Capítulo sete
Sem mordomias
Tinha sido chamado para a sala de Tsunade novamente. Era a segunda vez naquele ano, ninguém tinha tido tanta sorte de ir parar no santuário tão poucas vezes. O salto agulha batendo contra o piso de madeira – a única sala com piso de madeira – veio na direção da mesa e sentou-se, me olhando com expectativa:
- O quê? – comecei
- Como tem sido sua vida nos últimos meses?
- Ah... – foi a única coisa que saiu da minha boca. Naquela hora evitei olhar nos olhos dela. Não era nada comum Tsunade se importar com seus alunos, desde que estes pagassem a mensalidade... – Normal. – sem ter o que mais dizer dos últimos dois meses desastrosos e um pouco desequilibrados de tentativas de aproximação desesperadas minha para com você que, gentilmente, tentava me ver como um ser humano, perguntei – E como vai seu trabalho? É difícil administrar uma faculdade? – ela bufou
- Como as coisas andam, os psicólogos daqui vão ter seus pacientes mandados para um manicômio – disse massageando as têmporas – Se portam como se isso aqui fosse segundo grau!
- Mas você os trata assim – respondi e, sinceramente, devia ter ficado quieto.
- O quê? Como assim? – como ela não demonstrava irritação nem nada do gênero, me ajeitei na cadeira e arrisquei.
- Ora, você deixa que os jogadores de futebol americano que estão aqui para representar a faculdade ajam como pessoas imaturas que só pensam em jogar, bater nos outros e beber em grandes festas. A maioria mal sabe o que é psicologia – ela levemente colocou sua cabeça mais pra frente, um sinal de que estava interessada – E as líderes de torcida – que não são necessárias e pra mim nunca foram – usam roupas apertadas e coloridas. Não tem um pingo de responsabilidade, o mundo delas gira em volta de um espelho e elas aparentam não ter nem meio cérebro. Afinal de contas, você os trata como adolescentes e é exatamente assim que eles se sentem: jovens sem compromisso e não adultos que logo terão que pagar o próprio celular. Você não os deixa crescer. – e para meu espanto, ela disse
- Tem razão – depois pediu que eu me retirasse. Ok, aquilo estava estranho. Mas ficou pior.
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Justamente no horário de almoço, a secretária da Tsunade, Matsuri que mais parecia uma baratinha andando, anunciou no auto-falante que a diretora tinha um anúncio a fazer. Alguns bufando, outros xingando, todos foram até o auditório e eu fiz extrema questão de me sentar na última fileira de cadeiras. Ela com seu inigualável salto agulha vermelho e conjunto social claro, caminhou até o microfone e começou, indiferente aos cochichos, conversas e bolinhas de papel sendo jogadas entre os alunos:
- Teremos mudanças – e somente isso foi necessário para que todos calassem a boca e olhassem confusos para a dona de cabelos platinados (que na opinião de toda a faculdade, envelhecia-a ainda mais e realçava suas rugas) – A partir de hoje, não quero mais gracinhas. Isso aqui é uma faculdade, vai formar psicólogos, pessoas que servirão para ajudar outras pessoas e não fazer com que essas fiquem insanas! Nada dos jogadores rebaixarem outros colegas! Isso aqui não é colegial e vocês estão aqui para representar nosso patrimônio! Entendeu senhor Inuzuka? – não posso negar que dei um sorriso largo naquela hora – E, meninas, se vocês gostam de dançar, não me incomodo que tenham uma torcida organizada, mas que sejam mais decentes! Vocês têm mais de vinte anos e se portam como vadiazinhas de segundo ano! Faça o meu favor, isso aqui não é American Pie*! – e isso fez todos ali rirem, até mesmo eu que até então não tinha visto você ao meu lado – Nada de garotos entrando em quartos de garotas. Por mais que vocês sejam adultos não estão sabendo ter maturidade suficiente. Vou contratar seguranças para vigiar os blocos e agora teremos câmeras de segurança também nos corredores e nas paredes do lado externo dos alojamentos. Brincadeiras de mau gosto não serão toleradas, assim como comentários inúteis e comportamento inadequado. Todos os alunos que estão nos dois últimos anos do curso deverão arranjar um estágio, remunerado ou não – e isso tirou vaias do público – Calados! O edital já foi montado. Quem quiser conferir as vagas estão dispensados. Agora vocês crescerão na marra. Sem mordomias mais!
