NOTA DA DEAH:

Oiiiiiiii gurias do meu coração! Tudo bem com vocês? Estou roxa de saudades!

Eu gostaria de agradecer profundamente pelos comentários de vocês... Vocês merecem um super mega power blaster maxi ultra super beijinho especial no coração de vocês... YOU'RE GREATSSSSSSS!

Aqui está mais um capítulo pra vocês se deliciarem! E não se esqueçam de comentar muito pra ter novos posts... O próximo capítulo será alucinanteeeeeeee!kkkkk! Quem viver lerá!

Um aviso rapidinho: Esta semana eu posto FREEDOM se tudo correr bem, cruzem os dedinhos!kkkkk!

Beijinhos no coraçãoooooo!

BOA LEITURAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAA!

Capítulo – Reconciliação

- Eu preciso falar com você.

Meu coração perdeu uma batida e pareceu congelar no meu peito. O silêncio instalou entre nós, eu não tinha coragem de dizer nada. Eu estava com medo.

- Bella, eu... – Edward começou a falar mais parou hesitando. Ele suspirou e por fim continuou. - Eu vim lhe pedir desculpas... Eu... Eu fui u idiota egoísta. Não devia ter começado uma discussão com você... – Edward falava rápido e eu precisava concentrar pra entender. – Esta discussão acabou por me deixar sem você. Do mesmo jeito que eu não gosto do James, eu deveria entender também a sua aversão a Tânia, mas isso não importa. Por favor, por favor, tudo o que eu quero e preciso é você e a sua amizade...

Edward terminou seu discurso sem fôlego. Eu continuei estática e sem conseguir achar palavras para o que eu sentia. Eu esbocei um começo de sorriso no rosto e num ímpeto Edward me abraçou com força me levantando do chão. Eu correspondi ao abraço e afaguei sua nuca.

- Obrigado. – Ele sussurrou.

- Está tudo bem agora. – Eu disse com um sorriso largo.

Edward me afastou um pouco e nos olhamos profundamente e vendo seu rosto tão lindo, porém algo na sua feição lembrou a condição física dele e disse:

- Você está na friagem e está doente. – Gemi repreendendo-o. – Há quanto tempo está aqui?

- Algum... – Ele murmurou e uma coisa rara aconteceu: Edward corou.

Franzi o cenho, não conseguia entender o motivo pra Edward ficar envergonhado.

- Você comeu algo pelo menos?

- Não. – Edward sorriu torto enquanto coçava a nuca.

- Bem, eu já estou atrasada mesmo... Quer tomar um café-da-manhã comigo?

- Claro! – Edward passou o braço no meu ombro e entramos em casa.

Na cozinha eu comecei a preparar dois sanduíches.

- Esme sabe que você está aqui? – Perguntei de costas pra ele.

- Na verdade... – Edward começou a falar, mas foi interrompido pelo telefone. – Não avisei que saí.

Eu fui ao telefone já imaginado quem estaria do outro lado da linha.

- Alô?

- Bella! – Acertei. Era a Esme, sua voz estava aflita. – Bella eu necessito da sua ajuda. O Edward sumiu! Eu... Eu fui olhá-lo agora de manhã e a cama estava vazia.

- Esme, eu...

- Bella! Eu tenho que achar meu filho!

- Esme, o...

- Eu estou desesperada. Ele não levou o celular e ele está doente. – Esme ficava cortando cada vez que tentava dizer. Ela estava à beira das lágrimas...

- ESME! – Gritei, fazendo-a parar abruptamente. – Calma! O Edward está aqui.

- Meu filho! Bella, por favor, me deixa falar com ele?

- Claro! Tchau Esme. Passei o telefone pra Edward que ria ao meu lado, dos gritos de Esme.

Depois do resolvido o problema com Esme, Edward e eu sentamos à mesa e em meio a conversas, tomamos um café da manhã.

O clima entre nós estava maravilhoso. Edward acabou insistindo em me levar para o colégio.

- Quero garantir que você vai pra minha casa depois da aula. Eu te levo e você volta com Alice e o Emmett.

