Ino encontra-se preocupada com Naruto...

Nisso, Naruto agora fica frente a Kyuubi, após o episódio da tenda...

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Cap. 14 - Pedidos

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Dentro da tenda, Naruto sabia que havia sido bruto e rude com a raposa, mas ela lhe tirou do sério, somando-se ao seu estado naquele instante, que não ajudou em nada, somente sendo o pivô para ter agido daquele jeito rude, embora soubesse em seu intímo, que nenhum motivo era plausivél o suficiente para justificar as suas ações deploraveís para com Youko.

Mas, precisava urgentemente se aliviar e deixou as indagações de lado, pelo menos até se aliviar e após ter conseguido o seu intento, pega um pano para se limpar, antes de ir ao lago para se banhar.

Aproveitaria para limpar as pernas e a virilha, pegando, em seguida uma nova muda de roupa para colocar após o banho.

Enquanto se preparava para sair, respirava fundo, sabendo que precisava encarar Kyuubi e o que fez à ela, não conseguindo reunir nenhuma justificava do modo de ter agido em relação a Youko-chan, pois, a mesma era inocente e faltava-lhe senso comum e alguns conhecimentos essenciais.

Não sabia se conseguiria ensina-la tudo. Se inclinava em tentar convencer alguma mulher para ensina-la, mas, todos a temiam ou tinham ódio dela e também, não podia confia-la a qualquer uma.

Decide deixar esses problemas para escanteio, por enquanto, pois tinha outros para resolver e começaria a agir. Afinal, ficar parado nunca foi o seu forte e isso não mudou. Apenas, pensava bem antes de agir, não sendo mais por impulso, embora ainda houvesse certas coisas imutavéis, como sua impaciência em muitos momentos.

Conseguiu no treinamento senjutsu, ficar parado após algum tempo e sabia que apenas conseguiu, pois meditava e não estava ocioso, diferente de atualmente, pois previa que aquele dia, iria provavelmente se arrastar como o anterior, ou seja, seria monótomo.

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Longe dali, Ino estava se trocando, recolhendo suas roupas, que encontravam-se esparramadas pela tenda luxuosa de seu marido, enquanto observava o mesmo terminar de assinar os papeís que ela trouxera, a contra-gosto, pois desejava que ficassem mais um pouco, amando-se loucamente, este sendo o mesmo pensamento dela, que mordeu seus lábios inferiores ao pensar nisso, pois, também odiava a ideia de cada um ter que voltar as suas respectivas obrigações.

Mas, não havia escolha.

Fora chamada com urgência para ser médica e de quebra, acumulava agora, o cargo de diretora de um dos maiores acampamentos médicos, tendo sido afastada da Inteligência Anbu, pois ela era mais necessária naquela momento como médica, uma vez que ainda tinham muitas baixas médicas e que por causa disso, foi removida, assim como os outros, de cargos que ocupavam para o de médicos, porque muitos possuíam algum conhecimento.

Com a traição de Sakura, ela foi elevada ao posto de diretora, até porque, foi aluna por um tempo de Tsunade, sendo na verdade, mais de Sakura, mas, mesmo assim, valia.

Abandonou o desejo de ser médica, pois, somente havia desejado isso, para poder disputar constantemente com Haruno e conforme o passar dos anos, sentiu que aquela disputa era ridícula e sem contar, que ultimamente, ela vinha sonhando em seguir a carreira do pai e ao se apaixonar por Gaara, o amor por ele, a fez cortar definitivamente o interesse dela em Sasuke, sendo que já há muito tempo, o Uchiha não ocupava mais os seus pensamentos.

Confessava que havia ficado sentida com o seu afastamento "meio que obrigado" da equipe Anbu de inteligência, sendo tal situação, vivenciada por muitos outros, que tiveram que trabalhar como médicos, afastados dos cargos que adoram, em vista da carência alarmante com o passar dos anos, que fora agravada a pouco tempo, pela traição de Haruno.