Aquilo foi bom e ruim ao mesmo tempo. Já que estava no último ano, tinha que ir atrás de um estágio. O problema não seria deixar a empresa do meu sogro – seria um alívio – mas sim se o estágio não fosse remunerado... Eu precisava do dinheiro.
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- E como fica a forma de pagamento? – era o sétimo hospital que ligava – Ah, não é remunerado? Certo, eu mando minha ficha. Obrigado – e desliguei o telefone sentindo que minha enxaqueca estava começando. Se não arranjasse um estágio reprovaria pois agora o mesmo contava como disciplina. Se reprovasse não teria condição de pagar a mensalidade da faculdade porque até lá já teria um filho para criar. Talvez se o estágio não fosse a semana toda eu poderia até tentar conversar com seu pai. E agora?
- Tudo bem? – só mesmo Amaya para se sentar do meu lado e perguntar se tudo estava bem mesmo sabendo que não estava. – Hinata resolveu o problema do estágio. Fará lá onde eu trabalho, três vezes por semana sob minha supervisão – já se explicou antes que eu pudesse armar um escândalo
- Não acho nada remunerado... E nada que se encaixe no meu período de trabalho na empresa... – não sei o que deu em mim naquela hora, mas tive que abrir a boca e falar – Pra completar, não posso chegar perto de Hinata. Sei que me perdoou pelo que aconteceu, mas... Eu sinto que ela ainda tem medo... Medo que eu faça alguma coisa...
- Eu sei que devia te apoiar agora mas não dá. Hinata, mesmo sabendo o que te levou a fazer aquilo, tem todo o direito de sentir medo. E se tivesse acontecido com você?
- Eu sei Amaya! Mas o problema é que eu gosto dela. Daria tudo por ela, estou aturando Neji só por causa dela! Sabe quantos cafés eu tive que pegar outro dia? Catorze! – ela riu – Qual a graça?
- Escuta, Sasuke: geralmente em empresas grandes como essa do seu sogro, existem psicólogos prontos a atender os funcionários e clientes. Por que não verifica?
Verdade! Por que não tinha pensado nisso ainda? O dia pareceu me sorrir quando acordei às seis horas da manhã seguinte. Não tinha quase ninguém no metrô, o que era uma tremenda sorte – não sei se devo ter citado mas depois da "amistosa" visita do meu pai perdi meu carro – cheguei à faculdade cedo e consegui uma carteira na última fileira. As primeiras são as piores, principalmente se você for do tipo odiado como eu era. O professor de Teoria e Clínica Cognitiva faltou, ou seja, me livrei da prova e ainda sobrou tempo para estudar. Os outros professores adiantaram as aulas restantes e eu saí mais cedo da faculdade chegando mais cedo na empresa Hyuuga, arrumando com antecedência a sala do seu primo e tendo tempo de procurar a assistência psicológica. O problema é que nenhum dos advogados com cabelo em gel sabia onde ficava esse setor, alguns riram, outros me olharam confusos. Nem a moça do cafézinho (de quem eu tinha roubado o emprego) sabia. E olha que ela sabia de tudo que tinha, acontecia, ocorria na empresa. TUDO.
O que poderia fazer? Fui atrás do seu pai, ué. Dividindo meu espaço no elevador com outros empregados, todos me olharam apavorados quando apertei o botão do último andar. E não exagero. Como se conversar com seu pai fosse algum tipo de bicho-de-sete cabeças.
Sabe, Hinata, o último andar da empresa me lembrava muito minha antiga cobertura. Que aperto no coração me deu quando eu percebi que tinha crescido. É difícil você chegar no fim do mês e ver que na sua conta bancária não tem mais dez mil á sua disposição e que a conta do apartamento era uma obrigação antes desconhecida. Roupas só podia comprar se fosse de extrema necessidade assim como os sapatos. Antes eu comia o que queria, podia passar um mês a base de macarrão instantâneo. Agora sei que grávidas e principalmente crianças em fase de crescimento necessitam de vitaminas e carboidratos... O problema é fazer o dinheiro render pra tudo isso. Problema maior ainda é não ter aqueles dez mil pra fazer isso acontecer.
