Capítulo 18 — O início da guerra
Sam chorava abraçado a Hellen. Estava inconsolável. Os outros não arriscaram dizer nada ou perguntar o que estava acontecendo. Talvez porque não quisessem ser indiscretos, talvez porque respeitassem a tristeza do garoto. Mas, era visível o que existia entre o caçula Winchester e seu irmão mais velho. O amor não fraternal entre os dois já era desconfiança de todos os presentes e a maneira como os garotos se comportaram perante a confissão de Lilith só confirmou antigas suspeitas.
— Venha, querido! Venha comigo!
Sentindo-o mais calmo, Hellen afrouxou o abraço, guiando-o pela cintura até um dos quartos de hóspedes no andar de cima. Subiam em silêncio sob o olhar preocupado de Bob, Ruffus e Jo.
— E essa agora, Bob! O que vamos fazer? — Perguntou Ruffus.
— Vocês eu não sei, mas eu vou ligar para o cabeça dura do Dean! Ele não pode abandonar o irmão. Afinal, não é só ele que está sofrendo! Pelo que vi nas visões daquele demônio maldito, Sam sofre com essa história desde que o bastardo do John contou para ele.
— E você não sabia disso, Bob? — Perguntou Jo e em sua voz era visível a descrença.
— Claro que não, garota! Eu sempre amei esses garotos como meus filhos. Se eu tivesse descoberto o que John fez, teria resolvido essa situação há muito tempo.
O senhor Singer, ajudado por Ruffus e Jo, alternavam ligações para os vários números, em diferentes celulares que o Winchester mais velho usava. Ligaram até mesmo para o celular em que ele atendia pelo verdadeiro nome. Sem resultados. Quando as chamadas não iam para a caixa postal, eram desligadas ao primeiro toque.
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Illinois era um bom estado para se morar. Desenvolvido e pontuado por belezas naturais. No entanto, isso não importava para Dean Winchester, pois o que ele queria naquele momento era livrar-se da sensação de traição e respirar aliviado por Sam não ser seu irmão de sangue, mesmo que isso nunca tivesse importância para ele, pois decidira há anos ter o garoto em seus braços, apesar do suposto grau de parentesco.
Ah! Como queria deixar para lá as palavras de Lilith e abraçar seu caçula, consolá-lo, confortá-lo...
Sabia que o deixara para trás, aos prantos. Ouvira o grito dele o chamando quando atravessou a porta da casa de Bob. Seu peito doeu de tristeza e se segurou muito para não voltar atrás porque precisava esfriar a cabeça, precisava ficar só, incomunicável, sem ninguém para influenciar na decisão que para tomar.
Sim! Precisava tomar uma decisão em relação a essa história e sabia que qualquer que fosse ela, jamais tiraria o garoto de sua vida. Se não desistiu dele durante os anos de recusa ao seu amor, porque desistiria agora? Então, porque não conseguia se livrar da sensação de traição e abandono? Por que não voltava, tomava Sam em seus braços e o amava até levá-lo à exaustão?
A verdade era que Dean não havia digerido tudo o que o demônio Lilith lhe falou, não havia assimilado a ideia de que sua mãe e irmão tinham sido assassinados por causa de uma trama diabólica e mesmo sabendo que o amor de sua vida não tinha culpa nenhuma, sentia-se mal porque ele fazia parte dessa jogada macabra. Porém, à medida que pensava assim, pensava também que mesmo que seu Sammy fosse a própria reencarnação do diabo, encontraria uma maneira de ficarem juntos, ainda que tivesse que escolher o inferno como morada, ainda que tivesse que abrir mão de ser caçador para se tornar caçado por outros caçadores, ainda sim, seu Sammy seria seu caminho, sua saída.
"Droga, Sammy! Por que tinha que ser você o escolhido do diabo"!
Verbalizou um de seus pensamentos.
"Espero que entenda. Eu preciso de um tempo para digerir essa situação".
Sentia-se muito mal por saber que o caçula estava sofrendo.
"Eu queria tanto um irmãozinho! Amava tanto a nossa mãe"!
As lembranças da visão do seu irmão morto e a mãe queimada "chicoteavam" seus devaneios.
"Será que eu amaria meu irmão como amo você? Acredito que não! Você é único, Sammy, único para mim. Sempre vai ser".
