Acordei de um jeito que fazia tempo que não acordava. Feliz. O motivo? Eu estava sozinho. Morando sozinho. Sem namorada, sem ninguém que me prendesse. Bom... Não por muito tempo. Do outro lado da cidade, Chris Colfer estaria solteiro também, esperando apenas por uma notícia.
Fiz minha rotina matinal e logo já estava no meu carro, seguindo para o estúdio. Aquele frio na barriga subia cada vez mais, e eu sorria igual um bobo. O trânsito não facilitou, mas alguns minutos depois de sair do meu apartamento, estava estacionando na Paramount.
- Bom dia, Sr. Criss. - Disse o assistente de câmera ao passar por mim. Assenti com a cabeça e corri até o estúdio. Atrasei alguns minutos, e encontrei todo o cast na sala do coral, prontos para gravar.
- Ryan quer seu couro. - Chris sussurrou assim que entrei correndo até a maquiagem e figurino. Apenas sorri forçado e alguns minutos depois me encontrei no visual de Blaine.
Filmamos a uma cena pequena, nada especial, porém os integrantes do grupo teriam que estar ali. Minha proxima cena seria no corredor, porém agora eles gravariam cenas Finchel. Puxei Chris para o canto do estúdio.
- Você está todo estranho. - Respondeu ele, franzindo o cenho e cruzando os braços em minha frente. Dei um passo, quase colando nossos corpos.
- Terminei com Mia. - Chris abriu um sorriso enorme.
- Terminei com Max.
O sorriso que se abriu em meu rosto era sem descrições. Pela primeira vez, nada nos impedia de ficar juntos. Chris estava solteiro, eu estava solteiro e não via problema nenhum em me assumir. Não por Chris. Pousei minhas mãos pela sua cintura, e quando Chris fechou os olhos, nos interromperam.
- Todos os integrantes, no coral, agora. - O produtor falava pelo megafone. Chris suspirou e abriu os olhos.
- Continuamos depois, no meu trailer. - Falei, roubando um selinho do castanho e o guiando até o estúdio de gravação.
As gravações nunca foram tão demoradas. Parece que o destino estava tirando uma com a nossa. Eu olhava para Chris, que batia o pé como Kurt, impaciente. Alguém sempre errava na cena, parecendo de propósito. Não consigo descrever o alívio que tive quando ouvi o "corta, muito bem, rapazes" vindo do diretor, seguido de "pausa".
Não precisávamos mais disfarçar ao entrar trailer a dentro. Algumas pessoas da produção viram Chris entrar e fechar a porta atrás de si, porém não nos importamos. Após aquele dia finalmente iríamos assumir que estávamos juntos.
- Você não sabe quanto tempo esperei por isso. - Chris deu um passo para frente, e eu também. Ele continha um sorriso sincero nos lábios, e estava um pouco corado.
- Esperou pelo o quê? - Aumentei meu sorriso e puxei Chris pela cintura, colando nossos corpos, porém ainda não nossas bocas.
- Pra te ter finalmente só pra mim.
Inclinei meu rosto e dei meu famoso "sorriso Blaine", antes de colar minha testa com a de Chris. Olhava em seus olhos e sabia que não havia como aquele momento ser mais perfeito do que já estava sendo.
- Eu te... - Chris tentou falar, porém eu o interrompi.
- Eu sei. - E um sorriso se abriu em nossos lábios, antes de eles se selarem em um selinho calmo.
Chris deu início ao beijo, pedindo passagem com a língua. De todos os beijos, eu sempre me surpreendia com Chris, porém esse era o melhor de todos. Havia amor, simplicidade, esperança e felicidade. Senti suas mãos partirem para minha nuca enquanto eu ainda apertava seu quadril contra o meu. Era o beijo mais esperado do século.
- Você tem certeza disso? - Ele separou do beijo, um pouco sem ar.
- Disso o quê? - Capturei seu pescoço, sem medo de deixar marcas, no que agora, era meu.
- Se assumir.
