N/A: Oieeee! Gente, estou muito feliz com os comentários que venho recebendo, de verdade. Esse capítulo eu dedico à Marcela, à Letícia, à Larissa e à mulher da minha vida, Silvana, que é minha inspiração para viver. (momento fofura) Espero que gostem desse capítulo, e como sempre, comentários, críticas e sugestões são altamente bem vindos... Milhões de beijos no coração!


Floresta Encantada ~ Passado

"A neblina era densa na noite sem luar. O vento fraco soprava as copas das árvores enquanto a jovem corria. Tudo que ela podia pensar era que finalmente estaria livre e poderia viver em paz com o amor de sua vida. Ela passou pelas árvores até chegar perto dos estábulos e entrou rápido parando um pouco depois da porta. Era seu aniversário, nada daria errado. A pequena mala em sua mão tinha só o necessário, ela não precisava de mais nada. Não enquanto estivesse com ele.

-Está pronta? - Daniel perguntou saindo das sombras, segurando uma sacola de pano com um sorriso sincero. Ela sorriu, sentindo seu coração inflar de tanto amor e beijou o garoto dos estábulos, enquanto ele a abraçava.

-Vamos! - Ela disse sorrindo, sabendo que a partir dali, a vida seria diferente. Mas nem tudo foi como ela pretendia, antes de sair dos estábulos, Regina viu sua mãe parada na porta, bloqueando sua saída.

-Você poderia, pelo menos, ter deixado um bilhete. - Cora disse com a expressão fria e a voz letal, antes de fazer um movimento com os punhos e, com magia, empurrar os dois jovens para dentro dos estábulos com força. A mulher trancou a porta atrás de si sem mover um dedo e ficou apenas observando a filha e o rapaz caídos no chão, com suas expressões de medo.

-Mãe, eu... - Regina começou, mas foi cortada pela mãe, fria.

-Não. Você saiu da minha casa no meio da noite e achou que eu não notaria. - A mulher falava e Regina sentia o ódio em sua voz. Daniel a ajudou a se levanta, mantendo um braço protetor sobre seus ombros. - Como você se atreveu?

-Você é impossível de se conversar. - Regina disse com a voz trêmula. - Pare com a magia e me ouça. - Cora a olhou. - Eu quero ficar com Daniel.

-Oh, você não sabe o que você quer, mas eu sei. - Cora tinha um olhar maníaco, e Regina sentiu um arrepio gelado, mas Daniel afagou seu ombro e ela se sentiu segura mesmo sob os olhos mortais da mãe. - Eu não me sacrifiquei tanto para que alcançasse o ápice da grandeza de acabar como a esposa de um limpador de estábulos.

-Mas é minha vida. - Regina rebateu com os olhos cheios de lágrimas. Cora riu maldosamente.

-Ora, sua garota tola. - Seu sorriso morreu em seu rosto quando ela falou séria. - É minha. Depois do que eu tive que fazer, os acordos que tive que fazer para nos tirar da pobreza, para conseguir-nos essa vida, você quer simplesmente jogá-la fora?

-Continue forte, Regina. - Daniel sussurrou em seu ouvido, dando apoio enquanto sua mão afagava as costas da garota.

-Sua magia não poderá nos separar. Eu o amo. - Regina tinha a voz forte quando procurou os olhos negros da mãe.

-E eu a amo! - Daniel disse com a voz suave.

-E eu amo também. - Cora disse olhando nos olhos do rapaz.

-Se você me amasse, não tentaria nos separar. - Regina tinha a voz desesperada.

-Se você me amasse, não tentaria fugir no meio da noite. - Cora disse suavizando a voz.

-Eu sinto muito, mas essa é minha felicidade. - Regina estava firme. - Nós vamos!

-Não, vocês não vão. - Cora pediu com a voz branda, mas seu olhar ainda estava escuro quando mostrou a mão envolta numa nuvem de magia. Regina levantou o rosto para encarar a mãe como igual.

