Nota da Téh: Oi amadas!!!! Olha só mais um capitulo!!!!

Para as que foram pacientes e entenderam que minha vida é corrida meus sinceros obrigadas e pra que não são pacientes aqui esta minha prova que não vou abandonar minha fic!!! Huehuehuehuehuehuehue

Obrigada pelos inúmeros comentários eu fiquei pasma com os números do cap passado... acho que estamos próximo aos mil nos três sites juntos! Estou mega feliz.

Quero mandar dois beijos especias: Pra minha nova amiga: Barbará de Morais e pra Tamy_Cullen que fez uma capa linda pra fic!

Galera comentem muuuuuito!!! Quanto mais comentarem mais rápido vai sair capitulo e se demorar tenha um pouco da paciência que a vida de cursinho me mandou um chamado! Huehuehuehuheuhuehue

Site que comentar mais recebe a próxima atualização primeiroooooo!!!

Beijao no coração e fuuuuuuuui!

DESENTENDIMENTOS

Musica: Love Story – Taylor Swift

- Charlie?

- Bella - Charlie falou com a voz embargada. – Minha filha! Você está enorme. Senti tanto sua falta.

Eu estava em choque, sem saber o que dizer.

- Bella... - Charlie chamou baixinho, ainda parado na soleira da porta. – Diga algo...

- O que você está fazendo aqui?- sussurrei

- Eu estava na cidade vizinha e resolvi vir te ver. – Charlie murmurou. – Onde está sua mãe?

- Ela saiu.

Charlie olhou para trás de mim. Li as emoções que passou pelo seu rosto: surpresa, raiva, apreensão, mais raiva.

- O que ele faz aqui? – Charlie perguntou o rosto ficando vermelho de raiva, se referindo a Edward atrás de mim.

- Ele está me fazendo companhia – Disse defensiva.

- Claro. – Charlie disse sarcástico. – Ele deve está aproveitando e fazendo extras...

- Charlie! – Repreendi.

- Quer dizer que agora Renné deixa a casa livre para você ser a puta dele? – Ele disse apontando o dedo para Edward

Estaquei. As palavras de Charlie foram como um tapa na minha cara.

- Senhor Swan. – Edward veio para o meu lado. - Peço que respeite a Bella.

- Quem você pensa que é para me dizer o que fazer? – A voz de Charlie era ácida.

- Por favor, Senhor Swan, se retire dessa casa então. Você não deveria ter vindo de tão longe para agredir a Bella.

Charlie abriu a boca para dizer algo, mas preferiu se virar e sair. Eu voltei a ficar em estado de choque.

Edward passou por mim e fechou a porta, trancando-a em seguida, depois ele me abraçou sua mão afagando o meu rosto. Outro trovão ecoou fazendo o meu corpo tremer. Edward me abraçou com mais força.

- Vamos dormir? Não sei você, mas brincar na chuva me deixou morto. – Ele sussurrou levemente.

Eu assenti. Edward foi se trocar no banheiro e eu no quarto. Coloquei um pijama vestido não muito curto e me deitei me enrolando com o lençol. Edward apareceu logo depois usando uma blusa de algodão azul-claro e uma calça pijama xadrez, trazia consigo um lençol. Ele se espremeu do meu lado e se embrulhou depois me puxou para o circulo dos seus braços. Normalmente, isso teria causado reações diferentes, porem distintas, no meu corpo. Mas dessa vez eu me sentia inerte a tudo.

- Bella?

- Oi, Edward. – Minha voz saiu fininha. Eu mal a reconhecia.

- Você sabe o que é um ponto verde no cantinho da sala? – Ele perguntou com uma voz seria.

Me virei para olhar o rosto dele. Que tipo de pergunta era aquela?

- Você está falando sério?

- Sabe ou não sabe? – Uma sombra do seu sorriso torto apareceu.

