Todos os personagens pertencem a Masashi Kishimoto. A história é de autoria de Lisa Kleypas do seu livro A Redenção – Série The Travis Family.

Essa fanfic é uma adaptação.

Capitulo 17

Eu sabia que minha aparência estava um desastre quando fui trabalhar na manhã seguinte, com círculos pretos debaixo dos olhos e arranhões de barba no pescoço. Não liguei. Eu me sentia mais em paz do que há meses. Anos. Talvez do que em toda a vida.

Eu ainda conseguia sentir o relevo do corpo do Sasuke no meu, para não falar de uma certa dor que me lembrava de tudo que tínhamos feito. E apesar de todas as coisas com que eu podia e devia estar me preocupando, decidi aproveitar a simples satisfação humana de ter feito amor por completo.

"Ligue dizendo que está doente", Sasuke suspirou de manhã. "Passe o dia na cama comigo."

"Não posso", eu retruquei. "Precisam de mim no trabalho."

"Eu preciso de você."

Isso me fez sorrir.

"Você já teve o bastante, por enquanto."

Sasuke me puxou para seu peito e me beijou com vigor.

"Eu ainda nem comecei", ele disse. "Na verdade, ontem eu me segurei porque você anda sem prática."

No fim, acabamos concordando que nós dois iríamos para o trabalho, já que era sexta-feira e tínhamos coisas que precisavam ser feitas. Mas às cinco e meia daquela tarde, o fim de semana iria começar.

Antes de Sasuke sair naquela manhã, eu lhe fiz um omelete de cinco ovos com queijo e espinafre, bacon fatiado e três torradas. Ele comeu tudinho. Em resposta ao meu comentário de que ele tinha esvaziado minha geladeira, Sasuke respondeu que precisou trabalhar muito para me satisfazer, e que um homem tinha que comer para manter a força.

Sorrindo, eu entrei no meu cubículo e abri o notebook. Pensei que eu estava de tão bom humor que nada poderia estragá-lo.

Então Mei apareceu.

"Eu lhe enviei alguns e-mails sobre os mais recentes contratos de manutenção", ela disse sem me cumprimentar.

"Bom dia, Mei."

"Imprima os anexos e faça cópias. Quero tudo na minha mesa dentro de uma hora."

"Pode deixar." Então ela se virou para sair. "Espere, Mei. Tem uma coisa que nós precisamos conversar."

Ela se voltou para me olhar, espantada com o tom ríspido, para não falar da ausência do "por favor".

"Pois não?", ela disse com uma delicadeza perigosa.

"Eu não quero que você dê minhas informações pessoais para outras pessoas. Se alguém pedir meu endereço ou telefone residencial, não dê antes de verificar comigo. Eu acho que de agora em diante isso deve ser um procedimento padrão do escritório, para a segurança de todos."

Ela arregalou os olhos de modo dramático.

"Eu estava tentando lhe fazer um favor, Sakura. Seu ex-marido disse que tinha algumas coisas para lhe devolver. É óbvio que você o deixou com tanta pressa que esqueceu de levar tudo." A voz dela ficou delicada como se estivesse tentando explicar alguma coisa para uma criancinha. "Não tente me pôr no meio dos seus problemas pessoais. Isso não é profissional."

Eu engoli em seco, querendo informá-la de que eu não tinha deixado o Sasori, mas que tinha sido espancada e jogada para fora. Mas um dos truques favoritos de Mei era fazer acusações com sua voz mais doce, para que eu acabasse dizendo coisas que não deveria. Eu não iria cair mais nisso. E havia mais coisas na minha vida particular que continuariam particulares.

"Você não me fez um favor", eu disse, calma. "Sasori não tem nada que eu queira. E você não está no meio de nada, Mei."

Ela meneou a cabeça e me lançou um olhar frio carregado de piedade.

"Ele me contou algumas coisas. Sobre como foi tratado. Ele foi muito encantador. Um pouco triste, na verdade."

