Notas da Autora
Naruto conta para Jiraya e Fukasaku o seu plano.
O Ero-sennin ajudará o seu neto a compreender os seus sentimentos inquietantes para com a Youko-chan.
Nota: Antes de começarem o capítulo, peço desculpas se a conversa entre Jiraya e Naruto ficou "feminina" demais...
Conversa masculina sobre sentimentos é complicado para se escrever, já que sou uma mulher e por isso, não faço ideia de como dois homens conversariam sobre isso.
Não sei se ficou meio "forçado" e evitei me prender muito ao que os romances tratam, no caso da Lynne Ghahan, que é a única autora de romance/drama que leio, pois é muito fantasiosa as ideias dela, assim como de qualquer outra escritora de romance.
Boa leitura a todos ^ ^
Capítulo 23 - Sentimentos
– Qual a sua ideia?
– Primeiro seria a Baa-chan e segundo o Gaara. O Bee, se conseguimos convencer, nos daria uma ajuda em relação ao Raikage, embora o deixaremos por último.
– Verdade... A Tsunade e o jovem Kazekage são uma excelente escolha.
– Sim e lembre-se que ela tem contrato com as lesmas e isso seria útil para...
Mas, antes que o loiro terminasse, o sapo sennin fala:
– Convence-la. Só precisaremos conversar com as lesmas, principalmente com a Katsuya-chan. Se ela ficar do nosso lado, nos ajudará com a Tsunade-chan.
– Isso mesmo. Jii-chan, teria como conversar com ela? Amanhã, quando o sol nascer, iremos ver a Baa-chan.
– Claro. Vou conversar com ela e explicar tudo. Sayounara, Naruto-chan e Jiraya-chan. - nisso, fazendo um selo some em meio a uma nuvem de fumaça.
– Agora, depois que conseguimos a Tsunade, falaremos com Gaara. Tenho certeza que consigo uma reunião particular com ele. - o loiro fala confiante.
– Mal vejo a hora de rever a Tsunade... - o Sannin comenta com um olhar saudoso.
– Quer me acompanhar num saquê? - o loiro pergunta, levantando-se.
– Claro.
Ele volta da cozinha e coloca garrafas de saquê e copos. Para a raposa, traz uma garrafa de suco natural, pois ela odiou o gosto do saquê.
Youko se serve e toma o suco, enquanto Naruto e Jiraya começam a sorver o saquê que serviram-se, enquanto Uzumaki conta sobre o treinamento senjutsu, a batalha contra Pein e tudo mais o que aconteceu até aquele instante, inclusive, quando conheceu o seu pai, o que ele disse, o treinamento com Bee após domar o poder da Kyuubi com a ajuda de sua mãe e o que ela lhe contou do que aconteceu quando a Kyuubi foi solta e até, quando Youko saiu do selo na luta final contra Madara e como anda a investigação e o que descobriram, com Jiraya acrescentando mais algumas informações que averiguou.
– Estou curioso para ver o seu Modo Sennin e quando usa o poder da Kyuubi-chan.
– Kage Bushin no jutsu! - Nisso, invoca um clone que senta em um canto - Ele vai reunir energia senjutsu, enquanto isso, mostro a minha transformação com o poder da Youko que domei.
Jiraya fica espantado ao ver a transformação e as habilidades que ele ganhou graças a esse poder. Depois, desfaz a transformação e fala que mostrará o senjutsu dali a alguns minutos.
Então, ele estranha Youko não ter se manifestado até aquele momento e ao olhar para ela, vê que ela adormeceu com a cabeça apoiada no sofá.
– Youko-chan parece um anjo dormindo. - Naruto comenta, sorrindo e Jiraya presta atenção no olhar dele para com Kurama.
– Quando dorme, né? Ela parece ter um temperamento bem forte - o velho Sannin comenta.
– Claro. É a Youko-chan. - fala carinhosamente, enquanto faz mais um clone que sobe as escadas, enquanto ele se aproximava do sofá, pegando-a gentilmente no colo.
