Capítulo 25
Bella POV
Continuávamos as nossas carícias quando celular de Edward apitou sinalizando uma mensagem. Mas ele não se mexeu.
"Amor, você não vai ver quem é?"
"Não, estou muito bem aqui nos seus braços".
"E se for alguma paciente sua?"
"Não tenho partos para tão cedo. Joaquina é a primeira dos próximos tempos e só no mês que vem é que Carolina deve nascer".
"Todas as suas pacientes gostam de saber o sexo dos seus bebês".
"Algumas sim, outras não. Quando consigo ver na ultra-sonografia, pergunto aos pais se eles querem saber o sexo." Edward começou a rir.
"O quê?" Acompanhei o seu sorriso, sem saber por que.
"Você nem imaginas a quantidade de desentendimentos que às vezes acontecem naquela sala".
"Por quê?"
"Porque, por vezes, as mães querem saber, mas os pais não. Ou vice-versa. Então tenho que dar um tempo a eles até que se decidam. Houve uma vez uma mãe, já não me recordo o nome dela, eu ia sair para lhes dar privacidade, mas ela agarrou no meu braço e disse algo parecido com isto, 'Dr., até o dia de hoje, tirando o prazer de transportar um filho dentro de mim, desde que ele foi concebido eu nunca mais tive esse tipo de prazer, e como sou eu que passo pelos enjôos, é o meu corpo que está enorme, sou eu que passo pelas alterações hormonais, então sou eu que decido se quero saber o sexo do meu filho ou não!'".
"E você, como reagiu?"
"Bem, vontade de gargalhar eu até tive, mas me contive e informei à mãe que ela teria um menino. Você acredita que nesse momento o pai saltou da cadeira e a beijou, garantindo-lhe que naquela noite eles comemorariam?"
"Meu Deus!" Comecei a rir, imaginando a comemoração que aqueles pais teriam.
Subitamente, as feições de Edward mudaram. Seu sorriso morreu e ele olhou para mim bem sério. Ele levou sua mão à minha barriga e encarou-me com os seus grandes olhos verdes. Engoli em seco, na expectativa do que poderia vir.
"Isabella, você quer ter filhos?"
"Edward." Olhei nos seus olhos e coloquei uma mão em cima da sua que repousava na minha barriga. "Ter filhos foi uma coisa que eu sempre pensei que não fosse para mim." Edward permaneceu em silêncio, encarando minhas feições, mas sua mão começou a acariciar a minha barriga. "Mas desde que te conheci e você entrou na minha vida, o desejo de ser mãe de um filho seu é algo que habita os meus sonhos".
Edward deu um sorriso capaz de mover montanhas.
"Oh, baby, eu mal posso esperar para que o meu filho esteja crescendo saudável dentro de você".
"Ainda bem que temos um ginecologista e obstetra conhecido, não é?"
Dessa vez a gargalhada de Edward deve ter ecoado pela mansão inteira.
Edward coloca uma mão no meu rosto e com o seu polegar começou a acariciar minha bochecha, a mão que permanecia na minha barriga também começou a desenhar círculos, e seus olhos verdes encararam os meus.
"Bella, quando você estiver preparada para ser mãe, basta me dizer que está na hora, pois desde que te conheci, desejo que você seja a mãe dos meus filhos. Não me interessa se você quer ser mãe depois de nos casarmos, se quer ser mãe já, se quer casar grávida. Eu quero você para mãe dos meus filhos".
A esta altura as minhas lágrimas já caíam, mas Edward sabia que eram lágrimas de felicidade, pois não fez questão de secá-las e, com os seus lábios, as beijou.
"Amor, vamos combinar. Quando ambos decidirmos, vou deixar de tomar a pílula e então veremos o que acontece".
"Não, senhora." Fiquei estática olhando para ele. "Quando ambos decidirmos, vamos fazer um check-up geral, depois você vai largar e pílula e depois…" Os olhos de Edward aumentaram e o seu verde cristalino tornou-se quase opaco, "… vamos praticar ainda mais do que já o fazemos".
Com estas últimas palavras, Edward puxou meu corpo para cima do seu e começou a beijar-me. O beijo teve um início calmo e sereno, mas foi aumentando de intensidade. Suas mãos, que estavam no meu rosto e nas minhas costas, iniciaram uma viagem pelos caminhos pecaminosos.
"Edward... Deus".
"Baby, eu te quero tanto".
Estávamos nos dedicando às nossas carícias mais íntimas quando o celular de Edward começou a tocar.
