Yooo pessoas! Desculpem-me pela imeeeeensa demora! Agradeço principalmente à Ceinwyn Cadarn que me cobrou a continuação dessa fic! 3
bem, continuei e o próximo capítulo está na metade! Espero que gostem!

Ps: Simmm essa fic tem Lemon simmm! E se reclamar tem uma limonada inteira na próxima! Isso quer dizer que se não gosta de limão, melhor nem ler!

Atenção, a fic contém:

- Lemon;

- Shoujo

- Shounen-ai

- Linguagem Imprópria;

- E coisichas que só lendo pra não perder a graça!

Boa Leitura! =D

-.-.-.-.

CAPÍTULO 3

Supostamente Você

Desejos

Levi puxou Eren, que apenas concentrou-se em enfiar as mãos na nuca de seu Heichou, acariciando o local para que o mais velho aprofundasse o beijo cada vez mais. O mais velho levou as mãos para a barra da camiseta que Eren vestia e a arrancou, pausando o beijo apenas por um segundo, mas em seguida retomou-o com desejo, o que fez o mais novo acariciar e arranhar suas costas nuas.

Aquelas sensações, as línguas travando uma batalha desesperada, a falta de ar e as mãos loucas e afoitas de Levi que agora emaranhavam-se nos cabelos de Eren, a excitação rápida do mais novo marcavam a saudades que habitava dentro de cada um. O desejo e a lascívia cresciam progressivamente a cada toque.

Levi soltou um gemido de dor quando Eren cravou as unhas em suas costas, mas aquilo o estimulou a descer a mão até o cós da calça do mais novo e acariciar seu membro por cima do shorts.

— Ahn! – Eren gemeu e fechou os olhos, o que fez Levi atacar-lhe o pescoço com chupões – He-Heichou! – finalmente Levi enfiou a mão esquerda dentro do shorts de Eren, arrancando-lhe o membro para fora, passando a masturbá-lo – Ahhhnnn! He-Heichou!

— Pirralho fraco! – arguiu, descendo com os beijos e leves lambidas pelo pescoço de Eren, os quais trilharam para seu tórax, abdômen... até chegar ao cós de sua calça.

Eren estava completamente excitado. Mantinha os olhos fechados e sentia as mãos habilidosas de seu Heichou acariciar aquele lugar tão sensível. Mal podia acreditar que aquilo não era mais um sonho, estava acontecendo! Como era maravilhosamente gostoso!

Heichou subitamente parou de masturbá-lo. Quando Eren Abriu os olhos para protestar, Levi puxou de uma vez seus shorts para baixo e abocanhou-lhe o membro, fazendo com que Eren agarrasse com força os lençóis da cama e fosse à loucura.

— AHNNN! Hei-chou... ma-mas isso é... HUMMM... AHHH! Tão delicioso! – Eren sorria enquanto Levi descia e subia com a cabeça, deslizando a língua e chupando toda a extensão do membro, de vez em quando masturbava-o com as mãos perto da base enquanto lambia a ponta – A-Acho que eu vou... Ahh Heichou!

Levi levantou a cabeça e ficou as expressões de Eren enquanto bombeava freneticamente o membro do garoto.

— Já vai gozar, pirralho? – ele se divertia com a visão do garoto totalmente exposto, submisso e sucumbido ao desejo bem a sua frente.

— Desculpe Heichou eu... – fechou a mão em volta do pênis de Eren, que gozou em um orgasmo frenético – AHHH!

— Que sujeira você fez aqui! – fitou-lhe de modo sádico, subindo sobre Eren e estendendo-lhe dois dedos da mão suja de gozo – Limpe essa sujeira! Vamos, chupe-os!– Eren obedeceu, mantendo um contato ocular cheio de lascívia com Levi.

— Pirralho... – colocou o pé direito entre as pernas de Eren, abaixou-se e apoiou o braço sobre a cama, ficando de rosto colado com Eren.

Levi sorriu de modo irônico e tirou os dedos da boca de Eren, que estavam completamente lambuzados de saliva. Com a proximidade, Eren podia jurar que seu Heichou prosseguiria com um beijo.