Ao terminar de subir as escadas, o clone abre a porta e dentro do quarto dela, afasta a colcha e o edredom, enquanto o original se aproximava com a raposa que dormia profundamente e que havia levado uma mão a blusa dele, agarrando o tecido, enquanto comprimia o rosto contra o tórax dele, esfregando lentamente e sorrindo, fazendo o jinchuuriki sorrir também.
Naruto a deita na cama, porém, antes de conseguir se afastar, ela segura mais fortemente na blusa, enquanto murmura um "Naruto" de forma doce que ele adorou. Não imaginava que ela tinha um lado meigo e gentil.
Com dificuldade, consegue soltar a mão dela, enquanto coloca um outro travesseiro nos braços dela e como esperado, o agarra, puxando para o seu rosto e encolhendo as caudas em volta de seu corpo.
Quando se aproxima para cobri-la, ouve ela murmurar novamente "Naruto", que não se controla e aproxima seu rosto do dela, a ponto de sua respiração se chocar com a pele macia e clara. Após alguns segundos, os lábios se tocam e ele dá um selinho nela, para depois afastar um fio sedoso de cabelo da bochecha, enquanto aspirava o perfume da raposa.
A cobrindo até os ombros, se afasta sem deixar de sorrir para ela, enquanto dirigia-se a porta.
– Pelo visto não fizeram amor ainda. Notei o olhar dela quando me aproximei. Ela é completamente inocente. Eu sei identificar uma mulher inocente ou não só pelos trejeitos. Mas, aposto, que sem ser este beijo, já se beijaram mais vezes e até rolou umas carícias mais ousadas, não é?
Naruto desfaz o sorriso enquanto fecha a porta do quarto, mostrando-se levemente aborrecido.
– Não se aborreça se me intrometo. Mas, tenho mais vivência que você e posso ajuda-lo. Sem contar que como é um Uzumaki, precisa de ajuda. Você tem alguém para confiar esses assuntos? Que saiba dar conselhos e tenha bastante experiência?
Naruto arqueia o cenho e após pensar por alguns minutos, decide que Jiraya seria o mais indicado, pois, por mais que fosse pervertido, tinha bastante tempo de vivência.
– Foi um momento de descontrole e eu estava sonolento. Para nosso azar, estava tendo um sonho erótico com a Youko-chan, somado ao fato de eu sempre deseja-la, todo o momento de uma maneira intensa. Não consigo deixar de pensar nela. - comenta cansado.
– Você é apaixonado por ela. Notei como olha para a Youko-chan... Você se apaixonou por sua bijuu! - ele dá tapinhas calorosos nas costas dele, enquanto continua falando orgulhosamente - Ela é linda! Uma beldade! E o melhor de tudo, ela é sua! Muitos homens devem ter inveja de você e confesso que eu sou um deles.
– Acho que o que sinto é apenas um desejo intenso por ela. Afinal, sempre amei a Sakura-chan e o sentimento era diferente do que sinto pela Youko-chan. - fala enquanto descem as escadas para continuar a conversa na sala.
– Era diferente? - o Ero-sennin pergunta, para que Naruto avaliasse a si mesmo enquanto conversavam.
– Quando via a Sakura-chan com o Teme, sentia muito ciúmes e inveja... Porém, notei que atualmente ao pensar nela com ele, não sinto tanto ciúmes... É como se fosse quase um pensamento confortante, pois sei que eles se amam... Acredito que tenha ficado resignado, ainda mais com a traição dela, embora confesse que ainda me doí saber que ela nos traiu, mas, não sinto ódio ou raiva, só pena, pois se a Aliança pega-los, boa coisa não os espera, ainda mais para a Sakura-chan... Estou mais preocupada com ela que com o Teme, pois foi o buraco que ele cavou para si mesmo. Mas, a Sakura-chan foi puxada para esse abismo. É tudo muito confuso e fico dando voltas em minha mente... Notei que fiquei assim, desde a primeira vez que vi a Youko-chan na forma humana e conforme convivemos, cada vez mais torna-se confuso a minha mente.
