Capítulo 46

Bella POV

Quando senti a dor muito forte no meu abdômen, não me lembro de ouvir mais nada. Era como se eu estivesse no paraíso, tudo muito bonito, muito calmo. Fui invadida por uma paz nunca antes sentida por mim.

Mas…

Algo estava me faltando!

Meu espírito estava calmo, mas meu coração apertado.

Minha mente estava descontraída, mas o meu coração em um tormento.

Ao longe comecei a ouvir algumas vozes, mas não conseguia entender o que diziam. O tom que eles falavam mostrava preocupação, indignação, arrependimento e dor! Muita dor.

Distingui ao longe a voz de Edward gritando, "EU O MATEI!"

Tentei achar a minha voz para lhe perguntar o que tinha acontecido, mas alguma coisa não me deixava mostrar qualquer emoção. Consegui distinguir mais vozes no meio do emaranhado de confusões e percebi Rosalie pedindo desculpas com a voz embargada. Por que eles se sentiam culpados e com dor?

Mais importante!

O que diabos aconteceu comigo?

Aos poucos comecei a ordenar as ideias confusas que passavam na minha mente e flashes começaram a surgir. Estávamos em uma cafeteria tomando um lanche quando um homem entrou, chamou pelo meu Edward e apontou uma arma para ele. Eu ouvi um barulho, ao mesmo tempo em que senti um calor invadir minha barriga.

Oh, Deus! Edward disse que tinha matado! Será que ele matou o homem? Mas por que Rosalie pedia desculpas? Eu não conseguia achar nenhuma explicação plausível para os seus comportamentos.

Fiz um esforço sobre humano e obriguei meu corpo a responder às minhas emoções e ações.

"Hum..." Limpei minha voz. "E-Edward?"

"Amor?" Sua voz saiu triste, mas aliviada.

Apertei meus olhos e os obriguei a se abrirem. Pisquei algumas vezes e os ajustei à claridade. Abri os olhos e vários olhares chegaram a mim.

Edward, seus olhos sempre verdes brilhantes estavam vermelhos, algumas lágrimas caíam pelo seu rosto. Esme tentava sorrir para mim, mas seus olhos também estavam um intenso vermelho. O mesmo se passava com todos os outros, Carlisle, Rosalie, Emmet e Jasper.

"Edward?" Tentei levantar minha mão para tocá-lo no rosto e ele agarrou minha mão e a beijou com amor e devoção, mas seus olhos mostravam arrependimento e dor.

"Oi, meu amor." Sua voz saiu rouca devido aos soluços do seu choro. "Como você está se sentindo? Está com dores?"

"Dores?" Perguntei intrigada. "Por que eu teria dores?"

Ele olhou para mim como se estivesse pensando na melhor forma de começar a falar, mas não foi ele que falou.

"Você foi baleada, Bella." Carlisle falou com a voz serena. Edward deixou cair a cabeça, como se o peso do mundo estivesse sobre ela. Suas lágrimas caíam com mais intensidade do que eu alguma vez vi.

"Ba-baleada? Eu levei um tiro?" Lágrimas saltavam dos meus olhos. Levei minha mão à minha barriga quando lembrei do calor que senti lá. Por isso deixei de ver ou ouvir alguma coisa, certamente eu desmaiei. Olhei para a janela e vi que estava noite. Quando a confusão aconteceu ainda era início da tarde.

"Baby?" A voz de Edward puxou os meus olhos para os seus, que estavam banhados de lágrimas. "Desculpe, amor!" Sua voz saiu carregada de dor. Ele abraçou-me e encostou sua testa à minha. "Por favor, perdoe-me!" Suas lágrimas caíam do seu rosto e se misturavam às minhas.

"Você não tem culpa de nada, amor." Levantei o braço que não tinha o cateter e enrosquei meus dedos nos seus cabelos sedosos. "Eu lembro que você ainda tentou segurá-lo. Você não puxou o gatilho, baby!" Eu disse entre soluços.

