Capitulo cinco: Grandes loucuras

NA: logo avisando esse capitulo contem violência e estupro a um menor de idade se não gosta pule a parte... então bora pra historia... (ps: o personagem menor de idade é de autoria minha, e para as mentes poluídas ai no fundão o tal personagem que vai sofrer a violência não é Russel fiquem avisadas...) agora bora pra historia!

Severus Snape estava prestes a começar a dar a aula, quando sua porta é aberta com uma violência dos diabos, o professor estava prestes a gritar com quem fez aquilo, quando viu Harry vindo esbaforido em sua direção, o garoto lhe puxou para fora da sala de aula, Severus se viu obrigado a correr com Harry ao perceber que ele não lhe soltaria tão cedo. Queria saber realmente o que estava acontecendo com Harry para agir daquele jeito naquela manha, sendo que antes estavam tudo bem com eles, algo estava completamente fora de lugar naquele momento. Percebeu que estavam indo para a sala da diretora, Russel que estava junto não reclamou, sendo que estava completamente com medo e assustado.

Juntos os três entraram na sala de Minerva que estava esperando Harry com um olhar critico.

-Não sabia que era tão apressado com essas coisas, Sr. Potter! –disse Minerva se sentando em sua mesa e encarar Harry nos olhos.

-Olha não vou dar motivos para que aquele imbecil do Dawlish venha matar Sev! –respondeu Harry rude.

-Já barramos a entrada dele em Hogwarts, e se é verdade mesmo que ele pretende começar uma terceira guerra, precisamos nos proteger, e aqui é o melhor lugar para isso, tenho certeza que o professor Snape concorda comigo…

-Afinal o que esta acontecendo aqui? –perguntou o aludido sem entender a conversa dos dois.

-Lucius Malfoy ouviu a conversa de Dawlish, ele planeja matar você na primeira oportunidade que surgir no mundo. Estamos nos entendendo agora, não quero que um ex-auror me tire a paz por causa de sua traição! –respondeu Harry com fúria.

-Alias o que ele tem a ver com tudo isso? Ele nunca foi um comensal da morte! –disse Snape sem acreditar no que ouvia.

-Na verdade, James Dawlish não gostou muito do final da guerra. Ele recrutou os comensais que tinha fugido da batalha final e alguns ex-aurores, juntos eles ficaram ressentidos com o resultado do final da batalha, pude entender que eles queriam que o mal dominasse o mundo. –disse uma voz na porta.

Severus olhou para o recém chegado e se deparou com Lucius Malfoy totalmente mudado, diria acabado, parecia que tinha tido uma briga. Harry sim percebeu que Lucius estava diferente de antes de sair correndo buscar Severus. Tinha certeza de que tinha brigado com Remus, realmente não sabia o que estava acontecendo naquele ambiente. Russel olhava ao loiro intrigado.

-Tio! –o menino saiu correndo e abraçou ao loiro que no qual se viu encarando ao menino sem entender muito bem o que estava acontecendo ali.

Harry ficou de queixo caído na hora. Severus olhava a tudo sem entender, como assim tio? O que realmente estava acontecendo ali, queria saber. A porta foi aberta de novo e por ela entrou Remus com Teddy no colo, encarou o loiro de mal modos, se assustou ao ver que Russel estava abraçando ele pela cintura.

-O que esta acontecendo aqui? –perguntou assim que se sentou para cuidar do sono de Teddy.

-Alias quem é esse menino? –perguntou Lucius franzindo o cenho.

-Aparentemente meu filho. –respondeu Severus pegando ao menino no colo não se importando se ele já não tivesse idade pra ser carregado no colo.

-Que? –perguntou Lucius assustado.

-Russel Lane Snape-Potter, esse é seu nome. –respondeu Harry se juntando ao lado de Snape que parecia assustado de ver Malfoy sênior ali.

-Mas isso é um absurdo como eu nunca me inteirei que você se deitava com Potter…

Harry furioso deu um murro no rosto e no estomago de Malfoy por falar tanta besteira. Severus riu por dentro por Harry ter esmurrado Malfoy, pois não tinha gostado do que aquele loiro aguado tinha acabado de falar. Russel percebeu que o loiro não sabia dele, tinha esquecido que ele era do futuro, resolveu esconder o rosto no pescoço de sua mami, estava com medo de seu pai naquele momento.

-É melhor você escolher as palavras antes de soltar estupido. –disse Harry se afastando de Malfoy furioso.

-Pode bater nele a vontade Harry eu deixo. –disse Remus sem importar que seu antigo namorado apanhasse.

Harry olhou para Remus sem entender, mas no fundo sabia que o outro estava sofrendo pelos tempos antigos. Severus se sentou numa outra poltrona, cuidando de Russel que ainda tremia de medo ao ver seu pai brigando. Lucius olhou feio para Remus, ele sabia que tinha magoado totalmente os sentimentos de Remus no passado, mas agora queria consertar tudo aquilo que seu pai lhe obrigou a fazer, sabia que tinha perdido muito.

