Capítulo VII

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Gina se aproveitou de cada minuto com a família, naquela noite eles tinham novamente se reunido em um jantar, ela se sentiu feliz por ter a oportunidade de se despedir de cada um com calma, prometendo que passaria uma quantidade maior de tempo ao retornar da sua missão no Egito. Tal desculpa havia sido inventada por Kingsley e Rony, e para isso o plano era que no dia seguinte ela e Jéssica partissem e se hospedassem em um hotel trouxa enquanto Harry somente partiria em missão no dia subsequente. Em um momento Rony fingiu deixar escapar que a missão dele seria em Portugal. Como não era segredo que se odiavam, ninguém da família suspeitou de nada.

Seguindo o instinto protetor, os irmãos mais velhos da ruiva tentaram arrancar informações sobre a missão dela, coisa que recusou prontamente. Sabia que eles apenas estavam querendo protegê-la, mas não pode deixar de sentir aliviada quando o pai pediu para que a deixassem em paz.

A ruiva até tentou dormir, mas não conseguia tirar da cabeça que em breve estaria encurralada na mesma casa com Potter. Imagens deles abraçados, se beijando, compartilhando momentos juntos lhe vinham a mente. Deu um leve gemido em lamento, com certeza seria a pior missão que enfrentaria.

Como não conseguia dormir, tentou decorar os nomes das pessoas da quadrilha que iria fazer parte. Não poderia se dar ao luxo de errar os nomes. Enquanto lia, Gina teve que admitir que os relatórios foram preparados cuidadosamente, e isto só poderia ser obra da morena que a apresentaram dois dias atrás.

Quando Jéssica acordou Gina ainda estava imersa na leitura, coisa que lhe rendeu uma grande bronca da americana. Como não era o dia de sorte dela, naquele momento Molly Weasley passava no corredor e ao entreouvir a conversa foi fazer coro com a loira.

Sem alternativa, se viu obrigada pela mãe e suposta melhor amiga a descansar até a hora do almoço. Afinal partiriam apenas as 14:30 hrs.

Quando acordou encontrou as malas arrumadas, desceu e teve um agradável almoço com Molly. A parte mais difícil para ela foi a despedida, a matriarca a abraçou fortemente e com lágrimas lhe pediu para ter cuidado.

-Mãe, eu tenho que ir. -Falou a ruiva com a voz embargada.

Molly apenas balançou a cabeça e deu dois passos para trás, tentando secas com as costas das mãos as lágrimas que escorriam livremente por sua face.

Gina se aproximou e secou algumas lágrimas dela, em seguida lhe beijou com ternura a fronte.

-Eu prometo vir lhe visitar mais vezes. –Ela falou pegando as mãos frias da mãe. -Desculpe por ter sido tão ausente.

Novamente voltaram a se abraçar, Jéssica emocionada se sentiu uma intrusa naquele momento de mãe e filha.

...

O ministério estava praticamente deserto, se não fosse por pessoas que, assim como ele, tentavam adiantar o trabalho do dia seguinte.

Olhou os papéis a sua frente com desanimo, às vezes se pegava pensando por que havia aceitado ser chefe dos aurores? Era um emprego totalmente burocrático e ele nunca foi do tipo de pessoa que ficava atrás de uma escrivaninha enquanto os outros trabalhavam duro para ele ganhar a fama, na verdade sempre havia odiado isso em seu pai.

No meio de um monte de relatórios e de sua agenda de compromissos encontrou a carta da namorada. Há quanto tempo ela havia viajado mesmo? O calendário lhe informava que haviam passado apenas três dias e meio da sua partida, mas seu coração sentia tanta falta que parecia uma eternidade. Releu novamente a carta tentando imaginá-la escrevendo para ele.

Seus pensamentos foram interrompidos por batidas na porta, ergueu as sobrancelhas em desconfiança. Quem seria à uma hora dessas? Pegou a varinha e caminhou lentamente até a porta, mas logo se deu na tolice que fazia pois ninguém que quisesse atacá-lo iria bater na porta antes.

Abriu a porta e se deparou com a imagem de seu pai, o Excelentíssimo Ministro.

-Pai? –Chamou confuso, ele olhava para dentro da sala.

-Será que posso entrar? –Pediu o homem no que Adrian estranhou.

Afastou-se para dando espaço para ele entrar na sua sala, quando fechou a porta e o encarou não pode deixar de expressar preocupação. Seu pai nunca foi de ficar até tarde no Ministério a menos que estivesse em alguma comemoração, também havia o fato dele ter sido extremamente cuidadoso ao bater na porta e além disso pediu licença para entrar, desde que se tornou o Ministro Brian Hart nunca mais viu o pai pedir licença ou ter qualquer outro gesto de educação com alguém menos "poderoso" que ele.

-O que faz aqui, pai? -Perguntou indo sentar-se atrás da mesa.

-Trabalhando, afinal os Ministros também trabalham. –Comentou tentando descontrair, o que foi em vão já que Adrian continuou o encarando preocupado. –Ora, posso saber por que esta cara de preocupação?