– Discordo de você, Naruto - sentam no espaçoso sofá e Jiraya bebe mais um gole do saquê - Pense bem... Claro, que os sentimentos para com a Sakura-chan são diferentes em relação à Youko-chan. Aliaís, eu estranharia se fossem parecidos. Peço que analise o que sente ao pensar nelas e inclusive de suas amantes... A primeira coisa que veem a sua mente.
Uzumaki pega seu copo e sove mais um gole de saquê, enquanto ainda o segurando, começa a pensar nelas, meditando para clarear a sua mente e permitir uma auto avaliação de seus sentimentos.
Quando pensava na Youko, a primeira coisa que vinha a sua mente eram os trejeitos dela, o modo como o cabelo longo, ruivo, brilhante e macio balançava quando ela os mexia, as faces dela dormindo e nervosa, a forma dela olhar para ele. Admirou-se que primeiro veio isso a sua mente e não o corpo dela, que foi secundário e se surpreendeu com os sentimentos que lhe tomaram nesse instante.
Ao pensar na Sakura, a primeira coisa que veio a sua mente foram a companhia dela quando criança, deles juntos sentados em um gramado longe dos olhos dos outros, as brincadeiras, os risos e os sorrisos, não pensando em nenhum momento no corpo dela e o sentimento era algo familiar e não intenso como o que sentia pela bijuu.
E quando pensou nas amantes, primeira coisa que veio foram os corpos, as posições lânguidas e o puro desejo de tornar a vê-las. Era algo de caráter puramente sexual, de desejo e libido. Sentia isso por Youko-chan, mas, estava bem em segundo plano, ao contrário de suas dezenas de amantes.
Após algum tempo, vendo que Naruto bebia mais um gole de saquê, Jiraya fala, sorrindo triunfantemente:
– É diferente, não é?
– Sim... Você está certo.
– Quando pensou na Sakura-chan, aposto que pensou nos momentos divertidos ou de conversas com ela, com vocês dois juntos e em nenhum momento veio algo sexual. Era simplesmente conversar, divertir-se... Acredito que por ter tido uma infância solitária, triste e sofrida, o fato de uma criança brincar com você, conversar com você e trata-lo como o ser humano que é, fez você sentir-se próximo dela como se tivesse uma família. Claro, deve ter conseguido outros amigos na Academia ou pelos menos colegas, mas, ela foi marcante e por isso o levou a se confundir em seus sentimentos, pensando que a amava e isso é normal. Você não a ama no sentindo de amantes e sim, você a ama como uma irmã e conforme conviveu com a Youko-chan na forma humana, sua mente começou a perceber as diferenças e isso te deixou confuso, pois a vida inteira você acreditou que a amava. - então ele bebe mais um gole de saquê, enchendo seu copo novamente.
Naruto sorri de lado e desabafa:
– Sentimentos são muito complicados e sempre pensei também que me conhecia... Agora, percebo que não, pelos menos nesse sentido... Nunca parei para analisar meus sentimentos como tenho feito agora e com sua ajuda, Ero-sennin.
– Agora, em relação as outras amantes, pois observei nesses dias você sair com várias, inclusive com a Mizukage, por mais que ela se ocultasse. Estou orgulhoso de você, embora que com um pouco de inveja - e bate fortemente nas costas dele exibindo um sorriso orgulhoso - Seu pai quando solteiro, Minato, tinha algumas, mas, não tantas quanto você... Bem, voltando ao assunto, quando pensou nelas veio primeiro algo sexual, não foi? Algo como um desejo sexual e uma vontade de tê-las novamente, além de que, acredito que com o tempo, só a Youko-chan virá a sua mente.
– Como assim? - o loiro pergunta, confuso.
