O Lorde das Trevas veio vê-la apenas uma vez, logo após seu nascimento. Ele tinha feito um pequeno discurso sobre a criança que marca o início de uma nova era. Então tinha, aparentemente, tentado levá-la de Gina. A criança chorou bastante alto. Quando Voldemort a tocou, o que fez Draco sorrir em uma espécie de orgulho estranho. Sua nenem foi marcada com a inteligência de Draco.

Draco ainda estava proibido de ver Gina ou o bebê. Ele tinha pensado que era tortura não conseguir vê-la quando Gina estava grávida, mas estava errado. Isso foi uma pequena taça de champanhe comparado a não ser capaz de ver sua filha. Sentia-se como se estivesse sendo perfurado no peito sempre que a ouvia chorar, mesmo que preferia isto mil vezes a não ouvi-la.

A primeira vez que Draco a viu foi uma ocasião bastante inesperada. A família Malfoy foi calmamente a jantar, na sala de jantar, Narcisa estava zangado com Lucius sobre algo que ele fez, mas não disse uma palavra sobre o assunto. Draco estava ansioso para voltar para o seu quarto e tentar descobrir o que Gina e sua bebê estavam fazendo. Ele mal comia, só empurrava-o em torno de seu prato e tentou transfigura-lo em porções menores, Draco estava tentando fazer como se ele já estivesse terminando a sobremesa quando todos os elfos domésticos vieram correndo para a sala de jantar, eles não viriam mais rápidos e aterrozidados se tivesse uma debandada de Hipogrifos nas cozinhas.

Todos os Malfoys se levantaram. Narcisa e Lúcio estavam absolutamente furiosos pelos elfos terem interrompido o jantar. Seus protestos foram perdidos no mar de gritos vindos dos elfos. Draco não pôde deixar de notar as expressões medo que os elfos usavam. Um elfo mesmo se escondeu atrás de suas pernas para proteção. Ele ia chutar a criatura miserável e dizer-lhe para não encostar nele quando percebeu que era uma fêmea pequena, bastante jovem, quase um bebê. Ela olhou-o com grandes e redondos olhos lagrimejantes, Draco suspirou e xingou-se mentalmente por permitir que um elfo agarrasse suas roupas, mas não conseguiu dizer isso a pequena elfa.

"O que está acontecendo?" Narcisa exigiu do elfo encarregado quando finalmente todos estavam calmos.

"Nós está implorando seu perdão, minha senhora", ele disse em uma voz aguda, medrosa, enquanto torcia seus ouvidos para punir a si mesmo. "Foppy ia acender o fogo no salão Quando ele está vendo uma cabeça na lareira." O elfo começou a bater com a cabeça contra a parede para impedir-se de dizer qualquer coisa que causase a raiva dos Malfoy. "Ele está assustando os outros elfos, senhora."

Lúcio chutos os elfos acompanhado de declarações de nojo. Caminhando rapidamente, desapareceu no grande e vázio salão de festas. Sua voz se ouvia até para os ocupantes da sala de jantar.
"Meu Senhor" disse educadamente.

Narcisa fez uma careta sombriamente quando ouviu as palavras. Sua raiva com os elfos totalmente esquecida.

"Venham agora". Ela conduziu os elfos de volta para a cozinha. "Basta ficarem fora da biblioteca hoje à noite. Não há nada a temer " disse ela em um tom que traiu a verdade. Havia muitas coisas para ter medo quando Lord Voldemort estava na casa.

Uma vez que os elfos estavam seguramente longe, ela virou-se para seu filho exasperada. "Eu não sei..." A voz dela sumiu enquanto seus olhos fixaram-se em algo atrás Draco. Draco virou-se para verificar e encontrou Lúcio em pé encostado na porta.

Narcisa apertou os lábios. Draco sabia que ela estava morrendo de vontade de dizer algo, mas estava segurando a língua. "Mais convidados esta noite, querido?" ela perguntou com um sorriso amargo e desgosto óbvio para o carinho.

