As Chamas que escondem o passado.

Resumo: Ele foi parar longe de casa, sem nenhuma mémoria ou qualquer pista de como foi parar lá, mas isso seria um castigo ou uma benção do destino? Ele conseguiria encontrar pistas para seu passado ou ele viveria a sua nova vida?

N/A: Kawa e Mago Merlin entram sorrateiramente "É NOSSO.. TUDO NOSSO.. TUDO... TUDO MESMO É NOSSO..."

Cena Censurada.

-"Desculpem pessoal... Houve certos problemas tecnicos e agora é a mensagem certa... O que vocês estavam dizendo mesmo meninos? " -Jewel pergunta com uma taco de baseball na mão.

-"Esta é uma fic feita por fãs, sem fins lucrativos... Os personagens são do direito da J.K. Rowling... Eles não são nossos... Esta fics é feita puramente para divertimento..." -Kawa e Mago falam quietamente.

-"Muito bem... Bem... Boa Leitura" -Jewel fala ao sentar no trono majestoso enquanto vigia os dois autores.

Capítulo III - Encontro predestinado?

Nos próximos dias, Charles manteve os olhos e ouvidos atentos para qualquer coisa incomum. Ele não sabia de onde surgiram tantas pessoas estranhas, mas ele estava colecionando fotografias e palavras que ele ouvia entre os murmúrios quando todos pensavam que ele escutava seu mp4 que ele mantinha no ouvido para enganar as pessoas.

Haveria uma Copa Mundial de um esporte que ele nunca ouviu falar. Eles falavam sobre vassouras e um estádio bem protegido (de quem?), mas a palavra que era mais usada no meio dessa torrente de informações era Irmãos Weasley.

Ele não sabia o que significava, ele tentou procurar na internet algo sobre Weasley, mas fora um homem na Inglaterra que trabalhava como contador que tinha uma prima que se tornou Weasley, não havia muitas informações na rede sobre os dois irmãos que iriam causar na Copa Mundial.

Isso estava ficando frustrante para Charles, ele compartilhou as suas suspeitas com Vanessa quando ela tinha melhorado da gripe e a mulher parecia curiosa também.

-Resumindo... Pessoas vestindo sobretudos igual ao que você usava começaram a aparecer na cidade... Alguns com túnicas e roupas estranhas... Estão detonando com as casas de penhores com moedas iguais as que você encontrou no seu sobretudo e eles parecem estar se reunindo para uma estranha copa mundial que deve de ser secreta? - No começo Vanessa mandou um olhar como se não acreditando no que o moreno disse, mas vendo as fotos e as moedas que Charles tinha "comprado" ela não poderia deixar de pensar que talvez o moreno tivesse razão em estar suspeito.

Eram coincidências demais acontecendo.

-Eu vou dar uma volta no parque... - Vanessa torce a cara ao pensar no moreno andando sozinho no parque. Não que ela achava que ele correria perigo, ele tinha praticamente formado um exército com os mendigos que ele ajudava e qualquer um que tentasse ameaçar Charles no Central Park era quase espancado pelos moradores de rua, mas ela não gostava que ele fosse lá sozinho, embora ele tivesse ajuda, ela pensava que ali tinha algo que poderia guardar os segredos do moreno e ela não sabia se estava com medo de perder o "irmãozinho" ou o que fosse, mas ela tinha um mau pressentimento sempre que ele ia lá.

Principalmente agora com as pessoas estranhas que surgiram do nada.

Charles caminhava calmamente pelo Central Park e ele nem precisava prestar a atenção para saber que seu destino seria sempre o mesmo.

A borda do lago onde ele saiu.

Ele ficava ali por horas tentando encontrar qualquer vestígio de suas memórias, qualquer evidência ou um fragmento de memória, mas nada vinha na sua mente. Ele sabia que era estupido vir aqui depois de quatro anos sem encontrar absolutamente nada, mas foi naquele ponto que tudo começou, onde literalmente a vida dele começou.