- Mas eu não já prometi que vou? – Choraminguei – Vai dizer que não confia em mim?

Edward parou e me olhou intensamente e um tremor no meu peito acelerou meu coração.

- Claro que confio. – Murmurou. – Eu só quero ir com você.

- Por quê? – Continuei teimando mesmo sabendo que já estava me rendendo a ter mais um tempo com Edward.

- Tem que ter motivo para ficar com a minha melhor amiga? Ele perguntou franzindo o cenho.

Eu revirei os olhos e segui para o carro dele. O caminho foi bem rápido já que Edward dirigia velozmente enquanto cantava – hilariamente – uma música de rock dos anos 80.

Cheguei na hora a que o sinal para o segundo tempo ecoava. Edward se despediu de mim dando um beijo na têmpora e eu corri pra aula de aritmética avançada.

Eu dividia essa aula com Edward, assim como a de biologia avançada. O professor estava entregando um trabalho e um aprova de cálculo diferencial.

- Senhorita Swan, você poderia entregar a prova do Senhor Cullen?

- Claro. O professor entregou o trabalho que havia sido dupla e as nossas provas.

No trabalho tiramos A+. Fiquei satisfeita tinha sido muito difícil. Na prova não obtive o mesmo sucesso, tirei A-, pelo menos foi uma boa nota.

Dei uma olhada na prova de Edward, quando vi a nota me surpreendi. Olhei para o nome conferindo se a prova era dele mesmo. Era.

Durante toda minha vida escolar, Edward sempre era o melhor aluno da sala. Eu tentava acompanhá-lo, mas nem sempre obtive sucesso. Desde que me lembrava a nota mais baixa de Edward havia sido um B+, porém a prova foi anulada por conter questões sem solução. A prova foi novamente aplicada e Edward tirou um A+, fora isso, a nota mais baixa era A- que ele tirara vez ou outra.

Desta vez foi diferente... Edward havia tirado um D+. O que teria acontecido? Conversaria com ele depois.

...

Quando a sineta tocou anunciando o fim da aula de espanhol, peguei minhas coisas lentamente e fui para o refeitório.

Não consegui esconder meu sorriso ao lembrar-se da loucura de Edward: fugir de casa pra falar comigo e reatar nossa amizade.

Esme devia ter ficado louca quando não encontrou seu filho na cama. Ela sempre zela muito bem pela sua família. Cresci vendo os meninos a chamarem de mãe coruja, sempre com tanto carinho que Esme corava com a bajulação dos filhos.

Definitivamente ela era um exemplo a seguir. Sempre seguia uma rotina que conciliava tudo o que ela precisava pra ter o lar ideal. Então eu parei um pouco para pensar: Esme tinha o costume de acordar cedo. Como não tinha empregados, somente uma faxineira, ela tinha que arrumar a roupa de trabalho de Carlisle, preparar o café-da-manhã da família Cullen. Tudo isso levava de uma a duas horas para ser feito. Então pelos meus cálculos, ela teria que acordar às cinco e meia. Assim tudo ficaria pronto e ninguém chegaria atrasado a escola ou ao trabalho. Como Edward estava doente, Esme – como grande mãe coruja – devia ter ido olhá-lo como primeira tarefa do dia.

Que horas Edward havia saído então? - Perguntava-me sem parar. – E por que alguém faria isso por uma amiga, quando poderia esperar um pouco e se recuperar primeiro?

Eu não conseguia entendê-lo...

Nesta hora entrei no refeitório onde Alice me esperava ansiosamente. Deu para perceber pelo modo que olhava pra porta e o brilho no olhar quando ela me viu. Rose, Emmett e Jasper estavam na fila pegando algo para comer.

- Você viu? – Alice perguntou quase quicando na cadeira.

- Viu o que Alice?

- O cartaz. – Ela apontou para um enorme cartaz amarelo na parede ao lado da entrada. – O baile Bella! É daqui a duas semanas. Você vai, não vai?

- Não sei... Vou falar com o James.

- Ótimo! – Ela bateu palmas. – Já sei como vai ser o seu vestido, Edw... Quer dizer... James vai babar!

