avisos: -Os personagens não são nossos (se fossem estaríamos vivendo em Paris), são da Stephanie Meyer (mulher de sorte);
-Pode conter cenas de sexo, consumo de drogas e bebidas alcoólicas, estupro, tortura e palavrões;
Notas: Feliz Natal atrasado!
Deliciem-se com o ultimo capitulo do ano...
Capitulo seis.
- Você sabia sobre isso? - a morena de cabelos marrons questionou a de cabelos negros.
- Sim - respondeu sem fitar a outra, que tinha uma expressão assustada.
- Como você sabia sobre isso? E o mais importante, porque não me contou? - a magoa era a emoção pungente na voz dela, e lá no fundo havia um pouco de indignação, "como ela poderia omitir algo dela?".
- Bella! - chamou a de cabelos curtos - existem algumas coisas que só devemos saber quando estamos prontos para "ouvir" - afirmou a morena de cabelos curtos.
- Mas... - Bella iria começar a argumentar, porem sua irmã não permitiu.
- Sem "mas" Bella, no tempo certo você saberá todas as respostas, mas por enquanto apenas confie em mim - Bella assentiu. Ela sabia que poderia confiar em sua irmã, foi assim desde o inicio. - Eu sabia, porque fui eu quem fez a profecia! - a expressão de Bella era puro choque.
- Ok - ela assentiu - você sabe que eu confio em você.
- Sim, eu sei. - a morena de cabelos curtos sorriu. - e você sabe que eu confio em você, mas há coisas anteriores ao seu nascimento, existem coisas em nosso mundo que ainda são obscuras, mas se revelarão. Tanto coisas boas, como ruins, coisas que mudarão a nossa forma de viver, o mundo. Não faria nenhum bem agir precipitadamente. Os tempos pedem calma, paciência e frieza. - Bella sabia a gravidade das coisas, porem agora ela tinha certeza de que as coisas eram ainda piores.
Caçador
- Pensa Edward, pensa! - Estava sentado no meu bebê pensando em tudo o que Marcus havia me dito. - isso é fodido! – Eu realmente não queria pirar, pelo menos não na frente dele, mas agora era impossível. Eu só precisava manter o foco. - Foco Edward! Agora você precisa descobrir onde raios é The Oil City. O North Platte River obviamente é um rio, mas esse país é muito grande, e rios é algo que não faltam nele. Pelo visto só há uma saída. – peguei meu celular do porta-luvas, e disquei o número conhecido.
- Lesidencia York! – ouvi a voz da Sammy depois daquela noite confusa era a melhor coisa que poderia acontecer.
- Bom dia! Como está a minha namorada? – recebi um gritinho e um sorriso em resposta.
- Bom dia Eddie! Estou com saudade, quando você vem toma chá comigo? – Sorri o que eu poderia fazer, ela me tinha enrolado no dedo mindinho desde o primeiro olhar.
- Assim que possível eu vou te ver, princesa. Como está na escolinha? – eu sei que estava evitando os problemas, mas por enquanto precisava de uma pausa, e nada melhor do que a inocência infantil para ajudá-lo a esquecer de coisas ruins.
- Tá bom, minha pofessola mudou, agola a Senholita Webe, está no luga da Senholita Malloly, mas eu num fiquei tiste po isso, sabe puque Eddie? – o sorriso estava pregado em meu rosto.
- Não Sammy, eu não sei, me diga você – pedi.
- Poque a Senholita Malloly ela má. – aquilo me fez ficar alerta – ela num blincava com agente, ela só bligava e leclamava, oto dia, ela massuco a minha coleguinha Maggie, alossando o blaço dela até ela sola e sola – aquilo me enfureceu, como alguém poderia judiar com uma criança?
- Sammy, conta para o Eddie, essa Senhorita Mallory já fez isso com você? – perguntei Mac contendo a onde de fúria que me invadil.
- Eddie você ta com laiva da Sammy? – a tristeza estava presente em sua voz, e eu me amaldiçoei mentalmente por isso.
- Não, princesa. – neguei – apenas, estou com raiva dessa sua ex professora por machucar sua coleguinha e preocupado com você. Então, diz pro Eddie se ela fez alguma coisa com você.
- Não Eddie, poque uma vez ele glitou comigo, mas eu disse ao tio Ik e ele foi lá e convesou com ela. – fiquei aliviado com isso, imagino o tipo de "conversa" que o Eric teve com ela. – mas quando ela apetou o blaço da Maggie, todo mundo da sala começou a sola e a Senhola Cope veio vê o que ela, e depois desse dia a Senholita Malloly se foi. – fiquei um pouco aliviado ao perceber que a escola não tolerava maus tratos as crianças.
- Princesa, promete para o Eddie que se alguém, qualquer pessoa que seja algum dia tentar machucar você, você vai me contar! – pedi, respirei mais aliviado.
- Eu plometo Eddie – ela respondeu solenemente, ou o quanto uma criança poderia ser solene.
