OverPowered Prólogo Parte 2
Em pouco tempo, uma escada gigante com um tapete vermelho luxuoso cobrindo o meão apareceu diante dele. Momonga desceu lentamente no lance de escadas e chegou ao 10º Andar — o Andar mais baixo na Grande Tumba de Nazarick.
O lugar que chegou era um grande salão aberto com alguns servos esperando por ele.
O primeiro servo a chamar sua atenção foi um mordomo idoso vestido elegantemente em seu uniforme tradicional.
Seu cabelo era totalmente branco, assim como a barba impecável. Mas, as costas do velho eram retas como uma flecha e fortes como uma espada de aço. Ele tinha rugas visíveis no rosto sem expressões, dava um aspecto gentil a sua aparência, mas seus olhos eram tão afiados quanto uma águia caçando sua presa.
Seguindo atrás do mordomo como sombras, haviam seis empregadas. No entanto, seu equipamento era completamente diferente da empregada que tinha encontrado anteriormente.
Suas mãos e pés estavam cobertas de luvas e armaduras decoradas com ouro, prata e metais negros. Seu vestido armadura era como um uniforme de empregada, ela usava cocar brancos em vez de elmo. Cada empregada estava segurando um tipo diferente de arma, o que passava a imagem de empregadas guerreiras.
Seus penteados também eram bastantes diferentes umas das outras: Laços, rabo de cavalo, cabelo liso, tranças, cachos franceses, etc... Mas algo que todas elas tinham em comum era a sua estonteante beleza.
Além disso, foram divididas em tipos, tais como personalidades glamour, desportivo, tradicionais e outros...
Em YGGDRASIL, guildas em posse de uma base equivalente a um castelo ou superior, recebiam vários benefícios especiais.
Um desses benefícios eram os NPCs que guardavam a base.
Os monstros Undeads na Grande Tumba de Nazarick caíam nesta categoria. Estes chamados de "spawn NPCs", possuíam um nível máximo de 30 e renasciam automaticamente sem nenhum custo depois de um período fixo de tempo, mas não era possível alterar suas aparências e programação I.A., portanto não representavam uma grande ameaça contra outros jogadores, eram mais como um incômodo.
Por outro lado, outro benefício especial era a capacidade de criar NPCs originais. Quando uma guilda assumia uma base com classificação de castelo, eles poderiam criar NPCs com um máximo coletivo de 700 níveis. Como o nível máximo era de 100, era possível criar um
máximo de cinco NPCs níveis 100 e quatro níveis 50, isso apenas como um exemplo, é claro.
Ao criar um NPC original, além de sua aparência e I.A., ainda era possível alterar as suas armaduras e armas. Isto permitiu uma guilda para criar NPCs muito mais fortes e atribuí-los a proteger locais chaves.
mas no entanto, como deu para ver com a empregada a homúnculo, as opções do Momonga Nesse momento tava muito mais amplas De modificar seu NPCs Da base da Guilda Com a ferramenta de [Desenvolvedor] em mãos, Momonga percebeu que suas opções de personalizar e expandir a base da guilda e seus NPCs estavam praticamente ilimitadas.
mas com o desligamento de YGGDRASIL, pode-se dizer que esta ferramenta agora era literalmente inútil na mão de um jogador.
"Hmm."
Olhando para o mordomo e as empregadas curvadas diante dele, Momonga levou a mão ao queixo enquanto pensava. Já que ele tinha sempre usado teletransporte para passar de cômodo em cômodo, Momonga não vinha aqui muitas vezes, o que o levou a olhar os NPCs com um ar um pouco nostálgico.
e lembrando-se da empregada homúnculo da qual ele tinha esquecido nome. Ele também não se lembrava dos nomes desses NPCs.
A mão de Momonga operou o console, abriu uma página que era apenas acessível a membros da guilda e ativou uma das opções. Assim que o fez, os nomes dos servos apareceram acima de suas cabeças.
"Ah, então é assim que se chamam."
Ele fez um sorriso amargo ainda nostálgico ao recordar as disputas que teve com seus companheiros ao longo de decidir o nome para este NPC.