Ele levantou a cabeça e encarou meus olhos. Eles transmitiam tanta dor que eu ofeguei.

"Não, baby, eu não puxei o gatilho." Ele sussurrava com dor na voz. "Eu fiz pior".

"O que aconteceu?" Lembrei que enquanto eu estava meio inconsciente, ouvi Edward gritar "EU O MATEI". "Deus, Edward, você matou o homem?" Perguntei olhando dentro dos seus olhos, que ficaram arregalados e surpresos.

"Eu preferiria ter matado o filho da puta e alguns outros!" Ele falou com raiva, arrependimento. "Mas não, baby, não matei nenhum homem ou mulher." Ele levou uma mão à minha barriga e quase como se a sua mão fosse uma pena, a acariciou e falou com voz de culpa. "Mas eu matei!"

"Filho!" Olhei para Esme, que estava com as feições também carregadas de dor. Ela colocou uma mão nas costas dele, mas a sensação que me deu era que ela queria tirá-lo daquele sofrimento em que ele se encontrava. Eu a compreendia, se eu pudesse, também o livraria de qualquer dor, arrependimento, culpa.

"Edward?" Eu o chamei, mas ele não disse mais nada.

Ele levantou a cabeça para cima na direção do teto, fechou os olhos e respirou fundo algumas vezes. Carlisle aproximou-se de mim e apertou minha mão que tinha o cateter no braço. Esme permaneceu com a mão nas costas do filho, mas colocou a outra nos meus cabelos emaranhados e os acariciou. Rosalie, Emmet e Jasper aproximaram-se de nós, ficando ao fundo da cama. Emmet aproximou-se mais um pouco e apertou o ombro de Edward. Como se ele se sentisse mais amparado, abaixou a cabeça e limpou as lágrimas que não paravam de cair. Ele voltou a colocar a mão na minha barriga e apertou a minha outra mão.

"Bella." Ele respirou fundo. "Eu fui obrigado a interromper a sua gravidez".

Suas palavras não faziam sentido para mim. Ele foi obrigado a interromper a minha gravidez? Mas que gravidez? Eu estava grávida de um filho de Edward?

"Bella?" Ele soluçava desesperado. "Por favor, perdoe-me!" Ele pediu e apertou minha mão, como se ela fosse salvá-lo do abismo.

"Bella?" Carlisle falou. "Eu estive com Edward na sala cirúrgica. Era apenas um embrião, mas era um embrião que estava envolto de pólvora devido à bala. Não havia escolha, minha filha!"

"Bella?" Esme tinha a voz triste. "Você terá de ser forte, minha filha." Ela engoliu uma respiração. "Eu sei o que falo, pois devido a uma complicação de saúde tive de abortar uma vez. Mas depois veio o nosso Edward".

"Por Deus, Bella!" Edward estava em pânico. "Diga alguma coisa!"

Eu estava grávida? Eu tinha um filho de Edward dentro de mim e ele foi arrancado? Aquele homem atirou em mim e matou o meu filho? Meu Edward teve de fazer um aborto em mim? Meu Edward teve de matar o próprio filho?

"NÃO!" Puxei as minhas mãos que estavam entrelaçadas em Edward e Carlisle e as levei ao meu estômago. Segurei a mão de Edward que estava repousando na minha barriga e agarrei-me a ela como se fosse uma tábua de salvamento. Virei-me de lado e enrolei-me em uma bola. As dores que tive por fazer este movimento não eram nada, nada comparadas às dores emocionais!

"Baby!" Edward deitou seu corpo ao lado do meu, colocou uma perna por cima das minhas, sua mão agarrou as minhas que estavam abraçadas à minha barriga e a outra mão acariciou meus cabelos. Ele não falou mais nada, apenas chorou comigo.

"Meu filho!" Carlisle falou preocupado. "Tome estes calmantes, você precisa descansar".

"Eu não quero nada!" Sua voz saía entrecortada em soluços.

