Capitulo sete: A primeira vez

Harry estava feliz em sua aula de transfiguração, afinal estava aprendendo de verdade os feitiços avançados, e sabia que podia usar um daqueles feitiços em duelos, não cabia duvidas que esteja mais forte e queria acabar de uma vez por todas as ameaças daquele ex auror, onde já se viu causar terror só por não gostar da paz que o mundo merecia viver. Harry não se cansaria enquanto não tiver derrotado seu novo inimigo não deixaria que ele dizimasse o mundo. Naquele momento ele sabia que tinha fortes aliados ao seu lado e continuaria lutando e se defendendo todos os dias.

Desde a ultima loucura do loiro de James Dawlish, Harry soube que ele sumiu por um tempo, Lucius seguia ele quando podia e sempre que podia mandava mensagens via patronos que Remus disse que era útil e muito mais rápido. Lucius estava fazendo um ótimo trabalho se escondendo nas sombras e vigiando Dawlish e sempre que ele atacava alguma coisa muggle, acabava por defender, não queria que mais noticias ruins aparecesse em jornais, sabia que seu futuro esposo ficaria assustado. Tinha aprendido muitas coisas com Remus e a primeira delas foi ter uma lembrança feliz para produzir um patrono, sua forma era um lobo, assim como o patrono de Remus.

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Harry estava feliz, imensamente feliz, ao ver que o professor realmente se deixava levar, quase nem era mais ranzinza e estava feliz. Russel agora aparentava ser um menino de cinco anos e logo, logo ele estaria sumindo e Severus estava com medo daquilo acontecer, tinha aprendido a gostar bastante do menino e estava deveras assustado com que aconteceria no futuro ele realmente queria ter aqueles filhos com Harry. Tinha feito as contas para saber quando é que Elon tinha nascido e soube que o menino nasceria dali um ano, e estava mais que pronto para dar esse avanço na relação e faria a todo custo.

Naquele final de semana Harry levou Russel para Hogsmeade para espairecer um pouco dos estudos, passou numa livraria precisava de um livro de suspense para ler quando tudo aquilo acabasse, acabou por encontrar um livro de titulo muito bom e estava muito interessado em lê-lo, pegou um deles e foi para o balcão com Russel no colo, já que o menino parecia mais pequeno do que aparentava, mas estava feliz de poder conhecer a vila bruxa perto de Hogwarts antes de ir embora para o ventre de sua mami.

Enquanto isso em Hogwarts, Severus se encontrava trancado em seu laboratório, nunca em sua vida pensou que fosse fabricar lubrificantes, estava completamente vermelho de vergonha, esperava que Harry não se debochasse, pois nunca tinha tido nem coragem para comprar esses tipos de coisas em lojas especializadas e esperava que sua poção lubrificante fosse bem satisfatória do que qualquer outra coisa que vendesse naquele lugar. Esperava que sua relação com Harry realmente funcionasse. Não saberia dizer onde enviar a cara se não fosse do agrado de Harry, se sentia um velho para o garoto.

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Outro que levava a relação pela paz era Draco e Hermione, os dois se ajudavam, já que tinha cinco crianças por tomar conta, mas estavam felizes de estarem juntos. Quase a maioria de Hogwarts estranhou completamente aquela relação entre os dois, se supunham que se odiavam. Mas lá estavam eles, com quase três meses de relação. O natal estava ali na volta da esquina e Draco estava feliz de poder comemorar o natal da forma que ele queria, já não era mais um menino mimado e queria que seu filho fosse um menino normal. Hermione ensinou muito dos costumes muggle para o noivo, já que a casa deles seria num bairro muggle, pois Hermione queria que seus filhos pudessem conhecer seu mundo, já que seus pais adoravam os quadrigêmeos.

Neville e Luna também estavam numa relação amorosa, mas quase sempre não eram vistos juntos. Neville vivia praticamente nas estufas, queria ser professor de herbologia, já que era a única coisa boa que sabia fazer, já Luna queria ser jornalista como seu pai e um dia poder chegar na direção do jornal por mérito e não por capricho. Logo a relação deles foi dada um basta, já que não conseguiam mais se ver como namorados se não como amigos que sempre foram.