Sebas Tian, o mordomo, também servia como governante da casa.
As seis empregadas ao lado de Sebas estavam sob seu comando direto; era a unidade de combate e limpeza chamada de "Pleiades". Além delas, Sebas tinha vários servos e mordomos assistentes sob sua supervisão.
O quadro de texto tinha uma configuração mais detalhada, mas Momonga não estava com vontade de ler. Havia pouco tempo que restava até o desligamento do servidor e ele queria se sentar em outro lugar.
Todos os NPCs (incluindo as empregadas) continham detalhes intrincados, uma vez que houvera uma abundância de membros da guilda que eram amantes do detalhismo. Graças ao fato de que havia muitos ilustradores, designers gráficos e programadores em Ainz Ooal Gown, eles foram capazes de se obcecar sobre os recursos visuais e darem todos os seus esforços.
Originalmente, Sebas e as Empregadas de Batalha eram a última linha de defesa contra intrusos. No entanto, por serem pouco capazes de lutar contra jogadores inimigos que conseguissem chegar tão longe, seu único objetivo real era para comprar algum tempo. Mas como nunca houve invasores capazes de chegar a este ponto, eles nunca tinham recebido ordens e ficaram apenas esperando indefinidamente neste lugar.
Agarrando seu cajado, Momonga sentiu pena desses NPCs, embora esse tipo de pensamento fosse tolo. NPCs eram simplesmente dados e a única razão para acreditar que tinham emoções era devido a excelente programação da I.A.
No entanto—
"Como o Chefe de Guilda, devo movê-los uma última vez."
Enquanto ridicularizava a si mesmo por seu comentário arrogante, Momonga emitiu uma ordem:
"Sigam-me."
Sebas e as empregadas respeitosamente se curvaram, mostrando que aceitaram o comando.
O ato de movê-los deste local significava desconsiderar o que os membros da Guilda tinham em mente ao programá-los. Ainz Ooal Gown era uma guilda que enfatizava votos por maioria. Era proibido modificar apenas por teimosia com o que todos tinham criado em conjunto.
Mas hoje era o dia em que tudo acabaria. Momonga acreditava que todos perdoá-lo-iam se fosse tal dia.
Ponderando esses tipos de coisas, Momonga andou com o som de vários passos a seguilo.
Eventualmente, eles chegaram a um grande salão em forma de cúpula. Quatro grandes cristais de quatro cores diferentes encravados no teto estavam emitindo raios de luz branca. Havia 72 nichos na parede, a maioria deles com uma estátua. Cada estátua imitava a aparência de um diabo e havia 67 deles.
Este cômodo foi chamado de "Chave Menor de Salomão", também conhecido como "O Lemegeton". Fôra retirado do título de um grimório famoso.
As estátuas, modeladas a partir dos 72 demônios de Salomão, eram na verdade Golems feitos de metais mágicos raros. A razão pela qual havia apenas 67 Golems em vez dos 72 originais, foi porque o criador ficou doente e cansado do projeto, deixando-o parcialmente finalizado.
Os quatro cristais coloridos no teto eram na verdade um monstro. Se um inimigo invadisse este lugar, automaticamente conjurariam elementais de alto nível da terra, água, fogo e ar e lançariam um bombardeio de magias ofensivas de ampla área.
Combinando tudo, tinha o poder de fogo para eliminar facilmente dois grupos completos, que eram de 12 jogadores de nível 100.
Na verdade, este cômodo era a última linha de defesa que protegia o coração de Nazarick.
Momonga atravessou o Lemegeton com os servos e chegou em frente a uma grande porta.
Elevando-se a mais de cinco metros, esta majestosa porta dupla foi meticulosamente gravada com uma bela deusa no painel da direita e um diabo horrendo no painel da esquerda. A gravura era tão vívida que dava a impressão que saltaria para fora da porta e começaria a atacar.
Embora parecessem que poderiam se mover, Momonga sabia que não eram realmente capazes disso.
