Capítulo 5
Onde diabos eu estou?
-Alice?
Eu me virei para encontrar aquela voz. Nada e ninguém.
Estávamos às margens de um lago cristalino.
-Lily?
A mesma voz me perguntou.
Eu gritaria e perguntaria o que estava fazendo ali e o que queriam comigo, mas eu já sei a resposta.
-Sim sou eu.
As asas dela abriram atrás de mim.
-Você cresceu bastante.
Olhos azuis celestiais e os cabelos loiros.
-Sim, eu cresci. E sem você novamente. Eu não tive mãe antes e não tenho de novo. Por quê?
-Sua missão anteriormente foi provar que o bem sempre vencia o mal. Mas você foi assassinada, com uma vida no ventre, e pelas mãos da sua própria irmã.
-Não foi isso o que eu perguntei. –Minha voz saia, mas não era a mesma.
As lágrimas dela caiam lentamente e ao tocarem o chão viravam flores. As mais bonitas.
Ela sorriu triste.
-Eu tenho uma idéia. Posso te mostrar o passado?
Ela estendeu uma de suas mãos.
-O passado?
-Sim.
A paisagem se transformou em uma colina. E eu estava parada bem ali. Com um vestido até os pés e rodado. Eu olhava pensativa a paisagem.
-Você sabe que não devia se preocupar tanto com sua irmã. Ela não tem mais jeito. –Havia alguém parado atrás de mim. Ele segurava meus ombros.
Eu me virei e o abracei.
-Mas ela não deixa de ser minha irmã. E é meu dever guiá-la para fora da escuridão. Ela não pode se perder mais do que já está ou não haverá volta. –Eu apertei os ombros dele.
-Mãe?
-Sim?
-Quem é aquele parado comigo?
-Você terá que descobrir sozinha.
Eu me virei para imagem a minha frente novamente. Eu percebi algo incomum. A mão esquerda dela...
Não... Espere. Tem algo errado.
-Espere, você disse que eu morri com uma vida no ventre? –Ela ficou em silêncio. –Esse rapaz... Ele foi meu marido? Quer dizer que eu estava grávida, é isso?
-Filha...
-Por causa dessa aposta idiota vocês brincaram com a minha alma e acabaram com uma vida antes dela começar... Por quê?
-Ainda não terminamos.
A paisagem mudou para um jardim escondido.
-POR QUE É SEMPRE VOCÊ? POR QUE NUNCA ALGO DE BOM ACONTECE COMIGO? NÃO É JUSTO! –Alice, minha irmã, gritava comigo com uma faca em mãos.
-Alici... –Minha voz quase não saía impedida pelo choro.
-CALA A BOCA! NÃO QUERO OUVIR MEU NOME SAIR DA SUA BOCA!
-Alice! –Nós ouvimos a voz do mesmo rapaz da memória de antes.
-Elliot! –Eu gritei. –Fique onde está! Não venha para cá! –Eu comecei a chorar.
-Alice!
-É hora de se despedir maninha. –Ela já estava parada a minha frente.
-Alicia! Pelo o amor de Cristo, pare! – Eu segurei os ombros dela. –Eu sou sua irmã!
-Isso nunca importou para você, importou?
-Você está duvidando do meu amor por você?
-Não... Eu duvido do meu amor por você! –E então ela esfaqueou minha barriga e então meu coração.
Eu vomitei sangue. Eu a olhei pela última vez. Ela começara a chorar. Meu sangue espirrou para o rosto e o cabelo dela.
E eu caí desacordada.
-Me desculpa... –Eu acho que ouvi o sussurro dela ao longe.
Acho que algum tempo passou porque senti os braços de alguém me levantar só um pouquinho do chão.
-Alice... Meu amor. Não! –Ele chorava, gritava e chorava novamente.
-Eu gostaria de ver seu rosto só mais uma vez... Mas já esta tudo tão escuro... –Minha voz saía mais do que um sussurro.
-Por favor, não vá. Não me deixe aqui sozinho.
-Me desculpa... Eu prometo... Que vamos nos encontra novamente... Eu prometo. Eu só queria ter podido salvar o nosso filho...
Minha cabeça tombou para trás. E ficou tudo escuro e silencioso de vez.
Eu chorava compulsivamente.
