Duas manobras
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"Meu nome é Haruno Sakura, e muitos de vocês já me acompanham há algum tempo. Sei que ando sumida, e muitos rumores tem saído sobre mim. Mas não é sobre rumores que venho falar hoje, e sim sobre um problema que atinge várias pessoas, mas que nem sempre enxergamos.
Uma grande ponte será construída, mas atingirá uma parcela muito grande da população que não tem voz e nem vez. E quando um homem chamado Tazuna resolveu lutar para que sua família não passasse fome, o Estado usou tudo e todos para massacrá-lo, e..."
- Por que está vendo esse vídeo na internet de novo, Sakura? – perguntou Sasuke, oferecendo uma lata de refrigerante à ela, que estava sentada no sofá da sala com o celular na mão.
- Estou repassando o que eu disse no meu vídeo, para quando for contestada por aquela blogueira Temari Nada, e se caso apareça algum repórter. Olha, Sasuke-kun – virou o celular para ele – já tem mais de quatrocentas mil visualizações.
Sasuke olhou para o celular e constatou aquilo. Quando Sakura resolveu gravar um vídeo dela, narrando o caso de Tazuna, mesclado com imagens do lugar, do homem e de sua família, ele desconfiou que aquilo daria certo. Não imaginava que as pessoas veriam isso.
Mas Sakura ainda tinha muitos fãs fiéis que a apoiavam, e eles abraçaram sua causa. O vídeo passou a ser compartilhado e ganhar outras mídias, viralizar e circular na rede e eles viram #ForçaTazuna se tornar um dos assuntos mais comentados da internet, e o celular de Sakura tocar sem parar, com veículos de notícias pedindo mais detalhes.
Claro que a aparição da sumida Haruno Sakura depois de dias em que rumores se espalhavam, desde envolvimento com drogas, traição a Sasori, até ser expulsa de casa, atraíram os holofotes para ela. Ainda mais quando constataram que a causa de Sakura ia diretamente contra o caso que seu pai Haruno Kizashi defendia.
Sasori por sua vez, usava a sua revista e as grandes mídias para desmoralizar Sakura e colocá-la como uma menina mimada que queria chamar a atenção do pai por conta do namorado. Mas ela conseguiu contar com blogueiros, fã-clubes, algumas rádios e mídias mais independentes para defender seu ponto de vista.
De certa forma, Sakura queria sim vencer o pai, mas nunca deixou de se importar com as famílias de pescadores, e principalmente Tazuna, e era por isso que mesmo com Sasori manipulando a opinião pública, qualquer pessoa com o mínimo de senso de justiça, entendia que fazer aquilo com as pessoas não era certo, e apoiou a causa.
Passava horas lendo os comentários, alguns favoráveis e alguns com xingamentos a ela, teorias da conspiração entre outras coisas, enquanto tentava lutar e ganhar mais espaço.
Sasuke se orgulhava de seu empenho, mas temia que Sakura gastasse energia demais e não obtivesse resultados. Sentou ao lado dela, e a puxou para um abraço e um carinho em seus cabelos.
- Você acha que as pessoas vão comparecer amanhã? – perguntou.
Sakura abaixou o celular e levou uns instantes para responder.
- Para falar a verdade, eu espero sim. Se for pelo menos quantidade suficiente para encher uns oito degraus da escadaria do Tribunal, eu acho que seremos ouvidos lá de dentro na hora do julgamento.
- Você foi lá contar os degraus e calcular isso?
Sakura olhou para ele sorrindo e assentindo.
- E quantos são?
- Vinte e Cinco. – disse ela sorrindo.
Sasuke balançou a cabeça, e depois roubou um beijo dela cálido e afetuoso.
- Vamos dormir agora.
- Hmm. Adorei a proposta. – respondeu ela se virando e beijando o pescoço dele.
- Não se anime, espertinha. Por isso eu disse "dormir", o dia amanhã será muito cheio.
- Veremos... – ela disse baixinho se divertindo, mas suficiente para que ele escutasse.