Continuava em seu rumo incerto guiando o Impala a lugar nenhum. Seguia em frente sentindo a vontade de voltar aumentando dentro de si, ganhando espaço apesar das dúvidas. O que ele ainda não sabia era que se tratava de mais um de seus pressentimentos em relação a seu Sammy, mais um de seus pressentimentos, como aquele quando o salvou de ser queimado vivo quando o buscou em Stanford.
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Sam estava dentro de uma igreja antiga em um cemitério abandonado em Los Angeles, Califórnia. Cruzes deterioradas, solo apodrecido, urubus sobrevoando, um cenário de horror causando inveja aos cemitérios de filmes de terror.
De repente, o jovem tirou um pequeno punhal do bolso de sua jaqueta fazendo um corte em sua mão esquerda. O sangue escorria e ele pôs a mão sobre uma fonte desativada dentro do local. Ele sabia que não havia corpos guardados naquela igreja, mas a essência do mal que encontrou um caminho de fuga através daquele local, dentro do cemitério e, para impedir a ressurreição de Lúcifer, precisava usar seu sangue mesmo que isso custasse a sua vida.
— NÃÃÃÃÃÃÃO!
Um grito ecoou no cemitério quando as forças de Sam já estavam se esvaindo. Era Lilith, gritando fervorosamente em meio à visão de seu mestre sendo selado eternamente em sua morada. O garoto se virou e com desdém falou:
— Sim! Vadia! E, para completar o serviço...
Ao dizer isso usou todas as suas forças restantes para destruir Lilith dentro do corpo da mulher morena que ela habitava. A estranha caiu e passados alguns segundos abriu os olhos assustada. Viu o garoto winchester caído no chão com a mão ensanguentada, mas enfaixada com a jaqueta dele. Foi ao seu auxílio.
— Eu vou ficar bem, senhora! Chame meu irmão! Chame Dean.
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Sam acordou assustado. Sua respiração irregular e seu coração parecia que ia sair pela boca. Não tinha forças para levantar, pois sentia uma dor de cabeça excruciante. Sabia o que aquilo significava.
— Deus! Isso foi uma visão?
Perguntou apenas para si mesmo ainda deitado. Tentava levantar.
— Será que é assim que posso evitar a volta de Lúcifer?
Sua mente era uma reviravolta de perguntas sem respostas. Queria muito fazer o certo e marcar ponto positivo contra o mal. Afinal, Dean sofria por causa do que foi feito a sua família. Ele próprio sofreu esses sete anos por isso, devido às acusações de John Winchester.
— Maldito seja, anjo infernal! Espero trancafiá-lo em sua jaula para sempre.
Falava enquanto erguia-se lentamente da cama, apurando sua visão, respirando calmamente e recuperando as forças antes esvaídas devido a recente premonição. Calçou suas botas, vestiu sua jaqueta que estava em uma cadeira ao lado do criado mudo e foi em direção ao banheiro lavando o rosto e secando-o. Após arrumar os cabelos, pegou sua carteira e andou sorrateiramente até a porta do quarto, abrindo-a com cuidado. Ouviu vozes. Hellen e Bob conversavam no andar de baixo, provavelmente próximo a escada. Sam não esperou para saber o conteúdo da conversa, pois não queria arriscar passar pelos dois. Do jeito que estava quando Hellen o levou para o quarto, era bem provável que não o deixassem sair de lá. Voltou para o quarto fazendo uma corda com os lençóis da cama, descendo para o pátio cheio de carros velhos e "pegando emprestado" o de Bob que estava na garagem mais à frente já que não precisava de chave para dá partida no veículo.
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— Como assim não conseguiu localizar, Dean! O GAROTO PRECISA DO IRMÃO!
Hellen estava possessa com Dean Winchester. Há duas horas o procuravam. Ruffus e Jo ligaram para todos os contatos que conheciam buscando ajuda enquanto Bob e Harvelle tentavam localizar o mais velho dos winchester também por meio de contatos. Sem sucesso.
— NÃO GRITE COMIGO, SENHORA CAÇADORA! Estou tão preocupado com os dois quanto você. Acha que não quero o melhor para eles? — Os ânimos de ambos estavam exaltados.
— Desculpe-me, Bob! Estamos todos nervosos e preocupados. Temos um demônio perigoso à solta e um garoto no qual os demônios querem arrastá-lo para o lado escuro e agora o irmão mais velho dele some. Não quis ser egoísta. — Estava mais calma.
— Vai dá tudo certo! Acredite!
Os dois caçadores mais velhos voltaram a sentar no sofá próximo a entrada da casa. Esperavam que Ruffus e Jo tivesse mais sucesso que eles na tarefa de encontrar Dean.