- É o que eu mais quero. - Empurrei Chris contra a porta, deixando-o sem ter pra onde escapar e continuei beijando seu pescoço. Chris tentava disfarçar os gemidos, porém alguns saíam pela sua boca.
- Cama? - Perguntei.
- Cama. - Falou sem ar, me empurrando em direção ao quarto. Porém não parei o que estava fazendo. A pele branca de seu pescoço já estava vermelha de tanto que eu explorava a área.
Agora no quarto, deixei seu pescoço de lado e capturei aqueles lábios vermelhos em um beijo calmo, enquanto deitava Chris lentamente na cama. Ficamos em uma posição confortável e o beijo foi ganhando mais forma, não deixando de ser romântico.
Uma das mãos, que me apoiava na cama foi lentamente até o bolso traseiro da minha calça, aonde geralmente ficavam as camisinhas. Geralmente. - Droga. - Sussurrei, quebrando o beijo.
- O quê? - Chris abriu os olhos, se perguntando o porquê de eu ter parado.
- Camisinha.
- Já fizemos sem. Eu confio em você. E quando eu te sinto de verdade, é bem melhor. - Chris roubou um beijo que ficou mais intensificado graças ao que ele falou. Meu coração batia em ritmo acelerado e eu sabia que era Chris. Sempre foi Chris.
Meus lábios nos de Chris. Meu corpo colado junto ao seu e minha ereção já dura o suficiente. Minhas mãos caminharam até o botão do colete que Chris (Kurt) usava. - Eu vou precisar de uma ajudinha aqui. - Falei gargalhando baixo, e Chris também. Ele me ajudou a tirar seu colete, junto com sua blusa branca. Aquele peito branco de Chris me enlouquecia.
- Já falei que você é lindo? - Chris assentiu com minha pergunta e eu voltei a beijá-lo. Apenas me separando segundos suficientes para também tirar minha blusa xadrez junto com a gravata borboleta que usava.
Nossos peitos colados, e devido ao lugar estar quente e sem ventilação, gotas se suor brotavam em nossos peitos, que estavam colados. Quando fazia amor com Chris, me sentia completo. Me sentia um só. Continuei a beijar aqueles lábios doces, quais eu não conseguiria viver mais sem. Minhas mãos, que me apoiavam na cama deslizaram exatamente até o botão da calça de Chris.
- Apressadinho você. - Separou do beijo e sussurrou em meu ouvido, antes de começar a mordiscá-la. Em um gesto rápido, o botão da calça não estava mais em sua casa e eu descia o zíper rapidamente, e não fiquei surpreso ao ver que Chris estava no mesmo estado que eu.
Com um sorriso, voltei a beijar Chris e tirar sua calça. Desajeitado, finalmente consegui. - Estou em desvantagem. - Brincou ele levando a mão até minha bunda, aonde conseguiu com a outra mão, desabotoar a calça. Lentamente ele foi descendo a calça capri de Blaine e revelando minha boxer cinza.
- Meu deus, Chris. Você me deixa louco. - Continuei a chupar seus lábios doces, que me deixavam tão anestesiado.
Apenas de cuecas, nossos membros se roçavam. Eu provocava Chris, fazendo movimento de sobe e desce, roçando nossas ereções que se encontravam mais duras que pedras. Suas mãos percorriam minhas costas, deixando marcas enquanto pressionava. Até que alguns segundos ela já se encontrava abaixando minha cueca.
- Você quer? - Perguntei rouco, ainda roçando meu membro no de Chris. Ele era sexy as fuck e não sabia disso. Chris soltou um gemido, que interpretei como um "sim" e o deixei então tirar minha cueca.
Ainda nem havíamos começado nada e eu podia jurar que estava quase no ápice. As mãos do castanho apertando minhas costas, nossos membros se roçando (agora sem nenhum impecílio, já que em um movimento rápido havia tirado a cueca de Chris). O membro rosado de Chris tocava no meu, me fazendo suspirar.
- Darren... - Chris sussurrava durante os beijos. Em um movimento rápido, virei Chris na cama, deixando o castanho em cima de mim. Ele circulou suas pernas no meu quadril e voltou a me beijar.