Franzi o cenho. Neste momento os outros se juntaram a nós.

- Bella! – Emm cumprimentou-me animadamente. – Não vai comer nada não?

- Vou sim. – Sorri para Emm e peguei a pizza dele, dando logo uma dentada.

- Ei! Isto era meu e era o último pedaço!

- Falou bem: Era. – Mordi mais um pedaço. – Nossa que delícia. O queijo está perfeito... Hum...

Emm arregalou os olhos, seu beiço tremeu e depois umedeceu os lábios com a língua enquanto observava o queijo derretido e puxa-puxa, ele salivava de vontade de comer a pizza, sua comida favorita.

Mordi mais um pedaço e disse:

- Nossa como a massa está macia... – Falava quase gemendo enquanto Emm salivava.

- Bella, me dá pelo menos um pedacinho... – Emm pedia com os olhos de agonia. Alice e Jasper tentavam segurar o riso com a mão na boca, mas estavam falhando, eu fingia que não ouvia.

- Nossa esta calabresa está uma delícia, picante...

- Por favor, Bellinha...

Continuei comendo entre hum's e fechando os olhos pra sentir mais o sabor. Quando coloquei o último pedaço na boca, Emm tacou a testa na mesa e ficou de olhos fechados.

- Emm, você queria mesmo um pedaço? – Perguntei fingindo inocência. – Por que você não me avisou? Agora é melhor você ir logo pegar algo pra comer.

Emm gemeu e se levantou para ir pegar algo, ele voltou com uma coxinha e suspirando antes de comer disse entre dentes:

- Eu ainda vou me vingar... Todos prendiam o riso ao ver a indignação de Emmett.

- Vamos mudar de assunto? – Rose se adiantou – Emm, fala para a Bella sobre o acampamento. – Emm abriu um grande sorriso.

- Bem, como o baile é numa quinta, logo na sexta não haverá aula e então pensei que – Emm foi interrompido por Tânia e por sua amiguinha do terceiro ano.

- Olá cunhados! – Ela disse sentando ao lado de Emmett. – Há quanto tempo não conversamos hein? Se importa de eu sentar aqui com vocês?

Tânia e sua amiga estavam vestidas com um conjunto de moletom do colégio, porém a camiseta estava rasgada no meio aumentando assim seu decote. Ela era a pessoa mais inconveniente que conhecia.

Cumprimentamos Tânia vagamente e notei ela me fuzilar com os olhos.

- Como eu ia dizendo... – Ele falou sorrindo. – Já que o final de semana vai ser mais longo devíamos ir fazer uma trilha, poderíamos acampar na montanha próxima da cachoeira para fazer rapel e andar de caiaque.

- Vai ser ótimo! – Rosalie falou. – Vamos estar cansados do baile, e esta viajem vai repor nossas energias.

- Vou ter que comprar roupas novas para acampar... – Alice disse com um sorriso direto para mim, ou seja, vou virar a sua Barbie novamente.

- Parece que vai ser bem legal! – Tânia disse empolgada – Tenho certeza que nos divertiremos muito.

Nessa hora o silêncio se instalou na mesa. Ficamos sérios e com as posturas rígidas.

- O que foi? – Tânia perguntou.

- Na verdade... – Emm começou, ele media as palavras e falava vagarosamente. – O jipe já vai cheio... Não cabe mais ninguém além de nós seis.

- Mas nós somos seis. – Ela falou como se explicasse a uma criança. Quem mais entraria?

- O Edward já vai estar saudável pra ir.

- Sim, eu sei. Com ele fechamos seis. – No começo eu achei que Tânia estava com problemas de matemática, foi aí que entendi que ela estava me excluindo.

- Você está certa Tânia. – Alice se intrometeu usando uma voz falsamente meiga. – Com Edward somos seis. O problema é que com você... Seremos sete.

Tânia travou. Sua boca ficou aberta enquanto ela registrava o que Alice havia dito.

- Ela vai? Tânia perguntou estupefata.

- Claro! – Alice dizia. – Ela é nossa amiga e sempre vai acampar conosco.

