Capítulo 31
Bella POV
Ainda não eram 11hs quando meu celular começou a tocar. Pedi licença aos meus colegas, levantei-me e atendi a ligação.
"Oi, cunhadinha".
"Bom dia, Alice. Está tudo bem?"
"Tudo ótimo. Você tem uma consulta com Edward hoje?"
"Sim, quando eu estiver livre desta reunião, que está quase acabando, vou à clínica encontrar com ele. Por quê?"
"Nada de mais, eu e Rosalie vamos também. Podemos nos encontrar em algum lugar e depois vamos as três juntas?"
"Claro que sim, excelente ideia. Assim que eu estiver livre, ligo para você e podemos nos encontrar em alguma cafeteria".
"Ótimo, mas se você não se importar, podíamos nos encontrar na cafeteria da clínica. Não a dos pacientes, a dos funcionários da clínica. Está bem assim para você?"
"Combinado, Alice, assim que chegar à clínica eu lhe dou um toque para avisá-la que estou chegando. É no último andar, certo?"
"Exatamente. Até já".
"Tchau, Alice, até já".
Desliguei o celular e voltei para a reunião. Dez minutos depois a diretora disse que já não tinha mais nada para falar e perguntou se alguém tinha dúvidas, como todos os colegas se calaram, ela deu a reunião por encerrada, desejando a todos boas férias. Eu estava arrumando as minhas coisas quando Jane veio falar comigo.
"Então, Bella, ouvi dizer que você vai passar um tempo ao Brasil?"
"É verdade. Edward tem um congresso com a família e vamos todos".
"Aproveite, garota! Você está sempre metida dentro de casa, goze bastante." E começou a rir.
"Jane!" Eu disse, envergonhada.
"O que?" Ela disse com cara de santa. "Eu só disse para você se divertir." E ela começou a gargalhar.
Eu disse adeus a todos e fui até o meu carro e dirigi até a clínica. Quando estacionei, mandei uma mensagem para Alice informando que eu tinha chegado. Ela respondeu que estavam à minha espera na cafeteria. Quando cheguei, Alice e Rosalie conversavam quase em sussurros.
"Oi, garotas".
"Belinha!" Alice levantou-se e cumprimentou-me.
"Oi, Bella." Rosalie também se levantou e falou comigo. "Quer comer alguma coisa?"
"Apenas beber um suco. E vocês, querem mais alguma coisa?"
"Eu até beberia um café, mas o meu irmão proibiu."
Eu assenti e fui buscar meu suco. Quando tínhamos terminado, fomos para o andar de Edward. Já não era a primeira vez que eu vinha aqui, por isso todas nós conhecíamos Juliet.
"Oi, Juliet, boa tarde." Alice falou. "Meu irmão está à nossa espera." Ela já não conseguiu falar mais nada, pois de dentro do escritório dele veio um som que me deixou com lágrimas nos olhos.
"Ah, Edward. Tão fodidamente bom. Isso... assim... assim".
"Mas que merda é essa?" Rosalie gritou.
"Juliet, quem está lá dentro com o meu irmão?"
"Tanya." Ela sussurrou.
Rosalie e Alice olharam para mim. Quando eu ia abrir a boca para dizer alguma coisa, ouvimos a porta do escritório dele se abrir com alguma violência. Não vimos ninguém. Alice ia começar a espreitar quando ouvimos a voz de Edward. Ele estava com a voz carregada de raiva.
"Tanya, vou contar até dez, se você ainda estiver aí, vou pedir para que chamem a segurança".
Nós nos entreolhamos e sorrimos umas para as outras.
"Tanya. Vou receitar uma medicação para as dores. Como eu expliquei, cuidei de você porque nenhuma mulher merece sofrer. Agora, faça o favor de sair da minha sala".
A voz dele estava cada vez mais carregada de raiva.
"Eu vou lá dentro." Rosalie falou.
"Nós vamos com você." Alice pegou minha mão e nós entramos no escritório dele. Ninguém estava lá.