-Eu perdi tudo... Meu marido e meu filho. Meu filho! –Eu gritei. –Por que eu?
-Não fale assim. Essa vida que crescia em você antes vai renascer em você novamente. Só basta achar a reencarnação do seu marido de 300 anos atrás e se casarem novamente.
-E você acha que é assim tão fácil? O que te faz pensar que eu me apaixonaria por ele novamente?
-Acredite em mim... Você já o encontrou novamente filha.
-Encontrei...? Quem é ele mãe?
-Não posso dizer mais do que isso. Quando chegar o momento você o reconhecerá.
-Por favor. Me diga mais alguma coisa!
-Agora me escute filha. Você precisa manter distância de sua irmã. Ela está tentando atiçar o seu lado... Demoníaco. E quer fazer você virar para o lado dela.
-Como ela teve coragem de fazer aquilo comigo?
-Ela estava perturbada. E vários sentimentos maldosos fluíram dela.
-Como eu a paro?
-Você vai precisar de toda a ajuda possível. Ela vai intervir seriamente na sua vida.
Tudo começou a ficar cinza.
-E filha... Aqui vai uma dica: Quando você abrir os olhos você o verá. –Ela sorriu.
Eu dei uma risada. Acho que já sabia a resposta agora.
-Você está falando do James... –Uma pontada no peito.
-Filha?
-Tem algo severamente errado... Errado. –O choro chegou a minha garganta.
-Lily? Santo Deus, o que foi? –Ela se ajoelhou ao meu lado. O ar me faltava. Asfixia. Eu engasgava com algo. Senti uma queimação no rosto, nos braços e nas mãos.
Eu cuspi um líquido igualzinho a água, mas com um cheiro diferente... Ele me queimava por dentro e por fora.
-O que é isso...? –Eu falei.
Ela tocou a água.
-Água Benta. Mas por que saiu de vo... ?
-James! –Era ele! Eu podia sentir que ele estava em apuros... Ou eu podia pressentir o que minha irmã iria fazer?
-Mãe, por favor, o ajude!
POVJAMES
-Ela ta respirando? –Eu falei andando de um lado para o outro no quarto.
-Está sim. –Falou Peter. –Só uma pergunta... Por que diabos essa coisa esta aqui?
-Essa coisa tem nome. E é Sirius... Mano. E se eu fosse tu, dormia com um olho aberto daqui em diante.
-Sirius, pare de imitar um traficante. Eu já te disse para não assistir tanto Prison Break.
-Pode ser... Mas a ameaça ainda está no ar... –Falou Sirius encarando Peter.
Eu continuei a andar. É uma característica minha quando estou nervoso.
-Não vou discutir essa amizade que vocês dois tem neste momento. Estou preocupado com ela.
-James? Acalma-se! Parece até marido dela! –Falou Sirius.
-Engraçadinho! –Então eu ouvi algo estranho no quarto.
-James... – E mais uma vez o sussurro preencheu meus ouvidos.
Acho que vi algo... Eu acho... Por ter sido tão estranho...
Estava no inferno novamente.
-Deixe-a em paz. Eu não quero ter que te matar. - Eu me virei e vi uma Lily. Só que loira e de olhos azuis.
-Alice?
-Nem meu nome certo você lembra... Como pode esquecer-se de mim? –Ela estava com um vestido azul cristalino que prendia os ombros sem decote e a saia parava nos joelhos.
-Me lembrar de você? Como eu poderia me lembrar de você se eu nunca te vi antes?
Ela correu e me abraçou e eu me esquivei um pouco depois.
-James? -Ela ameaçou a chorar. Como se eu a tivesse ferido profundamente. Eu... Eu senti a dor nos olhos dela.
-Por que você sempre me rejeita? Age como se eu fosse nada... Nem sequer acertou meu nome! É Alicia seu idiota e não Alice. Alice é minha irmã.
-Lily...
-Mas o nome dela você acerta!
A ventania começou e eu me abaixei no chão protegendo o rosto. Droga... Eu peguei uma cruz que sempre fica comigo e foi abençoada pelo próprio Papa.
Tirei-a do bolso e coloquei ao redor do pescoço. E comecei a rezar em latim. A ventania começou a se dissipar até que parou completamente.
Abri os olhos.
