FUCKING SWEET SEX - CHAPTER 16
Depois de ouvir aquele corta, suspirei fundo. Mais alguns takes e eu podia finalmente conversar com Chris. Arrastá-lo até meu trailler e beijar aquela boca. Que saudades daquela boca. Eu tinha ela nas minhas há alguns minutos atrás, mas a vontade constante de ter aqueles lábios no meus só aumentava.
Acabei me distraindo com uma discussão entre o iluminador e o cara que segurava o microfone e perdi Chris de vista. Mesmo correndo pelo estacionamento eu não conseguia achar ele de jeito nenhum.
- Ele está em seu trailler. - Naya passou por mim. - De nada.
Naya era a melhor pessoa desse mundo. Foi com ela que eu mais me conectei desde quando chegara aqui. Chris havia contado tudo para Lea, e eu havia contado tudo para Naya. Sim, todos os detalhes. Naya falava que eu devia terminar com Mia e ficar com Chris, que nossa química era inegável... E esbarrar come ela me fez tomar uma atitude. Era isso que eu queria.
Enquanto colocava minha cabeça em ordem fui caminhando até meu trailler tendo um mini flashback de todos os momentos que tive com Chris. A audição. Nossa primeira noite juntos. Nosso beijo. A primeira vez de Chris comigo. E tudo chegava nesse momento. Iria finalmente me declarar. Abri a porta do trailler e encontrei Chris sentado, exatamente me esperando.
- Chris, eu t...
- Eu sei. - O castanho se levantou, ficando bem próximo de mim. Eu podia sentir sua respiração sob mim. Nossas bocas quase se tocando e o rítmo de nossa respiração aumentando era quase aonde eu queria chegar. Lentamente Chris fechou seus olhos azuis e eu fechei os meus.
Dei finalmente o último passo, colando nossas bocas. Involuntariamente eu acabei ficando um pouco na ponta dos pés, não muito. A diferença de altura não era muito grande.
- Anãozinho. - Chris sorriu durante o beijo.
Circulei meus braços em sua cintura e ele em minha nuca. Nenhum de nossos beijos foi tão apaixonante como aquele. Era molhado e quente na medida certa. A língua de Chris conseguia alcançar pontos que me deixavam sem pensar por segundos.
Minhas mãos foram da cintura para o quadril, andando lentamente até a pequena cama que ficava no meu trailler. Deitei Chris lentamente sob a cama, não deixando de o beijar.
- Preciso trancar a porta. - Falei, e foi quando ele me soltou, sem antes fazer um biquinho. Fui até lá, fechei a porta e a cortina. Finalmente eu teria Chris denovo comigo.
Voltei à cama e encontrei um Chris sentado impaciente. Já estava impaciente? Sorri fazendo-o sorrir também e fui caminhando até ele. Bocas se tocando novamente, era só começar. Eu não queria fazer qualquer coisa. Eu queria fazer amor.
Deitei-o lentamente e me deitei em cima de seu corpo que estava fervendo. Eu podia escutar o barulho de nossos lábios se chocando, os pequenos gemidos que Chris tentava evitar, mas sempre saíam.
- Roupas. Desconforto. - Falei durante os beijos, o suficiente. As mãos de Chris foram passando até os botões de minha camisa, tirando um por um, deixando meu peito à mostra.
E nossa, como Chris amava meu peito. Ele passava a mão, e de novo e de novo, nunca se cansava.
- Já acabou por aí? - Lembrei Chris, sorrindo. Ele sorriu também e tirou finalmente minha camisa. Malditos vestuários de Kurt e Blaine. A mão de Chistopher então foram descendo até minha bunda, aonde ele tirou meu celular do bolso e começou a mexer. - O que está fazendo?
- Mensagem para Lea: Afaste todos do trailler de Darren. Invente uma desculpa para Ryan. Até depois, Chris. - Falou enquanto digitava algo.
- Acho que ela entendeu o recado.
Então começamos a nos despir novamente. Primeiro meu cinto, assim que já estava livre dele, minha calça já parecia mais larga. Eu estava em desvantagem ali. Resolvi tirar a blusa de Chris, e depois de muito desconforto consegui deixar o castanho de peito nu também.
Mãos se esbarravam em todo o momento. Eu tentando despir Chris e ele tentando me despir ao mesmo tempo.
- Parece que é nossa primeira vez. - Falei enquanto desafivelava o cinto do meu parceiro. Gotas de suor começavam a descer pelo meu peito, fazendo Chris ficar mais hipnotizado no momento. - Chris, calça. - Sussurrei.
Eu não aguentaria ficar mais naquele amasso com tantas peças de roupas. Para agilizar logo, Chris tirou a sua e eu tirei a minha. Chris estava com uma cueca boxer preta, que contrastava com seu tom de pele e eu com uma vermelha.
- Já disse que você fica realmente lindo de vermelho? - Chris falou quase sussurrando e então me puxou novamente pra cima dele. Christopher fucking sexy Cofer. Eu já estava excitado, e Chris também, mas pra quê estragar um momento tão bom? Por enquanto, apenas os beijos eram necessários.
Bom, por aquele momento. Logo a urgência era tanta que as línguas não podiam se controlar sozinhas. As mãos de Chris desceram das minhas costas até a barra da minha cueca, aonde ele hesitou um pouco antes de tirar.
Saí de cima de Chris e me deitei na cama, ajudando-o a tirar minha cueca finalmente. O castanho fechou os olhos e suspirou diante da imagem do meu pênis e então tirou sua cueca também.
