-Pois é. Hoje à noite vamos lá. E devolve minha mãe, por favor. Ela precisa me ajudar a me produzir. E ao Lee também. Temos uma peça hoje a noite da qual somos protagonistas.

-Desculpe, acho que não ouvi direito… Vocês… Os dois sozinhos descobriram onde ela estava? –Falou Remus.

-Sim… - Falou Chloe com simplicidade.

-Essa é a minha garota! –Festejou Remus. –Puxou a mim viu?

-Entendemos Remus.

-Então vamos de que horas? Agora? –Eu perguntei já me levantando.

-Não. Você vai descansar juntamente com James. A noite precisaremos de vocês. –Falou Alice.

-Mas… Quanto mais tempo descansarmos, mais difícil será pegar seu corpo! Na minha visão ele estava em um avião! Ele está vindo!

-Sim… Isso é um problema, mas não podemos chegar lá no colégio e destruir tudo! Vamos ter que procurar durante a peça. Se ocorrer um confronto… Deus no ajude.

-Alicia…

-Não vamos…

-Por favor, será melhor…

-Lily…

-Mãe! –Eu apelei. Eu nunca havia chamado alguém por esse nome. –Por favor, nós temos que ir o quanto antes!

-Já disse que não! –Alicia quase gritou e cambaleou. Antes de ela cair ao chão Remus a segurou.

-Você está bem? –Ele a colocou em uma cadeira.

-Receio que não. Aparentemente… Dorcas acordou. Ela esta tentando retomar o controle. –Ela colocou a cabeça entre as mãos. –Acho que vou ter que ir dormir…

Nisso ela bateu a cabeça com tudo na mesa.

Todos pararam talvez em choque. E um segundo depois ela respira fundo enquanto abre os olhos confusos.

Ela focaliza os olhos em Remus e joga os braços ao redor de seu pescoço.

-Hum… Dorcas? Você… Você está chorando? –Perguntou Remus confuso.

Agora nós ouvimos Dorcas fungar. Ela apertou mais ainda o pescoço dele.

-Dorcas? –Eu chamei.

Ela imediatamente o soltou e me olhou.

-Lily… -Ela sussurrou. –Lily! –Ela soluçou começando a ficar vermelha querendo chorar mais ainda.

Eu me levantei e ela pulou em cima da mesa se arrastando e agarrou meu pescoço(Tudo isso em um segundo) e bem… Ela nos derrubou.

-Você está viva! Viva… Você está viva… - Ela chorava para se acabar no meu pescoço. –Lily…

Eu acabei lembrando que ela estava consciente até o ponto em que cai da janela com uma espada cravada em meu peito.

Eu afaguei seu espesso cabelo loiro em uma tentativa de acalmá-la.

-Dorcas. –Ela foi arrancada do meu pescoço pelo Remus e fui levantada por James.

-Você está bem? –James me perguntou me olhando nos olhos. Percebi que a marca do seu contrato não estava mais ali. Quando foi que ele colocou a lente?

-Solte-me. –Falou Dorcas imensamente vermelha.

-Não. Tenho uma outra sugestão! Eu te arrasto para casa e você vai descansar. Vamos Chloe. –Falou Remus.

-Sua coisinha IRRITANTE! Solte-me agora!

-Tá. Você quem pediu. –Ele a colocou em um ombro e saiu pela porta com Chloe e Lee atrás deles.

-Tchau Tia! –Gritou Chloe do corredor.

-Tchau.

-Bom, também vamos indo. Alice me acompanha?-Falou Dumbledore.

-Acho que vou ficar. –Ela deu um sorriso triste.

-Então Adeus. –Dumbledore fechou a porta bem devagar.

-Bem, eu preciso resolver uns assuntos... Na casa do Peter. Fiquem a vontade. Eu irei trocar de roupa. –Falou James sem graça.

Ele se virou e foi para o quarto.

-Mais uma vez desculpe por ter feito você se... Bem, ter feito o que você fez. –Alice deu um sorrisinho.

Me matar. Ela quis dizer.

-Eu lhe entendo. Só fiz o necessário. Por mim... Por todos. E sei que não teria pedido se não fosse ao último caso.

