Após estravazar toda a sua raiva e ódio, Youko esconde suas lágrimas, para depois seca-las e perder-se em recordações, juntamente com as divagações do que eram aqueles sons e cheiros, na ânsia de tentar descobrir o significado de tudo aquilo.
E nesse capítulo, a explicação do porque de Youko-chan ser tão inocente.
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Antes do capítulo, breve explicação.
No capítulo anterior, Naruto conseguiu a muito custo se conter, para não fazer uma loucura.
Claro, foi um feito incrível e tudo mais, que foi auxiliado pelo falto de ambos poderem sentir os sentimentos um do outro, pelo fuuin.
O forte receio e medo de Youko, atingiu-lhe em cheio, como se fosse dele mesmo, ajudando-o a manter o controle sobre si.
Agora, vamos ao capítulo ^ ^
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Cap. 13 - Divagações e recordações.
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Após estravazar toda a sua raiva e ira, murmurando todos os xingamentos e maldições que conhecia, sentou-se no chão com os joelhos dobrados, afundando o seu rosto delicado neles, sendo auxiliada nisso pelas caudas felpudas e elegantes, enroladas em volta dela, que ajudavam a ocultar as lágrimas peroladas, permitindo-se assim, chorar por alguns minutos em silêncio, para que ninguém visse o que ela definia como "fraqueza".
Chorava em um misto de raiva, dor, tristeza e orgulho ferido. A dor em seu coração era pior que a dor do braço, que latejava intermitantemente.
Enquanto chorava, ignorava os gemidos e o som de algo úmido ou molhado sendo esfregado cada vez mais rápido e que eram captados por sua audição extremamente apurada e um cheiro estranho que começava a se intensificar com os movimentos frenéticos e gemidos baixos, inaudivéis aos demais ninjas, mas, perfeitamente audiveís para a mesma.
O cheiro era forte e meio salgado, não sabendo discenir completamente a concentração deles no odor.
Sua audição e olfato também captavam muitas conversas a um bom raio de distância, muitos metros ela diria, senão, um quilômetro de raio, caso o vento estivesse favoravél e diversos odores, milhares, do acampamento em torno dela.
Mas, para não se irritar com o caos de sons, que inicialmente afligiam sua audição sensivél, ela os filtrara, inconscientemente, só prestando atenção naqueles que queria, assim como nos diversos odores daquelas tendas e dos shinobis, que iam do agradavél ao profundamente desagradavél e com isso, optou por filtra-los também, ou seja, ignorar.
Era algo muito simples à ela e agradecia mentalmente por ser capaz disso, pois, senão, acabaria surtando com a avalanche de sons e cheiros que chegaram a incomoda-la terrivelmente nas primeiras horas que pisou no acampamento, antes de levar a primeira de suas surras por um grupo consideravél de ninjas, que a olhavam com um ódio profundo e ira sem precendentes, fazendo-a ficar acuada e temerosa, como a muito não ficava.
Levantou a cabeça, tendo secando o rosto antes com as mãos e usando as caudas para ocultar tal gesto, para em seguida, sacudir a cabeça para os lados, espantando as recordações que tanto magoavam o seu coração.
Não queria relembrar da dor e do que sentiu, enquanto era surrada por eles, que só não a mataram, pois iriam acabar matando o "Heroí de Konoha, filho do lendário heroí e Yondaime de Konoha, Minato Namikaze". Só por isso, pararam antes que a matassem.
Somente não compreendia, porque alguns deles acariciaram seu corpo em carícias brutais que a feriam e em pontos do corpo, que estranhamente, pareciam ser mais sensivéis que o resto, enquanto eles falavam que "Queriam torna-la uma vadia", "Queriam arromba-la", mas, que, segundo eles, "não podiam, pois queriam dar o prazer de arrombar uma virgem para o Heroí de Konoha" e que "somente podiam se dedicar a acaricia-la", como eles falavam, mas, "fazendo questão de machuca-la".
