Notas da Autora

No Acampamento da Aliança, Ino está tratando de Youko, enquanto Naruto revive em sua mente todos os momentos em que perdeu o controle e toma uma decisão, que o supreenderia demasiadamente no passado...
Enquanto isso, Bee, Hachibi, Tenzou e Gaara, pensam em alguma maneira de ajudar Uzumaki...
Hanabi luta até o fim de suas forças contra Sasuke...
Para piorar, já que "desgraça pouca é bobagem", Kabuto aparece, visivelmente interessado nos olhos dela...
O que será de Hanabi?
E como Kyuubi irá reagir com o Naruto, após despertar no dia seguinte?

Capítulo 19 - Consequências...

Como se sua mente tivesse ficado paralisada em decorrência do amortecimento de seus próprios pensamentos, Youko, obedientemente, deitou-se sem pestanejar, embora ainda se mantivesse parcamente atenta e um pouco tensa, o que era bem visivél.

Ino continuava com movimentos lentos, não deixando de sorrir e olhar gentilmente para a raposa, calmamente a curando, até que obteve êxito em um dos braços e por fim, desfez a atadura, libertando-o.

Youko mexeu o membro e não sentiu dor, notando que Yamanaka se inclinou para curar o outro braço e após alguns minutos, a loira notou que sua paciente adormeceu devido ao esgotamento pela tensão que passou desde que acordou de manhã e pelos medicamentos que administrou nela.

Ela sorriu ao olhar a face serena da raposa, que aparentava um ar meigo. Algo não esperado de uma bijuu centenária e famosa na história pela destruição que causou e seu poder destrutivo.

Após meia hora, ela conseguiu curar todos os ferimentos e hematomas. Os braços estavam normais e a raposa continuava dormindo, agora numa posição praticamente fetal, abraçando uma de suas caudas e comprimindo-a rente ao rosto, enquanto as outras a rodeavam, com Ino a observando meigamente.

– Ela já está bem? - o loiro pergunta preocupado, fechando os pergaminhos que lera e anotara algumas coisas, selando todos em cima do movél com selos complexos, formando uma barreira transparente em volta deles.

– Ee ( Sim, claro, em japonês). Tanto os hematomas antigos, quanto os novos e as fraturas causadas pela pressão excessiva em cima do osso e movimentos bruscos... tivemos sorte de não ter lesionado os tecidos adjacentes como músculos ou tendões, pois, se tivesse acontecido isso, ela teria que ser encaminhada a uma cirurgia de chakra, que não seria possivél em sua tenda. Teve sorte de ter sido lesionado apenas o tecido ósseo e que a medula óssea não foi seccionada... Agora, se ela fosse, as coisas seriam bem piores.

Ele ouvia com atenção, olhando tristemente para a raposa e revendo as cenas em sua mente, assim como ficara a manhã inteira, sentindo a dor e pesar contorcerem o seu coração, fora a imensa vergonha que o tomava.

Ainda olhando para a biju, Ino fala:

– Você precisa tomar cuidado com a sua força... Uma hora, poderá acabar machucando-a ainda mais gravemente. Afinal, está muito mais forte do que ela e quebrou o osso, apenas com a pressão de sua mão, como se fosse graveto... - nisso, a face dela fica séria e aponta o dedo em riste, ameaçadoramente para o loiro que recua ao ver a feição de raiva dela - Se souber que a machucou ou fez a Kyuu-chan chorar, eu juro que irá se arrepender amargamente, entendeu, Uzumaki Naruto?

– Hai! - ele exclama nervoso - Kyuu-chan?

Passado o pavor, após se recuperar, ele arqueia o cenho frente ao apelido de Ino para a Kyuubi e vê as feições dela mudarem, retornando a olhar gentilmente para a raposa:

– Eu sempre adorei raposas, lobos e gatos, sabe? E acho a Kyuu-chan tão fofinha, ainda mais quando dorme... adorei as orelhas e as caudas... Ela fica tão kawai... O que posso dizer, me simpatizei por ela e não consigo mais vê-la como uma bijuu sanguinária.

Naruto fica feliz ao ver que Yamanaka mudou os seus conceitos e agora via Youko com bons olhos. Então, pergunta, ainda curioso:

– Por que Kyuu-chan e não Youko-chan?

– Ora... Kyuu-chan é mais fofo... - e sorri - Youko-chan também é... mas, acho Kyuu-chan mais e fica bem informal, bem mais de como a chama... Além disso, Kyuu-chan combina bem com a aparência kawai dela.

Naruto revira os olhos, pois não esperava essa explicação.

Após alguns minutos, ela pergunta em um tom mais de confirmação que interrogação:

– Os ferimentos dela tem a ver com os shinobis, no total de 40 que recebemos com ferimentos severos causados por você, né? - a pergunta soou mais como confirmação que indagação.