-Ainda bem! Quero dizer, se você entende o porquê então para mim está perfeito! Não quero que as coisas fiquem estranhas entre nós, porque afinal você é minha sobrinha e iremos nos ver muito!

Ela sorria à medida que falava. Não sei o porquê, mas tenho uma sensação estranha sobre ela. É como se o que ela falasse fosse completamente falso e que só estava falando aquilo para se dar bem. Para que ela voltasse a ser a boazinha da história.

-Bem, se não se importa irei tomar um banho. –Falou Alice. –Faz séculos que não tomo um!

Ela se virou em direção ao quarto.

-Espere! James está no quarto. É mais fácil você ir para aquele banheiro. –Eu apontei para o da sala.

-Ah, ok. –Ela parou.

-Eu preciso ir para a garagem. Eu tenho quase certeza que esqueci algo importante no carro. –Eu falei e praticamente corri para a porta.

Eu tinha que pegar aquele crucifixo o mais rápido possível! Ou então terei aquelas visões novamente!

POVJAMES

Estranho… Apesar de tudo o que elas falaram parecer loucura algo me diz que é verdade. Mas se essa coisa de reencarnação for também verdade... Tenho que rever meus conceitos sobre todo o resto.

Coloquei meu uniforme(Camiseta branca social, calças pretas sociais, gravata de sempre) e abri a porta. Nenhuma das duas a vista.

-Hum… Lily? –Eu perguntei.

-Aqui! –Gritou ela do banheiro.

-Para onde foi Alice? –Eu cheguei perto da porta.

-Ela foi lá embaixo! Parece que esqueceu algo no carro.

-Ah, então tá. Eu estou indo.

Eu comecei a andar para a saída.

-Espera! –Ela abriu a porta do banheiro. Eu ainda estava de costas. Eu me virei.

Nua. Ela estava nua…

Espera.

-Alice. –Eu olhei nos olhos dela. Verdes se mesclando com vermelho. Os olhos da Lily não fazem isso. –O que pensa que está fazendo?

-Por quê? Não posso? –Surgiu um sorriso malicioso em seus lábios. Ela deu um passo em minha direção. Os olhos verdes se mesclando ainda mais com vermelho.

-Alice. –Eu avisei.

-Não se preocupe. Já percebi que colocou a cólera. Mas não significa que eu ainda não tenha influência sobre você.

Ela andou para bem perto de mim. (N/A: Gente eu só pensei na música Girlfriend da Avril. Kkkkk Alice má!)

Sorrindo...

Meus pensamentos começaram a ficar nublados.

Dentes tão brancos... Ela continuava a sorrir.

E aqueles lábios se aproximando tão rápido...

Aquela atmosfera densa...

NÃO!

-PARE! –Eu a empurrei e dei vários passos para trás até me encostar em uma parede. Maldita demônia! Ela estava usando seus poderes para me encantar.

-NUNCA-MAIS-FAÇA-ISSO. –Eu falei entre dentes.

Ela me olhou com rancor e um pouco depois seu olhar se tornou triste.

-Desculpe, mas não consegui ficar longe de você. Não resisti à idéia de você me olhar do mesmo jeito que olha para ela.

Seus olhos começaram a se mesclar com lilás.

-Desculpe! –Ela colocou o rosto entre as mãos. –Por favor, desculpe!

Ela começou a soluçar. Droga.

Eu olhei para a mesa. A sua toalha estava na mesa. Eu a peguei e joguei em cima de sua cabeça.

-Por favor, se cubra.

Ela pegou a tolha e colocou-a ao redor do corpo.

-Desculpe. –Ela olhava para baixo. –Ás vezes eu deixo meu lado mal transparecer.

-Eu te desculpo contanto que isso não torne a repetir.

-Sim. –Ela sorriu. Agora seus olhos verdes se mesclando com lilás.

-Bem, adeus. –Eu comecei a ir para a porta.

-James, espere! –Ela falou.

-O que? –Eu me virei.

Ela sorriu (Nota mental: Lembrar sempre que se alguém estiver com os olhos meio vermelhos sempre tomar cuidado. Em especial às gêmeas Alice e Alicia) e deu um chute nas minhas partes baixas.