Tânia bufou e se levantou abruptamente e saiu do refeitório pisando duro.

- Argh. Ninguém merece ela... Tomara que Edward resolva terminar com ela dessa vez. – Alice disse.

- Eles brigaram? – Rose perguntou.

- Sim, no sábado e foi uma briga feia.

- E qual foi o motivo?

- O de sempre. Ciúmes – Alice deu de ombros.

O resto do almoço os meninos ficaram discutindo sobre esportes radicais que poderiam ser praticados nas montanhas do sul.

Fiquei pensando e sabia que o motivo da briga do Ed com a Tânia havia sido eu, mas não entendia o porquê.

Fui para a aula de biologia que para a nossa surpresa não seria no laboratório e sim no gramado à sombra de uma arvore. Na verdade seria uma palestra seguido de um debate sobre sexualidade. O professor convidou uma psicóloga sexóloga, e no princípio todos ficaram encabulados, mas aos poucos as pessoas iam se soltando e participando. Falou-se sobre namoro, sexo, DST, métodos contraceptivos entre outras coisas. Foi divertido e no final ganhamos um livrinho e uma camisinha.

A camisinha me fez lembrar-se de James... Quantas vezes ele não tentará avançar esse passo em nossa relação?

Eu não estava pronta. Na verdade eu nunca iria conseguia ser do James quando na verdade eu era de corpo e alma do Edward.

Guardei a camisinha e resolvi esquecer este assunto. No caminho para a aula de Educação Física, eu encontro com a Tânia.

- Bella! Era com você que eu queria falar. – Ela disse num tom falsamente meigo.

- Eu tenho que ir para a aula Tânia. – Falei sem parar de andar.

E então, ela me empurrou contra a parede.

- Agora escuta aqui. – Ela rosnou – Você não vai ao acampamento.

- E quem é você para me dizer o que fazer?

- Você não vai roubar o Edward de mim. Ele é meu! – Gritou descontroladamente.

- Se ele é Teu por que está me ameaçando? Perguntei sarcasticamente.

- Porque, sua rata do campo, você vive se aproveitando da sua amizade tosca com ele para fazê-lo um fantochinho em suas mãos.

- Eu não faço isso, sua paranóica. Você deveria olhar para si mesmo e procurar o motivo para sua insegurança. Eu a empurrei para longe de mim, ela estava estupefata – Talvez o problema seja estes peitinhos que você finge que são grandes neste decote de piranha. – Então saí dali sem olhar pra trás e quando não estava mais na vista de Tânia corri.

Cheguei ao ginásio com as pernas tremendo, Tânia era uma louca. Passei a mão na cabeça e gemi de dor com o "galo" que estava nascendo.

Para a minha sorte e pra sorte da minha cabeça dolorida, hoje a aula de educação física seria sobre a teoria do basquete.

Terminando a aula fui pro estacionamento e Alice já me esperava sentada no capô do Porshe amarelo dela.

- O Emm não vai com a gente não? Perguntei.

- Não, ele foi com Rose para Port Angeles comer pizza. – Ela disse escorregando do capô e entrando no carro.

- Ele devia estar mesmo com vontade. – Rimos e apreciei o cheiro de chicletes de tutti-fruti que o interior do Porshe tinha.

Quando chegamos, Edward estava dormindo, então Alice me levou para a sala de música.

- Qual é o nome da música? – Perguntei pegando o violão preto de Edward.

- Breath. – Alice disse pegando o baixo e sentando comigo na beira do palco. – Começa assim...

*Música* Breath – Taylor Swift e Colbie Caillat

Ela me mostrou a partitura e eu comecei a dedilhar com ela.

- Assim? – Perguntei.