– Muito bem garoto... – seu hálito quente podia ser sentido nos lábios de Eren, que já estava em transe – Foi divertido, mas já chega. – Levi simplesmente saiu de cima do garoto.

— O-O quê? – Eren fez uma expressão de surpresa mista com decepção.

— E você queria mais? – Levi sentou-se ao lado de Eren, que manteve o olhar fixo à frente — Você é muito novo e tenho certeza que ainda é virgem. Fique feliz porque eu acalmei teus hormônios – arguiu de modo áspero.

— E-Eu deveria estar furioso com você! – Eren corou, mas ainda respirava com dificuldade – E-E eu já fiz 18!...

— Não importa, não quero tirar sua virgindade porque isso não me interessa no momento – Eren fez bico e voltou a cruzar os braços — Não adianta Eren, não vai funcionar – levantou-se para tomar um banho e o garoto bufou em tom de reprovação.

Levi apenas continuou a arrumar as roupas, e o garoto o fitou, mordiscando os lábios.

— Heichou...! – chamou ao ver o mais velho andar em direção ao banheiro.

— O que você quer, Pirralho? – Levi se virou e fitou o garoto sentar na cama.

— Eu ainda tenho muitas perguntas para fazer e...

— Outra hora! – interrompeu — Existem perguntas que eu não vou saber te responder agora... aconteceram diversas coisas que eu não sei te explicar. Erwin talvez saiba te responder melhor, então... – Levi sentiu-se extremamente falante, algo atípico para ele – Vá dormir! Amanhã sei que vai ver seus amigos ex recrutas... Então suma do meu quarto!

— Ha-Hai Heichou... – levantou-se, fitando o outro entrar no banheiro e fechar a porta.

Eren saiu do quarto, ainda tonto com o que houve. Não sabia ao certo como tinha tomado coragem para fazer uma coisa daquelas e muito menos tinha ideia do que Levi estava falando.

"O que ele não saberia me responder? E o que... o que eu estou fazendo? Só sei que gostaria de saber porque eu sinto essa atração tão forte pelo meu ex superior... e porque ainda sim me sinto subordinado a ele... Merda! Eu não deveria ficar pensando nele dessa forma! Afinal, ele é do Erwin..."

Eren chegou à porta de seu quarto com uma expressão desanimada. Entrou, tomou uma ducha rápida de água fria e se deitou.

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Levi terminou o banho e pôs-se a pensar no que tinha feito. Não tinha traído Erwin, aquilo foi só pra acalmar os ânimos do garoto e... só! Era assim que tinha que pensar! Sem contar que não tinham feito sexo e aquilo não iria mais se repetir, assim pensaria. Afinal, por que aconteceria? Sua cabeça começou a latejar.

Rivaille cerrou os dentes e secou os cabelos e, por fim, foi se deitar.

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— Acorda pirralho, acorda seu verme! – Levi chutou a perna de Eren e abriu as janelas, fazendo com que o garoto levasse a mão direita sobre os olhos e resmungasse baixinho.

— Ahn... que horas são? – respondeu sonolento.

— Hora de acordar! Vamos, levanta dai!

Meia hora depois estavam a caminho do centro da cidade. Eren e Levi caminharam sem trocar uma palavra sequer, até que encontraram Erwin e Mikasa na porta do Hotel.

— Eren, dormiu bem? – Mikasa indagou, saindo o abraço caloroso de Eren.

— Sim, muito bem Mikasa! – ele sorriu, o que fez a irmã ficar mais calma.

— Bem, vou levá-los até a divisão policial de cada um de seus amigos, que atualmente estão em diversos setores diferentes – Erwin interrompeu.

— Bom, pelo que eu sei o Armin está no setor de inteligência contra crimes cibernéticos, não é Erwin? – Mikasa questionou e Eren assentia.

— Sim Ackerman. Assim como ele tomou outros rumos, Hanji, por exemplo, está na divisão de crimes hediondos e é especialista em psicopatas que fazem dessecagem. Enfim... vou levá-los no salão principal e dispensar todos para que possam passar o dia de hoje com vocês, tudo bem?

— Muito obrigada pela gentileza! - Mikasa agradeceu e Eren sorriu – Então podemos ir agora?

