Oi caro leitores! ;)

Minha primeira fic slash... vamos ver se dou conta! Kkkkkk

Lembre-se de comentá-la!

Obs.: As frases em itálico são pensamentos.

Palavras sublinhadas são muito importantes para a sequencia da história,

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CAPÍTULO 3

Em algum lugar na floresta...

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- Senhora Bellatriz... tem certeza que este é o lugar?

- Tenho... Lancei um feitiço de localização quando Potter aparatou e, apesar de fraco, o sinal vem desta região.

- Então vamos continuar as buscas... – comentou um dos comensais.

- Por onde a senhora deseja que comecemos? – perguntou fazendo uma breve reverência. – pois ao redor estava totalmente escuro, demonstrando não haver casas ocupadas por perto.

- Sabemos que ele não voltou, então deve estar fraco demais para fazer qualquer coisa, vamos fazer dois grupos, aquele que o localizar primeiro, manda uma mensagem... Nos reunimos e atacamos!

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Enquanto isso...

- Harry... "você" é um bruxo?

- Sou.

- Faz um feitiço para mim...

Embora continuasse sussurrando as palavras, Draco sentia a pulsação acelerar gradativamente a cada revelação ouvida. Vendo que Harry já não conseguiria responder às suas perguntas por muito mais tempo, resolveu insistir tocando o rosto do rapaz.

- Vamos... qualquer coisa... Harry... Harry...

Nesse momento o jovem abriu os olhos, estavam nublados de sono, olhou para as luzes acesas e disse:

- Nox!

Sem acreditar no que seus olhos viam, Draco percebeu que todas as luzes se apagaram, o quarto era iluminado apenas pela luz do luar que fracamente clareava algumas partes do ambiente.

- Por Deus! – foi a única coisa que conseguiu pronunciar.

Silenciosamente, saiu do quarto e foi caminhando como um autômato até a sala, jogando-se em uma poltrona pensativo.

Quando aplicou a injeção, realmente era seu objetivo conseguir o máximo de informações possíveis sobre o garoto, já que conscientemente ele estava traumatizado e não se lembrava de nada. Ele ficaria sonolento e responderia a algumas perguntas antes de apagar totalmente, sem se lembrar do que fizera. Mas... em momento algum iria supor algo como o que acabara de acontecer.

"Ele é um bruxo? E isso existe?"

"Claro que existe seu burro! Não viu o que aconteceu com as luzes? A casa inteira esta no maior breu!." - Se deu conta que todas as luzes estavam realmente apagadas. Mas com tanta coisa para pensar... nem se incomodou em acendê-las.

Só então percebeu que não era a sua casa que estava escura por falta de luz... eram todas as casas próxima à sua, havia cerca de 5 propriedades no total, o que garantia a privacidade de todos os ocupantes, embora que na temporada de chuva, apenas uma estava habitada: a sua!

Ouviu o sinal do celular... e após alguns segundos, o localizou em uma mesinha na cozinha.

- Malfoyfalando.

- Sr. Malfoy... finalmente, como o senhor está?

- Sr. Croise... está... tudo bem...

- A ponte foi interditada, se quiser, um helicóptero pode ir aí amanhã para resgatá-lo.

- NÃO!

- Hã?

- Quero dizer... não há necessidade, finalmente tenho a paz que desejava, sem minguém me incomodando... a última coisa que quero é voltar para a cidade... Nós estamos muito bem aqui!

- Nós?

- Err... Eu e Husty estamos muito bem aqui...

- O senhor tem certeza? E se acontecer algo e precisar de ajuda?

- Com este tempo, nem estou saindo de casa... não se preocupe ok? Qualquer coisa eu ligo... era só isso?

- Sim senhor... se sua mãe ligar...

- Hummm... diga a ela que não me viu... eu liguei e avisei que ia ... ia ficar com uns amigos na... na Bulgária... isso... Bulgária... assim ela também me deixa em paz.

- Muito bem Senhor Molfoy...

- Ótimo, se era apenas isso, tenha uma boa noite então!

Sem estender muito a conversa, eles pararam de falar e Draco ficou com uma sensação de alívio... finalmente poderia descobrir mais algumas coisas sobre seu estranho paciente.

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Harry acordou com um estranha sensação de moleza... seu corpo não respondia corretamente aos seus comando, era como se estivesse bêbado... tentou se acomodar melhor na cama e sentiu um peso ao seu lado.

Virando-se lentamente, observou que sua "companheira" de cama era uma cachorra muito linda... com os pêlos estremamente brancos e brilhantes.

- Ei garota... o que faz aqui heim?

O animal apenas se acomodou melhor, deu uma pequena lambida em sua bochecha, demonstrando carinho. Estava tudo escuro, percebeu que ainda era de madrugada, tentou se levantar... mas tudo rodou.

- Por Merlin... o que está acontecendo...

Mal terminou de formular o pensamento e voltou a dormir...

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Draco finalmente tomou coragem e voltou ao quarto de Harry, afinal, tinha que fingir que nada tinha acontecido.

"Tudo normal ter um "bruxo" em casa."

"Será que ele realmente era de confiança?"

Qualquer dúvida sumiu ao entrar e ver Husty deitada ao lado do jovem, isso NUNCA tinha acontecido antes!

- Ei... que folga é essa? Como você veio parar aqui?

- Desça daí... vamos...

Ao ouvir a ordem de seu dono, graciosamente Husty desceu da cama, mas deitou a cabeça bem perto de onde estava a mão de Harry.

- Você gosta dele é? Hummmm...

Draco não pode deixar de sentir um pouco de ciúmes ao ver como sua cadela estava envolvida com o rapaz

"Ela nunca agiu assim com ninguém... enfim, ele "deve" ser de confiança... caso contrário,Husty já teria feito farrapos dele.. certo?!" – pensava enquanto acariciava a cabeça do seu animal de estimação.

Enquanto pensava, foi observando seu paciente, a recuperação estava indo muito bem, sem febre ou qualquer outra alteração.

- Hummm... minha cabeça...

- Bom dia Harry! – tentou manter o tom profissional na voz, mas ao mergulhar naquelas esmeraldas... foi muito difícil evitar que naufragasse.

- O que.. o que aconteceu ontem?

- Me desculpe, eu deveria ter avisado... a injeção o deixaria sonolento, e você poderia ter uma noite melhor de sono, evitando qualquer movimentação, sua recuperação será muito mais rápida.

- Ah... certo. – respondeu sem convicção, tentando sentar-se na cama.

- Tudo bem?

- Uhum... só uma sensação estranha, mas tudo bem.

- Então vamos tomar o café da manhã?

Quando Harry ia responder, foi interrompido pelos latidos furiosos de Husty, que havia descido sem que percebecem.

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