Ela assentiu e com um sorriso comecei a cantar com ela:

see your face in my mind as I drive away'Cause none of us thought it was gonna end that way

People are people

And sometimes we change our minds

But it's killing me to see you go after all this time

Mmm mmm mmm

Mmm mmm mmm mmm mmm

Mmm mmm mmm

Mmm mmm mmm mmm mmm

Music starts playin' like the end of a sad movie

It's the kinda ending you don't really wanna see

'Cause it's tragedy and it'll only bring you down

Now I don't know what to be without you around

And we know it's never simple

Never easy

Never a clean break, no one here to save me

You're the only thing I know like the back of my hand

And I can't

Breathe

Without you

But I have to

Breathe

Without you

But I have to

Never wanted this, never wanna see you hurt

Every little bump in the road I tried to swerve

But people are people

And sometimes it doesn't work out

Nothing we say is gonna save us from the fall out

And we know it's never simple

Never easy

Never a clean break, no one here to save me

You're the only thing I know like the back of my hand

And I can't

Breathe

Without you

But I have to

Breathe

Without you

But I have to

It's two a.m.

Feelin' like I just lost a friend

Hope you know it's not easy

Easy for me

It's two a.m

Feelin' like I just lost a friend

Hope you know this ain't easy

Easy for me

And we know it's never simple

Never easy

Never a clean break, no one here to save me

Oh...

I can't

Breathe

Without you

But I have to

Breathe

Without you

But I have to

Sorry (oh) Sorry (mmm)

Sorry (eh eh) Sorry (mmm)

Sorry (eh eh) Sorry (mmm)

Sorry.

Breathe feat. Colbie Caillat (Tradução)

Eu vejo seu rosto na minha mente enquanto eu dirigo para longe

Porque nenhum de nós pensou que iria acabar desse jeito

Pessoas são pessoas

E algumas vezes nós mudamos de idéia

Mas está me matando ver você ir depois de todo esse tempo

Mmm mmm mmm

Mmm mmm mmm mmm mmm

Mmm mmm mmm

Mmm mmm mmm mmm mmm

A música começa a tocar como no final de um triste filme

É o tipo de fim que você realmente não quer ver

Porque é uma tragédia e só te deixa pra baixo

Agora eu não sei o que ser sem você por perto

E nós sabemos que nunca é simples

Nunca é fácil

Nunca é um momento de mudar, ninguém aqui para me salvar

Você é a única coisa que eu sei que conheço bem

E eu não posso

Respirar

Sem você

Mas eu tenho que

Respirar

Sem você

Mas eu tenho que

Nunca quis isso, nunca quis ver você machucado

Toda pequena colisão na estrada eu tentei desviar

Mas pessoas são pessoas

E algumas vezes isso não funciona

Nada que dissermos vai nos salvar da queda

E nós sabemos que nunca é simples

Nunca é fácil

Nunca é um momento de mudar, ninguém aqui para me salvar

Você é a única coisa que eu sei que conheço bem

E eu não posso

Respirar

Sem você

Mas eu tenho que

Respirar

Sem você

Mas eu tenho que

São duas da manhã

Me sentindo como se eu tivesse perdido um amigo

Espero que você saiba que não é fácil

Fácil pra mim

São duas da manhã

Me sentindo como se eu tivesse perdido um amigo

Espero que você saiba que não é fácil

Fácil pra mim

E nós sabemos que nunca é simples

Nunca é fácil

Nunca é um momento de mudar, ninguém aqui para me salvar

Oh...

Eu não posso

Respirar

Sem você

Mas eu tenho que

Respirar

Sem você

Mas eu tenho que

Me desculpe (oh) Me desculpe (mmm)

Me desculpe (eh eh) Me desculpe (mmm)

Me desculpe (eh eh) Me desculpe (mmm)

Me desculpe.

A música terminou e eu estava sentindo meu rosto ferver. Eu não costumava cantar para os outros ouvirem e apesar de ser a Alice minha ouvinte, eu fiquei encabulada.

- Sua voz é linda, Bella. – Alice falou segurando meu joelho.

- Obrigada Alice. Sua música que é ótima. E sua voz é linda também.

- Bella, canta pra mim uma composição sua?

- Não Alice. Eu...

- Por favor! Só uma canção... Por favor!

Mordi os lábios e pensei...

- Tudo bem. - Sorri nervosa e pensei numa música. – Esta canção eu compus quando eu tinha quinze anos, é baseado num filme que assisti, mas não me pergunte o Nome porque não me recordo.

Sorrimos e comecei a tocar e cantar.