Invadir mentes de suspeitos, tornara-se sua aptidão natural e adorava descobrir coisas ocultas das pessoas, ao invadi-lhes a mente, tornando seu trabalho muito prazeroso e ao mesmo tempo, um desafio constante, quanto esbarrava em lacres mentais, que lhe custavam muito tempo para serem quebrados e que ao conseguir, podia acessar qualquer informação que quisesse.

Essa dificuldade constante em invadir a mente, ao contrário de desanima-la, a incentivava ainda mais, pois adorava um desafio, não sendo para ela, algo cansativo e massante, porque, quanto mais difícil de arrancar informações, mais ficava entusiasmada e determinada a descobrir tudo o que a mente deste escondia.

Nos últimos três anos, ficou fascinada com a complexidade da mente, no nivél de um ninja que detinha segredos importantes e inclusive, os selos complexos que protegiam a sua mente da invasão, além de descobrir muitas coisas, sendo que estas, muitas vezes, acabaram por faze-la rever seus conceitos e ideias, acabando por deixa-la totalmente fascinada.

Estes casos, muitas vezes, eram vistos como um complexo quebra-cabeças mental, um emaranhado de informações difusas.

Calma, precisão, paciência e persistência. Foram quatro coisas ensinadas por seu pai, até que assumisse um posto de prestígio, que teve que ser abandonado, assim como outros fizeram, pela necessidade crescente de médicos, sendo agravado tal quadro, com a traição de Sakura.

Já, Gaara, como Kazekage, tinha diversas obrigações, muitas agora relacionadas a políticas e temas somente conversandos entre Kages, sem contar, diversas outras "atribuições e deveres desgastantes", como ele mesmo definia sua agenda, que era cuidadosamente administrada por Matsuri.

O Kazekage, sempre que podia, permitia uma folga à ela, sabendo que a mesma estava envolvida com Kankurou, que lhe pedia para libera-la, sempre que possivél e como todo bom irmão, não conseguia dize-lhe não.

Logo, de todos os secretários pessoais dos Kages, Matsuri era a que mais tinha folgas e já tivera, praticamente o quíntuplo dos outros, que sabiam que era só porque ela namorava Kankurou, o responsavél pessoal da guarda e sendo este, também, irmão do Kazekage.

Ino sabia que no momento, Matsuri, que amava Kankurou, estava no quarto improvisado, em uma tenda médica, no lado do leito de seu amado, sendo que próximo dali, encontrava-se Shikamaru ao lado de Temari, com ambos os Sakabatou´s ainda não tendo aberto os olhos, há mais de três dias.

A diferença de Nara e da jovem, era que ele era marido de Temari e Matsuri, era namorada de Kankurou, sendo que a diferença de ambos terminava aí, porque eles compartilhavam dos mesmos sofrimentos e preocupações, orando fervorosamente, para que os irmãos abrissem os olhos, enquanto ainda agradeciam mentalmente, da rapidez de Karin em cuida-los e trata-los, sendo capaz de traze-los, praticamente, das portas da morte, por assim dizer.

Senão fosse ela no último instante, usar um soro derivado de seu sangue, além de ter se desdobrado em cuidados a eles, com certeza, os mesmos teriam morrido.

Graças aos estudos que fez de seu próprio sangue com a ajuda de outros, conseguiu reproduzir em laboratório, um soro com quase todos os efeitos iguais e habilidades.

Ela nascera com isso. Era um Kekkei Genkai em seu clã e se supreendeu com essa descoberta, porque sempre pensou que era por causa da experiência de Orochimaru nela.

Recentemente, concordava com a ideia de ter se cegado a evidência de sua particularidade. Além de um sensor de chakra, sendo algo não exclusivo de algum clã, possuía a incomum habilidade de curar ferimentos com o seu sangue, sendo isto, praticamente, um Kekkei Genkai.

Ino sabia que a ruiva ansiava por descobrir o paradeiro de sua família e entendia muito bem os sentimentos dela, na busca de suas raízes. Tendo um marido como Ibiki, não seria uma tarefa tão difícil, sendo que o mesmo prometeu ajuda-la o máximo possivél, ambos concordando que o melhor era depois da guerra.

