Capítulo oito

Gaara

Mais dois meses tinham passado. Já estávamos em Agosto. E você, de seis meses. Ainda continuava minha amiga e muito gentil em todas as atitudes, mas aquele não era um dia em que eu te via com o coração – isso soa brega, eu sei – mas sim com admiração. Era o dia em que seu trabalho do primeiro ano estava sendo posto à prova: tratamento psicológico através das artes. Seu pai conseguiu reservar a parte superior do parque Hanna Matsuri (imagine se não iriam conceder esse "favor" ao soberano Hyuuga) para a visita dos vinte pacientes selecionados, entre eles, Gaara. Desde que subimos naquele ônibus escolar ofertado pela prefeitura – e que tinha o estofamento dos bancos detonados, como se o Godzilla tivesse comido o infeliz – ele mais minha irmã não paravam de trocar olhares. Suspeito? IMAGINA! O que me intrigou foi o fato da minha irmã ficar com cara de cão sem dono depois de desviar o olhar. E o outro fato dela me evitar o dia todo!

Bom, isso agora não importa; o dia estava agradável: não estava frio nem fazia muito calor. O sol estava escondido atrás de uma espessa camada de nuvens no céu, mas que não ameaçavam chuva. Era o tipo de dia que me deixava com humor neutro – e isso é ótimo para quem me conhece. E para quem não me conhece também: posso mandar uma senhora de oitenta anos às favas se eu bem entender. Claro que não no meu consultório...

Enfim: ouvimos sua palestra e depois, os quatro enfermeiros se dividiram em grupos de até cinco pessoas. Como Amaya era apenas uma estagiária, acompanhava vez ou outra, cada grupo e via como a dinâmica estava sendo executada. Tudo parecia caminhar bem e, seus olhos, Hinata, brilhavam de alegria e emoção em ver que seu plano estava sendo aceito e muito bem aproveitado. Lembro de como você falou em completa nostalgia dos lindos quadros dos pacientes, mesmo que aquele abacaxi que temos na parede da cozinha pareça uma bola de basquete com um ouriço meio preto em cima... Arte abstrata talvez? Ou a prova de que talento não existe naquela obra? Ok,serei mais leve: o que valeu foi a boa vontade. Uma boa vontade horrorosa. Pronto, falei.

Voltando ao assunto: como psicólogo e pessoa pessimista que sou, estava contando os minutos que faltavam para um dos pacientes se jogar do alto daquele lugar que é um meio morro, meio alto e meio traiçoeiro, tratando-se de uma possível queda que eu TINHA CERTEZA que ia acontecer. Sério, eu nunca vi uma pessoa tão perturbada quanto o ruivo Sabaku. Ele andava de um lado para outro, observando cada canto, cada lugar, procurando com interesse alguma coisa. Amaya diversas vezes se aproximou dele para conversarem e ambos se mostravam animados de princípio e um tanto constrangidos depois de cada risada. Não é necessário ser psicólogo, psiquiatra e afins para entender que estavam apaixonados. E, por incrível que sempre pareceu, o problema não estava em ele ser paciente da clínica em que minha irmã estagiava, ou em ser um drogado – desculpe, sou sincero – em recuperação: Amaya tinha problemas que escondia de todos nós. Bom, ela escondia o nome do problema, porque era notável que BEM ela não estava:

- Sasuke, pode pedir que eles venham almoçar? – me pediu você, sempre me cortando no meio de minhas filosofias investigativas para com a vida alheia

- Claro – como é que eu ia negar? Não nego nem mesmo lavar minhas cuecas vez ou outra... Que não saia daqui isso. – Almoço... – chamei num tom de voz alto enquanto balançava uma sineta que vacas usam no pescoço para chamar a atenção dos grupos. Ninguém me ouviu. Como não sou uma pessoa como as outras, que espera até três vezes para recorrer a um método mais drástico, gritei com toda força que meus pulmões tinham que: - O ALMOÇO TÁ SERVIDO! SE NÃO VIEREM COMER EU JOGO TUDO FORA! – simples, prático, básico e eficaz. Quem disse que pais não devem utilizar de broncas para seus filhos aprenderem é porque nunca viu o lado positivo da coisa.