– Tem... eles foram os que feriram Youko-chan... me controlei para eles não ficarem inválidos, no caso, os Kage Bushins que mandei...

– De fato, fora alguns ferimentos bem severos, eles se recuperaram sem sequelas... assim, funcionais, pois alguns terão marcas para sempre no rosto...

– Eu sei... e o pior é que ao fazer mal à Youko-chan como eles fizeram, faz eu me sentir como um hipócrita, além de um verme e um covarde por agredir alguém sem chances nenhuma de defesa... Eu queria socar a mim mesmo por isso.

O loiro tornou a desabar na cadeira, curvando o dorso para a frente, enquanto passava as mãos nos cabelos de maneira frenética, inspirando profundamente, controlando as lágrimas que queriam transbordar de seus olhos, enquanto Ino olhava condoída para ele, colocando sua mão fechada na frente do peito.

A guerra havia durado três anos e mesmo vencendo Madara, ela não terminara, pois, havia outros lá fora, que precisavam ser detidos.

Sabia que o sennin estava exausto, assim como ela e qual era o motivo daquilo tudo, que era a guerra. A guerra que perdurava anos e parecia não ter data para terminar definitivamente, embora tivesse data de início.

Esses anos de treinamento e batalhas, minavam ambos gradativamente, fazendo-a compreender o porque da irritabilidade dele e muitas vezes, descontrole do mesmo, fazendo-a preocupar-se pelo estado de seu amigo, que parecia a beira do auto-controle e que Youko com certeza, não ajudava, pois devia ficar provocando-o direto.

Bem, era uma suposição, mas, achava que tinha lógica frente aos ferimentos e o desespero pelo que fez à raposa, pois, Naruto com o seu coração nobre, não era capaz de ferir pessoas assim, ainda mais uma mulher que não podia fazer nada e atualmente era bem mais fraca do que ele, não tendo nem sequer comparação.

Havia decidido conversar com Tsunade e os Kages, urgentemente, pois estava reconhecendo os sintomas de extress por fadiga, não sendo indicado alguém poderoso como ele, ter algo assim, pois poderia trazer consequências desastrosas com base no que vira nesses anos tratando de shinobis que chegaram ao seu limite e tiveram que ser afastados, muitos ficando doentes por causa de seu lado psiquíco conturbado.

Apesar do sannin ter uma boa resistência e vitalidade, não era incúlime, permitindo-a ver os sinais iniciais e o esgotamento gradativo do loiro, que precisava urgentemente ser afastado da guerra, ao menos por algum período, pois com certeza não aceitaria ficar longe por muito tempo.

Assim como faziam com os soldados que eram remanejados a Vila da Aliança e ora a guerra, ficando pouco tempo em cada lugar, revezando-se constantemente.

Então, senta ao lado de Naruto e começa a afagar os cabelos loiros dele para acalma-lo, sentindo pena do estado do shinobi tido como o mais forte do mundo, mas, que estava sendo minado por situações pesarosas.

Enquanto aplacava a dor do loiro, ela se perdia em recordações de Haruno e na dor de saber que ela traira os seus amigos, condenando muitos a morte.

Por mais que pensasse, não conseguia achar uma resposta completamente satisfatória para seus atos frios, que não condiziam com a Sakura que conhecera quando criança e aquela que conviveu, mesmo entre brigas e discussões.

Mesmo considerando a obsessão dela por Uchiha, fazer aquilo com frieza, inclusive, sendo uma das que atacou juntamente com Sasuke o acampamento, soava como surreal.

Se alguém a anos atrás falasse que ela faria algo assim, meteria um soco nessa pessoa e iria chama-la de louca, pois seria um absurdo algo assim.

Mas, sabia que mesmo que soasse como rídiculo, um despautério e praticamente uma calúnia, era a mais pura verdade e confirmava o fato que na guerra, as pessoas mudavam. Umas para melhor, outras para pior, como no caso de Sakura.

Relembrando as cenas vividas no ataque, sabia que escapou por um triz, pois estava longe do centro do acampamento médico, no caso, mais na ponta, sendo tratada de um ferimento e soube depois que Karin salvou outros, avisando da aproximação e sendo seguida por aqueles que não tinham preconceito para com a sua pessoa.

Em vista disso, não pôde deixar de abafar um riso amargo, para o quanto o destino era irônico e adorava pregar peças.

Ino não era completamente uma ninja médica, embora tivesse recebido treinamento para usar o sousen no jutsu e como todo o Anbu, conhecia minunciosamente o corpo humano, já que o iryou-nin era tido como uma classe pertencente a Anbu, além de recentemente dominar a técnica de liberar o chakra nos punhos e pés de uma só vez, como Sakura, Shizune e Tsunade faziam, embora houvesse uma margem consideravél de diferença, pois seu controle do chakra corporal não era tão refinado quanto o de Sakura, que superava inclusive a da Senju.

