avisos: -Os personagens não são nossos (se fossem estaríamos vivendo em Paris), são da Stephanie Meyer (mulher de sorte);

-Pode conter cenas de sexo, consumo de drogas e bebidas alcoólicas, estupro, tortura e palavrões;


Música do Capitulo: Dark Light – Kiss

Capitulo 9

Ainda olhava para o local onde o vampiro Emmett havia desaparecido, quando senti meu celular vibrar no bolso de meu casaco, atendi sem olhar o identificador de chamadas, - Masen falando.

- Seu idiota, estupido, arrogante e insensível, você quase morreu, porra! - ele gritou a ultima parte - E é apenas isso que tem a dizer? Seu filho da Puta!

- Não seja exagerado! – exclamei.

- Não seja exagerado – revirei os olhos.

- Você se preocupa de mais Ik!

- Você se preocupa de mais Ik.

- Agora você está sendo infantil e parecendo uma menininha reclamona! – ele estava armando uma tempestade em copo d'água.

- Infantil? Menininha reclamona? Você pensa isso por eu estar preocupado com você? – a voz dele parecia incrédula – Porra! Nós somos uma família, Edward. Se acontecesse algo com você eu...

- Eu sei cara – e eu entendi o porquê de sua aflição – me desculpe Ik, eu deveria ter pedido ajuda. – pedi constrangido.

- Sim você deveria, mas a sua arrogância é maior que seu senso de preservação. – baixei minha cabeça, cutucando o chão com o sapato.

- Tudo bem, eu já entendi! – exclamei constrangido – vamos nos focar no que tenho de fazer agora. Pode ser?

- Isso! Fuja do problema. Você é um idiota! Não sei por que ainda perco meu tempo com você. - ele parecia verdadeiramente chateado.

- Não est...

- Tudo o que você disser. - disse me interrompendo - O que você tem de fazer agora? Oh! Senhor perfeito. - o sarcasmo era latente em suas palavras.

- Seguir a 89¹ sul.

- Puta Merda! - exclamou e tive aquela sensação de que ele sabia de algo que eu não.

- Você sabe de algo? - questionei.

- Claro que não. O que eu poderia saber? - se fez de desentendido.

- Não sei. Talvez sobre o que vou encontrar no fim da 89? Ou pelo menos para onde eu estou verdadeiramente indo?

- Não seja idiota, Eddie! - e isso o entregou, pois sua voz parecia nervosa e o uso de meu apelido deixou claro que ele queria despistar minha atenção.

- Tudo o que você disser! - repeti o que ele falou.

- E é apenas isso? - sua voz era desconfiada.

- Sim, apenas isso. O que mais poderia ter?

- Como vou saber. – ele estava se esforçando para parecer que não sabia de nada, mas eu o conhecia melhor – Ok, então... Mas não se esqueça de deixar o celular ligado e com você, pois posso te encontrar e acompanhar através dele.

- Quando eu deixo o celular desligado? - respondi revirando os olhos.

- Certo... Certo. - e com isso, ele desligou o telefone e eu segui, pela primeira vez sem saber ao que a estrada iria me levar.

Estava próximo a divisa do país com o Canadá, quando o carro começou a dar sinais de que me deixaria na mão. - Droga! - gritei e ele deu um engasgo - Bebê, por favor, não me deixa na mão agora! - pedi alisando o volante.

Ele foi parando, e minha única opção era guia-lo para o acostamento, olhei ao redor vendo se poderia encontrar algum posto, cidadezinha ou ao menos uma casa, mas não havia nada além de floresta com árvores gigantescas.

Permaneci no carro e respirei fundo tentando me acalmar, em seguida sai para olhar o motor do bebê, eu não era um expert em carros, mas poderia me virar sem problemas. Levantei o capô e ao analisar o motor não vi nada de mais, além de uma peça faltando, o que era muito estranho e na certa seria a razão do meu bebê ter dado problema. - Droga! Isso é o que você recebe ao confiar em vampiros! - falei em voz alta. Afinal, quem me ouviria onde estava? No meio do nada, em algum lugar próximo a fronteira com o Canadá, numa estrada deserta?

