Capítulo Trinta e Oito – Ferramentas do Comércio

Tradutora: Ju Martinhão

~ Bella

Sentei-me de volta, descansando a minha cabeça. O luxuoso assento de couro da limusine tinha um cheiro maravilhoso. Eu estive em casa durante mais de duas semanas, cortejada, alimentada, mimada, e eu estava pronta para gritar. Edward não tinha me pedido em casamento. Eu estava tão perto de surtar e eu mesma pedi-lo em casamento. No entanto, eu sabia que não podia ir por esse caminho, já que ele havia deixado claro que ele precisava fazer isso direito.

Talvez ele adiasse o pedido porque muito tinha acontecido desde o meu regresso para casa. Depois do incidente com Ângela, tinha sido um borrão constante de consultas, advogados, e entrevistas com um dedicado detetive. Ângela estava recebendo a ajuda que precisava.

Com a minha recente epifania sobre o meu passado, nós quase não tivemos muito tempo para nós mesmos. No entanto, eu realmente queria me casar antes do nascimento dos gêmeos, mas, como eu poderia falar nisso sem estragar seus planos?

O motorista da limusine limpou a garganta para chamar minha atenção. "Para onde, Srta. Swan?"

Eu sorri, feliz que finalmente era hora de voltar para casa. Edward e eu tínhamos passado a noite anterior, pela primeira vez, em nossa nova casa. Quando saímos do estacionamento do salão, murmurei o endereço para o motorista. Música enchendo o carro enquanto nos movemos para o tráfego.

Sorvendo lentamente um pouco de água com gás, lembrei de como eu acabei na limusine.

"Por que estamos levantando tão cedo de novo?" Eu perguntei. Segurando-o desta forma, com seis meses e meio de gravidez, era um desafio.

"Bem." Ele começou, sorrindo para mim. "Pensei que eu poderia começar a colocar os berços juntos." Eu sorri e acenei alegremente. A mobília para o quarto dos gêmeos havia chegado na tarde anterior. Havia ainda muitas coisas para fazer, mudança era uma cadela. "Enquanto você vai sair e simplesmente relaxar".

Eu fiz beicinho, mas não funcionou desta vez. Ele apenas sorriu e beijou-me brevemente. "Você disse que queria um corte de cabelo e uma máscara facial".

"Eu quero." Respondi. "Mas eu também quero ajudar a colocar os móveis juntos".

"Não." Ele disse com firmeza. "Você não será capaz de resistir a levantar e ajudar de alguma forma. Eu não preciso ficar me preocupando com você enquanto estou trabalhando".

Suspirei e revirei os olhos. "O médico disse que tudo está bem".

"Sim, eu sei." Ele disse, rindo maliciosamente. "Isso explicaria por que não podemos manter as mãos longes um do outro." Eu ri enquanto suas mãos estendiam ao meu redor para dar à minha bunda um aperto brincalhão. "Mas não vamos ter você machucando suas costas por levantar coisas pesadas demais para você".

"Você está certo." Eu disse suavemente. "Eu não me importaria de um corte de cabelo, de qualquer maneira".

Seus olhos se arregalaram um pouco. "Você não vai cortar muito, certo?"

Desta vez foi a minha vez de sorrir perversamente. "Não sonharia com isso, considerando o quanto você gosta de puxá-lo".

Seus gemidos de resposta tinham sido a reação que eu esperava, e que usei para minha vantagem. Após 90 minutos de brincar juntos na cama, uma limusine preta lustrosa parou em frente da casa para levar-me embora. Eu estava grata que ele foi inteligente o suficiente para saber que eu precisava de espaço e tempo para mim. Se Alice, ou Rosalie, estivesse na limusine, eu teria voltado direto para a casa.

Com a metade de Edward, minha família tinha crescido, e eu os amava. Depois que voltei da turnê, os membros da família estiveram visitando a qualquer hora do dia que quisessem. Todos eles preocupados com a minha saúde. Minha pressão arterial estava um pouco alta na última vez que estive no meu obstetra. O que, naturalmente, tinha a família me tratando como fios de vidro, isso me irritava pra caralho. Deixei isso de lado, já que eu tinha que pensar na saúde dos nossos bebês, não apenas na minha.

Não era justo, porém, considerando que Alice estava tão grávida como eu, com o meu em-breve-sobrinho Logan Kal-el Whitlock. Jasper era um enorme fã de Superman. Ela levava a gravidez com facilidade, a cadela sortuda. Era bom que Jasper tinha um cinto preto, o pobre garoto precisaria de um professor e um guarda-costas com um nome como esse.

Rosalie, no entanto, operava em uma classe toda por conta própria. Ela tinha estado irritada e pronta para morder a cabeça de alguém no momento em que qualquer um tentasse falar com ela. Então, ela faria um giro completo de cento e oitenta e seria toda doce e carinhosa na queda de um chapéu. Seus hormônios estavam por todo o lugar, pobre mulher, pobre de nós.

Todas essas eram razões que eu precisava para fugir um pouco. Edward me conhecia tão bem e antecipou as minhas necessidades, e vendo isso aqueceu meu coração. Edward. Ele tinha sido a minha rocha desde que me permiti a oportunidade de lamentar e chegar a um acordo com meu passado. Ele me segurou quando eu precisei, e afastou-se quando necessário. Eu tinha que admitir, a dinâmica em nosso relacionamento havia mudado. Embora houvesse várias vezes no passado em que um tinha mais controle do que o outro, agora nós tratamos um ao outro como iguais.