Portanto, o fim dela, significaria a Karin poder buscar pistas de sua família, a partir de pequenos fragmentos de recordações, que ainda mantinha e que foram despertadas, graças a ajuda providencial de Ino, em uma das várias sessões que fez para ajudar a ruiva, a reaver memórias há muito tempo perdidas, acabando por descobrirem, que havia uma chance pequena, de que houvesse sobreviventes, supreendendo agradavelmente a ruiva.

Antes de sair da tenda, a loira se vira, despertando de seus devaneios e se aproximando, languidamente, para beijar intensamente o Sakabatou, que correspondeu a altura e até mais, tornando o beijo intenso em algo possesivo, pressionando o corpo delicado dela contra o seu, com volúpia e voracidade, fazendo o ar faltar a ambos, que se separam, para tomarem ar, principalmente Yamanaka, que ficou ainda levemente desconcertada, frente ao sorriso extremamente malicioso de seu marido e os olhos esmeraldas, que brilhavam intensamente, refletindo o imenso desejo dele, que fora sentido também pelo membro "levemente" animado deste.

Então, toma fôlego, para perguntar algo, antes que acabesse esquecendo.

Gaara fica levemente rigído, ao ver o nervosismo repentino de sua esposa, questionando-se se sua forma de demonstrar o intenso desejo que sentia por ela, fora mal-interpretado pela esposa, mesmo eles já sendo casados há mais de um ano.

Achava que era impressão sua ou algo assim e então, arqueia o cenho, notando que Ino olhava para ele, preocupada, levando a mão delicada para a face máscula do marido, enquanto tentava decifrar seus orbes verdes misteriosos, decidindo perguntar-lhe frente ao seu silêncio incomodo e face impássivel:

- Tudo bem, querido? - Gaara se sentiu culpado, ao ouvir a esposa usar um tom preocupadissímo para com ele.

- Ficou tensa depois do que fiz...

- Era sobre Naruto. Sobre o pedido que fiz em cima de minha avaliação médica junto de Karin. Não só nos duas, mas, a maioria concorda que ele precisa de um afastamento da guerra, por alguns meses, pelo menos, mesmo sabendo que ele é importante. Vi o estado em que se encontra, estafado e estressado, além de sofrer, por carregar o mundo em seus ombros, além dos desejos e anseios de todos. Ele é humano, apesar de tudo, mas, sinto que cada dia mais, ele parece morrer. - fala angustiada, pois, conversara com o loiro várias vezes - a prova, é o que fez aos ninjas... contei a você os casos mais graves.

- Concordo. Quando li seu relatório em conjunto, não fiquei surpreso. Esperava algo assim. Por isso, eu farei pessoalmente, esse assunto ser a primeira pauta da reunião de hoje, por sua urgência, pois, Naruto é poderoso demais e alguém assim, descontrolado, pode se converter em um perigo a todos. Mas, lembre-se. Tirar Naruto da guerra, será complicadissímo, mesmo por pouco tempo.

- Mesmo assim, devemos tentar... já estou mais calma, vendo que foi uma pequena falta de sintonia.

- Aos poucos, corregiremos isso, querida. - fala roucamente, enquanto a olhava intensamente.

Nisso, Ino corre até ele e o beija longamente, acabando por se separarem com rápidos selinhos, enquanto ela saía dali, com ambos se despedindo, com mais um selinho fora da barraca, com ela já tendo em seus braços, as folhas assinadas pelo marido.

Então, odiando o fato de terem que se separar, ambos tomam caminhos diferentes.

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Ao olhar para o lado, após sair da tenda, vê Youko sentada, com as caudas em volta de seu corpo, fitando algum ponto a sua frente, distante e visivelmente entristecida.

Aquilo o incomodava e sentia raiva de si mesmo, cerrando os punhos, sabendo ter sido o causador daquela expressão na raposa e possivelmente, novos hematomas. Teria que procurar alguma iryiou-nin para cuidar dos ferimentos dela.