- Vou mandar um presente para você pelo Tio Eric princesa, ok? – falei, e como resposta, recebi um gritinho animado.
- Oba! – sorri junto com a animação dela – Eddie, o Tio Ik ta aqui – ela falou e depois sussurrou – ele ta com cala de biço pliguiça. – gargalhamos do Eric, a Sammy sempre diz que o Eric acorda com cara de bicho preguiça.
- Ok, meu princesa, passa o telefone pra ele.
- Xau Eddie, eu te amo! – disse ela, aguardando como sempre minha resposta.
- Tchau Sammy, eu amo você! – sorrindo ela passou a ligação, que o Eric pegou resmungando.
- Você sabe que horas são? – revirei os olhos.
- Hora de você deixar de resmungar e descer para o seu "laboratório" – falei debochado.
- Porra Eddie!
- Olha a língua, se a Sammy escuta você falando assim, ela vai te entregar a Josy. – avisei. – já tomou seu café?
- Não! – estava explicado.
- O que te acordou?
- Plantão, sozinho e Sammy. – foram às únicas palavras discerníveis, a Sammy tinha razão ele resmunga igual o Mutlley. Tentei omitir meu sorriso com isso, mas puder ouvir uma risadinha do outro lado da linha.
- Ok. Vai tomar teu café, e desce para o laboratório. – ordenei, o Eric pela manhã e antes sua primeira xícara de café é um zero, e a situação é ainda pior quando a Josy está no trabalho.
- Pode adiantar o que acontecer Mansen – pude o ouvir colocando o café na xicara.
- Tenho mais uma pista e preciso de ajuda para decifra-la – fiquei em duvida se deveria contar para ele algo mais, não é que eu não confie nele, apenas não quero coloca-lo em perigo – Eu também descobri mais algumas coisas, mas não são importantes – falei meio receoso.
- Ok – ele ficou em silencio – me fale apenas o que achar que deve.
- Preciso que você descubra onde é: The Oil City. - falei.
- Essa é mole, alias você nunca prestou atenção às aulas de geografia e historia, não é? - me questionou, revirei os olhos, ele sabia bem a resposta. - Você está falando de Casper, Wyoming.
- Casper? - inacreditável - você tem certeza?
- Você está brincando comigo, Mansen? - o tom dele estava um pouco mais alto que o normal, culpo o café por ainda não ter feito efeito.
- Tudo bem, não precisa se exaltar. - falei sorrindo - Isso só me surpreendeu
- Porque a surpresa? - questionou ele.
- Há alguns anos participei de uma missão nessa cidade, o Charlie me enviou para investigar um vampiro que segundo ele é o guardião da cidade - aquilo ainda me deixava incrédulo até hoje - Bom... Esse vampiro é conhecido como vegetariano e também por ajudar as pessoas, ele e sua esposa.
- Isso é brincadeira? Você conheceu Benjamin? - a surpresa em sua voz, era a mesma que estava sentindo.
- Como assim, você o conhece? - externei minha duvida.
- Claro que sim. A cada cinco anos um caçador é enviado à cidade para verificar se o Ben está dentro das linhas, você realmente acho que era o primeiro? - concluiu gargalhando do outro lado, parece que a cafeína está agindo.
- Não sei. Isso apenas é surpreendente. – refleti aparentemente eu não era o único que tinha sentido uma familiaridade para com aquele vampiro, ele assim como Marcus me passou uma ideia de confiança muito forte - então não preciso de ajuda quanto ao resto das coisas, já sei onde e quando encontra-lo.
- Mansen - chamou ele.
- Sim!
- Vou te enviar um GPS, quando você chegar a Casper vai estar lá - ia protestar, mas ele me cortou - nem ouse discordar. Você precisa ser capaz de se encontrar e escapar dos lugares.
- Ok - disse simplesmente - mas eu preciso de um favor seu em troca
- Porque isso não me surpreende? - questionou ele
- Quero que você dê um celular a Sammy e me salve como o número 1 das chamadas rápidas, diga a ela que é um presente meu.
- Mansen, você imagina em quantos problemas vai me meter?
- Eu imagino que você será capaz de fazer a Josy concordar com isso, pelo bem de seu amigo aqui. - respondi.
- Você tem razão - sorrimos, pois sabíamos o quanto a Josy era avessa à ideia de fazer a Sammy crescer antes da hora, mas também sabíamos que ele seria capaz de fazê-la concordar - vou providenciar e manter o GPS ligado para você poder acompanha-la. - fez uma pausa - Isso é por causa da professora, não é?
- Sim
- Eu já havia imaginado que você agiria assim, por isso já providenciei tudo isso. - o safado me conhece como ninguém.
- Obrigada! – já ia desligar quando lembrei – em que lua estamos?
- Outch! – exclamou – agora você é ligado nessas coisas Eddie? – gargalhou.
- Não e você sabe muito bem a razão.
- Faltam dois dias para a lua nova. Vai dar tempo para você relaxar até lá. – e desligou.