Porém, seu controle de chakra era mais preciso e refinado, quando era mais direcionado para a mente, no caso, para o cérebro, possuíndo um domínio excelente no controle do fluxo de chakra na parte superior do corpo, a cabeça, por ser uma Yamanaka e também por consequência, com o uso de uma espécie de ampliador mental, podia falar a muitas pessoas via mente, assim como, invadi-las também.

Ou seja, controlava o sistema nervoso central e que por sua vez, vertia tal controle, indiretamente as outras partes do corpo se assim quisesse. Tanto, que originalmente fazia parte da equipe de interrogatório, no caso, da divisão que invadia as mentes dos inimigos para arrancar o máximo possivél de informações, como o seu pai fazia e que a ensinou.

Então, desperta das recordações e passa a acariciar a cabeça de Naruto, carinhosamente, tentando conforta-lo.

Porque, de todos, era ele que carregava o fardo mais opressor, pois carregava o mundo em seus ombros e era aquele em que todos depositavam as suas esperanças e sonhos, acabando por se tornar um fardo pesaroso conforme os anos de batalha e que era ampliando pelo pesar da traição de seu amor de infância e do qual ele fez tudo, para no final sofrer uma apunhalada cruel em seu coração, enquanto este era pisado em seus sentimentos.

Em contra-partida, se amargurava de sua benevolência e olhar cego para a mesma, que foi a causadora da morte de seus amigos pela falta de iryo-nins, que foram diminuidos drásticamente depois do ataque ao maior acampamento médico da Aliança.

Ino começa a conversar com ele, para anima-lo, não percebendo um certo ruivo que os fitava na entrada da cabana, com um olhar gélido e praticamente assasino para o loiro.

Yamanaka foi a primeira a perceber e ergueu o rosto, fitando o ruivo com um olhar surpreso e Naruto, que notou o olhar de Ino e voltou o rosto úmido pelas lágrimas para Gaara, que o fitava de maneira assasina, fazendo-o engolir em seco, pois não se acostumou ainda com essa faceta desconhecida para muitos de seus amigos, tão diferente da face praticamente impassivél.

O Kazekage fala com a voz seca:

– Não a encontrei nas tendas médicas e só soube que estava aqui, graças a Tsunade, que encontrei saindo de sua tenda e que me contou aonde você estava. - fala em um tom frio e inquisitor, fazendo com que ambos, Naruto e Ino se sentissem como se estivessem sendo acusados de algo.

Mas, a kunochi, que já estava acostumada com o comportamento de seu esposo tão diferente do habitual que todos conheciam, levanta-se, levemente indignada pelo tom que ele usou, como se estivesse supondo que o estava traindo com o Uzumaki.

Empinou o nariz, enquanto colocava ambas as mãos na cintura, fitando com tanta raiva, que parecia surgir labaredas nos orbes azuis e que faria uma pessoa mais fraca encolher-se:

– Olhe aqui, Kazekage– ele notou que ela usou o título dele, inclusive sublinhando com a voz, algo não comum e que era somente usado, quando ela estava com raiva ou indignada pelo comportamento dele - Naruto-kun me buscou para tratar da Kyuu-chan, que estava gravemente ferida, sabendo que eu seria a única que iria cuidar dela e que também, não seria indicado leva-la para a Ala Médica e você sabe bem o porque que não.

– Youko-san foi ferida? Ela só tinha alguns hematomas - ele olha para a raposa dormindo, notando o Kit médico e a maleta de Ino, onde ela sempre trazia medicamentos básicos, assim como seringas e outros equipos médicos, que colabava o que falava e também sendo notado a ausência de hematomas na raposa, que dormia a sono alto e tranquila, alheia a opressora tensão que se instalara no ambiente.

– A culpa foi minha... Youko-chan me provocou e eu me descontrolei... duas vezes... - o loiro fala em um tom triste, cabisbaixo - não consegui pensar em mais ninguém além de Ino-chan e sabe como a Baa-chan odeia a Youko-chan... Mesmo implorando, duvido que ela fosse tratar dela e se bobiar, poderia até maltrata-la apenas por raiva... Por isso, não confio nela para cuidar de Youko-chan... Claro, havia a Karin-san e ela era a minha próxima opção.

Ele fala pesaroso, recordando-se também do quanto o ruivo era possesivo e ciumento com Ino, na mesma proporção que ela era para com ele.

Enquanto Gaara queria usar o Sabaku Sousou ( Funeral do deserto) com o rapaz, Ino colava nele, o abraçando e mostrando com beijos e carícias, além de um olhar altivo e seguro, quem era a dona dele e vice-versa, não com palavras e sim com gestos.