Desfaz o fuuin, com alguns selos e depois, toca de leve o ombro delicado, fazendo-a se sobressai, para depois lançar, inicialmente, um olhar receoso, que gradativamente, transforma-se de ira, com seu semblante irado e um leve rosnado de raiva.

Uzumaki se supreendeu ao ver o olhar receoso, instantes antes. Nunca imaginou que a raposa poderia ficar daquela maneira e isso o machucou e muito, piorado pelo fato dele saber que ela era inocente em muitos aspectos e também, por muitas vezes, parecia agir como uma criança emburrada, sendo algo que a deixava fofa.

Ele fala gentilmente, em um tom que era mais um pedido do que uma ordem:

- Vamos, Youko-chan... tenho que passar no lago para me banhar e depois procurar uma médica para tratar de seus ferimentos - se sentia incomodado a menção de um homem examinando-a e por isso, procuraria alguma mulher, enquanto evitava se lembrar que ele havia somado novos machucados a mesma.

Como o esperado pelo loiro, ela bate na mão dele, recusando ajuda para se levantar, enquanto bufava de raiva e lançava ao mesmo tempo, olhares assasinos ao loiro, que suspira cansado, mas sabendo que não tinha direito nenhum de achar ruim o gesto dela, depois da maneira que a tratou, enquanto a via levantar-se, paras depois a mesma retirar a terra do kimono, batendo no vestido levemente e sacudindo as caudas, para depois bate-las levemente, murmurando enraivecida:

- Que droga! Odeio terra na minha pelagem! Pinica muito! Isso me faz lembrar daquele imbecil do Ichibi no Shukaku! - e rosna frente a uma recordação que a irritava profundamente.

- Você lutou contra Shukaku? - Naruto fica espantado, não imaginando quando fora isso.

- Claro, idiota! - exclama rispidamente - Todos nós brigamos um com o outro, há muito tempo atrás... tenho essa recordação. E mais, saiba que eles se juntaram contra mim após algum tempo! Hachibi no Oshi-Oni, um infeliz que vai com os outros, só se juntou a eles para ir com a maioria... Nibi no Nekomata, foi a única que não tomou partido e ficou neutra, inicialmente, para depois me ajudar contra o desgraçado do Shichibi no Kabutomushi... ele e aquela mania de ficar me humilhando porque podia voar... - nisso rosna - que raiva!

Após se recuperar das revelações de Kyuubi, notando que se ela fosse sacudir a poeira das nove caudas iria demorar muito, ele decide ajudar e pega em uma das caudas belas e elegantes.

Youko sente o toque, que lhe provoca uma corrente elétrica em seu corpo, ao mesmo tempo, que começava a despertar sensações desconcertantes, fazendo o coração dela bater em um ritmo alucinado, enquanto sentia a sua mente nublar, como minutos antes, dentro da tenda, durante a leve briga deles, além de sentir um súbito calor e um leve incomodo abaixo do ventre, sentindo sensações intensas e estranhas a mesma, surgirem abruptamente, enquanto as suas bochechas ficavam coradas.

Por isso, trata de retirar rapidamente sua cauda das mãos dele, enquanto se recuperava gradativamente.

Sabia que por mais que fosse uma sensação estranha à ela, não era ruim.

O contrário, era extremamente agradavél e sua mente imaginou ele afagando suas caudas, passando a estranhamente, se sentir bem frente a essa visão.

De repente, sacudiu a cabeça para os lados, dissipando esse pensamento no minímo absurdo para a mesma, pois, o odiava. Quer dizer, deveria continuar odiando-o e desejando nada menos, que o absoluto mal a ele.

Afinal, continuava como o seu carcereiro, pois, mesmo fora dele, não podiam ficar muito longe um do outro e ele tinha total controle sobre os poderes dela e força, além do choque que provocava, se a tocasse, estando irritado com ela.

Quanto ao choque, ficava em dúvida, se ele sabia ou não.

Pelo menos, inicialmente, ainda mais quando se desculpou por não estar acordado para defende-la e com a roupa, somando ao fato de tomar satisfações com os que lhe agrediram, provocando neles um pouco da dor que sentiu, inclinava para o fato que seu jinchuuriki não sabia.