Lucius assentiu secamente. "Os Comensais da Morte estarão aparatando aqui em breve." Lucio se virou para Draco. "Você pode muito bem vir." Ele não parecia feliz com isso. Se Draco não estava enganado, Lúcio estava um pouco desconfiado de sua própria prole.

Se possível, Narcisa fez uma careta ainda pior para as palavras do marido. Ela olhou de Lúcio para Draco com uma espécie de aviso de olhar, mas não disse nada. Ela saiu com a cabeça erguida e nariz no ar. "Eu vou para a cama", ela chamou num tom arrogante quando estava a meio caminho da porta, como se fosse apenas um segundo pensamento de que ela deveria dizer-lhes para onde ia.

Lucio virou para Draco com os olhos apertados. "Não faça a ira do Senhor das Trevas". Ele disse cada palavra como se fosse a sua própria sentença.

Lúcio virou-se e saiu da sala de jantar sem outra palavra. Draco deu de ombros e seguiu atrás dele. Ele esperava que não iria tomar a Marca Negra esta noite. Isso não era algo que ele esperava muito. Na verdade, isso era algo que ele preferia evitar. Draco estava ocupado pensando em que desculpas podia dizer para fugir da sala quando os outros Comensais começaram a aparecer.

Logo o salão de baile, vazio salvo algumas cadeiras empilhadas no canto, estava cheio de homens em robes com capuz. Todos eles tomaram o seu lugar em um círculo. Draco não sabia onde ficar. Então decidiu ficar ao lado de Lúcio, apesar de não sentir como se quisesse ficar ao lado do homem. Eles deixaram um espaço para que todos pudessem ver a cabeça de Voldemort boiando nas chamas da lareira. Ele sempre teve uma aparência demoníaca, mas a adição da dança do fogo atrás dele o fazia parecer o próprio diabo. Draco sentiu um desejo intenso mais uma vez de fugir, mas manteve-se firme, tentando focar sua mente em outras coisas como o seu bebê.

Além disso, lembrou-se Draco, Voldemort não estava realmente no quarto. Ele estava falando com eles da lareira. Não havia muito que pudesse fazer a partir daí. Isso trouxe-lhe um pouco de conforto. Como poderia Voldemort dar a Marca Negra se ele não tinha mãos? Não, o que eles estavam fazendo naquela noite não era importante o suficiente para Voldemort estar realmente presente. Draco duvidou que estava prestes a ser iniciado.

Uma vez que estavam todos no lugar, o Senhor Escuro acenou com a cabeça para um Comensal da Morte particularmente grande e feio. O homem curvou-se, e saiu do quarto. Draco se mexeu desconfortavelmente em seu lugar. Todo mundo estava esperando o Comensal da Morte retornar. Draco desejou saber o que ele estava indo buscar. Então ele poderia se preparar para o que aconteceria.

Ele se preparou para horrores indizíveis. Focou seu pensamento em seu bebê. Esse pensamento fez sentir tudo quente por dentro, como se pudesse enfrentar qualquer coisa. Draco estava pasmo, quando o Comensal da Morte não retornou com algo horrível ou mal, mas com um pedaço minúsculo de cobertores que segurava desajeitadamente em seus braços.

Por um momento, Draco não sabia o que era. Perguntou o que Voldemort poderia querer com alguma coisa envolta em panos rosas e macios. Era tão anti-Voldemort. Não foi até o cobertor começar a chorar que Draco percebeu que sua filha estava dentro desses cobertores.

Ele teve que se conter para não correr para o bebê e pega-la em seus braços. Ele nuna a tinha visto antes e querida dar uma boa olhada. Ela estava ok? Tudo estava no lugar certo? Ela tinha todos os dedos das mãos e pés?
Draco ficou na ponta dos pés para tentar pegar um vislumbre dela, mas tudo o que podia ver era cobertores. Ele queria que ela parasse de chorar. Incomodava-o muito que sua princesinha não estivesse feliz. Ela sempre havia sido tranquila perto de Gina. Raiva inundou Draco. O que infernos o comensal havia feito para ela chorar? Draco sentiu uma necessidade inexplicável de ir soca-lo no nariz

"Ugh", Avery reclamou colocando as mãos sobre os ouvidos " Por que ela está chorando assim?"