A limusine parou na garagem e eu amaldiçoei a leve garoa que começou a cair. Como de tarde, passagens molhadas eram traiçoeiras. Eu tinha caído no dia em que havíamos trazido nossas primeiras coisas, e Edward tinha posto o pé em cima de mim levantando outra coisa. Eu deixei isso ir, uma vez que ele beijou meu joelho, entre outras coisas, para me fazer sentir melhor. Seus métodos de distração me faziam esquecer por que eu estava chateada. Eu o amava por isso.

Antes da limusine chegar a uma parada total, Edward estava do lado de fora da porta da frente para oferecer sua assistência. Seu sorriso era doce, o meu próprio desaparecendo quando visualizei sua aparência. Camisa verde xadrez, uma camiseta branca justa, jeans desgastados, botas de trabalho e um cinto de ferramentas que estava pendurado baixo em seus quadris. Eu nunca o tinha visto nessa roupa em particular antes. De repente perguntei-me quanto tempo levaria para eu tirar tudo, exceto o cinto de ferramentas.

Se o meu homem tivesse uma aparição notória do cofrinho pelas ferramentas pesadas, era justo salvá-lo do embaraço e tê-lo nu. Novamente, apenas com o cinto de ferramentas pendurado baixo em seus quadris. O sorriso conhecedor que enfeitou seu rosto arrogante me tinha agarrando minha boca fechada. O idiota sorridente sabia o que estava fazendo comigo.

"Hey, baby." Ele disse quando ofereceu sua mão para me ajudar a sair da limusine. Ele abriu um guarda-chuva e sorriu. "Eu não queria que você se molhasse." Levantei uma sobrancelha para ele e ele apenas sorriu mais abertamente. Ele se inclinou para sussurrar em meu ouvido, "Então novamente, você provavelmente já está".

Bati na sua cabeça e sacudi a minha. "Se o seu ego ficar ainda maior, você não será capaz de caber debaixo do guarda-chuva".

Ele sorriu. "Não é meu ego que está ficando maior." Eu bufei quando ele me puxou para perto do seu lado. "Eu amo o seu cabelo." Dedos correram suavemente através dos fios lisos. "Você está linda." Ele beijou a ponta do meu nariz e voltou sua atenção para o meu motorista da limusine para pegar minhas sacolas.

"Obrigada." Eu disse. "Então, o que você esteve fazendo?"

"Terminei os berços e as mesas de troca. Ainda preciso pendurar as cortinas do quarto das crianças e sua pintura em nosso quarto".

Mordi meus lábios, propositalmente. "Posso ajudar?" Ele imediatamente sacudiu a cabeça, levando ao hall de entrada para depositar minhas coisas. Depois de dar uma gorjeta ao meu motorista, ele virou de volta para mim. Antes que ele pudesse protestar mais, eu o parei. "Deixe-me reformular. Posso supervisionar?" Eu esperava que ele estivesse disposto a jogar junto.

Demorou um segundo, mas a compreensão logo o tinha sorrindo. "Eu sou apenas uma ferramenta. Uma ferramenta grande e dura para você".

"Eu gosto de usar ferramentas de trabalho grandes e duras." Eu arrulhei, acariciando minha mão sobre sua ereção discretamente. Ele resmungou e pressionou seus lábios nos meus em um beijo ardente. Com um suspiro, seus lábios continuaram ao longo do meu pescoço, suas mãos encontrando a parada em meus quadris. "Mas, primeiro." Eu disse, fazendo-o gemer. "Posso ver o quarto?"

Com o que parecia ser uma grande luta, ele liberou-me longe o suficiente para pegar minha mão. Seus olhos, escuros com desejo, estavam no meu peito enquanto sua mandíbula contraiu. "Tudo bem, mas apesar de eu saber que a minha técnica não precisa ser melhorada, eu adoraria mais mãos na experiência".

Eu sorri, amando-o por ser tão brega. "Claro." Eu disse, erguendo uma sobrancelha. "Eu ficarei feliz em ver como você pendura." Sua cabeça caiu para trás enquanto ele ria, aquecendo meu coração. Eu adorava vê-lo tão despreocupado novamente.

Depois do que aconteceu com Ângela, Edward tinha decidido falar com seu terapeuta e descobriu muito mais do que ele previa. Na época, ele alegou que não tinha ficado incomodado pelo que Ângela tinha feito a ele, só com o que isso faria comigo. No entanto, depois de mergulhar um pouco mais profundamente no seu passado, ele comparou o incidente com muitos dos seus encontros anteriores com as mulheres.

Mais freqüentemente do que não, era a mulher que vinha a ele. A maioria da mesma forma que Ângela tinha feito. A primeira vez que uma mulher se aproximou dele tão descaradamente ele fugiu, ele tinha apenas 19 anos, a mulher pelo menos dez anos mais velha. Cada vez subseqüente após a primeira, ele se acostumou com a atenção. Na época ele achou que não era grande coisa, e achou mesmo sua atenção lisonjeira. Depois dessa sessão, ele chegou à conclusão de que elas o tratavam muito da mesma maneira que ele tratava depois que conseguia o que queria. No final, ser tocado sem provocação, ou permissão, fez com que ele se sentisse vulgar.