"Porra!" Edward amaldiçoa.
"Amor, é melhor você atender. Seja quem for, deve precisar de você".
Edward deu-me mais um beijo e antes que as coisas aquecessem novamente, saí de cima dele.
"Espero que seja uma emergência." Edward falou com a voz raivosa, "Caso contrário..."
Comecei a rir do seu desespero. Edward lançou-me um olhar maligno e levantou-se da cama em um pulo, pegou o celular que não parava de tocar e, sem olhar para o visor, atendeu.
"Alô!" Sua voz era de poucos amigos.
"Edward?" Suas feições mudaram, primeiro suavizaram, mas então suas bochechas ficaram vermelhas, "Agora que já acordaram, não acham melhor se juntar a nós e aproveitarem o dia lindo que está fazendo?"
"Claro, pai." Agora as minhas bochechas também ficaram quentes. "Já vamos nos juntar a vocês".
"Alice disse que dentro do banheiro está o biquíni de Bella e o protetor solar".
"Obrigadou, eu direi para Bella, até já".
Edward POV
Desliguei o celular e fui até Bella. "Era o meu pai".
"Eu percebi." Suas bochechas estavam de um vermelho lindo".
"Ele nos convidou para nos juntarmos a eles." Bella apenas assentiu com a cabeça. "Alice disse que o seu biquíni e protetor solar estão o banheiro".
Mais uma vez, Bella nada falou e abaixou sua cabeça.
"Baby?" Peguei seu rosto e a fiz olhar para mim. "O que foi?"
"Edward, seus pais devem ter nos ouvido. Você já imaginou a vergonha que eu sinto?"
"Vergonha? Vergonha por que, baby? Não estávamos fazendo nada errado! Apenas nos amando".
"Sexo selvagem, você quer dizer".
"Isabella." Suas feições mudaram na hora. "Mesmo que tenhamos feito sexo selvagem." Minhas mãos acariciavam suas bochechas e seus cabelos. "É sempre feito com amor".
"Oh, Edward." Bella saltou da cama e agarrou-se a mim. "Eu também sinto isso. Por mais loucura que nós já cometemos, ou possamos cometer, eu sinto que estou sempre fazendo amor com você".
"Porque é isso mesmo, baby, por mais selvagem, louco, por mais luxúria que exista, eu vou te amar sempre. Com a gente o sexo é rodeado de amor".
"Eu te amo tanto, Edward." Bella passou seus dedos pelo meu cabelo, acariciando.
"Eu também te amo muito, Bella".
Peguei seu rosto e encostei meus lábios aos seus, nunca aprofundando o beijo, apenas a fazendo acreditar que entre um casal que se ama e que confia um no outro, tudo o que se faz está repleto de amor.
"Amor, você acha mesmo que eles não nos ouviram?"
"Acho que não, mas se eles ouviram, pelos menos ficaram sabendo que o filho deles consegue dar muito prazer à sua noiva".
"Edward!" Bella deu-me um empurrão e sorriu.
"Vá, baby, vá para o banheiro. Eu te faria companhia, mas acho que se eu for, não vamos descer".
"Ok, amor." Bella deu-me mais um beijo antes de se afastar de mim.
Quando colocou os pés no chão e elevou seu corpo, suas pernas tremeram e Bella emitiu um silvo de dor.
"Bella?" Corri para ficar em sua frente. "O que foi, amor?"
"Bom, Edward, bem que você disse que acabaria comigo e que eu não seria capaz de sair da cama".
"Bella, você está me assustando, baby. O que você está sentindo?"
"Eu me sinto bem, acho que a minha vagina é que está um pouco castigada." Bella falou sem medo ou receio, o que me acalmou um pouco.
"Então, o que é que você sente na vagina, baby?"
"Ardor, parece que está assada".
"Ok, baby, não se mexa." Peguei seu corpo e a deitei. "Vou te preparar um banho para que possas relaxar os músculos, mas antes vou te examinar".
Bella não se opôs e permitiu a minha ajuda. Levantei suas pernas e toquei sua vagina, provocando um silvo da sua parte.
"Serei gentil, amor, eu só preciso que você fique relaxada".
Bella suspirou. Coloquei meus dedos nos seus grandes lábios e gentilmente os afastei. Eu só conseguia visualizar o início da vagina, então ponderei buscar o espéculo vaginal, mas se eu o introduzisse neste momento, o desconforto seria maior. Mas, pelo que consegui ver, sua coloração estava mais vermelha do que deveria. Pela minha experiencia profissional, o problema é que ela realmente estava assada. Depositei um beijo na sua intimidade, provocando um arrepio do seu corpo e me levantei.