– Vai chegar um momento, que terá um prazer imenso só com a Youko-chan... O amor é muito forte, sabe? Se ele te "fisga", você não se solta facilmente, é quase impossível. Amor é diferente de paixão, desejo é diferente. Desejo é desejo e depois dele pode surgir a paixão, depois da paixão, pode vim o amor ou não, quanto ao amor, é ele por si só e a paixão torna-se um coadjuvante, assim como o desejo, não sendo essas duas coisas algo principal, pois são somente consequências.
– Bem, confesso que tem muitos momentos que preciso me controlar quando estou com a Youko-chan, embora tem horas que é quase insuportável, por isso julguei que era um desejo muito forte.
– Sim, eu compreendo. Mas, quando pensa nela, quando está longe dela, ela invade sua mente e não no sentido sexual e sim, de ficar junto dela, apreciar a companhia e desejar sempre estar com ela. Quem disse que desejo e paixão não vem atrelado ao amor? O que eu disse, é que o amor possuí uma certa independência, ele por si só e nesse caso, paixão e desejo é secundário. Quem ama sente paixão e o desejo é uma consequência. Aliais, os casais que duram mais tempo unidos e fieis, são aqueles que sempre sentem pelo companheiro a sensação constante de prazer e felicidade, sendo que ambos podem restringir o desejo de trair.
– Entendo... Então o que sinto pela Youko-chan é amor, a Sakura-chan é como uma irmã para mim e pelas outras mulheres simplesmente luxúria?
– Por aí... Peço para que reflita o que nós falamos para que não fique nenhuma dúvida. Precisa ter absoluta certeza de seus sentimentos, usando tudo o que conversamos para uma melhor reflexão, analisando os seus sentimentos ainda mais atentamente agora que eles foram "clareados" e explanados... Só adianto, que você tem o mesmo olhar que Minato tinha para com Kushina, quando o vejo olhando para a Youko-chan... Vi várias vezes esse olhar em seu pai e de imediato, sabia o quanto amava a Kushina, um amor forte e poderoso.
– Verdade? - Naruto pergunta sorrindo.
– Sim. Sempre que Kushina chegava seu pai interrompia o treino e ambos compartilhavam tudo, além de ajudar um ao outro, mutuamente. Era lindo de se ver e confesso, sentia muita inveja de seu pai, que teve a sorte imensa de conhecer Kushina. Eles viveram muito felizes.
– Gostaria de tê-los conhecido mais, só pude ficar com eles por algum tempo, graças aos chakras deles quando precisei... Quando fiquei com eles, desejei que o tempo parasse. - Naruto fala com um sorriso triste.
– Se lembra quando disse que por ser um Uzumaki precisava de ajuda? - ele fala para desviar a tristeza do afilhado.
– Sim, eu lembro - ele fala olhando atentamente para Jiraya, com a face confusa - Por que disse isso, Ero-sennin?
– Simples. Kushina nunca compreendeu o que sentia pelo Minato, quando ambos eram jovens, sabe? Ela vivia lutando contra os sentimentos que sentia quando o via, desde quando se conheceram na Academia Ninja. Minato já compreendia o que sentia por ela, mas, a sua mãe era complicada demais e por isso, Minato somente a observava, muitas vezes escondido para vê-la mexer nos seus cabelos longos e ruivos, vê-la sorri timidamente, os gestos graciosos... Saiba que foi seu pai que a descreveu para mim assim, quando conversávamos. O gênio forte dela o agradava, sabe? Ele não gostava daquelas meninas que não se impunham, que eram submissas. Sua mãe era forte e geniosa e por causa de seu gênio, aliado a sua teimosia, não queria analisar seus sentimentos e evitava deles se manifestarem. Somente quando Minato a salvou e elogiou seu cabelo, ela enfim compreendeu o que sentia e não se viu mais confusa. Seguiu o seu coração e eles se tornaram namorados ainda muito jovens e seguiram-se assim. Noivaram quando eles tinham quinze anos e casaram-se três anos depois... - nisso, bebe mais um gole de saquê.
– Fico feliz em saber mais coisas sobre os meus pais. - Naruto fala sorrindo, extremamente feliz por saber mais coisas sobre como foi o relacionamento de seus pais quando jovens.
