Nota da Teh: *olhando de um lado para o outro procurando alguém.*

Olá! Antes de tudo quero pedir perdao. Minhas férias... não foram férias... não tive tempo para mim e nem para a fic... Em compensação fiz para vocês um capitulo maior: vinte páginas! Espero que isso sirva com uma forma de vcs me perdoarem.

POR FAVOM LEIAM ESSA PARTE: Gente eu estou participando de um concurso de contos e gostaria de contar com vocês para me ajudarem a passar para a segunda fase. Tenho que ficar entres os cinquenta mais votados para que o meu conto seja avaliado pela banca de jurados e queria contar com o apoio de vocês! O primeiro lugar até agora tem quase quatro mil votos e eu gostaria de conseguir tanto quanto para garantir meu luga entre os cinquentas. Destes cinquenta somente dez ganharão. Entao por favor leiam meu conto e se gostarem votem! Votem muuuuuito mesmoooo! Peçam para seu vizinhos, amigos, inimigos, bicho de estimação votarem! Por favor! Se passarem por dez computadores deem uma votada nos dez! Mas me ajudem! Se eu ganhar sortearei um livro que será publicado, entre os leitores de Id lie. POR FAVOR ME AJUDEM! VOTEM!

O nome da historia é A Riqueza da Vida

Postada por Tereza Glauciele Pinto Lima Postado em 10.08.11 20:48:54 – Verefiquem a data e a hora da historia que vcs estão votando pois infelizmente a historia foi postada duas vezes e isso fára com que ela tenha menos votos... =\ Entao vamos todos votar nessa historia desse horário ai encima! 10.08.11 20:48:54

EIS O LINK DO SITE: .br/

euamoescrever . com . br/ (REMOVER ESPACOS!)

Minha história se chama: A RIQUEZA DA VIDA

EU AGRADECO DEMAIS O CARINHO DE VCS!

BOA LEITURA!

POV Edward

Tudo era cinza.

O ar de Forks, geralmente doce e frio, parecia pesado com uma grande massa cinza que travava na garganta da gente. O tempo parecia não correr. Não havia sons de animais.

Eu estava só no meio da estrada que dividia Forks e Port Angeles.

O que eu fazia lá?

Eu não tinha ideia. Tentei descobrir tentando caminhar em frente. Rumo a Port Angeles.

Era o que minha intuição dizia. A resposta está em Port Angeles.

O vento assobiava... Gélido... Parecia cantar...

A música era sombria... Como se cantasse para a morte.

Apressei o passo.

Um arrepio passou pelo meu corpo.

Então algo mudou.

Não sei o que era ou como. Mas estava vindo. Eu sentia alguém ia morrer.

Eu corri.

Corri como nunca corri em toda minha vida. Queria está o mais longe possível da coisa que se arrastava ferozmente procurando uma vitima. Esse vítima era eu. Quem mais poderia ser? Só eu estava naquela estrada. Eu. Sozinho.

Uma vibração. Parecia que o ar de repente ficou quente e rarefeito. Um zumbido vinha ao longe. Estava mais perto.

Eu poderia imaginar seus olhos vermelhos ferozes e a boca aberta com dentes afiados em busca de sua caça. Tentei correr mais rápido. Minhas pernas queriam fraqueja, mas eu não permitir. Eu tinha que fugir.

Pareceu então que o tempo retrocedeu. Quando eu finalmente cheguei ao começo de Port Angeles o tempo pareceu virar contra mim e antes que eu conseguisse chegar ao meu destino a fera me alcançou.

Era o fim, pensei. A fera passou por mim me derrubando, mas ao contrário do que pensei ela não me matou.

Passou direto como se tivesse decidida a fazer algo.

Eu não era sua vítima.

Mas quem seria?

Me levantei e mesmo sentindo minhas pernas doendo tentei correr. Não devia estar longe.

O inimigo parecia gargalhar ao ver meu desespero e meu pânico, minhas pernas fraquejavam.

Quando eu cheguei perto da praia escutei o grito.

O grito aterrorizado. O som e o cheiro de pneus de carro encheram o ar e então veio o cheiro de sangue.

O que me deixou assustado não foi a sequencia de eventos. Eu travei após escutar o grito.

Aquele grito. Era apavorante. Arrepiou todo o meu ser, entrou fundo dentro das minhas entranhas e lá se estalou. Seus ecos poderiam ser ouvidos a quilômetros de distancia.

E eu sabia aquém pertencia aquele grito.

Eu nunca o ouvira. E jamais gostaria de ouvir. Mas reconheci.

Estarei mentindo se eu disse que nunca ouvir uma proporção menor daquele grito. Sim eu já ouvi. Na época eu nem imaginava a quem pertencia ou que eu ia conhecê-la pouco tempo depois em um banco do parquinho chorando, ou que ela ia ser a pessoa que eu mais amaria na vida.

Desesperado, corri feito um louco atrás daquele som. Meu corpo esqueceu a dor. Tudo o que importava era ela.

Enquanto eu corria notei manchas vermelhas espalhadas pelo chão. Poças maiores de acordo que eu me aproximava do lugar.

Sangue.

Então eu a vi. Deitada no chão. Ao seu redor um rio de sangue se espalhava por suas vestes brancas. Seus cabelos espalhados completamente molhados. Cortes se espalhavam por todo o seu corpo. Sua pele corada como um pêssego estava gélida, fria... Bella estava morta.