— Sim, me acompanhem! – Erwin conduziu-os – É bem pertinho, dá para ir a pé.

Levi apenas despediu-se polidamente, fitando Eren e Mikasa deixarem o local. Assim, pôde voltar para casa e retomar sua querida faxina.

-.-.-

Eren e Mikasa passaram a manhã toda rindo e conversando com o pessoal das antigas. Eren não entendia como pode ficar tanto tempo longe de seu melhor amigo Armin, apesar das mensagens constantes que trocavam. O mais engraçado era que ele ainda não tinha resolvido sua história com Jean. Os dois brigavam, todos riam, e no fim das contas Jean ficava vermelho e Armin também. Ymir, Christa, Sasha, Hanji e os demais se empolgavam quando o assunto era trabalho. Cada um a seu modo.

Eren apesar da diversão e das saudades do pessoal, não conseguia parar de lembrar de Levi. Ele e o daichou eram os únicos que não estavam presentes, e isso o incomodava.

Depois do almoço, Eren resolveu ir até a casa de Heichou para saber o que estava acontecendo, afinal, era bem perto da base policial. Despediu-se de todos e prometeu ir na balada que combinaram no fim de semana. Para Mikasa, Eren disse que precisava pegar algo que esqueceu na casa do Rivaille.

Tocou a campainha, esperou e nada. Alguma coisa lhe dizia que bisbilhotar pela janela do quarto dele não seria uma boa ideia, mas já que não tinha atendido a porta, a hipótese era de que estava limpando algo, completamente concentrado.

A janela estava parcialmente coberta por um quadro grande que provavelmente Levi havia tirado para limpar, o que fez o garoto arrumar uma caixa e colocá-la em baixo dela para bisbilhotar pelo vão que sobrava na parte superior. Eren subiu, apoiando-se. Quando conseguiu visão para dentro do local, segurou a boca e espantou-se com o que via e ouvia.

— Isso, cavalga direitinho no meu pau! – Erwin falava com desejo ao mesmo tempo que dava uma palmada no traseiro de Levi, que grunhiu e continuou a realizar os movimentos de sobe e desce.

Erwin estava sentado na cama com as calças arriadas e a camisa aberta. Levi estava completamente nu cavalgando no membro de Erwin. Segurava a gravata do pescoço do loiro com a mão direita e o ombro com a mão esquerda.

— Ahhh como você está gostoso hoje, heim Rivaille! – Erwin apertou as nádegas do moreno, que aumentou os movimentos com os olhos fechados.

Erwin começou a gemer alto e Levi atacou-lhe os lábios, mordendo-os com tesão. O moreno mantinha os olhos fechados, sem abri-los em momento algum.

Eren segurava a boca e deixava o espanto tomar conta de sua face. Sabia que os dois tinham um envolvimento forte, mas ver o Levi daquele jeito era... horrível. Apesar de sentir-se excitado com a cena, Eren sentia-se mal ao ver seu Heichou nas mãos do Daichou.

Erwin jogou com violência o moreno na cama arrancando o resto das roupas que ainda lhe restavam. Este, ainda mantinha-se de olhos fechados, o que fez o loiro sorrir e puxá-lo para fazer com que ficasse de quatro na cama. Sem aviso prévio, Erwin posicionou-se e introduziu o pênis no ânus de Levi, penetrando-o com força.

Levi gemeu, e o loiro segurou seu traseiro, investindo fortemente contra sua cavidade.

— Ahn! Que cu gostoso você tem! – Erwin sorria e estocava com força, ao mesmo tempo que Levi respirava pela boca, completamente trêmulo.

Ahn! – Levi gemeu e sentiu o corpo ser sacudido com violência, ao mesmo tempo que seu traseiro era espalmado por Erwin.

Os movimentos eram frenéticos e a cada investida mais forte, Levi gemia e Erwin sorria deleitado. Quando sentiu que o loiro estava quase gozando, o moreno abriu os olhos e balbuciou a primeira letra que veio em sua mente, sem querer, fitando a janela ao lado.

— E...Eren? – Levi arregalou os olhos e Erwin gozou.

