OI gente eu voltei :D

Recadinho para todas/as vcs lá em baixo...

Bora ler nós vemos depois ;)

CAPÍTULO DOZE

— Espero que você não ligue, mas disse à enfermei ra e a Renne que tirassem alguns dias de folga. Elas têm trabalhado sem parar. Renne sente saudade do namorado na Inglaterra e a enfermeira Uley quer conhecer um pouco de Atenas enquanto está aqui.

Ela usava um vestidinho que ele comentara combi nar com seu cabelo. A cor a favorecia, pois lhe desta cava o bronzeado.

Parecia um pouco tensa, percebeu. Tanto quanto ele. Aquele incidente na piscina não lhe saía da ca beça.

Ouvia-se o tique-taque do relógio. A ausência da enfermeira e da babá na ilha significava que amanhã à tarde ele começaria a agir.

Queria Isabella completamente desprotegida. Sem tempo para articular nenhuma resistência. Sem tempo para nada mais do que dar-lhe a prova de que precisava.

Isabella deu um sorriso incerto e vago. Sentiu um à ambiente estranho no almoço, mesmo com as presenças de Dylan, da enfermeira e de Renne. Mais estranho ainda depois que Renne levou o irrequieto Dylan para a sesta e a enfermeira se recolheu.

Devia estar imaginando coisas. Não havia nada de diferente.

Precisava esquecer aquele episódio na piscina. Tirá-lo da cabeça.

Mas também precisava dar valor ao que tinha. Va lorizar o fato de Edward ser gentil...

Com convicção, respondeu-lhe, sem alterar a voz:

— Hum... sim, claro! Está certo, elas não tiraram nenhuma folga. Quando irão embora?

— Amanhã. Posso mandá-las de volta a Atenas de helicóptero a tempo de Renne tomar o vôo da manhã e a enfermeira Uley iniciar o passeio. O meu es critório está providenciando a passagem e reserva de hotel, por minha conta. Acho que merecem, não é?

— Sem dúvida — respondeu Isabella cordialmen te. — Elas foram maravilhosas. É muita generosida de de sua parte.

— Você acha que pode ficar sem as duas? Não quero que se ressinta da ausência delas.

Ela ficou vermelha.

— Sabe, realmente não preciso mais de enferma gem. Sei os remédios que devo tomar, e faço fisiote rapia todas as manhãs. Acho que Renne é também dispensável. Agora que estou melhor, posso tomar conta de Dylan.

— Você quer que eu as mande embora? — pergun tou Edward, surpreso.

— Não! Apenas não quero vê-lo gastando dinheiro sem necessidade.

Algo faiscava no olhar. Mas logo sumiu. Ela per guntou a si mesma se não teria sido apenas imagi nação.

— Bem, vamos ver como nos sairemos sem as duas enquanto estiverem fora.

De novo aquele olhar. Não por muito tempo.

A vila parecia quase vazia sem a enfermeira e Renne. Embora Maria e Stavros permanecessem lá, fica vam concentrados em suas tarefas, como sempre. Isabella tinha a impressão de que apenas ela, Dylan e Edward estavam na ilha.

Era uma sensação estranha, o que a tornava mais atenta do que nunca em relação a Edward sabendo que contava apenas consigo mesma, com ele e com o filho.

Ou seria apenas a cena na piscina, que a perse guia, tão presente na memória, que a deixava tão cautelosa?

Queria que não fosse. Queria apenas aceitá-lo como era o pai de seu filho. Um filho que precisava ser amado por pais que lhe dessem carinho, segurança e felicidade.

Creio que estamos conseguindo, pensou. Dylan está feliz, seguro e protegido.

O futuro parecia-lhe incerto, pois agora Edward não tinha mais motivo para pensar nela como uma doente. Quem sabe poderiam planejar algo? Isso se ria viável?

Muitas coisas a distanciavam de Edward nacio nalidade, riqueza, formação...

Um pensamento a sobressaltou. Aquela noite em que fez perguntas sobre o futuro de Dylan... Nós vamos casar, dissera...

Era um teste, nada mais. Uma última demonstra ção da descrença nela.

Mas podia ser que estivesse realmente falando a verdade. Que se casariam...

Não. Bobagem. Impossível. Loucura.