Sasuke se levantou com ela no colo, arrancando um gritinho e risadas até jogá-la na cama.
No dia seguinte, Sakura já estava na cozinha tomando café antes das 5h da manhã. A ansiedade que sentia era muito grande.
O julgamento estava marcado para as 9h, e ela marcou encontro com as pessoas em frente ao Tribunal no centro da cidade às 8h. Sabia que alguns se atrasariam, por isso quis dar bastante margem de tempo para os possíveis imprevistos.
Ela e Sasuke chegaram no local com dez minutos de atraso.
Não havia ninguém.
Sakura começou a olhar para o celular e bater o pé no chão, andar de um lado para o outro, e por um instante chegou a cogitar roer as unhas, mas não cometeria esse pecado.
Sasuke a assistia, e só saiu do lado dela para comprar um Frapuccino com bastante chocolate e chantilly porque sabia que ela adorava, e pensou que poderia deixa-la mais feliz. A contar pelo beijo que ganhou, havia surtido efeito.
Enquanto ela se concentrava em terminar seu copo, teve sua atenção tomada por uma voz grave e polida.
- Está um lindo dia, não é, minha filha? – era o Senhor Kizashi chegando ao Tribunal.
- Bom dia, papai. – Sakura tomou uma postura de quem não abaixaria a cabeça e Sasuke se colocou ao seu lado.
– O que faz aqui? - estalou os dedos como quem lembra de algo – Ah é mesmo, você ia juntar seus amiguinhos para fazer uma passeata hoje, não é mesmo? Onde eles estão?
O Sr. Haruno fingiu olhar ao redor, enquanto Sakura mantinha-se firme para não responder a provocação.
- Ah, vai ser só o garçom. Tentem não fazer muito barulho quando eu estiver arrancando tudo daquele pescador.
Ele acenou e se dirigiu para a entrada do Tribunal. Enquanto Sakura respirava fundo, arrancava a tampa com o canudo e bebia o resto do frapuccino em um gole só.
As 8:30h um pouco de alívio, algumas de suas fãs apareceram, tinham pegado muito trânsito no caminho até o centro, mas já estavam perdoadas desde o momento que Sakura viu que todas vestiam uma camiseta escrita #ForçaTazuna em letras garrafais cor de rosa.
Sakura abraçava e tirava foto com cada uma das meninas, e alguns meninos.
Enquanto isso, Sasuke observava que aos poucos chegavam grupinhos menores aqui e ali.
Sakura pediu ao seu fã clube para que a ajudassem a confeccionar o máximo possível de cartazes, ela já havia feito faixas e bandeiras, mas percebia que precisaria de mais algumas.
- Sakura, posso falar com você? – Sasuke se aproximou da rodinha de pessoas com pincéis, tinta e papéis na mão.
Ela se levantou, e foi até ele ainda dando ordens para seus ajudantes. Do outro lado houve um burburinho entre o fã-clube e Sasuke podia ouvir os cochichos.
"Nossa como ele é lindo"
"Tem razão da Sakura ter trocado o Sasori por ele, minha nossa"
"Eu não gostava dele, mas repararam que ela está mais feliz"
"Eu amo muito a Sakura, só quero ver ela feliz, mas dessa vez eu estou desejando muito o novo crush dela"
Sasuke se sentiu um pouco desconcertado, mas seu peito se encheu quando ouviu que Sakura parecia mais feliz aos olhos dos outros.
- O que é, Sasuke-kun?
- Já está quase na hora, e olha em volta.
Sakura obedeceu e seus olhos brilharam e ela abriu um sorriso, quando viu que a frente do Tribunal estava relativamente cheia.
- Eu calculo que quando se juntarem teremos em torno de dezoito degraus cheios. – esperou ela absorver a imagem – Já está quase na hora, você deveria dizer alguma coisa.
- Tem razão. – ela acordou do transe – eu preciso dizer algo que os incentive, e gritem bem alto. E você também.
- Eu? Por que?
- Porque você sabe ainda mais detalhes do caso, e sua oratória de convencimento melhorou muito.