-Como... Como consegue? Só eu e as pessoas com o mesmo sangue que eu, temos essa influência. –Ela continuava parada a minha frente.
-Então parece que está me subestimando.
Eu puxei um vidrinho com água benta e arremessei contra a garota que gritou com o contato.
-Você não deveria me subestimar...
-Nem você.
Eu a olhei novamente e ela segurava com a mão um pouco da água benta que tinha uma reação com a pele dela como se fosse ácida.
Ela sorriu e engoliu um pouco da água.
-Eu sou meia anja. E também não sou um demônio tão fácil de ser derrotado. Terá que se esforçar muito mais do que isso. –Ela deu risada maliciosa. –Tchauzinho James. –Ela aumentou o sorriso.
-Não vai encostar nem sequer um dedo nele! –Uma voz apareceu do nada.
Asas a minha frente se abriram.
-Eu te proíbo! –Então eu fui arremessado para algum canto e tudo escureceu.
-James? –Falou Peter.
-Hã? –Eu abri os olhos.
-Ela está acordando. – Ele se levantou para me dar o lugar.
-Vá chamar o Sirius.
-O que? Por que precisa...
-Chame-o agora! –Eu gritei e ele se levantou imediatamente.
Eu me sentei ao lado dela e esperei.
Ela abriu lentamente os olhos dando uma boa respirada. Ela finalmente me olhou. Ela parecia preocupada, ansiosa e aliviada.
-Graças a Deus. –Ela me abraçou suavemente. –Essa foi por pouco...
Eu ia abraçá-la de volta, mas algo aconteceu.
E esse algo se chama Sirius.
-Lily! –Ele me empurrou para fora da cama e deu um abraço de urso nela.
Ela começou a gargalhar com a cena que se decorreu. Ela gargalhou muito.
-Desde quando vocês dois são tão íntimos? –Eu perguntei ainda no chão.
-Não somos. Mas acho que já tenho uma idéia de como ele é e você já o conhece. –Ela sorriu. Ele a colocou no chão.
-Vocês tão muito amiguinhos sabia? –Eu me levantei.
-Ciúmes, grandão? –Perguntou Sirius.
-James, você está bem? –Peter perguntou.
-Por que a pergunta?
-Você parecia estranho. Ficou pálido, amedrontado e de repente pareceu acordar.
-Eu... Estou bem. Se não fosse por um anjo eu não estaria aqui. Parece que Deus finalmente está do meu lado.
-Não fale assim. Deus está do lado de todo mundo. Só basta enxergar. –Falou Lily.
-Não, você não sabe de nada. –Eu suspirei.
-Mudando de assunto. Lily eu preciso de sua ajuda. –Falou Sirius.
-E o que é? –Ela se sentou.
-Marlene... Ela está diferente. Às vezes fica imersa em seus próprios pensamentos. Eu digo isso porque eu a vejo todos os dias. E às vezes ela parece outra pessoa.
-Minha irmã. –Lily falou.
-Sua irmã? –Perguntou Sirius.
-Minha irmã... Morta.
-Qual delas? –Falou Peter. –Porque você já tem duas.
-Ó sensibilidade! –Eu falei ironicamente.
-É... –Falou Lily. –Mas é a primeira. Alicia.
-Falando em Alicia... Ela não se chamava Alice? –Eu perguntei.
-Não. Ela que me disse o nome errado. Ela foi minha irmã há trezentos anos e desde então ela vem alimentando esse ódio cego. Eu realmente não sei o que fiz para ela. Pelo o que sei foi ela quem me matou!
-Espera um pouco, te matou? –Eu puxei o braço dela.
-É. Do tipo pegar uma faca e enfiar no seu estomago. Simples. Bom, pelo menos eu não senti tanta dor quanto eu poderia sentir. Podia ter sido muito pior.–Ela deu um sorriso amarelo quase sumindo.
Ela estava se... Conformando? Essa não é a Lily que eu vi a poucas horas.
-Sirius, nós passaremos na sua casa às 20 horas. Prepare Marlene.
-Claro. –Ele apenas concordou. Ele sabia exatamente o que o meu olhar demonstrava.
-Bom Peter eu sei que nós nos odiamos, mas vamos tomar um chá na sua casa que tal? –Sirius o saiu puxando pelo pulso.
