Capítulo 1
- Eu não posso fazer isso… Disse no momento que desaparatou com o loiro no beco perto da casa de seu tio, e começou a caminhar em direção a mesma, apertando o casaco contra o próprio corpo para ficar um pouco mais quente.
- Eu sei que você não gosta da idéia de mentir para sua família, em especial os seus pais, mas você sabe que podemos fazer isso. Franziu o cenho em confusão para Scorpius com aquelas palavras sem entender bem o que ele queria dizer. Nós já fizemos isso antes. Lembra quando meus pais vieram me visitar de surpresa e tivemos que fingir que estávamos juntos?
Grunhiu baixinho com a lembrança daqueles fatídicos três dias, e fez uma pequena careta . Se tinha uma coisa que gostaria de esquecer, seria aquele final de semana. Não por ter sido ruim, nem um pouco, mas fora um tanto desconcertante ter "a" conversa com a mãe de Scorpius e ainda a ter perguntando para si como o pênis do filho dela tinha ficado... Não era uma coisa que você gostaria ouvir de sua sogra, o que dirá da mãe de seu amigo.
- E também sempre podemos terminar... Mesmo que eu não veja o porque eu terminaria com alguém como você. Riu baixinho no tom de flerte que ele sempre usava quando estava tentando lhe animar, e moveu a cabeça em negação.
- E eu também não vejo porque eu faria isso, sendo você perfeito do jeito que é... Brincou de volta, piscando um dos olhos para ele em brincadeira. Mas logo suspirou baixinho, apertando os dedos da mão dele bem de leve. Não podemos fazer isso, seria ruim para o nosso trabalho e eu sinceramente não confio em mais ninguém para ter a minha retaguarda além de você.
- E que retaguarda... Não conseguiu conter o riso divertido, parando de frente para a porta da casa de seus tipos, dando uma pequena cotovelada na barriga do loiro bem de leve, o que o fez a abraçar, fazendo que ficassem mais próximos, e lhe fazer um pouco de cócegas. Empurrou o corpo dele de leve em meio a um riso baixo, e com isso começaram uma pequena guerra que sempre ocorria por entre os dois naqueles momentos, ele a abraçava e lhe fazia cócegas e ela sempre o empurrava de brincadeira, mesmo que não fizesse para que ele se afastasse por completo, o que no final resultava da mesma forma: abraçados, em meio a risos altos até demais. Sempre era assim quando ele a estava tentando animar de quando estava nervosa ou ansiosa com alguma coisa. Talvez por isso não se importava muito com o fato de estarem na frente da casa de seus tios, em uma posição até um pouco comprometedora.
E foi assim que foram achados, por ninguém menos que John Zabini. Ao ouvir o pequeno som de uma garganta sendo limpa, junto com a iluminação diferenciada ao ter a porta aberta, se virou, ainda com os braços em volta do corpo do loiro e viu a cara do moreno tão perto que chegou a lhe assustar um pouco.
- Entrem, todos estão a espera de vocês dois. Levantou uma das sobrancelhas ao ouvir o tom seco que saiu dos lábios do outro homem, e pela forma que o rosto dele parecia ter ganhado um pouco mais de cor do que era o seu normal. Os olhos desceram até encontrar ambas as mãos dele, notando que estas se encontravam fechadas em punhos. Tinha muito tempo que não o via, mas sabia o bastante sobre ele para saber que John não estava nem um pouco feliz com a situação que se encontrava com Scorpius.
- Desculpe a demora, mas é difícil sair de casa quando tudo que se quer fazer é ficar na cama... Se é que você me entende... Voltou a olhar para o loiro após as palavras dele, em principal pelo tom malicioso que ele usou naquela frase final. E lá estava mais uma vez o sorriso sacana que ele tinha quando tirava com a cara de alguém, mas para quem não conhecesse aquele sorriso poderia só dizer que estava pensando em fazer exatamente o que ele tinha sugerido naquela frase consigo. Só ele mesmo para arrancar um sorriso seu quando estava tensa daquela maneira.