Casamento significava bem mais do que um lar para uma criança. Muito mais.

O episódio na piscina de novo veio-lhe à mente. Edward indo embora. Rejeitando-a.

Sentiu-se tomada por uma onda de calor, seguida de um frio intenso.

Não. O que quer que planejassem sobre o futuro de Dylan não incluía casamento.

Edward sentou-se no terraço, tomando uma cerveja gelada. Isabella botava Dylan para dormir.

A tensão se apoderava dele. Não passaria de hoje. Nesta noite, teria a prova de que precisava.

Ouviu passos. Levantou-se. Lá estava ela. Quase perdeu a respiração.

Meu Deus, ela estava deslumbrante!

Usava outra das roupas que lhe dera. De um azul-turquesa intenso, a túnica de chiffon tinha mangas compridas e largas, sobre a qual caía um esvoaçante xale prateado, combinando com a pantalona leve. O cabelo solto emoldurava-lhe a delicada silhueta. Não usava maquiagem — nem precisava. A extraordiná ria beleza natural não precisava de complementos.

Sentiu um desejo devastador. Teria que manter o controle.

Ela acomodou-se. Parecia tensa. Não conseguia encará-lo. Tinha sido assim o dia inteiro. Que assim fosse. Ele a queria atenta. Vulnerável.

Stavros chegou, trazendo o champanhe.

Kyria, Kyrios. — Mostrou a bandeja, colo cando-a sobre a mesa. Os olhos de Isabella arrega laram-se.

— Champanhe? Por quê?

— Para celebrar.

— Celebrar o quê?

Ele não respondeu. Deu apenas um sorriso antes de dirigir-se a Stavros e com ele trocar algumas pala vras em grego. O homem fez um sinal com a cabeça e abriu a garrafa. A rolha voou longe. Stavros serviu-os. Ao terminar, retirou-se.

Edward pegou o copo e fez uma pausa, como se es perasse algo. Ainda confusa, Isabella levou a taça aos lábios. O líquido gelado borbulhou na língua. Os olhos cruzaram com os de Edward do outro lado da mesa.

Em ambos, o sentimento, represado há tanto tem po, começava a aflorar.

Edward fixava-a, com o magnetismo dos olhos ne gros como a noite, vendo-a saborear o champanhe. Há cinco longos anos, ela mudou sua vida para sempre. E agora ela tomava de novo o champanhe que ele ofe recia.

Sentiu-se tomada por uma agonia gradativa. Aper tava os dedos com força na longa haste da taça. Ins tintivamente, deu outro gole. Sentia o líquido efer vescente descer pela garganta.

A agonia deveria ter diminuído, mas sentia-se cada vez mais tensa. Não conseguia se controlar.

Ele era incrivelmente sedutor. O cabelo ondulado, o nariz definido, o rosto esculpido como o de uma es tátua, os olhos — ah, os olhos! — misteriosos, inde cifráveis, ardentes. Por um instante, longo e doloro so, contemplou-o.

Mas eis que Stavros surgiu, desta vez com uma bandeja cheia de tigelas pequenas. Mezes, Isabella reconheceu. Tira-gostos tradicionais gregos: azeito nas, folhas de uva recheadas, pequenos folheados de queijo...

Quando tudo estava arrumado, começou a sentir-se melhor. Enquanto bebericava o champanhe e mordiscava os petiscos, resolveu falar. Coisas que ti nham conversado nos últimos dias — assuntos co muns, do dia-a-dia: Dylan, Grécia, filmes, músicas, li vros, comida. Ela se incomodava com este Edward novo e diferente, esperando que nada mais fosse que uma mera ouvinte.

Naquela noite, entretanto, seria ela quem teria a li derança. Ela que atropelaria tudo que ele respondes se, fazendo uma pergunta atrás da outra...

Stavros, então, serviu o prato principal: costeletas de carneiro macias, que se desmanchavam na boca, acompanhadas de um bom vinho tinto.

Conseguiu bravamente chegar ao fim da refeição, aparentando naturalidade.

Durante todo o tempo, a estranha agonia persistia, cada vez mais intensa.

Stavros surgiu mais uma vez, servindo um sorvete leve e o café, como de hábito: filtrado para ela, à moda grega para Edward, e depois um conhaque para ele somente. Isabella recusou, como sempre.