- Não Edward. Não faço ideia. – A boca dele se contorceu na tentativa de segurar o riso. – O que é um ponto verde no canto da sala?- perguntei.

- É uma azeitona de castigo. – Ele gargalhou gostosamente enquanto bati na minha mão na testa.

- Mas que progresso Cullen. – Disse irônica.

- Ok. E um pontinho preto no jardim?

- Essa é velha. – Eu ri. – É uma formiga com óculos de sol.

- Chata! – Ele me deu língua – E um pontinho amarelo no alto de um edifício?

- Essa eu não sei. O que é? – perguntei com um sorriso.

- É um milho suicida. – Revirei os olhos rindo da besteira.

– E um pontinho amarelo na calçada do mesmo edifico?

- Sei lá... É o milho que pulou?

- Não - Ele riu. – É um pinto esperando milho pular.

- Idiota. – Eu ri junto com ele. Um trovão iluminou o quarto, mas não me importei. Edward estava lá comigo.

Bocejei. Fechei os olhos me aconchegando a Edward.

- Com sono? – A voz de Edward era um arrulho.

- Uhum. – Assenti preguiçosamente.

- Então durma bem, anjinho da minha vida.

Soltei outro bocejo e assenti para Edward novamente.

Depois de um tempo escutei a voz de Edward.

- Bella? Ainda está acordada?

- Uhum... – Eu respondi, mas estava mais dormindo que acordada.

- Posso te contar uma coisa?

- Aham.- Gemi

Ele hesitou. - Te beijar é muito bom... – Sussurrou ele por fim.

Eu devia estar sonhando...

Minha cama estava um calor agradável.

Notei que os braços que me envolviam não estavam sobre o meu lençol e sim embaixo, logo, a pele dele estava em contato com a minha. O calor ali era realmente gostoso.

Senti os lábios de Edward beijar o meu pescoço. No momento eu enrijeci, mas Edward não pareceu não se importar, trilhou um caminho de beijos pelo meu pescoço até a minha orelha. Uma mão deixou minha cintura e pousou na minha coxa. Virei para ele tentando entender o seu comportamento. Não pude falar nada. Edward tomou os meus lábios, e num encaixe perfeito das nossas bocas, as nossas línguas se entrelaçaram em um ritmo próprio e ardente. A mão em minha coxa começou a subir levando consigo o vestido. Suas mãos, deliciosamente quentes, faziam o meu corpo querer entrar em combustão. Elas foram para a base das minhas costas, uma delas subindo pela minha cintura e brincando com a lateral da minha calcinha, enrolando nos dedos. Era estranho, mas não dei importância. O beijo de Edward me consumia sua língua fazia um tango com a minha, hora rápido, hora devagar. Ele tinha total controle sobre mim. Num impulso me ajoelhei na cama puxando Edward pela blusa. Uma vez ajoelhada coloquei as mãos por baixo da camisa dele explorando a sua barriga perfeita com os dedos. As mãos de Edward se apressaram em retirar o meu vestido e jogou-o em um canto qualquer, fiz o mesmo com a sua blusa. Nossos corpos se colaram com força, nos abraçávamos como se quiséssemos no fundir um ao outro.

O beijo parecia uma loucura, completamente inebriante e gostoso. Eu aranhava suas costas pedindo por mais. As mãos de Edward passeavam livremente pelo meu corpo agora que eu estava somente de calcinha. Ele me deitou na cama me colocando por cima.

O beijo se tornou mais sôfrego, mais rápido. Edward me apertava em vários locais, eu sentia uma energia que se espalhava a partir do centro me impulsionando a buscar por mais. Minhas mãos passavam pelo seu peito, ombros, pescoço... Ás vezes eu o segurava pelos ombros com força. Trazendo-o para mim.

Eu gemi involuntariamente nos seus lábios e ele apertou minha coxa e virou, ficando por cima.