Cemetery Eternal Home, Los Angeles, Califórnia, cinco e quarenta e cinco da tarde.
O odor de morte impregnava o lugar tornando a respiração uma tarefa cansativa. A luz remanescente daquele fim de tarde, ocultava parte da escuridão que encobria o local manchando até mesmo o verde reluzente das ervas daninhas que resistiam às ações do tempo. O vento frio circulava o ambiente em sopros rápidos e barulhentos em uma melodia ritmada, fúnebre e para completar, o barulho dos urubus que circulavam a cima do cemitério entoava ainda mais o ritmo de morte sobre as velhas lápides e cruzes, desbotadas e quebradas, perdidas em meio ao esquecimento àqueles que ali repousavam.
— Que lugar horrível!
Sam comentou assustado enquanto cruzava o vasto lugar. Era caçador desde criança, mas não se lembrava de um lugar tão tenebroso quanto aquele em que se encontrava.
— Espero que eu esteja certo! Espero que aquela tenha sido mais uma visão.
Continuava falando mesmo para o nada. Não negava para si o medo que sentia. E mesmo tendo poderes mediúnicos, decidiu trazer consigo duas pistolas automáticas carregadas com balas de prata e estacas do mesmo material. Não sabia se havia zumbis naquele lugar. Era o que pensava, antes de pisar em uma grossa corrente.
— O que é isso? — abaixou-se com cuidado, erguendo devagar a corrente do chão. Seguiu-a.
— Achei!
Sim! Havia encontrado a igreja abandonada que vira em sua visão. A grossa corrente que encontrara era parte das trancas de uma cerca de arame grosso e resistente, isolando-a.
Sam sorriu com a tentativa das pessoas em vedar a igreja. Certamente, quem fez isso, não sabia da existência dos caçadores.
Usou uma de suas chaves especiais e sem nem mesmo precisar de um maçarico ou um material cortante, em cinco minutos cruzara os limites entre a cerca e o local misterioso depois dela. Não houve esforço para forçar a antiga fechadura. Adentrou o cômodo escuro e fétido que jazia naquele espaço. Viu a sua frente a fonte desativada que procurava. A mesma que vira. Respirou fundo e como na visão, buscou o punhal que sempre carregava consigo. Arregaçou a manga esquerda de sua jaqueta.
— É agora ou nunca!
Pôs a ponta do punhal sobre a palma da mão, próximo ao dedão e fechou os olhos com força antes de apertá-lo e fazer um corte longo e profundo até o fim da palma, perto do pulso. Fechou o punho deixando que o líquido vermelho e vital jorrasse sobre a fonte. O sangue esvaia rápido e Sam sentia a fraqueza o consumindo.
— Há, há, há, há! — Uma risada macabra ecoou pelo lugar e mesmo atordoado, o garoto virou para olhar não encontrando ninguém.
— Não, Sam winchester! Não está ficando louco.
Uma rajada de vento forte e fétido cruzou todo o cemitério pairando sobre o jovem caçador que fraco, caiu sobre o local molhado pelo seu sangue. Não conseguia abrir os olhos. A consciência ameaçava lhe abandonar.
— Você e o mestre são as únicas belezas desse lugar, sabia? — Uma voz feminina e fantasmagórica falou próximo ao seu ouvido. Sam se lembrou de quem se tratava. Lilith.
— O que você quer? — Virou o rosto em direção à voz fazendo esforço para abrir os olhos.
— Garoto! Você é o mais inteligente dos winchesters. Ainda não percebeu o que você fez? Dentro de alguns segundos o mestre vai está livre e tudo graças a você.
— Não! Meu Deus! Não! — As lágrimas rolavam de seus olhos.
— Sim, querido! Seu Deus não vai salvá-lo. Entenda! A visão que você teve foi implantada por mim e graças ao afastamento do seu irmão, pude me aproximar de você e tocar sua alma. Dai a visão que você teve há algumas horas atrás.
— Não! Dean!
— Não chore, garoto! Você receberá uma dádiva. O meu pai adentrará o seu corpo. Será jovem e belo para sempre! Sem falar que ele é o rei e depois de se vingar dos humanos, vingar-se-á do pai que o aprisionou. Céu, inferno e céu serão um só e como ele é misericordioso vai poupar o seu irmão por você. Acredite!
— Dee... — Sam desmaiou devido à perda de sangue.