"Baby, olhe para mim." Ela voltou seu rosto para mim e aos poucos abriu os olhos. "Não consegui ver o que queria, mas pela minha experiência, o problema é mesmo o que você disse, você está assada, amor." Minha voz saiu com dor.
"Amor, eu estou bem." Ela colocou sua pequena mão no meu rosto. "Acho que um banho me faria mesmo bem".
Dei-lhe um beijo e dirigi-me ao banheiro para encher a banheira. Inferno, eu não queria machucá-la. Lembrei-me que dentro da minha maleta havia pomada e comprimidos vaginais para estas situações. Deixei a banheira enchendo e voltei ao quarto.
"Baby, vou ao carro buscar minha maleta, lá dentro tenho uma pomada e alguns comprimidos vaginais que podem ajudar bastante." Enquanto falava, eu me vestia, sem ser capaz de encará-la.
"Edward?" Eu não disse nada e continuei a vestir-me.
"Edward, você pode, por favor, olhar para mim?"
Fiz o que ela me pediu e a encarei. Não consegui impedir as lágrimas que começaram a cair.
"Baby, desculpe, eu não queria ter te causado dor. Perdoe-me, amor." As lágrimas caíam dos meus olhos. "Por favor, perdoe-me, eu não deveria ter-"
Fui cortado por Bella. "Edward, acalme-se, por favor! Eu sei que você não queria me causar qualquer tipo de dor, e eu não tenho dor, apenas um ardor. Sinto-me apenas assada".
"Desculpe, baby, isso não voltará a acontecer. Eu prometo".
"Edward Anthony Cullen." Sua voz era firme. "Se você me prometer que não voltará a fazer sexo selvagem comigo, eu acabo com o nosso noivado neste exato momento".
"Bella?"
"Estou falando muito sério, ou você já esqueceu da nossa conversa de agora pouco?"
"Não, baby, mas não era minha intenção machucá-la".
"Edward, pela última vez, você não me machucou. Eu estou apenas com um ardor, mas é um ardor que eu não trocaria por nada. E mais, estou ansiosa pela próxima vez que você me deixará assada".
Olhei dentro dos seus olhos e não vi nada além de confiança, amor, verdade.
"Baby, enquanto vou ao carro, vou colocá-la na banheira para que relaxe um pouco, está bem?"
"Hum-hum".
"É natural que a sensação de ardor intensifique um pouco mais quando o seu corpo entrar em contato com a água quente, mas aos poucos vai melhorar. E eu vou buscar as coisas para quando você sair da banheira." Dirigi-me ao banheiro para fechar a água, pois a banheira já estava cheia. Quando cheguei ao quarto para pegar Bella, ela parou-me, com suas mãozinhas no meu rosto.
"Ok, babya, agora prometa-me que vai ficar mais calmo. Por mim. Eu estou bem".
Não fui capaz de responder nada, eu me sentia culpado por Bella estar assada. Eu não deveria ter sido tão intenso, mas no momento não pensei nas consequências.
"Edward?" Bella tirou-me dos pensamentos. "Edward, eu preciso que você me prometa que não vai se sentir culpado, caso contrário, juro por Deus, aqui e agora, que não vou me casar com um homem que não possa me satisfazer sexualmente".
"Bella?" Minha voz era nada mais que chocada.
"Edward, por Deus, você é ginecologista! Se houvesse alguma coisa que não pudéssemos fazer, você seria o primeiro a saber. Certamente você tem pacientes que agradecem aos céus por você." Ela tinha razão, eu já vi cada coisa estranha. "E eu sei que você nunca, NUNCA, faria nada para colocar a minha vida ou a minha saúde em risco. Com certeza você deve ter muitas pacientes que aparecem no seu consultório nas mesmas condições que eu estou agora".
Eu apenas assenti com a cabeça.
"E você as manda parar de fazer sexo selvagem, ou diz que não é saudável, ou que não é seguro?"
"Não, apenas recomendo a pomada que vou buscar para você, gelo e um pouco de repouso. Aconselho também para se estimularem, ou que os companheiros as estimulem sem haver penetração, pois os fluidos são excelentes cicatrizantes. É claro que vai arder ainda mais no início, mas depois será apenas alívio".
"E eu sou diferente das suas pacientes?"
"Claro que é, Bella, você é a minha vida. Eu não deveria te provocar dor".