†††O MUNDO SIMPLESMENTE PAROU††† *

-Ninguém nunca me deu um sermão. Você não vai ser o primeiro. –Alice sorriu e me mandou um beijo. Ainda por cima saiu saltitando de volta para o banheiro.

Eu fiquei deitado no chão absorvendo a dor.

-Achei! –Lily gritou entrando no apartamento. –Achei o meu crucifixo… James? –Eu estava gemendo no chão em forma fetal. Com certeza ela estranhou.

-A maldita me deu um chute… Ai…

-Um chute? Mas aonde… Ah. –Pela posição dava para ver onde. Ela veio para perto de mim com os dedos segurando os lábios.

-Ok. Eu sei que você quer rir. Pode rir. A vontade, só não ligue se eu começar a gemer mais alto de… - Fui interrompido pelas gargalhadas dela. Eu suspirei.

Ela caiu ao meu lado rindo. Já estava até chorando de rir!

-Lily. Já riu o suficiente. Lily… PODERIA ME FAZER O FAVOR DE PARAR DE RIR?

-Certo, certo… -Ela se levantou ainda chorando de rir. –O que quer?

-Uma bolsa de gelo? Por favor?

-Ok. –Ela foi até a cozinha e voltou com a bolsa.

Eu o coloquei imediatamente em cima das minhas partes íntimas. O alívio veio imediatamente.

-Maldita…

-Ela estava só brincando! Não fique assim! –Ela tocou meu ombro.

-Brincando… Eu é quem devia ter ficado com raiva dela… Tolo, tolo!

-Por que você é quem deveria ficar com raiva? O que houve? –Ela se sentou na minha frente.

-Nada… -Eu abaixei a cabeça. Não queria causar uma briga familiar.

-Fale. –Ela segurou meu queixo me forçando a olhá-la nos olhos.

-Ela tentou me agarrar e eu a afastei. Ela não gostou.

-Ela… -Lily ficou vermelha. –Ela me paga!

Lily se levantou com raiva e correu até a porta do banheiro.

-Alice! Abra essa porta! –Lily batia na porta com força.

-Você vai fazer o que? Socar-me? –Falou Alice com desdém.

-É um bom começo! –Ela estava um pouco sádica demais ou é só impressão minha?

-Lily… Está bom, Lily! –Eu acabei por me levantando ainda com um pouco de dor. A abracei pela cintura e ela começou a se debater.

-James me solta! Essa… Mentirosa! Eu vou… Me solta! –Eu comecei a arrastá-la para o quarto. Ela estava histérica!

Eu a joguei na cama e tranquei a porta.

-Se acalme!

-James!

-Por favor, se acalme!-Eu dei uma risada. No mesmo instante a face furiosa dela se transformou em uma expressão incrédula. Mas a partir daí ela começou a rir.

-Meu Deus! Eu pirei ali!-Eu sentei ao seu lado na cama.

-É bom saber que você vai defender seu homem com tantas garras e dentes! –Eu ri. Ela me olhava por cima do ombro.

-E é bom saber que você já se intitula de meu homem. –Ela começou a se aproximar. Centímetros dos meus lábios.

-Não ainda. Falta um detalhezinho para ser oficial. –Eu me aproximei um pouco mais. Milímetros agora. Não conseguia tirar os olhos dos lábios dela, assim como ela não conseguia tirar dos meus lábios.

-É melhor acertarmos isso, não acha? –Ela olhou-me nos olhos e eu segui seus olhos.

-Com certeza. –Eu encostei de leve os lábios nos dela. E outra vez só que mais demorado. Ela nos separou.

-Mas também não quero que pense que sou tão fácil assim. Por hoje… Vamos apenas descansar. –Ela me deu um selinho rápido e levantou num pulo da cama.

-Vem cá, você é bipolar? –Eu levantei rapidamente e a coloquei em um dos meus ombros. Ela deu um grito de alegria disfarçado de surpresa. –E aonde pensa que vai?

-Arrombar aquela porta e afogar minha tia. O que acha?

-Tentador, mas já que estamos machucados demais para termos uma atividade extracurricular e já que você quer dar uma de difícil então vamos apenas dormir juntos. No sentido literal da palavra. –Eu a joguei na cama.