-Então qual é seu plano? - Regina perguntou. - Vai nos manter aqui para sempre? - A jovem observou o brilho maldoso nos olhos da mãe e se aproximou mais de Daniel, segurando sua mão. - Porque é isso que terá que fazer. - Cora olhou nos olhos marejados da filha e viu o olhar forte de Daniel. Um silêncio se impôs entre os três.

-Então, essa é a sua decisão? - Ela perguntou, tremendo sua voz. - Isso a fará feliz?

-Já me faz. - Regina sorriu para a mãe, feliz porque elas pareciam estar chegando a algum lugar. Cora baixou os olhos, pensando. Ela sabia o que deveria fazer.

-Então quem sou eu para impedi-la? - Ela disse ainda de olhos baixos, quando Regina correu até ela, abraçando-a forte. A jovem procurou os olhos da mãe, emocionada com a atitude.

-Obrigada, mãe. - A menina disse por entre as lágrimas. Cora sorriu para a filha e se virou para o rapaz.

-Daniel... - Ela caminhou até ele, tocando seu ombro e afastando-o, enquanto era observada por Regina, que sorria. Ela parou frente a frente com o jovem, sorrindo para ele. - Se vocês querem ter uma vida juntos, uma família, então há uma importante lição que posso partilhar com você. É o que significa ser pai. - O jovem a olhava, atento e sorrindo. - Sempre terá que fazer o melhor para os seus filhos.

-Obrigada. - Ele disse honestamente. - Eu entendo. - O jovem olhou para Regina, que sorriu, feliz. - Por que é isso que está fazendo agora. - Ele se virou novamente para a mulher. Cora sorriu.

-Sim, é. - Aconteceu muito rápido. Regina viu a mão de sua mãe atravessar o peito do jovem, e ela sentiu uma pontada no seu próprio. Cora tinha os olhos vidrados.

-Mãe! - Regina gritou antes de ver sua mãe retirar sua mão do peito de Daniel. A garota sentiu seu mundo desabar quando viu que, nas mãos de Cora, estava um coração. O coração de Daniel. Ela correu enquanto o jovem caia sobre o feno no chão. - Não, não, não, não... - Ela repetia incrédula, quando segurou o corpo imóvel de Daniel em seus braços. Cora observava a cena enquanto esmagava o pequeno coração brilhante em sua mão até se transformar em pó. Regina segurava o rosto de Daniel pedindo aos deuses que seu amor acordasse. Ela chorava lágrimas doídas, querendo desesperadamente Daniel de volta. - Mãe, porque você fez isso? - Ela perguntou chorando.

-Porque este é o seu final feliz. - Cora disse como se nada tivesse acontecido.

-O que? - A garota embalava Daniel nos braços, sem acreditar em como a mãe podia ser tão fria. Ela beijou o rapaz na esperança de que um beijo de amor verdadeiro o trouxesse de volta.

-Você precisa acreditar em mim, Regina. - Cora disse vendo a filha chorar sobre o corpo do menino dos estábulos. - Eu sei o que é melhor. O amor é fraqueza, Regina. Parece

real agora. No começo, sempre parece. - Regina observava o rosto de seu melhor amigo e alma gêmea. - Mas é uma ilusão, vai se esvaindo e depois você é deixada sem nada. Mas o poder... - Os olhos de Cora oscilaram. - O verdadeiro poder persiste. E depois não tem que depender de ninguém para ter o que quer. Eu te salvei, meu amor. - A tristeza no rosto de Regina se transformou em ódio quando ela se virou para a mãe.

-Você arruinou tudo. Eu o amava. - Ela gritou deixando as lágrimas caírem. - Eu o amava! - Cora colocou as mãos na testa.

-Já chega. - Ela disse autoritária, puxando a filha pelo braço. - Já aguentei isso por tempo suficiente. Agora limpe-se, seque suas lágrimas, porque... - Ela apertou o rosto da filha em sua mão. - ...agora você será uma rainha. - Regina viu a ambição nos olhos da mãe. Ela tinha que dizer.