Mesmo o cíumes dele, que o tornava um tanto agressivo, não era empecilho, pois ambos se entendiam muito bem, mesmo quando brigavam por algo, afinal, era algo típico de casais e todos tinham algum defeito. Outros mais e outros menos, mas o amor de ambos era fortalecido diariamente, mesmo que tivessem que sobrepuljar as entépires daquela guerra, enfrentando juntos a dor e o sofrimento, apoiando-se mutuamente, um dando forças ao outro para superar as adversidades que surgiam.

– Após curar as duas fraturas nos braços de Kyuu-chan, cuidei de um corte na nuca e dos hematomas no corpo, estava consolando o Naruto-kun, que como pode ver está deprimido, culpando-se de seus atos para com ela... estava tentando anima-lo. Note o aspecto dele... ele não esta fingindo... está entristecido consigo mesmo. Sabe como el conheçe há bastante tempo... deve saber o quanto ele está sofrendo. - fala em um tom indignado, com as mãos na cintura.

O ruivo nada fala e se põe a meditar o que ela disse, olhando para o seu amigo e a raposa.

Retorna a olhar para o loiro, que estava com o semblante pesaroso e fala, desfazendo a face assasina, tornando a olha-lo como sempre:

– Entendo, amigo... imagino como deve estar se sentindo.

O loiro fica aliviado em ver que Gaara voltou a sua face costumeira, abandonando a possessividade.

Então, o loiro limitou-se a acenar com a cabeça, antes de olhar para a frente com um olhar perdido, apoiando o seu rosto cansado nas mãos.

Nisso, um ninja surge apressado, entrando bruscamente na tenda e dirigindo-se à Ino:

– Yamanaka-sama, estão chamando-a nas tendas médicas, mais precisamente na sala da senhora, para ajudar alguns iryou-nins com pacientes que apresentam um quadro cliníco grave.

Com a traição de Sakura, Ino subiu ao posto de coordenação de um setor e Shizune comandava um outro, enquanto Karin tinha um designado á ela, contendo alas que eram indicadas para tratamentos mais invasivos e complexos, e que atualmente encontravam-se sobrecarregadas, acabando por ter que transferir os casos com tratamento adiantado e aptos a uma transferência para outros setores e até pequenas alas. Com isso, surgiu mais pacientes para Ino e Shizune, como era o procedimento a ser adotado nesse caso, assim como para outros menores.

– Avise que já estou indo e quero que mande duas equipes de 4 membros me esperando na minha sala e que seja designado as alas de tratamento intensivo da 45 até a 53 e nelas todos os suportes básicos e os avançados de nivél 3.

– Hai! Sumimassen (com licença)!

O ninja sai correndo para cumprir as ordens dela, enquanto a mesma ajeita os seus longos cabelos dourados em um coque no alto da cabeça.

– Tenho que ir... mais tarde eu volto para ver Kyuu-chan... Afinal, é minha paciente e preciso ver a recuperação dela... além de claro, querer vê-la... Cuide dela Naruto-kun. - ela fala sorrindo, se despedindo do amigo.

– Ee (sim, claro), arigatou Ino-chan... - viu o olhar um tanto frio que Gaara lhe dispensou quando ele usou o sufixo "-chan" - quer dizer, Ino-san.

Mudou rapidamente o sufixo, vendo a face do ruivo retornar ao normal, fazendo-o suspirar de alivio.

– Gaara! - nisso, o Kazekage olha surpreso para a sua esposa - Naruto-kun é meu amigo há anos...

Muda o tom após a exclamação, para um doce, enquanto se aproxima sensualmente dele, que observava todo o corpo feminino atentamente, com um brilho malicioso no olhar, atento aos gestos lânguidos, enquanto se aproximava dele, levando as mãos delicadas ao seu torax.

– Vocês ficaram juntos no passado... - tenta falar friamente, fazendo um esforço sobre-humano para não ceder como sempre acontecia aos toques e carícias dela, que sabia como provoca-lo e muito.

Mesmo assim, apreciava a discrição em público.

– De fato, ficamos e fui sincera com você. Mas, apenas "ficamos", não sendo algo sério e forte, como o que sinto por você... - fica pensativa, como se procurasse as palavras corretas - Era algo meramente carnal e descomplicado... Afinal, éramos só amigos - fala em um tom de voz baixo e sedutor, levando os lábios ao pé do ouvido do ruivo, enquanto encostava seu dorso no dele, acariciando os ombros, obrigando-o a "travar" o seu corpo, para não agarra-la ali mesmo, pois ela o estava provocando.

– Eu sei, mas... - ele tintutebeia, com a voz levemente rouca, sedento aos encantos e toques certeiros da loira, que sorri triunfantemente, sabendo como ter o ruivo na palma de suas mãos se assim quisesse.