-Chá? Por acaso você é alguma velhinha que toma chá às 5 da tarde?
-Só ande! –Eles saíram batendo a porta.
Eu ainda encarava Lily de frente.
-Enfim, eu vou colocar o vestido que a mãe do Peter me deu. Eu não posso ficar o tempo todo só com a sua blusa. E tenho que cuidar dos meus ferimentos. Não tenho muito que fazer a não ser esperar não é?-Ela tentou se livrar do meu braço, mas eu apertei ainda mais.
Ela puxou novamente.
-Vem cá qual é a sua? Largue-me! –Ela puxou novamente e eu a joguei contra a parede. Aproximei-me.
-Quem você pensa... –Eu segurei a mandíbula dela fazendo-a se calar.
-Por favor, me diga que você não está se conformando com essa situação. –Eu falei rispidamente.
Ela empurrou a minha mão do seu rosto com toda a sua força.
-E o que esperava que eu fizesse?
-Lutasse como lutou ferozmente nesses últimos dias.
-E você acha que é fácil continuar com a mesma fé que eu tinha antes? Quando tudo está contra mim e contra todos? Você acha?
-Acho sim quando todos estão fazendo o possível para dar certo. Eu estou acreditando em você. Sua irmã, Petúnia, acreditava em você e todos que precisam de ajuda acreditam em você. Mas se você perder a sua fé nisso tudo... Se você desistir agora vai ser tudo em vão. Seus ferimentos, meus ferimentos, a morte da sua irmã... Tudo. E tudo por causa de uma menina amedrontada.
-Sim! Uma menina amedrontada que nunca passou por nada parecido na vida! –Ela gritou. –Eu não sei o que pensar, eu tenho medo porque na hora H se eu falhar a culpa vai ser só minha! E se eu falhar... Vai ser o fim de tudo! E eu vou estar sozinha nessa hora. Eu não estou arrumando uma desculpa e nem estou tentando fugir, eu... Eu só... –Ela começou a soluçar. –Eu só quero um pouco de paz... –Ela começou a chorar. –Eu só quero... Não sentir medo.
Ela sentou-se no chão. Ela colocou as mãos sobre o rosto. Eu tinha pegado pesado dessa vez.
-Lily eu... –Eu me ajoelhei. –Me desculpe eu não...
-Pare. Sabe como fica idiota pedindo desculpas? –Ela deu um sorriso entre as lágrimas.
-Mesmo assim...
-Tudo bem. Pelo menos eu pude desabafar. –Ela enxugou as lágrimas restantes. –Nossa! Como eu sou chorona! –Ela sorriu novamente. –Eu choro por tudo!
-Eu esqueci que você é só uma menininha. –Eu rir.
-Menininha uma vírgula! Tenho 25 anos. –Eu a levantei.
-Então vá se trocar. Eu estarei na sala. –Eu saí e fechei a porta.
Eu realmente tinha pisado na bola. Eu não sei se devia ter dito aquelas coisas. Mas pelo menos eu soube o que realmente ela estava sentindo. Ela estava apenas com medo.
-Esse vestido serviu bem. –Ela estava com o mesmo vestido azul que eu havia visto Alicia usar.
-Estranho não é? –Ela sorriu.
-E os ferimentos? Como estão?
-Pelo incrível que pareça eles se curarão. Eu não tenho mais nada.
-Como assim mais nada? –Eu avancei e puxei a manga do vestido. Nenhum arranhão.
-Calminho James... Você vai acabar se acostumando. –Ela deu um sorriso embaraçado. –Eu sou meia anja, lembra?
-Você tem idéia de como você está parecida com a sua irmã?
-Qual delas?
Eu ri.
-Ok
-Não se preocupe, está bem? –Ela tocou minhas bochechas.
-Está bem. –Eu coloquei minhas mãos em cima das delas.
-Obrigada. –Ela me abraçou cuidadosamente. Eu abracei a cintura dela trazendo-a para mais perto de mim.
-Eu não sei o que seria de mim sem você agora. –Ela soprou contra minha nuca.
-Lils... Eu também não sei o que seria de você sem mim. –Eu ri.
-Convencido! –Ela se desvencilhou um pouco de mim e parou com seu nariz tocando o meu.
-Ah... –Ela apenas falou isso.