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No outro lado do castelo o casal Lupin-Malfoy, eram sempre vistos juntos, estavam sempre conversando e voltando a se conhecer, afinal Lucius disse que não queria mais magoar aquela pessoa pela quem tinha se apaixonado em seus anos como estudante. Estava feliz que Remus tinha lhe dado uma segunda chance e não ia desaproveita-la. Assim como Lucien todos eles estavam se reconhecendo, reconstruindo aquilo que tinha sido retirado deles desde muito cedo. Lucius ate pediu desculpas por nunca descobrir que seu próprio pai tinha feito uma atrocidades como a que fez com seu filho mais velho, ambos pai e filho sabiam que nada poderia ser feito antigamente, pois Abraxas tinha dito que nunca entregaria ao menino aos seus verdadeiros pais.

-Você nunca desenvolveu licantropia então? –perguntou Remus curioso.

-Não nunca. –respondeu Lucien que estava sentado numa poltrona amamentando seu pequeno Henry.

-Hum. Que bem, não ia querer que você fosse um lobisomem. –disse Remus com carinho.

-Hum, papai, porque Teddy me olha? –perguntou Lucien confuso para os olhares de Teddy.

-Teddy pequeno ele é seu irmão mais velho esta bem? –disse Remus segurando o rostinho do menino para seus olhos.

-Ele é tão parecido com você papai. Me confunde! –resmungou o menino cruzando os bracinhos.

-Oras, mas você sabe que eu sou seu pai, os olhos de Lucien é diferente pequeno. –respondeu Remus beijando o rosto de seu pequeno filho.

-É melhor assim, não quero acabar beijando minha própria cria. –disse Lucius rindo.

-E ele papai quem é? –perguntou Teddy olhando confuso para o homem loiro que estava ao lado de Lucien.

-Ele é meu namorado filho, ele é seu outro pai. –disse Remus calmamente. Lucius olhou horrorizado para Remus, ele não queria revelar assim para o menino que mal tinha dois anos de vida.

Teddy franziu a testinha, depois entendeu algo que sua mãe lhe disse depois de vê-la uma única vez. Teddy sabia que sua mãe era uma mulher muito inteligente e que queria a felicidade de seu pai, mesmo que fosse com aquele loiro.

-Me pega! –demandou para o loiro.

Lucius franziu o cenho, mas pegou o menino no colo, queria saber o que o menino achava daquela ideia. Esperava que o menino lhe aceitasse, afinal de contas não queria deixar Remus, amava o menor. Teddy por outro lado deitou no ombro de Lucius e tentou relaxar um pouco.

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Quando Harry voltou para o castelo e foi direto para os aposentos que compartilhava com Severus, sentiu algo estranho no ar, aproveitou que Russel estava dormindo foi ver o que Severus estava aprontando no laboratório. Harry nunca se imaginou que encontraria o professor com o rosto todo sujo de fuligem e o cabelo espetado.

-Algo errado? –perguntou Harry com cuidado, não queria acabar ofendendo Severus.

-Acho que terei que matar minha vergonha e ir comprar do que fabricar. –resmungou assustado.

-Comprar o que? –perguntou Harry confuso.

-Lubrificante. –respondeu banindo a sujeira do caldeirão.

Harry arregalou os olhos assustado, mas por outro lado estava feliz de que Severus estava querendo dar mais um passo naquela relação. Sabia que deveria ter dito a Severus que ele não precisava se preocupar com aquelas coisas, mas parecia que o mais velho queria aprender ele mesmo os limites de tudo. Com carinho puxou o professor para o quarto e do quarto para o banheiro adjacente, onde os dois tiraram as roupas e entraram de baixo do chuveiro. Severus se sentia um pouco envergonhado, mas sabia que devia deixar que Harry prosseguisse com aquilo. No fundo Harry lavou as costas de Severus, enquanto o mesmo tirava a fuligem do rosto e cabelo, se sentia ridículo apesar de tudo, ele esperava que Harry não o machucasse.