Entao, leva as mãos a nuca dele, abraçando-o e acariciando o local, encostando ainda mais seus seios no tórax másculo, enquanto depositava leves beijos na curva do pescoço, para depois descer uma das mãos e fazer movimentos circulatórios com o indicador no abdômen dele, em movimento sôsfregos e lânguidos, para depois colar os lábios no ouvido e murmurar algo, enrijecendo o corpo do Sabaku, fazendo-o perder ainda mais o parco controle e o desejo de afasta-la, sendo extinguido por fim de sua mente, que estava nublada frente as sensações que ela despertava nele de maneira intensa e com volúpia.

Ela afasta, mordendo o lábio inferior, vendo os olhos dele cobertos por uma película de desejo e um sorriso extremamente malicioso brotando de seus lábios, enquanto acabava por perder o resquício de seu auto-controle, abraçando-a possesivamente e beijando com volúpia, enquanto esta entreabria os lábios, permitindo que as línguas se tocassem em uma dança erótica, com as mãos sedentas passeando com voracidade por suas costas, em um misto de desespero e luxúria.

Já ele, também agarra as nádegas dela, arrancando um gemido, enquanto ela mordiscava o lóbulo dele, fazendo-o gemer roucamente, descendo os lábios pelo colo acetinado.

Um pigarreio chama a atenção de ambos, fazendo-os se lembrar então que não estavam na Tenda deles e sim, da de um certo loiro que via com um sorriso divertido na face, quase malicioso.

Com isso, os rostos do casal ficam avermelhados, embora Gaara ganhasse no quesito rubor.

– Olha... não me incomodaria se quisessem "curtir" o momento aqui... com prazer saíria para dar privacidade a vocês, afinal, para que servem os amigos, senão para ajudar nos momentos de "diversas" necessidades? - falara curtir e diversas entre sinal de aspas, fazendo o casal corar ainda mais, frente ao sorriso agoro maroto dele, que controlava-se para não rir da situação embaraçosa que ambos se encontravam - Porém, Youko-chan está aqui e ocupando a cama, acabando por eu não poder ajudar os meus amigos em seu momento de maior "necessidade"

Falava necessidade entre aspas também, fazendo Gaara enrubescer-se ainda mais, se já era possivél e Ino olha-lo com o rosto irritado, fuzilando-o com o olhar, enquanto as maçãs do rosto estão vemelhas e se aproximando dele, cujo sorriso divertido tintutebeia, dá um soco forte na cabeça, fazendo-o gemer de dor e falar, enquanto acariciava o local, onde com certeza formaria um "galo":

– Você recebeu treinamento da Baa-chan, né?

– Claro... só percebeu agora?

Quando olha para ela, vê um olhar assasino, que o faz engolir em seco, pois, Ino podia ser mais assustadora que a Tsunade se quisesse e até mais que o marido, que olhava agora para o Naruto com sua feição neutra, mas, pondendo-se notar um olhar de pena para ele, quando levou o soco da loira.

– Se você machucar a Kyuu-chan de novo... - fala ameaçadoramente, torcendo as mãos, enquanto ele olhava pedrificado ela concentrando chakra no punho - Já sabe o que vai acontecer com você, né? Naruto-kun?

Ela termina mudando o tom de ameaça para uma voz meiga e sorrindo. Porém, este sorriso não chegava as suas orelhas e possuía uma aura ameaçadora, que fez o loiro suar frio.

Então, Ino sai, assobiando, enquanto os batimentos cardíacos do loiro voltavam ao normal, lentamente. Já Gaara, foi até ele e quando o loiro se acalmou, falou:

– Precisa liberar a sua frustação, mágoa e raiva da maneira correta.

– Liberar, então? - ele indaga, arqueando o cenho.

Gaara concente e nisso, surge Bee, que entra na tenda.

– Eu e Hacchi concordamos com isso, yeah! Inclusive, estávamos vindo dar opinião disso, yeah! - exclamava alegre com as mão em Hang-loose.

" Iremos ajuda-lo, Naruto."

"Hacchi, é você?"

" Sim, estou falando através de seu chakra. Mesmo com a Kyuubi fora de seu corpo, ainda é um jinchuuriki, além de possuir praticamente todo o chakra dela selado."

" Verdade...

" Gaara concorda, assim como eu e Bee, além de Tenzou, que você precisa liberar tudo que lhe aflige, lhe atormenta, para se sentir melhor."

"Entendo... Dar socos, golpes, liberar chakra em alguma área pré-determinada? É isso que querem dizer, não é?" - pergunta mais em tom de confirmação que interrogação.

"Isso mesmo." - o bijuu fica surpreso com a compreensão do loiro.

De volta a eles, todos ficam surpresos com a dedução dele, por não estarem completamente acostumados com o "novo" Naruto.

– E Youko-chan? Sabem que não posso me afastar dela.

– Hum... verdade. Será que não tem nada que possa ajudar nos pergaminhos de seu clã? Afinal, eram especialistas em selamentos, possuindo até niveís de classificação deles. - Gaara comenta.

– Posso olhar novamente... Quem sabe, tenha passado algo que não vi... Se eu usar clones, irá facilitar as minhas buscas.