Não me importei com o peso dele. Ali, eu me senti protegida. Edward beijou por mais tempo e depois começou a trilhar o caminho pela minha mandíbula, chupou o lóbulo da minha orelha e desceu pelo meu pescoço mordiscando e beijando.

Meus dedos se entrelaçavam e puxava o cabelo dele de acordo que eu ia arrepiando. Ele continuou descendo pelo meu colo, soltei um suspiro de expectativa fazendo-o sorrir contra a minha pele. Ele deu um beijo no vão entre os meus seios e foi descendo pela minha barriga onde ele deu vários beijos entre mordiscadas e passeava com o nariz inspirando fundo.

Eu me sentia no paraíso.

Quando Edward lambeu o meu umbigo, me causando um arrepio mais intenso, eu o puxei para mais um beijo cheio de paixão. Uma mão acariciou minha coxa e desceu até a panturrilha e então ele encaixou minha perna na sua cintura.

Nessa hora o nervosismo bateu em mim. O que nós estávamos prestes a fazer?

Edward sentiu minha hesitação e sorriu olhando nos meus olhos. Mesmo no escuro eu podia ver os seus olhos verdes me dominando e me mostrando segurança. Mesmo presa aquelas esmeraldas eu sentia como se pudesse voar.

Mas será que eu estava pronta para ser dele daquela forma? Eu de certa forma queria. Era um meio de mostrar a ele o que eu sentia. Algo que ia além da amizade.

Edward deu um puxão leve no meu cordão para chamar a minha atenção e deu um beijo na minha bochecha. Ele abriu a boca para dizer algo, porém o que saiu da boca foi... Um trovão.

Um trovão longo e assustador.

E então, eu acordei.

Me mexi na cama em busca dele, quando notei que ele não estava na cama abri os olhos. Ele não estava no quarto. Suspirei. O sonho havia sido tão real... Voltei a me deitar achando a cama extremamente fria para mim e, depois de um tempo, cai na inconsciência.

A manhã, no dia seguinte, começou com bastante chuva. Eu me espreguicei na cama e fui trocar de roupa depois fui fazer minha higienização.

Desci e fui para cozinha onde a cheiro de café se espalhava no ar. Parei de lado da porta escutando o que falavam:

- Eu não sei dizer. Charlie passou muito tempo sumido... – Renné suspirou. – Bella sempre foi o tesouro dele. Eu até compreendo um pouco o comportamento dele. Mas ele, como sempre, foi muito precipitado. Você e a Bella são inocentes demais. O que há entre vocês... Essa amizade... É muito pura. Por isso nunca vi problemas em você dormir com ela. Até no mesmo quarto... – Ela suspirou novamente.

- Agradeço a confiança, tia Renné. – A voz de Edward estava nasalada.

Silencio. Então eu achei uma boa hora para entrar na cozinha. Eles estavam á mesa tomando café da manhã.

- Bom dia! - Falei.

- Bom dia! – Responderam.

Quando sentei notei que Edward não estava bem. Seu nariz estava vermelho, os olhos cabisbaixos e a pele mais pálida que o normal.

- Você adoeceu? - Perguntei um pouco assustada.

- É o que parece. – Ele disse com a voz nasalada. – Amanheci assim.

- Vou fazer um chá pra você. – Falei sorrindo. – Depois vou te deixar em casa.

Edward sorriu.

- Bem, meus amores,tenho que ir. – Renné disse. – Bella eu venho te pegar ás cinco. Vamos fazer compras. – Ela riu e eu fiz careta.

Ela pegou a bolsa e saiu.

Edward soltou um gemido e deitou a cabeça na mesa. Eu levantei e fiz um cafuné na cabeça dele depois fui pegar os ingredientes do chá mo armário.

Depois de pronto o chá, Edward foi beber na sala. Ele bebeu com uma careta e quando terminou deitou a cabeça no meu colo. Automaticamente afaguei seus cabelos.

- Minha cabeçinha está doendo. – Ele disse gemendo.