-Aconteceu algo com o senhor que não estou sabendo?

O velho homem revirou os olhos.

-Por acaso, precisa que algo me aconteça para vir visitar meu filho?

-Quer que eu diga a verdade? –Perguntou o olhando seriamente.

Agora o homem bufou visivelmente irritado com a ousadia do filho.

-Se lhe incomodo é só dizer que irei embora. –Disse se levantando e indo em direção a porta.

Levantou-se e foi na direção do pai, segurou seu braço o impedindo de prosseguir.

Algo estava estranho nele, sabia disso, por mais que não tivesse muita convivência com ele, ainda assim, o conhecia como ninguém um dia poderia conhecê-lo. Era evidente que tinham suas diferenças, pois Brian era orgulhoso e autoritário enquanto Adrian era impaciente e possuía um grande senso critico e justo. Mas Adrian tinha consciência que mesmo entre muito mais erros do que acertos seu pai de alguma forma esteve por perto, mesmo que na maior parte das vezes fosse para gritar com ele. Não havia explicação que pudesse usar, além que por traz de toda a frieza e coisas mal resolvidas, existia o amor que apenas um pai poderia ter por um filho, e vice-versa.

-Há algo acontecendo com você e não vou deixá-lo sair daqui até que me diga. –Falou Adrian firmemente. - Eu quero ajudá-lo, pai.

-Vá trocar suas fraudas antes seu moleque. -Falou Brian tenso. -Onde já se viu achar que pode me impedir de fazer algo.

Brian Hart finalmente havia voltado a ser o que era antes, seu semblante expressava superioridade com um misto de contrariedade e seu olhar permanecia duro.

-O senhor não irá fazer com que eu mude de assunto por uma besteira dessas! –Advertiu Adrian, no que o Ministro puxou seu braço de maneira brusca. –Diga-me o que venho fazer aqui em minha sala?

-Vim lhe perguntar sobre a missão com a Inglaterra, como anda as coisas? –Perguntou tentando dar descaso em sua voz.

O que ele tanto queria saber sobre este caso? Nunca havia se interessado sobre nada disso até que a Inglaterra havia lhe mandado aquele pedido de confraternização, depois disso ele havia começado a se interessar estranhamente por tudo que envolvia a missão. Agora só faltava descobrir o porquê disso? Porém teria que ser da maneira mais difícil já que seu pai nunca lhe contaria nada.

-Ultimamente tem grande interesse sobre as missões, ou melhor, sobre essa missão em especial. Será que poderia me dizer o porquê disto agora?

O ministro pareceu pensar por alguns segundos, para logo depois colocar um sorriso cínico no rosto e responder calmamente.

-Simplesmente não acredito na capacidade das aurores a qual você confiou essa missão. -Aquilo fez Adrian fazer uma careta de desgosto. -Sempre suspeitei que você não fosse capaz de separar as coisas, mas colocar em risco nossa aliança com a Inglaterra apenas para privilegiar suas amiguinhas é demais. Portanto me vejo na obrigação de me manter informado sobre os avanços dela.

Quem ele pensava que era pra duvidar da capacidade de Jéssica e Gina? Isso sem mencionar que novamente ele demonstrou o quanto duvidava da sua capacidade em particular. Deveria ter se acostumado com isso, mas ao contrário se decepcionava com ele de novo.

Nunca seria capaz de privilegiar nenhuma das duas e muito menos acreditava que uma delas permitisse tal ato. Quando o pai deixaria de ser um grande babaca?

-Acusa-me de não separar as coisas. -Ele começou com a voz gélida. -Porém quem não sabe separá-las é você papai. – aquilo fez os olhos do Ministro se arregalarem. -Como sempre se acha superior aos seus funcionários, mesmo que na maioria das vezes não seja essa a verdade. Só me pergunto quando irá amadurecer e enxergar que passou faz muito tempo da idade de manter rivalidades infantis? Não adianta descontar sua frustração nas duas só porque não gosta da família delas. -Se ergueu da cadeira e apontou para a porta. -Não vou mais permitir que insulte a capacidade das minhas aurores. Por favor, queira se retirar de minha sala Sr. Ministro.

Sem lhe dirigir qualquer palavra, assistiu o pai se erguer da cadeira que ocupava e sair da sala. Maravilha, haviam brigado novamente e ele suspeitava que ele queria lhe dizer algo. Maldição, porque Brian Hart não poderia ser um pai normal.

Dois dias posteriores a pequena missão compartilhada com Ginevra, o moreno se dirigiu até o Ministério com a intenção de descontar toda aquela energia extra no campo de treinamento, geralmente os colegas gostavam de disputar entre si e fazia dois anos que apenas Rony às vezes era capaz de derrotá-lo, influência da noiva dele. Hermione Granger fez o amigo decorar e executar perfeitamente a maioria dos livros na época da academia dos aurores.

Naquele dia encontrou com Vanessa que aproveitou para lhe entregar alguns relatórios novos. Harry ainda se sentia estranho na companhia da ex, principalmente com a situação inesperada que estavam.