Sentiu um pequeno aperto na base das costas onde uma das mãos do loiro se encontrava e acabou por se aproximar mais dele, e por curiosidade seguiu o olhar do mesmo para que pudesse ver o que ele tanto fitava. As próprias mãos se apertaram contra a roupa de Scorpius ao ver a expressão no rosto de John. Era uma mistura de raiva com surpresa na qual não conseguia entender muito bem, por tudo que acontece a anos atrás e pelo fato de não se falarem desde aquele acontecimento que a fez se afastar por completo da família e em principal do moreno a sua frente. E quanto mais pensava naquilo, mas ficava com raiva da forma que ele os olhava.
- Já que estamos atrasados e todos só estão esperando por nós, que tal deixar eu passar e ir informar que já chegamos? Perguntou no mesmo tom frio que ele tinha usado antes, enquanto se soltava por completo do abraço que tinha com o loiro, para que pudesse ficar completamente de frente para seu ex amigo. Não quero atrapalhar ainda mais as festividades do seu noivado.
Olhou para Scorpius rapidamente, que aparentemente entendeu o que queria dizer com aquele olhar e empurrou o moreno, para que ambos passassem pela porta de entrada sem mais trocar palavras com o outro auror. Porém, John não parecia querer que aquilo acontecesse com tanta facilidade.
- Você está mesmo com ele? Ouviu a voz dele, que passou a lhe segurar pelo anti-braço com uma força desnecessária Os olhos do moreno ainda grudados em si como se sua resposta fosse verdadeira. Não está aqui com ele só para me provocar?
- Melhor soltá-la, antes que eu te obrigue a fazer isso. Apertou a mão de Scorpius quando ouviu ele dizer estas palavras, movendo a cabeça em negação, com um sorriso delicado desenhado nos lábios para ele.
- Não vale a pena. Falou em direção ao loiro, antes de se voltar ao moreno e continuar a falar, em um tom baixo, quase um sussurro por falar por entre os dentes. Os dias que eu fazia alguma coisa por sua causa ou para você acabaram, Zabini. E eu não te devo explicação alguma do porque Scorpius está aqui comigo ou não. Então eu sugiro que me solte, antes que eu faça você se arrepender do dia em que nasceu.
- Eu faria o que ela disse, mano. Ela pode fazer você se arrepender e muito de ter pensado um dia em tocar nela. Scorpius falou a algum ponto atrás de si, e a puxou para mais perto quando John a soltou de uma vez por todas, parecendo ainda mais furioso do que antes. Seguiu o moreno com o olhar quando ele caminhou para longe dos dois e se voltou para o loiro atrás de si com um sorriso agradecido nos lábios. Vamos. Seus familiares devem estar se mordendo de vontade de criticar o fato que estamos juntos...
Não pode deixar de rir mais uma vez com aquela brincadeira, ainda mais por saber que seria a mais pura verdade. Tudo que sabia da rivalidade entre os Wesleys e os Malfoys só fazia com que aquilo ficasse ainda mais engraçado. Ninguém ali entenderia o porque havia escolhido justamente Scorpius para ser seu namorado, seu pai deveria estar furioso consigo só por ser parceira dele no trabalho, imagina agora que achava que estavam mesmo namorando. Não pode deixar de lembrar como fora a primeira vez que fora apresentada ao loiro e como havia feito de tido para ignorá-lo na maior parte do tempo nos treinamentos, e como tudo havia mudado e hoje em dia não conseguia nem pensar em ter outra pessoa para lhe acompanhar nas missões, como tinha mais que certeza que ninguém faria tudo que ele faria para lhe proteger. Talvez por isso que imaginava que o ter por perto faria todo aquele final de semana suportável.
- Primeiro... Se inclinou para perto dele, ficando na ponta do pé para dar um pequeno beijo no rosto de Scorpius, mas mantendo os lábios contra o ouvido dele. ... Lembre-se que não importa o que eles digam, seu pai mudou e não é a mesma pessoa que era quando eles tinham dezessete anos, e que você não é ele e muito menos seu avó. Você é uma ótima pessoa, a única pessoa que eu confio a minha vida.
