo demais com Edward e seus amigos".
"Não. É fofo. Depois você vai me dizer que delinquentes rasgaram a sua correspondência." Alice disse, rindo.
"Oh. Há. Há." Revirei os olhos, mas não pude deixar de sorrir para ela. "Você é hilária".
"Eu sei." Ela disse ela, arrumando suas pernas. "É por isso que Jasper me ama tanto".
Eu a empurrei de brincadeira. Ela gritou de surpresa e me empurrou de volta. E é assim que Ângela nos encontrou rolando na cama de Alice poucos minutos depois.
"Eu gostaria de ter uma câmera comigo..." Ela pensou em voz alta. "Tenho a sensação de que ambos os seus namorados ficariam muito interessados nesta pequena cena".
Eu mostrei minha língua para ela e ela gargalhou.
"Oh! Falando em namorados." Alice gritou, pulando da cama e endireitando suas roupas. "Eu devo encontrar o meu em alguns minutos." Ela se apressou em arrumar seu cabelo no espelho antes de falar para mim. "Falarei com você amanhã, ok? Falaremos sobre sexta-feira então. Até mais!" Ela gritou, acenando com a mão para Ângela e eu antes de correr do quarto.
Ângela e eu compartilhamos um olhar antes de eu me levantar. "Eu acho que eu deveria ir também. Edward está esperando para me ver em algum momento hoje".
Ângela sorriu. "Não tente fingir que você não está se mordendo para vê-lo".
"Me mordendo?" Repeti com as sobrancelhas levantadas. "Será que fomos para uma escola canibal na Ação de Graças?"
Ela estreitou os olhos para mim antes de correr para fora do quarto enquanto eu ria com ela.
Por mais que eu não quisesse admitir isso para Ângela, eu estava de fato "me mordendo" para ver Edward. Eu tinha sentido falta dele. Processe-me. É por isso que eu praticamente corri pelo campus para o seu apartamento após falar com o meu pai. Corri as escadas dois degraus de cada vez e depois tomei um minuto para recuperar o fôlego, enxugando o suor da minha testa. Felizmente eu não vesti um casaco na minha pressa, então eu não estava muito superaquecida.
Bater na porta fez o meu coração começar a martelar tudo de novo, e quando Edward abriu a porta, isso acalmou. Meus pés, no entanto, não, enquanto eu procurava no seu rosto pela mesma ânsia e alegria que eu sentia.
"Oi." Eu disse, sorrindo timidamente.
"Oi." Ele respondeu. Então ele deu um passo em direção a mim e tudo o que tinha me mantido congelada no lugar foi destruído. Eu me atirei em seus braços, sentindo-me mil vezes melhor enquanto eles me cercavam e apertavam.
"Eu senti sua falta." Ele sussurrou em meu ouvido.
"Eu senti sua falta também." Seguramos um no outro um pouco mais e depois nos separamos. "Ben está aqui?" Eu perguntei.
"Não." Ele disse com um aceno de cabeça. "Por quê?"
Eu apenas sorri, certificando-me que a porta estava fechada e trancada antes de empurrá-lo contra a parede. Então eu o beijei, colocando todo o meu desejo e necessidade nisso. Ele respondeu na mesma moeda, mordiscando meu lábio inferior e depois mergulhando sua língua enquanto suas mãos me seguravam firmemente contra ele. Em poucos segundos estávamos pegando fogo, arrancando nossas roupas enquanto nós tropeçamos para o sofá.
"Deus, eu senti sua falta." Edward gemeu quando reencontrou meus seios. Um toque afiado em um trouxe um suspiro em meus lábios. Eu caí no sofá, tirando meus sapatos às pressas e balancei para fora da minha calça e calcinha enquanto ele tirava o resto da sua roupa.
Finalmente estávamos na horizontal e nus, nossas mãos e bocas reaprendendo cada mergulho, curva e ângulo.
"Preciso de você." Eu gemi quando Edward lambeu e depois levemente sugou em um ponto sensível atrás da minha orelha. Curvando minhas mãos em sua bunda, eu o empurrei para mais perto. Com um impulso ansioso, ele deslizou para dentro e então parou até que me tornei confortável.
"Bom?" Ele perguntou quando puxou para fora e depois voltou lentamente.
Eu balancei a cabeça com movimentos convulsivos, envolvendo minhas pernas em torno dele. "Mais rápido." Eu ordenei.
Ele agarrou meus quadris e bateu dentro de mim, me fazendo gritar de puro prazer.
Oh, Deus. Exatamente assim.
Ele bombeou seus quadris rápido e forte, levando-me mais e mais alto. Minha respiração ficou difícil e eu vagamente ouvia pequenos suspiros vindo de mim com cada estocada.
Tão perto. Tão malditamente perto.
E então, como um vendaval, meu clímax rasgou através de mim, apertando todos os músculos do meu corpo. Edward gritou, empurrando mais duas vezes antes de se derramar em mim. Ele colapsou, estremecendo, e nos rolou para o lado, abraçando-me ao seu peito. Perfeito.