-Você nunca foi tão cruel Remus. –respondeu Harry depois de olhar feio para Lucius que ainda estava no chão.

-Eu só sou com esse ai. Eu não merecia ser jogado no lixo no passado por causa do inútil do pai dele. Se ele quis preservar o nome da família podia simplesmente fazer comigo, mas não, preferiu seguir a tradição da família ridícula que ele tem. –bufou Remus, estava com o coração partido por dizer aquelas verdades, tinha sido muito machucado.

-Minha família não é ridícula! –exclamou Malfoy indignado com aquilo.

Remus entregou o filho pra Harry e foi para cima de Malfoy que estava no chão segurando seu estomago que estava dolorido pelo soco. Nisso Remus mostrou seus dentes que já não eram mais presas de um lobisomem, mas ele daria tudo para que Malfoy visse o quanto era perigoso que mexesse com os sentimentos dele. Mordeu o pescoço dele com força, deixando ali uma marca de seus dentes.

-Seu pai era um homem muito horrível, fique sabendo que por culpa dele eu nunca conheci nosso filho! –disse e se afastou, tinha sido dolorido falar do filho que tinha sido arrancado de seus braços.

Lucius arregalou os olhos, ele sempre quis ter um filho com Remus, mas no passado por ser dois homens, ele não entendia nada de gravidez masculina, mas agora vendo aquela verdade macabra ser solta pelo seu antigo amante lhe doía, seu pai tinha arrancado o próprio neto de seu amante, e o que era pior seu pai morreu com a verdade sobre seu filho mais velho.

-Você matou seu pai não é? –perguntou Remus que tinha voltado a pegar Teddy no colo.

-Não! Quando fui chamado pra Suécia eu soube que algo tinha acontecido com meu pai. Ele sofria há anos por uma doença estranha, doença essa que surgiu depois que eu cumpri o que ele me pediu pra fazer no passado. A doença começou a agir quando eu me casei com ela. –respondeu.

-Porque ele estava lá? –perguntou Harry interessado no assunto.

-Lá é a casa em que ele nasceu e cresceu…

-Vasculhou a casa? –perguntou Remus rude.

-Não, porque? –perguntou Malfoy sem entender e se levantando do chão.

-Talvez você se tornou um imbecil? Pode ter alguma coisa que indique onde esta seu filho. –respondeu Severus.

-Sabe Sev você tem razão. –disse Harry se sentando no braço da poltrona que Severus estava.

Nisso Lucius ficou irritado, agora mais que nunca precisava saber o que seu pai tinha aprontado no passado e aquela doença estranha. Olhou Remus, tinha algo que queria perguntar a ele, mas sabia que não seria respondido, mas tentaria a sorte.

-Quantos anos ele teria hoje? –perguntou se dirigindo a Remus.

-Vinte e dois. –respondeu Remus voltando a se sentar.

-Voltaria pra mim se eu encontrar ele, alias porque me mordeu? –perguntou Lucius passando uma de suas mãos no local mordido, aquilo tinha sido dolorido.

-Porque eu quis! –respondeu rude. – E não, não voltarei pra você nunca mais.

Lucius abaixou a cabeça derrotado, nunca tinha sido tão rejeitado assim em toda sua vida, mas respeitaria as decisões de Remus, afinal ele era o amor de sua vida.

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Os alunos que foram deixados para trás pelo seu professor mais temido de Hogwarts ficaram em seus lugares, não queriam levar detenções por saírem da sala.

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Na sala de DCAT, os alunos foram dispensados por serem do sétimo ano, ninguém reclamou da falta de aula naquele dia, mas entendia que tinha assuntos de estrema importância acontecendo naquele momento. Hermione seguiu para a enfermaria, onde seus filhos estavam sendo cuidado por Madame Pomfrey, Draco tinha seguido o mesmo caminho que sua noiva.

-O que será que esta acontecendo? –perguntou Draco confuso.

-Não me pergunte nem eu mesmo sei. –resmungou Hermione, ela não estava gostando daquele rumo esquisito.

-E o que é mais estranho é que meu pai aceitou nosso casamento. –disse Draco assim que entraram na enfermaria.

-Super esquisito, o mais chocante foi ver seu pai apanhando de Remus, isso foi hilário pra dizer o mínimo. –respondeu Hermione pegando o pequeno Scorpius que estava acordado e agitando suas perninhas.

-Ele bem que merecia, eu acho, não conheço muito bem a historia de meu próprio pai, mas minha mãe me disse que meu pai namorou um garoto quando era estudante, fico me perguntando se era o professor. –disse e sorriu quando seu loirinho puxava os cabelos de Hermione.

-Eu tenho certeza de que era o professor, ninguém brigaria sem motivos. –respondeu Hermione fazendo Scorpius soltar seu cabelo.

Antigamente Draco brigava com Potter por quase tudo, mas entendia agora o caso de Lupin, o professor era tão sério quando se tratava da vida pessoal. Seu pai lhe devia muitas explicações.