- Filho da mãe! – exclamei, mas já havia desligado – Quatro dias são mais que o suficiente para me divertir e relaxar. – falei para ninguém em particular, pondo meu bebê em movimento e pensando sobre o vampiro que iria encontrar. Benjamin é um vampiro legal, e junto com sua esposa Tia, cuidavam de Casper. Eles são bastante excêntricos, nada de celular, internet ou TV eles vivem em uma caverna cheia de galerias, onde haviam grandes estantes esculpidas nas paredes com livros, pergaminhos e qualquer rascunho histórico que se possa imaginar. A única coisa moderna que eles tinham era uma central de aquecimento para evitar que a humidade dentro da caverna danificasse os precisos documentos que eles guardavam.
A única maneira de encontrar com eles, era no terceiro dia da lua nova, quando eles saem da caverna para observar o mundo exterior, a razão desse dia ainda me é estranho, mas não acho que seja da minha conta perguntar.
O que eu sei é que ambos possuem origem egípcia e são mais velhos do que as estórias de Cleópatra, o que não deixa de ser um pouco assustador. E eles chegaram a América após passaram anos vagando pela terra. Eles são bons vampiros, o que é raro de acontecer, e eles realmente protegem as pessoas que vivem na cidade, principalmente pelo dom que Benjamin possui de controlar os elementos da natureza.
- Acho que ele é o único vampiro que não tenho vontade de matar.
~~~~~~~~~~~DCAP~~~~~~~~~~~
Cinco dias depois era inicio da tarde, e eu entrava em Casper e me dirigi direto para o posto do correio, precisava verificar minhas encomendas antes de me instalar.
- Boa tarde – falei para a moça que estava ao balcão, ela era morena com cabelos cacheados, uma pele levemente azeitonada e olhos verdes. Ela me fitou um tanto quanto espantada, mas logo em seguida deixou seu olhar vagar pelo meu corpo. Talvez eu fosse me dar bem.
- Muito boa! – disse ela lambendo os lábios e me lançando um olhar sacana, retribui com meu sorriso mais safado.
- Eu acho que você tem uma encomenda para mim.
- Posso ter muito mais que isso – a insinuação evidente em sua voz, não me passou despercebida, lambi os lábios enquanto a secava, notando o decote proeminente da blusa justa que fazia seus seios quase saltarem para fora.
- Bem – disse olhando meu relógio – acho que tenho tempo para pegar a encomenda e mais algumas coisas. – a proposito me chamo Edward.
- Penélope – respondeu com um sorriso predador. – Michele vou dar uma saída – gritou e uma senhora apareceu corpulenta e cabelos grisalhos presos em um coque – acho que não volto mais hoje – e saiu de trás do balcão vindo para o meu lado.
- Minha encomenda – falei.
- Ah! É mesmo – falou meio constrangida, e sua expressão me deu vontade de gargalhar alto – Em nome de quem?
- Edward Masen – disse simplesmente e ela me fitou, junto com a outra mulher, era um olhar estranho na verdade.
- Oh! – disse a outra mulher, que assumi se tratar de Michele. – Acho que o Sr terá de me acompanhar – aquilo me assustou o Ik iria me mandar apenas uma pequena caixa, de que tamanho um GPS poderia ser?
- Ok – disse me recuperando de meu estado chocado e seguindo-a, quando atravessamos a porta que ela havia acabado de sair, vi que se tratava de uma salinha onde ficavam as encomendas e cartas.
- Essa aqui é a do Sr - meus olhos se arregalaram e quase solto uma imprecação, a caixa tinha um metro de altura e provavelmente a mesma medida de largura.
- Puta merda! – soltei sem perceber e a mulher deu uma risadinha, dessa vez o Ik se superou.
- O Sr tem muito peso ai. – a curiosidade era evidente em sua voz, dei um sorriso sem graça, peguei a caixa saindo de lá. Penélope me acompanhou.
- O que é isso? – questionou, dei de ombros não tinha obrigação de respondê-la.
- Coisas – respondi colocando a caixa no banco traseiro do carro e dando a volta para o lado dela – Onde podemos encontrar um lugar onde possamos ficar sozinhos – disse sorrindo safado, e dando um tapa em seu traseiro, ela apenas soltou uma risadinha, esquecendo a caixa.
Notas: Então ultimo capitulo do ano e a Bella apareceu... Viu não somos más (só um pouquinho), tem muitos mistérios, só digo uma coisa vcs vão se surpreender... Comentem, indiquem... Adoro ler as teorias de vcs rsrs,.. Feliz Ano Novo! Desejo um monte de caçadores delicia pra vcs. Bjs Lady Alice
Feliz Natal (atrasado)... hihihihi... Ultimo capitulo do ano espero que tenham gostado... A Bella finalmente apareceu, e então o que acharam? Mais mistérios a vista... Capitulo levinho... Palpites para a caixa misteriosa? Comentem... Feliz Ano Novo! Bjus Lady Bella
Feliz Natal e Ano Novo para todas as monstrinhas... Comentem... Lady Rosie