"Eu te amo." Eu murmurei, ouvindo seu coração trovejar debaixo da minha bochecha. Saciada e exatamente onde eu queria estar, meus olhos fecharam sem lutar.
Tremendo de um sopro de ar gelado em meus braços, eu me aconcheguei no calor às minhas costas. Lentamente percebi que o calor era Edward, então eu virei e lentamente abri meus olhos.
"Ei." Ele disse suavemente, sorrindo.
"Ei." Eu resmunguei, olhando ao redor. "Como chegamos ao seu quarto?"
Edward encolheu os ombros. "Eu carreguei você para cá quando você desmaiou. Achei que você não gostaria se Ben chegasse em casa e visse você em toda a sua glória".
"Obrigada." Eu ri. "Eu não pensei nisso".
"É por isso que estou aqui".
Nós nos abraçamos por mais um momento antes de eu expressar a pergunta que esteve agitando ao redor do fundo da minha mente todos os dias. "Como vamos sobreviver às férias de Natal?"
"Eu não sei." Edward suspirou, virando em suas costas. Eu me enrolei em torno dele, descansando minha cabeça em seu ombro. "Você pode ir para casa comigo".
Eu tencionei. "Você está falando sério?"
"Sim. Você sabe, isso poderia funcionar. Você pode vir comigo para a casa dos meus pais por uma semana e, em seguida, depois do Natal, eu poderia acompanhá-la até a casa do seu pai por uma semana, dessa forma não teríamos de gastar mais do que alguns dias separados." Ele disse em uma corrida. Eu imediatamente amei a ideia.
"Há quanto tempo você estava pensando nisso?" Eu perguntei, radiante por ele estar tão desesperado para passar algum tempo comigo, assim como eu estava.
"Não muito tempo..."
"Hmm. Eu gosto da maneira como sua mente funciona, senhor." Sorrindo, eu coloquei um beijo em seu peito.
"Sim? Você quer fazer isso?" Ele perguntou ansiosamente.
Levantando minha cabeça, eu olhei para ele. "Com certeza que sim. Terei que verificar com meu pai, mas eu tenho certeza que ele ficará bem com isso. Seus pais não vão se importar?"
"Não." Ele disse, um sorriso aparecendo lentamente. "Eu já perguntei a eles".
Eu balancei a cama com minha risada e o abracei apertado enquanto ele acariciava minhas costas. Uma vez que eu tinha acalmado, comecei a me preocupar. "Você acha que eles vão gostar de mim?"
"Claro que vão. Como eles poderiam não gostar?"
"Hmm, verdade. Eu sou bastante surpreendente." Eu provoquei, embora a preocupação subjacente ainda estivesse muito presente.
Edward gargalhou. "Você não tem nada com o que se preocupar. Eu tenho, no entanto. Ficarei na casa do pai da minha namorada, que simplesmente tem uma arma e tem a lei do seu lado se ele decidir atirar em mim".
"Oh, ele não está tão ruim assim agora." Eu pulei para assegurá-lo. "Você deveria tê-lo visto com meu primeiro namorado. Eu acho que Charlie o fez fazer xixi nas calças quando eles se conheceram." Eu ri com a lembrança.
"Isso é reconfortante." Edward disse sarcasticamente, suspirando alto.
Eu golpeei sua perna e sugeri, "Vou esconder as armas dele antes de você aparecer".
"Perfeito. Deixe-o irritado antes mesmo de me conhecer".
"Meu plano, exatamente." Eu brinquei, suavizando com um sorriso brincalhão.
Ele deu-me um olhar mau, mas eu vi as engrenagens funcionando e soube que ele me faria pagar. Então ele me agarrou, fazendo cócegas no meu lado. Eu lutei de volta, determinada a não ser a única a renunciar.
"Pare! Pare!" Edward gritou quando eu comecei a puxar os cabelos das suas pernas. "Você ganhou!"
"Mwahahaha! E nunca se esqueça disso!"
"Puxa." Ele disse, esfregando suas infelizes panturrilhas nas quais eu tinha me focado. "Você é cruel".
"Sinto muito." Eu fiz beicinho, dando-lhe o meu olhar de cachorro triste.
"Está tudo bem." Ele cedeu, e eu voltei a me aconchegar em seu peito.
"Você sabe, essa é a segunda vez hoje que eu tive uma briga de cócegas em uma cama." Eu me lembrei.
"Oh, sério? Quem era a outra pessoa?" Edward perguntou desconfiado.
"Alice." Eu disse. "E eu chutei a bunda dela também".
"Sim?"
"Sim".
Ficamos olhando um para o outro, e então...
"Veremos quem é o chutador de bunda aqui!"
"Ahhhhhhhh!"
Nota da Irene: Olá... eu disse que teríamos uma surpresa!
Então, a autora postou a fic toda, serão 3 capítulos (contando com esse), um Epílogo e um extra. Postaremos todas as terças.
Esperamos que gostem. Eu e a Ju traduzimos todos e ela revisou para que não tenhamos interrupções nas postagens. E sexta temos mais surpresas. O mulherengo estará de volta. Uhu... Yeh Yeh!
=p
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