- Sim, eu melhorei, com a sua ajuda, mas eles estão aqui por você, Sakura. – tentou se desvencilhar.
- Confie em mim. – ela piscou para ele e tomou sua mão.
Os dois começaram a atravessar o mar de pessoas para que Sakura alcançasse o pequeno sistema de som montado mais próximo do que era permitido. Foi quando Sakura sentiu seu braço sendo segurado por uma mão fina e gentil.
- Sakura.
- Hinata, é você? – Sakura não escondeu a felicidade a puxou a amiga para um abraço forte.
- Sim, sou eu. – respondeu a morena esmagada.
- Meu Deus, Hinata, o que faz aqui? E seu pai? Você fugiu? Como, por que está aqui? Não quero causar problemas para você. – disse afoita.
- Sakura, calma – colocou as mãos nos ombros da amiga – eu estou bem, e meu pai sabe que estou aqui.
- Como assim, Hinata? Não me diga que você enfrentou ele?
Hinata assentiu, e Sakura riu apertando a amiga de novo.
- Me conta como foi!
- Eu não aguentava mais, Sakura. Meu pai me prendendo e impondo coisas para mim. Mas a gota d'agua foi ele me avisar que no final do ano me mandaria para a Europa para estudar lá. Só de imaginar em sair daqui, e ficar longe de todos, e do Naruto – abaixou a voz – eu acabei tomando coragem para falar.
- E o que você disse?
- Bem, na verdade, tudo aconteceu num jantar de família, com meus tios presentes – ela colocou a mão no rosto se lembrando do constrangimento – meu pai estava falando de como eu me tornaria uma bela dama estudando na Europa, e me comportar como uma mulher recatada e tudo mais, e eu acabei explodindo, e disse a ele que não iria e que estava cansada dele tomando decisões por mim. Ele olhou para mim como se visse uma abominação na mesa, e eu quase perdi a coragem, mas aí aconteceu o inesperado.
- O que? O que houve? – Sakura perguntou prendendo a respiração.
- Deixa ela terminar a história, Sakura. – disse Sasuke calmamente.
- O Neji ni-san me defendeu.
- O que?! Por quê? – Sakura falou mais alto do que deveria – Duvido. Ele não estava te vigiando para o seu pai? Muito estranho.
- Na verdade, não. – Sakura se assustou quando teve sua pergunta respondida pelo próprio Neji, que havia chegado pela lateral sem que ela o visse, acompanhado de TenTen.
Sakura perdeu a cor com o susto, e não teve o que responder com a presença de alguém que ela andava odiando bem em sua frente.
- Neji ni-san ficou do meu lado, e eu consegui dizer tudo que andava engasgado sobre os desmandos do meu pai. Então eu disse que tomaria minhas próprias decisões, e que mesmo que eu erre, eu quero tentar. – Hinata dizia enquanto Sakura continuava encarando Neji – E quando nos contestaram, Neji disse ao meu pai e ao pai dele, que as pessoas devem ser donas do próprio destino, e que me ajudaria a seguir o meu.
Sakura sorriu para Hinata e voltou sua atenção a Neji.
- Estou impressionada Neji, o que houve com você?
- Para falar a verdade Sakura, eu pensei muito sobre aquilo que você disse no dia que abandonou a sala de aula, sobre escolhas, e eu realmente pensei no assunto, principalmente depois de ter visto o Lee chorando no banheiro por sonhos que não realizou e eu o incentivei a ir atrás do que queria. – ele olhou para frente quebrando o contato visual por um instante – Eu também não tive uma vida fácil, e os Hyuuga são ainda mais imponentes e regrados que a maioria. Eu gosto da minha prima, e não queria encontrar ela chorando frustrada em um banheiro também.
- Eu fico muito feliz que agora pense assim Neji. – Sakura riu e balançou a cabeça – me desculpe pelas vezes que te irritei, e o meu choque de agora. Nunca imaginei que de todos o meu discurso afetaria justo você.
