Capítulo 47
Bella POV
Quando aterrissamos em solo americano, havia várias comitivas. Jornalistas, polícia, uma ambulância com o logotipo da clínica Cullen. Emmett e Carlisle tentaram, junto com a polícia, afastar os repórteres. Jasper desceu com Ashley no colo, Alice de mãos dadas com Sebastian e eles entraram no Mercedes de Carlisle que se encontrava estacionado ali. Esme também entrou. Rosalie entrou no Jeep deles. Edward pegou-me no colo e desceu os degraus do jatinho.
"Dr. Edward, é verdade que a sua noiva foi baleada?"
"Dr. Carlisle, é verdade que seu filho mandou prender um outro médico?"
"Dr. Emmett, qual é a verdade?"
As perguntas eram demais, as respostas não eram nenhumas. Quando Edward saiu do jatinho, enfiei minha cabeça no seu pescoço e escondi-me.
"Senhorita, é verdade que você estava grávida?"
"Foi um golpe do baú que saiu errado?"
"A senhora ama mesmo o Dr. Edward?"
"Edward, é verdade que vocês se amam mesmo?"
As ofensas e disparates ditos fizeram-me chorar. Edward fez carinho nas minhas costas e entramos na ambulância. Ele deitou-me e encostou seus lábios aos meus. Os flashes, empurrões e perguntas eram demais. Eu nunca tinha percebido que a família Cullen era tão conhecida, dentro e fora do continente.
Edward mandou a ambulância seguir. Nós passaríamos primeiro pela clínica. Edward queria fazer alguns exames e então passaríamos alguns dias na casa dos seus pais. Ele não queria me deixar sozinha. Então eles combinaram que, durante um tempos, nós, Emmett e Rosalie, Alice, Sebastian, Ashley e Jasper viveríamos na mansão dos patriarcas. Assim, na ideia deles, nós nunca ficaríamos sozinhas. Esme até comentou que tiraria mais alguns dias de férias para cuidar das suas filhas. Alice e eu.
Quando chegamos ao hospital, fiz um batalhão de exames. Assim que Edward concluiu que tudo estava bem, após quase duas horas, voltamos à mansão. Edward comentou com a sua secreatária e enfermeira, Juliet, que só voltaria ao trabalho no início de agosto.
Ela disse que informaria todas as suas pacientes da decisão que ele tomou.
…
Os dias foram passando, as dores foram diminuindo e a nossa vida aos poucos foi voltando ao normal.
Depois da conversa/desabafo que Edward e eu tivemos na cama do quarto no jatinho, colocamos os nossos medos de lado e o varremos com força. Estávamos mais unidos que nunca.
Hoje era dia 20 de agosto. Eu e Rosalie tínhamos uma consulta com Edward. Eu para confirmar que a cicatrização estava completa, e Rosalie para fazer uma eco dos seus gêmeos.
Emmett ainda nos perguntou se Edward queria desistir de ser o obstetra de Rosalie, mas depois de conversarmos, decidimos que ela e Emmett mereciam o nosso respeito e cooperação. Eles não deviam sair prejudicados pelo mal que tínhamos sofrido.
"Bom dia, Juliet." Eu e Rosalie cumprimentamos a enfermeira de Edward.
"Bom dia, Rosalie." Ela olhou para mim. "Bom dia, Bella, como você está se sentindo?"
"Felizmente quase sem dor nenhuma. Edward está livre?"
"Ele está com a última paciente, depois vocês podem entrar. Querem beber alguma coisa?"
"Obrigada, Juliet, estou bem".
"Eu gostaria de um suco." Rosalie pediu.
"Dêem-me um segundo".
Juliet foi para o frigobar e pegou um suco para Rosalie. Ela só tinha desejo de beber.
"Pronto, Sra. Dakota." Ouvimos a porta do escritório de Edward abrir e uma senhora com cerca de 30 anos vinha saindo. "Se você seguir as minhas recomendações, a gravidez correrá perfeitamente".
"Obrigada, Dr. Cullen." Ela estava emotiva. "Quando o meu marido souber, ele vai ficar louco. Nós estávamos tentando muito engravidar. E eu já tive três abortos espontâneos. Se nós conseguirmos levar a gravidez em frente, eu faço aquilo que for necessário".
"Eu entendo." Edward olhou para mim e deu-me um ligeiro sorriso. "Mas se você seguir à risca tudo aquilo que eu lhe pedir, verá que a gravidez ocorrerá sem grandes sobressaltos. Seja como for, peça à Juliet que passe a você o número do meu celular. Caso precise de alguma coisa, seja a que horas for, entre em contato comigo.