Eu segurei um sorriso amargo. Como ele foi tratado? É isso que um narcisista faz. Ele a acusa de fazer o que ele fez, e pode ser tão convincente que você acaba duvidando de si mesma. Eu tinha certeza de que Sasori tinha contado para todo mundo que fui eu que o tratei mal, que fui eu que o abandonei. Mas eu não podia controlar o que ele dizia, nem se os outros acreditavam nele.

"Ele sabe ser muito charmoso", eu concordei. "A aranha sabe como tecer sua teia."

"Toda história tem dois lados, Sakura", desdém escorria de cada sílaba, como mel rançoso.

"É claro que sim. Mas isso não significa que os dois lados sejam válidos." É provável que eu devesse ter fechado a boca nesse instante, mas não consegui evitar de acrescentar, "E algumas pessoas são más por inteiro, Mei. Sasori é um mal que eu não desejo para nenhuma mulher." Nem você, eu me limitei a pensar.

"Eu não tinha percebido como você é ingênua", retrucou minha chefe. "Espero que algum dia você aprenda a olhar para o mundo com um pouco mais de sofisticação."

"Vou me esforçar para tanto", murmurei e girei minha cadeira até ficar de costas para ela.

Não fiquei surpresa quando Sasori me ligou no meio do dia. Eu já imaginava que Mei tivesse lhe dado meu número do trabalho. Ainda assim, o som da voz dele fez meu estômago revirar.

"Como foi seu encontro, ontem à noite?", Sasori perguntou. "Aposto que não teve muita conversa depois que eu fui embora."

"Não me ligue no trabalho", respondi, seca. "Nem em casa, por falar nisso."

"Só tem uma coisa que uma mulher pode querer de um rato de academia como aquele", Sasori continuou, "e não tem nada a ver com conversa."

Eu abri um sorriso, deliciando-me com o fato de meu ex-marido se sentir tão intimidado pelo Sasuke.

"Ele não tem nada de rato de academia", eu rebati. "Acontece que ele é muito inteligente. E um bom ouvinte — o que é uma tremenda evolução para mim."

Sasori pareceu não reparar no último comentário.

"Vocês nem saíram. Ficaram no apartamento e você deixou que ele te comesse a noite inteira, não foi?"

Eu me perguntei se Sasori ficou de tocaia no meu apartamento. Isso me deu um arrepio.

"Não é da sua conta", eu retruquei.

"Eu queria que você tivesse metade dessa disposição enquanto nós estávamos casados. Foi só pôr uma aliança no seu dedo e você ficou frígida."

Houve um tempo em que aquele comentário me magoaria. E eu poderia até ter acreditado que era frígida. Mas agora eu sabia que não. E eu sabia exatamente o que Sasori era, um narcisista incapaz de se importar com qualquer pessoa que não ele próprio. Eu nunca poderia mudá-lo, ou fazer com que ele tomasse ciência de suas falhas. Sasori queria o que ele queria... ele se compreendia tanto quanto um tubarão tem ciência do porquê mata e come. Era assim e pronto.

"Bem, graças a Deus você se livrou de mim", eu disse. "Faça um favor a nós dois e não me ligue de novo, Sasori."

"E as suas coisas? E quanto à pulseira da sua tia..."

"Se isso significa ter que ver você de novo", eu disse, "não vale a pena."

"Eu vou jogar aquela merda no lixo", ele ameaçou. "Eu vou despedaçar e..."

"Eu tenho que trabalhar", desliguei na cara dele, sentindo-me vitoriosa e enojada ao mesmo tempo. Eu decidi não contar para o Sasuke, nem para ninguém, sobre o telefonema do Sasori. Sasuke não precisaria de muita provocação para encontrar meu ex-marido e eliminá-lo da face da terra. E embora a perspectiva de Sasori sumir de vez não me tirasse o sono, eu não gostava da ideia de visitar Sasuke na prisão.