Draco rosnou baixo em sua garganta. Ninguém, aparentemente, ouvira. Todos os homens estavam se preocupando em como o choro da bebê era desagradável para eles. Era óbvio para Draco que algo estava a incomodando e ocasionando nIsso. Eles deviam estar tentando confortá-la! No entando, nenhum deles fez um movimento para fazer qualquer coisa.

O Comensal brutamontes puxou o pequeno bebê para fora de seus cobertores enquanto dizia "Aqui está ela, Meu Senhor" segurando-a como um troféu.

Draco cerrou os punhos. Foi a primeira vez que colocava os olhos em sua filha, ele gostaria de ter seu primeiro encontro com ela sem que ela estivesse chorando sem parar e sem algumas dezenas de comensais olhando-a. Queria um tempo sozinho com ela, para admira-la e abraça-la. Ele precisava pensar. Havia tantas emoções conflitantes percorrendo seu corpo naquele momento. Estava com raiva, com medo (pois poderia ser um mau pai), porem acima de tudo, estava tão apaixonado por ela que não sabia ao certo o que fazer. Ela era tão pequena, mas tudo parecia estar em seu lugar, para Draco, sua garotinha era perfeita.
Os outros comensais não compartilhavam de seus sentimentos "Alguém a cale!" gritou algum comensal.

"O que Diabos está errado com ela?" outro gritou

Draco olhou atentamente para a criança "Ela está com frio" disse, sem perceber que tinha falado em voz alta. Todos se viraram para olhar para ele. Seu pai o olhou com um especial toque de raiva por seu filho ter falado. Draco não sabia como sabia, apenas sabia (Entenderam? :3) Ela sempre foi aquecida, estava acostumada a ficar nos braços quentes de Gina. Isso significava que o velho brutamontes-Comensal tinha arrancado-a de seu lugar confortável e trouxe-a para onde muitos homens assustadores riam dela. Não admirava que a coitada estivesse chorando

"Entregue-a ao menino" Voldemort comandou da lareira. Draco nunca tinha ouvido ele dar uma ordem que ele relamente gostara.

Ele estendeu os braços pronto para aceitá-la. O Comensal cautelosamente colocou a criança em seus braços estendidos. Draco sentiu uma onda de calor através de seu corpo no momento em que a tocou, seu nariz sentiu o cheiro limpo e fresco, caracteristico de um bebê. O cheiro da inocência, algo que não era muitas vezes encontrados na Mansão Malfoy. A menina olhou para cima e seus olhos se encontraram. Draco teria jurado que ela reconheceu-o, ela havia sorrido infatilmente e gritara feliz, chutando suas perninhas e agitando seus braços. Draco teve vontade de fazer as mesmas coisas.

"Hein? Está frio?" Perguntou-lhe em tom gentil, enquanto conjurava um cobertor para envolver ao redor dela. Ela se aconhegou contra ele, instintivamente a procura de calor. Um sorriso se formou em suas bochechas rechonchudas. Draco estendeu a mão para toca-la, ele realmente não podia acreditar que estava segurando-a depois de esperar tanto tempo. Ela riu ao seu toque. Seus dedos minúsculos agarraram seu polegar, suas mãos eram tão pequenas que o polegar de Draco foi tudo o que ela conseguiu.

Olhar de Lucio Malfoy estava completamente irritado, como se estivesse jogando adagas em sua direção, mas Draco pareceu não se importar. Todos seus problemas e medos desapareceram no momento em que sua pele tocou a da sua criança. Os outros Comensais olhavam com expectativa para Voldemort agora que a nenem havia parado de chorar, mas Draco não percebeu. Ele estava tão envolvido com sua filha que poderiam ter realizado a Copa Mundial de Quadribol na sua frente e ele não teria percebido. Algumas coisas são simplesmente mais importantes.