Ele poderia não ser o cara mais sensível, mas sabia que ela ainda guardava sentimentos com relação a ele. Porém era incrível a força que fazia para não demonstrar.

Espalhou os relatórios em sua mesa de jantar e fixou o olhar neles, mas sua mente estava no pequeno resumo que a auror lhe fez.

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- Irão sequestrar seus alvos na despedida de solteiro deles. Após conseguirem neutralizarem os alvos entregaram respectivamente para Rony e Jéssica que ficarão encarregados de trazê-los ao Ministério. Enquanto isso vocês assumirão seus disfarces e retornarão para casa com os seus supostos amigos e subordinados. -Harry e Vanessa seguiam em direção aos elevadores, assim que a porta abriu ele segurou a porta para que ela entrasse. –E... se unirão em um sagrado matrimonio no lugar deles...

Harry balançou a cabeça levemente e passou a admirar os sapatos, não queria encontrar o olhar de Vanessa devido às recordações de brigas que tiveram quando ele mencionou que nunca se casaria.

-Gostaria de poder vê-lo. –Ela deixou escapar, sempre tentou imaginá-lo em pé no altar.

-Aonde quer chegar? -Ele perguntou com cautela.

A mulher retirou um envelope particularmente grande da pasta e entregou a ele, ignorando sua pergunta.

-Essas são as informações sobre o cruzeiro de Lua de mel pagos por Eric e Melane. Estejam preparados e de malas prontas, após a festa mandarei um carro buscá-los.

-Lua de mel? -Perguntou exaltado.

-Seria muito estranho não saírem em sua Lua de mel, não acha? -Ela se mantinha firme, apesar de evitar olhar para ele. - Aproveitem para treinarem a convivência, afinal pelo que fui informada essa missão durará meses no mínimo. -O moreno fez uma cara de desgosto com a sua fala, se fosse outra ocasião riria da atitude dele, porém o conhecia e sabia que estava apenas contrariado por não ter total controle da situação. -Serão apenas sete dias, e não precisarão fazer nada demais além de desfilarem juntos fingindo-se de apaixonados vez ou outra. Caso preferirem podem permanecerem a maior parte do tempo na cabine de vocês, ninguém estranhará recém-casados que queiram momentos de privacidade.

-Momentos de privacidade... só pode estar de brincadeira. -Ele falou rabugento.

Vanessa lhe dirigiu um olhou irritado.

-Não faça me arrepender em ter aprovado vocês! -Ela pediu, demonstrando o cansaço que sentia. -Acredite, essa situação não é fácil para ninguém, ninguém, ouviu bem!

Ele sentiu-se momentaneamente culpado por aquilo, deveria ter sido menos egoísta e não ter estendido o assunto da missão em respeito aos sentimentos dela.

-Desculpe-me. -Pediu encabulado.

Vanessa respirou profundamente e apertou mais a pasta.

-Após o final do cruzeiro, um motorista da quadrilha de vocês irá buscá-los e conduzi-los até a sua nova casa. Espero que se lembre de que é um profissional .

Terminando de dizer isso aproveitou que o elevador abriu as portas e desceu. Ele ficou fitando suas costas enquanto ela partia para longe, precisava refletir sobre o que ela lhe disse.

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Quando estava quase amanhecendo o moreno se dirigiu ao banheiro onde ficou deixando que a água corresse por seu corpo durante quase uma hora. Sentia-se exausto, porém teria que se preparar para o que iria acontecer.

Passou horas e horas lendo detalhadamente os relatórios sobre o casal que iria se disfarçar. Eric Johnson pelo que havia entendido era um jovem mauricinho que gostava de demonstrar que tinha dinheiro, esbanjando em diversos hobbies, um deles era pilotar aviões e por sorte Harry em um de seus treinamentos foi obrigado a aprender.

Prestes há dar 18 horas o moreno estava parado em frente ao espelho com a varinha apontado para si, vestia um terno importado italiano, através de magia conseguiu deixá-los ajeitados. Com um aceno fez com que a cicatriz desaparece-se, o que duraria por algumas poucas horas, mudou a cor dos olhos para castanhas. Mirou-se novamente, agora sim estava pronto.

Agora só faltava esperar Rony chegar com a chave de portal para partirem.

Pouco depois, Harry e Rony estavam entraram no cassino abarrotado de pessoas que exibiam enormes joias, vestidos e ternos caros e extravagantes. Passaram pelo salão de maquinas de azar e caminharam em direção a onde estavam às pessoas que apostaram valores consideráveis, no caminho cada um pegou uma bebida e fingiam conversar alegremente enquanto procuravam com os olhos o alvo.

-Harry... –Chamou Rony sério.

-O que foi? –Perguntou o moreno, vendo a preocupação estampada em sua fisionomia. –Você viu algo de errado?

O ruivo apenas balançou a cabeça negativa, olhando para os lados, jogou um dos braços no ombro do amigo e o arrastou em direção a uma das máquinas de azar. Jogaram uma vez para não chamarem a atenção.