Rosalie continuou andando até a sala de exames, onde havia uma mulher completamente nua e aberta na mesa de exames, e um Edward com uma postura alterada. As costas dele estavam rígidas e os braços estendidos ao longo do seu corpo com os punhos cerrados. Ele nem percebeu a nossa presença.
"O que essa puta está fazendo aqui?" Rosalie gritou
Edward ficou ainda mais tenso e, aos poucos, foi virando para nós. Primeiro encarou Rosalie, que estava mais perto dele, depois olhou para Alice. E quando seus olhos caíram em mim, suas feições mostraram amor e pediram compreensão. Baixei a minha cabeça. No momento eu não era capaz de encará-lo.
"Olá, garotas. Vim matar as saudades do meu Ed." Tanya falou com a voz manhosa.
Levantei minha cabeça e vi quatro rostos olhando para mim. Não sei o que eles estavam esperando que eu fizesse, mas quando aquela puta disse que tinha vindo matar saudades do Ed dela, depois de nós ouvirmos que ele a tinha expulsado do seu escritório, fiquei nervosa e inicialmente encarei Edward.
Reparei que ele ia abrir a boca para dizer alguma coisa. Levantei minha mão e silenciosamente o mandei se calar. Nem eu sabia que tinha esse poder sobre ele. Em seguida, olhei por cima do ombro dele e encarei os olhos azuis daquela mulher que estava toda oferecida para o meu homem.
Se me perguntarem onde fui buscar coragem, não poderei responder. Avancei alguns passos até me posicionar ao lado de Rosalie. Pedi a todos os santos para que a minha voz não falhasse, demonstrando o meu estado de nervos.
"A senhora, se não se importa, poderia se vestir e sair do escritório do meu noivo?"
"Noivo?" Ela perguntou com escárnio. "Eu namorei com ele por dois anos e ele nunca me propôs casamento. Certamente não seria uma mulher simples," ela olhou-me de cima abaixo, "sem sal, que certamente não deve fazer nada na cama que o meu Ed gosta, que o enrolaria para que ele se casasse".
Rosalie ia falar alguma coisa, mas coloquei uma mão no seu ombro e pedi-lhe que nada dissesse.
"Certamente posso até ser simples e sem sal. Talvez ainda não consiga dar a ele tudo aquilo que ele gosta a nível sexual, mas várias coisas ele pode contar vindo de mim." O sorriso dela começou a morrer aos poucos.
Encarei Edward e comecei a falar e a andar. "Ele pode contar com o meu amor!" Edward começou a sorrir. "Pode contar com a minha confiança!" Ele abriu os braços e segurou o meu corpo. "Pode contar com a minha lealdade." Coloquei minhas mãos no rosto dele e comecei a acariciá-lo. "Mas, principalmente, ele pode contar para sempre comigo para todas as situações que se coloquem entre nós!" Coloquei-me nas pontas dos pés e o beijei sofregamente, como se não houvesse amanhã.
Edward intensificou o beijo, suas mãos percorriam todo o meu corpo. Nós dois começamos a gemer e permanecemos dentro da nossa bolha até que ouvimos alguém pigarrear. Aos poucos descolamos os nossos corpos e voltamos para o som que nos tirou da nossa bolha. Alice e Rosalie estavam sorrindo e olhando para nós.
"Porra, Bella!" Rosalie falou. "Você fez a puta fugir com o rabinho entre as pernas".
"Estou muito orgulhosa de você, cunhadinha." Alice comentou. "Lembre-me de nunca arranjar confusão com você." Todos começamos a rir. "Você, sem gastar energia física, coloca uma pessoa no seu devido lugar".
Edward colocou-se atrás de mim, eu consegui sentir seu membro encostado nas minhas costas.
"Garotas." Ele falou com voz rouca. "Vocês se importam que Bella seja a primeira a ser examinada?"
Elas se entreolharam e começaram a sorrir.
"Não, é até um favor que vocês nos fazem." Rosalie falou. "Caso contrário, Edward estará tão excitado que não conseguirá incorporar o médico".
Baixei minha cabeça com vergonha e senti minhas bochechas ficarem muito quentes. Ele poderia precisar de mim, mas eu também precisava dele.