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Irritado pelos golpes que tinha recebido Lucius Malfoy foi embora, não ficaria ali para apanhar mais, sabia que tinha perdido pra valer o amor de Remus. Nem se deu o trabalho de se despedir ou muito menos responder aos chamados de Severus, queria ficar um momento sozinho. Um momento que usaria pra vasculhar aquela casa repugnante onde seu pai morreu vitima de uma doença esquisita. Em um dos corredores sentiu as lembranças do passado vir a tona em sua mente.

Lucius corria atrás de Remus que também corria, mas corria rindo. O loiro conseguiu alcançar seu pequeno namorado e tascou ali mesmo um beijo na frente de toda Hogwarts o quanto amava aquele pequeno ser.

-Te amo pequeno. –disse Lucius depois do beijo de cinema.

-Eu sei. –respondeu Remus deitando no peito de Lucius.

Irritado chegou rapidamente para fora de Hogwarts, dali aparatou para bem longe de toda aquela magoa, sinceramente não achava que valia a pena voltar sendo que não gostava de sofrimento, daria o que fosse pra ser como antigamente, mas não queria mudar o passado, amava seu filho Draco. Chegou em uma das mansão que mantinha para si em Londres, ali foi direto para um banho e curar suas feridas dos socos que tinha levado.

Mais tarde Lucius escreveu uma carta para Draco e deixou com um elfo domestico, logo depois disso se dirigiu novamente para Suécia, precisava voltar naquela mansão macabra de seu pai, queria poder conhecer mais a fundo seu pai e tudo o que ele fez no passado.

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Severus estava chocado quando viu seu amigo ir embora sem responder aos seus chamados, olhou feio para Remus e viu o quanto o ex-lupino estava sofrendo por falar das coisas do passado, ainda não conseguia acreditar que ele teria um filho de Lucius no passado.

-Porque Abraxas lhe tirou o filho? –perguntou Severus se sentando novamente.

-Ele disse que não me deixaria cria-lo por causa da minha licantropia. –respondeu e deixou que as lagrimas escorresse por seu rosto, era doloroso lembrar do passado.

-Mas… você tinha mais direito de cuidar de seu filho. –disse um indignado Harry, ainda não se conformava em ver como o ultimo amigo de seu pai sofria.

-Ele disse que meu filho era um bastardo por ter nascido fora de um casamento…

-Bastardo é ele por ter lhe tirado o bem precioso de cuidar de sua cria! –resmungou Harry.

- Eu sei Harry, mas o que eu posso fazer agora? Ele se foi, nunca saberei o que ele fez com meu filho, com o meu pequeno Lucien. –respondeu e caiu no choro.

-Vou pra Suécia! –disse de repente Severus.

-Quem disse que deixarei? –perguntou Harry indignado.

-Vou onde eu quiser, sei muito bem me cuidar. –respondeu friamente, deixou Russel ali e foi embora da sala da diretora que tinha permanecido muda desde que Lucius foi embora.

Harry pediu que o filho ficasse com Remus e foi atrás de Severus, não deixaria que ele cometesse uma loucura e fosse atrás de uma morte. Não daria motivos para Dawlish o matasse por um descuido. Severus andava quase correndo, não queria brigar com Harry. Chegaram na sala de poções, o professor viu os alunos ali ainda, Harry entrou logo em seguida e dispensou a classe. Os alunos não se mexeram.

-Obedeça! –disse Snape ao não ver ninguém se mexendo.

Logo os alunos começaram a guardar suas coisas nas mochilas. Um garoto permaneceu em seu lugar. Snape estava irritado, queria ficar sozinho, mas algo ali era importante.

-Algo errado Sr.… ? –perguntou Snape, não conseguia se lembrar do nome do menino naquele momento.

-Dustin Runner. Não senhor, só queria saber se encontraram o meu primo. –respondeu o menino.

-Quem é seu primo? –perguntou Harry sem entender.

-Michael Runner, ele ia começar o primeiro ano junto comigo, mesmo ele sendo bem mais velho que eu. –respondeu.

-Quão mais velho? –perguntou Severus confuso com aquilo.

-Ele tem vinte e dois anos. O homem que cuidava dele nunca deixou que ele estudasse aqui antes, mas ele morreu, ai ele decidiu vir estudar por conta própria, que queria ser inteligente e ter seu próprio caminho…

-Estamos falando de Lucien… o garoto que foi sequestrado no beco diagonal…

-Lembre-se que o menino chamou ele de Michael, Potter! –resmungou Snape interrompendo Harry.

-Lucien? –perguntou o menino sem entender muito bem o que os dois heróis de guerra estava falando.

-Tem alguma foto de seu primo? –perguntou Harry.

Dustin abriu novamente a mochila de lá pegou um pequeno diário, entre as paginas tinha uma foto dos dois juntos. Harry pegou a foto e olhou, ofegou um grito quando viu o menino, com os cabelos castanhos feito uma bela cascata, caindo em seus ombros, seus olhos ambares transmitiam uma paz profunda, o que mais fazia Harry ter certeza de que era Lucien, era pela semelhança com Remus. Mostrou a foto ao professor, que ao ver o garoto da foto segurou um grito, era como se tivesse voltado a ver Remus quando era jovem.