Quando ele confessou isso para mim, ele fez a situação leve e disse que não queria que eu arrancasse os olhos de alguém. Desde então, porém, ele evitava grupos de mulheres, ou estar sozinho em cada função. Embora ele ainda fosse autoconfiante, ele deixava claro aos outros que a sua arrogância não significava que eles podiam tocar. Por que eu discutiria?

"Vamos ver o quarto das crianças." Ele disse, esfregando as pontas dos dedos levemente sobre o meu braço. Com meus dedos nos seus, nossas mãos ligadas pairavam sobre a sua ereção crescente. Ele soltou, querendo que eu fizesse uma escolha. O idiota queria jogar duro para conseguir, é o que parecia. Eu concordei e acidentalmente pastei sua virilha quando me virei, a sua resposta um silvo lento. Lábios pressionados contra o meu ouvido enquanto ele me levou lá em cima. "Provocadora".

"Estou pensando em inspecionar todos os aspectos do seu trabalho. Eu precisava checar se você estava pronto para o que está por vir." Seu sorriso de menino levantou seus lábios em cada canto, atingindo seus lindos olhos.

"Como eu consegui a sorte de encontrar alguém tão sujo quanto eu?" Ele perguntou, sério.

Eu ri e dei uma cotovelada nele. "Sujo? Eu vou ter que multar você se houver riscos no local de trabalho. A segurança é muito importante, Sr. Cullen".

"Ah, entendo." Ele disse, abrindo as portas duplas que levavam ao quarto das crianças.

Suspirei quando o cheiro de detergente de bebê e lírios me cumprimentou. Ao entrar no quarto, os olhos da pessoa eram imediatamente atraídos para a janela pitoresca do outro lado das portas de entrada. Em seu estado atual, a visão para fora era do nosso amplo quintal. No entanto, trazia a luz de manhã muito cedo, então Edward e eu tínhamos decidido colocar cortinas personalizadas e franjas.

No lado direito do quarto, um dos belos berços de madeira escura ficava na frente de um nicho arredondado na parede. Sorri e passei os dedos sobre o acabamento fino e liso. As lágrimas surgiram nos meus olhos, Edward tinha até mesmo colocado as camas juntas.

Mãos fortes escovaram sobre meus ombros, sua respiração soprando em meu pescoço. "Você gosta deles?"

"Eles são lindos, Edward." Eu sussurrei, tocando as delicadas flores bordadas na colcha da nossa filha. Nós escolhemos o tema de uma floresta encantada para o quarto*. A madeira escura dos berços das nossas meninas contrastando muito bem contra o azul claro e verde nas paredes. Cada berço ficou em paredes opostas, ambos com nichos semelhantes. Um tinha a representação de uma grande árvore da floresta ao lado de uma cachoeira, abrigando todos os tipos de criaturas - reais e mágicas. O outro era um prado e, por entre as árvores, um castelo podia ser visto à distância. Os berços pareciam pequenos trenós, a cama como nuvens de branco, verde e rosa. Acima de cada um estava um dossel redondo com doces móbiles de fadinhas.

*Foto do quarto: http:/ raiwong. com/ wp-content/ uploads/ 2010/ 10/ Baby-Rooms-Themes. jpg (retirar os espaços)

Esme tinha um pôster fixado de uma princesa com as iniciais das meninas, que ficava perto dos berços delas. MGC para Madison Grace Cullen e HEC para Hayley Elizabeth Cullen, um na cor rosa e o outro em um roxo pálido. Eu amei tudo.

"Eu amo esse quarto." Sussurrei. Edward cantarolou a sua concordância e foi até a janela. Vi quando ele se abaixou para pegar uma furadeira sem fio e o trilho da cortina. Todos os pensamentos do quarto me deixaram. Porra, ele era um homem bonito, que me amava como eu o amava.

Eu estava tão preocupada com verificar a sua bunda, que não tinha percebido que ele estava dizendo alguma coisa.

"Terra para Bella." Ele disse, presunçosamente. Porra, eu fui pega admirando.

"Sim." Eu disse inocentemente.

"Está reto?" Ele perguntou, diversão iluminando seus olhos.

Inclinei a cabeça para o lado e olhei para a haste da cortina, em seguida, sua virilha. "Não, está pendurando para a direita".

"Há, há." Ele revirou os olhos e pediu-me para entregar-lhe um nível laser. "E está para a esquerda, babe".

Golpeei meus cílios quando entreguei a ele o nível. "Eu estava falando sobre a haste da cortina, Edward. Tire sua mente da sarjeta".

"Está perpetuamente na sarjeta com você por perto." Ele disse com firmeza. "Então, é inteiramente sua culpa que eu pense com o meu pau em noventa por cento do dia".

"Só noventa." Eu provoquei. Ele levantou uma sobrancelha. "Eu tenho uma imaginação muito ativa, e posso ser uma multitarefa. Penso sobre o seu pau, pelo menos, noventa e seis por cento do dia".

Ele gemeu quando pulou da escada curta e puxou-me em seus braços. "Você está dizendo que você tem um problema?" Eu sorri. "Nós provavelmente deveríamos discutir isso com a nossa terapeuta".

Balancei minha cabeça e ri. "Eu não sei, Edward. Com as meninas chegando, você pode querer aproveitar." Desta vez, ele sorriu abertamente.

"Eu pretendo." Ele disse e deu um beijo em meus lábios. "Depois que eu terminar." Eu fiz beicinho, ele riu. Imbecil.