- Na verdade não foi só o Neji – disse TenTen saindo de trás dele – muitos só riram e falaram de você, mas depois acho que vários pensaram no assunto sobre tomar coragem e decisões. – ela ficou corada e entrelaçou a mão com a de Neji – inclusive eu.
Sakura arregalou os olhos e olhou com um sorrisinho cheio de malícia para Hinata que retribuiu.
- Hmmm. Parabéns ao mais novo casal! Quem diria, hein.
Os dois ficaram vermelhos, e Sasuke só pode rir. Sakura sabia ser inconveniente.
- Bom, eu estou feliz, estou muito feliz por vocês estarem aqui. Eu preciso ir agora fazer um discurso, por que o julgamento já está para começar.
- Sakura. – Hinata segurou sua mão – Você viu o Naruto?
- Ele tinha um show ontem de madrugada com a banda num pub no bairro aqui do lado. Assim que puder ele vai vir para cá. – respondeu Sasuke.
Hinata assentiu animada e o casal continuou seu caminho.
Sakura ajeitava o cabelo enquanto Sasuke arrumava o sistema de som emprestado da banda que estava parado, já que agora eles contavam com equipamento novo. A sessão dentro do Tribunal já havia começado quando ela começou a discursar.
- Eu quero dar bom dia e agradecer imensamente a todos que estão aqui para apoiar a causa de Tazuna e os pescadores. Peço a todos que se aproximem, para que juntos possamos nos unir em uma só voz, e gritarmos que estamos cansados de nossas vidas serem afetadas como se fossemos só uma estatística com números de pagadores de impostos, e não como pessoas com uma vida, família, e escolhas, nós estamos aqui hoje para...
Sakura parou seu discurso quando um sistema de som altíssimo se sobrepôs à sua voz vindo do final da rua.
Todos se viraram para ver o que acontecia, e o que paralisava a organizadora de cabelos rosa olhando para frente.
Era um trio elétrico, liderado por Naruto e a banda Taka acompanhados de um mar de gente.
- É aqui galera – ouviu Naruto gritando – é aqui que nós faremos história hoje. Nós vamos ajudar a nossa amiga Sakura a lutar por um mundo melhor!
A multidão arrastada por ele ovacionou, e Sakura colocou a mão na boca chorando emocionada.
Passaram-se algumas poucas horas enquanto as pessoas gritavam por Tazuna, principalmente depois que Sakura fez Sasuke discursar sobre o caso explicando de um jeito claro e sucinto o caso de Tazuna. Sasuke tremia no início, mas sempre buscava e se apoiava nos olhos confiantes de Sakura, até que sentiu total segurança e ver que era realmente bom naquilo.
A multidão convencida gritava palavras de ordem comandados hora por Sakura, ou por Naruto ou Karin. Em um dos momentos que Karin – acompanhada de Suigetsu que não saía do lado dela, Sakura não deixou de notar – discursava e mantinha as pessoas gritando, Naruto veio até ela e contou o que havia feito.
- Nós estávamos no show quando eu tive essa ideia, Sakura-chan. Estávamos atrasados, por que teve um imprevisto com a banda anterior, e aí quando a Karin cantou uma música legal sobre esse mundo difícil, eu simplesmente chamei as pessoas para lutar e elas toparam.
Naruto dizia com um largo sorriso de empolgação e Sakura o abraçou bem apertado.
- Você é demais Naruto! Eu quase desmaiei quando vi aquele mar de gente.
- Foi muito legal Sakura-chan, a gente ia passando e as pessoas na rua olhando e algumas começaram a nos seguir no meio do caminho só aumentando ainda mais o número de pessoas.
- Bem que eu vi vários engravatados, e roupas de trabalho, e – ela segurou os cabelos – você é demais.
Ouviram um raspar de garganta.
- Eu estou quase ficando com ciúmes. – disse a recém-chegada Hinata com os braços para trás.
- Hinata! – Naruto a abraçou, ergueu e rodopiou no ar.
Quando a desceu, deu um sonoro beijo estalado.
- Eu estava com tanta saudade.