-Droga! –disse Snape assustado.

-Esse garoto foi tirado dos braços de Remus Lupin quando nasceu. Seu nome é Lucien. –respondeu Harry voltando a olhar o garoto na foto.

-Ele é filho do professor Lupin? –perguntou Dustin curioso.

-Yeah e de Lucius Malfoy. –respondeu Harry ao garoto, tinha gostado de conversar com ele.

Na porta entrava Remus sendo puxado por um garoto choroso. Harry foi ate Russel e pegou ele no colo, não queria deixar o menino sozinho nunca mais, não tinha gostado de ver as lagrimas no rosto do filho. Harry entregou a foto para Remus, queria que ele conhecesse ao menos o rosto de seu filho mais velho. Remus quando viu a foto, ficou confuso, mas no fundo de seu coração estava feliz em poder ver como seu filho mais velho era tão parecido com ele.

-De onde surgiu essa foto? –perguntou curioso.

-Conheça o primo postiço dele, Dustin Runner. –respondeu Severus pegando Russel do colo de Harry.

Remus olhou ao pequeno garoto que foi lhe apresentado. Agora mais que nunca queria saber tudo sobre seu pequeno Lucien, queria saber como ele foi tratado, se ele foi amado, queria conhecer cada pedacinho de seu filho. Dustin contou tudo o que sabia sobre Lucien.

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Lucius chegava na mansão da Suécia com tanto ódio no coração. Os elfos que ainda trabalhavam na casa lhe atenderam, mas Lucius os dispensou para a cozinha, queria ser deixado em paz, precisava se concentrar para encontrar alguma pista sobre seu filho. Vasculhou cada canto da casa, cada prateleira da biblioteca, cada recinto daquele lugar. Os elfos ficaram preocupados com a fúria de seu amo. Um dos elfos sentiu uma pena muito grande pelo amo e foi ajuda-lo. Levou Lucius para uma passagem secreta da mansão. Nisso Lucius prestou atenção no caminho que faziam, e se viu num quarto infantil muito verde. Num canto do quarto viu uma cama pequena, ao pé da cama tinha uma corrente. Na hora Lucius soube que seu filho tinha sido trancado naquele lugar. Com um feitiço realizou cada teste, tinha encontrado semêm na cama, horrorizado fez um teste de DNA com um feitiço complicado e ficou ainda mais furioso ao saber que era de seu pai. No outro lado do quarto tinha um pequeno berço, foi até lá e deitado ali tinha um recém-nascido.

-De quem é esse bebe? –perguntou Lucius ao elfo que ainda permanecia com ele.

-De Michael e do amo…

-Meu pai estuprou meu filho? –perguntou Lucius furioso.

-Sim. –respondeu o elfo com medo.

-Há quanto tempo meu pai vinha fazendo isso com meu filho? –perguntou Lucius sentindo que ia explodir de tanto ódio.

-Acho que começou quando Michael fez sete anos… ele disse que era uma surpresa. Eu cuidava de Michael desde que era um bebezinho, quando o pequeno amo fez sete anos eu me escondi aqui e vi. –respondeu o elfo.

-Me de essas lembranças, quero saber tudo o que Abraxas Malfoy fez com meu filho. –demandou Malfoy.

O pobre elfo fez algo que chocou um pouco Lucius, pois do nada de baixo do berço saiu uma penseira de pedra azul com um liquido cristalino e brilhante, logo Lucius viu as imagens daquela noite em que seu filho completava sete anos.

Lembranças

Lucius viu seu filho correndo pela casa rindo, Abraxas tinha se divertido muito no aniversario do pequeno. Viu como Abraxas pegava o menino no colo.

-Mas tarde eu tenho uma surpresa pra você. Porque não sobe e vai tomar seu banho logo subirei. –dizia Abraxas ao menino.

O garoto subiu feliz, Lucius percebeu que o elfo acompanhava o menino onde fosse, viu o elfo dar banho em seu filho, o menino ria bastante dentro da banheira.

-Walt, que será que papai vai mostrar? –perguntou o menino, Lucius sentiu sua ira aumentar ainda mais, Abraxas tinha ensinado seu filho a chama-lo de pai?

-Não sei pequeno amo. –respondeu o elfo chamado Walt, na verdade o elfo desconfiava do que seria, sempre tinha vigiado ao amo.

Assim que acabaram o banho o elfo ajudou o menino a colocar as roupas e colocou o menino debaixo das cobertas, pois o menino estava cansado, pois correu muito. Nisso o elfo se escondeu debaixo da outra cama que tinha no quarto dali poderia ver tudo o que aconteceria no quarto, foi quando viu a porta ser aberta por Abraxas.