-Estou grávida. - Cora soltou seu rosto bruscamente. - Estou grávida de Daniel. - Regina disse baixo. Cora se virou, ficando de costas para a filha, respirando pesadamente.

-Como você se atreveu? - A mulher se virou acusadora. Regina se aproximou, enfrentando a mãe.

- Como eu me atrevi, mãe? - Regina disse com a voz grave. - Eu o amava, e você o matou! - Cora negava com a cabeça. Seus planos iriam por água abaixo por causa daquela criança. Ela puxou Regina pelo braço com força. - O que você vai fazer mãe? Me matar como matou Daniel? - Regina gritava.

-Cale a boca! - Cora silenciou a filha com um tapa, que ecoou pelos estábulos. Com um movimento das mãos, as portas se abriram. A mulher acariciou o rosto marcado de Regina, que chorava incrédula, ainda incapaz de se mover ou se afastar da mãe. - Você não vai destruir meus planos, não se preocupe. Você vai se casar com o Rei. Você vai se tornar rainha. Eu vou cuidar disso. - Regina não suportou o toque da mãe e se desvencilhou, correndo de volta para a casa, querendo o colo quente de Daniel para confortá-la. Ele morrera em seus braços no dia em que ela fazia18 anos. Estava tudo arruinado, elaestava acorrentada à essa vida, e estava acorrentada à sua mãe.

Oito meses depois

Regina estava deitada na cama, ainda sentindo suas pernas doloridas. Ainda sentindo o vazio em seu ventre. Sua mãe encontrou um antigo feitiço de glamour, que escondia sua barriga dos olhos alheios, dando tempo para que a criança nascesse antes do grande dia.

Durante os oito meses de preparação para o casamento com o Rei Leopold, Regina se apegou à criança que gerava, conversando e cantando toda noite, enquanto sentia os movimentos que o bebê fazia. Durante os oito meses em que carregou sua filha no ventre, Regina teve uma esperança.

E agora ela estava ali, deitada na cama, em prantos. No dia anterior, ela entrara em trabalho de parto e no cair da noite, deu à luz à sua pequena filha, mas antes que pudesse segurá-la nos braços, o choro da criança foi silenciado. Cora pegou a neta no colo e correu para fora do quarto, ouvindo os gritos doloridos da filha. Regina chorava, não deixando ninguém se aproximar. Sua mãe adentrou o quarto novamente, com os olhos marejados. Do lado de fora, ela pôde ver seu pai, com o olhar cheio de dor e culpa.

-Eu sinto muito, Regina. - Cora disse. - Era o destino.

-Não... Não! - Regina gritava. Durante toda a noite, ela chorou nos braços da mãe. Ela chorou nos braços da mulher que tirara a vida do amor de sua vida. Ela não tinha forças para lutar. A jovem adormeceu por entre as lágrimas e não viu seu pai sair da casa com um pequeno cesto nas mãos. Regina não ouviu enquanto ele galopava em seu cavalo para longe. Ela nunca soube o que seu pai fez naquela noite.

Os gritos de Regina eram altos e cheios de dor. Henry não podia mais suportar aquilo. Ele não deixaria uma inocente perecer nas mãos de sua esposa. Antes que Cora voltasse do quarto da filha, ele pegou a neta e colocou-a num pequeno cesto de palha. Correu o máximo que podia e sua idade permitia. Ele correu até a entrada da floresta, olhando para os lados, se certificando de que Cora não viria encontrá-lo. Ele precisava chamar o Senhor Escuro.

-Rumplestiltskin. - Henry chamou com a voz embargada, sabendo que haveria um preço.

-Você chamou, queridinho? - O homem com a pele verde musgo apareceu atrás do velho senhor. - Ora, ora, ora, o que temos aqui? - Ele perguntou se aproximando e vendo o bebê no cesto que Henry segurava.

-Você precisa salvá-la. - O homem pediu. O senhor escuro somente olhava.

