Capítulo 49
Edward POV
Quando as consultas terminaram, Juliet tinha um recado do meu pai dizendo para me juntar a eles na casa grande, minha mãe queria fazer um jantar para Bella. Ela sabia que eu queria levar Bella para um hotel spa. Mas minha Bella há pouco disse-me que queria ficar em casa. Não sei o que farei. Acho que ela merece descansar, mas ao mesmo tempo eu não era capaz de negar nada à minha garota.
Quando passei os portões, as luzes da casa grande eram as únicas acesas. Estacionei e desloquei-me para lá. Enquanto subia os degraus, vozes e risadas eram ouvidas. Parei no patamar e espreitei para dentro de casa pela janela.
Alice e Jasper paparicavam Ashley, Rosalie e Emmett conversavam com as testas juntas e acariciavam a barriga dela. Meus pais estavam sentados no sofá conversando e observavam as brincadeiras de Bella e Sebastian. Minha Bella estava sentada no chão da sala com Sebastian e jogavam Banco Imobiliário.
Sempre que Sebastian ganhava da tia ele fazia uma festa, arrancando gargalhadas de todos.
Encontrei-me sorrindo diante da cena. Mas, ao mesmo tempo, uma lágrima solitária percorreu minha bochecha. Se minha Bella não tivesse sido baleada, hoje ela estaria brincando com Sebastian, mas o nosso bebê estaria se desenvolvendo saudável e forte dentro dela. Pelas minhas contas, a esta altura ela estaria de quase dois meses. Ainda não se notaria a barriga, mas todas as noites e sempre que me fosse possível, eu a beijaria e diria que o amava muito.
Bella virou a cabeça para falar alguma coisa com meus pais e Sebastian jogou duas vezes o dado, trapaceando. Bella percebeu e o puxou para o seu colo, fazendo-lhe tantas cócegas que as gargalhadas dele eram ouvidas por mim. Limpei minhas lágrimas e respirei fundo antes de abrir a porta.
"Boa noite, família." Todos olharam para mim e sorriram, mas foi o sorriso da minha garota que iluminou minha noite.
"Padrinho!" Sebastian saltou do colo de Bella e correu para os meus braços.
"Sebastian!" Abri meus braços e ele deu-me um abraço cheio de amor. "Como você está, meu amor? Está ganhando da tia Bella?"
"Trapaceando!" Ela disse sorrindo.
Fiquei abraçado ao meu sobrinho e olhei dentro dos olhos castanhos da minha vida. Tanta coisa que ela já passou e, ainda assim, consegue perdoar e esquecer tudo de ruim que já lhe aconteceu. Seu sorriso nos faz esquecer todo o mal que existe. Seu olhar apenas consegue transmitir amor. Eu não sabia que podia me apaixonar de novo, mas naquele momento, acho que me apaixonei mais um pouco pela minha garota. Ela percebeu o meu olhar e começou a corar. Sorri diante do seu estado envergonhado e ela devolveu-me o sorriso carregado de amor e confiança.
"Eu tenho razão." Emmett disse sorrindo. "Hoje o meu irmão terá sorte!"
"Emmett Cullen!" Todos gritaram com ele. Todos menos eu e Bella, que estávamos muito envolvidos na nossa bolha, mas isso não evitou que minha Bella ficasse ainda mais corada, provocando uma gargalhada minha.
Levantei-me com Sebastian no colo e fui cumprimentar todos, deixando a minha garota por último. Entreguei Sebastian aos meus pais. Sentei-me no chão junto ao corpo dela.
"Oi, amor." Ela falou enquanto fazia carinhos no meu rosto.
"Oi, baby." Eu disse, colocando a minha mão no seu pescoço e trazendo seu rosto junto ao meu para dar-lhe um beijo.
O beijo foi apenas um encostar de lábios, mas o sentimento com que foi dado fez o meu coração perder uma batida.
"Edward?" Meu pai chamou. "Como foi com aquela paciente?"
"Ela teve de ficar internada." Falei com a voz triste. "Ela já teve três abortos espontâneos, todos por esta altura de gestação".
"E é algum problema genético?" Ele voltou a perguntar.
"Quando ela foi pela primeira vez ao consultório, mandei fazer uma tonelada de exames e não notei nada fora dos parâmetros".
"E o que pode ser?" Emmett perguntou.
"Neste momento ela está em um quarto privado. Juliet disse-me que ela sempre foi às consultas sozinha".
"Você desconfia que alguém não quer que ela engravide?" Minha mãe disse, sempre perspicaz.
Olhei para a minha Bella, que estava com as feições tristes.