Ao longo das duas semanas seguintes, eu aprendi muita coisa a respeito do Sasuke. Nós passamos cada minuto possível juntos. Não que tivéssemos planejado. Aconteceu apenas que ele se tornou a pessoa com quem eu mais queria estar. E o mais intrigante era que ele parecia sentir a mesma coisa.

"Parece fácil demais", eu comentei com Sai uma noite, pelo telefone, enquanto esperava Sasuke chegar do trabalho. "Ele não faz joguinhos. Ele liga conforme prometeu. Aparece no horário. Ele me escuta de verdade. Ele é, tipo, perfeito. Dá até medo."

"Ninguém é perfeito. Você está escondendo algum detalhe. O que é? Ele deve ser do tamanho de um palito de dentes."

"Não. Na verdade, ele é o oposto disso."

Seguiu-se um silêncio pesado.

"Sai? Você continua aí?"

"Continuo. Só estou tentando pensar num bom motivo para continuar com a nossa amizade."

Eu sorri.

"Inveja não é nada atraente, Sai."

"Ajudaria se você me contasse pelo menos uma coisa que ele tem de errado. Uma falha. Mau hálito? Verrugas? Algum problema que exija spray antifungo?"

"Pelo no peito pode ser considerado um problema?"

"Ah, sim", Sai pareceu aliviado. "Não aguento carpete no peito. Não dá para ver os músculos."

Eu pensei que era melhor não discutir, ainda que discordasse. Havia algo de incrivelmente sexy e reconfortante em se aninhar em um peito largo e peludo.

"Sakura", Sai disse, parecendo mais sério. "Lembre-se do que eu disse sobre ele."

"Aquilo de ele não ser um cara simples? Sobre ser problemático?"

"É, isso. Eu confio nos meus instintos. Então, tenha cuidado, querida. Divirta-se, mas mantenha os olhos abertos."

Depois eu refleti sobre o que significava manter os olhos abertos em um relacionamento. Eu achava que não estava idealizando o Sasuke... era só que eu gostava de tudo a respeito dele. Eu gostava do jeito como ele falava comigo, e mais ainda do jeito como ele me escutava. Eu gostava principalmente do modo como ele era tátil. Ele me fazia massagens inesperadas nos ombros e me puxava para o colo, brincava com o meu cabelo, segurava minha mão. Eu não tinha sido criada em uma família de muito afeto físico — os Uzumaki davam um valor exagerado ao espaço pessoal. E depois da minha experiência com Sasori, pensei que nunca mais suportaria ser tocada.

Sasuke tinha me encantado mais do que qualquer outro homem. Ele era envolvente, brincalhão... mas sempre, e em primeiro lugar, era um homem. Ele abria portas, carregava pacotes, pagava o jantar e ficaria mortalmente ofendido pela simples sugestão de que a mulher fizesse alguma dessas coisas. Tendo vivido com um marido que passava a maior parte do tempo inflando seu próprio ego frágil, eu admirava a autoconfiança de Sasuke. Ele não tinha problema para admitir quando cometia algum erro ou se não entendia alguma coisa. Ele transformava essas ocasiões em oportunidades para fazer perguntas.

Conheci poucos homens, se é que algum, com uma reserva tão interminável de energia, ou com apetites tão vorazes. Para mim mesma, eu reconhecia que meu pai provavelmente tinha razão quando disse que Sasuke queria mais... e isso não se limitava a dinheiro. Ele queria respeito, poder, sucesso, todas as coisas que deve ter ansiado quando o mundo o considerava um zé-ninguém. Mas a opinião do mundo não o oprimiu. Havia algo nele, um instinto impulsionado por orgulho e raiva, que o fazia acreditar que merecia mais.

Ele não era diferente do meu pai, que também tinha começado do zero. Pensar nisso era meio assustador. Eu estava me envolvendo com um homem que poderia acabar se mostrando tão ambicioso e determinado quanto Minato Uzumaki. Como se lida com um homem assim? Como se evita que isso aconteça?