– E mesmo que não tenha, eu, Bee-san, Hacchi-san e Tenzou-san, já que vamos precisar da ajuda dele, vamos pensar em algum meio de poder ajuda-lo a resolver esse problema. - o ruivo fala, já saindo da tenda junto de Bee, que se controlava para não fitar a bela raposa, por medo do olhar assasino que o loiro daria se fizesse isso.

Naruto cria clones e todos passam a procurar nos pergaminhos, sem saberem que uma intervenção divina já resolveu o problema com o selo, além de criar outros para ajudar Naruto.

Hanabi estava montada em um imenso lobo castanho com presas pronunciadas, do tamanho de um cavalo e que corria velozmente pela mata, saltando troncos, enquanto eram perseguidos por Sasuke, que invocara uma ave do tamanho de um cavalo que os seguia, desviando das copas, pois era uma área de árvores espaçadas por estarem saindo da mata fechada.

A jovem Hyuuga se lembrava no instante do golpe dele, de ter conseguido invocar Ichi, que era um ótimo saltador entre os lobos.

O escolheu, pois naquela área havia muitos troncos caídos e saltar sobre eles, com maestria, sem perder a velocidade, era a especialidade dele. Porém, já fazia mais de uma hora que corriam e temia que Ichi já estivesse cansado, pois, também, tinha que desviar das bolas de fogo e raios do Uchiha, que continuava fazendo jutsus.

Estranhava, dele não estar usando genjutsu neles e ao se virar, vê que ele sorria, encarando a perseguição como uma brincadeira prazerosa e aquilo a enervava, mas, sabia que não podia fazer nada, pois usara suas últimas forças na invocação e o veneno ainda circulava em seu corpo, obrigando-a a lutar constantemente contra ele, enquanto ficava cada vez mais difícil manter as pálpebras abertas.

O lobo castanho tomava o devido cuidado de seguir por um caminho distante e diferente dos outros lobos, garantindo assim que as chances que os outros fossem receptados pelo inimigo, diminuísse drasticamente.

Sasuke, após algum tempo, fica cansado da perseguição e decide acabar com aquilo, liberando o sharingan e tentando lançar um genjutsu nela, porém, falhando e notando que o lobo encostou com a cauda em Hanabi, liberando um pouco de seu chakra para ela, quebrando o genjutsu, pelo que compreendeu.

Então, tenta lançar no lobo, porém, é Hanabi que quebra o genjutsu.

Isso o irritou inicialmente, mas, depois sorriu e decidiu "brincar", tentando controlar hora um, hora o outro, relaxando e se divertindo, pois estavam longe do Acampamanto da Aliança.

Afinal, para ele, caçar podia ser algo prazeroso e por isso, passa a alternar em lançar o genjutsu, sabendo que em algum momento, um deles falharia, inevitavelmente.

E quem acaba falhando, após mais de 20 minutos é Hanabi, por causa do veneno que começava a vence-la e nisso, não consegue quebrar o genjutsu em Ichi, que é acometido pelo pior pesadelo de sua vida, fazendo-o recobrar de coisas terriveís que passou quando filhote, só que duplicado.

As memórias angustiantes o impedem de conseguir quebrar o genjutsu por si só e cai com intrépido no chão frio, contorcendo-se e ganindo de dor com Hanabi caída perto dele, tentando inultimente se levantar, o que se mostrava uma tarefa impossivél, pois, mal ousava levantar o dorso e os seus músculos protestavam, fazendo-a cair novamente.

Após um longo ganido, Ichi desaparece em uma nuvem de fumaça e então, Sasuke se concentra em Hanabi.

Ergue a sua espada carregada de raiton, cujos raios destroem os arbustros próximos dali, pelo chakra emanado que refulgia em um tom azul, gélido e mortal, enquanto baixava a arma em direção à jovem Anbu.

– Desespere-se verme... Porque não pretendo mata-la rapidamente... Quero me divertir em vê-la gritar de dor... Confesso, que estou curioso para saber quanto tempo você aguenta...

Ela o olhava com um ódio mortal e inumano. Desejava estraçalha-lo e faze-lo engasgar em seu próprio sangue. Odiava-o com a toda a força do seu ser, Sasuke e Sakura. O que mais queria, era tortura-los lentamente, levando-os a loucura antes de mata-los lentamente e com requintes de crueldade.

– Quer me assustar com o seu olhar, verme? - nisso, Uchiha ri, encarando-a como uma piada.

Aquilo faz o ódio dela insuflar gradativamente, fazendo-a odia-lo ainda mais, se já era possivél, enquanto era ampliado esse sentimento pelo estado miseravél em que se encontrava e de seu orgulho Hyuuga ferido.

– Sasuke-kun... Sabe que preciso dos olhos dela. - uma voz simulando um tom como se repreendesse uma criança, ecoa por trás do Uchiha.