– Quero lhe perguntar algo. Como a Youko-chan age quando você volta de seus encontros? Aposto que ela nunca agiu bem, quando você voltava.
Naruto enche seu copo e sorve mais um gole, antes de suspirar cansado e falar, desarrumando os seus cabelos com a mão livre:
– Quando volto, ela fica com uma face depressiva, ficando também irritadiça quando tento conversar com ela, que passa a me agredir verbalmente, além de me virar as costas, demorando alguns dias para tornar a falar comigo sem ser entre os dentes... Quando vejo o olhar dela, eu me sinto um cretino... Mas, tem momentos que torna-se insuportável não poder toca-la e muitas vezes, banhos frios ou me satisfazer sozinho, não é a mesma coisa que me relacionar. Faço isso, para evitar de fazer uma loucura com ela, abusar dela. Abusar, pois ela não sabe sobre sexo e essas coisas, além de que, se explicasse ela provavelmente não entenderia. Ino e Karin conversam com ela várias coisas de mulheres, mas, nunca se aprofundaram em muitas questões... Não quero tratar a Youko como uma amante que me satisfaça sexualmente. Eu me importo com ela e ela é especial, mas, ao mesmo tempo que evito abusar dela, eu a machuco quando saio com outras.
– Olha, quero lhe falar algo. O olhar da Youko-chan quando o vê e o mesmo que Kushina tinha quando jovem, antes de aceitar os sentimentos que sentia pelo seu pai. Ou seja, Youko-chan o ama, mas, tal como sua mãe, que era orgulhosa e geniosa, ela luta contra esse sentimento e não o aceita, preferindo oculta-lo. Ela precisa perceber isso e quando aceitar estes sentimentos, verá o quanto serão felizes... Embora, acredite que não é tão fácil graças ao passado dela, que fui muito sofrido. O que ela precisa é de amor e compreensão. Naruto, você é o único que pode curar o coração dela e que será feito graças ao amor.
– Acredita mesmo que ela me ama? Que possa retribuir os meus sentimentos? - o loiro olha pasmado o Sannin que consente com a cabeça sorrindo.
– Ela só precisa de uma ajuda, assim como você precisou... Mas, eu não seria indicado para isso. Youko-chan precisa de conselhos femininos, pois as mulheres se entendem entre si.
– Posso falar com Ino e Karin sobre isso... Ou devo apenas confessar que amo a Youko-chan? - ele pergunta.
– Aposto que elas já perceberam isso, sabe Naruto? O olhar entre vocês dois é muito claro. É muito evidente e só um cego não veria... Por isso, não precisa. Seja discreto e sutil. Você deverá deixar a Youko-chan "balançar" ainda mais por você. A provoque, não sexualmente, mas, sedutoramente... sabe? Porque as emoções que ela sente, se forem ainda mais intensas, a farão confessar a Ino e Karin, pois com certeza não os compreende e assim, ambas lhe ajudarão.
– É uma boa ideia... Muito obrigado pelos conselhos, Ero-sennin.
– Por nada. Fico feliz em ajudar aquele que considero como um neto.
– Queria pedir um outro favor. - Naruto comenta enquanto bebia mais um gole de saquê.
– Claro que ajudo. O que é?
– Queria saber mais sobre os meus pais. Sabe, como era o dia a dia deles. O que faziam nas horas vagas, como era a vida deles. Só sei o que me contaram e foi pouco.
Nisso, o loiro conta tudo o que soube por eles com os detalhes que se lembrava, enquanto Jiraya o olhava tristemente, pois percebeu que de fato, não tiveram muito tempo para com o filho.
– Vou contar sim.
Ele sorri enquanto Naruto o olha e passa a contar histórias interessantes sobre os pais dele e nisso passam-se horas, até que combinam dele continuar contando no dia seguinte.
Então, ambos se dirigem aos quartos, após Naruto indicar um quarto para o Jiraya.