- Assim você vai fazer com que euacredite que somos namorados, ruiva... Ambos riram baixinho e acabou por dar um pequeno tapa no braço do mais alto. E envolveu a cintura dele com ambos os braços ao ouvir passos e algumas vozes se aproximando de onde se encontravam.
- Segundo... por nada que aconteça nesse mundo não me deixe sozinha com minhas primas. Viu a sobrancelha do loiro se levantar em uma pergunta muda e sorriu de lado. Não quero ter que responder nenhuma pergunta sobre como você é na cama ou qualquer coisa relacionada a isso.
- Mas ruiva, você sabe o quão bom de cama eu sou... Afastou o rosto para fitá-lo maior e levantou as próprias sobrancelhas em uma pergunta muda. ...afinal de contas, você vive tentando me tirar dela.
Não conseguiu conter o riso alto que saiu por entre os lábios, o rosto se afundando no peitoral dele, aproveitando que as vozes pareciam chegar ainda mais perto de onde estavam, e levantou o rosto para que parecessem que tinham acabado de se beijar. E por mais que estivesse relaxada ali sabia que aquela seria uma longa noite.
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- Eles poderiam parar de olhar tanto... Murmurou ao se apoiar na bancada da varanda ao ver as mãos do loiro se apoiar na mesma uma de cada lado de seu corpo.
- Eles parecem mais conformados, ruiva. Ouviu o murmúrio em resposta que ele soltou e fechou os olhos com a lembrança da expressão no rosto de seu pai. Podia ainda ver como ele acreditava que estar ali com Scorpius Malfoy era uma traição, não só a ele mais a todos daquela família. O que mais a impressionava era que tudo que pensava com aquilo era que se sentia ainda mais traída do que ele pela falta de confiança que seu pai parecia ainda colocar em si. Sabe como é... Não conseguiram resistir aos meus charmes!
E só com isso soltou um novo riso baixo, por mais que nervoso. Scorpius sempre sabia como lhe alegrar, por mais que no momento não adiantasse muita coisa, afinal, não bastava o fato de Jonh ter tido aquele ataque de narcisismo na porta... Não, seria fácil demais... Mas agora Dominique queria lhe matar por roubar a atenção da festa toda para si. A festa que deveria ser em honra dela, em honra ao casamento dela com o cara que um dia foi o seu melhor amigo. Porém, todos pareciam mais interessados no fato de Scorpius Malfoy, filho de Draco Malfoy, estar namorando uma Weasley, e não só qualquer Weasley, mas sim a filha de Ronald Weasley. Deveria ter esperado por aquilo, não só esperado como previsto, afinal era o seu trabalho.
- Ruiva, está tudo bem. Sentiu os dedos do amigo lhe esfregando os braços como se a tentasse consolar e suspirou pesadamente. Ninguém me tratou mal a noite inteira e Dominique só está com ciúmes...
- E com razão! O interrompeu exasperada, se virando para fitá-lo nos olhos, por mais que fosse quase impossível pela diferença de tamanho e a falta de luz em que se encontravam. Hoje deveria ser a noite dela e eu estou roubando toda a atenção por estar aqui com você!
- Sim, eu estar aqui com você agravou um pouco as coisas, mas acredita mesmo que é só isso, Rose? Arqueou as sobrancelhas com aquela perguntar, a cabeça se inclinando um pouco mais para trás na tentativa de o fitar, acabando por ouvir o grunhido exasperado que ele soltou. Sua família não te vê a seis anos, Rose. Seis anos! E pelas fotos que vi espalhadas pela casa você mudou muito mais do que qualquer um aqui poderia esperar, principalmente quando eles imaginam que você não tem tempo para nada, nem para vir visitá-los.
- Mas...