Havia tomado champanhe e vinho. A bebida podia tê-la afetado, pensou, mas, na verdade, tinha a sensação de ver Edward melhor do que nunca agora. Mesmo sabendo que era uma idiotice sem sentido.

Não deixava de observar os dedos ágeis e longos, segurando e levantando o copo, gesticulando enquan to argumentava. O pescoço viril, emoldurado pelo colarinho aberto da camisa. Os traços definidos e marcantes do rosto. Os cabelos escuros. O meio sor riso, no canto dos lábios. Os longos cílios deslizando sobre os olhos brilhantes e penetrantes.

Conseguia vê-lo agora como em nenhuma outra ocasião. A não ser naquela noite fatídica, muitos tem po atrás... Sentiu uma dor aguda.

Tomou o café, um gole por vez, feito um ritual. A conversa tinha acabado. Não tinha forças para iniciar um novo tópico. Do, outro lado da mesa, observava Edward bebendo lentamente o conhaque.

Então, percebendo que ela o olhava, repousou o copo.

— Vamos dar um passeio na beira do mar. As es trelas estão brilhando como nunca!

Levantou-se e atravessou o terraço para apagar a luz. Isabella franziu os olhos, para acostumar-se ao escuro. Levantou-se sem pressa e acompanhou-o até o alto das escadas que davam para a praia. A manga de sua camisa encostou de leve na dela.

Ao iniciar a caminhada, retirou os sapatos. Era mais fácil e agradável andar descalça. Não estava frio, mas achou melhor dar outra volta do xale no pescoço. Olhava o céu o tempo todo ao caminhar a lado de Edward em direção ao mar.

As estrelas estavam com um brilho especial na quela noite. A lua ainda não tinha aparecido e o céu coloria-se em nuances de negro e dourado. Quanto mais se afastavam da vila, mais intenso era o brilho delas.

À beira do mar, Edward parou. Imóvel, com a cabe ça erguida, contemplou o horizonte.

Por um momento, fez-se silêncio entre os dois, que pareciam estar no paraíso.

— Não conheço bem as estrelas — disse Isabella. Edward apontou para o céu.

— Aquela é a Ursa Maior. As duas estrelas na ponta indicam a direção do mar do Norte. Está ven do?

— Acho que sim.

— E Cassiopeia. Você consegue ver a constelação com o formato da letra W?

— Não sei direito. Quem foi ela? O nome parece grego.

Ela tentava puxar conversa. Tinha que fazê-lo. Lá estava, de pé, em uma noite estrelada na praia. Com Edward.

E tudo que podia era falar sobre constelações, mi tos gregos, heróis e heroínas. Porque era o que ele queria. Mostrar-lhe as estrelas. Nada mais.

A dor voltou a incomodá-la. No âmago do ser.

— Era a mãe de Andrômeda. A princesa que foi resgatada por Perseu do monstro do mar.

— Pensei que ele tivesse matado a Medusa!

— Também.

— Não consigo enxergar o formato do W.

—Lá!

Posicionou-se atrás dela, com as mãos um pouco acima de seus ombros, indicando-lhe o lugar certo. Tentou olhar para onde ele apontava, mas as estrelas pareciam estar embaralhadas.

Edward não estava olhando para as estrelas. Olhava para ela.

De repente, foi como se uma descarga elétrica a percorresse. Ficou parada como uma estátua, como uma ninfa capturada por serafins. Ele, pôs a mão em sua nuca, embaixo dos cabelos. Não conseguia respirar. Os lábios entreabriram-se.

Edward curvou-se para unir seus lábios aos dela. Beijou-a suavemente, devagar. Ela sentiu o gosto do conhaque e deixou o corpo abandonar-se.

Ele deslizava a mão em torno de sua cintura, colando-se ao seu corpo, beijando-a incessantemente.

Ao mirar o céu, viu as estrelas girando vagarosa mente. O corpo estava sem forças. Ela o abraçava, as mãos percorriam-lhe as costas, sentindo a rigidez dos músculos.

Os beijos eram cada vez mais intensos, carinhosos e devastadores. Foi tomada pelo êxtase. Êxtase e des crença. Edward a beijava. Suavemente, gentilmente, languidamente.