"Edward?" Jasper falou. "Bella também vai adormecer dentro de pouco tempo, e você precisa descansar. Vocês precisam ter forças".

Eles devem ter colocado alguma coisa no meu soro, pois as vozes começaram a sumir aos poucos, até que deixei de ouvi-los completamente.

Não sei quanto tempo estive apagada, mas quando acordei, meu Edward também dormia agarrado a mim. Virei meu rosto para o seu, suas feições estavam carregadas. Fiz um esforço e fiquei de barriga para cima. Eu não queria, mas um gemido saiu assim que me movi.

"Bella?" Esme estava no quarto? "Como você se sente, minha filha?"

"Não sei, Esme." Fui sincera. "Tudo dói." Minhas lágrimas voltaram a cair. "Mas onde dói mais eu não consigo colocar as minhas mãos".

"Eu sei como é, minha querida." Esme sussurrou com dor na voz.

"Esme também sofreu um… um…" Não consegui dizer a palavra.

"Também, minha querida! Emmet nasceu, Alice nasceu, mas antes de Edward nascer eu tive uma complicação de saúde e tive de abortar".

"Como você superou?"

"Com muito amor de Carlisle, Emmet e Alice." Olhei para ela. "Eu sei que vocês não têm filhos para te darem alento, mas tem os seus sobrinhos que te amam muito e…" Cortei-lhe a palavra.

"Foi Edward quem fez?" Perguntei enquanto fazia carinhos nos cabelos rebeldes dele.

"Foi!" Ela deu a resposta chorando. "Ele… ele está sofrendo muito".

"Eu sei".

"Vocês precisam se unir, minha querida. Ele vai se culpar por ter feito o que fez e você se culpará por estar no local errado à hora errada, mas NENHUM de vocês tem culpa".

"Onde é que está o…?" Não precisei dizer mais nada, Esme sabia de quem eu estava falando.

"Pelo que Carlisle me contou, ele está preso. E amanhã a polícia virá ver como você está e pegará os depoimentos".

"Ele será condenado por assassinato?" Perguntei com a voz brava.

"Não sei como é que são estes casos, minha querida, mas pode ter certeza que a família não vai deixá-lo impune".

"Baby?" Edward acordou meio grogue e zangado. "Eu sabia que não deveria ter tomado nada, você já acordou faz tempo? Está com dores?"

"Estou bem, dentro das possibilidades." Respondi-lhe honestamente. "E você, baby, como está se sentindo?"

"Eu estou…" Ele parou de falar e suas lágrimas começaram a inundar seus olhos.

"Oh, baby!" Agarrei-me a ele e choramos os dois.

"Bom dia!" Carlisle, Emmet, Rosalie, Jasper, Sebastian, Alice e Ashley entraram no quarto.

"Bellinha?" Alice falou com a voz chorosa. "Olha quem veio te dar um beijinho".

"Alice!" Edward levantou-se da cama e dirigiu-se à irmã. "Você pode, por favor…" Carlisle cortou-lhe a palavra.

"Edward, vocês têm que nos deixar dar o nosso amor! Vocês não podem se fechar".

"Amor?" Eu o chamei para que ele se juntasse a mim. "Você pode, por favor, colocar-me sentada?"

Ele, Emmet e Carlisle vieram ajudar-me a deitar de barriga para cima e depois Edward apertou um botão e a cabeceira da cama elevou-se.

"Sente comigo, baby." Pedi a ele.

"Precisa de alguma coisa, amor?" Ele estava preocupado.

"Preciso de você." Ele sentou-se e protegeu-me em seus braços.

"Pai?" Ele o chamou. "Quando podemos voltar para casa?"

"O congresso para nós foi dado como encerrado. Hoje de manhã fui falar com Michael e expliquei-lhe a situação. Ele mandou cumprimentos para todos e a sua esposa mandou…. Força." Eu sei o que ela deveria ter dito, mas Carlisle não conseguiu pronunciar a palavra pêsames. "Portanto, quando você achar que Bella pode viajar, nós embarcaremos".