-Eu quero lhe pedir uma coisa. –Começou Rony hesitante, Harry por sua vez concordou. –Eu sei que talvez não tenha o direito de lhe pedir isso... –começou e Harry arregalou os olhos adivinhando o teor do pedido.

-Não, Rony, não me peça...

Rony o cortou com um olhar frio enquanto jogava novamente.

-Harry, eu não sei o que houve entre vocês, gostaria realmente de entender para ajudá-los, mas sei que nenhum de vocês me contará e tenho que aceitar isso. –Sua voz demonstrava a tristeza que sentia ao confessar aquilo. – Por favor, Harry, pela nossa amizade, prometa que vai cuidar da Gina?

O moreno por sua vez desviou o olhar para uma garota do outro lado do salão, fingindo interesse nela, enquanto isso tentava organizava seus pensamentos. Era orgulhoso, sabia disso e não negava, mas independente disso era profissional e considerava a família dos ruivos demais para aquela conversa ser um total desperdiço de tempo.

-Rony, o que aconteceu entre eu e Ginevra não vem ao caso. -Começou a dizer com grande esforço. -Sei que você gostaria que fossemos capazes de superar isso, mas desista, definitivamente isso não vai acontecer! –O ruivo abaixou o olhar levemente corado. –Sua irmã me odeia e esse sentimento é recíproco. Entretanto o que eu quero que você entenda é que podemos ser o que for, nos odiar o quanto seja humanamente possível. Entretanto estaremos lá como uma equipe e pretendo trata-la da mesma forma que trataria você ou Vanessa. –Harry deu uma pausa, piscou na direção da mulher que corou fortemente, depois se virou para o amigo e pousou uma mão no ombro dele. –No momento que aceitei participar disso soube que teria que deixar meu orgulho e ódio de lado, não se preocupe, a partir de agora Ginevra Weasley é minha parceira e não permitirei que nada aconteça, mesmo que tenha que dar minha vida em troca.

Não era aquilo que ele queria, queria que ambos cuidassem um do outro, nada mais, porém depois disso Rony só foi capaz de assentir em silêncio. Ambos se levantaram, e voltaram a se concentrar na buscar do alvo.

A mulher que Harry tinha olhado o tempo todo que conversavam, passou por eles e secou descaradamente ambos. Ronald havia ficado vermelho.

Harry apenas balançou a cabeça entre divertido e constrangido. O ruivo ao seu lado estava tão distraído que mal viu quando uma loira caminhou na direção deles e se jogou em seus braços, bêbada demais para saber o que fazia.

-Nossa, eu nunca saí com um ruivo. –Comentou pensativa. – Você não quer me acompanhar gostoso, tenho uns joguinhos ótimos...

Rony voltou a ficar extremamente vermelho enquanto Harry ria com gosto da falta de ação dele.

-É... poderia... se me der licença um pouco. –Tentou Rony desvencilhar dos braços da loira, porém essa parecia ter se grudado a ele.

Após se divertir as custas de Rony, tocou o ombro da garota chamando a atenção dela para ele que o olhou apertando os olhos, provavelmente não conseguia enxergar direito devido a bebida.

-Por que você não diz o número do seu quarto para ele e vai indo na frente. –Ele falou com a voz rouca de um jeito sedutor.

-E por que não vão os dois comigo agora? –Ela sugeriu alisando os ombros largos do moreno.

Rony arregalou os olhos enquanto Harry fez uma leve carreta, antes de continuar.

-Façamos assim, diga-nos o número do quarto e vista algo bem sexy que nós iremos encontrá-la em seguida. –Voltou a insistir, viu a dúvida surgir em seus olhos mas se dissipou ao dividir seu olhar entre os dois homens .

A garota disse a sussurros o número do quarto para Rony e saiu aos tropeços pro quarto.

-Qual o número do quarto? –Perguntou Harry olhando para um canto do salão.

-Porque quer saber? –Perguntou Rony surpreso. –Não esta pensando que...

-Apenas diga-me o número do quarto. –Disse Harry com o olhar maroto de sempre.

-309. –Rony falou derrotado.

Mal terminou de falar e Harry partiu em direção a um jovem que deveria ter pouco mais que 18 anos, usava óculos e camisa quadriculada. Estava claramente deslocado naquele lugar, sua aparência dizia que não tinha muita experiência e que preferia estar cercado de livros, ou alguma coisa digital dos trouxas. O moreno sentou-se relaxadamente ao seu lado, pediu uma bebida e logo cuidou de trocar algumas palavras com o garoto. De repente a perfeita figura de nerd se ergueu e saiu em direção as escadas tão apressado que por duas vezes tropeçou nos próprios pés.

-O que você fez? – Apesar da pergunta ele já suspeitava o plano do amigo.

Harry deu uma gargalhada enquanto voltava a andar, haviam perdido bastante tempo com besteira, mas quanto mais demorasse, mais bêbados e desprotegidos estariam Eric e os amigos . Seria mais fácil para eles se estivessem no pior estágio da bebedeira.