Sentia dores imensas em "seus peitos", segundo ouvira eles se referindo as proeminências em seu tórax e abaixo da cintura, que chamaram de "buceta", comprimindo as mãos ali, até apertando as "coxas", como definiram, com suas mãos brutais, alternando com tapas e apertos violentos em várias partes de seu corpo.
Depois da sessão de espancamento e toques crueís, ferida, tendo o seu corpo todo dolorido com diversos cortes e hematomas, foi arrastada para dentro da tenda pelos cabelos com extrema violência, fazendo-a chorar de dor e gemer muito, para depois ser atirada no chão com brutalidade, acabando por não conseguir mais ocultar o grito de dor, que durante toda a surra, suprimiu a todo o custo.
Sabia que eles assistiam com um prazer doentio e com sorrisos dementes, ela se arrastando para ficar ao lado de Naruto, sentando-se com dificuldade, acabando por ter que apoiar as costas em uma das colunas que sustentava a tenda, ao lado do leito do loiro, para manter-se sentada de tão fraca que se encontrava e com o seu corpo dolorido, não tendo ninguém para cura-la, acabando por ter que lidar sozinha com a dor que sentia naquele corpo, enquanto seu ódio se inflamava e desejava nada menos que o mais puro mal aos humanos.
Só conseguiu proteção depois, mas, que mesmo assim, em um momento de distração durante a troca da guarda, acabou levando uma surra violenta e carícias brutais, embora, acreditasse que alguns deles haviam sido comprados ou apoiaram os atos deles.
Não sendo todos, pois, quando chegaram, dispersaram os agressores e a levaram para dentro, embaixo de rosnados de ira dela que estavam fracos, enquanto um deles a segurava no colo, procurando deixa-la deitada em uma maca ao lado do seu jinchuuriki e indo buscar ajuda médica, juntamente com os outros.
Os demais, ficaram de guarda e a olhavam com pena, enquanto os colegas ainda procuravam algum ninja médico para cura-la.
Porém, ninguém queria curar o "monstro" ou "assasina", como a chamavam, porque todos os iryou-nins daquele bloco do acampamento médico, a olhavam com ódio e olhares assustadoramente frios.
Um dos Anbus, sabia alguns sousen no jutsus e curou alguns ferimentos mais graves sobre rosnados de protesto, medo e receio da raposa, para depois saírem da tenda, passando a fazerem vigilância mais presente e bem próxima dela.
Esse último incidente, foi dois dias antes de Naruto acordar.
Mas, alguns hematomas de três dias atrás, ainda estavam marcados em seu corpo, sendo que antes, estavam ainda piores.
Não podia negar que ficou receosa quando viu Naruto abrir os olhos após todos aqueles dias, porque se lembrava da reação dele quando o tripudiou e esperava que ele a machucasse, afinal, havia matado os pais dele, pois Kushina contou-lhe naquele vez que o ajudou a derrota-la.
Tratou de disfarçar seu medo com indiferença no momento e uma falsa calma, por mais que estivesse tensa, pois, não queria que ele visse seu receio, sua fraqueza.
Somente relaxou e ficou agressiva como sempre, quando viu que não apanharia dele.
Porém, ficou ao mesmo tempo, desconcertada, quando pediu desculpas por não te-la protegido, além de defende-la, dando bronca na enfermeira e pedindo roupas para ela, embora se sentisse incomodada com as vestes, porque não estava acostumada a ter algo cobrindo-a.
Se recordou do olhar de Uzumaki quando a viu nua e que era praticamente o mesmo que viu em vários homens e dentro da tenda, instantes antes. Só que na tenda, os olhos dele haviam ficado ainda mais escuros, minutos antes de expulsa-la de lá.
Bufou de raiva. Porém, havia ficado muito triste, não, magoada, pelo modo como ele a tratou e não compreendia o porque daquilo feri-la tanto.
Afinal, nunca se incomodou e não compreendia o porque de sentir tal coisa agora.