"Mãe, quando você engravidou, alguma vez o pai te abandonou?"
"Nunca!" Meu pai falou. "Estive sempre com a sua mãe e em todos os acontecimentos." Ele pegou na mão da minha mãe. "Nos bons e nos ruins, eu nunca a abandonei".
"Por isso mesmo." Concluí. "Eu e Juliet achamos que ela está um pouco abandonada pela sua família, por isso, caso queira, ela passará a gestação internada e as visitas serão supervisionadas".
"Quem é capaz de fazer mal a um ser que não pediu para nascer?" Minha Bella falou, sua voz raivosa e chorosa.
Eu a abracei e aconcheguei nos meus braços. Bella abraçou-me apertado e acabou desabando e começou a chorar. Encostei minha testa na sua clavícula e sufoquei as lágrimas que picavam os meus olhos.
"Tia Bella?" Levantei a cabeça e Sebastian fazia carinhos nos cabelos dela. "Não chore!" Ele pediu com lágrimas nos olhos.
"Baby?" Sussurrei ao seu ouvido. "Sebastian é quem está fazendo carinhos em você".
Ela levantou a cabeça e olhou para ele. Sebastian devolveu-lhe o olhar.
"Oh, meu menino!" Bella o abraçou e Sebastian fechou seus olhinhos e agarrou-se ao pescoço da tia com força, como se ele tivesse vontade de transmitir toda a paz, carinho e sossego naquele abraço.
Dei uma espiada para o resto da família e todos tinham lágrimas nos olhos.
"Não chore, tia Bella." Ele pediu. "Vou te contar um segredo." Ele sussurrou. "Você sabia que existem anjos?" Bella levantou a cabeça e olhou para ele. "Existem sim! E você é um deles!" Lágrimas gordas caíam pelos olhos dela e pelos meus. "Eu já ouvi a mamãe e o papai dizerem que você é um anjo porque você já passou por muitos problemas, mas superou todos eles." Nós olhamos para Alice e Jasper e eles nos deram um sorriso. "Eu também já ouvi a vovó e o vovô dizerem que você foi o anjo que trouxe muita alegria, paz e amor à família." Olhamos para os meus pais e as lágrimas deles eram de contentamento. "Tia Rosalie e Tio Emmett também disseram que você é um anjo." Ele parou de falar e depois, como se uma lâmpada tivesse acendido em sua cabeça, ele voltou a falar. "Lembrei, eles disseram que você é o anjo que trouxe amor e paixão ao meu padrinho".
Todos nós gargalhamos, menos Sebastian, que olhou para nós com ar interrogativo, e Bella, que baixou a cabeça e suas bochechas ficaram muito vermelhas.
"Por isso, tia Bella." Ele colocou as mãozinhas no rosto dela para que ela levantasse a cabeça. "Os anjos não podem chorar." Ele falou sério. "Se os anjos chorarem, o sol não consegue romper as nuvens".
"Oh, meu amor." Bella o agarrou e encheu seu rosto de beijinhos. Sebastian deu um sorriso todo cheio de si, provocando gargalhadas em todos nós. Comecei a fazer cócegas na sua barriga e ele se contorcia todo, gargalhando.
"Com licença." Eugene interrompeu. "O jantar está servido." Ela levou os dedos aos olhos, limpando uma lágrima.
Levantei-me e peguei nas mãos de Bella para ajudá-la a levantar. Quando todos se encaminharam para a sala de jantar, puxei seu corpo para mim. Ela sorriu e colocou suas mãos nos bolsos das minhas calças, ficando muito perto do meu pau.
"Diga, amor." Ela falou com a voz rouca.
"Já decidiu onde quer ir no seu aniversário?" Perguntei enquanto depositava beijos no seu ouvido, fazendo nossas respirações ficarem entrecortadas.
"Hum-hum." Ela olhou nos meus olhos e seus dedos começaram a brincar, obrigando-me a engolir em seco. "Quero ficar com você. Na nossa casa. Amando-te. Venerando o seu corpo." Seus dedos roçaram o meu membro e levei minha mão à sua bunda, apertando, beliscando e apalpando, até que provoquei um gritinho nela.
"Será um aniversario regado a comemorações." Seus dedos pressionaram a minha já muito proeminente ereção.
Bella POV
Fomos jantar e quando terminamos já passava das onze da noite. Alice pediu que eu, Rosalie e sua mãe que a acompanhássemos até sua casa. A babá já tinha levado Sebastian e Ashley e eles já estavam dormindo. Entramos no quarto dela e nos deslocamos ao closet. Ela retirou os vestidos* que tinha desenhado para o meu aniversário e uma peça de lingerie para mim. Cada uma de nós tomou um banho rápido e ajudamos uma à outra a se vestir.