"Vocês podem me fazer só um favor?" Ele pediu e elas assentiram. "Peçam para Juliet vir desinfectar a mesa de exames?"
Quando elas saíram do escritório, Edward puxou-me para a sua mesa e sentou-me nela, colocando-se no meio das minhas pernas. Coloquei minhas mãos no seu pescoço e comecei a brincar com o seu cabelo. Ele começou a acariciar minhas pernas e foi subindo pela minha barriga, até chegar aos meus seios. Quando ele ia intensificar o toque, houve batidas na porta e Juliet enfiou sua cabeça.
"Posso?" Ela disse. Edward deixou cair a cabeça no meu ombro e abafou um gemido.
"Sim, Juliet." Ele disse com a voz ainda mais rouca. "Quando você tiver terminado, tranque a porta e avise que estou ocupado." Ele falou para ela, mas ainda olhando dentro dos meus olhos. "Não me incomode nem se a 3ª guerra mundial começar".
"Claro, Edward." Ela falou com um sorriso na voz. "Serei o mais rápida possível".
Edward colocou uma mão por dentro da minha camisa e seus dedos começaram a fazer a trilha até meu peito. Quando encontrou meu mamilo, deu-lhe um aperto que foi um pouco doloroso, mas ao mesmo tempo extremamente excitante, provocando um gemido meu. Não querendo ficar atrás, deixei uma mão cair do seu pescoço e passando pelo seu peito, continuei a descida e quando alcancei seu membro, passei minha mão por cima dele, ganhando também um gemido dele. Ele estava extremamente excitado.
"Porra, Isabella, eu te quero tanto." Ele sussurrou no meu ouvido, dando uma lambida e provocando um arrepio por todo o meu corpo.
Agarrei um punhado do seu cabelo e levantei sua cabeça. Encarei seus olhos, que de tão excitados estavam negros, depois encarei sua boca, que estava aberta com a respiração alterada. Quando ia aproximar minha boca da dele para beijá-lo, Juliet interrompeu.
"Desculpem." A voz dela era envergonhada. "É só para dizer que já está tudo pronto. Vou trancar a porta".
Ele apenas acenou com a cabeça. Quando ouvimos o clique na porta, Edward levou suas mãos à minha camisa, arrancando-a pela cabeça. Não sei como é que ele conseguiu tão rápido, mas quando reparei, ele já tinha retirado o meu sutiã e levava sua boca aos meus seios.
"Envolva suas pernas ao redor de mim, amor." Sua voz saía com dificuldade.
Assim que fiz isso, ele levantou meu corpo e atacou meus lábios e, quando percebi, eu estava sentada na mesa de exames.
"Há muito tempo tenho essa fantasia, baby." Ele sussurrou ao meu ouvido, mordendo-o.
Ele afastou-se um pouco de mim e levou suas mãos ao cós da minha calça, abrindo e retirando junto com o meu fio dental.
"Amor, coloque seus pés nos estribos".
Fiz aquilo que ele me pediu. Inclinei meu corpo para trás e levantei as pernas para colocá-las onde ele pediu. Nunca desviei o olhar dos seus olhos enquanto fazia os movimentos. Seu peito subia e descia com bastante rapidez, sendo mais uma forma de mostrar como o seu corpo também estava excitado.
"Bella?" Ele respirou fundo, fechou os olhos e abanou a cabeça. "Por mais vontade que eu tenha de te foder imediatamente." Apoiei meus cotovelos na mesa e o encarei, eu não estava entendendo onde ele queria chegar. "Preciso examiná-la primeiro".
"Amor, não pode ser depois?" Minha voz também saiu bem rouca devido à minha excitação. "Eu te quero tanto, preciso tanto de você".
Ele olhou-me nos olhos, então percorreu meu corpo com o seu olhar e seu corpo estremeceu. Ele fechou novamente os olhos e apertou a ponte do seu narizm dando a volta à mesa de exames e colocando seu corpo do lado do meu. Ele levou suas mãos ao meu rosto e acariciou.