*Música Fiften – Taylor Swift

Fifteen

You take a deep breath

And you walk through the doors

It's the morning of your very first day

You say hi to your friends

You ain't seen in a while

Try and stay out of everybody's way

It's your freshman year

And you're gonna be here

For the next four years in this town

Hoping one of those senior boys

Will wink at you and say

"You know I haven't seen you around before"

'Cause when you're fifteen and

Somebody tells you they love you

You're gonna believe them

And when you're fifteen feeling like

There's nothing to figure out

But count to ten, take it in

This is life before you know

Who you're gonna be

Fifteen

You sit in a class

Next to a redhead named Abgail

And soon enough you're best friends

Laughing at the other girls

Who think they're so cool

We'll be out of here as soon as we can

And then you're on your very first date

And he's got a car and you're feeling like flying

And your mom is waiting up

And you're thinking he's the one

And you're dancing 'round your room

When the night ends

When the night ends

'Cause when you're fifteen and

Somebody tells you they love you

You're gonna believe them

When you're fifteen

And your first kiss

Makes you head spin round but

In your life you'll do things greater

Than dating the boy on the football team

I didn't know it at fifteen

When all you wanted

Was to be wanted

Wish you could go back

And tell yourself what you know now

Back then I swore

I was gonna marry him someday

But I realized some bigger dreams of mine

And Abigail gave everything she had

To a boy who changed his mind

We both cried

'Cause when you're fifteen

And somebody tells you they love you

You're gonna believe them

And when you're fifteen

Don't forget to look before you fall

I've found time can heal most anything

And you just might find who you're supposed to be

I didn't know who I was supposed to be

At fifteen

Your very first day

Take a deep breath, girl

Take a deep breath as you walk through the doors

Quinze

Você respira fundo

e anda até a porta

Essa é a manhã do seu primeiro dia.

Você diz 'oi' para os seus amigos,

você não os vê faz tempo,

Tentando ficar fora do caminho dos outros.

É seu ano de calouro

e você ficará aqui

Pelos próximos quatro anos nessa cidade

Esperando que um dos meninos veteranos

pisque para você e diga

"Você sabe, eu nunca te vi por aqui antes..."

Porque quando você tem quinze anos e

Lhe dizem que te amam,

Você acredita neles.

E quando você tem quize parece que

Não há nada mais a descobrir.

Mas conte até dez, compreenda

Isso é a vida antes de você descobrir

quem você será

Quinze

Você senta na sala

Ao lado de uma ruiva chamada Abgail

E logo são melhores amigas

Rindo das outras meninas

Que se acham tão legais

Estaremos fora daqui assim que possível

E então tem seu primeiro encontro

E ele tem um carro, e você se sente voando

E sua mãe te espera acordada

E você acha que ele é "O" cara

E você dança pelo quarto

Quando a noite acaba

Quando a noite acaba

Porque quando você tem quinze anos e

E lhe dizem que te amam,

Você acredita neles.

Quando se tem 15 anos

e se dá o primeiro beijo

Faz sua cabeça girar

Na sua vida você fará coisas mais importantes

que namorar um menino do time de futebol

Mas eu não sabia disso aos quinze.

Quando tudo o que você queria

Era ser querida,

Você desejaria poder voltar atrás

E dizer para você mesma o que você sabe agora.

Voltar para quando jurava

que casaria com ele algum dia,

Mas me dei conta que tinha sonhos maiores

E Abgail deu tudo o que ela tinha

para um menino que mudou de idéia...

Nós duas choramos

Porque quando você tem quinze anos e

E lhe dizem que te amam,

Você acredita neles.

E quando você tem quinze,

não se esqueça de olhar antes de você cair

Eu descobri que o tempo pode curar qualquer coisa

E você apenas deve descobrir quem você quer ser

Eu não sabia quem eu era

Aos quinze

Seu primeiro dia

Respire fundo, garota

Respire fundo enquanto você está andando até a porta.

Ao final da música Alice chorava.

- O que foi Lice?

- Esta música... – Ela fungou. - É linda! Coitada da Abigail.