"Lamento ter arruinado o resto do congresso para vocês." Eu disse chorando.

"Bella?" Edward repreendeu-me. "Você não fez nada, você foi a vítima. Eu é que não deveria ter enfurecido o filho da puta!"

"Edward?" Alice disse chorando. "Então eu também lamento não ter conseguido segurar Ashley dentro de mim. Tudo começou por minha causa".

"Se eu não tivesse me alterado." Emmet comentou com dor na voz. "No escritório do diretor, talvez ele não quisesse se vingar".

"CHEGA!" Jasper gritou. "Deste sentimento de culpa!" Ele estava exaltado. "Quem tem culpa aqui é o tal Salvatore! E todos nós podemos agradecer por Edward ter visto o problema com o embrião e Bella estar viva".

A esta altura, todos nós soluçávamos!

"Posso entrar?" O diretor do hospital entrou e com ele três policiais fardados. "Bom dia. Como vocês estão? Senhorita, como você está?"

"Estamos dentro do possível." Carlisle respondeu.

"Bem, estes agentes são da embaixada americana e precisam do seu depoimento para a acusação ser formal".

Cada um começou a falar e a contar sua versão da história, que no final era toda igual.

Edward foi o último a falar e contou o que teve que fazer, os policias olharam uns para os outros.

"Senhores agentes?" Esme agarrou a minha mão com força. "O assassino será condenado por homicídio?"

"Mas não era apenas um embrião?" Um deles perguntou.

"Não, senhor agente." Esme continuou. "Era o meu neto! Meus filhos estão sofrendo muito com a perda".

"Nós precisaremos do depoimento do Dr. Edward Cullen sobre como procedeu à remoção do embrião".

"E eu e meu filho Emmet poderemos testemunhar, pois estávamos juntos".

"E não havia mais ninguém?"

"Uma enfermeira também auxiliou." Emmet respondeu.

"Então precisaremos do depoimento dela também".

As perguntas e respostas continuaram. Eu e Edward apenas respondíamos quando as perguntas eram direcionadas a nós, caso contrário, era o restante da família que fazia esse favor.

Edward POV

Dois dias se passaram desde a tragédia, Bella já poderia viajar. Preparamos tudo para que ela fosse de ambulância do hospital até o jatinho. Quando chegamos ao hangar, eu a peguei no colo, entrei no jato e a coloquei deitada na cama.

"Você está bem, amor?" Perguntei, prendendo a respiração. "Você está com dores?"

"Não, mas você não está bem." Ela percebeu.

"Está tudo bem." Menti para ela. "Só preciso ir ao banheiro. Volto já".

Quando saí do quarto, minha mãe entrou e olhou para mim, ela também percebeu que eu não estava bem. Fiz-lhe que não com a cabeça, para que ela não comentasse nada, e tranquei-me no banheiro. Imagens vieram à minha cabeça imediatamente.

Bella desafiando-me. O sexo louco que tivemos neste banheiro. Este banheiro que, muito provavelmente, foi o local da concepção do embrião que tive de retirar.

Encostei-me à parede e deixei-me cair no chão. Enrolei-me em uma bola e chorei. Chorei como um bebê. O bebê que nós não teríamos.

POR QUÊ? Perguntei-me silenciosamente. Por quê tudo tinha que acontecer com a minha Bella?

Não sei quanto tempo estive fechado no banheiro. Percebi que o comandante mandou todos sentarem e colocarem o cinto. Foi nessa altura que ouvi baterem à porta.

"Edward?" Meu pai. "Filho, está tudo bem aí dentro?"

"Já estou saindo." Respondi.

Abri a porta, olhei para o meu pai e ele abraçou-me com força.

"Meu filho!" Ele tinha lágrimas nos olhos. "Eu sei que dói muito." Eu assenti. "Mas você tem que ser forte por Bella".