- Sr Hyuuga? - chamei seu pai que até então estava sentado naquela gigantesca cadeira de couro que até hoje tira o sono de Aiko. Ele insiste que aquela cadeira é um monstro.
- Entre, Sasuke! - se levantou do "monstro" e foi me receber - Chegou mais cedo... Tem algo importante a fazer?
- Sim. Preciso conversar com o senhor.
- Claro. Sente-se - depois de me acomodar no sofá bege, seu pai bem em frente a mim, completou a frase - Só não me chame de senhor
- Como quiser. - sem saber o que falar para dar início a uma conversa inteligente, comecei enrolado - Olha, na faculdade agora temos que arranjar um estágio na nossa área. Conta como disciplina e se eu não arranjar posso repetir o ano. Eu já disse ao senh... à você que meu pai tirou todas minhas mordomias. Se eu reprovar, terei que tirar dinheiro do meu próprio bolso para pagar a mensalidade e é um valor alto. Não poderei pensar em mim, vou ter um filho até lá. Assim sendo, vou ter que trancar minha vaga e sem um diploma não vou poder trabalhar na área
- E o que isso tem haver, rapaz? - deixei seu pai confuso - O que tem haver seu estágio comigo?
- Eu procurei vários hospitais e todos oferecem estágios para auxílio de psicólogos, é minha área. Mas todos em que liguei, não oferecem remuneração, o que não é nenum problema, mas os horários não batem com meu serviço na empresa. Teria que escolher ou a empresa, ou o estágio. Não posso dispensar o estágio senão não ganho o diploma. Mas não posso de maneira alguma dispensar o emprego aqui na empresa. Preciso do dinheiro, você sabe.
- Entendo, Sasuke. Mas o que posso fazer? Quer receber dinheiro, mesmo não estando na empresa? Se for isso, tudo bem...
- De maneira alguma! Se me acomodar com sua bondade, jamais crescerei. O que preciso é de um estágio. Me informei e vi que em grandes empresas como a sua, existem psicólogos prontos a atender funcionários. Minha sugestão: auxiliar seu psicólogo ou psicóloga no que precisar e continuar como assistente de Neji. Seria no mesmo horário mas eu daria um jeito de fazer as duas coisas. E não precisa me pagar, é só assinar um comprovante de que trabalho aqui na área psicológica. Prometo dar o melhor de mim
A expressão facial de seu pai foi do tipo: e agora? Olhou pra mim, se ajeitou na poltrona em que estava e, me encarando, começou:
- Não sei como dizer isso, Sasuke, mas... Não temos psicólogos aqui na agência faz sete anos... - não sei descrever o baque, seguido de um desespero, que sofri naquela hora - Lamento
- Tudo bem - e, pedindo licença, saí de seu escritório indo em direção ao elevador.
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- Uchiha - uma voz de desprezo, típica do lado Hyuuga que Neji pertence, me chamou - Hiashi o aguarda em sua sala.
O que teria a me falar seu pai, cinco horas depois de nossa última conversa? Fiquei sabendo meio por cima que ele convocou os importantes do prédio e fez uma reunião de última hora. Não acreditei. Mas depois de entrar na sala 37 a que fui chamado e vi que na enorme mesa de madeira cor mel todos os importantes estavam reunidos, não tive dúvidas:
- Com licença... Me chamou?
- Claro, Sasuke, venha até aqui - disse ele se levantando. Quando cheguei a sue lado, logo anunciou - Quero que conheçam nosso psicólogo, bom, futuro psicólogo. É só uma questão de meses para que tire seu diploma. Por favor, recebam com a mesma satisfação que eu, Uchiha Sasuke - não acreditei em nenhuma palavra do que ouvia. Não acreditei que todos os presentes naquela sala se levantaram para uma salva de palmas. Não acreditei que estavam me parabenizando. Era tudo tão inesperado que só quando seu pai se virou para me cumprimentar que eu esbocei alguma reação. Sorri ainda incrédulo enquanto recebia a notícia de que aquele seria um emprego definitivo e muito bem pago. E sorri ainda mais ao saber que não seria mais auxiliar de Neji.