NÃO! Aquilo simplesmente não podia. Peguei nos meus braços seu corpo, sem me importar com o sangue que me sujava. O sangue dela. Um dor infinitamente horrível me transpassou.

- BELLA! – chamei-a. Como se meu chamado pudesse trazer a vida aquela mulher que era mais do que tudo minha vida.

Mas era em vão.

Bella se fora. Para sempre.

Pim... Pim... Pim...

O despertador do celular soou vibrando em cima da cama me fazendo levar um susto. Era segunda-feira e finalmente as aulas iriam recomeçar. Graças ao dia de sol que fez no sábado derretendo boa parte da neve e possibilitando o concerto da fiação da escola tirando os alunos do risco de choque ou algo assim.

Passei algum tempo atordoado. Meu coração batia acelerado doendo de uma forma inexplicável. Lágrimas e suor escorregavam pelo meu corpo.

Um arrepio tomou conta de mim e tudo o que eu queria era esquecer aquele pesadelo e correr para os braços de Bella. Queria provar para minha mente louca que nada daquilo fora real.

Me arrumei rapidamente desci para tomar café antes dos meus irmãos.

Eu ia pegar Bella hoje. Tomei um café da manha agradável na companhia da minha mãe e após escovar novamente os dentes e pegar minha mochila sai de casa. Dirigi como um louco como se minha vida dependesse disso. Eu só queria vê-la.

Bella já devia estar me esperando, pois assim que buzinei ela saiu de casa me entorpecendo com sua beleza. De repente a dor foi afogada e o pesadelo não passou disso: um pesadelo.

Como ela conseguia ficar ainda mais bonita? Ela usava uma saia jeans com uma legue e botas, blusa de manga preto e provavelmente havia outra blusa branca por baixo pois as mangas longas envolvia os braços de Bella, mas ela não estava gorda. As blusas abraçavam perfeitamente suas curvas deixando-a esbelta e para terminar uma boina de tricô creme. Ela parecia ter saído de algum seriado da TV.

Quando ela se juntou a mim dentro do carro não resistir e a agarrei pela cintura trazendo-a para meu colo e a beijando intensamente.

- Bom dia para você também, Edward. – Ela disse rindo quando o beijo terminou e me deu mais um selinho.

- Bonita assim? O dia promete ser muito bom... – Murmurei fazendo-a corar.

- Dormiu bem? – ela perguntou mexendo nos cabelos próximos a minha nuca.

- Não muito bem. – falei. – Minha cama fica fria sem você.

Ela riu.

- Você anda muito mal acostumado, Cullen. – Ela disse no meu ouvido.

- Eu não tenho culpa se minha namorada provocadora me acostumou mal. – sussurrei.

Ela se afastou.

- É melhor irmos. Nesse ritmo não vamos a lugar nenhum.

Eu selei nossos lábios e esperei ela se acomodar no banco passageiro antes de partir.

Chegamos à escola poucos minutos antes da aula começar e o estacionamento estava lotado. Por sorte consegui uma vaga não muito distante da saída.

Bella ontem me dissera que estava nervosa para voltar para a escola e que tinha medo de como seria a reação das pessoas. Bella nunca fora realmente popular os que a anotavam era porque tinham algum interesse seja na sua inteligência para que ela passasse respostas das provas ou pela sua beleza de meninos que queriam transar. Achavam que ela seria uma transa fácil, como nos filmes onde a menina CDF que só anda com roupas sem graça e mal é notada faria de tudo para ficar com um atleta. Poucos eram os que viam Bella por sua completude.

Bem eu nunca imaginaria o que aconteceria quando a nova Bella descesse do carro. Foi digno de uma foto ou de quem sabe um filme romântico idiota.

Quando Bella desceu do carro quando abri a porta do passageiro o estacionamento, antes cheio de barulho de conversas dos outros alunos, silenciou por completo. Todos viraram o rosto como se fossem peças de dominó e se focaram na dama que estava em pé ao meu lado.

Então, começaram os burburinhos.

"Essa é a Bella?"

"Ela voltou da Itália?"

"Ela está com o Edward?"

"Ela está bonita..."

"Gostosinha..."

"Onde tudo isso se escondia?"

"O Cullen largou a Tania por ela?"

"Ele largou a Denali faz um ano e a Swan só apareceu agora..."

"O que fizeram com a feiosinha?"

O povo daqui ainda era horrível. Bella nunca foi feia... E quem o Mike pensava que era para chamá-la de gostosinha?

Bella ficou vermelha, mas logo Alice, Rose, Emmett e Jasper chegaram para socorrer, rodeando Bella e abraçando-a dando bom dia. Ficamos algum tempo conversando e logo tive que ir com Bella a coordenação para pegar os horários.

A Senhora Cooper nos saudou e após perguntar a Bella como havia sido a temporada na Itália disse que o diretor queria conversar com nós dois.

O Senhor Scott era um diretor agradável, era careca e bigodudo e tinha sempre um sorriso que ao mesmo tempo transparecia severidade e bondade. Ele adorava ajudar quem se esforçava e odiava aluno irresponsável.

Ele nos esperava sentado em sua mesa.

- Bella! É um prazer revê-la! Edward! Como foram de férias?

- Ótimo. – respondemos.

- Bella, é incrível vê-la aqui novamente. Sentimos sua falta. Como foi a experiência da Itália?

- Foi maravilhosa. – Bella disse. – realmente aprendi muito.

- Sim. Isso é realmente estupendo. E o seu currículo? – falou mexendo nos papéis a sua frente. – É incrível. Você teve muitas experiências lá.