Eu ri. – Tinha me esquecido de como você fica uma criançona mimada e enjoada quando fica doente.

- Para, Bells. Eu to dodói. Eu tenho que melhorar logo. Tenho jogo sexta. Vai ser minha estréia.

- Tem sorte de ter adoecido no fim de semana. Terá tempo de melhorar.

- Uhum. – Assentiu. – Bella... Posso te pedir uma coisa?

- Peça. – Disse carinhosamente.

- Deita aqui comigo? – Ele fez cara de pidão. Mordi o lábio hesitando. – Por favor!

Como resistir aquele olhar? Acabei cedendo.

Eu me deitei e Edward me abraçou firme para que eu não caísse. Depois ele afundou a rosto no meu peito e em poucos minutos ele dormia com a boca frouxa.

Esme ficou louca, quando fui deixar Edward mais tarde, ao ver o filho doente. Agora ele também estava febril.

Edward não me deixa ir embora. Ele ficava deitado com a cabeça no meu colo e quando fazia menção de me levantar da sua cama ele me agarrava com força e fazia bico.

- Bellinha tem que ficar aqui e cuidar de mim. – Ele resmungava fazendo careta. – Eu to dodói e carente.

Eu ria e apertava o bico que ele fazia.

As cinco eu realmente tinha que ir.

- Promete que volta amanhã? - Ele falava com cara de choro.

- Prometo. Amanhã à noite eu venho.

- De noite? Por que não de manhã? É domingo...

- Por isso mesmo. Domingo eu tenho que ver o James. Agora que ele mora em Seattle só posso vê-lo nos fins de semana.

- Você vai para Seattle?

- Não. Ele vem para Forks.

- Quer dizer que você prefere ele a mim?

Aquilo foi como a gota d'água. Como ousava dizer aquilo?

- Me poupe Edward. – Censurei.

- Poupar de quê, Bella? Eu estou doente. Quero você por perto. Custa só uma vez ficar comigo?

- Custa sim. Eu estou com você todo o dia e você não me valoriza. O James mal me vê e me dá muito valor. Ele não precisa estar doente para querer minha presença. – Eu estava quase gritando.

- Eu sempre quero sua presença. – Ele disse defensivo. – Quem está trocando aqui é você. O James estala os dedos você está abanando o rabo pra ele.

- Quem deve ter rabo é sua namoradinha. Só precisa ser homem para ela abanar o dela. – Quando disse a última frase me arrependi. Mas era tarde demais.

Eu havia ultrapassado os limites.

Antes que ele dissesse alguma coisa eu saí correndo. As lágrimas começando a se formar deixando minha vista embaçada. Quando estava fora da casa esbarrei em alguém.

- Ai... Sua desastrada. – Era a Tânia. – Você não cansa, não é? Eu te aconselho a ficar longe dele. Eu sempre te falei que ele só tem pena de você. Mas insisti em correr atrás dele. Sabe quando você vai se tocar? – Ela perguntou meigamente – Quando você sair daqui usada e humilhada. – Ela riu. – Tenha uma boa tarde!

Ela passou me empurrando com o ombro.

Eu mal consegui agüentar o choro. Fui o mais rápido possível para casa e assim que eu estacionei o choro desabou. Renné desistiu de sair e ficou em casa me consolando. Ela não sabia o que havia acorrido, mas como uma boa amiga ela afagava os meus cabelos e deixava ser o meu desabafo.

Acabei dormindo no sofá. Eu estava atordoada, na manhã seguinte, fiquei deitada por mais um tempo, atordoada.

- Bom dia meu anjinho. – Renné disse docemente se abaixando ao meu lado e mexendo nos meus cabelos. – Se sente melhor?

Eu assenti.

- Mãe? Eu acho que vou aceitar a proposta para a Itália. Vai ser bom passar seis meses fora. – murmurei.