Notou também, há algum tempo, que sentia algumas coisas diferentes do habitual pelo seu jinchuuriki e muitos destes se intensificaram, enquanto seu ódio e raiva por ele, sumiam lentamente.
Não sumir, ela diria mais, que era diminuir gradativamente, ficando cada vez mais fraco, considerando o quanto já sentiu de raiva e ódio de tudo e de todos, em relação a Gaara e Naruto, principalmente para com Uzumaki, sendo que os seus sentimentos em relação ao ruivo, eram diferentes do que sentia pelo loiro, sendo que estes eram mais intensos para com ele.
Porém, tudo continuava muito confuso à ela, chegando a ser, praticamente, angustiante, sendo agravado pelo fato dela desconfiar que ela mesma sabia das respostas de suas divagações e questionamentos diversos, além daquelas que julgava não saber do que se tratava.
Porém, ao tentar se lembrar, aprofundar-se ou algo assim, sentia uma espécie de "barreira" que a bloqueava, sendo algo completamente estranho e aterrador a mesma.
Odiava sua consciência, algo novo e que não deixava de apontar o dedo inquisitor, culpando-a por Naruto ter sido bruto.
Culpava-a, por ela mesma ter ocasionado isso, através de sua tipíca teimosia, pois havia sido intransigente e teimosa, não acatando o pedido inicial do loiro, que se tornou em seguida, ríspido e autoritário.
Porém, seu orgulho nunca a faria assumir, muito menos em voz alta, que fora ela que havia provocado aquela situação, quando não o obedeçeu de imediato.
Então, frente a essa verdade irrevogavél, bufou com irritação, tentando inutilmente convencer a si mesma, que a culpa era toda do jinchuuriki e que era inocente, lutando ferrenhosamente contra sua consciência, porque era mais fácil culpar os outros do que a si mesmo.
Passada as divagações consigo mesma, se concentrou nos gemidos intensos e roucos, embora baixos, que havia ignorado até aquele instante.
O gemido não era estranho e a respiração pesada também não.
Já tinha ouvido antes, juntamente com sons difusos, de algo se chocando com alguma coisa e que parecia estar úmido, molhado, por causa do tipo do som que incluía também, muitas vezes, falas sem nexo e lógica para ela, que cortavam o silêncio absoluto em que ficava nos fuuins e sem visão alguma do que acontecia a sua volta, tendo apenas os sons espaçados e escassos que ecoavam onde estava lacrada, quando sua jinchuuriki experimentava sensações ou sentimentos muito fortes e intensos.
Mesmo assim, precisava ser algo muito forte, porque o fuuin que usaram nela, antes, praticamente a isolava por completo, ocasionando dos pensamentos de suas jinchuurikis anteriores serem também fechadas para ela, além de só sentir sentimentos intensos de raiva ou ódio de seus jinchuurikis e tirando isso, não sentindo ou escutando mais nada.
Se lembrava de algumas falas que ouvia esporadicamente: "Goza em mim!"; "Sou sua cadela!"; "Que gostoso!"; "Que apertada!"; "Gostosa!"; "Goza no meu cacete!". Tinha muitas outras, tanto de suas jinchuurikis quanto de homens, mas que não fizera questão de memorizar, por mais que tivesse ficado curiosa.
Ouviu falas também de Uzumaki e outras mulheres, quando estava dentro do selo e não compreendendo, pois, eram também sem nexo à ela, além dos sons serem iguais: "Que apertada!"; "Geme para mim!"; "Quer leitinho?"; "Toma rola"; "Me arromba, Naruto-sama"; "Meta esse cacete em mim!"; "Sou sua putinha" e outras coisas mais, que procurou ignorar também, já que não compreendia nada, assim como os sons.
Mas, apesar de tudo, tinha prestado atenção, afinal, quando se vivia no silêncio absoluto em um mundo solitário sem som, sem cheiro e sem visão do exterior, acabava-se prestando atenção nos poucos sons que irrompiam aquele mundo inerte e incômodo que habitou, principalmente nos fuuin de Miyako e Kushina.