"Baby, se eu te foder primeiro, sua vagina vai ficar com uma tonalidade diferente devido à fricção do meu pau".
"Jesus, Edward!" Eu o interrompi. "Não fales assim que você me deixa ainda mais excitada!" Ele sorriu e abanou a cabeça.
"Permaneça nessa posição." Ele deu-me um beijinho. "Vou desinfectar as mãos e vou examiná-la." Ele deu-me outro beijo, que tentei intensificar, mas segurou minhas mãos e pediu-me que eu colaborasse com ele. Fiz beicinho e ele sorriu. Provocador!
Eu o vi se virar e ouvi a água correndo. Em seguida, ele limpou as mãos, dirigiu-se a um móvel e pegou um par de luvas e um espéculo vaginal. Ele olhou para mim, piscou-me e sorriu. Ele sentou no banquinho no meio das minhas pernas, ligou uma luminária e a posicionou de forma a incidir nas minhas partes íntimas. Eu sei que tinha de colaborar, mas só o fato de senti-lo no meio das minhas pernas fez um arrepio correr através de todo o meu corpo.
"Ok, Bella." Oh, merda! Ele está mesmo como médico, caso contrário, teria me chamado de amor, ou baby, ou Isabella. Porra, eu adoro quando ele me chama de Isabella.
"Bella?" Em sua voz havia um sorriso. "Você ouviu alguma coisa que eu disse?"
"Hum?" Levantei a cabeça e olhei para ele. Péssima decisão. Oh, merda! Péssima decisão. Deixei cair a cabeça de volta na maca e cobri meu rosto com as mãos. "Desculpe." Limpei a voz, "Não ouvi nada".
" Bella, vou te pedir para que relaxe, pois vou introduzir o espéculo." Quem me dera que ele enfiasse já o seu pau.
Senti seus dedos nos meus lábios externos, separando-os. Em seguida, senti uma coisa dura querendo entrar. Fiquei tensa na hora.
"Bella, relaxe, por favor. Eu sei que você não gosta dessas coisas, mas tem de ser. Relaxe, por favor".
O objeto fez o seu caminho pela minha vagina. Edward soltou meus lábios externos e comecei a sentir aquela coisa alargando a minha intimidade.
"Pronto, Bella, a parte mais difícil já foi. Agora só vou apalpar e examinar. Se você sentir qualquer desconforto, por favor, avise-me na hora, está bem?"
"Hum-hum." Eu não falei mais nada. Edward sabia que eu não gostava de ter essas coisas dentro de mim.
"Você sente algum desconforto aqui?" Ele perguntou enquanto apertava a minha barriga.
"Não." Edward apertou em mais alguns pontos, não causando qualquer dor ou desconforto.
"Agora vem a pior parte. Quero que você respire pela boca e, se sentir alguma coisa, avise-me".
Conforme ele falou, senti seus dedos dentro de mim. Eu adorava quando Edward, o amante, enfiava seus dedos dentro de mim, mas como médico, ele forçava a entrada e ainda empurrava os dedos, de encontro à sua mão que permanecia na minha barriga.
"Ai, Edward, essa merda dói." Reclamei quando ele apertou mais um pouco na minha barriga.
"Eu sei, Bella, só preciso examinar seus ovários".
Senti os dedos dele fazerem mais algumas apalpadas e depois o espéculo voltar à posição normal. Com todo o cuidado, ele o retirou de dentro de mim. Quando ouvi a sua voz, todo o desejo e excitação que sento por ele voltaram à tona.
"Baby?" Agora sim! Agora é o meu Edward que só me dá prazer! "Você sabe perfeitamente que eu detesto perder as suas secreções." Assim que falou, ele passou sua língua por toda a minha intimidade, provocando um gemido de ambos. Coloquei minhas mãos na lateral da maca e cravei meus dedos no colchão.
"Isabella!" Oh, sim! Cada vez melhor! Eu quase gozei só de ouvi-lo me chamar assim. "Lembre-se que você está no meu escritório e há algumas pacientes lá fora. Eu quero fazê-la gozar muito, mas você tem que me prometer que não vais gritar. Caso contrário," sua voz, alem de excitada, era brincalhona, "toda a mulherada lá fora vai querer o mesmo tratamento".