-E por que eu faria isso? - Ele perguntou numa reverência teatral.

-Você é sua única esperança. - O velho disse suplicante. - Se você não levá-la, Cora irá matá-la. - Os olhos amarelados de Rumplestiltskin brilharam ao ouvir o nome.

-Cora, você disse? - Ele perguntou, recebendo um aceno rápido de Henry. - Muito bem, eu levo a menina. - O velho respirou aliviado. - Mas eu tenho uma condição. - Ele levantou um dedo dramaticamente.

-Qualquer coisa. - O homem simplesmente respondeu. O senhor escuro deu uma risadinha aguda.

-Eu adoro quando dizem isso. - Ele disse observando o medo nos olhos do homem. - Muito bem, príncipe Henry.. O acordo é o seguinte. Eu levo a menina e entrego a uma família que perdeu seu filho recentemente. Eles a criam longe de Cora. Mas vai chegar um momento em que sua esposa não estará mais aqui. - Ele falava.

-Como você sabe? - Henry perguntou.

-Eu vejo o futuro, queridinho, não se esqueça. - O homem respondeu com uma risada. - Cora não poderá encontrá-la, nem machucá-la, eu mesmo me encarregarei disso. Contudo, sua querida filha, a doce Regina... - Ele parou vendo a reação do senhor. - Ela fará algo para mim, um dia. Não se preocupe, isso não tem nada a ver com nosso acordo. Sua mulher não estará aqui, e a menina retornará para Regina sem que ela saiba que é sua filha. - Henry estreitou os olhos achando o acordo bom demais para ser real. Se ele bem conhecia o feiticeiro, tudo tinha um preço.

-E o que você ganha com isso? - O príncipe perguntou.

-Eu? Ora, meu querido! Eu não ganho nada. - Ele disse levando a mão ao peito, falsamente ofendido. - O fato é o seguinte. Eu levo a menina. Cora some. A menina volta para sua filha. Regina fará uma coisa por mim e você fará uma coisa por ela. - O homem percebeu do que se tratava. Não seria sua filha a pagar o preço, mas sim ele próprio. - Daqui há alguns anos, quando sua doce Regina não for tão doce assim, ela lançará uma maldição. - O rosto de Henry ficou pálido enquanto o mago falava. - Ela lançará esta maldição a procura do seu final feliz, e para isso ela precisará fazer um sacrifício. Ela arrancará o coração da coisa que ela mais amará no mundo.

-Você não pode fazer isso. Ela terá que arrancar o coração da filha? - Henry perguntou chocado.

-Oh, não meu querido. - Ele falou dando de ombros. - Ela não saberá que a menina é sua filha até depois que ela lançar a maldição. Não... O sacrifício dela será você. - Rumplestiltskin apontou o dedo magro para o senhor, que moveu a cabeça em entendimento.

-Você me garante que Regina será feliz? - Henry perguntou, segurando o cesto com a neta, contra o peito.

-Depois de muito esforço, decididamente sim, meu caro. - O feiticeiro falou.

-Então temos um acordo. - Henry entregou o bebê ao homem na esperança de que um dia Regina e sua neta viessem a ser felizes.

-Você gostaria de dar um nome a ela? - Rumplestiltskin perguntou, olhando sério, pela primeira vez naquela noite. Henry pensou, e se lembrou do nome que queria dar à Regina antes que Cora decidisse o nome da filha. Ele acenou e tocou a testa do bebê.

-Freya."


Presente

-Porque você nunca contou nada, mãe? - Henry perguntou, observando Regina e Freya sentadas lado a lado. Emma segurava Ginny, em pé no canto da sala.

-Nós não achamos necessário. - Regina falou, sentindo o olhar de Emma. - Freya não iria me contar tão cedo, eu descobri por acidente. - Ela disse, como que lendo os pensamentos da loira.

-Como assim? - Emma perguntou, intrigada. Regina sustentou seu olhar.