-Digamos que aquele garoto terá o dia de sorte dele. –Ele disse, desviando de um grupinho de jovens empolgados.

-Não acredito, você deu o número do quarto daquele avião para um garoto que mal saiu das fraldas. –Falou Rony rindo, arrancando mais risadas de Harry.

-Acho bom não usar estes termos. Se sua Mione soubesse que disse isso seria um Weasley a menos no mundo. –Falou sem notar que usara o apelido de adolescente da noiva do amigo. –Além do mais aquela mulher queria apenas uma companhia sexualmente ativa, não pareceu se importar muito em escolher. Deixe o Dr. Dexter Junior aprender alguns truques com ela.

Rony ria quando finalmente visualizou o alvo, cutucou Harry que também os vislumbrou.

Com um aceno ambos se aproximaram dos homens e passaram a participar da jogatina. Perderam algumas e ganharam outras, enquanto isso riram e participaram das brincadeiras do grupo que acompanhava Eric, e após poucas rodadas eram aceitos como companheiros de bebida e jogatina.

Tanto o ruivo quanto o moreno não chegavam a beber o que lhes era oferecido, apenas faziam escondidos leves acenos com as varinhas sumindo com a bebida de seus copos. Em um determinado momento Harry deu uma bebida a Eric que a virou de uma única vez e foi em direção ao banheiro, segundos depois o moreno se retirou dando a desculpa que visitaria o quarto de uma conhecida, arrancando risadas do grupo.

De maneira cautelosa, tomando o devido cuidado para que ninguém o visse foi em rumo ao banheiro, aproveitou-se do fato de estar vazio e entrou lançando um feitiço silenciador na porta e outro de alarme para que avisasse se alguém além de Rony se aproximasse. Eric estava apoiado na pia, visivelmente tonto, ao vê-lo estendeu o braço na sua direção esperando que ele fosse ajudá-lo.

Entretanto Harry cruzou os braços e aguardou, o homem parecia sentir uma forte dor, ele tentou alcançar a varinha, porém foi facilmente desarmado. Segundo depois colocou a mão no peito e com um gemido de dor caiu no chão desmaiado, seja lá o que fosse que provocava aquilo apenas no Ministério teriam o antídoto da poção.

O moreno o carregou até um dos compartimentos do banheiro e o trancou lá se transfigurando em seguida da cópia perfeita de Eric Johnson. Procurava se habituar ao reflexo no espelho.

Rony adentrou o banheiro e olhou para ele sem dizer nada, afinal precisava ter certeza que era o amigo.

Vendo a hesitação dele, Harry revirou os olhos enquanto apontava a varinha para o banheiro que estava Eric e o fez levitar até o ruivo.

-Vamos terminar logo com esta parte da missão, tenho que voltar para os "meus amigos". Leve o idiota para Vanessa. –Ele falou indo em direção ao amigo e lhe abraçando, tapas fortes motivacionais foram trocados. –Rony, sobre a nossa conversa quero que fique tranquilo. Dou minha palavra não farei nada contra a Ginevra, assim como, não deixarei ninguém fazer!

Depois disso partiu dando um leve aceno. Sem tempo a perder, Rony ativou a chave de portal indo ao encontro de Vanessa Smith onde deixaria a "encomenda".

...

Gina olhou para Jéssica que parecia radiante por irem a um Club de Mulheres. Ambas estavam muito bem vestidas e provocantes, usavam grandes saltos que as fazia sentir poderosas.

-Ansiosa ruiva para ver... –A loira não terminou apenas se abandonou fingindo que ia desmaiar.

A ruiva não se controlou e acabou rindo. Chamando a atenção de um segurança que estava na porta de acesso ao Club.

-O que Adrian achou dessa parte da missão? –Perguntou Gina, no que Jessica arregalou os olhos e parou abruptamente olhando para amiga.

–Eu... Não contei... –Falou com a voz morrendo aos poucos.

Gina divertida arqueou as sobrancelhas, como previu ela não iria contar esse detalhe a Adrian. Era de conhecimento delas que se esse este tipo de detalhe chegasse a conhecimento do homem, ele como o perfeito ciumento que era provavelmente daria um jeito de vir para Inglaterra.

-Vamos Jéssica, não é como se você estivesse o traindo. É apenas trabalho. –Ela disse pegando a mão da amiga e a puxando para dentro do Club. –Se lhe deixa mais tranquila, será nosso segredo essa parte do plano de captura.

Ouviu um suspiro alto de alívio, não era possível que ela estivesse realmente preocupada com aquela bobagem. Luzes coloridas e uma música lenta e sensual foram a primeira coisa que perceberam, ao adentrar no lugar viu um palco enorme com uma espécie de passarela e várias mesas ao redor.

Antes de se aprofundarem no recinto pegaram a fila da segurança feminina que fez uma rápida vistoria antes de permitir seu acesso. Durante todo o processo não pode deixar de notar o olhar faminto do segurança na direção delas. Ele era alto e ruivo, tinha o tamanho de um armário e estava claro que vivia na academia fazendo musculação, naquele momento vestia uma cueca samba canção preta, meias e sapatos sociais e no pescoço uma gravata borboleta, era um colírio para os olhos.