Você se lembra quem ficou responsável por limpar os pratos, talheres, copos e guardar a louça toda dentro do ônibus junto com os alimentos, não é, Hinata? Amor, minha vida, coisa fofa de Sasuke? – sim, eu estou sendo tenebrosamente irônico e usando de meu sarcasmo agora. É, fui eu. De repente vocês viram em mim uma faxineira camuflada em futuro psicólogo e se esqueceram que eu também estava trabalhando com você e me colocaram como doméstica na situação. Nada contra domésticas. Se Dolores lê isso provavelmente ficará muito sentida comigo e me xingará de diversos xingamentos em português colonial, os quais não entenderei nenhum. Todavia... Fiz tudo sem reclamar. Toda vez que Dolores se atrasa eu me recordo do quão duro é organizar uma coisa que as pessoas não deixam nem meio milésimo de segundo limpo e perdôo. Afinal, senti na pele o que é NÃO SER reconhecido por meus feitos. E eu sempre reconheço o jornal em cima da mesa na hora do café junto com os pães que ela busca. É a única pessoa que não pertence à família que eu convido para passar os fins de semana e datas como Natal e Ano Novo. Ótimo, fugi do assunto novamente.

Continuando: depois de bancar uma Dolores da vida, caminhei para perto do penhasco (juro que ainda não sei descrever esse parque) e me sentei em baixo de uma das árvores ainda preservadas naquela parte de Tókio. Os outros grupos estavam reunidos para mais perto de uma quadra coberta, onde depois de pintarem mais um pouco, todos iriam se reunir num grande círculo de mãos dadas para discutir o que de bom tinham feito naquele dia. Bom, nem todos estavam preparados para o grande círculo: Amaya estava na ponta de uma pedra a menos de um passo para a morte, de olhos fechados, braços abertos. O sol, justamente no fim da tarde, deu o ar da graça e manchou o céu de diversas cores que iluminavam o rosto tão pálido dela. A brisa parecia brincar com seus cabelos, fazendo os fios negro ganharem um brilho dourado com todo aquele jogo de luzes. Bem cena de filme dramático quando alguém se prepara para se jogar de um penhasco. Entende por que eu quase tive um enfarte quando te contei tudo? Eu realmente achei que minha irmã fosse se jogar daquela pedra. Previ tudo: ela se jogando, o sangue em volta do cadáver, o corpo dela sendo reconhecido no necrotério, um velório desastroso, cheio de choros, culpas em cima de mim, manchetes no jornal e uma culpa lazarenta de grande me moendo por dentro, pouco apouco, até que eu definhasse e morresse. Sei que soou tudo muito egoísta – já que meu pensamento voltou-se apenas para meu próprio bem-estar – mas a cena foi tão bonita e apavorante que eu fiquei parado como pedra sem conseguir me levantar e nem respirar. Só quando ela abaixou os braços e saiu de onde estava eu consegui soltar o fôlego (que, aliás, eu havia prendido por muito tempo) e sair daquela posição desconfortável que apenas vocês mulheres que fazem yoga conseguem ficar. Completamente irritado com o susto que tinha levado, quase deixei passar despercebido que o ruivo drogado se afastava com uma tela toda riscada de giz preto. Sim, riscos, porque eu não entendo nada de arte. Não achei muito intrigante, já que era tarefa dos internos, o que me intrigava mais era saber que minha irmã, assim, do nada, evitou Gaara de forma grosseira, mostrando que, enfim, existiam elos sanguíneos entre eu e ela. Mas naquela hora, aquilo não foi bom, já que todos os pacientes perceberam e silenciaram. Silêncio que perdurou tanto que o passeio teve de ser interrompido por falta de participação do grupo. Lembro que você ficou destruída, mas ainda com ânimo conversou com todos dentro do ônibus e ainda convidou-os para um lanche antes de voltarem para seus dormitórios. A diretora geral da clínica te chamou para conversarem sobre o dia do passeio e eu teria ido junto se Amaya não me parecesse tão abatida a ponto de desmaiar.

No caminho para casa sentia como se tivesse conhecido Amaya pela primeira vez, em que eu desejava que a menina da meia-de-rede-rasgada tivesse um surto e pulasse pela janela, tamanha raiva que eu estava dela agora e da tristeza que sentia por você. Não queria ter nenhum sentimento negativo em relação a minha irmã, mas não conseguia entender porque cargas d'água ela tinha sido tão estúpida daquela maneira, prejudicando quem mais estava feliz: você:

- Por que cargas d'água você foi tão estúpida daquela maneira?

