Oi gente td bem? Cara minha semana ta um acorreria só na facul, já tenho provas toda semana. O semenestre inteiro oO..
Bem o cap de hj esta bem curtinho... hihihih
Mais como sempre nosso casal esta com problemas, mais eles já estão por se resolver pois a fic esta na reta final BUAAAAAAAA! São só mais 4 caps...
Espero que gostem do cap.
Nos vemos nos recados né?
bjs
CAPÍTULO DEZ
Por um instante, Isabella permaneceu estática. Era como se o cérebro funcionasse em câmera lenta, incapaz de entender o que ouvira. Será que tinha ou vido bem? Teria realmente escutado Edward dizer aquilo?
Ficou boquiaberta.
— Casar?
— Sim... Dylan precisa dos pais. Pais normais. Es tabilidade. Família.
— Você está louco!
— Pense a respeito — disse, e tomou um gole de café.
— Pensar? Eu não preciso pensar sobre isso! — A adrenalina subiu. — Isso é uma brincadeira?
— Isso é o óbvio. — Edward não estava perturbado pela reação contundente. — Nós amamos Dylan, e ele precisa de pais em tempo integral, que morem no mesmo lugar, que possam lhe dar uma família, um lar.
Isabella socou a mesa.
— Chega! Pára com isso! Isso é ridículo, sem gra ça, absurdo e... e... Meu Deus, nunca ouvi nada tão insano na vida!
— Você se importa de me dizer por quê?
— Por quê? Você pergunta por quê? Depois de tudo que me fez? Você tentou tirar Dylan de mim, comprando-me com seu dinheiro asqueroso!
— Eu lhe disse: tinha que saber o tipo de mulher que era. Ou você estava atrás do meu dinheiro ou es tava usando meu filho para consegui-lo. Quando você dispensou vinte milhões de libras então com preendi que Dylan estava seguro com você. Isabella, isso não é necessário. Eu já sei que você não é uma caçadora de dinheiro.
Ela ficou tensa, mas depois relaxou na cadeira.
— É, já superamos isso, não? — disse Edward.
— Já? Já mesmo? — Isabella quis confirmar.
— Sim. Um documento do Reino Unido referente à sua qualificação como contadora e à sua posição na empresa de seu pai, há cinco anos, esperava por mim quando voltamos do passeio de barco hoje.
— Você foi checar esses detalhes? — perguntou, devagar.
— Sim. E entendendo, como sei agora, a pressão à qual estava submetida o pai muito doente, a difi culdade de relacionamento entre vocês, a necessida de urgente de conseguir aprovação na compra, posso compreender que tenha se aproximado de mim daquela maneira. Tentando iniciar uma relação comi go, indo até o meu quarto... Essa aproximação deu margem a uma interpretação errada de minha parte.
— Interpretação errada? Como assim? — Come çou a ficar histérica.
Ele voltara a falar, interrompendo as emoções que tomavam conta dela, implacáveis:
— Então, podemos seguir em frente. Pense no fu turo de Dylan, na felicidade dele. Por isso, vamos nos casar para lhe dar segurança, estabilidade... É disso que ele precisa.
— Meu Deus! Esse é outro de seus testes, é? Você me propõe casamento. Se eu aceitar, então saberá que sempre esteve certo de que realmente sou uma caçadora de dinheiro! Que adoro a idéia de ser a mulher de um milionário! Que adoro desfilar usando roupas de estilistas e diamantes o resto da vida! Uma interesseira que não servia para cuidar do filho! Você pode ir para o inferno com seu dinheiro!
Começou a afastar a cadeira, tropeçando.
— Isabella, não foi por isso que disse que devía mos nos casar!
— Pára com isso! Não vou entrar nesse jogo, está ouvindo? Chega, basta!
Algo a atingiu como uma onda imensa, incontrolável. Deveria ser raiva, mas era mágoa.
Cometeu o pior dos erros. Tinha baixado a guarda. Acreditado nele. Confiado quando ele falou em reaproximação, confiado quando ele falou em fazerem as pazes por causa do filho. Acreditado que ele podia ser um bom pai.
No entanto, ele não tinha confiado nela. Ele não acreditava que ela fosse uma boa mãe.
Saiu vacilante pelo terraço. Os olhos estavam em baçados e ela se odiou por isso.
— Bella...
Ela ouviu o barulho da cadeira e passos rápidos. Edward a pegou pelo braço.
— Me larga! Tire as mãos de mim! — disse, enrai vecida.
Isabella desvencilhou o braço. Ele não a seguiu.
Que inferno! Como ele lidara tão mal com a situa ção? Ela se escondeu de novo dele!
Irritado, voltou para a mesa, jogou-se na cadeira e, pegando uma garrafa de uísque, serviu-se de uma ge nerosa dose, que lhe queimou a garganta.
No momento em que fez a proposta de casamento, soube que havia cometido um erro clássico. Não estava raciocinando direito durante o jantar.
E quando é que raciocinei direito com Isabella por perto?
Não tinha conseguido na primeira noite em que a encontrou, quando sua beleza o desnorteara e o mes mo acontecera hoje.
Thee mou, ela era tão linda!
Ele olhou a escuridão. A lua se escondera atrás das nuvens. A noite estava fechada, impenetrável. Tudo que ouvia era o som das ondas e das cigarras. E seu próprio pulso.
Eu a quero novamente.
Eu a quis desde o primeiro momento que pus meus olhos nela.
Eu a quero de novo.
Estava confuso.
Pegou o uísque, sorveu a bebida e sentiu a boca ar der. Exatamente como seu corpo começara a quei mar.
Queimar de desejo por uma mulher que não o de sejava, que fugia dele, que gritava para que ele nunca voltasse a tocá-la.
Bem, não desanimaria. Já fizera Isabella estreme cer de desejo por ele antes. Fizera com que se des manchasse em seus braços.
Então, poderia fazer isso novamente.
Mas teria que ser uma operação muito delicada. Teria que agir de forma cuidadosa. Não podia incor rer em erros, como antes.
Ele triunfaria. Havia muito em jogo.