"Porra, Edward, já chega. Eu não sinto dor." Bella começou a chorar. "Dor... dor era provocada por Aro".
"Baby, não!" Eu não queria que ela se lembrasse do seu passado.
"Edward, é verdade." Suas lágrimas estavam mais intensas. "Aro me provocava dor porque o ato não era consentido por mim. Aro me estuprava uma vez atrás da outra. Mas com você é amor! Com você é consensual e é como você disse agora pouco, por mais loucuras que nós façamos, o nosso amor sempre estará presente. Por isso, Edward, ou você acieta, ou-"
Eu não a deixei terminar a frase, colei meus lábios aos seus e, com a sua resposta instantânea, relaxei um pouco. Enquanto a beijava, pensei no que Bella me disse e realmente achei que exagerei um pouco, Bella estava bem, apenas um pouco assada pelas nossas atividades, mas atividades que eram consentidas por nós, sendo que Bella gozou várias vezes. Ela deve ter percebido a minha resolução interna, pois a sentia relaxar também.
"Desculpe, baby, eu fui um tolo. Depois de ouvi-la e pensar um pouco sobre o assunto, tenho de concordar com você. O ato foi consentido por ambos e você gozou muito, baby." Tentei acalmar ainda mais o ambiente.
"Acho bom você me colocar na banheira." Olhei para ela um pouco desconfiado. "É que além de já sentir mais um pouco de ardor." Ergui uma sobrancelha e dei um sorriso malandro, "Acho que não me importo com mais uma rodada".
Não pude evitar e emiti um grunhido. "Baby, vem. Vou colocá-la no banho antes que faça alguma coisa que depois eu me sinta ainda mais culpado".
Bella agarrou-se ao meu pescoço e começou a beijá-lo e sorrir.
"Isabella, é melhor você ficar parada." Eu não queria, mas uma ereção estava começando a se formar novamente.
"Ai, Edward, chame-me de Isabella novamente e depois não reclame".
Depositei seu corpo na banheira e com o contato com a água, Bella cerrou os olhos em uma careta e emitiu um silvo de dor. Beijei seus cabelos e tentei confortá-la um pouco.
"Está melhor, baby?"
"Sim, realmente o contato com a água quente aumenta um pouco o ardor, mas agora já está tudo bem".
"Ok, baby, então vou ao carro buscar minha maleta. Já volto." Dei um beijo molhado nos seus lábios e encarei aqueles obres castanhos que tanto adoro. "Te amo muito, Bella".
"Eu também te amo muito, Edward, até já".
Saí do quarto e fui até o quintal.
"Olha quem resolveu se juntar à família." A voz de Emmett fez-se ouvir a quilômetros de distância.
"Onde está Bella?" Alice perguntou.
"Bella já vem".
"Mãe?" Voltei-me para ela. "Posso te pedir um favor?"
"Claro, Edward, está tudo bem?"
"Sim, está." Porém, como minha mãe me conhece muito bem, levantou uma sobrancelha. "Você pode vir comigo à cozinha?"
Ela levantou-se e Alice levantou-se com ela.
"Onde você vai, Alice?" Perguntei a ela.
"Vou ajudar Bella a se vestir, é claro".
"Alice! Bella não precisa da sua ajuda neste momento, você pode voltar para a piscina. Eu só vou ao carro buscar uma coisa e depois já descemos nós dois".
"Ah, Edward, deixe de ser chato." E, não ligando ao meu pedido, ela começou a subir as escadas, olhei para a minha mãe buscando auxílio.
"Mary Alice Cullen Hale!" Alice parou nos primeiros degraus. "Se o seu irmão diz que Bella não precisa da sua ajeuda, respeite".
"Sim, mãe." Alice acabou descendo os degraus que tinha subido e, quando olhou para mim, mostoru-me a língua. Sei que ela não estava zangada comigo, apenas curiosa. E uma Alice curiosa é um verdadeiro perigo.
"Obrigado, mãe".
"Tudo bem, esqueça isso. Você precisa da minha ajuda para alguma coisa com Bella?" Baixei a cabeça e apenas acenei.
"Tenho de ir ao carro buscar a minha maleta".
"Deus do céu, Edward, o que aconteceu com Bella?"
"Digamos que fomos um pouco mais intensos e Bella…" Eu não consegui falar, parecia que falar com a minha mãe aumentava ainda mais a minha culpa.
"O que aconteceu com Bella?" Minha mãe abraçou-me e acariciou meu cabelo, eu envolvi meus braços ao redor do seu pequeno corpo e deixei-me receber o amor desta mulher linda, não conseguindo evitar que algumas lágrimas caíssem.