Lucius viu seu pai com um robe fino e negro. Se sentou na cama de seu filho e tirou as cobertas de cima, Michael olhava Abraxas curioso. Começou a tirar as roupas do pequeno, colocou ele nu em seu colo, Lucius estava com nojo do que via seu pai fazer com seu filho percebeu que Michael estava assustado, com medo do que aconteceria.

-Você completou sete aninhos, esta na hora de você me servir. Isso vai ser doloroso se não me obedecer. –disse Abraxas mordendo os ombros do menino.

Colocou o menino de pé no chão e abriu o robe, mostrando seu pênis duro, fez o pequeno lhe chupar, o garoto começou a chorar a cada vez que Abraxas colocava mais força no ato. Lucius viu seu pai colocando o filho atravessado em suas pernas e começar a surrar a bunda do pequeno com seu chinelo, logo ouviu os gritos de dor de seu filho quando seu pai começou a violenta-lo no anus.

Em todos anos seu filho foi violentado. Ate quando seu filho completou vinte e dois anos, nesse dia percebeu que seu pai estava completamente diferente das outras memorias, agora sabia quem tinha culpa da doença de seu pai. Estava feliz em ver que seu filho tinha vingado Abraxas com aquela doença.

No parto de seu filho somente o elfo Walt estava lá ajudando Michael.

Fim das lembranças

Lucius caiu no chão depois de ver as memorias do elfo e a infância macabra de seu filho. Olhou novamente no berço o menino dormia placidamente. Um barulho foi ouvido por fora do quarto, Lucius foi atrás e viu um garoto tão parecido com Remus, segurou o menino antes que ele fugisse, abraçou o garoto tão apertado.

-Não farei nenhum mal a você. Sou seu verdadeiro pai. –disse Lucius ainda abraçando ao garoto.

-Eu sei. Eu descobri depois que eu matei ele com essa doença que não da pra identificar. Eu quero conhecer meu outro pai. –respondeu o garoto abraçando ao pai loiro.

-Tudo bem, mas saiba que você tem dois irmãos, um do casamento…

-Um do casamento que ele lhe obrigou não é? E o outro é do papai com um outro homem? –perguntou o garoto curioso.

-Abraxas me fez muito mal e a você também, nunca que eu tomaria sua virgindade, e Remus seu outro pai, foi casado com uma mulher, a mãe do filho dele morreu na guerra. Então vamos para Hogwarts, Remus quer te conhecer também. –respondeu e beijou a testa do filho mais velho.

-Vou pegar meu filho, apesar de meu próprio avô ser o outro pai eu nunca abandonaria ele, aprendi a amar meu filho ainda dentro de mim, mas eu nunca pensei que um homem pudesse engravidar. Venha conhecer Henry Malfoy. –respondeu puxando o loiro de volta para o quarto secreto.

Lucius sorriu feliz ao ver que seu filho não estava com medo dele. Sabia que o menino agora um pequeno adulto tinha vasculhado a casa atrás de fotos dele, só assim para não temer ele. Michael ensinou Lucius a pegar o netinho no colo.

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Draco sorriu quando Hermione fez Scorpius dormir, já estava anoitecendo e as crianças já tinham comido o jantar. Hermione deitou na cama cansada, o dia tinha sido puxado para as outras aulas. Harry no fim deixou o professor em paz, mas ficou bravo com ele. Russel tinha permanecido o tempo todo com o mais velho, fazendo assim que Severus desistisse de ir atrás de Lucius.

Severus sabia que precisava falar com Harry naquela noite, não queria ficar brigado com ele, sendo que estavam começando a construir uma vida juntos. Assim que foi para o grande Salão com Russel viu que Harry estava brincando com seu jantar ao invés de comer. Remus tinha percebido que Harry estava brincando com a comida do que comendo, mas depois prestou atenção no cheiro do ar, tinha algo estranho naquela noite.

A porta do Grande Salão foi aberta por ela entrava Lucius acompanhado de um rapaz na casa dos vinte. Remus levantou num pulo, deixou Teddy no colo de Minerva e foi ate onde o rapaz estava.

-Pai. –chamou o rapaz.

-Lucien! –chamou Remus abraçando ao rapaz apertado.

-Lucien? –perguntou Lucius confuso com o nome.

-Esse é o nome dele quando ele nasceu. Lucien Meredith Lupin-Malfoy. –respondeu Remus contente. Seu filho era lindo.

-Abraxas colocou o nome dele com Michael Malfoy. –disse Lucius irritado, colocou o neto no colo de Lucien e foi embora, não queria ficar mais naquele ambiente.

Remus não tinha gostado daquele tom de Lucius, mas depois percebeu que o outro estava indo embora completamente, sem nem ao menos lhe contar o que tinha sido feito do garoto. Lucien segurou seu filho como pôde, olhou seu pai loiro ir embora sem nem ao menos responder aos chamados de Remus.