*Vestido da Alice: http:/ www. missesdressy. com/ images/ items/ tulle-dress-a418-by-evenings-by-allurealt3. jpg (retirar os espaços)
*Vestido da Bella: http:/ www. missesdressy. com/ images/ items/ ts11152-organza-dress-by-tony-bowls-shortsalt5. jpg (retirar os espaços)
*Vestido da Rose: http:/ www. missesdressy. com/ images/ items/ chiffon-dress-a460-by-allurealt8. jpg (retirar os espaços)
*Vestido da Esme: http:/ www. missesdressy. com/ images/ items/ dress-a473-by-allure. jpg (retirar os espaços)
Alice tinha explicado que, como eu e Edward "desapareceríamos" amanhã e a partir da meia-noite era dia 13 de setembro, eles comemorariam o meu aniversário depois dessa hora.
Mal sabiam eles que nós passaríamos o dia em casa! Edward já tinha avisado sua família que o carro ficaria e nós pegaríamos um táxi logo pela manhã.
Depois de ter vestido o corpete e o vestido que Alice me deu, Rosalie e Esme arrumaram meu cabelo e me maquiaram.
Quando entramos na casa grande, passava alguns minutos da meia noite. Os parabéns foram cantados por todos, menos pelo meu Edward, que babava olhando para mim. Senti minhas bochechas ficarem muito quentes. Edward vinha em minha direção quando seu irmão deu-lhe um puxão no braço, obrigando-o a permanecer no mesmo local. O rosto dele ficou confuso e irritado. Eu também não gostei muito.
Emmett e Jasper colocaram-se ao lado de Edward e fizeram cadeirinha com os braços. Carlisle empurrou o corpo dele para que ele se sentasse.
Quando os parabéns terminaram, Emmett e Jasper começaram a caminhar com Edward sentado na cadeirinha improvisada pelos seus braços. Quando chegaram à minha frente Emmett sorriu e falou.
"Aqui está o seu presente, maninha!" Quando terminaram de falar, eles colocaram Edward no chão.
"Parabéns, amor!" Ele pegou meu corpo e eu entrelacei minhas pernas na sua cintura. Meus braços agarram-se ao seu pescoço. Uma das suas mãos ficou por baixo da minha bunda e a outra no emaranhado dos meus cabelos.
O beijo que Edward me deu era impróprio para menores de idade! Salva de palmas, urras e parabéns foram gritados pelo restante da família.
"Obrigada, amor." Sussurrei ao seu ouvido.
Edward ajudou-me a descer dos seus braços e depositou um último beijo calmo nos meus lábios. Em seguida, fui abraçada e parabenizada pelo resto da família. Esme, Rosalie e Alice entraram com o meu bolo de aniversário e pediram-me para fazer um desejo. Olhei para Edward e pedi que nós fossemos para sempre felizes e abençoados pela cegonha.
Carlisle e Esme ofereceram-me praticamente um guarda roupa novo. Algumas peças eu consegui ver que tinham sido desenhadas e fabricadas por Alice. Já Alice e Jasper ofereceram-me muitas botas e sapatos, tudo da mais alta qualidade. Rosalie e Emmett não podiam negar sua natureza e ofereceram-me toneladas de roupa íntima, algumas deixaram-me com as bochechas vermelhas. Edward engolia em seco. Reparei que ele estava vidrado com um conjunto vermelho sangue. Eu p peguei e Edward encarou-me com os olhos cheios de desejo e tesão. Desloquei-me com o conjunto para perto de Edward, ele pegou o conjunto e puxou meu corpo para junto do seu, beijando-me com luxúria.
"Espere só até você ver o que estou usando." Sussurrei contra os lábios dele.
"Porra!" Ele falou baixinho e fechou os olhos.
"Você está imaginando a sua Bella vestida com esse conjunto?" Rosalie perguntou-lhe, provocando uma risada geral.
Edward abriu os olhos e eu engoli em seco. Seu verde esmeralda já não existia. Seus olhos estavam carregados de negro luxúria.
"Entende agora porque passei o dia dizendo que hoje você teria sorte?" Emmett gargalhou.
"Isabella!" Deus! Há tempos que eu não o ouvia chamar-me assim. "É melhor você deixar seus presentes aqui." Ele sussurrou. "Amanhã viremos buscá-los." Ele colocou suas mãos no meu rosto e sussurrou, "Eu te quero. Agora!"