Eu sabia que Sasuke me via como uma mulher protegida. Comparada a ele, era provável que eu fosse. Quando viajei para o exterior, fui com amigas da faculdade e fiquei em bons hotéis, pagos com o cartão de crédito do meu pai.

Quando Sasuke viajou para o exterior, foi trabalhar em plataformas marítimas em lugares como México, Arábia Saudita e Nigéria. Catorze dias em alto-mar, catorze dias em terra. Ele aprendeu a se adaptar rapidamente a culturas e costumes estrangeiros. E me ocorreu que era desse modo que ele estava entrando na sociedade de Houston. Aprenda os costumes. Adapte-se. Encontre seu caminho.

Nós conversávamos até tarde da noite, trocando experiências sobre nossa criação, relacionamentos passados, episódios que nos mudaram. Sasuke era aberto sobre quase tudo, mas havia alguns assuntos que ele não queria discutir. Seu pai, por exemplo, e o que ele fez para acabar na prisão. E Sasuke preferia ficar de boca fechada sobre sua vida amorosa anterior, o que me deixava muito curiosa.

"Eu não entendo por que você nunca transou com a Hinata", eu disse uma noite. "Não se sentiu tentado? Deve ter se sentido."

Sasuke me aninhou mais à vontade em seu peito. Nós estávamos em sua cama, uma king-size estilo Califórnia cheia de travesseiros preenchidos com microfibras Scandia. Por cima do colchão, quilômetros quadrados de lençóis de 800 fios e colcha de seda.

"Querida, qualquer homem com mais de 12 anos se sentiria tentado pela Hinata."

"Então por que você não transou com ela?"

Sasuke acariciou a pele ao longo da minha coluna, investigando com delicadeza a depressão entre os músculos.

"Eu estava esperando por você."

"Rá. Os boatos dizem que você esteve muito ocupado com as mulheres de Houston."

"Eu não me lembro de nenhuma delas", ele disse, a voz neutra.

"Konan Tanaka. Esse nome lembra alguma coisa?"

Sasuke me deu um olhar desconfiado.

"Por que você está falando nela?"

"Ela estava se gabando para o Sai de ter ficado com você na 'lua de divórcio' dela."

Ele ficou em silêncio por um instante, a mão brincando com o meu cabelo.

"Está com ciúmes?"

Diacho! Sim, eu estava com ciúmes! Na verdade, eu estava espantada com a quantidade de veneno emocional produzido pela minha cabeça ao imaginá-lo na cama com Konan e toda sua perfeição bronzeada artificialmente.

Eu confirmei com a cabeça encostada em seu peito.

Sasuke me virou de costas e olhou para mim. A luminária brincava com suas feições bem definidas, e um raio de luz iluminou o sorriso tênue em seus lábios.

"Eu podia pedir desculpas por todas as mulheres que conheci antes de você, mas não vou."

"Não pedi para você fazer isso", eu disse, emburrada.

A mão dele deslizou por baixo do lençol e passou com delicadeza pelo meu corpo.

"Eu aprendi um pouco com cada mulher com que estive. E eu precisava aprender muito antes de estar pronto para você."

"Por quê?", eu fiz uma careta. "Porque eu sou complicada? Difícil?", lutei para manter a respiração estável quando ele pegou e apertou meu seio.

Sasuke meneou a cabeça.

"Porque eu quero fazer tanta coisa com você. Quero te dar prazer de tantas formas", ele se inclinou para me beijar e roçou seu nariz no meu, um carinho brincalhão. "Aquelas mulheres eram só para eu praticar até chegar em você."

"Boa saída", eu disse de má vontade.

A mão dele cobriu meu coração com uma pressão leve e quente.