Uma eternidade parecia ter passado. Entretanto, quando afastou-se, ainda abraçando-a, viu que as es trelas continuavam no mesmo lugar.

Os dedos percorreram-lhe o pescoço, acariciando os cabelos. Ela deu um passo para trás, os lábios entreabertos, os olhos semi-fechados, frágil e confusa.

— Edward... — sussurrou. Suavemente, roçou-lhe os lábios.

— Shh... não diga nada...

Murmurou algo em grego, languidamente. Beijou-a e ela deixou-se abandonar. Abandonar-se ao encan tamento e enlevo daquele momento.

Ele não a deixava falar, não parava de beijá-la. Nem mesmo quando a levantou nos braços, carregou-a para dentro e deitou-a na cama, no quarto escuro e aconchegante.

— Não diga nada — repetiu, e novamente as bocas se encontraram.

Pura magia e felicidade. Uma sensualidade doce e serena no ar. Ele tirava a roupa dela, deslizando a boca sobre os seios intumescidos, entreabrindo os lá bios, deixando que a língua, em movimentos circulares e lentos, percorresse os mamilos que desabrochavam como uma flor.

O tempo parou. Nada existia. Apenas os lábios que nela faziam carícias. Apenas o doce mergulhar do corpo, sensual magia do corpo que se movia contra o seu.

Sentiu a força dos ombros descobertos, dos flancos lisos e musculosos, das costas que percorria com as mãos. Acariciava-o freneticamente, no escuro da noite que os acolheu. Sentiu as mãos fortes deslizan do em suas coxas, puxando-a ao seu encontro, e a voz murmurante, a boca aveludada. Ela deixava que ele a possuísse, os corpos tornando-se um, aliviando-se e unindo-se ao mesmo tempo, com infinita doçura.

Enquanto movia-se dentro dela, sentiu como se uma onda a percorresse, de forma crescente e vertigi nosa, até destilar algo tão fantástico, tão miraculoso, que os lábios entreabriram-se, soltando um gemido alto e descontrolado.

Sentiu o corpo tenso, como se cada músculo a amarrasse, a apertasse em um longo e interminável momento. Até aliviar-se, aliviar-se sem pressa, com uma força inexorável, preenchendo-a, completando-a, como se o mesmo sangue lhes corresse nas veias, como se os corações batessem em uníssono. Indo e vindo, unia-se a ele. Indo e vindo, até sentir o corpo relaxar, assim como o dele. O ardor cedia, doces palavras eram di tas, ela a seu lado, imóvel, exausta, enjaulada em seus braços, na cegueira da escuridão. Era pura magia.

Viu quando ele levantou o braço para acender a luz, regulando-a para uma claridade suave.

Os olhos dele, porém, ao observarem-na, eram pe netrantes.

— Queria uma prova — disse calmamente. — Uma prova concreta. Afinal, parece que você gostou de estar comigo.

Trazia uma expressão de triunfo no rosto.

Isabella percebeu o que tinha acontecido. Apertou a mão fria contra o coração. Sim, ela sabia exatamen te o que tinha acontecido.

Sexo era tudo que teve com Edward. Tinha caído na armadilha.

Era o teste que ele havia preparado. O teste no qual ela fracassara.

A mente parecia dissociada do corpo. Cada pala vra era um golpe. Mortal. Letal. Fatal.

Tinha sido outro teste. Tudo. Mais um teste. As flores, as roupas, os sorrisos. Todas as "gentilezas", dia após dia.

Eram iscas. Iscas para a armadilha desta noite.

O que mais teria ele para disputar com ela?

Ele acabara de dizer. A prova de que ele precisava.

Encarou-o.

— Meu Deus! — disse-lhe, quase perdendo o fôle go. — Seu canalha! - Empurrou-o com as mãos, violentamente.

— O quê? — surpreendeu-se ele.

Ela girou para o outro lado instantaneamente, afas tando-se, puxando o lençol para cobrir a nudez. A traiçoeira e traída nudez. Ele tentou trazê-la de volta.

— Não me toque!

— Não tocar em você? Depois de tudo que aconteceu? Thee mou, tenho a prova de que precisava! Não tente negar!