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Londres não magica, seres com mascaras medonhas destruíam o maior evento da noite. O Big Bem recebia em sua praça uma grande missa em homenagem ao falecido rei daquela noite. Os homens vestidos de preto e mascaras tinha cercado totalmente o local sem serem descobertos, então quando o sino começou a tocar as badaladas, fogo negro fez um circulo em volta da multidão. A multidão começou a correr para escapar do fogo, salvar suas vidas. No céu noturno uma estranha imagem aparecia. Era uma caveira enorme com uma cobra saindo pela boca. James Dawlish que estava entre a multidão apreciou ver o pânico das mulheres, o desespero dos homens em salvar as vidas das suas famílias.

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Harry tinha ficado completamente vidrado em conhecer o garoto de Remus, o garoto transmitia uma calma muito poderosa, nem parecia que tinha sido sequestrado quando nasceu. Era muito diferente daquela foto que Dustin tinha dado ao professor Lupin. Dustin tinha se levando de sua mesa e ido abraçar o primo postiço. Lucien tinha aceitado o nome que sua "mami" tinha lhe dado quando nasceu, afinal depois do que seu vô fez, não aceitava mais aquele nome e o que era pior tinha lhe dado uma família postiça sendo que ele era a sua família de qualquer forma. Lucien pediu para conversar as sós com o pai. No que foi levado para os aposentos de Remus, ali ele poderiam conversar sem ser interrompidos.

Harry olhou Severus que vinha até ele, sabia que o professor queria conversar com ele, daria a chance dele lhe explicar, mas ainda estava bravo com ele. Russel olhava de um para outro não conseguia entender o que se passava na cabeça de seus pais. Severus pediu que o filho ficasse com Minerva, pois precisava conversar com Harry como adulto, não queria que o filho visse o que aconteceria depois, já tinha visto muito sofrimento no futuro, não daria esse gostinho para o menino outra vez. Harry resmungou contrariado quando foi puxado para as masmorras.

-Sabe que eu sei andar sozinho. –disse Harry resmungando.

Severus soltou a mão de Harry e foi na frente sozinho, não queria brigar com Harry por um motivo besta, queria ser feliz. Harry percebeu que tinha magoado os sentimentos do professor e foi atrás dele o mais rápido que pôde.

-Não precisa agir desse jeito…

-Potter, as vezes acho que isso não vai dar certo, desde do inicio disso eu soube. Nunca pensei que fosse doer tanto em não poder andar de mãos dadas com a pessoa que você vai passar o resto de sua vida. –interrompeu Severus triste, pois não tinha gostado do tom de Harry.

-Desculpa. Você quer realmente passar o resto de sua vida comigo? –perguntou Harry fazendo o professor lhe olhar nos olhos.

-Comecei a amar o nosso filho, porque não quereria passar a eternidade com o homem que deu o semem pra cria-lo? –perguntou, seus olhos estavam marejados após dizer aquelas palavras.

Harry abriu a porta do aposento do professor e juntos entraram. Levou o professor diretamente ao quarto e ali Severus se sentiu um medroso, não saberia dizer o que aconteceria ali, mas sabia que precisava superar o trauma da violência do passado. Aceitou os beijos de Harry, mas aos poucos interrompia assustado, aquilo era completamente novo para ele, nunca tinha se sentindo daquele jeito, como se o fogo do amor fosse explodir o seu coração, sabia que Harry era diferente de seu pai Tobias, diferente até de James Potter. Harry tombou o professor na cama e então ensinou o corpo de Severus a conhecer o fogo do prazer, os maiores prazeres carnais.

Severus se sentiu estranho ao sentir como Harry beijava seu pescoço, tinha sentido ele desabotoar sua camisa branca que agora tinha começado a usar ao invés de seu traje tradicional negro. Logo tinha sentido como seu peito ganhava beijos molhados, aquilo tinha sido estranho no principio, pois não tinha entendido a graça, mas quando Harry beijou seu mamilo esquerdo e mordido o biquinho tinha soltado um gritinho de dor, mas depois Harry chupava o mamilo com carinho aplacando a dor que sentia, sentiu o mamilo esquerdo ficando duro com os carinhos e mimos que Harry fazia. Logo o mamilo direito recebia o mesmo carinho. Harry desceu mais um pouco e começou a lamber freneticamente o umbigo do professor, Severus olhou Harry, aquilo ainda lhe era estranho.

Harry abriu o sinto do professor, logo puxando para longe da calça, nisso o professor ficou um pouco de medo, não queria ir mais longe que aquilo, estava ficando assustado com tantos carinhos sendo que estava querendo conversar com Harry e não fazer aquilo, não achava que estava pronto para dar um passo mais na relação sendo que estava se conhecendo a fundo. Harry abriu os botões da calça do professor e a tirou do caminho, nessa hora Severus fez Harry parar.

-Não acho que possa continuar com isso. –disse Severus tremendo.

-Não farei nenhuma maldade, mas quero que confie em mim, não machucarei você. –respondeu Harry beijando os lábios do professor com carinho.

-Não acha que é muito cedo pra isso? –perguntou depois dos beijos.

-Acho que nunca é tarde para amar. –respondeu Harry acariciando o rosto do professor.

-Estou com medo. –revelou Severus envergonhado.

