Alguns personagens e o universo abordado pertencem a Stephenie Meyer

Pela manha ludi saiu para trabalhar logo depois de conversarmos com a policia- ainda sem informações. Ela e eu concordamos em dispensar a segurança pois não estávamos confortáveis com isso o policial Biardi não gostou.

Chamamos um marceneiro e trocamos todas as fechaduras e reforçamos as portas. Comprei um sistema de alarme e uma web cam, ia fazer mal saber quem ronda a casa. Ludi riu de mim dizendo que nada acontecia em volterra que aquilo apesar do susto tinha sido só vandalismo.

A resolução da câmera era horrível. Mas instalei com o foco para rua e ligada no meu computador e os alarmes nas janelas e portas pela casa. Dois dias depois acordei de um sobressalto com o alarme soando, encontrei ludi no corredor e ela disse para eu desligar a maldita coisa que devia ser um gato- mas eu não sentia o mesmo desci as escadas com a faca nas mãos e fui ate a janela da sala desligar o alarme. A janela havia sido forçada.

Deixei o alarme tocando e subi as escadas correndo e disse a ludi o que tinha visto. Ela girou atrás de seu celular para chamar a policia. E voltou logo depois parecendo preocupada me encarnado de jeito estranho.

- que foi?

-por que você tem uma faca?

- ahm me senti melhor com ela?- isso soou como pergunta

ela só sacudia a cabeça.

A policia checou a janela, e não achou ninguém nos arredores. O policial disse que os alarmes haviam sido uma boa ideia e me lembrei da câmera. Subi correndo as escadas tinha colocado a câmera para gravar as imagens e com um pouco de sorte eu poderia ter um vislumbre do invasor. Desci com o computador e voltei as imagens. O programa que eu usava não era tão ruim quanto a câmera e foi fácil encontrar o ponto e lá estava ele parado na rua em frente a janela e depois correndo pela rua com o alarme. Palmas pra mim! Não conseguimos ver o rosto, mas dava p ver o tipo físico e acho que isso já ajudava pela cara de felicidade do policial.

Pela tarde no outro dia o policial Biardi veio nos informar que identificaram e prenderam o sujeito. Era um colega do que quer que o vizinho fizesse para viver- não quisemos saber. Ele nos garantiu que não havia outros na cidade e que este tipo de gente aqui não se criava. Ludi estava tão feliz que insistiu que o homem ficasse para o café. Eu comecei a remover os alarmes por insistência de ludi, estava retirando o da janela quando o policial me disse.

-muito boa ideia a da câmera meu amigo, o que esteve aqui ontem ficou muito surpreso- ele disse do nada

- eu também fiquei surpresa que funcionou- ludi disse

- viu não foi paranóia- eu me defendi

-a senhorita trabalha no ramo de segurança?-perguntou o Sr biardi muito interessado

-não, sou advogada policial Biardi- respondi entediada, não que ele fosse desagradável ou chato era ate bonito devia estar La pelos trinta e poucos alto com cabelos negros e tudo mas eu estava de saco cheio.

- por favor me chame de Antonio, sabe eu vou estar de folga depois as sete talvez eu pudesse mostrar a senhorita a cidade tenho certeza de que ainda não viu todos os nossos atrativos- ele me disse com um sorriso largo

Nos quase tínhamos passado por maus momentos pela ineficiência da policia local e este cara ainda estava me cantando? Em horário de serviço? Como esta porra de cidade é uma das mais seguras? Antes que eu desse uma resposta digna ludi se meteu.

- ela adoraria – ela disse sorrindo, eu per di a fala que porra é essa

-ótimo passo aqui as oito- ele disse enquanto se retirava

Quando ele saiu encontrei minha voz e estava no volume total.

As sete eu estava me vestindo. Discuti com ludi por horas dizendo que nao ia sair com o babaca, e ela me disse que eu era a babaca que o cara era lindo estava interessado, e que o que aconteceu não tinha sido culpa dele e que eu devia largar meu mau humor seja qual fosse a razão.

Eu sabia qual era a fonte do mal humor. Era ele o cara de voz sedosa, sem rosto e que via em becos pela cidade. Eu não havia contado os detalhes a ludi disse que tinha entrado em pânico depois de achar que estava sendo seguida nas a verdade é que por mais que pensasse não achava uma explicação racional para o medo que senti, nao era o medo comum era mais que isso e isso estava me enlouquecendo.