Ela o olhou com desprezo. Sentia a garganta es trangular-se.

— Não ligo! Você não vai tirá-lo de mim! Você pode ir ao juiz falar de sua maldita prova, mas não ligo. Vou lutar para que nunca tire Dylan de mim. Nunca, nunca!

Ela gritava histericamente, mas não se importava. Nada importava além do filho, muito menos aquele homem repulsivo.

— Você enlouqueceu?

As palavras eram cortantes. Atônitas. Por um mo mento encarou-a, visivelmente tomado por forte emoção.

Thee mou, quem falou isto? - Ela desviou o rosto.

— Não me venha com esta. Você sabe que é. Você planejou tudo. Eu sei. Você não tinha como me incri minar e então planejou tudo isso!

— Isso. Sexo! Você preparou tudo! Não tinha como me pegar de outra forma! Não sou viciada, ras guei seu cheque e não aceitei seu pedido de casamen to. A única alternativa agora era tentar provar que não servia como mãe porque era uma mulher que ia para a cama com qualquer homem que me quisesse! Você me atirou isso na cara junto com outras acusa ções infundadas sobre mim, dizendo que ia ficar com Dylan, e agora veio e provou. Fui para a cama com você hoje exatamente da mesma forma que o fiz há cinco anos, e você fica se gabando de ter conseguido a prova que queria! E agora... agora quer usar isto para tirar Dylan de mim. Mas eu não deixarei!

— Chega! Não quero ouvir isto. Preste atenção, Isabella! Isto não foi uma armadilha. É verdade que queria uma prova, mas de algo muito diferente.

Voltou a olhá-lo.

— Acreditei em você, Edward. Acreditei. Você me convenceu de que era mesmo sincero. Porém todas as gentilezas, todos os sorrisos dos últimos dias não eram sinceros. Certo? Era tudo mentira! Você deixou tudo pronto para me pegar, não é? Estava tudo plane jado, não é?

— Não, não foi assim. Acredite. Acredite em mim. Você precisa acreditar! — Os olhos faiscavam. — Dou a minha palavra, não é o que você está pensando.

Ela deu as costas a ele, segurando o lençol contra o corpo. Estava pálida.

— Meu Deus, como você é cínico! Quer que eu acredite em você? Isto é mais grave do que imaginei!

As emoções borbulhavam dentro dela, de forma desordenada, prestes a desmoronar.

Algum dia ele acreditou em mim?, pensou Isabella. Nunca!

— Você me condenou desde o momento em que soube que tive um filho seu, e nunca acreditou em uma palavra do que eu disse em minha defesa. Você sempre achou que eu estava atrás de seu dinheiro, embora tivesse dito que não queria um centavo, que tudo que queria era Dylan. Mas você foi adiante assim mesmo, não foi? Você...

— Não! — Ele segurou as mãos dela. Ela tentou desvencilhar-se, mas a força de Alexis era muita.

— Você pensou que era isso... mas não era. Juro por Deus! Era porque...

— E aquela proposta obscena de vinte milhões de libras em troca do Dylan? Você tem que admitir que estava me testando. Ele lhe soltou as mãos.

— Isto não posso negar... mas precisava descobrir se meu filho tinha uma mãe que o venderia por qual quer coisa.

— E você pensou que eu era viciada, mas viciados podem amar os filhos. Você pensou que eu não era melhor que uma prostituta, mas prostitutas podem amar os filhos. Meu Deus, até assassinos podem amar os filhos! — Estava exaltada. — O que o fazia pensar que eu era pior que qualquer dessas criaturas? Que eu venderia meu filho? Que mãe faria isto?

Por um longo e interminável tempo, só restou o si lêncio. Silêncio por ele quebrado ao dizer:

— Minha mãe.

Bem... sei que muitas querem me matar mais estou aqui de novo e agradeço a todas que me perguntaram se estava bem ou sobre a fic. Pois bem não abandoei a fic, somente estive de provas na facul seguida por uma semana sem net por problemas técnicos, já resolvidos e bem... os outros sábados foi pq estava viajando e não tinha como postar...

Novamente preço mil perdoes a vcs e garanto que não ira acorrer de novo :D

Ate o próximo sábado se Deus quiser

Beijos