"Eu acho que você é aquele cuidando da ninhada." Eu disse irritada.

Dei alguns passos para trás e sentei em uma das cadeiras de balanço. Graças a Deus que compramos duas cadeiras, se as meninas acordassem ao mesmo tempo, nós dois poderíamos balançá-las então. Edward estaria ao meu lado para ajudar. Não que eu tenha duvidado disso por um segundo.

Vi quando ele caminhou de volta para a escada, fazendo os furos necessários e os ajustes necessários para acomodar o comprimento das cortinas. Ele puxou as mangas da sua camisa para cima até os cotovelos, estendendo de tempos em tempos. Suas pernas e coxas pareciam fortes em seu jeans, que parecia um pouco mais justo do que o habitual. Ele tinha voltado a malhar, o que recentemente reiniciou novamente.

Estava aparecendo. Seus músculos estavam mais definidos do que quando eu o conheci. Ele tentou yoga como eu estava fazendo durante a minha gravidez, mas ele desistiu quando não poderia estar na mesma sala comigo curvando o tempo todo. Meu instrutor, um homem bonito chamado Cameron, não ajudava, já que ele tinha os olhos postos em Edward.

"Eu posso sentir você olhando." Ele disse, enquanto estabelecia seus detalhamentos. Ele se virou e sorriu. Eu encolhi os ombros. "Preciso da sua ajuda para a próxima parte." Eu balancei a cabeça e levantei-me aos meus pés. Ele me ajudou a subir os quatro degraus da escada. "Eu realmente não gosto desta idéia. As cortinas podem esperar".

Eu o empurrei de volta e disse para ele parar de ser um idiota. Ele agarrou a haste da cortina e nós a penduramos, uma vez feito, ele estava ao meu lado em segundos. Ajudando-me a descer a escada, eu juro, o homem encontra uma desculpa qualquer para me tocar.

"Edward." Eu disse com firmeza. "Você não tem que ser minha babá tanto assim".

"Eu não posso evitar." Ele resmungou. "Por favor, apenas deixe-me cuidar de você." Eu suspirei e envolvi meus braços ao redor do seu pescoço.

"Tudo bem." Sussurrei. "Basta lembrar que isto se aplica a depois que as meninas nascerem também".

Ele me beijou suavemente, espalmando a minha bunda, como de costume. "É claro que se aplica depois, e nos próximos 60, ou 70 anos." Sorri contra os seus lábios. "Vá tomar seu banho, eu vou terminar aqui e começar no quarto no momento em que você tiver terminado".

Uma vez que eu tinha terminado, entrei em nosso quarto. Eu quase desmaiei. Oh meu Deus. Eu tinha morrido e ido para o céu. Eu tinha certeza que meu coração parou.

"Oh meu Deus." Eu ofeguei, minha mão no meu peito.

"Você disse alguma coisa, querida?" Ele perguntou, de costas para mim.

Bem, muito mais do que suas costas, suas coxas, a parte de trás dos seus joelhos, sua bunda, estavam todos em exposição para os meus olhos devorarem. Edward estava em uma escada, pendurando minha pintura, em nada além do cinto de ferramentas que estava baixo em seus quadris.

Puta merda. Eu me belisquei. "Ow".

Eu podia ouvi-lo tentando manter a compostura e não rir de mim. Balancei minha cabeça para limpar um pouco do nevoeiro que se formou na minha cabeça. Todo o sangue já tinha corrido para várias partes do meu corpo. A excitação tinha me paralisado. Uau. Eu não conseguia parar de olhar, pior que eu não conseguia decidir onde meus olhos deviam permanecer. Deus, ele era lindo.

Com o calor desregrado e o sol, a pele de Edward era mais dourada do que pálida. Ele vinha trabalhando com Jasper no quintal, a maioria do tempo sem camisa. Eu deveria saber. Passei a maior parte do tempo observando da varanda dos fundos.

"Está reto, baby?" Ele perguntou, tentando olhar para trás quando ergueu o quadro.

Havia duas maneiras que eu poderia jogar isto, pedir a ele para virar-se para que pudesse verificar se ele estava ereto. Ou eu poderia torturá-lo um pouco. Ambos acabariam com resultados promissores. Eu adorava quando ele perdia o controle. Olhei para a cama e notei que as roupas que eu tinha deixado para fora já não estavam sobre ela.

Ele era um pervertido. Tortura seria.

Eu estava a poucos metros atrás dele e pude ver os arrepios e o cabelo da sua nuca levantar. Era algo que sempre acontecia quando eu estava perto dele. Ele era tão ciente de mim como eu era dele. Seus músculos das costas moviam com cada respiração pesada que ele dava. Era óbvio que ele estava tão excitado quanto eu.

"Mova o seu direito para baixo cerca de uns 3 cm." Eu disse quando meus dedos roçaram as partes de trás dos seus joelhos. Apenas as pontas dos meus dedos e foi o suficiente para sua respiração engatar, para seu corpo parar. Dei um passo para trás novamente, inclinando a cabeça para a direita e depois para a esquerda. Eu sabia que ele podia ver meu reflexo no espelho de um dos castiçais perto da pintura.

Deixei cair minha toalha e corri as pontas dos meus dedos ao longo da minha garganta. "Porra." Ele silvou, seus ombros subindo e descendo enquanto ele respirava.

"Não está no meio." Eu disse sem fôlego. "Mova para a sua esquerda".