"Ah!" Minha voz saiu completamente rouca. "Mas elas podem tentar com os seus maridos, não sei se terão tanta sorte como eu tenho com o meu." Quando falei, fiquei estática. Eu o tinha chamado de marido.
"Isabella?" Ele se levantou do banquinho e colocou-se ao meu lado. "Olhe para mim!" Fiz o que ele pediu e ofeguei com o que encontrei nos seus olhos. Amor, carinho e orgulho. "Repita, amor! Repita do que você me chamou".
"Marido! Meu marido!" Quando acabei de falar, Edward colou seus lábios aos meus e beijou-me com intensidade e ferocidade.
"Minha esposa! Eu quero que você seja a minha esposa o mais rápido possível. Vamos marcar uma data, por favor, baby. Faça de mim o homem mais feliz do mundo e vamos marcar uma data!" Eu apenas assenti, não tive tempo de responder com palavras, pois a sua boca devorava a minha, suas mãos percorriam o meu corpo todo. Levei minhas mãos à sua camisa e comecei a desabotoá-la.
"Edward." Eu sussurrei. "Eu não quero preliminares." Ele levantou sua boca do meu seio e começou a soltar sua calça e a retirou juntamente com a sua boxer.
"Isso não vai ser meigo, Isabella." Ele falou quando se posicionou novamente no meio das minhas pernas.
"Eu. Quero. Que. Você. Me. Fôda!" Falei com a voz rouca, mas ao mesmo tempo selvagem.
"Segure-se à maca!" Edward ordenou.
Ele colocou suas mãos nos meus quadris. Quando segurei, ele investiu em mim e, em uma estocada só entrou completamente. Mordi os lábios para abafar o grito que queria sair. Edward continuou investindo sem quaisquer cuidados ou restrições, o que levou ao meu primeiro orgasmo em alguns minutos, seguido por orgasmos múltiplos.
"Porra, Isabella, você está mastigando meu pau! Isso, goza! Goza para mim, baby".
Meus gritos eram abafados pelas minhas mãos tapando a minha boca.
"Confie em mim, baby!" Edward falou com a voz cansada, mas ao mesmo tempo rouca.
Senti um dos seus dedos onde estávamos conectados. Ele não parou de investir, Sua outra mão foi para o meu clítoris, pressionando-o, provocando-me mais uma série de orgasmos. Eu não conseguia pensar onde estava a sua outra mão.
"Isabella, olhe para mim!" Com muito esforço abri meus olhos e o encarei. "Eu quero que você confie completamente em mim e que tenha outro tipo de orgasmo. Este será avassalador!"
"Oh, Edward! Ah... Eu confio, amor! Ah... eu confio em você!" Minha voz saía rouca, mas eu tentava controlá-la para não sair muito alta.
Foi quando senti! Um dos seus dedos circulando o meu ânus.
"Edward!" Não consegui evitar e minha voz saiu um pouco mais alta.
"Confie em mim e deixe-se levar!" Arregalei os olhos e, quando comecei a sentir seu dedo entrando em mim, todos os orgasmos que ele tinha me provocado não eram nada comparados com este que estava começando a se formar no meu baixo ventre. Comecei a sentir uma queimação na minha pélvis, que aos poucos foi se alastrando por todo o meu corpo, chegando inclusive às extremidades das minhas mãos e dos meus pés.
"Isso, Isabella! Ah... Goze, Isabella! Mastigue o meu pau... Hum!" Suas investidas não tinham abrandado e seu dedo tinha criado um ritmo que estava me deixando cada vez mais louca.
"Eddddwaaaaaaarddd!" O orgasmo que me atingiu deixou-me quase à beira do desmaio, mas este seria um desmaio bom, muito bom! Quando gozei, toda a adrenalina que estava dentro de mim explodiu em milhões de fragmentos na escuridão, mas uma escuridão que me deixava ver alem fronteiras.