Porém, depois do episódio da tenda, estava se inclinando ao fato dele saber e isso a assustou e muito, juntamente com o fato do toque dele, drenar suas parcas forças, enfraquecendo-a, acabando por deixa-la a mercêr dele.

Estava muito mais vulneravél ao loiro do que aos demais e não podia deixar de sentir medo do que Naruto poderia fazer, porque a sensação de impotência, a assustava e muito.

Sentindo a tensão dela, não tenta mais pegar as caudas e decide esperar ela retirar a poeria. Odiava ficar esperando, mas, depois do que fez, não sentia-se a vontade para apressa-la.

Notando que a esperava, vê a chance perfeita de se vingar do seu jinchuuriki e propositalmente, demora mais, limpando suas caudas que já estavam limpas, lutando contra a vontade de sorrir marotamente.

Mas, murmura maldições, ao notar ele abrindo os seus olhos, olhando-a de forma censuratória e falando, já ciente de suas intenções:

- Sei que já limpou essa cauda... acredite, não vai me enganar e sei que é uma desforra pelo modo como a tratei mais cedo - suspira cansado - vamos logo... antes que aquele local, fique cheio.

- Idiota! - e cruza os braços, emburrada, virando a face para o outro lado.

- Tajuu Kage Bushin no Jutsu! - nisso, faz surgir centenas de clones ao mesmo tempo.

Quando a raposa viu o número, temeu levemente, pois não esperava nada bom daquilo, considerando que estava irritando-o toda a vez que tinha uma chance e já tinha presenciado ele alterado.

Uzumaki não pode deixar de notar a tensão dela e o olhar receoso para os bushins, desconfiando o porque, acabando por fazê-lo se irritar consigo mesmo, decidindo que precisava tirar as ideias errôneas sobre ele, que surgiu na mente dela, após o tratamento bruto naquela manhã, mesmo sabendo da inocência da mesma.

Nisso, sobre o olhar aturdido dos demais ninjas, os clones se espalham, deslocando-se rapidamente e saindo da área do acampamento.

Ele começa a andar, sabendo que ela seria obrigada a segui-lo e imaginava, como seria a sensação de ser obrigado a ficar com alguém que odiava, não podendo se afastar muito e tendo que segui-lo, mesmo que não quisesse.

No final, chega a conclusão que seria horrivél.

Por isso, decidiu que a trataria o melhor possivél e também porque, se sentia atraída por ela. Tinha plena noção disso, pois, Youko tinha um corpo atraente e era belissíma, mais do que perfeita.

Porém, em gênio, era em muitas situações, insuportavél, embora não pudesse culpa-la, pois mesmo fora do fuuin, era obrigada a segui-lo, acabando por ter uma liberdade reduzida e praticamente, inexistente.

A situação atual dela, não estava muito diferente da anterior, sendo que a única diferença, é que ficava fora dele, podendo ver o mundo como era, em vez de um lugar esmo e isolado em sua mente, além do corpo, que agora era semelhante a de uma humana, embora ela já tivesse dito, em mais de uma ocasião, que odiava aquele corpo.

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Mais uma divulgação XDDDDD

Do meu otouto, Tronos ( Nyah!Fanfiction)

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Ketsueki No Omoide

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Sinopse:

"A guerra acabou, Madara estava caído aos meus pés, e o mundo estava destruído. Não restara mais nada do que eu conhecia, Todos estavam mortos.

Mas então, eu não estava mais num campo de batalha. Estava dentro da minha mente, a raposa rugia na sua sela, e meu pai, o Yondaime Hokage, me olhava profundamente, com um sorriso singelo no rosto.

-Tem algo que você tem que saber agora, Naruto... chegou a hora.

O selo rasgou, e a Kyuubi estava livre. Tudo a minha volta ruiu, memórias antigas passaram a frente dos meus olhos, memórias antigas, de quando o mundo ainda não tinha se formado completamente. Minhas memórias...

Não é possível... Não era possível que eu fosse a própria Kyuubi no Youko!"