Harry virou o professor para pudesse ver seus olhos. Mesmo que eles tivessem um começo muito confuso, Harry aprendera a amar ao professor profundamente e naquele momento achou certo que devia começar uma relação mais séria, queria aprofundar aquele romance ainda mais. Sabia que estava na hora de decidir o futuro deles o quanto antes. Então beijou o professor o prensando na parede oposta. Severus estava assustado, mas correspondeu ao beijo de Harry queria acabar com o seu medo o quanto antes. Aos poucos a paixão do momento evoluiu para algo mais. Harry desligou o chuveiro e puxou Severus para o quarto.

Com a mão sem varinha trancou a porta para que Russell não atrapalhasse seus pais naquele momento, afinal iria fazer Severus retroceder em querer fazer amor com Harry. E ambos queria ir para frente naquele momento. Severus estava completamente tímido quando caiu na cama com Harry em cima. Harry acariciou o corpo de Severus com cuidado, queria que o mais velho aprendesse a sentir o que implicava fazer amor. Harry conjurou um feitiço lubrificante na entrada de Severus e começou a preparar. Severus sentiu a formicação do que aquilo lhe provocava, ele odiava sentir dor, simplesmente odiava sentir qualquer tipo de dor. Harry olhava Severus a qualquer indicio de que tivesse machucando o mais velho.

-Vai passar, só relaxe. –disse Harry beijando a testa de Severus.

-Isso dói Potter! –resmungou Severus, mas ele relaxou sua entrada e sentiu os dedos de Harry entrar facilmente.

Harry sorriu, sabia que Severus não estava gostando daquilo tudo, mas era o único jeito de lhe preparar antes que acabasse machucando de vez o mais velho. Queria que o professor fosse amado como ele merecia, pois sabia de todo o sofrimento que ele teve na vida desde que o pai lhe estuprou. Ainda não conseguia entender a historia do professor, mas protegeria o homem dele mesmo. Logo penetrou seu pênis com cuidado e ficou parado dentro do professor. Teve que levantar as pernas do professor para seus ombros para ver se o professor se relaxava mais e percebeu que o rosto do professor mostrava alivio.

-Acha que vou ficar gravido agora? –perguntou Severus envergonhado de perguntar aquilo.

-Eu não sei, mas sabe que eu te amo certo. –respondeu Harry beijando os lábios do professor.

-hummm –resmungou ao sentir algo em sua próstata.

Harry sorriu, saiu devagar e voltou devagar, lentamente, para que Severus conhecesse os prazeres que a vida amorosa causava.

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Do outro lado do castelo outro casal fazia amor. Remus estava feliz que Lucien pode ficar cuidado de Teddy enquanto tirava o atraso com Lucius, não queria perder nenhum momento de recuperação de seu primeiro amor. Não queria deixar nada para trás, afinal já tinha perdido muita coisa juntos. Remus odiava a família macabra de seu companheiro, mas desde que Abraxas tinha morrido, nunca mais pensou nele. Lucius também estava feliz em saber que seu falecido pai nunca mais voltaria a separar ao homem que amava.

Juntos os dois queriam reconstruir tudo aquilo que tinha perdido por uma família macabra. Lucius teve que aceitar que Remus tinha razão naquilo tudo, afinal sua família era mesmo macabra. Tinha se inteirado que seu pai no passado tinha matado seu irmão gêmeo que tinha nascido squib na família de puro sangue. E Lucius sabia que a pureza do sangue era só algo que Voldemort inventou, ele mesmo sabia que Voldemort não era puro e sim um mestiço desgraçado que tinha roubado de muitos familiares de puros sangues. Lucius tinha odiado ter se aliado a ele quando descobriu a verdadeira natureza do lord que dizia o Senhor da Pureza de Sangue.

Graças a seu amor por Remus teve que aturar as coisas que esse "Lord de Merda" fazia pelo mundo. Lucius pensou que poderia sobreviver nessa guerra e confiou em que tudo aquilo aconteceria um dia e não duvidaria que aquilo iria acontecer um dia e estava feliz de que estava vivo e o tenebroso não. Remus tinha visto como Lucius pensava bastante e sabia que o loiro estava pensando no que tinha acontecido com os dois e ele nunca perdoaria a família macabra que Lucius tinha afinal ele era um homem que tinha suas pernas para fazer seus próprios caminhos. Remus sabia que Lucius iria recomeçar novamente desde do zero e que iria se desfazer de tudo o que o pai dele lhe fez em todos os anos de sua existência.

