Disclaimer: Não é nosso. Se fosse, Raikage e Bee teriam vencido o Sasuke, Sakura nem ao menos existia, e Itachi estaria vivo. Em suma, não é nosso.

Sumário: Por obra do destino, um rico empresário cruza o caminho de uma jovem que, em meio às dificuldades, faz uma tentadora proposta que marcou para sempre suas vidas. "O senhor gostaria de me comprar por uma noite?" (U.A)

Rate: M, - por palavreado chulo ou considerado impróprio além das cenas picantes. Sendo mais direta... DA PUTARIA

Importante: Esse fic foi inspirado em All The Pain Money Can Buy feito por Blanxe. Qualquer frase ou acontecimento parecido não é um mero acaso. Devido a isso escrevo aqui os créditos a autora que por sinal fez o melhor fic que já li.

Casal yaoi: DuoXHeero (anime Gundan Wing)


Legenda:

Era a terceira vez que olhava para o relógio naquela noite – Narração normal

-O senhor gostaria de me comprar por uma noite?- Fala normal

-Eu não quero saber, venha AGORA! – Voz ao telefone

"Esse cara gostou mesmo de mim!" - Pensamentos.

OoOoOoOoOoOoOo – Mudança de tempo e espaço


Ich will nur Spaß,

(Eu só quero diversão,)

Mich nicht verlieben

(Não me apaixonar)

Just a little bit

(Só um pouquinho)


Be my little Bitch!

(Seja a minha putinha!)
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(Rammstein – Pussy)

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Quanto custa seu amor?

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Por Pink Ringo & Brighit Raven

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Capítulo Seis – Bonequinha de Luxo.

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- Ahhh, mas eu não quero fazer companhia para Mr. Debrew! – uma moça loira bonita reclamou fazendo beicinho, deitada nos braços do homem moreno, após o ato sexual. – Sasuke, eu não vou trabalhar com aquele ogro nunca mais. Vou acabar em um hospital.

Uchiha Sasuke voltou os olhos negros para encarar a mulher sensual e sufocantemente bela que tinha em seus braços, nua exatamente como viera ao mundo. – a mais bela das filhas de Eva, e também uma das mais pecadoras levando os homens ao mundo pecaminoso da luxúria – Ele era o mesmo homem que salvara Ino três anos atrás do ato suicida de afogamento. Isso era o que ele dizia o aparecimento da loira, no entanto salvara sua pele duas vezes em uma cajadada só. Claro que esse era um fato que Ino não precisava conhecer.

Na ocasião do afogamento, ele estava no píer, em uma viajem de navio disfarçado de cargueiro, cuja real finalidade era tentar aliciar uma determinada moça para prostituição na Europa, porém, a candidata provou ser agente federal. Por sorte, ele descobriu a tempo, e ordenou o assassinato da policial. Sufocamento! Porém, o corpo seria um problema. Rastros nunca eram legais, um fio solto sempre desfiava tudo. E a moça morrendo afogada foi sua salvação. Bastou trocar Ino pela agente, e dizer que a suicida conseguiu seu intento, e tudo se revolveu. Como bônus, ainda ficou com uma garota bonita e desesperada o bastante para ocupar o lugar que devia ser da policial.

- E desde quando você acha que pode escolher Inocence? – perguntou o rapaz, fitando-a sério. Deixava claro á todas as moças que aliciava que o livre arbitro deixava de existir em suas vidas a partir do momento que elas o pertencia. Mulheres que não passavam de uma mercadoria, preciosa e lucrosa de mais para o vendedor que no caso era o Uchiha.

Inocence. O nome que recebeu quando chegou a sua nova casa. Após tantos abalos em sua vida, aceitou de bom grado o "emprego" que lhe era imposto. Afinal, ela não era uma puta mesmo?

Receber um novo nome não era tão ruim, sentia como se começasse novamente sua vida, deixando a adolescente infeliz e apaixonada para trás, em um passado que não gostava de lembrar. Era um pesadelo que tentava esquecer, embora sempre fossem existir cicatrizes.