Pensei em ligar para o Ik, talvez ele me ajudasse, mas ao tirar o celular do bolso do meu casaco, notei que não tinha sinal. – Ele me envia um computador que não pode ser rastreado, mas o meu celular fica fora de área! – passei a mão pelo cabelo diversas vezes tentando me acalmar, o que não adiantou de muita coisa.

Nesse momento ouvi um som vindo da floresta, ao primeiro momento pensei ser um animal, e não dei atenção, mas logo em seguida ouvi novamente. Minha curiosidade como sempre foi maior que meu senso de sobrevivência, então peguei Sharon e entrei na floresta.

No entanto, ao adentrar a mata, logo a sensação de perigo me tomou. Eu estava cercado, eu podia sentir isso, meus instintos me alertaram, mas eu não tinha a percepção do que estava a me espreitar.

Percebi que não ouvia canto de pássaro algum, mesmo sendo tão tarde deveria ouvir nem que fosse os grilos, e isso era quase sufocante.

Essa floresta parece estar abandonada, não era possível ouvir som de nenhum animal, de grande ou pequeno porte, apenas a minha respiração. Suas arvores altas e centenárias davam um ar de macabro, mesmo durante o dia dentro dessa floresta pareceria noite, me amaldiçoei por não ter trazido uma lanterna comigo, mesmo que a minha visão seja melhor que a das pessoas normais. Sentia-me em um filme de terror na floresta, onde a qualquer momento um psicopata com uma picareta poderia surgir, e o pior era que eu era a presa. Eu sentia isso, em cada calafrio que percorria meu corpo.

Senti-me ser observado, e mesmo sabendo que era absurdo me escondi por trás do tronco da arvore mais próxima, tentei ao máximo não emitir qualquer som. No entanto, pressenti que algo se aproximava terrivelmente rápido e me pus a correr na direção contraria. Tive a certeza de que fosse o que fosse que me perseguia não era bom, era algo macabro e maligno. A sensação era terrível.

E foi então que ao chegar a uma clareira eu a vi. Ela estava em pé, mas nem tanto, era mais como uma posição de ataque, meio abaixada, porém seus dentes não estavam à mostra, e contrariando tudo o que eu sabia me vi seguindo para mais perto dela. Parei a poucos metros de distancia, mas perto o suficiente para observa-la detalhadamente. Tudo foi esquecido, até mesmo meu nome. Só existia ela. Ela me observava com igual interesse, mesmo em sua posição de ataque, e eu percebi que ela não estava pronta para me atacar, era como se esperasse outra coisa.

Posso afirmar que nada em todos meus anos de caçador, havia me preparado para aquele momento, nem todas as missões ou as lições que aprendi. Pois eu, Edward Anthony Masen estou diante a criatura mais linda e perfeita que já vi.

Sua postura mudou ao me notar seu olhar era doce e seus lábios tinham um sorriso quase inocente, eu estava hipnotizado por esta criatura. Criatura esta que eu deveria matar, mas nem meu corpo queria me obedecer e nem minha mente queria dar esse comando. Meus olhos a devoravam com verdadeira adoração, ela é simplesmente perfeita, com seus olhos dourados, como o sol num dia de verão, seus cabelos com cachos em um tom de chocolate, seu rosto em formato de coração, e seus lábios rosados.

- Não tenha medo, eu não te farei mal! – disse em uma voz de anjo, o que de fato ela parecia ser.

- Eu acredito em você. – me surpreendi com as palavras que saíram de minha boca. Porra! Ninguém poderia me culpar, havia algo nos olhos dela que me fazia acreditar na verdade do que ela falava.

- Precisamos sair daqui, mas você não pode fazer barulho, ou ele virá atrás de nós. – não sei se era minha imaginação, mas senti algo como apreensão em seu tom de voz. Apenas assenti. E nesse momento fodido enquanto fugia com a criatura que deveria caçar a adrenalina do que estava acontecendo e o medo do desconhecido começou a percorrer meu sistema, o medo não era dela, pois sentia como se o certo fosse estar ao seu lado.