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Em outra parte do castelo Draco e Hermione cuidavam dos quadrigêmeos e mais Scorpius que era um menino muito quieto, mas era muito comunicativo, mas gostava de conhecer tudo ao seu redor. Os jovens pais estavam ansiosos para fazer novamente suas vidas longe de toda a guerra. Draco sabia que teria que planejar bem para onde queria ir quando fosse para alguma universidade bruxa, afinal queria arranjar um emprego muito bom, um que pudesse ter a liberdade de poder criar seus filhos. Sim Draco tinha assumido os filhos de Hermione, afinal não queria nada de favoritismo. Assim como Hermione ela tinha amado cuidar de Scorpius desde o primeiro dia.

Os dois juntos já estavam se preparando pra um futuro numa universidade juntos, pois ambos queriam estudar magia antiga. Draco por outro lado também cursaria universidade de mestrado em poções para um dia ter algum cargo como professor de poções, pois ele sabia que seu padrinho queria parar de ser professor e cuidar melhor de sua vida agora que já não tinha mais bruxo das trevas lhe fazendo a vida impossível.

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Harry foi super carinhoso na primeira vez de Severus. Severus estava nas nuvens com Harry dentro de si, nunca pensou que algo que era doloroso fosse ficar quente a cada minuto que ficava parado dentro de seu reto anal, ele nunca tinha sentido aquele sentimento antes e estava amando o jeito que Harry lhe fazia amor. Era diferente o modo como Harry lhe amava, parecia que estava em outro mundo. Aos poucos Harry despejou seu liquido seminal dentro de Severus e logo os dos estavam deitado cada um em cada lado se encarando.

-Foi diferente…

-Claro que sim, existe uma diferença em estupro e fazer amor. Nos dois já fomos machucados o suficiente na vida, devemos criar amor e não desamor. –interrompeu Harry beijando os lábios do professor.

Severus sorriu em meio ao beijo, sabia que estava realmente amando o jeito que Harry lhe cuidava e sinceramente queria ter um futuro muito bom pelo futuro, não queria mais conflitos entre eles, o passado era passado. Com um beijo Harry limpou o suor deles e fez o ambiente do quarto ficar fresco.

-Eu amo quando você cuida de mim. –disse Severus envergonhado.

-Acho que é porque eu fui criado de uma forma diferente, mas meus tios nunca me amaram, mas aprendi que não devo fazer maldade com quem amo, e no momento que descobri que tivemos um futuro por Russell eu aprendi que devo esquecer o passado e me focar no futuro. Devia fazer o mesmo, vai ver que muita coisa vai mudar aqui. –respondeu tocando o coração de Severus.

-Eu achava que amava sua mãe, mas eu descobri que o sentimento que tinha por ela, era sentimento de irmão. –disse se escondendo no peito de Harry.

-Acredite, eu também tive esse sentimento. Um sentimento de pai se for ver, afinal mesmo não sabendo, eu sempre soube que era você que me protegia o tempo todo. –respondeu levantando o rosto de Severus para lhe beijar carinhosamente.

-No fundo… parando pra pensar agora, me dei conta do que eu sentia por você não era ódio ou qualquer outra coisa maligna de se pensar, mas só me dei conta agora que sempre te amei, mas tinha medo do sentimento que estava guardado aqui dentro. –respondeu encarando os olhos verdes de Harry.

Harry sorriu e voltou a beijar o mais velho, que ficava cada vez mais vermelho, o que era lindo de se ver. Severus resmungou e afastou Harry de si, sentia que alguém iria bater em sua porta. Harry olhava sem entender porque Severus se afastou, mas logo se ouviu alguém bater na porta do quarto, ele queria rir, mas estava feliz em saber que Severus tinha um sexto sentido para essas coisas. Ainda nu Harry se levantou e foi ao guarda-roupa e começando a se vestir, assim como Severus que tinha se levantado da cama vermelho com o descaro de Harry, mas sabia que deveria se acostumar.