Ao serem liberadas foram obrigadas a passar ao lado dele, este circulou a cintura de Gina e cheirou seu cangote.

-Divirtam-se. –Ele falou dando um leve selinho nela.

As duas agradeceram e entraram, Jéssica parecia ter se divertido as suas custas.

De repente, a música trocou para uma mais agitada e as luzes foram para o palco, logo começou a performance de três homens esbeltos e muito bonitos. Eles arrancavam lentamente as peças de sua fantasia de cadente do exercito, provocando gritos da ala feminina.

Aproximaram-se do palco e um deles pegou na mão de Jéssica a puxando para perto dele e passou a se esfregar nela, esta se mantinha inerte sem repudiá-lo mas não se aproveitava da situação, antes dele se afastar colocou uma nota de dez dólares em sua cueca, com cuidado para não tocar além do devido.

-Será que ele tem algum problema em visitar a casa de cambio? –Fez graça para evitar demonstrar seu constrangimento.

Gina balançou a cabeça de forma negativa, fez um gesto para se aproximarem do bar. Porém antes disso acontecer, foram interrompidas por mãos fortes que pressionava levemente seus ombros, em uma massagem discreta. Viraram-se automaticamente e perceberam que era apenas dois funcionários, estes usavam o mesmo "uniforme" que o segurança, com a diferença que ao contrário da gravata borboleta tinham uma espécie de coleira com seus nomes provavelmente falsos e suas faces eram escondidas por máscaras venezianas.

-Podemos pendurar os sobretudos das senhoritas? –Perguntou o que estava na frente da ruiva, seu sorriso era perfeito o que observou a mulher.

-Sim. –Responderam, no que eles as ajudaram a despi-los se aproveitando um pouco para deslizar a mão pelos ombros delas sensualmente.

Depois disso entregaram a elas dois cartões de consumação, informando que precisavam apenas entregá-los na saída. As conduziram ao bar e por conta da casa serviram dois drinks de "Sexy On The Beach".

-Casamentos seria bem menos chato se houvessem garçons vestidos assim. –Comentou a loira admirando um garçom negro de sorriso encantador, ele flertava com uma colega de trabalho.

Rindo as duas caminharam em direção as mesas. Foi nesse momento que avistaram o alvo pela primeira vez. Melane e suas amigas estavam praticamente em cima do palco e dois dançarinos a espremiam ao esfregar-se nela, a jovem noiva estava ofegante mas não constrangida.

Jéssica ao seu lado deu um pequeno assobio, enquanto Gina sentia-se levemente aborrecida por ter que se disfarçar naquela mulher.

As duas passaram a se aproximar do palco e misturaram-se com as amigas de Melane, que ao verem as joias ostentadas pelas duas aurores se encantaram por elas. Puramente interesseiras como elas suspeitavam.

Jéssica se retirou dizendo que ia trazer bebida para elas, Melane e as amigas foram dançar uma música e deixaram Gina cuidando das pequenas bolsas delas. A americana chegou acompanhada de dois garçons e se aproveitou da oportunidade para derramar a poção no copo da futura Sra. Johnson por último.

Quando elas retornaram, Jéssica estendeu um copo a Gina e outro para Melane.

-As corajosas mulheres que amanhã se tornarão esposas! –Brindou no que todas beberam, inclusive Melane.

Passou algum tempo e a bebida pareceu não fazer o efeito desejado, um dos garçons passou por elas e Melane praticamente o engoliu com os olhos, nesse momento Gina teve um plano. Saiu discretamente de perto das garotas e seguiu o garçom, trocou algumas palavras com ele e lhe subornou para que ficasse com a amiga que estava interessada nele, o homem prontamente aceitou afinal não seria nenhum sacrifício com a aparência dela.

Pouco depois tudo passou a sair como o planejado, o tal garçom voltou a mesa das garotas e sussurrou algo no ouvido de Melane. Ela sob assobios e gritarias foi guiada por ele para longe, ambos entraram no banheiro e se trancaram em um deles, Gina disse as garotas que havia acabado de conhecer que iria atrás de um outro garçom muito atraente, no que elas concordaram sem lhe dar muita atenção, melhor assim.

Sem fazer qualquer barulho entrou no banheiro e viu os dois em uma sessão de amasso. Eles estavam se beijando e ela gemia sob os lábios dele, porém ele não percebeu no começo que não eram de prazer os gemidos, ao perceber a afastou, porém ela desmaiou e ele teve que a acolher. Antes que saísse e procurasse ajuda Gina entrou no banheiro fingindo estar bêbada, ao ver a "amiga" desmaiada soltou um grito assustado e correu na direção dela.

-Eu não fiz nada! –Falou o homem assustado.

Gina se aproximou dele ao mesmo tempo em que pegava na varinha. Aproveitando-se do quanto aparvalhado ele estava o estuporou, talvez aquilo fosse contra as regras básicas, mas cuidaria para que ele esquecesse do ocorrido.