"Muito obrigada, Dr." Ela o abraçou e uma lágrima caiu, ela apressou-se a limpá-la. "Se eu o tivesse conhecido quando engravidei pela primeira vez, talvez nada de errado tivesse acontecido com os meus bebês".
Não consegui ouvir mais nada sem que as lágrimas saltassem dos meus olhos. Edward olhou para mim. Suas feições tornaram-se agonizantes.
"Sra. Dakota, fale com Juliet, por favor. Ela lhe passará o meu celular. E... descanse".
Ela assentiu e voltou-se para Juliet. Edward apressou o passo e ajoelhou-se aos meu pés, colocando as mãos nos meus quadris e apertando. Ele encostou sua testa nas minhas pernas e deu um suspiro longo. Instintivamente coloquei minhas mãos nos seus cabelos sedosos e massageei. Rosalie colocou uma mão nos ombros dele e outra no meu ombro. Alguns burburinhos foram ouvidos.
"Como é que um obstetra perde o próprio filho?" Uma mulher que estava sentada perguntou. Edward tencionou na hora.
"Ouvi dizer que a noiva dele foi baleada e por isso perdeu o bebê." Outra comentou.
"Provavelmente era golpe do baú e Deus escreve certo por linhas tortas!" Outra falou. Algumas concordaram com o comentário.
Rosalie levantou-se.
"Rosalie, não!" Eu pedi.
Edward levantou a cabeça e olhou para mim, seus olhos estavam vermelhos.
"Baby, vamos sair daqui." Pedi a ele, antes que Rosalie fizesse alguma coisa.
Ele levantou-se e pegou nas minhas mãos e as beijou. Ele me ajudou a levantar e depositou um beijo nos meus lábios. Suave, mas cheio de emoção. Ele colocou um braço na minha cintura, outro nos ombros de Rosalie e nos encaminhou para o seu escritório. Antes de entrarmos, Rosalie voltou-se para as mulheres e em seguida nos encarou.
Edward baixou a cabeça e eu arregalei os olhos. Eu já devia saber que Rosalie Hale Cullen não deixa as coisas pela metade.
"Rosalie, por favor." Pedi a ela.
"Desculpe, Bella, mas não aguento ouvir falarem mal de pessoas boas".
"Senhoras." Ela começou. "Não que alguma de vocês mereça qualquer justificativa do que acontece no seio da família da qual faço parte, mas… minha cunhada foi baleada enquanto estávamos no Brasil e ela e Edward estão sofrendo muito pela perda do filho." Alguns sons de surpresa, pedidos de desculpa e soluços foram ouvidos na sala. "Por esse motivo, eu agradeceria se vocês cessassem os comentários ou pensamentos depreciativos sobre uma das melhores pessoas com quem eu já convivi".
"Vamos, amor." Edward levou-me para o escritório. "Rosalie?" Ele a chamou.
"Desculpem-me." Rosalie começou a chorar. "Mas eu não aguentei ouvir tanta injustiça".
"Nota-se que você é mesmo uma advogada!" Edward tentou brincar com ela, mas suas feições mostravam que ele estava triste.
"Baby?" Eu o abracei com todas as forças que tinha. "Eu te amo! Muito!"
"Eu também te amo muito, minha Bella!"
Edward POV
Depois de todos os exames feitos em Bella e Rosalie, constatei que minha Bella estava com uma cicatrização interior e exterior praticamente completas. Rosalie estava com a gravidez correndo bem. Os gêmeos estavam quase com 12 cm e com mais de 100 gramas. Quando a consulta terminou, nos dirigimos para casa.
Amanhã era sábado e decidimos que cada um de nós voltaria para as suas casas. Acho que meus pais deviam estar um pouco mais tristes do que mostravam. Ou então estavam mesmo, mas para que os filhos não se sentissem mal ou pressionados, eles não demonstravam.
Quando entramos, apenas Alice, Sebastian e Ashley estavam em casa. Minha mãe estava em uma reunião com um cliente. Meu pai ainda estava trabalhando, apesar de já não estar na clínica quando saímos. Emmett estava um pouco atrasado com uma consulta e Jasper também. Bella ainda não tinha autorização para pegar a bebê enquanto estivesse em pé. Portanto, assim que chegamos em casa, ela se dirigiu ao banheiro para lavar as mãos e sentou no sofá, enquanto esperou que Alice lhe passasse a bebê.
"Minha bebê mais linda!" Ela tentou soar alegre, mas notava-se alguma tristeza em sua voz. "Como você passou o dia? Papou muito? Brincou muito?"