Agora era sua vez de me provocar. Chris roçava sua entrada em meu membro, e eu perdi absolutamente o controle. Quem estava fora do trailer poderia ver o lugar quente, abafado. E até podia escutar algumas coisas.
O castanho levou suas mãos ao meu cabelo com gel, puxando minha cabeça para trás e começou a beijar meu pescoço. - Você é mau. - Foi o que conseguir falar. A boca de Chris descia em direção à meu membro, fazendo caminho pelo meu peitoral. Quando o castanho chegou, sem delongas, abocanhou meu pênis e já começou com movimentos rápidos. Chris era bom naquilo. Chris era muito bom naquilo.
Joguei minha cabeça pra trás enquanto meu namorado fazia todo o trabalho. Inconscientemente levei minhas mãos ao cabelo de Chris, e pressionava sua cabeça para baixo. Aquela sensação eu nunca havia sentido na vida.
- Chrisssss. - Gemia seu nome um pouco alto, e ele adorava. Sorria durante as chupadas fortes. - Não vai sobrar nada pra depois. - Falei quase sussurrando. O castanho entendeu e voltou para cima, trilhando o mesmo caminho de beijos que antes.
Aproximou sua boca do meu pescoço, e quando pensei que receberia mais beijos, sinto Chris sentar totalmente diante de meu membro, me fazendo entrar dentro de si.
O castanho soltou um gemido abafado e jogou sua cabeça para trás. Acabei o puxando para mim e beijando aqueles maravilhosos lábios novamente. Quando o intérprete de Kurt se recuperou, enlaçou suas pernas em mim e começou a subir e descer freneticamente.
- Ch. Ri. SSSS. - Eu tentava falar alguma coisa, porém Chris descia e subia em mim mais rápido do que a velocidade que eu poderia pensar em formular uma frase. Levei minhas mãos ao seu quadril e fechei meus olhos, aproveitando aquela sensação.
Mordendo lábios. Sussurrando seu nome. Misturando nosso suor. Era assim que estava sendo aquele momento. Não era apenas sexo, não era apenas relações. Era sobre o momento, sobre Chris e mim. Puxei suas costas, colando nossos corpos e nos viramos na cama, agora, comigo em cima.
Pressionei-me entre suas pernas, que agora circulavam minhas costas e continue, em mais perfeita sintonia, nosso sexo. Uma de minhas mãos estavam apoiadas na cama, e a outra foi deslizando até o membro rosado do castanho.
- Dare. - Ele soltou, quando sentiu minha mão o masturbando. Minha mão corria conforme minhas estocadas na entrada de Chris. De todos nossos momentos, esse estava sendo o melhor. Aumentei o ritmo e podia ver Chris fechar os olhos e pressionar a boca, tentando conter gemidos. Em vão. - Dah. Oh my god. Darren. - Ele sussurrava.
Alguns segundos depois, senti Chris levar suas mãos às minhas costas, e logo depois de um gemido indecifrável, senti seu líquido em minha mão. Sorri e voltei a beijá-lo, aumentando a velocidade das estocadas, sabendo que eu não iria aguentar muito.
- Eu te amo. - Falei, me separando de seus lábios. Era a primeira vez que eu conseguia completar a frase sem Chris me interromper. Ele abriu seus olhos, e um sorriso se formou em seus lábios.
- Eu também... - Esperou recuperar ar. - Eu também te amo, Dare. - E foi quando não aguentei mais e despejei todo meu líquido viscoso dentro de Chris, que fechou os olhos e apreciou a sensação.
Continuamos com nossos corpos colados. - Eu te amo muito, Darren. - Ele disse, me abraçando como se eu fosse fugir. Dei um selinho em seus lábios e ficamos ali abraçados por um tempo.
Não há lugar melhor do que nos braços do seu amor.
N/A: Seus ovários explodiram com esse lemon? Legal! DESCULPEM A DEMORA PRA POSTAR, DE VERDADE. Próximo capítulo, se tudo correr como o programado, sai sexta-feira que vem. Me amem. Beijos.