"Maldição." Ele murmurou, tentando fazer o que eu disse. Eu sabia pelo seu próprio vômito verbal de maldições que a sua resolução estava desmoronando. Meus dedos se moviam sobre a curva do meu peito, circulando o pico. "Porra. Porra. Maldita feiticeira!"

Ele pulou da escada e saiu em minha direção, parando a poucos centímetros do meu alcance. Eu balancei minha cabeça e continuei traçando meu mamilo. "Algo errado?" Perguntei docemente. Ele resmungou, observando enquanto meus dedos faziam um caminho para o meu outro seio.

Desde o início, Edward tem sido um homem de bunda. Ultimamente, porém, ele não conseguia manter suas mãos, boca, dentes e muito mais fora dos meus seios. A sensibilidade extra felizmente não me incomodava, só fez sua ministrações mais prazerosas. Eu não tinha imaginado que fosse possível.

"Nada." Ele gemeu. Seu peito subia e descia pesadamente, seus punhos estavam fechados ao seu lado. Havia uma guerra acontecendo dentro da sua cabeça. Uma parte dele queria ver-me tocando-me, a outra queria ser aquela fazendo o toque.

Eu o examinei, meus olhos atraídos para o pêlo escuro que pavimentava o caminho para a minha parte favorita do seu corpo, além do seu coração, é claro. Um grosso cinto de couro escuro pendurado logo abaixo do seu umbigo, uma bolsa do lado direito carregando alguma ferramenta e o martelo pendurado de uma alça abaixo dela. A bolsa do lado esquerdo tinha uma fita métrica e seu telefone celular. Logo abaixo da curvatura estava seu pênis. Duro e ereto.

Porra. Eu o queria, então eu sabia que tinha que levá-lo a vir para mim. Rápido. Rolei meu mamilo entre meus dedos, gemendo com a sensação agradável. Ele gemeu, seus olhos colados na minha mão. Gotas de suor apareceram ao longo da sua testa, seus dedos apertando e desapertando.

"O que você está pensando?" Eu perguntei. Ele balançou a cabeça, incapaz de responder. "Você está pensando sobre a semana passada?" Sua respiração parou quando ele fechou os olhos para as memórias. "Você sabe, na noite em que você fodeu meus se-"

A próxima coisa que eu sabia, eu estava na cama, minha pernas abertas, com ele entre elas. Ele pairava sobre mim, palavras sussurradas como fantasmas sobre a minha pele corada. Na minha clavícula, na parte oca da minha garganta e, finalmente, sobre um pico do meu seio. Eu arqueei para mais perto, precisando de mais. Suas mãos estavam por toda parte, na parte de baixo do meu peito, por cima do meu quadril e curvando em torno da minha bunda. Ele estava tentando se controlar, ele tinha sido especialmente delicado ultimamente. Eu queria que ele se soltasse, por uma vez. Ele não me machucaria, ele não poderia.

Meus dedos se enroscaram em seus cabelos, puxando sua orelha nos meus lábios. "Fôda-me." Eu rosnei. Ele gemeu, segurando cada um dos meus joelhos enquanto ele se levantou ao pé da nossa cama. Engatando cada perna sobre o seu quadril, ele empurrou forte, rápido e profundo em um só golpe.

"Porra." Ele silvou, parando dentro de mim. "Maldição, Bella. Você adora me deixar louco." Eu gemi, arqueando, tentando levá-lo a se mover. Sustentando-me nos meus cotovelos, meus olhos nele. Ele ficou no pé da cama, minha bunda bem na borda do colchão. Treinamento e controle estavam em cada músculo que se contraía em sua mandíbula e cada fio do seu pescoço.

Quando senti seu corpo relaxar, eu sabia que ele recuperou uma aparência de controle que ele queria quando estávamos juntos desta forma. Nós nos tornamos muito ativos quando o médico nos deu o seu aval e, embora tivéssemos alguns encontros aquecidos, ele tinha o cuidado de ser mais amoroso, carinhoso e gentil. Eu não tinha me importado no momento, vendo-o vestido de tal maneira, uma fantasia ganhando vida, eu tinha que ter tudo dele.

"Obrigada por preencher outra fantasia." Eu disse sem fôlego. "Eu sempre quis um homem grande de cinto para me mostrar as ferramentas do comércio." Ele gemeu e levantou minhas coxas mais elevada sobre seus quadris e, finalmente, bateu longe. A necessidade febril e o desejo foram expressas em cada impulso e acompanhadas de grunhidos de Edward.

Seus dedos escavaram em minhas coxas, ele próprio batendo contra o meu traseiro com cada movimento do seu corpo. Eu choraminguei quando ele bateu exatamente no ponto certo. Seus olhos encontraram os meus em um olhar faminto e, em seguida caíram para o meu peito. Sua língua moveu-se sobre seu lábio inferior, observando cada respiração que eu dava.

Internamente eu sorri, ele queria que eu me tocasse como eu tinha feito antes. Seus olhos se moveram para a minha mão quando coloquei a ponta do meu dedo na minha boca. Chupando suavemente, molhando-o. Seu peito subia e descia, pesado e rápido em uma bela exibição de fome e poder.