- Creio que sim. – Bella murmurou com um pequeno sorriso e bochechas vermelhas.

- Se manter as suas notas e tirar uma boa nota no exame de admissão não terá faculdade que não a queira. Você é uma forte concorrente a bolsa desse ano. Junto, é claro a Família Cullen e Hale. Um grupo de alunos perfeito os seis, eu diria. Pretendo conversar com todos, mas resolvi começar por vocês dois. – Então a carreira que Bella pretende seguir...

- Medicina. – ela respondeu.

- Isso é fabuloso. – O diretor exclamou praticamente pulando da cadeira. – Bem, Edward já está nas cadeiras certas para fazer uma ótima prova de medicina. Então nada mais juntos que a dupla incrível faça todas as cadeiras juntos, certo?

Eu e Bella trocamos um sorriso e concordamos.

Depois de mais alguns minutos de conversa o diretor nos liberou.

- Isso é incrível! – Bella disse quando estávamos indo para a nossa aula de química avançada, os corredores estavam vazios, as aulas já haviam começado. – Teremos todas as aulas juntas. Não preciso temer os olhares de ninguém se eu estiver ao seu lado.

Eu ri e a abracei.

- Sempre estarei ao seu lado, amore mio. – Sussurrei no seu ouvido. Estávamos na frente da sala agora. – Pronta?

Bella assentiu e nós entramos.

Bella estava quase pirando. Ela não gostava de ser alvo de tanta atenção, olhares e causa de burburinhos.

Ela estava um pouco constrangida e vermelha, apesar de manter sua expressão altiva, como uma princesa de verdade faria. Sempre de cabeça erguida. Nada poderia abalá-la.

Eu não podia estar mais orgulhoso.

O terceiro tempo de literatura havia acabado e eu e Bella íamos em direção ao refeitório encontrar com meus irmãos.

- Você acha que havia necessidade do professor me fazer falar sobre toda a literatura italiana e ainda pedir um relatório? Só porque cheguei ao meio do ano letivo significa que preciso de nota...

Antes que eu pudesse dizer algo, alguém apareceu no meio do caminho.

- Edward! – Tania pulou em mim.

- Hey, Tania! Como foi o ano novo? – perguntei afastando-a.

- Sem você? Um saco. Você tem que prometer que vamos sair algum dia desses. Quero muito falar com você.

- Oi Tania! – Bella falou me abraçando pela cintura. – Vejo que você anda com uns probleminhas de memória. Pensei que já tinha esclarecido o fato do Edward ser meu agora. Você já teve sua chance. Agora é a minha vez.

- Não é porque agora você voltou da Itália, que você deixou de ser a ameba que sempre foi Swan. – Tania disse raivosa.

- Tania... - tentei repreende-la, mas Bella me impediu.

- Eu nunca fui uma ameba. Ao contrário de você, que sempre foi uma piranha.

- Isso não fica assim, Isabella. Me aguarde.

Então Tania saiu.

- Bella? – Ela parecia prestes a explodir. O que era aquilo? Bella nunca fora violenta. Ela sempre preferia ignorar a pessoa.

E a ameaça de Tania o que significava?

Peguei a mão de Bella tentando trazê-la de volta a realidade já que ela ainda estava vermelha e paralisada no seu lugar. Bem eu jamais esperaria a reação dela.

- Me solta, ok? Me dá um tempo. Estou de saco cheio. - Ela começou a andar de um lado para o outro.

Bem, Eu amava Bella e era seu melhor amigo e namorado, mas isso não lhe dava o direito de descontar sua raiva em mim. Então fiz o óbvio comecei a caminhar em direção a cantina.

Poucos passos depois Bella me chamava: - Aonde você vai?

- Eu? Comer algo. Melhor do que ficar aqui aguentando você de cabeça quente. Quando você estiver mais calma estarei lhe esperando. – segui andando.

Mas logo a mão de Bella me parou me segurando pelo ombro. Eu não virei.

- Meu perdoe. – ela murmurou. – Podemos ir lá para fora? Não quero entrar na cantina... Todos vão ficar me olhando como se eu fosse um ET. Ou algo assim.

Virei para ela. Bella, apesar de está passando a imagem de deusa durona, estava frágil.

- Venha. – Murmurei. – No meu carro tem barra de cereal.

Ela me deu um olha agradecido. Passei o braço em torno de seus ombros e a guiei para o estacionamento.

Ficamos dentro do meu carro e para caso alguém passasse deixamos a porta aberta assim ninguém pensaria que estávamos lá fazendo algo indevido para o ambiente.

Bella pegou o violão no porta malas e começou a cantar.

MÚSICA:

Today was a fairytale – Taylor Swift

(Tradução)

Hoje foi um conto de fadas

Você era o príncipe

E eu era a donzela em apuros

Você pegou as minhas mãos e me pegou às seis

Hoje foi um conto de fadas

Hoje foi um conto de fadas

Hoje foi um conto de fadas

Eu estava usando um vestido

E você vestia uma camiseta cinza escuro

Você disse que eu era linda, quando eu estava desarrumada

Hoje foi um conto de fadas

O tempo passa mais devagar quando você está por perto

Mas você consegue sentir essa mágica no ar?