Edward POV
Bella olhou nos meus olhos. Desejo, paixão, tesão, luxúria, amor... esses foram alguns dos sentimentos que o seu olhar transmitia.
"Mãe?" Ela virou-se para nós. "Nós já vamos indo".
"Claro, meus filhos." Ela sorriu. "Façam boa viagem amanhã".
"Esme?" Bella chamou a atenção dela. "Nós ficaremos em casa." Ela sussurrou.
"Ah! Estou entendendo!" Minha mãe piscou para Bella, que enrubesceu e eu gargalhei.
"Obrigada por tudo!" Bella a abraçou.
"De nada, minha filha." Minha mãe retribui-lhe o abraço. "Vão logo, eu não comentarei sobre o dia de amanhã".
"Obrigado, mãe." Eu a abracei também e dei-lhe um beijo na testa.
Nós fomos para a nossa casa. Pelo caminho nós dois fomos muito silenciosos. Abri a porta e Bella entrou. Entrei em seguida e fiz uma coisa que desde que viemos morar neste condomínio nunca tinha feito, tranquei a porta à chave. Ao ouvir o som, Bella virou-se para mim. Ela estava nervosa. Eu também estava nervoso.
"Vou… ah… vou..." Ela apontou para as escadas.
Eu assenti e a observei subir as escadas. Reparei que ela começou a retirar os ganchos que estavam prendendo seus cabelos.
"Maldição!" Ela falou quando um deles caiu.
Bella abaixou-se para pegá-lo e, quando o fez, seu vestido, que era muito curto, subiu e deu-me uma visão do paraíso. Meias ¾ cor da pele presas por uma cinta liga vermelha. Encostei-me à porta de entrada e deixei meu corpo escorregar por ela. Quando me sentei, Bella endireitou-se e recomeçou a subir, eliminando a visão que eu queria ter. Levei as mãos ao meu cabelo e puxei com força.
Eu estava louco de desejo pela minha garota. Bella também já tinha me confidenciado que me queria. Sexo oral já não nos satisfazia, eu precisava sentir-me dentro dela e ela precisava sentir-se preenchida. Mas ainda não havia passado nem dois meses que eu lhe tinha feito o aborto. Bella não estava tomando anticoncepcional nenhum e nós não queríamos camisinha. A menstruação dela retornou no final de agosto, portanto, ela estaria em período fértil.
Será que ela já estava preparada psicologicamente para outra gravidez? Será que ela queria?
"Baby?" Fui interrompido dos meus pensamentos por ela.
Levantei a cabeça e a bati com força na porta. Bella estava parada à minha frente vestida com uma comprida camisola branca de renda. Por baixo a cor vermelha sobressaía no seu peito, barriga e intimidade. Suas coxas também apresentavam aquela cor devido à cinta liga, que prendia as meias ¾.
"Be… Bella?" Gaguejei quando chamei o seu nome.
"Edward?" Ela ajoelhou-se à minha frente e pegou na minha mão. Ela engoliu em seco e abaixou a cabeça. "Desculpe." Por que ela estava pedindo desculpas. "Se você preferir e se sentir mais confortável, eu tiro esta roupa".
"Não!" Eu gritei. "Quero dizer, sim!" Ela olhou-me confusa.
Eu não queria que ela tirasse aquela roupa porque estava me deixando desconfortável, quero dizer, estava, porém era o desconforto habitual, cada vez que o meu pau ficava enjaulado. Mas queria ser eu a tirar-lhe aquela roupa, beijar e adorar o seu corpo por cada peça que fosse despida.
"Amor?" Ela colocou uma mão na minha bochecha e acariciou. "Se você não quiser, eu vou entender." Ela estava louca?
Ela aguardou um momento para que eu dissesse alguma coisa, mas eu estava excitado demais para falar o que fosse. Minha vontade era rasgar-lhe aquelas peças de roupa provocadoras e fodê-la sem sentido.
"Eu entendo." Ela falou e se levantou, encaminhando-se para as escadas, e ia começar a subi-las.
"Isabella?" Gritei por ela, obrigando o seu corpo a parar.
Ela não se virou, mas também não recomeçou a subir. Levantei-me do chão e caminhei até ela, encostando meu corpo ao seu. Primeiro ela tencionou, mas quando coloquei meus braços ao redor da sua cintura e comecei a acariciar seu corpo, ela relaxou e encostou-se em mim. "Baby?" Salpiquei seu pescoço e clavícula de beijos. "Eu te quero muito!" Peguei uma mão dela e a levei à minha ereção, fazendo nós dois ofegarmos.
"Mas?" Ela perguntou com receio.