"Dê a varinha para a criança!" Voldemort instruiu, causando Draco a olhar ao redor pela primeira vez. Os outros estava olhando ao redor importantes, um deles desenhou um circulo no chão e ficou de fora, outro empurrou Draco para o meio do círculo.

O bebÊ choramingou quando os comensais começaram a cantar alguma coisa "Shh," Draco tentou acalma-la. Doia-lhe quando ela chorava. Ela tinha que parar. "Está tudo bem. Tudo Ok." Ele saltitava de cima para baixo brincando "Tudo bem".

Lúcio, agiu como seu trabalho fosse muito importante, andou em direção ao Lord das Trevas e falou em voz baixa com ele, Draco não conseguiu escutar, mas viu que quando se virou tinha uma varinha em mãos. Era feita de teixo e bastante longa, um pouco mais de 30 centimetros, Draco adivinhou. Lúcio avançou rapidamente, flashes de memórias giravam na mente de Draco. Seu pai, com sua varinha estendida, avançando contra ele a partir da porta de seu quarto, durante a madrugada. Draco não queria se lembrar da noite em que foi forçado ao que causou a concepção de sua filha

A criança em seus braços se contorceu conforme Lúcio se aproximou. A simples ação conseguiu romper os pensamentos que tinha na cabeça de Draco. Ele olhou para usa filha, que agitava os braços, como se estivesse tentando chamar sua atenção. Sorriu para a ironia de tudo isso, sua bebê estava certa, é claro, não devia estar olhando para Lucio, devia estar olhando para a maravilha em seu colo. Lucio não valia a pena seu tempo

Seu pai estava ao seu lado agora, ele olhou para seu filho e neta com pouca, ou nenhuma, emoção. O que foi semelhante a estar de frente a um bloco de gelo. Draco puxou os cobertores mais apertados ao redor da bebê. Ela tentou se torcer nos braços de seu pai novamente tentando conseguir a atenção de Lucio "brinque comigo também, vovô!" ela parecia dizer enquanto balbuciava e sorriu orgulhosamente enquanto soprava uma bolha de cuspe, enquanto observava Lucius.

Seguindo as ordens de Voldemort, tentou enfiar a varinha no punho pequeno da menina. Idiota, não sabia nada sobre bebês, Draco revirou os olhos. Lúcio não sabia que ela era jovem demais para segurar uma varinha. Draco não ficou surpreso quando a varinha caiu de seu punho. A menina voltou seus olhos para Draco, desinteressada na varinha, era apenas uma vara grande para ela. "Quantos anos você acha que ela tem pai? Ela não pode segurar uma varinha ainda!" Draco sussurou baixinho, para que os outros Comensais não ouvissem. Lucio não respondeu.
Draco sabia o que eles estavam testando. Quando bruxos e bruxas foram comprar varinhas, eles testavam para ver se ela conseguiria fazer voar ou soltar faiscas. Isso provava não apenas se era a varinha certa para a criança, mas também se havia sangue bruxo em suas veias. A maioria dos magos não conseguiam que sua magia estivesse pronta até ser mais velho, esta era a razão para as escolas começarem quando os alunos começavam a adolescencia. Obviamente, esperavam que como herdeiro de Voldemort, esperassem que ela fosse capaz de fazê-lo logo após o nascimento. A varinha, eles esperavam que ela, obviamente, usasse. Eles queriam ver se os poderes da bebê chegariam perto do "pai". Voldemort.

"Meu Senhor" disse um Comensal, com cuidado "Não se pode esperar que um bebê tão jovem faça uma magia, é por isso que as crianças só vão para a escola quando eles tem 11..."