—Se eles chegarem a este ponto, vamos dar aos heróis uma grande boas-vindas. Há um monte de jogadores dizendo que somos o mal e tudo mais, então por que não esperar por eles majestosamente aqui dentro, como os chefões finais?
Foi por causa desta proposta que tinha sido aprovada com uma maioria de votos. E o proponente foi—
"Ulbert-san..."
Entre todos os membros da guilda, Ulbert Alain Odle era uma pessoa que era o mais obcecado com a palavra "mal".
"Bem, ele sofria de chuunibyou, né..."
Dando uma olhada ao redor do salão, que era bastante evidente para Momonga. "...Estas estátuas não vão me atacar, né?"
Suas palavras estavam cheias de ansiedade e ele estava certo de ser assim.
Mesmo Momonga não compreendia completamente todos os funcionamentos internos deste labirinto. Não seria surpresa se alguns dos membros deixassem algo estranho como um presente de aposentadoria. A pessoa que projetou esta porta era esse tipo de pessoa.
Havia uma época em que eles ativaram um poderoso Golem feito por essa pessoa, e descobriu-se que a sua I.A. de combate estava bugada, fazendo com que de repente atacasse tudo ao seu redor. No entanto, Momonga permaneceu cético e acreditava que o "erro" tinha sido intencional.
"Hey, Luci Fer-san, se eles realmente me atacarem, eu vou ficar bem irritado..."
No entanto, a cautela de Momonga em alcançar as portas era infundada. Ao tocá-las, elas se abriram sozinhas — embora o fizessem devagar, em deferência ao seu peso maciço.
A atmosfera mudou de repente.
Embora a atmosfera de antes tenha sido preenchida com uma solenidade silenciosa, a cena diante de seus olhos agora excedia e muito aquilo. O ar se tornou uma pressão que pesava sobre todo o corpo.
O seu interior era enorme: Um espaço grande o suficiente para caber centenas de pessoas com espaço de sobra e um teto tão alto que era preciso inclinar a cabeça para ver seu fim. As paredes eram brancas, adornadas com uma variedade de enfeites dourados. Pendurado no teto, filas de candelabros opulentos criados a partir de orbes de cor do arco-íris emitiam um brilho fantástico. Do teto ao chão, um total de 41 bandeiras gigantes com brasões diferentes decoravam as paredes.
Havia uma escadaria pequena com cerca de dez degraus na área mais interna do recinto, adornados com ouro e prata. No topo, havia um trono majestoso que parecia ter sido cortado de um cristal gigantesco. Na parede atrás, uma enorme bandeira vermelha escura bordada com o símbolo da guilda.
Era o lugar mais profundo e mais importante da Grande Tumba de Nazarick — O Salão do Trono.
"Ooh..."
Mesmo Momonga estava em êxtase com tamanha magnitude. Ele estava convencido de que tamanha escala ficou em primeiro lugar ou em segundo em YGGDRASIL, segundo ele.
Este salão era o lugar perfeito para contemplar os momentos finais.
Momonga saiu para o corredor; era tão grande que parecia que cada eco de seus passos eram engolidos. Então, ele moveu seus olhos para a NPC fêmea que estava ao lado do trono.
Paramentada em um vestido de branco imaculado, ela era uma mulher bonita com o rosto de uma deusa. Em contraste com seu vestido, ela tinha um cabelo preto brilhante que fluía até a cintura.
Apenas de sua íris dourada e olhos divididos verticalmente serem peculiares como os de um felino, ela era de uma beleza impecável. Mas em suas têmporas direita e esquerda
haviam dois chifres salientes, grossos e tortos, como os de um carneiro. Mas isso não era tudo. Asas negras de anjo brotavam de suas costas, perto de seus quadris. Talvez devido à sombra lançada pelos chifres, seu sorriso divino parecia uma máscara que escondia seu verdadeiro eu.
Ela usava um colar de teia de aranha feito com fios de ouro que cobria seus ombros e peitos. Vestia uma luva de seda, a mão esbelta estava segurando um objeto estranho que parecia ser uma varinha. Tinha cerca de 45 cm de comprimento e, estendendo-se desde a sua ponta, uma esfera negra estava flutuando no ar.