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Na porta o pequeno Russell esperava que seus pais abrissem logo a porta, ele estava assustado, tinha sentido algo em seu peito enquanto dormia, sabia que seus pais tinham consumado seus sentimentos, mas entendia o que era aquilo que lhe cutucava no peito e tinha medo de desaparecer assim sem falar com seus pais. No fundo ele estava feliz em ver que seus pais enfim tinha consumado aquilo que aconteceria no futuro.

Severus abriu a porta e viu o pequeno parado na frente da porta. Harry veio logo atrás e viu que o menino estava com um semblante sério.

-Aconteceu algo? –perguntou acariciando os cabelos rebeldes do menino.

-Vocês fizeram? –perguntou querendo tirar suas duvidas.

-Sim fizemos, não se preocupe…

-Não é isso, é que senti que devo ir. –respondeu Russel interrompendo os pais.

-Ir? –perguntou Severus com medo.

-Elon vai nascer daqui nove meses. –respondeu beijando o rosto de Severus.

-Como sabe essas coisas? –perguntou Harry assustado.

-Aqui. –respondeu tocando seu peito.

-E porque você tem que ir? –perguntou Severus quase a beira de lagrimas, tinha amado cuidar de Russell esse tempo todo e não queria perder o menino assim de uma hora pra outra.

-Sim, devo ir porque devo preparar meu irmão, devo protege-lo dessa outra guerra. –respondeu o menino apertando o abraço em Severus como se quisesse se fundir a ele.

-Russell pequeno, sabe que vamos esperar por você no futuro, não sabe? –perguntou Harry acariciando as costas do pequeno quando se sentaram no sofá.

-Sim e eu espero vocês no meu nascimento. Só peço que cuidem bem de Elon, não deixe ele se meter em encrencas, não deixe que ele entre em seu laboratório mami, ele ficou doente nesse lugar. –respondeu Russell indo para o colo de Harry lhe dar um ultimo abraço apertado.

-De agora em diante vou deixar o meu laboratório com senha e feitiço, não pretendo machucar vocês dois assim. –respondeu se inclinando e beijando a testa de Russell no colo de Harry.

Harry ouvia as coisas atentas, nunca pensou que só na primeira vez de Severus fosse faze-lo ficar gravido, Russell era um bruxinho muito poderoso para sentir essas coisas logo assim de primeiro momento. E ele cuidaria para que o pequeno Elon não se machucasse em seu futuro próximo. Russell amava seu irmão mais velho disso nenhum ali tinha duvidas.

-Você sabe o que aconteceu com Elon? –perguntou Severus curioso, mas também com medo da resposta do menino.

-Adquiriu uma doença muggle, doença de Parkinson. Nem mesmo os médicos muggles conseguiriam cuidar dele, a doença que ele adquiriu era uma mutação e muito avançada e vocês dois nunca iriam achar a cura a tempo. –respondeu Russel tremendo.

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Severus e Harry horas mais tarde viram como o pequeno Russel desaparecia diante de seus olhos. Severus não conseguiu guardar seu choro para si, acabou chorando de verdade, ele achava que já não valia a pena esconder seus próprios sentimentos, sabia que Harry cuidaria dele e não ficou preocupado quando o mesmo lhe abraçou carinhosamente. Harry beijou os cabelos de Severus, não deixaria que nada acontecesse com ele naquele momento. Ele faria aquele maldito ex auror pagar caro por mexer com a paz do mundo magico e muggle, já que ele fazia loucuras demais nesse mundo.

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Nota autor:

Sei que deixei de atualizar essa fic por muito tempo, mas agora eu vou retomar ela assim que nem asas de um anjo…

Devo ter ficado sem ideias, mas agora as ideias voltaram que nem um pirulito!

Espero que vocês gostem desse capitulo tanto quanto eu!

Vejo vocês no próximo capitulo onde tudo começara

Ate breve, espero por seus reviews

Ate

Fui…