- Sasuke-kun... – começou a fazer manha à mulher felina. – Pense bem... Sou a estrela da casa, a sua "loirinha". Quanto lucro não te dou? – indagou, descendo beijos molhados pelo tórax do homem atraente – Não acha que eu mereço umas regalias de vez em quando? Ia ser um desastre se o seu brinquedo quebrasse...

O rapaz suspirou quando ela novamente desceu sua atenção pelo corpo masculino, procurando a parte da anatomia que o faria gemer de prazer com as habilidades da mão feminina.

Ino tinha razão, no final das contas. Ela era a melhor, a mais valiosa. Sem aquela loira profanamente bonita os lucros diminuiriam gradativamente. Todos que iam à casa noturna que o Uchiha administrava sonhavam em ter uma noite com a bela tinham dinheiro para pagar por aquele desejo, outros somente conseguiam ter meros minutos de conversa com a popular mulher e poucos podiam ficar com apenas a imaginação.A loira era a mais cara dentre todas na região Londres.

Um cliente importante estava voltando do oriente, e Sasuke precisaria de Ino inteira para oferecê-la ao riquíssimo empresário, contudo não diria isso para a moça, não antes dela terminar as carícias que havia começado. O membro masculino já estava duro nas mãos femininas, latejando por invadi-la novamente. Estendeu a mão para o lado, à procura de preservativos, e deu um a ela para que pudessem iniciar o ato sexual.

Inocence sabia o que fazer. Até mesmo para colocar uma camisinha, ela fazia o ato ser mais erótico do que já era normalmente. Sorriu de canto quando a loira se sentou sobre o membro ereto, descendo centímetro por centímetro em uma lentidão deliciosa, rebolando provocativamente.

- E então, Sasuke-kun... Vai deixar que Mr. Debrew estrague isso? – perguntou, se esfregando nele, pra frente e para trás fazendo o moreno engolir um gemido.

O Uchiha segurou-a com ambas as mãos, guiando seu quadril em um ritmo um pouco mais veloz do que aquele bolero, forçando-a nele. A garota, aos seus vinte anos, era perfeita nos jogos de sedução, uma mulher que levaria até o homem mais racional a loucura. Ino se tornara a deusa do sexo!

A loira jogou a cabeça para trás, lânguida, e subiu uma mão para acariciar os próprios seios, apertando os mamilos entre seus dedos em um gesto de prazer. Sabia que Sasuke gostava quando era leviana e se tocava na cama. Ele adorava showzinhos. Durante os anos em que permaneceu ao lado do moreno como sua amante predileta aprendeu como cada homem tinha fantasias completamente diferentes, mas com o tempo ela se tornou mestra em cada um dos desejos masculinos. – quanto aos desejos sexuais do chefe ela conseguia ser ainda mais perfeita depois de tanto tempo o satisfazendo por dias, tardes e noites.

Logo o corpo da moça se perdeu em espasmos, latejando ao redor do membro do amante, trazendo-o junto consigo ao clímax caloroso do qual compartilhavam com um gemido ressequido do rapaz. O orgasmo os dominou com selvageria como em todas as transas. Ele era insaciável, ela aprendera a gostar de sexo.

Tão logo terminou, o moreno retirou-a de si, para se levantar da cama. Era sempre assim: negócios até na cama. Ino não nutria ilusões de um romance com o Uchiha. Não, ele era apenas seu "cafetão", o cara que lhe dava prazer de vez em quando por diversão. Talvez o termo que os americanos usavam quando iam ali fosse o que melhor se encaixava neles: "fuck friends".

- Tudo bem, vou cuidar para que Henry não te peça mais. – prometeu, sentado na beira da cama para se levantar. Inocence sempre o convencia, os argumentos que ela usava eram sempre muito bons, e a recompensa alguns minutos do melhor sexo. Não existia homem que resistia.

A loira sorriu, pulando nas costas musculosas do chefe para depositar um beijo de agradecimento na face masculina.

- Obrigada. – agradeceu, saindo da cama para pegar suas roupas espalhadas no luxuoso quarto. Começou a se vestir em frente ao espelho em quanto Sasuke entrava no banheiro para uma chuveirada antes de começar a fazer a inspeção rotineira do prostíbulo. – Vou me arrumar para hoje. Com sorte, quem sabe alguém como Naruto apareça essa noite. Não estou a fim de selvageria na cama.