Momonga não tinha esquecido o nome da beldade.
Se chamava Albedo, a Supervisora Guardiã, responsável pelos Guardiões de Andar da Grande Tumba de Nazarick. Ela era uma NPC que supervisionava os sete Guardiões de Andar e isso significava que era classificada hierarquicamente acima de todos os outros NPCs na Grande Tumba de Nazarick. Foi por esta razão que ela foi deixada em repouso no Salão do Trono.
Momonga olhou para Albedo com seus olhos penetrantes e se perguntou:
"Eu sabia que tinha um item World-Class aqui, mas dois? De onde veio esse?" Em toda YGGDRASIL, havia apenas 200 itens World-Class.
Cada um deles tinha sua própria capacidade única e alguns eram poderosos o suficiente para destruir o equilíbrio do jogo. Claro, nem todos os itens World-Class tinham tais habilidades de quebra de jogo.
Mesmo assim, se um jogador conseguir brandir um item World-Class, a reputação do jogador em YGGDRASIL saltaria aos mais altos níveis.
Ainz Ooal Gown tinha 11 desses itens, mais do que qualquer outra guilda. E seu número em muito excedia a média de itens possuídos por outras guildas. Por exemplo, a guilda classificada em segundo lugar em YGGDRASIL possuía apenas 3 destes itens.
Momonga possuía dois desses itens derradeiros. O restante foi espalhado dentro de Nazarick, a maioria dormindo profundamente dentro da Tesouraria sob a proteção de guardiões.
Havia apenas uma explicação de como Albedo tinha obtido a posse de tal tesouro secreto que nem Momonga sabia. Tinha sido dado a ela pelo membro da guilda que a criou.
A guilda Ainz Ooal Gown enfatizava os votos por maioria. Era proibido uma pessoa mover os tesouros que todos haviam reunido em conjunto ao seu bel prazer. Junto com um ligeiro desagrado, Momonga pensou em pegá-lo de volta.
Mas hoje foi o último dia e depois de levar em conta o quanto Albedo foi estimada por seu companheiro, ele decidiu ignorar a questão.
"Parem aí."
Tendo chegado à escadaria que leva ao trono, Momonga solenemente ordenou a Sebas e as Pleiades pararem de segui-lo.
Assim que ele começou a subir os poucos degraus, ele notou passos ainda o seguindo por trás. Momonga não pôde deixar de sorrir — é claro, a expressão em seu crânio não mudou.
Os NPCs eram apenas rotinas de I.A. inflexíveis. Se ele não desse um comando com palavras específicas, eles não o reconheceriam como uma ordem. Momonga havia esquecido isso e, portanto, não havia comandado adequadamente os NPCs.
Depois dos membros da guilda deixarem de logar, Momonga passou a caçar sozinho e reunia fundos para manter Nazarick. Ele não construiu nenhuma amizade com outros
jogadores, e mesmo assim procurou evitá-los ao máximo. Ele também evitou as áreas perigosas onde os antigos membros da guilda costumavam frequentar.
Dia após dia, ele estava constantemente ganhando dinheiro e o guardando na arca do tesouro até que ele desconectasse. Não havia quase nenhum contato com os NPCs. "—Esperem."
Os passos pararam.
Depois que Momonga deu o comando correto, ele escalou os degraus finais na frente dele ao trono.
Ele olhou abertamente para Albedo, que estava ao seu lado. Embora ele tivesse entrado nesta sala antes, não se lembrava dos olhos dela o seguindo.
"Que tipo de narrativa colocaram nela?"
A única coisa que Momonga lembrava sobre Albedo foi seu papel como Supervisora Guardiã e que ela era a NPC de maior hierarquia na Grande Tumba de Nazarick.
Guiado por sua curiosidade, Momonga operou seu console e leu a narrativa detalhada de Albedo.
Uma matriz densa de texto inundou sua visão. Seu comprimento era equivalente a um poema épico. Parecia que ler tudo lentamente o levaria ao passado até o desligamento do servidor.