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Ao chegar de volta ao apartamento, fui recebido com bolo e refrigerante pelas moradoras. De Amaya, um abraço afobado e mais um amontoado de palavras que me desejavam sorte ou algo assim. Você me cumprimentou mas sem nenhum contato físico. Ninguém tem culpa, mas você não tem idéia da dor que eu sentia toda vez que em seus olhos, eu via medo, receio.
- Parabéns, Sasuke
- Obrigado
- Vamos comemorar com um delicioso bolo que eu mesma fiz? - anunciou minha irmã como se soubesse o que estava acontecendo. De fato, sabia.
- Ah, se foi você mesma que fez, por que é que tem cupom fiscal? - enquanto os três riam, o bolo foi cortado.
Foi nesse dia que tentei uma aproximação. Nos reunimos para ver algum filme na televisão e no meio do mesmo, Amaya se retirou para o quarto dizendo que o filme era uma droga e que ela tinha coisas mais importantes - tipo dormir - para fazer do que ver um filme ridículo como aquele, sem história nenhuma e com uma protagonista depressiva. Afinal de contas, por que ela começou o filme já chorando? Continuamos na sala só eu, você e a criança, que de alguma forma se anulava naquela hora. O filme continuou passando e você parecia encolhida no sofá, de tão pequena que ficou atrás da bacia de pipoca. Ok, o que poderia fazer naquela hora? A cada olhar que eu lançava sobre você, era como se eu te visse afundando no sofá. Aquilo me fazia mal. Não tinha conseguido mudar minha imagem aos seus olhos, era o pior de tudo. Mesmo tentando melhorar a má impressão estava ali e se recusava em ir embora... Talvez até hoje essa impressão exista, não sei, não é algo a ser esquecido tão facilmente:
- Hinata, pode chegar mais perto de mim. Eu não mordo - tentei dar um ar de graça ao comentário, mas você parecia arrepiar ao me ouvir falar - Hinata... Tá tudo bem? - e quando me dei conta, você chorava. Ao ser descoberta, começou a soluçar com força e eu me senti a pior pessoa do mundo. Me amaldiçoei. Nem mesmo tentando acertar eu acerto!
- Desculpe, Sas... uke - você tentou dizer sem sucesso. A gagueira mais atrapalhava do que ajudava - É que...
- Tudo bem. Eu vou dormir. Boa noite - fui para o quarto sem nem mesmo olhar pra trás.
Eu sabia que era normal algum receio de sua parte mas não podia deixar de me magoar, também sou humano. Deitei na cama de solteiro e fiquei olhando para o teto. Ainda ouvi você respirando fundo e depois de um bom tempo, desligando o aparelho de TV. Pensei que iria dormir naquela hora, mas Amaya praticamente invadiu meu quarto e se sentou ao meu lado:
- Tá difícil, hein?
- O que você queria? Que ela me perdoasse fácil, como uma mãe que perdoa o filho por quebrar um copo?
- Ela te perdoou, Sasuke, senão não moraria conosco. A única coisa é que ela sente algum receio ao chegar perto de você. É normal! Escuta, se fosse com qualquer outra pessoa, provavelmente você estaria numa cela de dois metros por um e meio. Já pensou por esse lado?
- Não, Amaya, não pensei - já estava me irritando. Odeio quando os outros me dizem o que já sei. Pior ainda, quando eu sei que é verdade.
- Eu prometi que não ia contar, mas vou contar: a Ino me disse que ficou sabendo por uma fonte segura que Hinata pediu para o primo pagar os fofoqueiros da faculdade para não falarem um "A" sequer do ocorrido. - acha que eu acreditei? claro que não! Desde quando Ino tinha fontes seguras? Sakura lá era uma fonte? Ainda mais segura?