Ah, Naruto, o "sócio" do "cassino". Foi uma das únicas pessoas a tratá-la com gentileza. Ele era gentil com todas as moças aliciadas, não dizia palavras grosseiras tão pouco as rotulava como putas, o homem as tratava como seres humanos com sentimentos. Ino, no entanto era sua queridinha, talvez o sofrimento da vida dela tenha o comovido sendo um dos motivos para tratá-la como uma princesa. Claro que isso não significava que o Uzumaki era apaixonado por ela, longe disso, mas os sentimentos dele pela loira eram maiores do que pelas outras moças que trabalhavam ali.

Sexo com Naruto também era diferente, mais plácido, carinhoso e igualmente gostoso. Ele não era o tipo de homem que curtia brutalidades ou tinha fantasias grotescas. Era o estilo que sentia mais prazer quando notava que a mulher com quem se deitava tinha orgasmos seguidos. O Uzumaki se preocupava em satisfazer a parceira – diferente dos outros que sempre colocavam as necessidades do próprio pênis em primeiro lugar. As noites em que Ino dividiu a cama com Naruto foram às poucas horas de sexo em sua vida na qual não tinha se arrependido.

-Não acha que está ficando exigente de mais? – perguntou Sasuke do banheiro. Era possível ouvir o chuveiro ligado durante a conversa. – Antigamente você não tinha preferências.

A Yamanaka entrou no banheiro e sorriu maliciosa ao ver o corpo masculino molhado. Sasuke era um homem lindo, os cabelos negros espetados combinavam com a pele pálida e a geleira escura que era seus olhos. O corpo esculpido de músculos sabia exatamente como agradar uma mulher. Contudo o coração de pedra do homem importava-se unicamente com DINHEIRO. Não era do tipo que se apaixonava.

-Antigamente eu não conseguia diferenciar bom sexo do ruim. - comentou Ino com um sorriso misterioso nos lábios.

-Agora você sabe? – perguntou o moreno irônico. Muitos dos homens com quem a loira ia para cama eram solteirões que procuravam prostitutas exatamente pelo fato de não conseguirem sexo sem ter que pagar.

-Não seja bobinho Sasuke-kun.- Ino tirou o vestido novamente notando o olhar malicioso do rapaz embaixo do chuveiro que já aguardava a loira para uma nova dose de sexo – Agora eu sei, embora alguém como você jamais vá entender.

O que se seguiu depois foram os corpos belos e jovens se chocando, gemidos profanos e beijos avassaladores que não tinham nenhum sentimento, apenas desejo carnal.

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Os negócios estavam a cada ano mais produtivos, os lucros iam além de suas expectativas. Com quatro filiais na Ásia, uma na Europa e duas nos Estados Unidos a família Sabaku era uma das mais ricas atualmente. Embora tivesse todo aquele dinheiro, mesmo podendo comprar qualquer futilidade tanto material como carnal nada parecia satisfazê-lo. Gaara era infeliz!

Nada mais fora igual após os três anos que se seguiu depois da morte de ele não fosse admitir que essa era a real razão de nunca mais sentir vontade de sorrir – o que já não era muito comum naquela época – a verdade é que a colegial loira de rosto angelical e preciosos olhos azuis havia sido muito mais do que sua puta particular, aquela garota na qual ele havia profanado a inocência tinha feito com que ele amasse.

Quanta ironia!Sempre achou que Ino necessitasse dele, mas era ao contrário, ele era quem precisava dela.

Embora uma parte de si se irritasse por saber que os últimos momentos da colegial tinham sido com Shikamaru – segundo informações de uma fonte confiável – e a odiasse em alguns momentos por ter cometido suicídio, não conseguia deixar de amá-la mesmo após três anos.

Ino era eterna!

-Arg, Gaara sua noiva está lá fora. – Temari "arrombou" a porta do escritório do irmão mais novo cuspindo as palavras com aborrecimento.

Não era nenhum segredo que a irmã mais velha não gostava da noiva que Gaara havia escolhido. O motivo: Sua noiva gastava de mais e isso era algo imperdoável para alguém mercenária como Temari.