-Não sinta, lhe farei amor e não lhe estuprar. Sabe quando eu morava com meus tios, um dia fiquei sozinho na casa com o idiota do meu primo, eu pensei que ele fosse me matar ou fazer maldades comigo, mas eu lhe revidei, mas nunca fiz nenhuma maldade com minha família daquele lado, não queria ter um arrependimento daquilo que poderia ter feito com meu primo se ele tivesse conseguido me domar. –contou Harry.

-Eu confio em você é só que eu tenho medo, acho que nunca superarei o que ele me fez. –disse Severus abraçando Harry.

-Não sinta lhe protegerei. –respondeu Harry puxando um cobertor para cobrir o corpo de seu futuro amante.

Severus sorriu quando Harry lhe cobriu pelos ombros. Harry se levantou e foi para a janela enfeitiçada do quarto do professor, precisava colocar as ideias no lugar, não queria machucar ao professor, pois tinha sentido na pele dele que ele estava mesmo com medo de prosseguir nessa relação, o trauma do passado tinha sido mesmo um grande trauma, pois tinha visto o quando o outro não tinha conhecimento dos prazeres de seu próprio corpo, tinha percebido que o professor nunca tinha feito amor na vida.

-Esta triste? –perguntou Severus sem entender porque Harry tinha se afastado, tinha ido ao guarda-roupa e pego um pijama e posto.

-Não, só precisava pensar no que eu fiz agora pouco…

-Não quero que se arrependa por algo que eu preciso conhecer. É só que eu não posso dar mais nenhum passo…

-Seu pai fez mesmo muito mal em fazer você pagar por algo que sua mãe… Olha não quero magoar você, não conheço a sua historia direito, além das memorias que você me deu. –interrompeu Harry puxando o professor para um abraço confortador.

-Pra você ter uma ideia meu pai nunca me amou, ou meus irmãos, ou minha mãe. Ele sempre agredia o que via pela frente. Sabe não quero falar sobre isso, não quero ter que arrancar mais dor. Eu nunca amei meu pai. –disse deitando no ombro largo de Harry.

-Porque não apaga as memorias com seu pai da mente? –perguntou Harry acariciando as costas do professor.

-Eu não quero acabar apagando minha mãe no processo, ela sempre me defendia quando ele queria me arrebentar. –respondeu e encarou os olhos verdes de Harry.

-Acho que já chega de conversas por hoje não acha? Mas quem será que esta batendo na porta essa hora da noite? –perguntou Harry quando olhou o relógio de seu pulso, já passava do horário estipulado para os estudantes.

Foi abrir a porta e encontrou Minerva revoltada e um Russel choroso. Harry sorriu e resmungou um boa noite a professora, olhou o filho que tinha lhe agarrado a cintura.

-Pequeno devia dar privacidade aos seus pais, para que possamos planejar seu nascimento. –disse Harry com picardia.

Russel ficou vermelho com aquilo e abraçou mais ainda ao pai pela cintura. Harry gemeu de dor, o menino estava muito forte, nunca tinha sido abraçado assim, nem quando Gina era possessiva com ele. Pegou o menino no colo e foi para o quarto onde Severus estava pegando as roupas que Harry tinha atirado pelo quarto e dobrado e colocado no banco em frente a grande cama.

-Vocês fizeram? –perguntou Russel curioso.

-Não pequeno, não fizemos ainda, sua mami ainda esta com medo, não vou machuca-lo com isso. –respondeu Harry beijando a testa do menino depois de responder.

-Eu sei, você ama a mami. –disse Russel deitando no ombro de Harry estava morto de sono.

-Você me ama? –perguntou Severus sorrindo.

Harry fez que não sorrindo, Russel era muito inteligente para fazer aquilo, mas bem lá no fundo tinha aprendido a amar ao professor, tinha adorado ver ele com seus medos. Russel queria que seus pais se amassem, que se protegessem um ao outro. Harry colocou Russel deitado na cama do professor, tirou os sapatos do menino e transfigurou as roupas do menino em um pijama leve. Severus cobriu o filho com a coberta negra, olhou Harry que ainda permanecia em pé.

-Vai ficar? –perguntou Severus tímido.

-Não…

-Por favor. –pediu Severus segurando uma das mãos de Harry.

Severus transfigurou as roupas de Harry em um pijama verde. Harry levantou uma sobrancelha, não acreditando que ele estava lhe vestindo com as cores de slytherin. Vermelho Severus abraçou Harry e disse em seu ouvido.

-São seus olhos.

Harry sorriu com a resposta, afastou um pouco e beijou os lábios do professor com carinho.

-Eca! –resmungou Russel que olhava seus pais com nojo.

-Menino! –disse Harry assustado. Tinha pensado que Russel tinha estado dormindo esse tempo todo. Severus tinha escondido o rosto no peito de Harry ao ouvir o filho.

-Quero dormir. –disse Russel chamando os pais para cama com ele.

Harry fez Severus andar para trás, juntos os três dormiram num grande abraço.