"Brinque." Ele gemeu, sempre vigilante. A ponta do dedo pastoreou, brincou e circulou meu pico até ficar mais rígido. "Porra." Silvos e grunhidos, ele moveu-se mais forte e mais profundo. Eu gritei, minha cabeça caindo para trás, meu corpo tremendo. "Mais." Mais rápido e frenético, ele entregou impulso após impulso. Eu gemi e deslizei minha mão sobre meu quadril para entre as minhas coxas.

Edward gemeu em aprovação, o brilho predatório em seus olhos escurecendo quando meus dedos circularam e esfregaram. Em segundos, eu explodi e arqueei. Onda após onda de prazer me percorria. Várias estocadas erráticas e frenéticas, um gemido do meu nome, e Edward gozou dentro de mim.

Ainda em um estado de euforia mental, senti seus dedos se moverem sobre as minhas coxas, e mais das suas palavras doces eram sussurradas contra a minha pele. Eu esperava que ele não se arrependesse do que tínhamos feito.

"Da próxima vez." Ele disse, empurrando-me mais para cima da cama. "Lembre-me de tirar o cinto de ferramentas." Eu ri e pressionei meus lábios em seu pescoço. "Eu consegui uma queimadura pelo couro." Senti o cabo do martelo contra a minha coxa enquanto ele tirava o cinto de ferramentas e o jogava no chão. Eu suspirei, pensando em outra fantasia que ele tinha.

"O que é isso?" Ele perguntou, correndo os dedos pelo meu cabelo. Dei a ele um sorriso, um que o tinha erguendo uma sobrancelha em questão. Quando sussurrei a ele a minha idéia, seus dedos enrolaram ao redor do meu quadril com força. "Você vai me deixar?" Eu balancei a cabeça. "Quando?"

"Nossa lua de mel".

"Nós não seremos capazes..." Ele gemeu. Ele entendeu o recado.

~oOo~

Quatro dias depois, estávamos no quintal de Esme. "Você não pode estar falando sério?" Eu disse, olhando para Rosalie.

"Sim." Ela bufou enquanto ajeitava seu cabelo para trás. "Eles realmente tiveram a coragem de organizar um para nós juntas".

"Idiotas." Alice chiou. Ela jogou sua bolsa sobre a mesa e enxugou uma lágrima. Eu suspirei. Tudo bem, Edward tinha uma desculpa, ele não sabia de nada. Mas, Jasper e Emmett conheciam essas mulheres por anos. Como eles poderiam pensar que organizar um chá de bebê para nós três, ao mesmo tempo, era uma boa idéia?

Eles devem ter pensado, matar três coelhos com uma cajadada só. Alice e Rosalie tinham que ter pensando a mesma coisa. No entanto, eles tinham a intenção de usar uma cajadada muito grande.

Cercada por dezenas de mulheres risonhas, e apenas um punhado que eu conhecia pessoalmente, Alice, Rosalie e eu sentamos como o centro das atenções. Eu fodidamente queria arrancar os olhos de alguém fora por me colocar nessa posição embaraçosa. Reconheci o olhar repugnante de algumas das mulheres. Enquanto muitas estavam reunidas em torno da mesa do buffet, sentei-me em uma mesa branca redonda com um pequeno prato diante de mim.

Os enfeites eram adoráveis, cada mesa decorada com uma peça central que os rapazes mesmo tinham feito. Eles tinham seus corações no lugar certo, mas Alice e Rosalie estavam miseráveis. Eu... eu não dava a mínima. Eu não conhecia pessoas suficiente em Seattle, especialmente mulheres.

Porra, o que isso quer dizer sobre mim? Além da família, não havia muitas pessoas que eu poderia chamar de meus amigos. Bem, além de antigos assuntos e suas famílias. Porra, essa merda atormentava minha mente nos últimos tempos. E era definitivamente algo que eu traria na minha próxima sessão.

"Você parece perdida." Uma voz suave disse no meu ouvido. Eu sorri quando seus braços envolveram ao redor de mim, levantando-me com facilidade para estabelecer-se na minha cadeira. "Elas vão descontar isso, não vão?"

Olhei para ver o olhar sério sobre o seu rosto, mas não havia divertimento em seus olhos. "Você não foi uma parte disto?"

Edward balançou a cabeça e riu. "Eu estive muito ocupado, você sabe disso. Eles tentaram me recrutar, mas eu não tive tempo. Eu acho que eles só incluíram você porque não queriam que você se sentisse deixada de fora".

"O primeiro chá de bebê de uma mulher é muito semelhante em importância ao seu casamento." Eu disse. Ele riu novamente e concordou. "Eles ficarão bem, eu acho. Jasper e Emmett foram doces em fazer um monte de decoração eles mesmos".

Ele pegou um morango e o segurou nos meus lábios. "Eu disse a eles que não era uma boa idéia, então eu decidi me juntar a você e fazer algum controle de danos". Eu sorri, mordiscando a carne doce e vermelha. A apreensão nos olhos dele desapareceu.

"Quantas?"

Com um suspiro, ele olhou para o bando de mulheres. "Algumas." Ele balançou a cabeça. "Que eu me lembre".

"Eu não posso lidar com essa merda hoje." Eu disse com firmeza. "Eu não posso comparar-" Seus lábios encontraram os meus em um beijo possessivo e aquecido.

"Não faça essa merda do caralho, Bella." Seus olhos eram escuros, sua respiração entrecortada. "Elas não são nada para mim. Tenho dado algum motivo para você acreditar que eu não te quero? Mesmo no seu terceiro trimestre?"