- Bella, meu amor. Não quero que vá para a Itália fugindo de algo, ou alguém aqui. Pense com mais calma. Conversaremos melhor depois.

Eu assenti. - Tem razão. – murmurei. – Vou pensar.

- Tenho que ir. Vou a Port Angeles, já que não fui ontem. Quer vir comigo?

- Não. O James deve vir logo.

- Então, está tudo bem. Juízo, mocinha. – Ela me deu um beijo e saiu. Eu me levantei e fui me arrumar.

James acabou chegando depois do almoço, me dando tempo para me recompor do choro.

- Trouxe um filme para a gente, mas se quiser podemos ir a algum lugar... – Ele disse me beijando no canto da boca.

- Quero ficar aqui. – Murmurei no pescoço dele.

- Se me der licença. – Ele disse me pondo nos braços e me levando para a sala. Então sentou no sofá comigo no colo.

Eu olhei para os seus olhos castanhos claros. James gostava muito de mim e aquilo ficava claro quando ele me olhava. Já Edward não estava nem aí pra mim a não ser pela amizade que ultimamente estava bem conturbada.

Eu devia dar mais valor ao James. Se havia alguém que merecia o meu carinho e dedicação era ele.

Puxei James pela nuca e o beijei. Ele parecia se deliciar com o beijo, correspondendo com doçura e carinho. O beijo era calmo e ritmado. Um tempo depois ele ficou beijando cada canto dos meus lábios.

- Você é um sonho, Bella. – James murmurou. Ele parecia radiante.

- Exagerado. – Murmurei corando.

- Claro que não. – Ele afagou o meu rosto. – Você é linda, educada, intuitiva... – Ele me beijou longamente. – Sabia que foi a primeira vez que você me beijou? – Os olhos dele brilharam.

- Não havia notado. – Sussurrei corando.

Ele riu e me puxou para mais um beijo. Ele foi nos deitando no sofá, enquanto aumentava o ritmo. Meu corpo ficou em alerta,

- Relaxa Bella. – James murmurou no meu ouvido. – Eu sei os seus limites. Só relaxe. – Ele me beijou abaixo do meu lóbulo.

Resolvi, então, tentar relaxar.

James beijava o meu pescoço com pericia, alternando entre mordidas e leve chupões. Ás vezes ele me dava beijos molhados e depois soprava me dando leves arrepios. Depois ele trilhou pela minha mandíbula até chegar à minha boca. Nossas línguas se entrelaçavam em um ritmo diferente.

Na minha cabeça eu tentava entender porque eu não estava me sentindo bem ali. Me sentia enjoada e com vontade de ficar só.

James continuou me beijando num ritmo mais sensual. Tentei me entregar mais ao beijo e tentar me esquecer os meus problemas.

- BELLA!!!! A PORTA ESTAVA ABERTA E... – Alice entrou gritando e dando um susto em James e em mim. Levantamos-nos na mesma hora. – Opa. Desculpa se eu atrapalhei vocês... A porta estava aberta e...

- Tudo bem, Alice – Eu disse corando. James ria ao meu lado em silencio. – O que você queria?

- Esme pediu pra te perguntar se você tem mais ingredientes do chá. É domingo e a senhora que vende as coisas em La Push não está lá.

Eu assenti e a levei para a cozinha. James ficou na sala colocando o filme. Quando entramos Alice virou para mim com um sorriso malicioso.

- Não fala nada. – Murmurei indo pegar as coisas no armário.

- E eu preciso falar? – Alice riu. – Ainda bem que não deixei o Emmet vir comigo. Ele faria da sua vida um inferno.

Eu sorri enquanto separava as folhas e colocava num prato.

- E como ele está? – Alice sabia a quem eu me referia.

- Não muito bem... Ele me contou da briga.

Eu não respondi.

- Vocês dois erraram em minha opinião. Mas quem começou foi ele. – Ela suspirou. - Bella? Você não vai lá hoje, vai?