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No dia seguinte o jornal bruxo exibia uma grande matéria, uma matéria que quase ninguém conseguia acreditar. Tinha sido totalmente um massacre contra a população londrina muggle. Na homenagem na praça do Big Bem, mais de 17 milhões de muggles foram mortos em um fogo que nunca se apagou. Minerva quando tinha visto a reportagem soube que se tratava de James Dawlish, ele tinha se tornado macabro, aquilo foi totalmente um desastre para a comunidade magica e não magica, percebeu os alunos que assinavam o profeta olhando ao diário com assombro. Harry que tinha acabado de entrar com Severus e Russel percebeu os murmúrios das cinco mesas, sabia que tinha algo acontecendo naquele momento, queria saber logo o que era. Dustin Runner veio correndo e lhe mostrou o jornal. Severus ficou assustado quando viu a quantidade de habitantes que tinha sido mortos ontem a noite em homenagem ao Rei.

Remus também entrava com os filhos, Teddy agarrou seu pescoço com medo. Lucien não entendia a aflição das mesas ou muito menos o que acontecia naquele ambiente.

-O que esta acontecendo pai? –perguntou Lucien.

-Nem ideia…

-Mas agora eu mato aquele filha da mãe! –resmungou Harry dando a volta e ia sair mas sentiu Severus lhe agarrar o braço assustado.

-O que pensa que vai fazer? Você nem sabe onde ele se esconde! –perguntou Severus.

-Eu não sei, mas não posso deixar que ele destrua o mundo se não fizemos nada, não matei Voldemort pra ter que ver isso! –disse alto o suficiente para que todos vissem o quanto estava furioso naquele momento.

Severus entendeu a aflição de Harry, mas mesmo assim não queria que Harry fosse para guerra novamente, tinha medo de perde-lo e não ter Russel. Não se importando com os alunos em volta abraçou Harry.

-Então me levará para essa batalha, não penso em deixa-lo ir sozinho. Pode parecer ser ridículo, mas aprendi a te amar, não posso deixar que vá sozinho para guerra sendo que nosso filho nem é nascido! Eu não perderei Russel por um capricho seu. –disse Severus bravo, aquelas palavras tinha mexido um pouco nele.

-Russel Lane Snape-Potter ainda nascerá do nosso amor, sabe porque? Eu tenho certeza de que tenho os melhores aliados para acabar com a raça daquele idiota que acha que o mundo pertence às trevas. Não deixarei que nenhum outro mago idiota perturbe a paz da Terra, nem que eu tenha que prender os infelizes com o final da guerra! –respondeu Harry beijando a testa de Severus.

Severus sorriu, sabia que Harry estava querendo acabar completamente com aquela guerra, que aquilo não podia acontecer, com Voldemort massacrando o mundo já era pior, mas Dawlish tinha feito pior, tinha massacrado meia Londres, sabia que se não dessem um jeito no louco era capaz de ele destruir tudo que estivesse pela frente.

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Lucius cuspiu o café que tomava ao ver a noticia no profeta do diário. Percebeu que James estava mesmo ressentido com o final da guerra, ainda não tinha entendido o que aquele idiota queria com o mundo, não sabia o que ele tinha contra a paz, sendo que o mundo sempre quis ter um pouco de respiro, mas aquele idiota tinha que provocar um massacre como aquele, ainda não tinha se acostumado em ver um massacre assim, agora parando para pensar Voldemort nunca tinha sido tão cruel com os muggles. 17 milhões é muito pra um homem só. Saiu do salão e foi direto para a biblioteca estava na hora de juntar alguns livros e ir treinar Potter, pois sabia que o garoto queria acabar com a raça do ex-auror.

Esperava poder falar com o filho a respeito de sua fuga de ontem, apresentar Draco a Lucien. Quando tinha ido embora tinha ficado com o nome completo do filho mais velho na mente. Lucien Meredith Lupin-Malfoy. Era um nome muito adequado ao filho, tinha pedido a carta que tinha escrito no dia anterior, tinha achado que ia demorar pra voltar a Londres, mas tinha sido rápido.

Com o material das trevas preparado entrou na lareira e apareceu em Hogwarts.

NA:

Bom… vixe, passei por tanto coisa nesses momentos, hahahaha esse capitulo foi tenso, principalmente para escrever, desde domingo estava tentando finalizar ela, ate que ela se completou hoje! E olha a data! 03/12/13!

Eu prometo que o próximo capitulo não demora a sair, pois sei que a Lunadressa esta curiosa com o rumo da historia assim como nas outras... bom relaxem que eu não vou sumir tão cedo, a não ser que meu amante não deixe escrever ¬¬

O nome da criatura é AKERU SHIZU... nasceu no Japão e foi criado aqui no Brasil com sete anos... e ainda quer me ensinar a falar japonês, não me poupe quer me ensinar algo me ensine na cama e não linguagens! :p Miguel ta com fogo hehehe...

Bom agora eu to indo la escrever o próximo capitulo!

Bora para os reviews e desde já agradeço aos reviews de dezembro!