-Quem é você? - ele encara o reflexo no lago com um olhar um tanto chateado. Ele não sabia se era paranoia por causa dos estranhos que surgiam ou algo no ar que o fez se sentir apreensivo, mas tudo o que ele sabia era que alguma coisa estava para acontecer e ele estaria no meio de tudo.

-CHARLIE - ele se vira para ver os mendigos do parque seguindo o Sr Leopoldo que parecia agir como o líder do grupo, mas ao que parecia algo tinha acontecido, pois os olhos do homem mostravam medo sem igual - Tem algo acontecendo Charlie... Algo ruim... - O moreno faz o homem se sentar em um banco ao qual todos se sentam em volta e ouviam o homem atentamente - Pessoas estranhas estão aparecendo no Parque, Charlie... Pessoas muito estranhas... - Charles coloca a mão no ombro do amigo e fala suavemente.

-Me conte o que aconteceu Leo... Mas com calma... - O homem suava fortemente e fala com uma voz hesitante, como se com medo que o homem bondoso não fosse acreditar nele.

-Noite passada... Eu estava... Bebendo... No carvalho... Quando ouvi um som de estalo... Não sei explicar... Parecia como um trovão... Um chicote? Não consigo explicar, Charlie... Mas depois do som eu vi dois homens que não estavam lá antes... - O homem torcia as mãos como se esperando que o homem acreditasse nele - Eles não estavam... Muitas pessoas estranhas estão surgindo do nada e estão saindo do Parque como se não fosse nada... Mas não é só isso... Alguns são... Maus... Muito maus... -Charles encara o homem e então o grupo a sua volta, ele os conhecia e sabia que alguns eram dependentes químicos e alcoólicos, mas por causa da ajuda de Charles. Eles vinham tentando sair das dependências e até mesmo ajudava os outros a sua volta, eles se tornaram uma comunidade forte e tudo por causa de Charles, mas aquela noticia deixou o moreno inquieto - alguns ainda mandaram olhares estranhos para a pequena Emily... Não podemos deixar os homens maus pegaram a Emily... - No mesmo instante Charles ficou atento. Ele conhecia Emily, ela era uma criança pequena de apenas três anos, tinha longos cabelos negros e olhos azuis que pareciam fascinar a todos com sua pureza. Sua mãe tinha sido uma viciada que morreu no parto e eles nunca souberam quem era o pai. Os mendigos não queriam levar a menina para o governo com medo que ela seria jogada em um lar adotivo que não poderia dar atenção para a pequena Emily, Charles tinha se tornado o padrinho não oficial da menina e muitas vezes cogitou levar a menina para morar com ele, mas ele não poderia fazer algo assim sem que Vanessa ou Jasper soubesse, como ele poderia cuidar de uma menina quando ele mesmo não sabia quem ele era?

Mas a notícia que os homens olhavam para Emily fez o moreno ficar com uma carranca forte e então ele retira um maço enorme de um dos bolsos de seu sobretudo e ele se vira para todos.

-Reúna todos e os leve para este hotel - ele oferece um cartão de um hotel adequado e fala - Melissa, a gerente do hotel me conhece... Diga que Charles Arthur Watson mandou vocês e que ele vai passar lá mais tarde para conversar... Ela tem meu número e eu vou atender ela quando ela ligar... Mas eu não quero que vocês estejam no Central Park por estes dias... Não sei o que está acontecendo, mas eu não quero testar o destino e perder meus amigos... Está bem? - todos cabeceiam e começam a recolher as poucas coisas que tinham, Charles caminha para uma casa de papelão onde uma velha senhora cuidava de Emily, ele rapidamente coloca uma máscara de alegria para falar com a pequena menina e a velha senhora que tinha os olhos carrancudos, mas que abria um largo sorriso banguela quando via quem era a visita.

-TIO CHARLIE... - a menina praticamente se joga nos braços do homem que solta uma risada animada.