"Oh, tia." Alice respondeu com voz de bebê. "Eu hoje estive o dia todo louca de fome! Fiz muito cocô e minha mamãe e irmãozinho brincaram comigo".
"Boa noite, família." Meus pais entraram e interromperam a conversa.
Eles foram cumprimentar todos. Quando terminaram, Emmett e Jasper entraram.
"Olá! Olá!" Emmett brincou. "Estão todos bem?"
Ele e Jasper nos cumprimentaram. Meus pais continuavam alegres demais. Eles estiveram conosco durante quase dois meses e agora não sinto que eles estejam tristes por se separarem novamente de toda a sua prole.
"Meus filhos!" Meu pai falou e agarrou minha mãe. "Nós temos uma novidade para contar a vocês".
"Muito bem." Eu falei. "O que vocês andaram aprontando?"
"Credo, filho!" Minha mãe falou de brincadeira como se estivesse ofendida. "Até parece que nós somos de aprontar alguma coisa".
"Bom!" Meu pai continuou. "Emmett, você pode me ajudar aqui?"
"Claro, pai." Ele levantou-se e os dois pegaram a mesa do centro e a tiraram do lugar.
Minha mãe pegou uma folha bem grande de papel e a colocou no chão. Quando eu digo bem grande, quero dizer bem grande mesmo. Devia ter certamente uns dois metros por dois metros.
"Meus filhos." Ela falou. "Você estão prontos para a novidade?"
"Claro!" Todos nós respondemos.
"Como vocês sabem, eu e o seu pai desde sempre desejamos que vocês tivessem a sua independência, mas gostaríamos de tê-los sempre debaixo das nossas asas." Nós três começamos a sorrir.
"Por isso..." Meu pai continuou. "É com enorme orgulho que apresentamos a vocês a nova casa da família Cullen!"
Minha mãe e pai pegaram o papel e o desviraram. Quando olhei para o papel nem quis acreditar. Era uma maquete* com quatro casas separadas, mas interligadas entre elas.
*Maquete das casas: http:/ www. flickr. com/ photos/ 56436163 (arroba) N06/ 6876327121/ in/ photostream/ (retirar os espaços e substituir onde está escrito "arroba" pelo símbolo)
O terreno tinha uma entrada para alguns carros, as casas estavam ao lado umas das outras, mas não se tocavam. A disposição delas era em círculo. No meio das casas era o estacionamento dos carros. Estavam desenhados 16 carros. Todas as casas tinham piscina, churrasqueira e uma estufa. Em uma das casas, todos os anexos eram maiores.
"O que é isto?" Emmett perguntou.
"Estas." Minha mãe falou. "São as nossas casas".
"O quê?" Alice perguntou com um sorriso nos lábios.
"Eu explico!" Meu pai concluiu. "Esta casa, estas casas, serão o nosso lar a partir de segunda feira".
"Não brinquem!" Jasper falou animado.
"Não estamos brincando." Minha mãe tinha um sorriso lindo nos lábios.
"Eu não posso acreditar!" Rosalie foi abraçar minha mãe. "Vocês estão dizendo que vamos morar todos no mesmo lugar, mas em casas diferentes?"
"Isso mesmo, minha querida." Meu pai disse, abraçando-a. "Cada um será independente na sua casa, mas estaremos todos juntos".
"Eu sabia!" Falei sorrindo. "Eu sabia que vocês deviam estar aprontando alguma coisa." Mmeus pais sorriam muito felizes. "Vocês estiveram conosco quase dois meses e agora viam a sua prole seguir para as suas casas e não estavam tristes…" Enquanto falava, caminhei até eles. Os dois abriram os braços e abraçaram-me forte.
Todos faziam perguntas e comemoravam, mas havia uma voz que eu não se ouvia, Bella. Soltei os ombros dos meus pais e olhei para a minha Bella. Ela estava sentada, completamente absorta de todas as comemorações e interrogatórios. Fiz sinal para os meus pais e subitamente um silêncio imperou naquela sala. Caminhei até ela e ajoelhei-me aos seus pés.
"Baby?" Coloquei minhas mãos nas suas pernas.
Ela levantou a cabeça e uma lágrima caiu pelo seu rosto.
"Bella?" Minha mãe se aproximou de nós. "Se você não quiser morar perto de nós, vamos compreender".
"Não, Esme!" Ela falou para a minha mãe, mas não largava os meus olhos. "Eu só acho que na minha vida uma coisa muito ruim tem que acontecer para que outra coisa maravilhosa venha substituir".
"Oh, baby!" Levantei-me e trouxe Bella comigo, abraçando-a calorosamente. "As coisas não acontecem assim, amor!"