Kabuto surge detrás de uma árvore, acariciando a cobra alva por alguns instantes, enquanto surgem vários Zetsus em torno deles.

Porém, Kabuto tem que se desviar rapidamente, enquanto alguns deles são destruídos pelo jutsu raiton dele, proveniente de uma das mãos, enquanto o olhava com um olhar tão gélido quanto o próprio inverno, que fez o cientista temer por sua vida por alguns instantes.

– Desgraçado... Ponha-se no seu lugar... E já disse, sem usar o sufixo "-kun", ou testarei, como é uma cobra frita em eletricidade.

– Ei, ei... relaxa. Pensei que como é agora pai, iria relaxar um pouco. - fala em um tom casual, escondendo com maestria o seu nervosismo, embora podia-se ver uma gota de suor escorrendo pelo seu rosto.

– Quando se tem um lixo como você próximo, irritando, só pela presença, isso se torna uma tarefa impossivél. - Sasuke fala, voltando a olhar para Hanabi, enquanto fazia um amplo movimento com a lâmina, refulgindo ainda mais eletricidade, concentrando-a, enquanto preparava o seu ataque.

– Espere eu extrair os olhos dela primeiro. Vai que você se entusiasma demais e os danifica... Tenho curiosidade em estudar um olho Hyuuga e se possivél, um corpo deles mais atentamente se puder...

– Você tem 1 minuto e não garanto integridade do corpo. - fala cortante, com a costumeira face fria.

Apesar do medo e da impotência, apenas consegue cerrar as mandibulas, tamanha a raiva que sentia, passando a olhar com ódio para Kabuto, que aproximava-se com um sorriso, praticamente insano no rosto.

Porém, antes que conseguisse chegar com as mãos nos orbes perolados, um som corta o ar e Kabuto desvia de uma shuriken feita totalmente de chakra, cuja pressão em volta parecia cortar o próprio ar. Mas, no processo, ele perde dois dedos por não conseguir afasta-los a tempo.

Ao mesmo tempo, ao ouvir o som, Sasuke ativa o sharingan e faz selos rapidamente, após cravar sua espada no chão, ao seu lado, enquanto nuvens negras se acumulam em cima deles.

Ao terminar o selo, grita:

– Kirin!

Uma tempestade de raios irrompe no local, enquanto vários Zetsus Brancos surgem debaixo da terra formando um escudo em volta de Kabuto e Sasuke, recebendo o dano de um Razen Shuriken lançado por um Kage Bushin de Naruto, que avança em seguida, seguindo o rastro do jutsu, gritando, irado:

– Desgraçados!

Enquanto os Zetsus eram destruídos e o clone avançava contra eles, havia notado o jutsu Kirin. Mas, como era um bushin, não se importava, pois, somente estava concentrado em ferir Sasuke para leva-lo a Aliança, para ser julgado e também, arrancarem informações.

Não se vingaria dele, pois, isso não traria os seus amigos de volta e seria se desviar do caminho do Ero-sennin e de quebra, alimentar o ciclo do ódio. Justo o ciclo que ele queria extinguir, se fosse possivél, embora soubesse que não sumiria por completo daquele mundo.

Porém, o clone ouve um gemido de dor e ao se virar, vê Hanabi respirando com dificuldade, quase morta, caída próxima dele e incapaz de fugir.

Desesperado, dá meia-volta para salva-la e nisso, Sasuke e Kabuto aproveitam para fugir, enquanto os Zetsus ainda caíam em pedaços pelo campo, atingidos anteriormente pelo Razen Shuriken lançado pelo Kage Bushin no modo sennin.

No instante em que o clone pega no pulso dela, as nuvens descarregam a enunciada tormenta de relâmpagos mortais acima dos dois. Hanabi nada via, por estar semi-inconsciente, somente ouvindo os sons dos relâmpagos rugindo, antes da escuridão envolve-la por completo e o silêncio reinar absoluto.

Depois de Ino sair da tenda dele e antes dele sair com Gaara e os demais, o Kage Bushin dele que carregava Hanabi se desfez, quando a entregou ao iryounins e nisso, recebeu toda a informação do clone, até da luta contra Sasuke e Kabuto, que não se seguiu, pois ambos fugiram covardemente.

Graças a isso, ele avisou aos seus amigos e a loira, além de decidir visitar a ala que Hanabi foi levada, enquanto Gaara iria falar a Hokage e aos outros, pois, antes de sair, Naruto informou o seu plano com os Bushins e solicitou uma reunião no dia seguinte com os Kages.

O Kazekage se prontificou a conversar com os demais e como Hanabi trouxe novas informações, ele tentaria adiar a reunião.

Amanhece na tenda e Youko continuava dormindo, agora numa posição praticamente fetal, abraçando uma de suas caudas e comprimindo-a rente ao rosto, enquanto as outras a rodeavam.