Deve ter sido o jeito que você me beijou

Me apaixonei quando vi você parado lá

Deve ter sido o jeito

Hoje foi um conto de fadas

Deve ter sido o jeito

Hoje foi um conto de fadas

Hoje foi um conto de fadas

Você tem um sorriso que me leva para outro planeta

Cada movimento, tudo que você diz está certo

Hoje foi um conto de fadas

Hoje foi um conto de fadas

Só sei dizer que está ficando muito mais claro

Nada fazia sentido até eu ver o seu rosto

Hoje foi um conto de fadas

O tempo passa mais devagar quando você está por perto

É, é

Mas você consegue sentir essa mágica no ar?

Deve ter sido o jeito que você me beijou

Me apaixonei quando vi você parado lá

Deve ter sido o jeito

Hoje foi um conto de fadas

Deve ter sido o jeito

Hoje foi um conto de fadas

O tempo passa mais devagar quando você está por perto

Eu sinto o meu coração

Palpitando no meu peito

Você sentiu?

Não consigo descrever

Mas você consegue sentir essa mágica no ar?

Deve ter sido o jeito que você me beijou

Me apaixonei quando vi você parado lá

Deve ter sido o jeito

Mas você consegue sentir essa mágica no ar?

Deve ter sido o jeito que você me beijou

Me apaixonei quando vi você parado lá

Deve ter sido o jeito

Hoje foi um conto de fadas

Deve ter sido o jeito

Hoje foi um conto de fadas.

- Adoro a sua voz. – Murmurei. – Ela é linda.

- Daria para ganhar um concurso? – perguntou com um sorriso brincalhão.

– Daria para ganhar o "América Idol". – Eu disse pegando o seu nariz.

Nós rimos.

- Mas para isso você teria que perder a vergonha de cantar em público.

- Deu para pedir milagre, agora? – ela disse rindo.

- Você não cantou em público na Itália? Você fez tanta coisa...

- Na verdade sim... Eu participei do concurso de talentos da escola.

- Nossa...

- Eu perdi porque gaguejei quando olhei para as pessoas. – ela disse rindo.

- O que mais você fez?

- Nossa... Eu nem sei se lembro tudo. Fiz mais em um ano na Itália do que na minha vida inteira. Fui líder de torcida por dois meses, dei aula particular de música, matemática, química e física, fui voluntária em um asilo, em um orfanato e no zoológico, fui da equipe de organização de eventos para caridade que era junta com a equipe de eventos estudantis, fiz parte de olimpíadas escolares, ganhei um concurso de contos e no de poesia fiquei em segundo lugar, fiz aulas de francês, arranjei um emprego de assistente em um hospital pediátrico, fui babá e trabalhei também em uma livraria, mas na livraria fiquei menos de um mês, era só enquanto a minha amiga tirava o gesso da perna.

- Tudo isso? – perguntei incrédulo.

- Teve mais. – disse rindo. – Fui rainha do baile e modelo, também dei aulas de inglês, pulei de asa-delta, fiz escalada, passei algum tempo em Paris e conheci outras regiões da Europa e a Itália quase toda. Ela é incrivelmente linda. Eu não sei como conseguir tirar boas notas eu realmente não tinha tempo de para em casa para estudar. Eu às vezes estudava no caminho indo para algum lugar, já que eu andava sempre de carona. Talvez eu tenha esquecido algo. Tive bons amigos que me tiravam de casa a todo custo. – Ela disse rindo.

- Você virou super poderosa lá, estão? – murmurei encostando meus lábios nos seus.

- Está me super estimando, Cullen. – Ela falou com um pequeno sorriso. – Eu só posso ser super poderosa com você ao meu lado. Sem você, sou apenas... Uma ninguém.

- Não diga isso. – murmurei passando meus dedos pela sua nuca levantando seu cabelo com o movimento, trazendo-a para mais perto de mim – Você é muito mais do que pensa. Você é incrível. Apenas é cega demais para ver qualquer coisa. Mas basta qualquer um estar perto para sentir o brilho da sua estrela... Ela arde... Queima... Deslumbra a todos.

- Eu sou cega? E você? – ela perguntou rindo. – Tem super visão agora?

- Não é preciso. Até um cego sentiria.

Bella riu e o sinal tocou dando fim ao momento intimo que tínhamos ali. Encontrei Bella na frente do carro e peguei suas duas mãos.

- Cabeça erguida, ombros para trás. Você é a mulher mais linda de Forks e nada do que os medíocres dessa escola falem importa. Só o que importa é que eu te amo. De verdade.

Ela me abraçou.

- Você é incrível. – Eu ri de seu elogio.

- Vamos para a sala?

- Claro.

O resto das aulas não foi muito melhor.

Mike tentou paquerar Bella na minha frente e como ela era muito educada acabou sendo cortês com ele. Ela se esquivava educadamente de suas investidas o que parecia deixa-lo com mais vontade de continuar a paquerar minha garota. Ele pareceu se tocar depois que eu intervir e abracei na frente dele.

Depois da aula Bella e eu fomos ao mercado, Bella precisava abastecer a sua casa.

Notei, ao chegarmos ao mercado, uma garotinha pequena, devia ter uns sete anos, de cabelos pretos e muito enrolados. Os olhos escuros estavam tristes, vestia roupas de frio e aos seus pés tinha um caixote com vários cachorrinhos. Uma placa com uma letra infantil dizia: Filhotinhos Grátis.

- Que lindos! – Bella exclamou se aproximando.

- São seus?

A menina assentiu.

- Minha cadela os teve há alguns dias. Mas lá em casa não cabe tantos. Mamãe disse para eu dar. São da raça Terrier Brasileiro.

- É realmente triste. – Bella murmurou. – Você não poder ficar com eles.