Com a sensação de ter pisado em uma mina terrestre, o rosto imóvel de Momonga começou a tremer. No fundo do seu coração ele queria repreender a si mesmo por esquecer que o membro que projetou Albedo era uma pessoa extremamente meticulosa.
Mas uma vez que ele já começou a ler, ele decidiu vê-lo até o fim. Sem prestar atenção ao conteúdo real, ele deslizou os blocos de texto em um instante.
Após avançar por todos os textos longos, Momonga finalmente chegou à última parte da narrativa. Mas depois de ler o que estava escrito, sua linha de pensamento veio a uma parada súbita.
Mas, ela é uma puta.*
Ele havia entendido errado as palavras.
"...Eh? Mas que porra é essa!?"
Momonga não pôde deixar de gritar. Agarrando em suas dúvidas, ele leu várias vezes, mas ainda era a mesma sentença. Mesmo depois de vários momentos ponderando sobre o assunto, ele não conseguia pensar em qualquer outra interpretação. "Uma puta... espero que seja um insulto de algum tipo."
Cada um dos 41 membros da guilda tinha sido encarregado das configurações para pelo menos um NPC.
Será que algum deles decidiu isso pra ela?
Momonga estava confuso. Talvez ele fosse capaz de encontrar um significado diferente por trás dele depois de ler cuidadosamente o texto inteiro.
Mas entre os seus membros da guilda, havia de fato as pessoas que viriam com um cenário tão distintivo e estranho. Ao contrário da empregada homúnculo Albedo foi criada diretamente e sozinha por Tabula Smaragdina.
"Ah, ele era louco sobre personagem dissonante, não era? Mas, mesmo assim..." —Mas mesmo assim, isso não é exagerar um pouco demais?
Cada NPC feito por um membro fazia parte do legado da guilda. Momonga sentia desanimado sobre Albedo, que ficou em primeiro lugar entre os NPCs tendo tal definição. "Hmm..."
Depois de pensar um pouco, Momonga chegou a uma conclusão. "Hora de mudar isso."
Agora que ele tinha a ferramenta [Desenvolvedor, e arma da guilda em sua posse, ele Poderia fazer isso facilmente se sentindo verdadeiramente como o mestre dessa guilda. Deve estar bem para ele exercer sua prerrogativa. A hesitação de Momonga desapareceu com sua lógica irracional que ele deveria corrigir os erros de seus membros da guilda.
Operando seu console, ele apagou a frase imediatamente.
"Isso é bom por agora."
Enquanto olhava para o espaço vazio no ajuste de Albedo, Momonga pensou por um momento.
—Talvez eu deva colocar algo aí...
"Não, isso é bobagem."
Rindo da idéia que apareceu em sua mente, ele digitou no teclado do console. Era uma única frase:
E ainda ama Momonga.*
"Uwa, que vergonhaaa~."
Escondendo o rosto por trás de suas mãos, Momonga se sentiu extremamente envergonhado com sua ação. Era como programar sua namorada ideal com um enredo de amor. Embora ele quisesse reescrevê-lo a princípio, ele decidiu ir com isso. Hoje, o jogo terminará e o sentimento de vergonha em breve desaparecerá. No final, a parte que foi excluída e a que foi adicionada eram do mesmo comprimento. Se houvesse alguma parte em branco que sobrasse, Momonga se sentiria muito mal com isso.
Sentado no trono, envergonhado e um pouco satisfeito, Momonga olhou ao redor da sala e percebeu que Sebas e as empregadas estavam de pé imóveis. Mesmo que eles estavam juntos no mesmo lugar, ainda sentia um pouco desolado.
—Eu acho que havia um comando para isso.
Momonga se lembrou de um comando que ele nunca usou no passado. Ele estendeu a mão e, lentamente, a moveu para baixo.
"Ajoelhem-se."
Albedo, Sebas e as Pleiades ajoelharam simultaneamente. Tudo estava definido.
Momonga ergueu a mão esquerda para olhar o relógio holográfico. [23:55:48]
Apenas o tempo para os últimos momentos.