A ruiva transfigurou-se na figura de Melane, assim como, modificou seu vestido para ser idêntico o dela. Jéssica após entrar no banheiro as trancou e lançou um feitiço para que se alguém tentasse entrar escutasse gemidos de um casal em momentos íntimos.

Quando Gina já estava pronta para substituir Melane, ela olhou para a amiga que largou a garota desmaiada de qualquer forma e foi em sua direção. Trocaram um longo abraço e por fim sorriram.

-Cuide-se ruiva. –Falou Jéssica com um sorriso nos lábios. –Eu sei que você esta abalada com a presença do Potter, mas não se esqueça do motivo de estarem juntos, e se possível amiga, tente resolver de uma vez por todas essa parte de sua vida. –Disse a loira no que a ruiva bufou enquanto cruzava os braços na altura do peito emburrada, a americana apenas riu com isso. –Gina, amiga, estamos cansados de assistir você pressa nessa magoa, acho que se você aproveitar esta missão para resolver isso de uma vez por todas vai lhe ajudar muito. Não digo que volte a ficar com Potter, só que se for possível conversem e caso não dê bata nele até levá-lo ao coma e parta feliz.

Gina apenas concordou com um aceno de cabeça e a abraçou mais forte, ignorando os olhos marejados, afinal não iria e nem podia chorar naquele momento.

-Qualquer coisa é só gritar ruiva. Te vejo em seu casamento. –Falou a loira piscando e pegando o corpo inerte de Melane. –Sabe... Eu pensei que o dia em que fosse ao seu casamento eu seria a madrinha, mundo injusto esse não? –Comentou divertida e depois desapareceram.

Pouco depois Gina estava se passando sem o menor problema por Melane, havia inventado que tinha estado todo aquele tempo com o tal garçom. Antes dele partir a beijou explorando toda a sua boca faminta, ela apenas correspondeu incapaz de recusar o contato.

Morrendo de cansaço imaginava como seria o dia seguinte, o dia em que se casaria com Potter... Quem diria!

...

Ele deitou na enorme cama daquele quarto do cassino. Fazia algumas horas que havia tomado o lugar de Eric e se viu no meio dos amigos deles sem problema, talvez se não soubesse da profissão deles seria até mesmo capaz de gostar deles.

Estava deitado naquela cama a horas. Tentava dormir porém não conseguia, tanta coisa havia acontecido naquela semana que talvez não fosse capaz de dormir por bastante tempo, porém iria ser difícil explicar o por que do noivo estar com olheiras no dia do seu casamento, casamento esse que no fundo seria com Ginevra, a pessoa em que um dia jurou jamais voltar a amar e que hoje lutava para manter a promessa.

Amanhã Ginevra Weasley se tornaria sua esposa, como um dia tinha sonhado.

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N/A: Olá, como estão vocês?

Aqui esta o novo capítulo novo e pretendo postar o próximo, quem sabe, ainda essa semana.

Estou realmente empenhada em terminar essa fic o quanto antes, não porque não gosto de escrevê-la e sim por pura necessidade.

Como sabem faço o 4º ano do curso de Direito e faltam pouco mais de 10 meses para realizar o meu primeiro exame da OAB. Dessa forma, tenho muito o que estudar e como se não fosse o suficiente, minha querida instituição de ensino decidiu mudar o método de avaliativo, para muito pior como podem imaginar. Diante disso, nesses próximos meses ficarei louca divida entre estudos,trabalho e lazer (quando possível).

O porque falo isso? Apesar de toda a dedicação que estou tentando me impor, talvez os compromissos e responsabilidades para com a faculdade/trabalho faça com que não cumpra todas as datas de postagens,porém prometo que não deixarei se tornar absurda a demora, mas volto alertá-los que nas semanas de provas será complicado postar algo.

Portanto, tendo isso sido explicado, peço humildemente a compreensão de todos. =/

Voltando a fic, o próximo será o casamento e inicio da Lua de Mel, como mencionei acima espero postá-lo no decorrer da semana.

Estou mega curiosa com a opinião de vocês e obrigada pelos comentários maravilhosos.

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Obs.: Se alguém tiver alguma sugestão, critica, etc, sinta-se a vontade em dizê-lo. Sempre leio e levo em consideração tudo o que foi dito.

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Resposta aos comentários:

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Gemeas Potter: Saber que gostaram do capítulo me arrancou um sorriso, fic de minha autoria sempre me deixam insegura e geralmente eu acho os capítulos um lixo.

Sobre os erros de português tenho vontade de me jogar de alguma ponte, sério gente eu fui alfabetizada e juro que não escrevo tão errado normalmente. Ocorre que geralmente odeio meus textos e não tenho o costume de reler o que escrevi (pelo menos esse costume fica limitado apenas a fic). Simplesmente vem a ideia e escrevo, nunca relia nem o paragrafo. Entretanto estou começando a me forçar a fazê-lo.