Sua voz foi silenciada imediamente pelo som da ira de Voldemort. "Silencio!" Ele rugiu. "Ela é minha herdeira, não uma pobre criança comum. Como a sua." Ele disse lentamente a última palavra, deixando claro que culpava os Comensais. "O Feitiço funcionou, então ela é poderosa o suficiente para fazer muitos feitiços até agora!"

Draco se esforço para não rir. Voldemort estava esperando muita coisa da bebê. Como exatamente ela iria realizar magias poderosas se não tinha nem aprendido a falar ou mesmo sentar-se sozinha? Diabos, ela tinha apenas algumas semanas de idade, ela não podia nem segurar uma varinha! Ainda assim, Draco confiava que sua filha era melhor que todo o resto. Ele não se importava o que Voldemort havia feito para ela, sua filha não era uma relés bruxa. Ela podia fazer isso, só precisava de uma ajudinha.

Voldemort ficou furioso que ela era tão descuidada com sua varinha, os comensais estavam agitados, pedindo desculpas pela incapacidade da bebê para realizar a tarefa, nenhum deles pensou que não deveriam ter testado uma criança tão jovem. "Ela é apenas um bebê" eles continuavam dizendo uma e outra vez. Draco franziu a testa. Eles não achavam que sua filha podia fazer isso?!

Draco, querendo que sua filha provasse que era especial, decidiu ajudá-la. Abaixou-se, com cuidado para o bebê não escapar de seus braços e recuperou a varinha descartada. Ela riu, pensando que era algum tipo de passeio. "Essa é uma boa menina!" ele sussurou suavemente. Os Comensais da Morte estavam tão ocupados preocupados com a ira de Voldemort que nenhum deles ouviu sua voz. "Nós podemos fazer isso certo? Mostre-lhes de quem você é filha, pequena"

Draco colocou a varinha em sua mão pequena delicadamente, envolvendo sua mão entorno da sua minuscula mão. "Pronto?" ele arrulhou. Ela, obviamente, não respondeu. Era apenas uma criança e não entendia o que ele estava dizendo. Draco sorriu carinhosamente para a filha enquanto mexia seu pulso, e no processo, acenando com a varinha.

Uma exibição brilhantes de pequenos fogos saiu da varinha, em cores e tamanhos que Draco nunca havia visto antes. Eles eram rosa-choque que contrastava fortemente com o salão escuro. Sua luz encheu o salão inteiro, várias centenas de metros quadrados que abrigava as enormes festas de Narcisa. Todos os comensais se viraram para ver o que estava acontecendo. Tudo estava em silêncio enquanto minúsculas estrelas cor-de-rosa dançavam ao redor da sala como uma queima de fogos exepcional. Ele queimaram durante bons 10 minutos antes do banho rosa sumir. Quando o fez, Draco estava com os lábios doidos de sorriso-orgulhoso.

Tanto que não percebeu o olhar desconfiado de Voldemort.
Logo, um Comensal da Morte rude veio e arrancou sua filha de seus braços, que se sentiram estranhamente frios sem sua presença. Naquela noite, ouvi-a gorgolejar no quarto de Gina. "Não se preocupe querida" ela disse em voz alta o suficiente para que o Comensal pudesse ouvir do lado de fora "Esses meia-boca comensais da morte horrorosos já se foram. Está segura comigo."

Draco não estava mais interessado em participar de reuniões clandestinas Comensais-da-Morte mais. Ele tinha chegado a ver sua filha, que era tudo que queria deles, decidiu que não havia fugido com ela nos braços pois não queria deixar Gina para trás, ela não tinha nenhum "vale-segurança" sem a bebê.

Naquela noite, ele tinha planejados duas coisas. A primeira, e mais importante, foi como pegar Gina e o bebê e sair da Mansão Malfoy sem ser apanhado. Isso por si só levaria toda a astúcia e seria mentira se dizesse que não estava confiante que poderia retira-la. Afinal, era um Malfoy. A segunda coisa seria um pouco menos perigosa, mas não mais fácil. Ele tinha que pensar em uma razão que não poderia se juntar aos Comensais da Morte.