- O quê? – franziu as sobrancelhas

- Você foi estúpida com o ruivo drogado e isso arruinou o passeio todo

- Tá dizendo que a culpa é minha? – nisso ela já tinha aberto as asinhas

- Bingo!

- Escuta aqui, Sasuke: - nota: ela tinha apontado o dedo na minha cara. Eu odeio isso – você não é meu pai para mandar em mim e nem me dizer o que fazer! Se eu não queria que o Gaara chegasse perto de mim, o problema é meu! Se os outros pacientes se sentiram incomodados, eu não posso fazer nada! – e nisso, uma discussão bem sonora começou

- Como futura enfermeira você deveria saber que por pior que seja o paciente, você não deve jamais agredi-lo, nem física ou verbalmente! E não, eu não sou seu pai, mas com certeza, tenho mais conhecimento na área psicológica do que você e SEI que o que fez foi extremamente errado! Ainda mais porque vocês dois estão apaixonados – ri com sarcasmo, no fundo, para provocá-la um pouco, porém, uma situação contrária aconteceu: ela se encolheu no banco do carona e abaixou a cabeça, fechando os olhos com força – Amaya...?

- Eu não quero amá-lo... Eu não posso amá-lo! – rebateu com dor e certa revolta

- Mas por que não? – sabe o que eu mais gosto e odeio em silêncios? Eles dizem mais do que palavras. Tem silêncio bom, que é aquele que aparece magicamente depois que seu filho para de chorar e dorme e tem aquele silêncio pesado, como se o mundo estivesse pousando no seu ombro aos poucos, fazendo seu coração bater menos, mas como se cada batida fossem como pancadas de martelo estalando dentro de você, pressionando seu pulmão para baixo como se a qualquer momento você fosse se descobrir sufocando. Esse era o silêncio de Amaya – Por que não pode amar Gaara? – retomei com cuidado a pergunta

- Porque o amor não duraria... – balbuciou com os olhos transbordando de lágrimas – Eu estou morrendo, Sasuke. Eu tenho um tumor alojado no sistema central do meu cérebro, que não pode ser operado nem tratado. Ele está em expansão. Eu posso morrer a qualquer momento... – e dito isso ela tombou no meu colo chorando compulsivamente. Quis fazer o mesmo, mas não me deixei fazê-lo: o que Amaya precisava era de apoio e não de demonstrações de sofrimento. Enquanto os soluços aumentavam, diminuíam e voltavam a aumentar, pensei em mil e umas possibilidades de recorrer a médicos, especialistas neurológicos mas toda possibilidade pensada era cortada pela frase "...não pode ser operado nem tratado.". Depois de ter feito aquilo com você, era a segunda vez na minha vida que eu sentia tudo se perdendo. Era a segunda vez que eu implorava aos céus para que o tempo voltasse, para que nada daquilo acontecesse. E era a primeira vez que eu pedia para morrer no lugar de uma pessoa.

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- Não pode mesmo ser tratado? Você tem certeza? – você estava paralisada, sem conseguir acreditar no que ouvia, assim como nem eu acreditava no que dizia

- Segundo ela, não. Está localizado no sistema central do cérebro, além de estar em expansão, como eu já disse.

- Ela... Ela sabe quanto tempo ainda tem?

- Não. – e depois do "não" ter saído como um tijolo entalado na garganta, o silêncio perdurou até Amaya sair do quarto com os cabelos emaranhados e uma cara de confusa, começando um assunto completamente aleatório ao nosso

- Vocês ainda não escolheram o nome do nenê, não é?

- Não... – você gaguejou ao ouvir a afirmação. Estávamos todos tão entretidos com o passeio do grupo de pacientes, com o serviço de cada um e com a faculdade que nos esquecemos completamente de que a criança prevista para final de novembro não tinha nem mesmo nome

- Eu estava lendo esse livro agora e achei inúmeras definições: – continuavam folhando rapidamente o pequeno livro de nomes – vai desde Hiro até algo como Wasabi...

- Não podemos pôr nome de tempero no nosso filho. – rebati, me esquecendo da triste pauta discutida. Acho que era a intenção de Amaya. Ela sempre conseguia coisas desse tipo.

- Posso ver o livro, Amaya?