No caso de Naruto, não vivia em um completo silêncio absoluto, por causa do fuuin diferente dos anteriores, usados nela, já que forçava uma maior interação entre os chakras e praticamente, quase os fundia em um só.
Havia tentado descobrir, mas, não conseguiu, acabando por ficar frustrada e irritada, decidindo ignorar, enquanto bufava atrás das grades, pela raiva de não ter descoberto o que era tudo aquilo e que sendo orgulhosa como era, quando ele ia lá, nunca o questionava o que era tudo aquilo, preferindo lidar com seu jinchuuriki através da agressividade e também descaso para com os sentimentos do loiro.
O antigo selo, antes do de Naruto, era um fuuin horrivél que causava um consideravél desconforto e sofrimento, porque ela era presa por estacas fincadas em seu corpo e caudas, além de ter todo o seu corpo, rodeado por correntes grossas e pesadas, sendo que o único lugar que não recebera uma estaca opressora e gélida, fora em sua cabeça e pescoço, tendo ali, somente as correntes.
Ou seja, encontrava-se presa por correntes e estacas em um globo melequento, alvo, sentindo seu corpo perfurado e em uma posição muito ruim, para não dizer horrivél e extremamente desconfortavél, levando em conta seu corpo de raposa, acabando por fazer alusão a si mesma como uma rã espetada em vários pontos do corpo, pronta para ser dissecada em uma bandeja.
Mesmo não sentindo muita dor, odiava estar naquela maneira, décadas a fio. Só teve uma breve liberdade das estacas e correntes, quando foi passada para Kushina e depois, quando Madara a controlou.
No segundo seguinte, quando foi passada à Uzumaki Kushina, sentiu o seu corpo novamente ser acorrentado e ser furado impiedosamente como no passado, já sentindo a dor e o desconforto costumeiro.
Ficara aterrorizada de imediato, mesmo já lhe sendo uma cena horrivelmente familiar, ao ver a tradicional "chuva" de estacas descerem do alto sobre ela que estava imobilizada no globo pelas grossas correntes no pescoço, tronco, caudas e patas, sentindo como sempre, o seu corpo ser perfurado vários vezes, devido a quantidade de estacas, acabando por ocasionar uma imensa dor aguda no instante em que sentia a perfuração habitual.
A dor intensa passava, restando apenas uma leve dor incomôda e o desconforto contínuo, insuflando ainda mais sua raiva e ódio, além de desejo de exterminar a sua carcereira e que somente se acumulou com o passar dos anos, sendo usada como objeto e ficando presa de uma maneira horrivél, experimentando o terror da visão inicial do selo que era das várias estacas caindo, enquanto estava presa, sem poder fugir, para depois vim a dor e o desconforto posterior, que pareciam um sofrimento perpétuo e cruel.
Sempre sentia uma dor pequena, intermitente, que nunca se apagava por completo.
A dor, o desconforto e o sofrimento eram suas companheiras fieís, naquele fuuin antigo que ela amaldiçoava.
Dos jinchuurikis anteriores, Naruto foi o único que ia visita-la.
Claro, ela odiava ver seu carcereiro ali, mas, por algum motivo, no fundo, bem no fundo dela, era algo bom, mesmo sendo encontros que duravam muito pouco. Outra coisa que a fizera sentir esse sentimento bem no fundo dela, foi o novo fuuin.
A cela era sem dúvida, muito melhor do que as estacas, na verdade, não havia sequer comparação.
Afinal, era bem espaçosa, possuindo um tamanho consideravél, permitindo que seu corpo repousasse na posição que desejava, não sendo nada imposto como no outro e inclusive, podia andar dentro da cela, esticando o corpo quando queria.
Claro, nunca iria assumir em voz alta que aquele era o melhor fuuin que já experimentou.
A sensação de ter seus membros soltos, suas caudas e não experimentar o pavor de várias estacas descendo na forma de uma chuva bizarra em alguém que estava completamente imobilizado, era a melhor coisa que existia.