- Sem mas. Fora interrompida por ele. Ela só está com ciúmes porque você se tornou uma mulher linda, sexy e inteligente, com quem o noivo dela já trocou um beijo na frente de sua família e da família dele, com quem ele passava horas estudando, o que talvez ela já não acredite mais pela maneira que ele está te olhando a noite intera. Fechou a cara com aquelas últimas palavras. Não podia evitar. Não gostava de se lembrar daquela época, muito menos de saber que ele tinha passado a noite inteira lhe olhando de uma maneira que fizesse pessoas pensarem que faziam algo mais do que só estudar. Eu sei que só estou piorando a situação, não só por causa de Dominique, mas por causa de seu pai, seus tios e seus primos. Mas não pense que fez alguma coisa errada ao me trazer com você... a não ser que acredite que conseguiria sobreviver essa noite sem a minha pessoa.
- Não deveria usar as minhas próprias palavras contra mim, sabia? Cutucou o loiro no peito, sorrindo um pouco de canto com tudo aquilo, e se deixou ser envolvida pelo abraço que recebeu dele.
- Eu sei... Ouviu meio abafado, sentindo a respiração quente de Scorpius lhe bater contra os cabelos. Mas quem mais falta para você me apresentar?
- Eu! Ficou na ponta dos pés para que pudesse olhar bem o rosto do dono daquela voz, o sorriso aumentando em seus lábios pela alegria de o vê-lo depois de tantos anos, por mais que mantivesse uma expressão meio assustada, por não tê-lo ouvido se aproximar. Estou interrompendo algum momento intimo entre os pombinhos mais infames da festa?
- E desde quando você se importa de interromper os outros, James? Se afastou dos braços do amigo, colocando ambas as mãos no quadril ao olhar seu primo mais velho. O sorriso ficando um tanto sacana no canto dos lábios ao copiar o que James tinha a sua frente. Ele realmente parecia feliz em interromper alguma coisa.
- Isso quer dizer que esse ai... O moreno indicou o loiro com um movimento de cabeça antes de se voltar mais uma vez para si. Já conhece as minhas tendências? ... Que bom! Riu ao ver que ele não tinha esperado por uma resposta ao se inclinar para frente e pegar sua mão. Então posso te arrastar para longe que ele nem vai achar estranho!
- Achar estranho, não vou. Agora gostar... Viu a careta que Scorpius mostrou para James, e pode ter certeza que ele estava brincando, podendo ouvir o riso de James ao seu lado, da mesma maneira que sentiu um dos braços dele lhe envolver o ombro.
- Ah, mas você já teve exclusividade sobre ela nos últimos seis anos, pelo o que ouvi dizer... Não vai ser alguns minutos comigo que vai fazer com que isso mude... Moveu a cabeça em negação com aquilo, soltando um riso baixo e soprado com a brincadeira que ambos soltava.
- Não sabia que eu tinha virado mercadoria e que Scorpius é o meu dono!
- Você nunca seria uma mercadoria, ruiva. Sentiu os dedos do loiro lhe massageando os ombros e se voltou para fitá-lo com um pequeno sorriso. E ninguém é bom o bastante para ser seu dono.
- Por Merlin, só falta o beijo meloso... Segurou o riso com as palavras de James, e fingiu revirar os olhos com as mesmas. Não era a toa que, depois de Albus, James era seu primo favorito. E agora que Albus não se colocava mais naquela categoria, James ocupava o primeiro lugar. Podemos dar uma volta antes que eu vomite?
- Claro, James. Vamos, antes que eu mude de idéia e dê um beijo no Scorps. Falou como se aquilo fosse verdade e ao ser guiada pelo moreno para a escada que levava ao jardim da casa sorriu de lado para o amigo, percebendo que ele lhe sorria da mesma forma. Mas o que quer conversar comigo que tem que me levar tanto para longe?
- Sabe, eu senti sua falta por aqui...
- Você podia ter ido visitar, Jam...
- Podia? Fora interrompida pela pergunta do primo e parou de andar para o fitar. Então porque Albus sempre volta com o rabo por entre as pernas quando vai te visitar durante as férias dele... Me surpreendo que ele não tenha desistido até agora. Piscou algumas vezes surpresa com aquela fala e cruzou os braços sobre o peito de maneira defensiva.
- Você é bem vindo na minha casa, ele não.