-Seu grande estraga prazeres! –Ela exclamou ainda sentada.

-Isso eu garanto que não sou. –Eu ri com malícia.

POVCHLOE

-A essa altura os dois já estão apaixonados. –Falou minha mãe. –Ou discutindo a relação. Ou dormindo abraçadinhos. Ou…

-Se você disser outra opção eu te jogo do carro em movimento. –Falou meu pai aborrecido.

-Por que a minha mãe tá falando tudo isso? –Eu sussurrei para o Lee.

Ele limitou-se a rir. O olhei com irritação.

-Por que a mamãe ta falando todas essas opções desde que saímos papai?

-Porque ela quer dar o troco me irritando.

-E por que isso tá te irritando? –Nós viramos a esquina da minha rua.

-Oras, porque ela está falando da minha irmã com o meu melhor amigo! –Estávamos em frente a casa.

-Unhum. Ou quem sabe eles já estão se pegando pra valer. –Falou minha mãe.

Meu pai freou repentinamente nos empurrando para frente.

-Agora chega! –Ele saiu do carro batendo a porta.

-Ele acha que pode enfrentar uma policial? –Sussurrou minha mãe. Meu pai abriu a porta dela.

-Ou sai por mal ou por mal.

-Não é por bem ou por mal? –Falou minha mãe.

-Não. Nas duas opções tem feridos.

Ele pegou a cintura dela puxando-a do banco.

-Opa! Vai tirando as mãos de mim! –Ela pisou no chão com força fazendo o salto agulha produzir um barulhinho irritante.

Ele a colocou no ombro novamente. Eu tapei os olhos do Lee. Da última vez que o meu pai a colocou no ombro, apareceu mais do que devia.

-Hum, Chloe? Acho que não sou mais uma criancinha… -Falou Lee.

-Não importa. É minha mãe. –Meu pai e mãe entraram em casa(Que bom poder falar mãe e pai juntos!). Tirei a minha mão dos olhos dele. –Agora sim. Vamos.

Mal tinha trancado o carro e já ouvi passos vindo na minha direção

-Chloe? –Perguntou alguém. Esse alguém era a minha vizinha "curiosa". –Está tudo bem? Ouvi sua mãe gritar.

-E o que ela gritou? –Eu perguntei sem nem olhar na cara dela.

-Bem… Ela gritou por socorro! Isso é o que importa! Vou chamar a polícia! –Falou a mulher pegando o celular no bolso. Eu suspirei. Por que todo vizinho é xereta?

-É uma pena… Aquele homem não é nada de se jogar fora…- Suspirou ela.

Eu dei uma gargalhada. Agora eu estava com ciúmes.

-A senhora nunca terá chance com ele! Não se iluda.

-Não acha que está um pouco ousada demais garota? Vá brincar seus brinquedinhos, vá.

-Aquele homem é o MEU pai e ESPOSO da MINHA MÃE. Então, por favor, contenha sua língua. Com licença, irei brincar com os meus brinquedinhos.

Eu saí irritada.

-Adeus. –Falou Lee correndo atrás de mim. Fechou a porta antes que eu entrasse em casa.

-O que foi aquilo?

-Ela mereceu. –Eu falei ainda encarando a porta.

-Sim, mereceu. Mas essa não é você.

-Eu… Eu não quero falar.

-Hey. Eu sou o seu melhor amigo. Você nunca escondeu seus sentimentos de mim. Vai começar hoje?

-Está certo! Eu fiquei com raiva só de pensar em minha família sendo tirada de mim novamente, ok?

-Chloe…

-FILHA! –Eu ouvi meus pais gritarem por mim.

Seria um dia beeeeeeem longo…

Enquanto isso no aeroporto… (kkk to me divertindo ao escrever essas frases!)

Electa desceu os degraus do avião, apreensiva. A viagem havia sido cansativa, irritadiça e curiosa. Além de Bellatrix soltando todo o seu veneno em cima dela ainda teve que agüentar as cantadas de Tom até um ponto. Mas aí é que estava o problema. Mais pra curiosidade. De repente ele parou. E se tornou totalmente frio e pensativo. E foi logo depois dele ir pegar algo para ela beber. Que, aliás, ele não trouxe.