Nunca havia dormido bem, antes do fuuin atual, embora sentisse que seu poder era ainda mais fundido ao loiro, como se o chakra de ambos fossem um só ou próximo disso.
E também, ouvia alguns pensamentos dele, desde que fossem intensos. Algo novo, pois, das jinchuurikis anteriores, só ouvia sons e falas, desde que as mesmas experimentassem sensações intensas, além de que, com Naruto, não vivia em um lugar regido por um completo silêncio sepulcral quanto as anteriores.
Porém, só ouvia em momentos de tensão dele ou quando estava alterado, porém, não precisando ficar muito para poder ouvi-lo, ao contrário das antecessoras, enquanto havia se acostumando a ignorar muitas coisas, principalmente as sem nexo, indo dormir e também, quando eram coisas bobas e indignas de atenção ao ver dela.
As emoções e os sentimentos de ambos, eram como se fossem um só e inicialmente estranho a mesma, mas, que com o tempo, se tornou algo tão comum quanto respirar.
Só achou ruim o fuuin novo que surgiu, após ele derrota-la e retirar quase todo o seu chakra.
Nesse momento, após a sua derrota, sentiu uma imensa ira e ódio sem precendentes, que levou-a a ignorar a situação dela, que não lhe permitia fazer algo contra o seu jinchuuriki, acabando por não conseguir refrear seus instintos básicos forjados na raiva, ódio, dor, humilhação e sofrimento, acabando por se preparar para ataca-lo com seu Bijuu Rasengan.
Nisso, em resposta ao seu "quase" ataque, barras de madeira desceram, prendendo-a de maneira muito desconfortavél, similar ao fuuin anterior e provocando uma dor consideravél e ao mesmo tempo, sentindo desconforto, além da humilhação de ser presa novamente após se libertar brevemente e a dor, tanto dos golpes recebidos pelo loiro na luta que tiveram, quanto o ocasionado pelas barras opressoras.
Praguejava mentalmente contra ele, odiando-o imensamente, embora que pelo novo fuuin, sentia que ele estava mal pelo que foi obrigado a fazer, ficando chateado por isso, se lembrando da última coisa que o loiro disse, quando estava próxima dela, após prende-la, antes de vê-lo quando estava com Bee, dirigindo-se até o campo de batalha: "Não a farei sofrer... eu prometo. Apenas, espere..."
Aquela frase e a sensação triste de tê-la prendido, soavam dentro dela, contra a sua vontade.
E antes que percebesse, por algum motivo desconhecido, confiou em suas palavras, mesmo lutando infrutiferamente contra isso.
Os sentimentos dele de tristeza e pesar pelo que foi obrigado a fazer e sua fala pesarosa, fizeram-na confiar, mesmo inconscientemente, acabando por faze-la cair em um sono profundo, sem saber se era pelo fuuin ou pelo conjunto de sentimentos de seu jinchuuriki e o que ele disse, de maneira sincera e gentil.
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Bem, seguindo com as indicações das fanfictions que acompanho, que aliaís, pretendo colocar todas, eis uma fanfiction do Malucoxp. Nyah!Fanfiction
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Lost Ground: Fenghuang.
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Sinopse: Eu ainda me lembro daquele dia, a cor do céu, até dos cantos dos pássaros. Realmente consigo me lembrar o dia em que eu trouxe o Sasuke de volta. Eu estava detonado. Lutei contra ele e ganhei. O que me foi um segundo prêmio, afinal, eu consegui superar o sharingan, eu ganhei do Uchiha e eu era o mais forte, mas mesmo assim isso não bastou para o povo dessa vila. Depois de todos os meus sacrifícios, depois de toda minha dor, eu senti mais uma vez a solidão. Pensei ter superado o preconceito, pensei que essa vila finalmente me aceitara, mas eu me enganei.
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Classificação: Livre
Categorias: Naruto
Personagens: Uzumaki Naruto
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Hentai, Mistério, Suspense