"Não?" Ela abraçou-me ainda mais apertado. "Eu tive de sofrer horrores nas mãos de Aro e Rachel para encontrar você e a sua maravilhosa família." Eu ia interrompê-la, mas ela continuou. "Eu tive de passar pelas provações com Jacob para que nós nos declarássemos e iniciássemos um romance cheio de amor, paixão, carinho." Nossas lágrimas banhavam nossos rostos. "Tivemos de sofrer a perda de um bebê para agora recebermos esta notícia que fez o meu coração quase rebentar de contentamento e alegria! O que mais vai acontecer conosco, amor? O que mais?" Bella soluçava agarrada ao meu pescoço.
"Querida!" Minha mãe colocou as mãos nas nossas costas. "Temos de acreditar que tudo acontece por um motivo. Talvez todas as provações que você teve que passar a tornaram essa pessoa boa, carinhosa, gentil, apaixonada, honesta, altruísta que você é hoje!"
"Bella?" Meu pai também se juntou a nós. "Eu me lembro que, quando a conhecemos, você não permitia que nada nem ninguém se aproximasse. Você já percebeu que neste momento está sendo abraçada por três pessoas e está relaxada? Você conseguiu superar o medo da palavra tia. E dentro de poucos meses o seu nome vai crescer! Por isso, minha querida, é verdade que você já passou por muitos horrores, mas você se transformou em uma pessoa maravilhosa! Você tinha todos os motivos para ser uma pessoa rancorosa e sem amor! Mas você ultrapassou todas as barreiras que foram colocadas no seu caminho e é uma das pessoas que eu mais admiro, minha filha".
Depois do discurso do meu pai, Bella afastou-se do meu corpo e nos encarou, juntando as nossas mãos no meio das suas.
"Eu acho que não mereço todo o amor, carinho e respeito que vocês têm por mim!" Nós íamos protestar, mas ela sorriu, relaxando todos nós. "Mas eu aceito de coração!"
"Então quer dizer que você aceita morar conosco?" Alice perguntou com a voz chorosa.
"Eu não vivo sem a minha vida!" Ela disse, olhando dentro dos meus olhos.
"Eu te amo tanto." Coloquei minhas mãos em seu rosto a beijei como já não o fazia há algumas semanas, com desejo, luxúria e tesão. Ela percebeu e respondeu da mesma forma.
"Aham! Aham!" Alguém limpou a garganta e nós sorrimos nos lábios um do outro. "O quarto é lá em cima." Emmett! Tinha que ser!
Bella POV
Depois da nossa sessão de beijos interrompida por Emmett, engrenamos em uma conversa alegre sobre as nossas mudanças.
Carlisle e Esme tinham este sonho há muitos anos, então tinham adquirido o terreno quando Edward nasceu. Ele tinha cerca de 20 hectares. Eles contaram que quando Emmett se casou e foi o primeiro a sair de casa, decidiram começar a construção das quatro moradias. Cerca de oito meses atrás eles terminaram a construção das mesmas e, desde então, Esme tem se dedicado à decoração das mesmas. Portanto, amanhã conheceríamos as nossas novas casas e começaríamos a mudança.
Quando percebemos a hora, já passava da uma da manhã. Nos despedimos e cada um seguiu para o seu quarto, super entusiasmados pelo futuro feliz.
Fui ao banheiro, tomei um banho e me deitei. Edward seguiu o meu exemplo. Quando ele deitou, olhei para ele.
"Baby, por que você não toma banho comigo como sempre fizemos?"
"Amor!" Ele voltou-se para mim e colocou uma mão na minha cintura. "Para mim é muito complicado vê-la nua e não poder tocá-la, por isso evito certas circunstâncias".
"Mas…" Ele me interrompeu.
"Acho que posso ser egoísta, mas eu te desejo sempre e, neste momento, nós não podemos fazer amor. Por isso..." Ele deu um sorriso. "Eu fujo de você!" Ele colocou um beijo na ponta do meu nariz.
"E por mais quanto tempo você terá que fugir de mim?" Perguntei com a voz maliciosa.
Ele sorriu e colocou sua mão na minha bunda apertando-a, fazendo-me emitir um gritinho.
"Quando se trata de uma cirurgia como a sua, certamente um mês".
"Mas eu tenho vontade." Eu disse.
"Isabella." Ele virou seu corpo para cima e cobriu o rosto com as mãos. "Você está me colcoando em uma situação muito difícil".
Olhei para o seu corpo, coloquei uma mão no seu peito e ele tremeu. Segui com a minha mão pelo seu corpo até chegar ao seu abdômen. Ele levou a sua mão à minha e a parou.