-Ei... Quem é esta jovem dama? Não pode ser a pequena Emily... Você é grande demais para ser a pequena Emily... - a menina solta uma risadinha ao que ela se abraça ao homem, o moreno se vira para a mulher idosa que sorria para os dois.

-Charlie querido... Isso é uma surpresa maravilhosa... Você vai ficar para o café? - ela começa a retirar uma lata de trás de uma das bolsas que ela carregava e estava para ligar o forno pequeno ao que Charles treme a cabeça enquanto Emily se aninhava em seus braços.

-Eu tenho que pedir um favor Mary... - a mulher encara o homem que fala suavemente - Eu preciso que você e Emily vão para um hotel com os outros... - a mulher abriu a boca ao que Charles eleva uma mão - eu sei que você não gosta de sair de sua casa... Mas você ouviu os rumores de pessoas estranhas, não? Eu não quero que nada aconteça com você e com a Emily... - ambos encaram a pequena menina que dormia nos braços de Charles e a velha senhora parecia murchar diante dos olhos do moreno.

-Faço isso por você querido... Mas eu espero que a tempestade vá embora logo... - Charles apenas cabeceia enquanto ajudava a mulher a recolher suas poucas posses e se despedir de todos que iam para fora do parque ainda se perguntando sobre os estranhos que ali apareciam, Charles esperou um tempo até que os amigos saíram e então começou a andar pelo parque, ele não tinha um destino definido, tudo o que ele queria era confirmar algumas coisas.

Embora muitas pessoas não acreditavam nos mendigos por serem bêbados e viciados, Charles sabia que alguns tinham a mente sã e se eles afirmavam que Leopoldo estava dizendo a verdade, então não tinha sido apenas uma vez que isso aconteceu, então algo estranho estava acontecendo no parque e ele precisava descobrir o que era.

Charles rapidamente coloca o mp4 na orelha e começa a fingir a correr, ele gostava de musicas, mas quando ele entrava no modo investigador, como Vanessa o chamava, ele mantinha o aparelho desligado e ouvia tudo a sua volta.

As pessoas pareciam mostrar suas verdadeiras naturezas quando pensavam que as pessoas não estavam os escutando.

Foi em meia hora de corrida quando ele ouviu a palavra "mágica" que prendeu sua atenção, "Copa Mundial."

Ele fingiu que o sapato tinha desamarrado e se ajoelhou para amarrar enquanto os homens murmuravam entre si.

-Você tem certeza que o governo americano aceitou usarmos o parque como centro de chegada? - um homem de terno fino parecia agitado enquanto o outro parecia usar uma camiseta estranha que o fazia parecer uma enorme abelha barriguda, o abelhão solta uma risada e fala.

-Não tem lugar melhor do que o Central Park... O lugar é amplo e as únicas pessoas que veem as chegadas são bêbados e viciados... Não temos com o que nos preocupar... - O primeiro homem lança um olhar para Charles ao que o homem barrigudo ri - veja o homem ali por exemplo, ele usa aquele aparelho no ouvido e mesmo se eu berrasse na ouvido dele ou aparatasse bem na sua frente, ele não iria nos escutar... E pensar que foi tudo alucinação por causa do sol... Os trouxas são realmente desatentos sobre a gente... - ele solta uma gargalhada ao que o outro homem tentava fazer o abelhão ficar quieto.

Charles sabia que não poderia ficar fingindo demorar tanto para amarrar os sapatos e logo estava correndo novamente, ao que parecia o governo estava atento no que acontecia no Central Park e isso não deixou uma boa impressão para Charles, ele caminha pelas árvores e volta para o lago onde ele saiu e se sentou para pensar, não fazia sentido uma copa misteriosa ser sediada em Nova York e ninguém saber de nada, além disso, as pessoas surgindo do nada, moedas que valem fortunas sendo circuladas no mercado, pessoas chamando as outras de trouxas...

Não fazia sentido algum.

Quase fez Charles se lembrar das teorias alienígenas que Vanessa ria da cara dele.

Mas então como explicar as pessoas estranhas e as informações que ele estava conseguindo?