- Jura? E quem é essa "fonte segura"? - comentei chateado. Aposto que se naquela hora eu tivesse dormido meus problemas acabariam por um momento.
- Respire fundo, maninho - ela fez algum mistério - A fonte, é o próprio Neji.
Se eu estivesse de pé com toda certeza ia ao chão. Você tinha pedido ao Hyuuga-ignorante que subornasse os fofoqueiros da faculdade! Reformulando: você pediu que seu primo contribuísse para manter o assunto em sigilo. Acho que suborno não combina muito com você. Enfim, tudo parecia muito extraordinário para mim. Ah não ser o fato do Neji ter contado pra Ino que tinha feito isso. Por que ele contaria pra ela ISSO?
- Por que é que o Neji falaria pra Ino que pagou os bocas-abertas da faculdade? - e não me toquei qual era o motivo, nem quando ela ficou da cor vermelho-vivo (tipo você quando fica envergonhada).
Eles estão... Meio que juntos... Sabe?
- Ah, não brinca! O Neji com a Ino? Com a INO?
Não que eu goste de admitir isso, mas o dono da BMW é inteligente e sério demais para aturar a Ino. Exagerada e fútil? Certo, nossa amiga que freqüenta nossa casa todos os domingos junto com os diabinhos loiros, digo, as gêmeas... Ainda não sei a quem puxaram. Agora tudo isso é indiferente, mas na época... Assustador e bizarro.
- Enfim, porco-espinho: dê um tempo para a Hinata.
- Às vezes acho que dei tempo demais.
- Se ponha no lugar dela então.
E saiu do quarto, como se tivesse dado o melhor conselho do mundo! Ok, não foi o melhor do mundo, mas foi bom. Eu nem dormi. Minto. Dormi sim.
De manhã, ela ainda me avisou de um passeio que os pacientes do hospital faria mais ou menos dali uns dois meses, isso é ,se o projeto que estavam montando fosse aprovado:
- E que projeto é?
- Bom... – ela fez algum mistério enquanto olhava para você rindo.
- Amaya? – me lembro até hoje da sua cara, como quem diz: "você bebeu?".
- Sugeri aos diretores do hospital para que investissem em maneiras diferentes de tratar psicologicamente os pacientes. Por exemplo: pintura e desenho. Especialidade de Hinata.
Aquilo me pareceu ótimo. Você finalmente conseguiria mostrar pelo menos, para médicos profissionais que a arte poderia curar. Foi tarefa do primeiro semestre do primeiro ano: explicar como tratamentos, diferentes de horas de conversas numa sala apertada, poderiam ser aplicados a pacientes. Essa foi sua idéia, muito elogiada, mas dispensada por ser considerada "fraca" para pacientes com problemas mais complexos. Aquela era a hora certa:
- Você acha, Amaya?
- E por que não? – perguntei
- Não sei se daria certo... Se lembra do que me disseram os professores?
- Não interessa o que falaram os professores há cinco anos... O que você tem a perder?
-x-
Acabei?
AMÉM! \o/
Sinceramente, estou há um mês tentando escrever esse capítulo...
FAIL! -.-'
Nem vou falar nada .-.
Minha beta falará por mim =D
Com a palavra Keito-chan! =D
Oiii Minna-san AEW TADAIMA FINALMENTE, depois de muito tempo enrolando pra betar o cap da Nathy cá estou eu, com ele pronto, e devo ressaltar que AMEI tanto esse capitulo que não mudei nada dele.
Explicando, deixei as frases como estavam, acertei apenas a pontuação e tirei uns "enters" nos diálogos, já que estavam d+
Fora isso, capitulo espetacular! Claro que o medo da Hina-chan deu dó e tal, mas foi o capitulo de melhor astral que já li, sério me animei lendo q
Então, pessoal desculpem a minha demora para betá-lo, logo a Nathy me envia a continuação pelo e-mail, daí eu beto e posto aqui.
Continuem mandando suas reviews, Nathy as responderá no final do próximo capitulo e me enviará para postá-los juntamente com o capitulo aqui.
Já ne Minna, gomen a demora, kissus no kokoro.3