Ela gesticulou indicando a direção, sua expressão era de concentração. E eu sabia que ela estava prestando atenção em tudo que existia a nossa volta, para que não fossemos surpreendidos em nossa fuga. Eu não sabia de quem, ou do que fugíamos, mas se era algo que colocava medo nela, eu sabia que deveria temê-los também.

Eu não era um covarde, em toda minha vida matei tantos vampiros e nunca o medo havia me atingido da mesma forma da noite da morte de meus pais. Mas havia algo diferente, eu sentia no ar. Era uma sensação aterrorizante, capaz de fazer um humano normal gritar de medo, entretanto eu não era um humano normal. Eu era um caçador, e eu era treinado para isso.

Contudo, não conseguia compreender como havia entrado em uma caçada. Caçada essa que me transformou de Caçador a Presa...

Não havia percebido que tinha estado perdido em meus pensamentos, até bater nas costas daquela linda criatura que havia estancado bruscamente. De onde estava, e por ela ser menor que eu, pude ver o motivo de sua parada. A nossa frente estava um vampiro de olhos escuros, cabelos em estilo rastafári e pele pálida com um leve toque de oliva, ele sorria.

- Ora, ora se não é a fugitiva! – exclamou e percebi que ele referia-se a ela, que estava a minha frente em uma postura defensiva, como se quisesse me defender, aquilo, no entanto lançou uma onda de ternura em meu interior, que sem duvidas assustou a merda fora de mim. Como naquele momento eu poderia sentir ternura, enquanto um medo aterrador me cercava? Acho que sou um doente fodido!

- Laurent. – ela disse simplesmente, sem se mover um centímetro. E por um segundo uma expressão de desagrado passou pela face dele, mas logo em seguida retornou a expressão vazia e despreocupada. Isso era algo em que eu era bom, ler as pessoas, e eu poderia dizer que ele não tinha nada de bom em si. Ele matar-nos-ia sem pestanejar, e pelo visto a criatura angelical a minha frente também sabia disso.

- Isabella... – ele falou algo mais, porém aquele nome estalou algo em minhas memorias, que fez meu interior automaticamente se agitar. Eu não acreditava em destino, e eu não poderia acreditar que aquilo estava acontecendo, mas estava. Eu estava diante de Isabella Swan, filha de Charlie.

- Não se dê ao trabalho. – ela respondeu e eu notei que perdi boa parte da conversa deles. – Se você sabe o que é realmente bom para você, vá embora e esqueça que me encontrou! – a voz dela era firme, eu não poderia dizer nada acerca da veracidade delas, pois não podia ver seu rosto.

- Qual diferença teria, Norman colocou todos em seu encalço. Outros virão. – percebi que ele falava a verdade, mas quem era esse Norman? No entanto, não poderia permitir que minha mente vagasse muito, pois precisava acompanhar o dialogo entre eles. – Você levou algo precioso para ele. – isso me deixou intrigado, pois por mais imperceptível que fosse, percebi ela se retesar a minha frente, mas não abandonou a postura protetora.

- Ha ha... Como se Norman estivesse realmente preocupado com isso! Tudo o que ele quer é desafiar o Regente, mas eu não vou permitir que ele a use. – ela disse e pude ouvir raiva em seu tom.

- Ele é mais forte que você... Você conhece a força dele, não acho que deveria mais contraria-lo. – mais uma vez senti sinceridade em seu rosto. Contudo, comecei a sentir outra coisa... Uma onda de pânico e medo começou a tomar conta de mim, e isso me fez tremer. Busquei algo em minha mente, que me fizesse entender como isso era possível, mas nada encontrei. Ao olhar para o vampiro Laurent, notei um leve sorriso vitorioso.

- Não se preocupe em usar seus poderes comigo, Laurent. – a voz de anjo ecoou, e percebi que o sorriso de Laurent diminuiu um pouco.

- O que você quer dizer? – questionou irritado e abandonando totalmente sua falsa expressão despreocupada.

- Que eu descobri que possuo dons – o sorriso vibrava em sua voz – pois é, veja que eu não sou tão inútil – o sarcasmo escorria em sua voz, ao mesmo tempo em que o rosto de Laurent caia.