Ele voltou para a loja e conversou com Vanessa e Jasper sobre o que ele tinha descoberto e sobre a sua "generosa" oferta de abrigar os mendigos na pensão de Melissa ao que Vanessa treme a cabeça e ri do moreno.

-Você sabe que a Mel vai te matar por encher a pensão dela de mendigos não? Mas se for por você eu acho que ela vai fazer um esforço... - Melissa tinha sido uma das "colegas" de faculdade de Charles, ela tinha assim como muitas, sentido uma paixonite por Charles, mas ela parecia aceitar que não haveria nada entre eles e decidiu ser amiga do homem. Muitas vezes quando Charles atendia um cliente que procurava um bom lugar para passar a noite, ele indicava a pensão de Melissa, mas Vanessa sabia que Melissa era perfeccionista e maníaca por limpeza e que iria esfregar a pensão inteira enquanto os "convidados" de Charles estivessem na pensão, mas então os olhos de Vanessa suavizam e ela fala com um tom quieto - Foi por causa da Emily não? - Charles suspira e cabeceia, ele queria nada mais do que trazer a menina para morar com eles, ele sabia que Jasper amaria a menina como uma neta e Vanessa adotaria a menina como tia, mas ele não poderia fazer isso.

Ele não poderia simplesmente colocar uma menina no meio da vida sem rumo como a dele.

-Eu espero que tudo se resolva em breve... Eu... - Nisso o celular de Charles toca e ele atende - Alo? Aqui é Charles Watson... - Nisso uma voz suave fala do outro lado.

-Charles? Aqui é Melissa... Eu acabei de receber os seus... Hóspedes... Eu vou querer uma explicação do porque disso ouviu? Eu vou repassar o orçamento para você... Mas tem uma senhora que está aflita aqui querendo falar com você... - Mas então o telefone faz um som estranho e a voz de Mary surge no telefone.

-Por favor Charles... Encontre a Emily... Ela saiu correndo no meio do trânsito falando que esqueceu algo... Acho que ela voltou ao Central Park... Você precisa achar ela... - No mesmo instante Charles se levanta e sai correndo deixando Vanessa e Jasper preocupados.

O homem não se importava com mais nada, ele tentou usar uma voz calma para consolar a velha senhora Mary e que encontraria Emily logo, mas ele não poderia deixar de se preocupar com a pequena menina sozinha naquele parque. Ela não tinha mais a proteção dos guardiões dela, não haveria ninguém para ajudar ela.

O pânico fez Charles correr ainda mais rápido para dentro do Central Park.

Ele rapidamente corre por entre as árvores em direção do barraco de Mary, ele poderia ouvir vozes agitadas e pessoas estranhas pelo parque, mas ele não dava atenção para isso agora, ele precisava achar a garotinha e rápido.

Ele chegou ao barraco da velha senhora e encontrou tudo vazio a não ser pela boneca de Emily que estava jogada no chão, ele pega a boneca e sai do barraco, mas então ele ouve um grito de dor que parecia preencher completamente o parque e... Pessoas rindo?

Mas ele reconheceu o grito de dor.

Era Leopoldo.

O que ele fazia ali? Ele tinha que ficar com os moradores na pensão de Melissa.

Ele começa a correr em direção dos gritos e encontra uma cena que o deixou perplexo.

Quatro homens vestidos com o mesmo sobretudo apontavam varetas para Leopoldo que se retorcia no chão e eles riam como se fosse uma brincadeira animada, ele poderia ver a pequena Emily atrás de uma estátua em choque e com medo e então o homem da frente parecia rir ainda mais.

-Você sabe... Talvez o governo americano nos pague por nos livrarmos dos lixos deles não? Se bem que por uma diversão assim eu faria de graça... - ele começou a rir e novamente Leopoldo começa a estremecer e a gritar no chão ao que Emily sai correndo para abraçar o velho senhor - Olha só... Temos um brinde... O que faremos com a pequena? - Os homens começam a rir novamente e a gritar sugestões ao que um vulto passa por todos, segura a menina nos seus braços e no mesmo instante que a capa parecia parar de agitar, uma vareta surge na mão da pessoa e uma luz ofuscante vermelha joga o homem para longe de Emily e Leopoldo.