-Quando eu tinha 12 anos, estava construindo um castelo de madeira.. - Regina revirou os olhos e Freya sorriu, virando sua atenção para Emma. - Caí e quebrei a perna, com fratura exposta. Perdi muito sangue. - Emma acenou em entendimento.

-Whale pediu que eu fizesse um exame de sangue para saber se era compatível com Freya para poder doar meu sangue para ela. - Henry se acomodou na poltrona. - Os resultados saíram e eu fiquei em choque. Doei meu sangue, e demorou alguns meses para ela se recuperar, mas quando ela estava bem, eu a confrontei. - Regina falava.

-Foi assustador. - Freya comentou com um sorriso brincalhão, ganhando um sorriso de Regina. - Mas eu confio que vocês dois, Henry e Emma, guardarão segredo. - Os dois acenaram, sorrindo suavemente. Era incrível como se pareciam. - Vocês são minha família. - Ela disse piscando para o irmão, percebendo os olhares que Regina e Emma trocavam.

-Muito bem, agora é a hora dos presentes. - Henry disse se levantando. Regina arregalou os olhos para o filho.

-Henry, você não precisava... - Regina começou, vendo Emma se aproximar e sentar no braço do sofá, muito perto.

-Mãe, agora que eu trabalho na loja do meu avô, eu posso gastar meu dinheiro. - Ele falou solenemente caminhando até Regina com uma caixa grande nas mãos, embrulhada num papel vinho. Ela pegou o embrulho, rasgando-o ansiosa. Dentro da caixa, uma rédea preta. Ela olhou par ao filho com os olhos marejados.

-Henry, o que é isso? - Ela perguntou levantando a rédea.

-Bom, eu achei que faria bem você cavalgar, então estou te dando meu cavalo de presente. - Ele foi cortado pelo abraço de Regina. Ela o beijou na testa e segurou seu rosto, enchendo-o de beijos. - Ai mãe! - Regina sorriu, ouvindo as risadas de Freya, Emma e Ginny.

-Obrigada, meu querido. - Ela disse depositando um último beijo na testa do filho.

-Nossa vez. - Freya disse se levantando e caminhando até Emma. Ela pegou Ginny e foi até a mãe, entregando a ela uma pequena caixa, onde havia um colar de ouro com um relicário redondo, ornamentado com símbolos celtas na borda, rodeando uma lua cheia. A rainha viu o relicário se abrir com as fotos de Henry, Freya, Ginny e Emma. Regina estreitou os olhos para a filha e ganhou um olhar inocente. Ela se levantou e falou no ouvido da jovem.

-Obrigada. - Elas se afastaram, Regina ainda olhava desconfiava para a filha e não viu Emma se aproximar.

-Regina. - A morena se assustou ao se virar e para ver Emma ao seu lado. A loira segurava um embrulho grande, mas fino. Regina olhou nos olhos verdes e sorriu ao aceitar o presente. Ela desfez o laço dourado e o papel suave caiu no chão, revelando uma pintura, numa moldura simples, mas rica em detalhes. Era o rosto de Regina, perfeitamente pintado. A mulher não soube o que dizer ao ver no fundo a assinatura da artista. Emma Swan.

-Emma... - Ela se virou para olhar a loira. - Você pintou isso? - Ela perguntou com a sombra de um sorriso nos lábios. Emma sorriu de volta, levemente arrogante

-Porque o tom de surpresa, majestade? - Ela perguntou altiva, brincando.

-Porque está perfeito, senhorita Swan. - Regina disse sorrindo. - Obrigada, Emma.

-Feliz aniversário, Regina. - Emma disse, depositando um beijo leve na bochecha da mulher. Regina estancou com o gesto da loira, afinal, estavam na frente dos filhos. Ela olhou e viu os dois, lado a lado, olhando para elas com os olhos brilhante e largos sorrisos. Ela balançou a cabeça, com os lábios curvados para cima. Ela estava feliz, tinha uma família. Talvez não fosse tão ruim fazer aniversário assim.