A garotinha assentiu.

- Você é legal. – ela murmurou. – Por que não fica com um deles? Eu poderia ficar aliviada em saber que um deles está em boas mãos. Fica com um? Por favor?

O olhar da menina era de cortar o coração. Bella me olhou rapidamente eu apenas assenti em aprovação. Nós dois poderíamos cuidar de um se nos reversássemos. Tenho certeza que Esme não acharia ruim um filhotinho.

- Qual você gostaria de me dá? – Bella perguntou com um sorriso para a menininha.

A menina sorriu e escolheu um cachorrinho da sua caixa. Ele era branco e tinha manchas pretas nos olhos parecendo uma máscara, porém, no centro era branco como no resto de seu pelo a não ser por uma pequena mancha próximo ao seu rabinho que balançava com animação.

Imagem: ./ui/1/70/97/6766397_

http . com .br/ui/1/70/97/6766397_ (remova os espaços)

Bella o pegou.

- Que lindo! Esse tem nome?

A garota assentiu.

- É o Patch. Ele tem cinco meses de vida. Ele adora brincar e é bastante obediente e cativante. Você vai ama-lo.

Bella sorriu para o cachorrinho.

- Ei Path! Você quer uma casa nova?

O cachorro latiu e pós a língua de fora. Parecia sorrir.

- Por que não entramos no mercantil e compramos várias coisas para ele? – perguntei a Bella dando um afago no cachorro que latiu feliz para mim.

- Tome meu endereço. – Bella falou escrevendo em um pedaço de papel para a garota. – Assim você vai poder visitá-lo quando quiser.

- Muito obrigada! – A garota disse abraçando Bella.

Bella e eu então seguimos para dentro do mercantil com o cachorrinho nos braços. Compramos tudo da lista que Bella tinha feito ontem à noite e depois fomos para a sessão onde havia os produtos para animas.

- Pegue essa ração. – falei apontando para o produto. Eu estava com o cachorrinho nas mãos agora. – É especial para filhotes.

Bella assentiu. – Precisamos de uma coleira. Quero uma no pescoço somente com a identificação e uma no seu corpinho para leva-lo para passear. Não gosto de ver cachorrinhos puxados pelo pescoço.

- Também precisamos de uma almofada. Para ele dormir.

Bella pegou uma caminha de cachorro azul com estampa de ossos. Patch deu uma latida em aprovação.

- Ele gostou. – Bella disse sorrindo. – Vamos pegar um osso?

- Sim. E uns brinquedinhos.

Peguei uma bolinha e um patinho de borracha.

- Acho que isso é tudo. – Falei pegando dois potes para água e comida.

- Podemos ir a um Pet shop em Port Angeles. – Bella disse pegando Patch e dando espaço para que eu empurrasse o carrinho de compras para a fila.

- Teremos que aprender a adestrá-lo.

- Vai ser o máximo. Sempre quis ter um cachorrinho, mas Charlie era alérgico. Depois que ele foi embora... Bem eu não pensei em criar um.

- Espero que Renée aceite sem fazer problemas.

Ela riu. – Vai ter que aceitar.

Patch pareceu gostar da casa de Bella. Ele saiu abanando o rabo e cheiro cada lugar depois voltou para a sala onde mordeu a barra da minha calça e latiu dando um pulo me chamando para brincar.

- Pega a bola, rapaz. – falei jogando a bola.

Ele saiu correndo quase tropeçando nas próprias patinhas.

- Você jogou forte, Edward. – Bella disse me dando um leve tapinha.

Patch estava demorando para pegar a bola, me perguntei se eu realmente tinha jogado forte já ia me levantar do tapete onde estávamos estudando quando Patch apareceu arrastando com muito esforço o tênis vermelho de Bella que era da mesma cor que a bola.

- Ele é bom. – murmurei rindo.

- Ótimo com as formas. – ela disse olhando por cima do livro de química.

Não houve problemas com Renné sobre o cachorrinho. Aparentemente ela teve um parecido com Patch quando era criança e ao vê-lo ela ficou encantada. Era impossível não adorá-lo.

O cachorrinho pareceu adorar a almofada que compramos, ele se afundava nela parecendo satisfeito.

Mas o que surpreendeu foi ver o coitado tremendo de frio.

- O que faremos? – perguntou Bella colocando uma toalha cobrindo o corpinho de Patch.

- Acho que isso é tarefa para Alice. – falei sorrindo.

Dois dias depois Alice havia confeccionado várias blusinhas para Patch. De várias cores.

A primeira que ela vestiu nele foi uma que parecia um smoking.

- Finalmente Alice achou alguém que vestisse o mesmo tamanho que ela. – Brincou Emm virando Patch de barriga para cima a fim de fazer carinho em sua barriga.

Nós rimos gostosamente.

- Vocês são dois idiotas. – Alice disse se levantando da sala e pegando Rose e Bella pela mão e levando-as para a cozinha.

Quando Emmett, Jasper e eu ficamos sozinho Emm segurou meu ombro.

- Cara, eu preciso de um favor seu...

- Eu já disse Emm, eu não vou entrar no quarto da Alice escondido para ficar ouvindo o que as garotas falam.

- Cara, mas é nosso aniversário de namoro. Meu e da Rorró.

- Rorró? – Jasper perguntou arqueando a sobrancelha.

- Minha deusa Rose. – disse babão. – Eu tenho que dá um presente legal. E eu preciso de uma dica. Talvez ela fale algo para as meninas.

- Eu não vou.