Eu balancei a cabeça, mordendo os lábios. As lágrimas surgiram nos meus olhos e os olhos dele suavizaram. "Aquela vadia na festa da empresa ontem colocou idéias na sua cabeça que eu não quero que você tenha depois que as meninas nascerem. Como você pôde deixar essa merda te incomodar? Você sabe que eu quero você, Lacey só queria colocar uma cunha entre nós para que ela pudesse colocar outro movimento sobre mim. Eu disse não a ela várias vezes, mesmo antes de você aparecer".

Eu balancei a cabeça de novo, odiando esses hormônios que me deixavam autoconsciente novamente. Era algo com o qual eu lidava como uma adolescente, quando achava que ninguém me convidava para sair porque eu não era bonita o suficiente. Em vez disso, era só por causa de um irmão superprotetor e amigo assustando todos eles.

"Obrigada." Eu sussurrei, coçando a leve barba que cobria seu queixo. "Eu te amo." Levando meu rosto em suas mãos, ele retornou as palavras em um beijo que claramente fez todos perto saberem com quem seu coração estava.

Estávamos reunidos em torno de uma grande mesa, todos sentados em cadeiras confortáveis, brincando um jogo de chá de bebê. Rosalie parecia que queria sufocar seu marido. O jogo era que todos tinham que adivinhar o tamanho atual das nossas cinturas.

Alguém tinha entregado a Emmett a corda, ele agarrou a ponta e começou a desenrolá-la. E ele continuou indo e indo. Rosalie estava fumegando. Alice estava tentando não rir. Eu, decidi ter meu dedo no botão 9-1-1 no meu celular. Quando Heidi cortou onde ele indicou, havia pelo menos um quintal cheio de corda.

Rosalie sorriu docemente, rindo junto com todo mundo. Pessoalmente, eu pensei que Emmett pagaria caro no minuto em que chegasse em casa. Quando chegou a vez de Jasper, ele adivinhou exatamente o correto. Bastardo sortudo. Quando chegou a vez de Edward, ele se levantou e mediu sua própria cintura e tirou alguns centímetros. Estava totalmente errado, mas doce da parte dele.

Quando ninguém estava olhando, peguei aquele pedaço de corda e medi a extensão da ponta do seu dedo indicador para o polegar, em seguida, adicionei cerca de uns 3 cm. Então eu a segurei perto da sua coxa, ele entendeu a idéia. Meu homem era adorável quando corava. Eu estava correta também.

Os rapazes começaram a tarefa de criar a área para que pudéssemos abrir os presentes. Puxei para dentro da casa para usar o banheiro pelo que parecia ser a décima vez naquele dia. Quando terminei, fui para a cozinha para pegar uma garrafa de suco de cranberry. No entanto, quando ouvi uma mulher dizer o nome de Edward, parei para ouvir.

"Ele está melhor do que nunca." A mulher disse.

"Sim, você vê como ele adora a sua irmã?" Outra sussurrou. "Ou sua esposa?"

Algumas vagabundas riram. "Ela não é sua esposa agora, e aposto que ela nunca será." Ouvi várias pessoas que concordaram, outras que não. A mesma mulher continuou. "Pense nisso, Lisa, a mulher está grávida dos filhos dele e ainda não há um anel em seu dedo".

"Talvez eles estejam esperando até eles nascerem." Alguém sugeriu. "Você só está chateada que você nunca teve a chance de afundar suas garras nele".

"Oh, querida." Respondeu a cadela. "Você e eu sabemos que um anel no dedo dele não vai significar muita coisa. Nunca o incomodou antes".

"Bem." Uma outra mulher começou. "Eu sei o que eu vejo. E o que eu vejo é um homem completamente dedicado e apaixonado".

"Se e eu quero dizer se eles se casarem, eles não vão durar mais que alguns anos. E será porque ele a traiu." Eu estava prestes a aparecer e dar àquela prostituta um pedaço da minha mente, mesmo que eu soubesse que isso faria as coisas piores.

"Senhoras." Ouvi Esme se juntar a elas. "Elas estão prestes a abrir os presentes. Por que não voltamos lá para fora?"

Todas concordaram e logo suas vozes desapareceram. Esme virou a esquina onde eu esperava para me acalmar. "Quanto tempo você ficou lá ouvindo?"

Balancei minha cabeça e encolhi os ombros. "Tempo suficiente".

"Há algumas pessoas que vêem o que eu vejo. Aquele menino ama você verdadeiramente, Bella. Mas há aquelas que são pessoas mesquinhas, que estão com inveja que ele encontrou o amor".

"Eu queria dizer alguma coisa." Eu sussurrei, limpando uma lágrima traiçoeira. "Teria adicionado mais combustível àquela mulher venenosa." Esme assentiu com a cabeça e levou-me em seus braços. "Ele me ama, eu não duvido disso. Uma parte de mim nunca duvidou".

"Eu sei que os últimos meses têm sido duros com você." Ela murmurou, alisando meu cabelo. O calor e o conforto que ela me ofereceu, fizeram a dor no meu coração diminuir. Eu não senti o amor de mãe em tanto tempo. "Eu nunca conheci uma mulher tão forte quanto você".

"Não ultimamente".

Ela riu e se afastou. "Lágrimas não fazem de você uma fraca." Ela disse suavemente. "É apenas a maneira da natureza para tirar a tristeza e a raiva." Uma vez que eu me recompus, ela me levou de volta para a festa antes que Edward enviasse uma equipe de busca atrás de mim.