As orbes verdes assustadas encontraram com os olhos acinzentados de Levi. Sem acreditar no que via, Eren tropeçou e caiu do banco, levantando-se rapidamente, correndo bem para longe dali.

Levi observou Erwin deitar ao seu lado e fez o mesmo. O loiro sorriu e fitou o moreno, que mantinha o olhar no teto.

— O que aconteceu para você estar tão faminto por sexo hoje? Há tempos que você não estava tão fogoso assim – Erwin teve a impressão de ouvir algo antes de gozar dentro de Levi, mas não se importou com isso — Você deve estar exausto. Afinal, passamos a manhã inteira fodendo.

— O pirralho nos viu. – Foi a única coisa que Levi conseguiu pronunciar, fazendo Erwin rir.

— Bom, pelo menos agora ele sabe como é sexo gay.

— E você não está preocupado se o pirralho de merda espalhar isso?! - Levi fitou Erwin com ar de reprovação, o que o fez pegar no queixo do moreno para dizer as próxima frase de modo sensual.

— E quem é que não sabe que a gente faz isso há anos, hum? – Sorriu sedutoramente – Isso não é novidade alguma! E eu ainda aposto que nem pra Mikasa ele vai ter coragem de contar...

— Eu vou tomar um banho! – Levi se levantou, desvencilhando-se de Erwin com uma expressão raivosa.

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Eren foi parando de correr aos poucos. Apoiou as mãos no joelho e esperou a respiração voltar ao normal. Olhou a sua volta e viu um banco, onde sentou-se, tentou processar o que viu, mas logo desistiu. Tirou o celular do bolso e resolveu ligar para Mikasa.

— Alô? Mikasa?

[Oie Eren! E ai, conseguiu achar o Heichou em casa?]

— E-Er... – Eren coçou a cabeça e respondeu rápido – Toquei a campainha e ninguém atendeu.

[Ah tudo bem! Já estou me despedindo do pessoal, vou direto para o hotel. Vá pra lá então!]

— Ok! Até mais tarde então Mikasa. Beijo. Tchau. – Eren desligou o celular e suspirou profundamente – Traumatizante... – Eren mantinha os olhos parados em um lugar aleatório – Preciso esquecer o que eu vi hoje...

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Ao chegar no saguão do Hotel, Mikasa viu Eren se levantar dos bancos da recepção, vindo a seu encontro com um abraço caloroso. Mikasa retribuiu, completamente satisfeita.

— Por que não subiu Eren? – Mikasa perguntou surpresa, ao ver o sorriso do garoto.

— Porque queria te esperar Mikasa! – o garoto a abraçou de novo e logo a largou, fazendo Mikasa corar – Vem! – puxou-a pela mão, enlaçando os dedos, o que fez o coração da garota acelerar.

Subiram de mãos dadas ainda no elevador. Mikasa só conseguia sorrir e se esconder no cachecol vermelho enlaçado no pescoço.

Adentraram o quarto, e ao invés do garoto correr para o banheiro, tomar uma ducha e depois ver o que iria fazer, Eren puxou-a para dentro do quarto, sentando-se na cama, fazendo com que a moça sentasse ao seu lado.

— O que deu em você, Eren? – Mikasa virou o rosto para o lado e fitou o sorriso largo de Eren.

— Você nunca me deixaria, não é Mikasa? – Eren soltou a mão da garota e a fitou intensamente, o que a fez desviar o olhar de leve.

— Cla-claro que não Eren! – Eren sorriu e pegou as duas mãos da garota, fazendo-a fitá-lo.

— Eu nunca te fiz nada de legal, mesmo você sendo sempre maravilhosa comigo – Eren fitou-a com um olhar doce, e Mikasa apenas ouvia — Tem algo que eu possa fazer que vá te deixar muito feliz? Porque se tiver, eu quero fazer.

Mikasa corou abruptamente. O que ela sonhava não era nada inocente, e muito menos teria coragem de pedir uma coisa daquelas para Eren.

— Na-Nada! Você já me faz muito feliz Eren! – Mentiu, ainda sem olhá-lo nos olhos.
— Mikasa, você não sabe mentir! – Eren riu – Mas tudo bem, tem algo que eu tenho vontade e acho que você vai gostar, olha.