"Desde que eu me conheço por gente, eu queria ir para algum lugar, ser alguém. Eu via uns filhos da mãe que tinham tudo — carro de luxo, mansão, mulher linda. E eu dizia para mim mesmo, 'Fodam-se. Algum dia eu também vou ter tudo isso e vou ser feliz'." Ele torceu a boca. "E nos últimos anos eu consegui, afinal, as coisas que queria, mas não bastou. Eu continuava sendo um vagabundo infeliz. Quando estou com você, por outro lado..."

"O quê?", eu quis saber.

"Quando estou com você, eu sinto que finalmente tenho o que eu preciso. Posso relaxar e ser feliz", ele fez um desenho com a ponta do dedo no meu peito. "Você me desacelera."

"De um jeito bom, você quer dizer?"

"De um jeito bom."

"Eu nunca desacelerei ninguém", eu disse. "Não sou uma pessoa tranquila."

Um sorriso preguiçoso brincou nos lábios dele.

"Seja lá o que for que você faz, dá certo comigo."

Ele se abaixou e me beijou no pescoço, murmurando que eu era linda e ele me queria. Eu estremeci quando a penugem no peito dele passou de leve sobre os meus seios.

"Sasuke?"

"Hum?"

Eu pus meus braços ao redor do pescoço dele.

"Às vezes eu tenho a impressão de que você está se segurando, na cama."

Ele se afastou para me observar e seu olhar me acariciou.

"Estou indo devagar com você", ele admitiu.

"Não precisa", eu disse, sincera. "Eu confio em você. Se me mostrar o que você quer, eu faço. Quero dizer, seja lá o que você e Konan fizeram..."

Ele retorceu os lábios com um arrependimento divertido.

"Mas que coisa! Esqueça dela, meu amor. Eu passei só uma noite com ela e nunca voltei para a segunda."

"Bem, de qualquer modo", eu continuei, tomada por um espírito de competição, "você não precisa tomar cuidado comigo. Eu aguento."

Uma sugestão de divertimento se alastrou em um sorriso.

"Tudo bem", ele disse.

Eu puxei a cabeça dele para baixo. Alcançando a boca, eu o beijei com ardor. Ele reagiu sem hesitar, procurando as profundezas da minha boca até nós dois ficarmos sem ar.

Sasuke me colocou de joelho, de frente para ele, com as mãos fechadas em meus braços — uma pegada forte, porém cuidadosa. O olhar dele era incandescente, mas sua voz, gentil.

"Quer tentar algo novo, Sakura?"

Eu engoli em seco e anuí, enquanto meus quadris se projetavam à frente com um movimento sutil. Ele reparou. Eu vi como Sasuke ficou excitado, o que me deixou tonta de prazer. As mãos dele deslizaram até meus pulsos. Ele levantou meus braços e me fez segurar no alto da cabeceira em ripas. Meus seios subiram com o movimento e os bicos endureceram.

Sasuke me encarou no fundo dos olhos até eu me afogar nas profundezas do azul. A respiração dele era quente nos meus lábios.

"Segure-se", ele sussurrou, prendendo meus dedos na cabeceira.

E então vieram minutos escaldantes de intimidade... de uma tormenta habilidosa que me deu febre. Febre que levou à doçura. Ele esteve em todos os lugares, ao meu redor e dentro de mim. De algum modo eu sobrevivi, mas por pouco. Quando Sasuke terminou comigo, minhas unhas tinham entalhado pequenas marcas na cabeceira, e eu não conseguia lembrar do meu próprio nome. Desabei lentamente nos braços dele. Cada um dos meus membros tremia de prazer.

"Só você", Sasuke disse quando recuperou o fôlego. "Tudo que eu quero é você."

Eu senti como se estivesse caindo por entre as nuvens quando ele me baixou sobre os travesseiros. Caindo com tudo. E parecia não haver nada que eu pudesse fazer a respeito.

Continua!

Capitulo dedicado a minha diva Obsidiana Negra pelos comentários de sempre... atualizei as duas adaptações amore, acho que mereço atualização de Rock N Roll e The Deal rsrsrsrs!