- Chris... Lubri. - Falei durante um beijo bom. Bom demais para parar, mas Chris o parou.
- Merda. - Se levantou e pegou o celular que havia deixado na cabeceira da cama.
- Lea? É o Chris. Sim. Eu sei. Quero te pedir um favorzão. Ok, não ria. Preciso de um pote que tem no criado-mudo do meu trailler, mas agora. Ok, te espero. - Chris então desligou o telefone.
- Você tá corado. - Falei sorrindo, Chris apenas resmungou e me ignorou. Em um minuto Lea já batia na porta.
- Lea. - Chris abriu a porta pela metade, deixando apenas a cabeça à mostra.
- Oi Chris. - Ouvi a voz da morena. - Oi Darren.
- Oi... - Respondi envergonhado.
- Aqui está, e faz o serviço direitinho. - Lea saiu gargalhando e então vi Chris ainda mais corado voltar à cama.
- Fica tranquilo, você faz o serviço direitinho. - Falei puxando Chris pra cama e o dando um selinho.
O castanho cedeu a um beijo calmo e depois se preparou, dando espaço para começarmos. Primeiro ele tirou de sua carteira uma camisinha e colocou em mim. Jesus, que sexy.
- Deita. - Falei me sentando na cama, mas fui empurrado novamente a deitar.
- Não, quem vai deitar hoje é você. - Me deu um selinho e começou a massagear meu membro com as mãos melecadas de lubrificante. Joguei minha cabeça pra trás e fiquei apreciando à sensação. Nenhum sexo que eu já tenha feito se comparava com o que eu estava fazendo agora.
Chris se sentou sob minhas pernas, e fechou os olhos, procurando coragem para começar. Levei minha mão ao rosto do castanho e acariciei. Então o ator sorriu. Sorriu o sorriso mais singelo que já vi em toda minha vida. Subiu então um pouco na altura da minha cintura, sem descer ainda.
- Pronto, C? - Perguntei e ele assentiu que sim. Posicionei meu membro na entrada de Chris e esperei ele fazer algo. Para tomar o primeiro passo foi difícil, muito difícil.
Chris fazia menção de descer, e depois subia suspirando. Ele não tomava coragem, e eu entendia porquê. Se da última vez deve ter doído, imagina agora.
- Chris, tá tudo beWOW. - Me surpreendi quando Chris desceu tudo de uma vez, praticamente sentando no meu membro. Pude ver o ator fechando os olhos com força, tentando disfarçar a dor. Meu menino é tão valente.
Puxei seu queixo para um beijo terno e calmo, fazendo-o ficar mais confortável.
- Quando você quiser. - Sussurrei e Chris assentiu. Eu entendi que ele precisava de um tempo para se recompor, só não esperava ser um tempo de segundos.
Logo então pude sentir uma movimentação. Chris começou a ir lentamente para frente e para trás em cima de mim, ainda com os olhos cerrados por causa da dor. Ele suspirava de dor e eu prometi a mim mesmo fazer daquela dor prazer.
Levei minha mão até seu membro e masturbei de leve, apenas para ele se sentir confortável. Conforme eu ia aumentando os rítmos da masturbação, Chris aumentava o rítmo do vai-e-vem.
Sem pensar, tirei minha mão do membro do castanho e levei á minha cabeça. O prazer que eu estava sentindo naquela hora era o dobro do que eu estava sentindo na nossa primeira vez. Como era possível aquilo se superar?
Chris apoiou seus dois braços em meu peito e começou a ir para frente e para trás com mais força, então fechei os olhos e me agarrei no lençol da cama. Por aquele momento, não conseguia mais manter meus olhos abertos.
- Chris. - Sussurrei. Eu havia tentado desde o começo evitar barulhos ou sons que parecessem gemidos, mas esse foi quase impossível de segurar. E contando o prazer que eu estava sentindo, eu fui quase um herói de só deixar isso sair.
- Darren. - Ele sussurrou também. Aquela voz tão rouca de um jeito que eu nunca havia escutado arrepiou minha espinha. E então o rítmo da transa ficou mais rápido, se aquilo ainda era possível, e eu me senti indo.
Apertei as mãos de Chris e então por fim suspirei, caindo na cama como uma criança. Todas minhas forças pareciam ter ído por água abaixo. Eu estava sendo o Darren Carente agora.
Quem diria que aquele cara de Mishigan, que se dizia hétero estaria nesse lugar agora. Contrato renovado com a maior série de todas, transando com o cara mais sexy do planeta e tão vunerável.
- Eu acho que você não gostou... - Chris brincou, fazendo menção de sair, mas eu puxei seu quadril novamente.
- Fica mais um pouco. - Ainda de olhos fechados, isso pode ter parecido uma súplica.
Chris atendeu meu pedido e se deitou sob meu peito, não tirando meu membro de dentro dele ainda. Começamos um beijo muito lento, mas não ruim. Pelo contrário. Parecia que a cada novo beijo, era o melhor.
- Eu te... - Tentei falar, mas fui interrompido.
- Eu sei. - Me deu um beijo na testa e finalmente saiu de mim. Me senti estranho, como uma peça que faltasse. Como um quebra cabeças. Chris era a peça que faltava, mas eu sabia que ele não iria pra longe.
O abracei e ficamos ali por um momento deitados na cama encarando o teto. Será que eu merecia tantas maravilhas em minha vida?