- Claro, Hina – disse entregando

- Vamos ver... Akihiko?

- O que significa?

- Brilhante

- Por favor, nada que o compare a pisca-pisca, ok? – pedi já tirando o livro de suas mãos e procurando algo menos... Brilhante – Ren é legal... Significa "lírio d'água"

- E você acha que vão zoar menos seu filho se ele tiver nome de flor? – Amaya me encarava com cara de sono. – O que acham de Aiko?

- "Filho do amor"? – eu lendo em voz alta o significado

- Que lindo! – você vibrou de uma maneira tão intensa que eu achei ter visto Naruto naquele momento

- É, não é tão ruim... – as risadas acabaram e fui encarado – É lindo, eu gostei, sério! – me corrigi rindo sem graça. É uma coisa tão sobrenatural como vocês mulheres não entendem nossas piadas. Mesmo quando ditas de maneira séria e convincente...

- Mas vocês têm certeza que esse é o nome? Assim, tão rápido? Não estão fazendo isso só porque contei do tumor, não é? – nos silenciamos mais uma vez. Pensar no tumor não era algo que nos deixava confortáveis

- Amaya-san...

- É um nome ótimo, bonito, simples e fácil de decorar. Eu gostei. – me pronunciei e, confesso que relembrando aquele dia, minha comparação não foi muito paternal. – Ah, Amaya, faz favor! Se eu quisesse que meu filho de chamasse "Pisca-pisca molhado", não seria você que iria me impedir! – ela riu e pulou no meu colo. Como uma pessoa tão franzina e magrela pode ser de repente tão pesada?

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Estava na mesma noite me revezando entre livros de psicologia e livros sobre recém-nascidos, enquanto tomava um chá na cozinha. Até hoje faço isso quando quero ler alguma coisa que os sons do dia não me permitem, ainda que os livros sejam os do Peter Pan ou do Blade, a lâmina do imortal que Naruto deu de presente para nosso filho. Por mais que você me diga que ele não teve má intenção, ainda o acho um grandessíssimo idiota por ter dado uma coleção de mangás violentos para uma criança de cinco anos de idade e NÃO VENHA tentar me convencer do contrário após ler isso.

Bom, voltando ao assunto que eu havia fugido novamente, eu nunca espero ser surpreendido tomando chá na mesa da cozinha, ainda mais por você no estado em que se encontrava. Tinha lido num livro alguns meses antes que grávidas dormiam mais do que as outras pessoas, tipo ursos que hibernam, então aquele pulo que eu dei ao ver você de camisolão branco foi mesmo de ter tido a impressão de ver um fantasma, eu não estava tirando com a sua cara, juro!

- Nossa, parece que viu um fantasma... – você sorriu enquanto cochichava

- Eu realmente achei que tivesse visto... – e nessa hora você me olhou com a feição meio torta, por isso até hoje eu me explico – É que eu não estou acostumado a ver mais alguém de noite acordado nessa cozinha além de mim

- Não precisa se explicar. – você ainda parecia chateada. Era um feito histórico, já que ver, na época, Hyuuga Hinata chateada, irritada ou demonstrando desconforto era raridade!

- Então... – continuei ainda aéreo – Perdeu o sono?

- Não, eu vim ver se está bem...

- Ah, estou sim, obrigado por querer saber.

- Imagina, Sasuke... – climão. É.

- E o estágio está indo bem?

- Está sim. – ambos desconfortáveis – E o seu?

- Legal... Quer dizer, eu não achei que tantos advogados teriam problemas psicológicos do tipo "minha mulher me meteu um par de chifres, eu quero morrer", mas tem sido interessante ver isso, mostra que realmente as aparências enganam...

- Mulher que meteu chifres? Ah! É mesmo! Alguma coisa com Unma, do setor de defesa!

- Como você sabe?

- Todos sabem de tudo lá dentro – riu – Foi meu pai que me contou.

- Nossa... – o senhor Hyuuga fazendo fofoca? EU RI! Entretanto, o assunto que eu queria tratar com você não tinha nada de engraçado, era até bem sério e você se lembra, com certeza. – Hinata, eu queria conversar uma coisa com você... É bem sério...

- Claro, pode dizer.

- Quero que se case comigo. – eu nunca fui bom em enrolar numa conversa, então fui ao que interessava. Se eu quase apanhei da Ino por não ter sido romântico? Não. Nada de quase. Eu apanhei mesmo.