"Mas..." Levei uma mão ao seu seio e apertei, fazendo com que a sua cabeça viesse descansar no meu peito. "Você está fodidamente linda e provocante." Levei a outra mão ao seu sexo e meus dedos começaram a brincar, provocando a sua reação natural de se entregar totalmente a mim. "E eu só tenho vontade de fodê-la sem sentido!"
"Edward!" Ela arfou e começou a acariciar minha ereção sobre as calças. "Eu não quero fazer amor!" Minhas mãos pararam no momento em que ela disse essas palavras. "Eu preciso que você me fôda sem sentido".
Virei seu corpo para mim e levei uma mão ao seu rosto, prendendo-o de forma que ela não conseguisse fugir do meu olhar.
"Você não está tomando anticoncepcional e está em período fértil." Eu a alertei.
"Se eu ficar grávida." Ela engasgou. "Isso trará problemas de saúde para ele ou para mim?"
"Você quer engravidar?" Eu perguntei.
"Você não quer?" Ela perguntou-me com a voz triste.
"Eu tenho dois sonhos na vida que estou desesperado para concretizar, Isabella." Sussurrei, olhando dentro dos seus olhos. "Um deles é casar com você e o outro é ser pai dos seus filhos".
"Baby?" Ela levou suas mãos ao meu cabelo e o agarrou, provocando-me uma ereção ainda maior. "Um deles será realizado dentro de poucos meses, e o outro pode ser concebido dentro de minutos!"
Puxei seu rosto contra o meu e a beijei com amor e luxúria. Bella não se deixou ficar para trás e correspondeu ao beijo na mesma intensidade. Eu a peguei em estilo de noiva e subi os degraus em direção ao nosso quarto. Nós ainda não tínhamos inaugurado a nossa casa com sexo carnal, por isso quis que a nossa primeira vez fosse lá.
"Você é tão linda!" Falei quando a coloquei deitada na nossa cama.
"Vem, baby." Ela começou a retirar a camisola. "Você prometeu que faria um filho em mim quando eu estivesse bem".
Tirei minha roupa e engatinhei para cima dela. Virei seu corpo e soltei o seu corpete. Eu a beijei e lambi suas costas nuas. Bella arfava e gemia o meu nome. Retirei seu fio dental mordiscando suas nádegas, deixando-a ainda mais desesperada. Bella rebolou e ficou de barriga para cima, vê-la assim tão entregue e tão pronta para mim fez o meu homem das cavernas aparecer. Bella e eu estávamos tão necessitados um do outro que, quando entrei nela, tive de permanecer quieto alguns segundos, respirando fundo algumas vezes e me concentrando, caso contrário, gozaria logo. Fizemos amor em variadíssimas posições, em várias partes da casa.
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Já se viam alguns raios de sol entrnado quando fui fazer alguma coisa para nós comermos. Ouvi alguns barulhos vindos da sala e espreitei, minha garota estava apenas com a camisola e acendia a lareira. Acabei de preparar a bandeja e me encaminhei até ela.
"Eu estava com um pouco de frio." Sua voz saía rouca. "Você me deixou sozinha".
"Já estou aqui, baby." Depositei a bandeja no chão e amontoei algumas almofadas junto à lareira. Puxei o cobertor e o coloquei-o no chão.
Bella engatinhou para cima das almofadas, eu acompanhei seu movimento e ficamos deitados de frente um para o outro. Puxei a bandeja e alimentamos um ao outro e voltamos a fazer amor.
Observar seu corpo, estando à vontade, seu sorriso verdadeiro e único, seus olhos que transmitiam amor, seu corpo desejável, suas palavras de carinho, amizade, luxúria. Bella tanto conseguia ser brincalhona como sedutora. Mesmo sem querer ou se esforçar, ela conseguia transmitir luxúria e inocência. Ela tinha tantas características diferentes, mas que se uniam e formavam o ser único que estava neste momento debaixo de mim, aceitando o meu corpo e envolvendo-me com o seu.
Bella estava esgotada. Quando me retirei de dentro dela, puxei seu corpo de forma a ficar com a sua cabeça no meu ombro. Seu braço e perna abraçaram-me. Segundos depois ouvi a sua respiração acalmar, indicando que Bella já havia adormecido. Beijei seus cabelos, puxei o cobertor e nos cobri.
Nota da Ju:
O aniversário da Bella chegou e, mais uma vez, a família toda fazendo uma festinha... e esse presente da Bella até eu queria, um Edward!
Bem, como eu não consegui postar esses dias, se vc's deixarem pelo menos 10 reviews, posto outro capítulo ainda hoje!
Bjs,
Ju