- Você vai. – Emm disse. – Sabe por quê? Se você não for, eu vou contar para a mamãe que foi que enfiou o dedo na torta dela.

- Mas não fui eu quem fez isso foi você. – eu disse.

- Mas você não tem como provar. Agora vai lá antes que as garotas voltem.

Eu suspirei enquanto Emm me puxava e me enfiava no quarto rosa demais da casa.

Fala sério.

Era tudo rosa, roxo e branco.

Até a maquina de costurar e o manequim que Alice tinha era rosa.

As pareces eram brancas com flores de todo o tamanho rosa e roxo.

Quando escutei as garotas subindo as escadas corri para o closet de Alice.

O local onde eu havia beijado pela primeira vez uma garota magricela e desastrada. Minha Bella.

Eu sorri com a lembrança.

Logo as garotas entravam no quarto e eu podia ouvi-las pelas grades de ventilação no alto da porta. Claro que eu estava em cima de um banquinho de Alice. Não era tão alto assim.

- O que vocês acham dessa cor de esmalte? – Alice perguntou para Rose. As duas estavam deitadas na cama de Alice de barriga para baixo e de costas para mim. Bella estava na frente delas, sentada em um pufe imenso e com o notebook apoiado nas pernas enquanto ela digitava rapidamente algo bem extenso. De onde eu estava podia ver ela por inteiro. A boina de tricô claro na cabeça, a blusa marrom escura com o colete xadrez marrom, a calça preta e a bota marrom. Patch brincava com um pano rosa que Alice estava usando na sua maquina de costurar.

- Eu acho linda. – Rose respondeu. – Mas eu prefiro vermelho. Fico bem com essa cor.

- Loira maldita. – Alice resmungou. – Então. Temos que começar a pesquisar os nossos vestidos para a formatura.

- Eu quero um igual ao que vim na internet. – Bella falou levantando o olhar. – Eu vi na cor preta, mas quero numa cor mais para creme. Algo que pareça... angelical...

- Mas não seria melhor branco? – Rose perguntou.

- Eu quero algo que pareça que eu esteja... leve... nua. Mas é um vestido longo e solto a não ser pelo corpete. Ele também é um pouco cheio, tem tule. Ou seja, nada fica exposto.

- Evitando ciúmes do Edward, Bells? – Rose perguntou com malicia balançando as pernas.

Me corroí de curiosidade ao saber que elas estavam falando de mim.

Ela riu voltando a olhar para a tela.

- Ele terá ciúmes de qualquer modo. Ele é incorrigível.

- Mas você bem que gosta do jeito possessivo dele. – Rosalie disse virando na cama.

Bella corou.

Alice riu.

- Olha ela ficou vermelha.

- Vocês me deixam vermelha.

- Nós? – perguntou Rose sugestiva pegando uma revista. –GENTE! – ela gritou me assustando e me fazendo quase cair do banco. – Acabei de achar o meu vestido!

Ela pulou da cama, assim como Alice e Bella. Elas juntaram as cabeças ao redor da revista.

- Azul fica um espetáculo com seus olhos. – Alice falou.

- Poderíamos ir a Seattle ver se na loja ainda tem. – Rose disse.

- É da nova coleção. – Bella falou. – Tem que ter.

- Mas e essa safira? – Alice perguntou.

- Esse cordão é lindo. – Bella falou se separando das meninas e voltando ao pufe e pegando o notebook antes esquecido no chão.

Rose e Alice se deitaram na cama novamente.

- É verdade. – Alice disse. – Esse vestido grita por esse cordão de safira.

- Acho que vamos ter que procurar outras joias que combinem. – Rose falou. – Eu não tenho nada de safira. Acho que brilhantes combina.

As garotas ficaram caladas.

Eu estava nervoso, me perguntando a hora que eu sairia daquele closet.

E se Alice viesse pegar algo aqui? Eu estava fu...

De qualquer modo...

O máximo que eu podia fazer era esperar e torcer para que eu me safasse dessa.

- O que você tanto escreve ai, Bella? – Alice perguntou.

- Deve ser uma carta de amor para o Edward. – Rose disse com malicia.

- Que fofo. – Alice respondeu.

- Vocês são tão maduras... – Bella murmurou sem olhá-las.

Elas riram.

- Mas diz ai, Bella: o que você mais gosta no Edward? – Rose perguntou.

- Se for alguma posição sexual, não precisa dizer. – Alice disse com nojo.

Bella riu.

- Vocês são tão pervertidas. - ela disse com um sorriso. Então seu olhar ficou contemplativo. - Eu acho que gosto... de tudo nele.

- Ah, nada típico de uma garota apaixonada. - Rose disse com ironia.

- Não estou falando somente como uma garota apaixonada. Eu realmente gosto de tudo nele... Não acho que não tenha como não gostar... Seu sorriso... Seu olhar... O modo como ele me toca, desde um singelo aperto de mão até... - ela se interrompeu ficando vermelha. Eu achei aquilo encantador. Saber o que Bella pensava de mim sem saber que eu estava escutando. Não havia como eu não gostar cada vez mais de Bella. - Sabe, o Edward sabe nivelar o momento certo para seus atos. Por mais que sejamos... ham... Íntimos... Ele não sai em público fazendo mão boba quando nos beijamos nem nada do tipo. Entendem?

Alice e Rose assentiram, eu não sabia o que o rosto delas expressava.