-Diga a ela que não estou. – ordenou Gaara sentindo uma ligeira dor de cabeça. Não estava com a mínima vontade de brigar, e sabia que se a noiva cruzasse aquela porta a primeira coisa que ela faria seria COBRÁ-LO de alguma coisa que considerasse importante, e que com certeza não passava de algo fútil e banal.

-HÁ, acha mesmo que eu vou dizer isso e ter que ser obrigada a suportar o chilique que aquela coisinha vai dar?Como você é idiota! – Temari fez um gesto ameaçador apontando para porta. – Você vai recebê-la, a noiva é sua, você escolheu agora agüente. E não pense em dar nenhum centavo para aquela piruá interesseira se não vou ser obrigada a bloquear seus cartões de crédito.

Dando o aviso final Temari saiu proferindo mil palavrões, em seguida o furacão entrou e Gaara desejou desaparecer para não ser obrigado a escutá-la.

-Gaara que história é essa de você ter cancelado nossa viagem para Paris? – A mulher de cabelos curtos róseos e olhos verdes com uma roupa elegante de marca adentrou o escritório impaciente – Sabe quantas aulas importantes eu já avisei que irei faltar porque eu disse que ia a Paris?Você é tão egoísta!

Haruno Sakura cursava a melhor faculdade de medicina do Japão e também era noiva de Gaara, fato que o empresário se arrependia amargamente de um dia ter pedido a mão daquela mulher. Seus motivos foram os piores possíveis. Primeiro: precisava de uma mulher bem vista perante os olhos da sociedade para ter ao seu lado. Segundo: Queria filhos com uma mulher descente. Terceiro: A universitária de alguma forma fazia parte do passado de Ino, essa foi à forma que o Sabaku encontrou para prender a falecida Yamanaka em seu presente.

-Eu tenho uma reunião importante, se você gosta de ter um noivo com dinheiro seria bom você cooperar para que meus negócios sejam promissores. - Gaara olhava-a indiferente controlando-se para não expulsa-la dali.

-Você está se tornando escravo dessa empresa, pior, ficando obsessivo por trabalho como Temari.- com as mãos na cintura e uma voz magoada Sakura comentou – Tem noites que você chega tão tarde em casa que nem ao menos consigo te dar um beijo de boa noite.

Na verdade as vezes que o Sabaku chegava tarde em casa, era pelo fato de estar com outras mulheres. O sexo com a noiva era monótono e não tão bom quanto com uma garota de programa.

-Esse não é o momento para conversarmos sobre isso. - disse o ruivo impaciente. Ele desviou o rosto do semblante da noiva e voltou a olhar para tela do notebook.

-Gaara, eu sinto sua falta. - a voz chorosa da médica indicava que faltava pouco para ela chorar. –Estamos passando pouco tempo juntos, nem mesmo estamos transando mais.

Suspirando vencido, o ruivo se levantou andando até a noiva e lhe dando um selinho nos lábios trêmulos devido aos soluços que a médica se controlava para não exclamar. Sem muita empolgação, tentando esconder a falta de vontade em passar mais tempo com aquela mulher o ruivo disse tentando parecer o mais verdadeiro possível.

- Prometo que essa noite nós vamos ficar juntos.

-Ahhh Gaara!- a Haruno o abraçou sorrindo, feliz de que tivesse vencido aquela batalha e então disse carinhosa e apaixonada. – Eu te amo!

Porém, ela não obteve uma resposta. Gaara simplesmente não conseguia dizer o mesmo.

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Como prometido depois do trabalho, em torno de dez horas da noite o empresário turco levou a noiva para jantar em um restaurante francês no centro de Tóquio. Era o restaurante favorito de Sakura e Gaara sabia que leva-la lá a agradaria. Os olhos esmeraldinos brilharam quando a limusine parou em frente ao restaurante, a noiva murmurou um animado "Ahhhh docinho eu te amo!" e lhe deu um beijo caloroso, melhor do que muitos outros que normalmente ela presenteava o ruivo.