"Edward?" Minha mãe também chegou à porta. "Bella está ficando muito nervosa".

Olhei para eles. Virei-me e passei uma água no rosto, para tentar eliminar os vestígios do choro. Abracei os dois e dirigi-me ao quarto.

"Baby!" A voz de Bella era de preocupação e alívio. "Fale comigo, amor".

Fechei a porta do quarto, respirei fundo e deitei-me com ela. Com as mãos trêmulas, fiz carinho em seu rosto, cabelo e barriga. Ela agarrou minha mão e a levou aos seus lábios, beijando-a.

"Bella?" Ela encarou-me com os olhos molhados. "Pelo aspecto que o embrião tinha, muito provavelmente ele foi concebido no banheiro deste jatinho".

"Oh, baby!" Ela abriu os braços e deitei minha cabeça no seu peito.

"Desculpe, amor!" Eu desabei. "Desculpe por não te conseguido protegê-la e desculpe por não ter conseguido proteger o nosso filho".

"Edward!" Ela chorava enquanto falava. "Dói-me muito, amor." Levantei a cabeça para encarar seus lindos olhos castanhos, que neste momento estavam muito vermelhos. "Dói muito ter perdido o nosso bebê." Ela fungou. "Mas eu nem imagino como você se sente por ter feito isso. Eu não teria a sua coragem".

"Amor." Peguei seu rosto e beijei suas lágrimas. "Escolher entre você e um embrião." Engoli em seco. "Escolhi você, amor." Suas lágrimas caíam desenfreadas. "Porque você é a minha vida, amor." Nós choramos juntos. "E eu te prometo, baby, assim que nós pudermos, eu farei um filho em você, amor! E ele será amado, adorado, venerado por todos nós".

"Eu… eu nunca pensei que poderia ser mãe…" Sua voz saía rouca devido às emoções. "E agora saber que… que não consegui segurar um filho seu…"

"Não, baby." Beijei seu rosto e os olhos, que estavam inundados de lágrimas. "Não foi você quem não conseguiu segurar o nosso filho." Olhei para ela e tomei coragem para dizer as próximas palavras. "Fui eu quem o arrancou." Encolhi-me em uma bola ao lado do seu corpo.

Ela gemeu ao virar seu corpo para mim, abraçou-me com a força que ela tinha.

"Baby!" Sua voz saiu com clareza e certeza. "Nós não fizemos nada ao nosso filho, foi aquele homem malvado que acabou com a vida dele".

"Oh, baby." Abri meus braços e com calma e cuidado puxei seu corpo para junto do meu.

"Edward, posso te pedir um favor?"

"Todos, meu amor!"

"Beije-me!" Ela pediu com fervor. "Por Deus, beije-me!"

Coloquei minhas mãos em forma de concha no seu rosto, passei meus polegares pelas suas bochechas e enxuguei algumas lágrimas. Derivei o meu olhar entre os seus olhos e sua boca.

"Eu te amo!" Ela falou com amor.

"Eu te amo!" Respondi antes de juntar os nossos lábios.

O nosso beijo, como sempre, estava carregado de sentimentos. Desejo, paixão, respeito, carinho, honestidade e amor. Muito amor!

"Eu quero um filho seu, baby." Ela falou com os lábios encostados aos meus.

"Eu prometo a você que te darei um filho, amor." Falei com sinceridade. "Assim que você puder eu te darei um filho".

Ficamos deitados na cama aninhados um no outro. Bella gemeu um pouco com dores, mas após alguns minutos ela já dormia em meus braços.


Nota da Ju:

Que sofrimento para Bella e Edward, deve ser horrível perder um filho, mesmo que o deles fosse apenas um embrião...

Eu tentei postar ontem, mas o FF estava com problemas e eu não consegui nem fazer o login pra poder postar e tb não dava para deixar reviews, eu não sei o que aconteceu...

Deixem reviews!

Bjs,

Ju