De repente, a igreja e todo o cemitério começaram a tremer. As lápides e cruzes do lugar tornavam-se apenas pó à medida que o tremor aumentava.
— FINALMENTE, MESTRE!
Uma luz branca fluía do interior da igreja abandonada. Uma figura fantasmagórica surgia de uma fenda aberta em meio a fonte desativada. Era Lúcifer e ao seu lado, o demônio Lilith gargalhava.
O arcanjo caminhava em direção ao demônio. A forte luz que emanava nada mais era do que seu poder e glória angelical expandindo-se em proporções mínimas porque o planeta não aguentaria toda a rajada do seu poder.
— Pai! Finalmente o senhor está de volta!
Lilith sorria aguardando ansiosamente a aproximação do mestre, aquele que chamava de pai. E, à medida que ele ia andando, mais se ajustava ao corpo do jovem no qual possuía.
— Você conseguiu, filha! Desde o início dos tempos que eu espero por isso! Sabia que não ia me decepcionar. — No corpo de Sam, o anjo falava com arrogância e prepotência. Não havia vestígios da doçura e meiguice do garoto winchester.
— Pai! O senhor voltou! E agora? O que vamos fazer? — Lilith perguntou com entusiasmo depois de se curvar a Lúcifer.
— Vamos esperar. Apenas esperar.
— Senhor! Não acha melhor... — O anjo pôs as suas mãos no rosto dela e falou comedido:
— Acredite em mim, filha! Dean winchester virá atrás do irmão. Ele já sabe que algo aconteceu ao seu caçula.
— Mas, eu não entendo, senhor! Como ele sabe?
Lúcifer sorriu da ignorância do demônio a sua frente, aumentando ainda mais o escárnio que sentia por eles. Só não os repudiava mais do que aos humanos e Deus.
— Ele já sabe porque o garoto, cujo corpo possuo, é alma gêmea de dele assim como meu irmão Miguel é a minha.
Lilith assentiu resignada. Esperaria então, ao lado de seu mestre, a hora de reencontrar os antigos inimigos: o arcanjo Miguel e a deusa Athena.
— Dessa vez, meus caros, eu sairei vencedor. — Bradou Lúcifer.
Paralelamente em Chicago, Illinois.
— Bob, Hellen! Onde estão vocês. Cadê todo mundo? — Dean adentrou a casa do amigo caçador, deixando a porta da frente escancarada. Não tinha tempo para nenhuma formalidade.
— Porra! Cadê vocês? — Falou exasperado depois de passar pela sala de estar, cozinha e andar de cima, nos quartos.
— BOB!
— Calma ai, nervosinho! Finalmente resolveu dá as caras?
— Onde está o Sammy! Por favor, Bob! — Sua voz era pura angústia.
— Ele está dormindo em um dos quarto de hóspedes. Adormeceu pouco tempo depois de você sair.
— Não! Não está! Acabei de olhar. Meu irmão corre perigo! Alguma coisa aconteceu por ele. Precisamos ir!
Quando Dean avançava em direção à saída, o senhor Singer o segurou pelo pulso e o puxou de volta.
— Você acha que pode chegar assim, sem dá explicações de nada, achando que se preocupa com seu irmão mais do que eu ou qualquer outra pessoa que cuidou dele? Esqueceu que o deixou sozinho e desolado conosco? Se Sam saiu por ai, você é o culpado. Não lembra que... — Dean o segurou pelos ombros, olhando-o firmemente:
— Eu sei que eu errei e talvez por causa disso o Sam agora esteja em perigo. Bob, depois você me xinga, soca, faz o "iscambau", mas por hora preciso da sua ajuda e a dos nossos amigos caçadores. Temos que salvar meu irmão.
Mais calmo, o velho caçador se recompôs.
— Você sabe onde ele está? Como chegar até lá?
— Cemetery Eternal Home, Los Angeles, Califórnia. E eu já providenciei o roubo de um jatinho particular.
Paralelamente no Castelo Manderley, Irlanda do Sul.
Enya andava de um lado para outro em sua sala de estar. Sentia algo ruim comprimindo seu peito. Uma sensação de perda, como se algo estivesse em contagem regressiva em sua vida. Trancou-se no escritório há quase duas horas, deixando seu suposto filho aos cuidados de James. Nem mesmo quis a presença do garoto, pois por mais incrível que pudesse parecer, não deixava de pensar em Sam, chegando até mesmo a desejar fazer uma troca entre seu filho recém-encontrado e o jovem Winchester.