- Ela consegue superar. Ela não vai ser nem a primeira nem a última a lhe dar com isso. – Murmurei.

- Bella você jura que não é a Abigail?

- Juro. Disse sorrindo.

- Jura, juradinho? – Seus olhos brilhavam.

- Juro, juradinho? – E então nos abraçamos.

Quando Edward acordou, ele estava um pouco mal-humorado, mas assim que me viu seu humor melhorou rapidamente. Ele me puxou para a sua cama e colocou a cabeça na minha perna para que eu fizesse cafuné nele.

- Eu recebi seu trabalho de matemática. – Tentei começar um assunto.

- Fomos bem? – Ele abriu os olhos.

- Sim. Tiramos nota máxima.

- Que bom. – Disse voltando a fechar os olhos.

- Edward – Chamei baixinho.

- Sim. – Ele permaneceu de olhos cerrados.

- Eu também recebi as nossas provas da semana passada e... – Mordi o lábio. Edward abriu os olhos arregalando-os.

- E?

- Bem, - hesitei – você não tirou uma nota muito boa.

- Quanto?

- Você tirou D Edward.

Ele gemeu e colocou um travesseiro na cabeça.

- Edward... O que aconteceu? Você nunca tira nota baixa.

Edward me olhou sem tirar completamente o travesseiro do rosto e me disse:

- Não deu oras! Não tive tempo de estudar.

- Edward o basquete não pode atrapalhar seus estudos assim. – Murmurei tentando tirar o travesseiro do rosto dele. Então eu notei que havia algo em seu olhar. – Você está mentindo. – Eu afirmei.

Ele me olhou assustado. –Claro que não! – Disse franzindo o cenho. Eu sabia. Era mentira.

- Você continua mentindo. – Então uma luz iluminou minha cabeça. – Você não sabe a matéria. – Murmurei impressionada.

O olhar dele vacilou. Ele resolver encarar a porta.

- Tudo bem. Eu não sei. Você está certa.

- Por que não me pediu ajudar? – Disse um pouco triste.

- Fiquei com vergonha. – Ele murmurou – Tive medo de você rir de mim.

- Claro que não faria isso. – Falei olhando nos seus olhos. – Quando você quiser minha ajuda, eu estarei aqui. Sempre.

Ele me deu um sorriso torto e me abraçou fortemente.

- Obrigada Bella. – Ele disse suavemente e depois voltou a se deitar com a cabeça na minha perna.

- Faz cafuné. – Ele resmungou mexendo as pernas. Nessa hora ele derrubou minha bolsa no chão e como ela estava com o zíper aberto minhas coisas se espalharam pelo chão.

De imediato nos levantamos e começamos a juntar tudo.

- Bella! Edward chamou-me exasperado.

Quando me virei para ele meu estojo e meus dois cadernos que tinha juntado caíram no chão. Meu coração acelerou e meu corpo ficou rígido.

Edward estava parado na minha frente também com a postura rígida. Ele segurava na altura dos meus olhos a camisinha da aula de biologia. A aula que ele não havia ido. Tremi e senti meu rosto queimar de vergonha.

O que ele estaria pensando de mim?

NOTA da Teh: Quem gostou agita os braços! \o/ \o/ \o/

Eu amei!huehuehuehuehue... Obrigada minhas flores pelos comentários maravilhosos. Eu amei muito cada um deles... Vocês são o meu combustível!

MAIS DE MIL REVIEWS!

NEM ACREDITO!

OBRIGADA OBRIGADA OBRIGADA!

EU AMO AMO AMO AMO DEMAAAAAAAIS VOCÊS!

Gente o próximo capítulo vai ser SHOWWWWW! Muitas emoções mesmo! Mas enquanto o capítulo não chega não custa dar uma comentada aqui e falar do que vocês mais gostaram! Depois contem pra suas amigas e indiquem pra todo mundo que vocês conhecem pra todo mundo ler minha fic e depois fala pra todo mundo comentar muuuuito!

Beijos amadas!

COMENTEM MUITOOOOOOO! Mais muuuuuuito mesmooooooooo!

Fuuui!