No momento em que entrei no quintal, Edward apareceu ao meu lado em poucos segundos. "Você está bem?" Eu balancei a cabeça e envolvi meu braço em volta da sua cintura. "Se isso for demais, nós podemos ir embora".

"Eu estou bem." Eu disse e caminhei em direção ao pequeno grupo.

Ele fez uma careta. "Essa resposta basicamente significa, não realmente, mas vamos falar sobre isso mais tarde".

Com um sorriso, pressionei meus lábios contra os dele. "Vamos conversar mais tarde." Ele podia ver nos meus olhos que eu não mudaria de posição, então ele concordou.

Recebi roupas suficientes para as meninas, que seriam capazes de usar uma roupa diferente todos os dias por pelo menos seis meses. Pelo menos. Loucura. Felizmente, Edward aceitou com calma todos os "ooh" e "ahhh" enquanto ele levantava cada roupinha quer contra o seu peito, ou na bochecha para verificar a suavidade. Ele estava sendo muito bom, considerando todo o estrogênio jogado em seu caminho.

Edward me deu uma caixa branca fracamente embrulhada, sem nenhuma etiqueta. Eu a segurei para uma inspeção, quando ninguém a reivindicou, eu a abri para encontrar um livro, Pais Solteiros. Senti o braço de Edward segurar na cadeira atrás de mim.

Por fora, eu ri e balancei a cabeça. "Alguém aqui deve pensar que Edward vai me deixar para cuidar das crianças enquanto ele trabalha duro no escritório." Eu ri novamente enquanto meu interior agitava, com raiva. Coloquei o livro de volta na caixa e a coloquei de lado. Sem esperar por Edward, escolhi um outro presente. Desta vez uma caixa bonitinha com um invólucro de estampa de zebra. Porra, eu não podia acreditar que estava com medo de abrir um presente.

Qual o tempo que esta merda duraria? Estávamos juntos há mais de oito meses, e ainda assim elas vêm atrás de mim.

Várias das mulheres, incluindo Nessie, que havia chegado atrasada, exalaram ruidosamente quando mostrei a elas duas escovas de cabelo de prata. Cada uma gravada com as iniciais de nossas filhas. Eu sorri e agradeci Barbara, uma colega de trabalho na Cullen & Cullen Inc.

O próximo presente, no entanto, um livro de 'Como Fazer' sobre a perda de peso após a gravidez, me fez apertar minha barriga. Eu ganhei 10 quilos, o que eu tinha sido avisada que era perfeitamente normal, pois eu carregava gêmeos. Todos me diziam que eu parecia a mesma, só que eu parecia estar carregando uma bola de basquete debaixo da minha camisa.

Senti a raiva irradiar dos dedos de Edward enquanto ele pegou meu rosto em suas mãos. Lábios macios pressionaram contra a minha testa, quando eu o senti passar para a mesa atrás de mim. Todos observavam em silêncio enquanto Edward passou por todos os presentes. Jasper e Emmett o ajudaram, até que ele encontrou uma outra caixa sem uma etiqueta.

Ninguém se atreveu a clamá-la, quando Edward a ergueu perguntando quem a trouxe. Sem resposta, ele a abriu para encontrar um livro para Namoro Online para Estúpidos, juntamente com a adesão de um ano para o .

Edward olhou nos olhos de cada rosto, raiva acusatória e preenchendo o ar com a tensão. Sua mandíbula apertada forte, suas narinas queimando e suas mãos tremiam. Tomando os livros, ele caminhou até a lixeira mais próxima e os jogou. Sob a sua respiração, uma série de palavrões saiu dele quando ele pegou minha mão. Rezei internamente que ele fodidamente não me pedisse para casar com ele ali mesmo só porque ele queria provar um ponto na frente da mulher que tivesse feito isso.

Eu não conseguia encontrar os olhos de ninguém, só das minhas amigas. Nessie, Rosalie, Alice e Heidi pareciam estar à beira de rasgar todas em pedaços na vizinhança. Esme, por outro lado, olhava diretamente nos olhos de uma loura platinada que se contorcia sob seu olhar endurecido.

A mão dele puxou a minha, até que me levantei diante dele. Com um movimento de varredura em meus joelhos e um sorriso enorme, ele levantou-me em seus braços.

"Vamos, baby." Ele disse humildemente. "Eu acho que há alguns cômodos que ainda precisamos batizar em nossa nova casa." Longos passos nos levaram para a saída em poucos momentos.

Rindo, eu tomei o lóbulo da sua orelha na minha boca e puxei. "Animal." Eu disse roucamente.

"Só com você." Ele resmungou e apressou seus passos.

Alguns suspiros, uma risada ou duas depois, eu olhei por cima do ombro dele para ver alguns rostos chocados. "Obrigada a todos." Eu disse animada. "Vamos fazer o almoço em breve." Edward bufou.

Maldição, eu amava esse homem.


Nota da Tradutora:

Que lindo Edward arrumando o quarto das crianças… e essas mulheres tiveram a resposta que precisavam, já que Edward não tem intenção nenhuma de abandonar Bella!

Bem, não sabemos quando a autora postará o próximo cap., portanto, tenham um pouco de paciência! Pois assim que ela postar, nós traduzimos e postamos aqui pra vc´s!

Deixem reviews!

Bjs,

Ju