"Ah, Isabella... eu vou gozar... Ahhhhhh!" Senti seu pau ficar ainda maior e mais duro e amei que ele estivesse derramando dentro de mim.
Ele deu mais duas ou três investidas e deixou sua cabeça cair sobre o meu peito. Levei minhas mãos ao seu cabelo e comecei a fazer carinho. Passados alguns segundos, Edward levou uma das suas mãos ao meu seio e a outra ao meu clítoris e começou a acariciá-los. Quando percebeu que eu estava suficientemente distraída, ele começou a retirar-se, nunca deixando de olhar dentro dos meus olhos.
"Vem, amor, sente-se, você consegue?" Ele pegou uma perna minha e beijou, colocando-a para baixo. Em seguida, pegou a outra e fez o mesmo procedimento. Ele levou suas mãos às minhas costas e puxou o meu corpo mole contra ele, fazendo com que os seus braços fossem duas garras de amor. "Como você está se sentindo, baby?"
Deixei minha cabeça encostada ao seu ombro, meus braços ao redor da sua cintura, mas não tinha forças para apertá-lo contra mim como desejava.
"Avassaladoramente amada, querida, desejada!" Ele levou uma mão à minha cabeça e carinhosamente a puxou para trás, desencostando-a do seu corpo.
"Olhe para mim, baby." Abri meus olhos e quando encarei os seus com tantos sentimentos como os meus certamente mostravam, não consegui controlar e uma lágrima caiu pelo meu rosto. "Eu te amo muito, Bella!" Ele beijou a lágrima que caiu. "Eu sei que você está bem, pois seus olhos são um livro aberto!"
Pedi aos meus músculos para responderem ao meu corpo e levei uma mão ao seu rosto, acariciando-o.
"Eu também te amo muito, Edward!" Sem querer, as lágrimas começaram a banhar o meu rosto, mas não tentei impedi-las, pois nós sabíamos que eram lágrimas boas. Lágrimas de amor, de confiança, de paixão, de desejo. "Não consigo arranjar palavras para todo o agradecimento que tenho e sempre vou ter pra você".
"Sshh, minha linda, você não precisa agradecer nada, pois tudo aquilo que te dou e faço é com amor, desejo e paixão." Quando ele falou, uma lágrima também caiu pelo seu rosto.
"Ai, Edward, eu te amo tanto. Tanto que às vezes até me dói respirar. Às vezes penso que estou em um sonho e vou acordar no pesadelo da cama que os meus tios tinham para mim".
"Não, minha linda." Edward apertou-me tão forte que quase não consegui respirar, mas não me esforcei para me mexer, pois eu me sentia segura e amada. "Aquele pesadelo acabou de vez e não vou deixar nada e nem ninguém causar nenhum mal a você!" Ele afrouxou um pouco o abraço e começou a acariciar meus cabelos. "Mas eu sei o que você sente. Eu também te amo tanto que às vezes tenho até medo que um vento leve você de mim".
Desencostei minha cabeça do seu corpo e o beijei. Edward correspondeu ao beijo com paixão. Quando separamos as nossas bocas, nós nos encaramo e sorrimos um para o outro.
"Vou pedir para Juliet vir arrumar a maca para que eu possa examinar Alice e Rosalie".
"E todas as outras mulheres que estão lá fora." Eu não queria, mas a minha voz saiu em um tom de ciúmes, provocando uma risada nele.
"Amor!" Ele colocou suas mãos no meu rosto, fazendo círculos com os polegares nas minhas bochechas. "Até a mulher mais linda do mundo poderia entrar aqui, a mais perfeita, a mais sexy." Eu franzi o cenho. "Mas, para mim, você será sempre a minha perfeita, a minha gostosa!" Não consegui evitar e sorri.
Ele depositou um beijo na minha testa, outro no meu nariz e finalmente na minha boca.
Nota da Ju:
Uau, que exame foi esse... e ainda bem que Bella entendeu que Edward não quer nada com Tanya e ainda conseguiu expulsá-la de lá...
Deixem reviews e até amanhã!
Bjs,
Ju