-Cain. –Chamou Electa para o homem parado à sua frente.

-Sim? –Ele se virou. Ela notou o olhar perdido dele.

-Eu vou indo. –Ela ajustou sua bolsa.

-Para onde? –Ele franziu o cenho.

-Atrás das minhas garotas.

-Será mais rápido se vier comigo. –Ele se aproximou perigosamente.

-Não. Até parece que não me conhece. Adeus.

Ela se virou para ir embora, mas ele segurou seu braço.

-Electa.

-Não confio em você. Acharei meus próprios meios. –Ela puxou o braço e saiu correndo.

Riddle suspirou. Era melhor assim. Se soubesse que Lily faria contato tão cedo com ele, nunca a teria trago.

-Lord. –Falou Bellatrix. –Para onde vamos?

-Para a casa de alguém que eu realmente não queria rever.

POVLILY

BUM!

Eu levantei a cabeça no mesmo momento.

BUM! Outra vez.

Olhei para James. Completamente no sono profundo. Olhei ao redor e percebi que o quarto estava escuro. O que era estranho, pois a gente foi dormir de manhã. Levantei-me e dei uma olhada no relógio: 10:00 AM. Cortinas, é claro.

Fui até a sala e BUM!

Apoiei-me na mesa no mesmo instante. Sabe aquelas horas que você sabe que está em um filme de terror? Esse era o momento.

Avistei um papel pregado na porta: "Saí. Volto à tarde. Alice". A porta tremeu e percebi que era alguém batendo na porta.

-Boba. –Eu falei rindo.

Corri até a porta e a abri.

Tudo pareceu parar por um momento. Ou diminuir a velocidade. Como se tudo congelasse e girasse ao mesmo tempo.

Ele parado à minha frente e eu caindo. Caindo direto nos braços dele. Não por um tombo, tontura ou levar algo na cabeça. Ele me deixou assim. A presença sufocante dele me causou isso.

Ele me segurou de prontidão e me colocou em seu colo já entrando na casa.

-Você está bem? –Ele me sentou em uma cadeira.

-Sim. –Eu falei tossindo. Ainda sentia falta de ar.

-Ainda bem. Não poderia te perder agora que estou tão perto. –Ele sorriu encantador.

-Perto? –Eu levantei o olhar. Os olhos verdes se tornando vermelhos.

-Perto de ter todas vocês. –O sorriso dele se tornou diabólico.

Eu levantei em um pulo. Um terrível sonho. Um pesadelo.

Não, um aviso.

Afundei o rosto no peito de James. Será que eu teria esses sonhos horríveis com esse homem até o fim dos tempos?

Toc Toc

Eu levantei a cabeça. Pelo o amor de Deus, que os meus sonhos não sejam premonitórios agora!

Deitei a cabeça novamente. Alice atenderia. Ela estava na casa.

Toc Toc

Eu suspirei. Alice era uma preguiçosa sem sombra de dúvidas!

Eu me levantei tentando fazer o menor som possível. Cheguei até a porta e a abri.

Uma mulher um pouco mais velha que eu estava parada na porta. Parecia… Deslumbrantemente chique.

O que me chamou a atenção foram os olhos. Eram de um azul tão profundo e misterioso que chegava a ser anormalmente multicor.

-Sim? –Perguntei.

-Você é Lily Evans, certo? –Ela sorriu ficando cada vez mais bonita com o cabelo curto.

-Sim, sou eu. O que quer?

-Poderia entrar, por favor? Vim da Inglaterra apenas para vê-la.

-E por que você viria da Inglaterra apenas para me ver? –Eu franzi o cenho. –O que quer comigo?

-Lily, não reconhece alguém da família quando o ver? –Ela sorriu de um jeito tão sereno que chega deu vontade de apenas abraçá-la e ficar horas ali.

-De onde nos conhecemos mesmo? –Eu perguntei abrindo o resto da porta para ela entrar.

-Não nos conhecemos.

Gente, feliz Natal para vocês! Obrigado pelo o apoio e compreensão! Não era pra terminar ai, mas queria dar-lhes um presente de natal para vocês.

A Substituta completou um ano! FELIZ!

Feliz Natal =D