- Casar? Por quê? – e também, algo romântico naquela altura da sua resposta confusa teria me deixado com a cara no chão

- Bom, vamos ter um filho e, convenhamos, a sociedade daqui não encara com bons olhos mães solteiras.

- Ah claro, não havia pensado nisso... – você balbuciou pensativa – Seria mais conveniente...

- Mas não estou te pedindo em casamento por conveniência: - e nisso sua atenção, antes para suas mãos (que parecem sempre ser mais interessantes do que qualquer outra coisa), se voltou para mim – eu realmente Hinata, quero que seja minha esposa. Não precisamos agir como marido e mulher, não precisamos fazer nada que um casal faz eu só quero ter você do meu lado. É isso.

- Você tem certeza, Sasuke?

- Ora, se eu estou pedindo sua mão, de certo é porque tenho! – já tinha me irritado de vez, contudo, você sorriu e isso em fez esquecer de qualquer coisa que eu deveria lembrar e sorri junto

- Eu aceito, Sasuke.

Parecia que, mesmo passado a hora de ter feito a coisa certa, os minutos extras estavam funcionando muito bem, obrigado. Nada de pressões, nada de lágrimas e pedidos engasgados de perdão, nem lágrimas de repulsa ou medo. Tudo estava caminhando direito. E pulando também. Essa era Amaya que da entrada da cozinha dava pulos em slow motion e parecendo dar gargalhadas no mudo, de tanta felicidade. Ela logo saiu e você não percebeu, não por causa do modo ninja dela, mas porque nos abraçávamos. Foi algo natural, que partiu de você. Não tinha mais medo de mim e era como se trocássemos inúmeros sentimentos naquela hora. Foi um abraço reconfortante e sentimentos bons, como admiração alheia, felicidade, gratidão, afeto e – por que não arriscar? – amor.

XxXxX

É isso aí! Capítulo concluído! (depois de quantas décadas? Alguém pode refrescar minha memória? XD)

Gente, está aí mais um capítulo e, pela demora que tive em escrevê-lo, ele está sendo postado sem ter sido betado pela Niina ou pela Nerak, ok?

Pra quem ainda tem fé em mim (oi?), fica um beijo e a promessa que antes da virada do ano – que vem XD – eu postarei novamente! \8D/ /apanha

Obrigada para quem ainda acompanha a FIC, um beijo enorme!

Agradecendo:

Jessica-semnadaprafaze123: Nyaa, linda é você por estar aqui comentando! Seja bem-vinda nova leitora! *-* É, realmente a situação não é boa para o lado da Hina e nem para o lado do Sasuke, mas como eu quis expor no capítulo, eles estão se aproximando – mesmo que num ritmo lento, respeitando o limite de cada um. Aliás, acho que foi um grande passo o deles de se unir em matrimônio... Minha amiga quase me bateu por não ter feito isso antes ;o; Você vai me bater também? :OO Beijão! *O*

Estrela Malfoy: Ok, eu confesso que ler "Malfoy" me deixa com o coração na mão por lembrar que o último filme do Harry Potter saiu ~mimimi. *Back to real world* Pois então, por trás de todo ogro há sempre uma pluma *-* /comparação de Hiashi com a pluma foi fail, né? .-.' Obrigada por acompanhar! E, vou repetir: lindas e fofas não são minhas histórias, são vocês que vêm até aqui e mandam os recados, falou? U-Ú Sério, são as reviews que animam um autor a continuar escrevendo, ainda que, como no meu caso, leve algumas centenas de anos /apanha² Novamente, obrigada! Beijo!

Arishima Niina: FILHOTA DA MOMMY'S! Já trocou de pampers hoje? /trollface XD Obrigada por todo o apoio e elogio dados por você! É realmente importante, você sabe XD Sim sim, parece que o Hiashi legal tem tirado espanto dos meus leitores hahaha' Como eu disse pra Estrela, por trás de todo ogro há uma pluma wee' /de novo a piada fail –oê Taí a continuação, espero que aprove *-* Beijo!

Joshua.2: Seja bem-vindo novo leitor! Espero que esteja realmente gostando de acompanhar a fic! Agora, em relação ao capítulo, demorei, mas postei, espero que goste! Um beijo!