Saíram do carro sendo abordados por um dos funcionários impecavelmente vestido que fez um sinal para que os acompanhasse. - O casal era um bom freqüentador do restaurante e já tinha mesa reservada para quando quisesse. Por preferência do empresário, a mesa era afastada das de mais pessoas, ficava próxima a janela de vidro ao fundo do recinto onde tinha uma lareira aconchegante e de estrutura moderna. Sakura e Gaara se sentaram ao lado um do outro no sofá vermelho de cetim, no mesmo instante suas taças de cristais foram servidas do mais caro vinho. Seus pedidos anotados e por uma ordem do Sabaku a iluminação daquele canto em especial diminuída. A pouca luz contribuía caso quisesse trocar uma caricia mais ousada com a noiva.

-Gaara – chamou a Haruno manhosa. De modo insinuante a mulher acariciou a coxa do noivo por cima da calça e disse sedutora – Não cancele nossa viagem para Paris.

-Pensei que já tínhamos resolvido esse assunto. – embora sua voz fosse irritada ele não tirou a mão atrevida que o acariciava por de baixo da mesa.

-Mas eu estava planejando uma lua de mel adiantada. – os cílios piscaram sedutores sobre os olhos verdes.

Talvez a idéia de uma lua de mel adiantada fosse tentadora, isso se Sakura fosse boa de cama o que não era o caso. O ruivo suspirou cansado, não queria começar uma discussão, principalmente por que sabia como terminaria, ou melhor, no nome de QUEM.

-Eu já disse que é impossível. Quem sabe mês que vem. – sem olhar para a expressão irritada da noiva Gaara bebericou o vinho já esperando a explosão de cólera da mulher ao seu lado.

-É sempre assim, eu sou descartada para segundo plano. Claro, eu não sou a vadia da Ino não é mesmo? – sem qualquer elegância a Haruno expressava o ciúme que nutria da ex-melhor amiga. Sabia que o noivo não havia esquecido aquela cadela. Como odiava ficar nas sombras de Ino mesmo aquele estorvo estando morta.

-Hoje não Sakura. – o ruivo lançou um álgido olhar à mulher ao seu lado e disse ríspido em um tom de alerta. – Estou fazendo tudo para te agradar, não me faça levantar dessa mesa e dormir na cama de outra.

No mesmo instante a universitária se calou. Abaixou a cabeça tentado controlar as lágrimas, detestava que Gaara a visse chorando por menção dele sempre se mostrar afetado diante do nome de Ino. Era humilhante saber que se a ex-melhor amiga estivesse viva seria ela quem estaria ao lado do empresário turco naquele chique restaurante francês.

-Sakura, é besteira você e sentir ameaçada por alguém que morreu.- disse Garra oferecendo a taça de vinho para a noiva.

- Seja sincero. Se Ino estivesse viva você me daria um pé na bunda para ficar com ela.- Sakura não perguntava, afirmava com convicção.

Ele não soube o que dizer. Talvez se a linda colegial loira ainda estivesse viva – que com certeza teria se tornado uma estonteante mulher – ainda a manteria em sua vida querendo tê-la em seus braços todas as noites, ouvindo-a gemer o seu nome, sentindo as unhas dela lhe arranhar as costa em represália pela forma que ele a invadia. Porém admitia que nunca assumiria ém como Gaara não podia ter ao lado uma garota de programa embora ele tenha feito o que a Yamanaka foi. Foi o Sabaku que a deflorou primeiro, que aceitou a proposta de comprá-la por uma noite - que no final se tornaram muitas.- Ele quem propôs que a linda loira fosse sua puta particular. E diferente dele que fazia aquilo apenas para sentir prazer carnal, a colegial se submetia a ele para salvar a vida do pai doente. Sentia nojo de si mesmo! Fora tão cretino com aquela sua inocência sem se importar com os sentimentos dela.

Pensando sobre Ino era impossível não pensar em Sakura. Apenas havia pedido a Haruno em noivado por que roubou-lhe a virgindade seduzindo-a. Não queria destruir a vida de outra adolescente.

-Ninguém ama uma pessoa igual à outra. - sorvendo o vinho da taça de uma só vez o ruivo completou – Nunca vou gostar de você da mesma maneira que gostei da Ino.

-Me diga Gaara você é realmente capaz de sentir algo por uma mulher que não seja tesão? – comentou Sakura com escarno. Alfinetar o noivo foi à forma que encontrou de desabafar a raiva por ele dizer claramente que ela nunca seria amada da mesma intensidade que Ino.