"Amor?" Eu disse com a voz melosa. "Eu te desejo".
"Deus, Isabella." Sua voz saiu carregada de luxúria, mas ele tentava se controlar.
"Edward!" Encostei meus lábios ao seu ouvido e sussurrei. "Deixe-me te dar prazer." Mordisquei o lóbulo da sua orelha.
Desprendi minha mão da sua e continuei a minha viagem pelo seu abdômen. Ele já não conseguia controlar a sua respiração, que saía acelerada.
Ele descobriu seu rosto e virou para mim. Enfiei minha mão por dentro da sua boxer e acariciei a sua já muito pronunciada ereção. Ele fechou os olhos com o contato e gemeu.
"Tire, amor." Pedi a ele, enquanto tentava empurrar sua boxer para baixo.
Ele ajudou-me a tirá-la, mas soltei um grito quando ele empurrou seu corpo para cima do meu e, apoiando-se nos seus cotovelos, beijou-me com necessidade.
"Isabella!" Ele falava com dificuldade. "Você será a minha morte".
Ele voltou a colocar seus lábios no meu corpo e começou a beijar meu pescoço e clavícula. Minha respiração também já saía com alguma dificuldade. Ele ajoelhou-se no meio das minhas pernas e, olhando para mim, retirou minha calcinha. Em seguida, ele levou suas mãos à bainha da minha camisola e a puxou pela minha cabeça. Suas mãos viajavam por todo o meu corpo.
"Eu ainda não posso te foder com o meu pau." Ele falou enquanto apertava o bico do meu seio, fazendo-me contorcer de desejo. "Mas posso te foder com a minha língua e os meus dedos".
"Sim, Edward! Sim!" Gemi enquanto levava minha mão à sua ereção e a acariciava.
Edward salpicou o meu corpo de beijos, por vezes passando seus dentes pela minha carne, fazendo-me delirar. Quando seus lábios chegaram à minha intimidade, abri as pernas o máximo que podia, provocando um sorriso nele.
"Alguém está desesperada." Ele falou em tom de brincadeira, ao mesmo tempo brincando com o meu clitóris.
"Porra, Edward!" Gritei quando senti seu dedo abrir caminho pelo meu sexo.
"Sempre tão molhada." Ele passou a língua pela minha intimidade. "Sempre tão apertada." Ele mordiscou o clitóris. "Sempre tão minha." Ele adicionou outro dedo.
"Oh, Edward." Eu estava tão necessitada dele que, assim que ele curvou os dedos e tocou no meu ponto G, eu desabei em um orgasmo alucinante. Edward bebeu de mim avidamente.
"Minha vez!" Falei quando seus lábios faziam carícias no meu abdômen.
Ele deitou-se e pediu que eu me deitasse de lado, para que eu não me machucasse. Sempre preocupado com o meu bem estar. Quando peguei no seu membro, Edward levou uma mão à minha cabeça e acariciou meu cabelos. Ele já estava com algum pré-gozo. Levei minha língua e o limpei. Agarrei seu membro e o abocanhei. Seu corpo agitou e ele engoliu uma respiração.
"Baby!" Ele gemia enquanto falava. "Sua boca é tão boa, tão quente!"
Continuei as minhas ministrações e ele agarrou meu cabelo, mas nunca me empurrou. Quando senti que ele arfava com maior intensidade e seu quadril começou a empurrar, relaxei minha garganta e o deixei entrar mais um pouco.
"Porra, Isabella!" Ele urrou quando sentiu que tocou no fundo.
Aumentando o movimento dos seus quadris, segundos depois ele gritou e gozou na minha boca. Bebi tudo aquilo que ele me deu e o deixei limpo.
Ele pegou meu corpo carinhosamente e o deitou ao lado do seu, olhando dentro dos meus olhos e então proferindo um "Te amo", beijando-me com carinho e amor.
Aninhei minha cabeça no seu ombro e senti suas mãos fazendo carinho nas minhas costas, acabei adormecendo realizada e relaxada.
Na manhã seguinte acordei com beijos molhados nas minhas costas nuas. Fomos tomar um banho, que durou um pouco mais devido aos nossos carinhos.
Descemos e toda a família estava na cozinha tomando o café da manhã. Quando eles olharam para a forma como estávamos, Edward com um braço ao redor da minha cintura e eu da mesma forma, deram um sorriso de compreensão.
A nossa primeira noite depois do que aconteceu foi um sucesso!
Nota da Ju:
Adorei o projeto das Casas Cullen, com todos morando perto, essa família não consegue se separar mesmo...
Deixem reviews e até amanhã!
Bjs,
Ju