- Se Sasuke não estivesse aqui, eu pensaria que tinha me esquecido. – disse ela em uma falsa cena de ciúmes.
- Ah que isso, Hina. Sakura é a irmã que eu não tive – fechou a mão e bateu punhos junto com a rosada – além do mais ela já am... Ai!
- Oh, desculpa, pisei no seu pé? – Sakura disse fazendo uma cara de quem o mataria se continuasse o que ia dizer – nós temos que ir trocar com a Karin e seu guarda-costas Suigetsu. Beijos, tchau.
Sakura saiu arrastando Sasuke pela mão, sem dar chance de se despedirem direito.
Naruto só balançou a cabeça rindo da tola amiga que ainda não havia confessado seus sentimentos. Mas agora ele precisava expor os seus sentimentos e matar a saudade de sua, agora oficialmente, namorada.
Sakura continuou incitando a multidão, e já haviam se passado três horas, quando Karin veio de lá de dentro, e cochichou em seu ouvido e ela correu ao microfone.
- Pessoal – fez-se um leve silêncio – para um caso já considerado ganho pelo Estado, queria dizer que fizemos tanto barulho que a sessão foi suspensa!
A multidão gritou muito em comemoração, e Sakura esperou que se acalmassem.
- Estou muito orgulhosa e feliz, porque juntos, nós estamos defendendo um dos nossos, um cidadão. A batalha de hoje nós vencemos, mas ainda não vencemos a guerra. – mais gritos – então por favor, daqui a quinze dias será dado o resultado, e conto com vocês aqui de novo. Obrigada a todos e nós vamos vencer essa!
Sakura saiu aplaudida, e quando saiu da visão da maioria se atirou nos braços de Sasuke o beijando.
Enquanto isso, Karin anunciou que em comemoração, fariam um show ali mesmo e puxou Suigetsu e Naruto para o palco.
- Você conseguiu. – disse Sasuke olhando nos olhos de Sakura
- Nós conseguimos. – ela respondeu.
Os dois permaneceram ali se olhando, se admirando e pesando palavras que pediam para serem ditas.
Mas quando Sakura viu seu pai saindo pelos fundos, correu até ele, antes que entrasse no carro.
- Olá, papai. Dia difícil? – perguntou com um sorriso irônico e triunfante.
O Sr Kizashi não respondeu. Ajeitou o terno e sorriu para ela. Sakura ficou em dúvida com a reação do pai, por um instante parecia orgulho em seu rosto, e então o observou entrar no carro e ir embora.
Voltou para o lado de Sasuke e os dois foram para o meio da multidão, dançaram e deram entrevistas ao som da banda Taka.
Naruto convidou Sasuke para tocar uma música com eles, e Sakura ficou enciumada, mas até que achou engraçada a histeria quando ele subiu ao som de gritos de "lindo", "gostoso" e outras coisas que ela preferia não mencionar.
Estava hipnotizada vendo ele tocando a guitarra junto com sua antiga banda, quando sentiu o braço sendo puxado. Quando se virou sorrindo para responder, congelou.
- Olá meu amor, vamos dar um passeio comigo? – Era Sasori.
Antes que Sakura respondesse, ele tirou uma arma de dentro do terno e encostou em sua barriga.
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Betado por AnneChan23
E aí chuchus, gostaram?
Espero que não me matem por conta do final
Quando tudo parecia bem, eis quem surge né
NH se acertando
Me pediram NejiTen, mas como não dei muito espaço antes, esse foi o máximo que consegui
Então, meus amores, já estou com o coração na mão
Pelos meus planos só faltam mais dois capítulos pro fim
as reviews de vocês me ajudaram bastante. Alguns acho que não consegui atender, e fazer acontecer mais coisas, já peço perdão :/
Juro que tentei ;.;
Mas fica guardado o carinho e as dicas de vocês
Ainda me considero novata, então guardo os toques e ajustes para as próximas fics ^^
Um super beijos pra vocês e obrigada mais uma vez S2
Dor no coração de acabar essa fic
Mas, bem
Até o próximo
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