Mikasa levantou os olhos e o garoto levantou-lhe o queixo com o polegar e o dedo indicador. Sem delongas, Eren selou-lhe um beijo romântico e carinhoso, o qual Mikasa correspondeu.

Alguns minutos se passam até que Mikasa quebra o beijo e desvia o rosto, o que fez Eren olhá-la de modo confuso.

— O que houve Mikasa? Por que você...

— Eren... Seja sincero comigo, por favor! – Mikasa o fitou com uma expressão forte, completamente decidida.

— Claro que eu sou! Você sabe disso!

— Então em diga... você gosta do Levi?

— Como assim Mikasa? Em que sentido você diz que eu -

— Eren, pare. – Mikasa o repreendeu – Faz anos que queria ver esse sorriso seu, mas ao mesmo tempo, sei que existe tristeza no seu olhar. Eren, o que você viu na casa do Heichou?

— Mikasa... - Eren desviou o olhar.

— Não minta para mim Eren. – Mikasa mantinha o tom firme na voz.

— Bem, eu vi ele e o Daichou... Você sabe. – Eren colocou uma expressão triste no rosto, o que fez Mikasa suspirar.

— Eren, esqueça o Heichou...

— Eu... não é o que você está pensando Mikasa! Eu só-

— Tudo bem! Não vamos falar mais nisso. – se irritou e levantou da cama, arrumando uma roupa para tomar banho – Dessa vez, eu que preciso refrescar a cabeça!

Eren suspirou e se jogou na cama. Já não sabia mais o que era certo a se fazer. A única coisa que sabia é que aquelas lembranças de Levi e Erwin eram uma assombração em sua mente e que desejava nunca ter visto aquilo...

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O fim de semana chega, todos vão para a balada. As luzes piscavam, os meninos e meninas dançavam freneticamente ao ritmo da música eletrônica, consumindo álcool, gritando e tentando ao máximo possível esquecer da realidade. Mikasa tentava controlar Eren, mas Jean enfiava bebida no garoto nos momentos em que Armin se empolgava na conversa com a moça. Sasha já estava dando vexame, Ymir tentava fazer Christa tomar alguns goles e os garotos tentavam pegar algumas meninas com o chaveco fraco.

— Ei Eren, vira mais essa aqui! - Jean trouxe a bebida escondido, dando-a na mão de Eren. Essa aqui faz você esquecer da vida!

— Isso é sério, Cara de cavalo? – Eren já se apoiava na pilastra do local, a fim de não ter que andar e mostrar para Mikasa que já estava bêbado – Eu tô precisando esquecer aquele maaaalditoooo, e é agoora que eu esqueço! – Eren tomou o como da mão de Jean e o virou de uma vez – Nosssssa, essa é da boa heim!

— Ei garoto, vem comigo! – Um vulto puxou Eren, o tirando de perto de Jean.

— Nossa que gatinho! – uma moça chamou e segurou o braço de Jean, que sorriu e esqueceu-se do fato que deveria ir atrás da pessoa que acabava de sequestrar o Eren.

Como a balada ficava localizada do lado de um motel, a pessoa que sequestrava o garoto acabou o arrastando para aquele lugar. Assim como esperado, o motel era bem chinfrim, com um aspecto bem rústico e talvez mal limpo. Eren sentia aquele cheiro estranho já nos corredores, mas não conseguia lutar. Apenas ouviu a pessoa abrir a porta e o puxar para dentro, jogando-o na cama enquanto trancava a porta atrás de si.

— O que você vai fazer comigo? – Eren falava com a voz mole, tentando enxergar a pessoa de calça e blusa preta, braços cruzados e a cabeça baixa, ainda parada na porta – Fala ae pessoa esquisita, eu vou ser estuprado? Não faz isso comigo não, eu-

— Eu não sei porque estou fazendo isso... – Levi levantou a cabeça, fazendo Eren reconhecer sua voz – Deveria te espancar por ser tão idiota, piralho!

CONTINUA! =D

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Espero que tenham gostado!

Como eu disse, a próxima já está na metade! hoho!

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bjos, te mais!