- Você está mentindo! – afirmou Laurent tentando manter sua expressão impassível e falhando totalmente.

- Não, não estou e você sabe disso. Se eu estivesse sentindo o efeito de seus poderes eu estaria com medo agora. – porra, então essa era razão do meu pânico repentino, ele tem um dom. – não que isso seja da sua conta, mas entre os meus dons, eu possuo dois escudos, um mental e outro físico, e eu posso até mesmo projeta-los. Quer testar? – a voz dela era doce e angelical, mas poderia jurar que sua face tinha uma expressão cortante.

- Pra que isso, somos amigos. – ha agora ele era amigo, ele é a porra de um medroso. – vamos dividir o alimento. – ele disse pela primeira vez referindo-se a mim, mas não tive muito tempo para refletir sobre isso...

- Ah, você sabe que eu nunca me alimentei de um humano! – aquilo me chocou como o inferno, mas ao mesmo tempo acalmou-me e posso dizer que ou ele não usava mais seus poderes, ou o poder dela estava agindo sobre mim.

- Então esse é seu animalzinho de estimação, suponho? – disse ele fingindo calma, mas posso dizer que estava apavorado, e me usando para mudar o foco do assunto, talvez pensando em uma fuga.

- Não Laurent, quem gosta de ter bichinhos de estimação é seu chefe. – supus que o chefe em questão era o tal de Norman – ele estava perdido na floresta e eu estou o ajudando, apenas isso. – embora percebesse que ela estava tentando contornar a situação, senti-me mal por suas palavras. Mas afinal, que porra está acontecendo comigo?

- Então me entregue ele e partirei! – disse sorrindo falsamente.

- Porque eu faria isso? – ela questionou.

- Porque ele é o caçador que matou a Bree. – a resposta dele me surpreendeu quem era Bree? E como ele sabia que era eu, quem a havia matado? Minha duvida deve ter se estampado em meu rosto, pois ele respondeu a meu questionamento. – vocês acham que são sutis, mas não são. Além disso, sempre tem alguém disposto a entregar um "amigo" por uma boa quantia em dinheiro. – fiquei incrédulo, afinal algum caçador estava entregando os outros.

- Caçador ou não, eu não vou entrega-lo. E se você o quiser de verdade terá de passar por mim antes. – eu não sabia quem era Bree, ou o que ela era para esse tal de Laurent, mas uma coisa eu poderia dizer, ele estava disposto a lutar para conseguir me pegar. E logo essa minha ideia foi confirmada quando em um átimo ele pulou sobre Isabella. E tudo o que eu poderia enxergar eram fleches.

Enquanto Isabella lutava com o Laurent para proteger-me, senti um movimento as minhas costas. Mantive-me parado esperando o momento certo para atacar a criatura que vinha em minha direção, para isso contei mentalmente. O plano era me virar no cinco e puxar meu Sharon, e assim eu fiz.

Ao me virar dei de cara com uma mulher com o cabelo loiro palha, era linda, claro, porém a maldade em seus olhos assustaria a qualquer ser humano. Percebi que ela me estudava, como se procurasse a melhor forma de atacar à presa, e não lutar contra um adversário.

- Já ouvi muito sobre você, caçador! – seu tom era debochado. – Não acredito em nada do que ouvi você é apenas um ser humano fraco e patético. – aquilo em nada me abalou, era uma estratégia e eu poderia facilmente utilizá-la a meu favor.

- Você realmente deveria acreditar no que falam sobre mim, já matei tantos de sua espécie que perdi a conta. – conclui sorrindo, o olhar em seu rosto agora era um tanto quanto cauteloso, mas poderia muito bem ser apenas um ardil. Continuamos uma batalha silenciosa, apenas observando.

Meus anos de experiência me ensinaram a reconhecer bem esses seres odiosos, e eu poderia dizer que essa era uma recém-criada, ou seja, muito forte e rápida, porém nada inteligente, eu sabia que poderia dar conta. Além disso, eu poderia ler as pessoas e coisas muito bem, quase como se tivesse pleno acesso a suas mentes, e por isso poderia antecipar cada ação que eles teriam.