- Gosto do modo como ele me olha... Sei que ele não fica pensado em sexo direto... Ele olha para mim do mesmo modo de quando éramos amigos, só que diferente. - ela mordeu os lábios. - Os olhos dele dizem cada reflexo do que ele na realidade sente por dentro. Isso me dá segurança em conversar com ele e saber que ele está prestando atenção e se importa com o que eu digo e não olhando para os meus seios enquanto ele pensa na forma mais rápida de calar minha boca e entrar dentro das minhas roupas.

- Nossa... – Alice murmurou. – Se a pergunta tivesse sido para mim eu teria dito algo como os olhos... ou o beijo, não sei... mas não pensaria em algo tão... diferente e ao mesmo tempo tão obvio... Afinal é isso o que as garotas procuram no seu príncipe encantado.

Bella suspirou.

- Tem também o abraço dele. – Ela disse se afundando no pufe. – É tão caloroso... protetor... Me sinto a pessoa mais amada de toda a historia... Apenas... com o seu abraço.

Ela fechou os olhos, o vermelho tomava conta do seu rosto e um sorriso bobo balançava em seus lábios. Um sorriso... parecido com... o meu...

- Bella... – Rose disse rindo. – O Edward tem você em suas mãos.

- Eu sei... – ela gemeu. – Eu posso ser forte para muitas coisas... Mas quando se trata do Edward e de como eu me sinto quando estou perto dele... Eu me sinto uma tola sem ação... E o pior: eu gosto disso. Sei que Edward jamais usaria isso para se aproveitar de mim, porque sei que ele se sente como eu... A diferença é que ele não falaria isso de forma tão gay.

As meninas riram.

As meninas passaram dois minutos conversando trivialidades, houve um momento que me assustei ao ver Bella ficar vermelha e olhar diretamente para o armário... como se ela soubesse que eu estava lá. Mas foi só impressão minha, pois logo ela continuou conversando normalmente até que o celular de Rose tocou. Aparentemente Emm resolver tirá-las do quarto para que eu pudesse fugir, já que chamou elas para a mini sala de cinema no terceiro andar.

- Vão na frente. – Bella falou quando as meninas a chamaram da porta. – preciso terminar esse email.

Ótimo, logo estaria livre para sair. Ouvi a porta se fechar e conferir se todas tinham saído. Bella continuava lá.

Ela então fez algo inesperado. Se levantou e andou em direção ao closet onde eu me escondia. Assustado e sem ter para onde ir a tempo de me esconder foi para a parede que a porta ao ser aberta me esconderia.

Bella abriu e entrou olhando para frente. Ela fechou a porta atrás de si e não ligou a luz. Eu ainda tinha chance de não ser visto apesar dela estar ao meu lado encostada a porta.

- Nunca te disseram que escutar a conversa alheia é feio, Edward? – Então seu rosto se virou para o meu e seus olhos mal iluminados pela fresta de ventilação estavam semi cerrados.

- Opa! – murmurei sem graça. – Acho que fui pego. Devo ter errado o caminho para o quarto e...

- Inventa outra que essa não pega, Cullen. – Bella me cortou. – O que você pensa que estava fazendo?

- Bem... Eu estava com enxaqueca e sabe como é neh... É bom ficar no escuro, pois a claridade não ajuda a melhorar a dor.

- Você sabe muito bem que a escuridão é só uma ilusão de melhora, porque uma hora você vai ter que ir para a claridade e a dor vai voltar pior.

Fiquei calado. Eu estava em dúvida se entendia a raiva de Bella ou se ficava chateado com isso.

- Você tem vergonha dos seus sentimentos? – perguntei ficando em frente a ela e bem próximo. Coloquei minhas mãos na porta, meus braços de cada lado de Bella, deixando-a em uma prisão inescapável. Ela arquejou, seu corpo encontrou a madeira da porta.

- Eu jamais disse isso. – ela murmurou me olhando nos meus olhos.

- Então por que toda essa raiva? – perguntei.

- Não gosto de ser pega de surpresa.

Me aproximei de seu corpo e inclinei meu rosto a centímetro do seu.

- Por que, Bella? – sussurrei.

- Surpresas... – ela arfou. – nem sempre são boas. Eu não gosto do desconhecido. Me assusta. Como na noite em que meu pai foi embora. Eu não sabia o que ia ser de mim e de minha mãe quando amanhecesse.

- Mas eu estava lá. – sussurrei afagando sua bochecha.

- Eu sei.

- Jamais deixaria você enfrentar o desconhecido sozinha, Bells. Pode contar sempre comigo. Sou seu amigo, lembra? E o mais importante sou o cara que te ama, com todo o meu ser.

Ela sorriu.

- Continuo sem gostar de surpresas. – ela disse.

Então eu a beijei. Intensamente.

Minha vida poderia depender daquele beijo, tal a intensidade e volúpia.

Nossas línguas se entrelaçavam com vigor, eu a aperta contra o meu corpo com força. Ela não parecia estar perto suficiente. Meu corpo perdia ar, mas eu não dei importância. Continuei aquele beijo. Bella soltava pequenos gemidos enquanto uma de suas mãos apertava meu braço e a outra puxava minha nuca para mais perto de si.

Então nós caímos. Literalmente. Caímos no chão.

Estávamos tão empolgados no beijo que não me importei com Bella por cima de mim. Nos girei rapidamente para que pudesse ondular seu corpo ao meu e a impedisse de quebrar aquele beijo.

- Edward... – Bella murmurou. – Pare...

- Por que eu faria isso?

Ela empurrou meu peito. Seu rosto tinha um sorriso.