- Embora você não acredite eu também tenho a capacidade de amar.- Gaara olhou a noiva de lado controlando-se para não sair da mesa e deixa-la sozinha.

Sakura riu debochada. Seria uma longa noite, pensou Gaara desanimado. Era por esse e outros motivos – além do sexo ruim – que passar algumas horas que fosse com a noiva era torturante.

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Os dois corpos caíram na cama nus Fazia meia hora que estavam nas preliminares e Gaara não conseguia ficar excitado. Não que Sakura fosse feia, pelo contrario era atraente a sua maneira. - O rosto bonito corado atiçava a imaginação masculina, o corpo com curvas delicadas e seios pequenos rosados ainda fazia parecer que transava com uma colegial. O ponto forte da noiva eram as coxas grossas e torneadas. – O problema é que a Haruno não sabia como tocá-lo, sempre queria fazer sexo da forma tradicional ele por cima e ela de pernas abertas por baixo. Onde estava a malicia? Faltava um pouco de sacanagem e de toques mais picantes. No início da relação tudo foi gostoso, mas agora parecia que tinha esfriado.

-Gaa, vem! – implorou Sakura tentando rodear as pernas na cintura do noivo.

O ruivo rangeu os dentes afastando as pernas da noiva. Ainda não estava pronto. – sentia-se tão frustrado, não deixaria seu orgulho de homem ser destruído. Assim como das outras vezes Gaara estava tão preocupado em fazer o pênis levantar que se esquecia de usar preservativos com a noiva. Só lembrava que ela poderia ficar grávida quando já tinha gozado. – Ajoelhando-se em frente à Sakura o ruivo disse rouco em uma ordem.

-Chupe.

-Como? – perguntou assustada. Nunca havia feito algo mais ousado na cama e a hipótese de inovar e estragar tudo a atormentava. - Gaa eu não gosto de sexo oral é coisa da puta.

-Sakura se você não fizer isso eu vou sair dessa cama e vou procurar uma mulher que faça, puta ou não - ele não conseguia mais conter o aborrecimento. Estava ficando cada vez mais irritado com a mania da noiva de achar que além do tradicional somente prostitutas faziam.

Relutante a Haruno olhou o membro em sua frente. Não sabia nem por onde começar. Respirou fundo e se lembrou que Ino ainda permanecia nas lembranças de Gaara por mais que o noivo tentasse esconder. A idéia de saber que o ruivo pensava em outra a incomodou, acordou todos os sentimentos ruins dentro de si. Ela podia fazer aquilo, ou melhor, faria de um jeito que o noivo teria o melhor gozo da vida dele.

Sakura passou a língua nos lábios para molhá-los em um libertino gesto sugestivo, abaixou em direção ao membro ereto e colocou-o aos poucos na boca esboçando expressões de prazer em realizar o ato. Os olhos claros do empresário brilharam de êxtase, jogou a cabeça para trás aproveitando a carícia deliciosa que a noiva lhe fazia de modo que nem parecia ser a primeira vez que ela praticava sexo oral. Sakura tinha potencial! Foi o que o ruivo pensou quando a língua úmida chupou com mais força a pontinha do seu membro.

Aproveitaria que a noiva havia deixado de lado os pudores para fazer a noite decorrer da forma que mais apreciava, com uma boa dose sexo.

CONTINUA...


N/A: GENTE ESTAMOS A PONTO DE DESISTIR DO FIC POR FALTA DE REVIEWS SE VOCÊS QUEREM MESMO QUE O FIC CONTINUE SE PRONUNCIE, DIGAM SE ESTÃO GOSTANDO OU NÃO. SABE ESTÁ DIFÍCIL DE MANTER A INSPIRAÇÃO COM TÃO POUCO PRONUNCIAMENTO DA PARTE DOS LEITORES.

AOS QUE COMENTARAM AGRADECEMOS, FOI SOMENTE POR VOCÊS QUE ESTÉ CAPÍTULO ENFIM SAIU.

PRÓXIMO CAPÍTULO...PERSONGENS NOVOS IRÃO APARECER.( VAMOS DEIXAR O MISTÉRIO).

BEIJOS DE PINK E BRISS