- Eu sei que o que ele fez foi ruim, mas você também não ouviu tudo que ele disse ao Zabini, Rose. E nunca quis ouvir... Soltou um pequeno grunhido com aquilo, não querendo conversar sobre aquilo, mas ainda se encontrava surpresa com o fato dele saber algo daquela natureza. Eu te pedi para vir aqui para ver se estava bem por estar aqui. Se voltou para o mais velho, a cabeça se inclinando de leve ao não entender o que ele queria dizer com aquilo. Albus me contou o que aconteceu depois da formatura de vocês. Virou o rosto para longe dele, os braços se cruzando sobre o peito. Não era um assunto que gostaria de entrar ali, ainda mais com seu primo que sempre odiara John.
- O que fez para tirar isso dele, hein? Indagou baixo e por entre os dentes.
- Não precisei fazer nada. Franziu o cenho com aquilo, não esperando aquela resposta. Depois que ele foi te visitar, ele voltou e veio beber comigo. Eu já havia achado estranho ele querer beber comigo e quando ele falou que você não quis ver ele... Vamos dizer que foi mais fácil do que roubar o mapa do Teddy. E olha que o Teddy queria que eu tivesse aquele mapa para mim.
- Então você sabe que eu...
– Eu posso me fazer de bobo, mas eu sei que você sempre foi apaixonada no Zabini, Rose. Fora cortada pelo moreno e o olhou ainda mais surpresa que antes. E sei bem que você se mudou para os Estados Unidos por não querer lidar com o que ele fez com você, e que fez de tudo para não vir aqui justamente por causa disso. E sei ainda mais que você não esperava por esse noivado, e que o Malfoy só está aqui para te dar um suporte porque você não conseguiria suportar ver a felicidade do Zabini sozinha.
- ...
- Eu não sei o que você tem com aquele cara, mas sei que você confia nele mais do que em qualquer um de nós que somos sua família. E pelo jeito que ele te trata e que te olha, eu sei que ele faria qualquer coisa para te ver bem, então estou feliz que tenha trazido ele... Mas não acredito por um segundo que vocês sejam mesmo namorados, como todos dizem e você não fez esforço algum para negar ou confirmar. Não conseguiu conter um riso soprado, antes de se afundar no peitoral do moreno. Albus podia ter sido seu melhor amigo, mas James sempre fora o que a conhecia melhor afinal de contas.
- Não conte para ninguém, ok? Pediu baixinho, sentindo os braços de James lhe envolvendo a cintura. Eu prefiro que continuem achando que ele é meu namorado do que ter que explicar que moramos no mesmo apartamento por ser mais fácil para chamar ele se algo acontecer e porque eu gosto de ter ele sempre lá.
- Ninguém acreditaria em mim, gata. Pode ficar despreocupada. Sentiu os lábios do mais velho contra a lateral de sua testa e se acomodou mais contra seu corpo. Vocês parecem sim namorados, se tratam como se tivessem intimidade o bastante para isso, mas você ainda tá muito apegada ao seu sentimento pelo Zabini que não percebe...
- Hã? Se afastou para fitá-lo sem entender bem o que ele queria dizer com aquilo.
- Nã-não, isso é algo que você tem que descobrir sozinha, e Al está se aproximando, depois conversamos melhor. Assentiu, antes de se afastar dos braços do moreno para se virar para o irmão dele, a expressão dura desenhada no rosto ao voltar a cruzar os braços sobre o peitoral.
Então, eu sei que tem um bom tempo que eu não tenho postado em nenhuma das minhas fics, mas tem sido um processo bem longo. Meu tempo para escrever diminuiu drasticamente e minha cabeça só tem funcionado para uma única coisa: Estudar.
Por isso me desculpem se o capitulo não tiver lá grandes coisas, mas foi um processo muito lento ter que escrever esse aqui e a pessoa acaba perdendo o senso um pouco.
Espero que gostem, em principal dessa última parte com o nosso querido James Sirius, a quem todos amamos. haha
Beijos e até o proximo capitulo.