Naruto havia achado muito fofa a posição e ficou velando o sono dela a noite toda, com a febre cedendo graças as infusões de Ino, que havia voltado de madrugada para ver a sua paciente e anotar as melhoras no quado dela, fora, dar mais orientações, trazendo vitaminas e nutrientes que Uzumaki deveria dar, ensinando-o como fazer.

Também, aproveitou, para saber notícias do estado de saúde de Hanabi e foi tranquilizado, pois ela estava com um quadro cliníco estavél, que somente demandava uma atenção básica e que por isso, tinha grandes chances de se recuperar por completo e que as informações dos venenos, estavam sendo analisados por Karin e que a ruiva afirmou à ela, que demoraria alguns dias até a análise completa, juntamente com outros ninjas cientistas que formavam a equipe dela.

Ele se levanta sabendo que em breve, receberia informações de seu clones, pois, iriam se desfazer, conforme o dia planejado para isso.

Saiu brevemente da Tenda para fitar o céu tingido em tons alaranjados, se recordando do que Ino explicou sobre o descontrole dele a nivél emocional e que era o sintoma clássico de stress por fadiga mental.

Confessava que havia ficado abalado com a informação, ainda mais frente a perspectiva, de que com o tempo agravaria, sem contar que era extremamente perigoso.

Afinal, alguém tão poderoso quanto ele, ter algo assim, poderia trazer consequências desastrosas. O informou também, que já acompanhou ninjas com esse diagnóstico e que tiveram que ser afastados, muitos ficando doentes por causa de seu lado psiquíco.

Ao se recordar disso, tornou a olhar para a Kyuubi, se recordando dos danos que causou nela sem se lembrar de como fez, pois, sua mente ficou "branca" nesses instantes.

Sabia, que se tal solução fosse levantada, de se afastar da guerra, ao menos por algum tempo, seria mal recebida, pelo menos, há alguns anos atrás, quando era somente um jovem impulsivo.

Agora, adulto e consciente do perigo que ele representa, até para os seus aliados em momentos de "explosão", concordaria com o afastamente temporário, até porque, alguém assim de nada seria útil em um campo de batalha e que com o tempo, o descontrole poderia acabar causando a morte de alguém, inclusive até de um aliado ou mais.

Tal medida era necessária e concordaria de bom grado com o afastamento.

Tinha feitos planos de visitar os feridos mas, temia por Youko, de como seria recebida e não queria expo-la aos olhares de ódio, após tudo o que ela passou. Por isso, estava pensando em enviar um clone.

Enquanto Youko-chan não despertava, Naruto pensava o quanto era difícil a paz em um mundo daqueles. A verdadeira paz. Se perguntava, se algum dia seria possivél, embora duvidasse. Mesmo assim, decidira continuar com a busca dessa paz para todos, embora soubesse que seu mundo idealizado era surreal.

Mesmo assim, como sempre fazia, nunca desistiria e iria persistir no caminho que aprendeu com o Ero-Sennin, até o final de seus dias. Jurou sobre sua lápide vazia, por não terem o corpo dele, que nunca iria se desviar do caminho que ele lhe ensinou e confiou.

Por isso, tomara a decisão de não se vingar de Sasuke e Sakura, assim como Kabuto, deixando para que a justiça decidisse o destino deles. Vingar-se, com as próprias mãos, era contra tudo o que lhe foi ensinado e ceder a isso, seria desviar-se de seu caminho ninja e ensinamentos de Jiraya.

É despertado de seus pensamentos pela Kyuubi espreguiçando-se e consequentemente, suas nove caudas começando a se mexer, cujos pêlos brilhavam avermelhados com a incidência dos raios solares sobre eles, que entravam de uma pequena fresta.

Viu ela se sentar e esticar os braços, assim como as caudas, que tornam a repousar em cima da cama, enquanto abria os olhos sonolentos, que se arregalaram ao ver o loiro sentado em uma cadeira, a sua frente.

Então, a face de receio se transforma para o de raiva, com a raposa colocando-se de quatro na cama, com as caudas balançando perigosamente, fora os rosnados ensurdecedores, com a mesma mostrando seus caninos proeminentes e garras que pareciam ter crescido nas mãos pequenas e delicadas.

Suspirando, resignado a lidar com os seus erros, levanta-se e se aproxima da cama, vendo Youko recuar conforme se aproximava, sem perder sua aparência agressiva e cujos rosnados, pareciam aumentar em proporção ao seu medo para com ele.

Seguiria as dicas de Ino, de como lidar com a situação atual e que foram passadas à ela por Kiba, já que ele estava junto de sua irmã, ainda se recuperando de alguns ferimentos com Akamaru junto dele, enquanto os Inuzuka´s lidavam com a perda da mãe deles, a matriarca do clã, junto do fiel companheiro dela, Kuromaru.