- Desculpa Alice. Melhor não.

- Ele está mal. Ele brigou com a Tânia também. Mas ele não está ligando pra esse detalhe. Ele falou o seu nome dormindo. Não quer falar com ninguém e Rose acha que o ouvi chorando. Esme está preocupada. Por favor, vá falar com ele.

- Alice... Eu não sei se consigo...

- Bella, é visível que Edward te ama. Ele só não entende o quanto.

- Alice... Para. Não pode me demover por chantagem. – Eu me sentia atormentada. – Eu tenho que pensar com calma.

- Tudo bem. – Ela disse derrotada. – Eu também quero que você apareça. Compus uma musica e quero te mostrar. – Ela sorriu.

- Ok. Amanhã depois da aula eu vou a sua casa e levo o violão. – Dei um meio sorriso.

O sorriso dela aumentou e ela me abraçou.

- Obrigado, Bella.

- Pelo quê? – Eu ri afagando seus cabelos. – Agora leve os ingredientes do chá. Do jeito que eu coloquei é só preparar o chá. Já está tudo cortado.

Alice pegou o pote de vidro, me deu outro abraço e saiu da cozinha seguida por mim. Na porta ela se virou e sorriu antes de sair correndo na chuva para o carro.

Voltei para a sala onde James me esperava para ver o filme.

James parecia querer voar de felicidade depois do filme. Ele foi embora depois de me dar vários beijos prometendo que apareceria logo.

Renné voltou cansada então ela foi dormir cedo. Eu fiquei um tempo na cozinha, sentada a mesa olhando fixamente para a chave do meu carro.

Ir ou não ir?

Acabei optando por não ir.

Fiquei com medo de que o Edward diria a me ver. Por mais que Alice dissesse que ele sentia minha falta eu não sabia o quanto ele estava chateado.

Então era melhor deixar para depois...

Sem ter mais o que fazer, fui dormir.

Acordei com o despertador praticamente berrado para mim.

Eu estava atrasada.

Me arrumei o mais rápido possível ao mesmo tempo que procurava meu livro de aritmética. Depois joguei tudo na bolsa e desci correndo me segurando pelo corrimão tentando não rolar escada abaixo. Acabei tropeçando no último degrau.

Peguei um suco de caixinha na geladeira e um pacotinho de bolachas salgadas e fui para a porta.

Já estava no segundo degrau quando sinto algo, ou melhor, alguém segurar. Me virei assustada já com medo de ser Charlie. Mas não era ele...

- Edward? O que você faz aqui? – Perguntei assustada. Ele estava de pijama, pantufas, casaco e luva. Seu rosto era triste e seus olhos me fitavam com intensidade.

- Eu preciso falar com você.

Nota:

E aí gurias o que acharam?!?!?! Quem gostou deste capítulo ergue a mão!!!!!!!kkkkk!!!! As coisas começaram a esquentar entre o nosso casal e a única coisa que posso adiantar pra vocês é que... Se este capítulo ficou primoroso os próximos vão FERVERRRRR!!!!!!rsrsrs!!!!

Quem viver lerá!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!kkkkkk!!!!!

Então comentem muitooooooooooooooo, sabem que é preciso pra por a pilha e o combustível pra ativar novos posts!!!!

Thanks guriassss pela paciência, afinal de contas, demorou... Eu sei!!!! Mas vocês sabem daquela minha frase batida... Aquela que sempre cito: "Eu tardo, mas não falho!!!!"rsrssrr...

Gostaria de agradecer a cada um de vocês que comentaram, não deu tempo de colocar todos os nomes, mas saibam que eu e a Teh SURTAMOS GERALLLL com cada coment... Obrigada de coração, vocês são AMAZIIIIIIIIIIIING!!!!!!!!!!!!!

Boa semana e muita ferveção pra todasssss!!!!

Beijinhos no coração!!!!

Deah Ricz