Comecei a ler sua fic, "Dois Caminho, um só Destino" e amei ela, mesmo me dizendo que o David é legal não me simpatizo com o pobre e tudo isso é por um motivo claro, ele é namorado da Gina. rsrsrsrs

Como o casamento será o próximo capítulo, tem grandes chances do tão esperado primeiro beijo ocorrer, afinal será apenas o inicio.

Sobre o curso de Direito, o que posso dizer é que por muitas vezes você vai se perguntar o porque escolheu ele dentre tantos. É puxado, por vezes revoltante diante da ideia de inércia e ao mesmo tempo vem aqueles momentos de debate em sala de aula, dos momentos que você assiste algum matéria jornalistica e se vê pensando: "não é bem assim...", mas o que mais gosto é quando você vê alguém com alguma dificuldade jurídica e tem o conhecimento o suficiente para orientá-lo e consequentemente ajudá-lo. De certa forma, mesmo com todo o sistema contra, de alguma forma você consegue fazer a diferença, mesmo que seja para uma única pessoa. Quer um conselho? Se possível veja quais faculdades permitem que você assista uma aula para ver como é o curso, entre no YOUTUBE e procure Saber Direito ou Prova Final e veja as vídeos aulas, assista algumas e procure ver se realmente tem interesse em passar 5 anos (no mínimo) da sua vida aprendendo aquilo. Mas fique tranquila, duvidas sempre existem, eu mesmo me formei e fiquei um no sem estudar planejando. Espero que tenha gostado do capítulo e obrigado pelo comentário.

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Larissa Cardoso: Eu demoro, mas continuo postando como o prometido! =d

Criou uma estória mirabolante para o término deles? Curiosa sobre sua teoria dos fatos!

Digamos que tentarei ir revelando aos poucos, a lembrança da Gina no capítulo anterior na versão original só era mostrada mais para frente, porém achei que seria interessante deixar claro um dos vários detalhes.

Vale ressaltar que também teremos algumas lembranças de Harry, mas como disse, será revelado com calma e com cuidado.

Me alegro muito em saber que esta gostando da fic, afinal posto muito adaptação e quando posto fic minha sei que passo do nível de uma profissional (refiro-me as escritoras originais das histórias adaptadas) à uma completa amadora.

Fique tranquila, como disse estou me esforçando ao máximo para postar os capítulos e continuarei fazendo. Os capítulos prontos terão que ser levemente modificados devido a ajuda e ideias que algumas amigas vem me auxiliando para o desenvolver da história. Meus planos originais era ter postado na quarta e um novo (que será o próximo) no domingo, mas as aulas atrapalharam.

Obrigada pelo comentário e aguardo ansiosa a sua opinião.

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Emmerlyk:

Primeiro: Muito obrigada pelo comentário, amei ele, de verdade! =D

Vejo que gostou do pequeno flashback da Gina, ainda existirão muitos outros, mas para isso terá que continuar me agraciando com sua presença nos demais capítulos. rsrsrs

Digamos que quando escrevia o final, eu pensava: Não posso deixá-los amiguinhos, será muito irreal. Alegro-me que tenha conseguido o objetivo.

Sério que gostou da história da Cassandra? Passei um tempinho pesquisando sobre aqueles Bruxos do Mês, é um alívio saber que não ficou tosco como considerava assim que vi o capítulo pronto.

Pode deixar que não irei sumir, entre tropeços e levantamentos de livros sempre retornarei a fic.

Obrigado pelo comentário e aguardo sua opinião.

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Be Radcliffe:

Olha só quem apareceu por aqui! Muito obrigada pelo elogio, tenho certeza que não chego aos pés da Diana, Nancy, Cathy, entre outras maravilhosas escritoras que faço adaptação.

Os erros de Português eu peço minhas sinceras desculpa, a fic ainda não foi se quer relida e estou no aguardo dos reenvio dos capítulos betados para postá-los corrigidos. Pior ainda foi que no capítulo anterior, além dos erros costumeiros, ainda não notei a bagunça da formatação que o fez no capítulo! ¬¬'

Sobre seu questionamento do avião, foi um deslize não ter explicado algo tão simples sobre o motivo das aurores "americanas" viajarem de avião ao invés de chave de portal. Talvez eu consiga arrumar isso no final, mas a explicação é simples, aurores "emprestados" não tem permissão de usar chave de portal sem a autorização prévia do Ministério que solicita, e como a relação entre os dois países não é do melhor os aurores americanos são mal vistos pelos ingleses, assim como, os ingleses são tratados com desconfiança nos Estados Unidos.

O motivo de Arthur ter se tornado Ministro será explicado mais para frente, imaginei que Kingsley é um homem ativo demais para um trabalho pacato e político. E como precisava de alguém integro a melhor opção era Arthur.

De início era um capítulo por mês, mas tentarei adiantar o processo e postar ao menos três por mês. Porém, tudo dependerá do quanto o meu querido curso vai me deixar dormir e respirar.

Obrigado pelo comentário e pela presença em uma fic de minha autoria, apesar de não comparação as adaptações.

Aguardo sua opinião.

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