— Dean! Por que você não atende? — Tentava pela quinta vez falar com o loiro. Queria conversar com ele e o caçula sobre o que sentia. Foi até a janela e olhou para o céu escurecido pela noite. Fez uma prece silenciosa. Buscava a raiz de sua aflição.
— Que droga de mãe eu sou! Não quero ficar perto do meu filho porque está perto dele só faz essa angústia que estou sentindo piorar. Como pode ser?
Falava olhando para o auto.
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— Fargor, o que está acontecendo? — O mordomo James falava com o detetive Fargor no escritório da senhora Bhraonáin.
— As coisas não saíram como o planejado. Perdi o rastro dos demônios.
— Eu sabia, mas o que ainda não sei é das consequências do seu erro. Fargor, ele traçou um plano e de acordo com ele, os receptáculos não estavam prontos para aceitarem seus destinos, ainda não!
— Eu sei e estou tentando concertar isso, mas aconteceu algo que não esperávamos.
— O que aconteceu? — O mordomo perguntou preocupado.
— Você sentiu a vibração há pouco tempo, não sentiu? — James concordou com um aceno de cabeça. — Quando perdi o rastro dos demônios, eles selaram os caminhos que levavam aos winchesters fazendo uso de símbolos enoquianos. Não consegui mais encontrá-los, então...
— Oh, meu Deus! Não, Fargor, não me diga que... que o jovem Winchester...
— Eu sinto muito! Sam Winchester foi possuído por Lúcifer.
— Como assim, possuído? O que aconteceu com o Sam? — A voz da mulher era incisiva interrompendo o diálogo entre os anjos.
— Senhora Bhraonáin, por favor...
— James, se tem alguma coisa acontecendo àquele garoto, eu quero saber agora! Eu exijo saber agora!
— Eu acho...
— VOCÊ NÃO TEM QUE ACHAR NADA, FARGOR! — Os homens a olharam espantados.
— Se aquele garoto precisa de ajuda eu vou ajudá-lo.
Continua...
Boa tarde, gente!
Como prometido mais um capítulo de almas acorrentadas. Terça-feira postarei o capítulo 19, ok? agradeço imensamente aos rewies que recebi em um curto espaço de tempo. Espero contar com eles no próximo capítulo. E, para aqueles que acham que não é importante comentar, saibam que isso motiva mais os fic writes a escrever capítulos mais rápidos e com criatividade, sabia? Pensem nisso!
Quarta-feira sairá o capítulo 2 de Erros do passado e Sweet August, só sexta-feira, amores. Desculpa amores, mas a realidade do trabalho não deixa ser diferente.
Uma ótima tarde de domingo e curtam muito a noite.
Mil beijos!
Respondendo aos rewies:
Elisete - Fofa, o doce Sam está sofrendo e o Dean também, mas o Winchester mais velho ama verdadeiramente seu Sammy e é amado da mesma maneira. Acredito que tudo entre eles vai se resolver, pois nada separa esses lindos. amiga, ainda não tive oportunidade de assistir o anime deles. Vou procurar assistir e comento contigo, ok? Mais emoções e revelações acompanharão os próximos capítulos. Beijos!
soniama livejournal - Calma, querida! O amor supera tudo, mas o Dean descobrir aquilo e ainda mais sobre o amor de sua vida estando envolvido, mesmo que indiretamente, mexeu com a cabeça do loiro. Mas, eles estão conectados e como são almas gêmeas, um não sabe viver sem o outro. Acredite! O bem vai triunfar e haverá justiça. Sweet, minha linda, só sexta-feira. Beijos!
Anedarko - Obrigada pelo seu rewie. que bom que está gostando! ESpero-te nos próximos capítulos então. Beijos!
Patrícia Rodrigues - Sem problemas. Depois do que você falou, percebi que estava voltando o foco mais para Enya e Sam e não era isso que queria. queria ele e a mãe, mas principalmente ele e o irmão. que bom que está gostando agora dessa fic! Patty, Erros do passado postarei quarta-feira e Sweet na sexta-feira. Beijos, amiga!
Casammy - Dean estava de cabeça quente, mas você sabe que ele ama seu Sammy acima de tudo, né? E, o loirão também é amado da mesma forma. Acredite! DEan vai recuperar o equilibrio. Deixar seu caçula nunca passou pela cabeça dele, mesmo na série ele demonstra isso, mesmo quando ficavam separados por brigas. Beijos, amiga!