Eu me aproximei um pouco mais prestes a beijá-la. Menos de um centímetro. Os meus lábios apenas tocaram os dela de leve.
E tem sempre algo que interrompe esses momentos.
-Eu... Atendo a porta. –Eu falei.
-Claro. –Ela me soltou e se direcionou até o quarto.
-Sirius... –Eu disse abrindo a porta. –Você realmente chegou em um...
Não era o Sirius.
-Pode abrir a porta para um velho amigo? –Remus sorria a porta.
-Oh, meu Deus. Seu bastardo por onde andou tanto tempo? –Eu o abracei.
-Por ai. –Ele me abraçou de volta. –Posso entrar?
-Claro. –Ele entrou e jogou a mala no sofá.
-Nosso, quer dizer, seu apartamento não mudou nada. –Ele olhava ao redor.
-Nosso apartamento. Você ainda é dono da metade desse apartamento, meu caro.
-Obrigada. –Nós nos sentamos.
-Mas o que veio fazer aqui em LA? Você não estava na Escócia?
-Estava sim, mas houve uma tragédia na família. –Ele suspirou.
-Que tragédia? –Eu perguntei.
-Minha irmã do meio faleceu. E minha irmã mais nova sumiu e não há ninguém para cuidar do enterro então me contataram.
-Que pena meu amigo. Sinto muito. –Eu toquei o ombro dele.
-Não se preocupe. Eu estou realmente preocupada com a mais nova. Se fosse ela quem tivesse morrido... Eu não teria mais motivos para viver. Ela é a pessoa mais importante para mim nesse mundo todo.
-Eu tenho certeza que ela está bem. –Deus o ajudasse. Ele sempre me falou de sua irmã mais nova... Deus a ajude para que esteja bem.
-James, quando você estava abrindo a porta você ia dizendo algo...
-Ah! É que eu estava em um momento muito importante. –Eu senti minhas bochechas queimarem um pouco.
-Importante como?
-Uma garota importante. –Eu sorri.
-Ah... O Nosso Don Juan foi laçado foi? –Ele estava tirando onda da minha cara!
-E você? Eu aprendi a ser um mulherengo com você! –Eu ri. –Então me deixe apresentá-la a você e você entenderá o porquê.
-Eu me levantei e fui até o quarto.
-Lily?
-Sim? –Ela corou.
-Quero te apresentar a um grande amigo meu. –Ela se levantou e segurou minha mão. Eu... Gostei disso.
-Remus... Essa é Lily Evans minha...
-Oh Meu DEUS! –Remus gritou.
Lily soltou minha mão e pulou em cima do Remus. Ele a segurou.
-Remus... –Ela chorava.
-Oh, meu Deus... Onde estava esse tempo todo?
-Aqui.
-Esperem um pouco... Vocês dois se conhecem? O que são exatamente? –Eu falei.
Lily o soltou e pulou em cima de mim rindo. Nós dois caímos.
-Bobinho... Ele é meu irmão! –Ela beijou meus lábios com vontade.
-E agora esperem um pouco... Vocês dois estão namorando? Sem chance! Nunca você com minha irmã!
Olá de novo! Espero mesmo que tenham gostado desse capítulo. Enfim tenho novidades:
*Alicia vai voltar e nãoooo ela não vai voltar como espírito ela está bem vivinha em carne e osso... XD
Remuszinho está de volta e vai ser totalmente contra o namoro de Lily e James.
XD AAAA Finalmente James e Lily estão mostrando o que sentem! Sei que foi rápido demais, mas eu não gsot de arrodeios! Vou sempre direto ao ponto.
P.S.: Quem não estiver entendendo alguma coisa da fic é só mandar uma mensagem ;)
Milla: A intenção é chocar, chorar, rir e etc. Espero mesmo que esteja gostando da fic.
Vanessa E. Potter: kkkkk carinha do gatinho do Shrek. Amei. Kkkk Agora sou eu a dizer: Continua Continua Continua a ler!
Ana Krol: Eu também te amo ta gata? E não se preocupe porque você continua a ser minha melhor amiga.
Vanessa S.: Ela não é filha do Diabo ela é filha de um demônio. Tem um grande diferença ;) Antes fosse! Se não ela era o Anticristo!
Zix Black: Melhoras então. Bjin!