"Edward, fale comigo, você precisa da minha ajuda? Quer que eu vá ver Bella? Você disse que tinham sido um pouco mais intensos?"
"Sim, mãe, preciso." Olhei dentro dos seus olhos verdes como os meus. "Preciso da sua ajuda para me arranjar um pano com gelo picado enquanto vou à minha maleta buscar a pomada para as…" Não consegui continuar a frase.
"Edward, Bella está com ardor?"
Eu apenas assenti com a cabeça.
"E como é que ela está reagindo? Levando em conta o passado dela".
"Aí é que me surpreende, mãe." Minha mãe levantou uma sobrancelha. "Bella disse que se eu deixasse de satisfazê-la, ela não se casaria comigo".
Minha mãe emitiu uma gargalhada, agitando todo o seu pequeno corpo, e eu fiquei com cara de bobo olhando para ela.
"Edward, eu pensei que Bella tivesse reagido mal à situação".
"Não, mãe, quem reagiu mal fui eu".
"Estou vendo. Bem, você sabe quantas vezes o seu pai teve de usar gelo e essa pomadinha comigo?"
"MÃE!"
"O quê? Vocês três não vieram das cegonhas".
"Eu sei disso. E sei que vocês continuam ativos, mas não precisa entrar em detalhes".
"Eu só quero que você entenda que nós, mulheres, de vez em quando adoramos 'levar um tapa'. 'Ser nocauteadas'!"
"Ok, ok, mãe, já entendi!" Ambos sorrimos.
"Edward, filho, se com o passado que teve Bella aceitou bem e ameaçou não se casar com você se não a satisfizer sexualmente, cuidado com as ameaças de uma mulher. Elas normalmente se tornam realidade! E eu quero que Bella entre para a nossa família, você sabe que eu já a considero como uma filha".
"Eu sei, mãe, e aprecio muito o seu amor por ela".
"Aconteceu alguma coisa?" Meu pai perguntou, abraçando a minha mãe.
"Não, querido, está tudo bem".
"É que Alice chegou ao ponto de nos dizer que Edward era um chato".
"Não é nada, pai. É só que Bella precisa descansar um pouco".
"E de ge-"
"MÃE!"
"Bella está bem?" Meu pai perguntou com um sorriso no lábios.
"Está sim, querido." Minha mãe respondeu. "Edward, vá até o carro buscar a pomada enquanto eu preparo o gelo." Meu pai gargalhou e eu fiquei com as bochechas vermelhas.
"Mano!" Emmett falou. "Então o grande segredo é esse! Você deixou Bella assa-"
"EMMETT CULLEN!" Eu, meu pai e minha mãe gritamos com ele.
"Emmett." Minha mãe falou em tom de ameaça. "Quando Bella descer, se eu ouvir uma piadinha que seja sobre este assunto, eu juro por Deus que aquele seu segredo será contado".
"Ok, mãezinha, prometo não fazer piadinha nenhuma. Mas, mano..." Ele deu uns tapinhas nas minhas costas. "Você não nega ser um Cullen, porra!"
"Emmett." Meu pai repreendeu. "Cuidado com a língua. E cuidado que eu também sei o seu segredo".
Emmett olhou para os nossos pais e saiu de cabeça baixa.
"Nem vou perguntar." Eu disse com as mãos levantadas e dirigindo-me para a rua.
"Nós também nunca contaríamos!"
Nota da Ju:
Não é de espantar que Bella tenha ficado assado depois das atividades de "coelhos" deles... hehehe. Espero que estejam gostando da fic.
Obrigada às pessoas que deixam reviews sempre, e não apenas para cobrar! E só para esclarecer, eu não posto fics pelo número de reviews, pois se fosse assim, já teria deixado de traduzir e postar há muito tempo! E, sim, eu leio TODAS as reviews que são deixadas em todas as fics que eu traduzo. E quando alguém pergunta alguma coisa que eu acho que vale a pena responder, eu o faço sim, mas quando acho que eu não tenho nada de interessante a acrescentar, não vejo motivo para eu ficar "enchendo linguiça" aqui... Afinal, deixa review quem quer porque não posso obrigar ninguém a fazer o que não quer!
Até segunda!
Ah, e desculpem novamente por postar tão tarde, mas minha vida real, além do trabalho, está realmente cheia de problemas e quase não tenho ficado na internet ultimamente...
Bjs,
Ju