Quando ela baixou o olhar, eu sabia que era apenas um ardil e que ela iria me atacar, por isso segurei Sharon em posição de ataque e aguardei. Não precisei esperar muito devo dizer, pois logo ela estava a minha frente com os dentes arreganhados. Manobrei Sharon e consegui enfie-la dentro da barriga da vampira, que gritou de dor se afastando, mas não desistiu de lutar, o que me fez questionar mais ainda sobre sua inteligência.

Ela veio novamente e dessa vez Sharon a atingiu no pescoço, mas não forte o suficiente para decapita-la, ela fez um movimento rápido, e estava em minhas costas, mas eu também era rápido e por isso me virei a tempo, evitando o seu golpe. Um lampejo de algo que não consegui identificar passou por seus olhos, mas não dei importância e novamente inverti contra ela, dessa vez conseguindo arrancar um braço seu, o que a fez cair de joelhos a minha frente.

Sem deixar de olhar para ela, comecei a fazer o movimento para decapita-la, quando ela deu um sorriso sarcástico, e eu senti algo pular em minhas costas e cravar suas presas em minha jugular. Mas antes de sucumbir à dor, juntei todas as minhas forças e conclui o movimento.

Eu nada pude fazer enquanto era drenado. Eu apenas sentia que minha vida estava se acabando. O cheiro de meu sangue invadiu minha narina no mesmo instante em que senti a escuridão começou a tomar conta de mim. E porra, aquilo doía, queimava e rasgava, eu lutava para não cair na escuridão. Eu não tinha forças para gritar, eu apenas lutava para ficar acordado, esperando que o anjo me salvasse.

Não poderia acreditar que aquilo estava acontecendo comigo, claro que eu conhecia os riscos do meu trabalho, mas nunca imaginei que aquilo poderia acontecer comigo, morrer em uma floresta escura. Estava perdendo a luta para a inconsciência, enquanto a morte me levava, senti o cheiro de queimado, e rezei para que a criatura angelical estivesse viva e sussurrei.

- Isa... Isa... Bela – minha voz saia entrecortada devido ao esforço.

- Eu vou te salvar! – ela sussurrou em meu ouvido, eu me permiti descansar, pois sabia que meu anjo cuidaria de mim.

Nosso grupo no face


Aviso: Não queremos fazer chantagem, mas precisamos saber se tem alguém lendo nosso estória, e por isso... Se não tivermos retorno nesse capitulo, ou seja, comentários iremos excluir a estória e continuaremos a postar apenas no Nyah.

Notas: ¹. É a rodovia 89, ela termina na divisão dos EUA com o Canada.

Lady Bella: e aí? Alguém vivo? Eu sinceramente estou desnorteada com esse capitulo... Gostaram do encontro dos dois? Confesso que estou muito preocupada com nosso caçador, o que será que vai acontecer com ele? OMG! Quero muito ouvir vocês... Alguém tem um palpite sobre esse tal de Norman? Num sei por que mais algo me diz que ele será uma pedrinha no sapato de nosso Caçador...

Esse foi o primeiro capitulo De Caçador a Presa que foi escrito, e isso foi há um bom tempo atrás, espero que tenham gostado dele, pois a partir de agora nosso Caçador entrará em uma nova fase em sua vida, e por isso vamos ficar uma semana sem postagem, mas não se preocupem a estória não vai parar e quando voltarmos daqui a duas semanas às postagens, as perguntas começaram a ser respondidas, novos personagens surgirão, novos desafios... Enfim... Muita novidade chegando e espero contar com a presença e compreensão de todos que estão lendo... Bjus

Lady Alice: Uau...eu só posso dizer que foi lindo e angustiante, mas quem mordeu nosso Caçador delicia... Omg quando ele acordar? E ele encontrou finalmente Bella... Lembre- se todos os detalhes são importantes, acho que traíram nosso caçador... enfim to tão na duvida quando vcs,muito obrigada a todas que comentam e indicam nossa fic..espero poder responder os reviews de vcs...as leitoras novas sejam bem vindas, criamos um grupo no face para vcs ficarem por dentro das nossas fics... bjs e ate logo.