- Estamos no closet da Alice. A qualquer hora ela pode voltar e encontrar nós dois quase transando.

- Não estamos transando. Estamos de roupa. – ela riu gostosamente.

- Eu falei quase.

- Acho que agora vou ter um fetiche por closet. – falei sem sair de cima dela. Bella nunca se importava com o meu peso. Ela gostava. – Podíamos tentar no meu na próxima vez.

- Fala sério... – ela disse revirando os olhos. Suas mãos passeavam pelo meu ombro, nuca e cabelos. – Acho que você pirou.

Escutamos os ganidos de Patch dentro do quarto de Alice.

Na mesma hora me levantei e puxei Bella para cima. Quando ela abriu a porta Patch quase caiu. Ele estava tentando arranhar a porta de Alice e quando nós a abrimos ele correu para os pés de Bella.

- Meu bebezinho estava com saudades do dono... – ela disse fazendo a voz de criança com um biquinho. – Foi o Ed, foi que te deixou do lado de fora? Que Ed malvado. Vai ficar de castigo.

- Se esse castigo envolver algemas, eu nu e você usando roupas de couro minúsculas e chicotinho... Eu adoraria. – Eu disse a pegando pela cintura e mordendo sua orelha.

- Você é tão idiota. – Ela disse rindo. Ela continuou andando enquanto eu estava grudado em suas costas. Patch seguia na frente parando alguns passos na frente conferindo se nós o seguíamos.

- Sou o seu idiota! Vai dormir aqui hoje?

- Vou. Renée vai chegar muito tarde hoje e não vou ficar sozinha lá em casa.

- Hm... Isso é bom. Podemos continuar o que começamos no closet. – a essa altura já estávamos no andar superior e seguíamos para meu quarto.

- Nada feito. Meu ciclo está chega amanha. Não vou correr o risco de engravidar. – ela disse de repente mudando de humor.

- Podemos nos prevenir de outras formas. – falei olhando a nos olhos.

- Eu não quero Edward, Ok? Eu não estou me sentindo confortável hoje. Compreenda.

- Eu compreendo. – murmurei ficando com raiva. Como Bella poderia ser grosseira daquele jeito? Eu nunca a pressionei a nada. Só queria amá-la. Não havia necessidade de levantar a voz para mim. – Vá para a sala de vídeo sozinha. Vou beber água e mais depois eu subo.

Dei as costas para ela e sai descendo as escadas rapidamente sem dá tempo dela dizer mais alguma coisa.

Tudo bem que Bella estivesse de TPM, mas não havia necessidade de se alterar.

Fui até a cozinha. Depois do tal copo de água eu subi, mas não fui para a sala de cinema ficar com os outros, segui para o meu quarto. Deitei na minha cama e fiquei distraindo jogando uma bola de tênis para cima.

Trinta minutos depois uma pequena batida foi dada em minha porta. Não foi preciso eu responder para que a porta se abrisse e Bella aparecesse segurando Patch nos braços. Seu rosto estava vermelho e um pedido de perdão silencioso no olhar.

Eu a chamei com a mão e ela se deitou ao meu lado.

- Podemos resolver todas as nossas diferenças na base da conversa. – falei passando meu dedo pelo seu maxilar. Ela fazia cafuné na cabeça do nosso cachorro e olhava para mim.

- Eu sei e sinto muito por ter me alterado. Eu nunca havia feito isso, e não sei por que fiz. Acho que ando estressada com o colégio. Mas isso não é motivo.

Eu beijei sua testa.

- Espero que não se repita. Te ver vermelha de raiva é muito sexy e da próxima vez não sei se vou conseguir me segurar. – falei sorrindo e a abracei e Patch parecendo vê os seus donos felizes deu um latido alegre, nos fazendo rir.

Sangue. O ar cheirava a sangue

A estrada parecia localizada no meio do nada. O cheiro de fumaça e gasolina se misturava ao sangue.

O que aquilo significava?

Corri tentando seguir o cheiro. De repente um carro capotado apareceu no meu campo de visão e eu vi o corpo dela jogado em um ângulo estranho, ela estava lotada de sangue, ainda respirava e eu vi seus olhos se moverem.

Desesperado, tentei correr para pega-la. Eu tinha que salvar a sua vida. Salvar a minha vida. Ela era a minha vida. Porém quando eu me aproximei um vulto feroz me empurrou para longe a pegou nos braços e a jogou no penhasco. Para longe de mim.

A ultima coisa que ouvi foi seu grito de dor.

Nota da Deah:

Oiiiiiiiiiiiiiiiiii gurias lindasssssssssss do meu coraçãooooooooooo! Que saudades de vcs!

Eu gostaria de agradecer imensamente os coments de vcs... YOU'RE GREATTTSSSSSS!!

E só pra salientar, deixar bem claro: EU NÃO ABANDONEI AS FICS NÃO! Já estou escrevendo os capítulos finais de Connection e depois pego FREEDOM e depois WRITEN IN THE STARS! Não brigue comigo, pleasseeeee!kkkkk!

Estou meio de luto, fico um tempão sem entrar no meu site favorito TWILIGHTBRASIL e descubro que ele expirou!sniff! fico muito tristeeeee!Mas fico na torcida pra ele voltar!

De qualquer forma obrigadaaaaaaaa pela presença de vcs e não se esqueçam de comentar e votar na historia da Teh no link que está na nota inicial!

Amooooooooooooo vcssssssssssssss!

Bjsssss no coraçãooooooooooooooo