-Weasley... Não pensei que você fosse aparecer antes da reunião... - A mulher retira o capuz e revela uma cascata de cabelos vermelhos que Charles nunca tinha visto na vida, pareciam fios de chamas que foram delicadamente unidos e presos na garota mais bela que ele já tinha visto, ela tinha olhos castanhos que pareciam brilhar com uma raiva sem limites e apontava a vareta para os homens que ainda riam dela.

-Como você ousa tentar atacar uma garotinha assim? Como ousa atacar pessoas de uma nação quando somos convidados? Vocês estão pensando que aqui podem fazer o que quiser só porque na nossa casa o seu mestre foi derrotado e vocês perderam os direitos que tentaram roubar das pessoas? Eu não vou permitir - Todos começam a resmungar sobre os puros-sangues não terem sido derrotados ao que a ruiva apenas fecha a cara e sua vareta parecia soltar fagulhas como se esperando o próximo a atacar.

O "líder" que tinha sido jogado pela estranha luz vermelha de repente se levanta e sorri maliciosamente para a menina.

-Parece que você andou praticando seus feitiços Weasley... Mas ele ainda não passa por couro de dragão - o homem revela o colete que ele usava por baixo da capa -Sabe Weasley... Queríamos que você jogasse para nossa nação e podermos nos orgulhar de sermos ingleses... Mas acho que ainda podemos ganhar sem uma das artilheiras... E veja pessoal... Ainda temos um bônus, duas meninas para nos divertir e um homem para "brincar" - Foi tudo o que Charles poderia ouvir, ele não sabia o que tinha o possuído para fazer aquilo, mas no mesmo instante que ele ouviu o homem falar aquela monstruosidade, ele sentiu uma onda de poder percorrer todo o seu corpo, não era como as outras vezes que ele usou para salvar Vanessa ou a loja, não.

Aquilo era muito mais poderoso, mais controlado, não era apenas energia que saia num surto de adrenalina.

Uma aura de puro poder envolveu o homem que sai por entre as árvores e encara a todos com os olhos verdes em chamas.

-Saiam daqui... - Os homens pareciam surpresos com o novo homem e tentaram disparar luzes estranhas nele, mas Charles não se importava, nem mesmo quando a ruiva gritou para ele se abaixar quando uma luz verde ia o atingir no peito ao qual ele simplesmente pegou a luz com a mão e apagou como se fosse uma chama de vela de aniversário - SUMAM DA MINHA FRENTE... - e todo o caos parecia acontecer.

Ele apenas apontou uma mão para onde os quatro homens estavam e com um rugido uma forte onda de poder sai por todo o corpo de Charles fazendo os homens voarem por todo o parque e baterem em árvores, bancos e um deles foi parar no meio do lago.

Mas enquanto Charles tentava acalmar a sua respiração, ele notou com os olhos largos que os braços estavam em volta de chamas dançantes que ele nunca tinha visto antes, ele tentou apagar para não se queimar, mas as chamas eram apenas mornas e não queimavam sua pele.

Ele lançou um olhar confuso sobre tudo a sua volta, Leopoldo tinha desmaiado, Emily chorava nos braços da mulher ruiva que o encarava com os olhos largos.

Parecia que usar aquele "poder" tinha levado muito de Charles, pois a próxima coisa que ele soube era que a escuridão o envolveu e ele não sabia de mais nada.

Homenagem:

Este capitulo vai pra minha filhota que eu adoro por demais... Espero que você goste do cap meu anjo...

Daniela Soengas.

Saiba que você é uma piquetuxinha importante na minha vida meu anjo... Te adoro por demais lindinha...

Bem... Espero que gostem do cap... até em breve...

Inté.