Quero que você entenda isso, humano: eu gosto muito do meu tamer. Ryou se tornou uma pessoa especial para mim.

Mas tem horas que eu realmente entendo a Ruki.

E um desses momentos é a hora da Matrix Evolution.

E o motivo? Desde que o Ryou descobriu que se pode virar híbrido, ele insiste em toda vez fazer essa evolução sem roupa.

E isso dá no saco.

Era uma manhã clara e quente na casa das Makino. Um pouo antes das seis da manhã, Ryou e Cyberdramon se levantaram. Fora gentileza da família da Ruki ceder um quarto para ambos enquanto estivessem em Tóquio (mesmo que a Ruki tentou mandá-lo embora várias vezes, todas inúteis).

- Cyberdramon, que tal a gente sair primeiro e derrubar uns agentes?

- Não sei, Ryou. Pela primeira vez eu não quero lutar. Pelo menos não tão cedo.

- Deixa disso, Cyberdramon. Seria daora a Ruki chegar e a gente ter dado cabo do D-Reaper, né?

- Ryou...

Eram quase sete horas. Ambos estavam calados há pouco mais de meia hora. Até que Ryou começou se despir.

- Ah não, Ryou... - Cyberdramon se mostrava desapontado.

- Qual é, Cyberdramon? - ele se ocupava em se livrar da regata branca - Não quero ficar parado.

- Mas você precisa mesmo ficar pelado para evoluir?

- E isso faz lá diferença? - Lá se foi os tênis.

- Pelo menos uma única vez, evolua de roupa!

- Deixe de ser chato! - Lá se foi as calças.

Ryou se virou para tirar a cueca. Cyberdramon se irritou e saiu andando.

- Vamos evoluir para o Kyuukyokutai! JUSTIMON, SHINK- Ei ei ei, aonde é que você vai?

- Chega, não vou evoluir com você deste jeito - Cyberdramon parecia irritado.

- Ah! Vai ser um problema se alguma Makino acordar, mas... EI, CYBERDRAMON, ME ESPERE!

Naquele momento Ruki Makino acabara de acordar. Alguns barulhos a haviam acordado e, como de costume, ela ia até a varanda receber os raios de sol.

Ela ouviu a voz de alguém vindo.

- Bom dia... - ela disse, sonolenta. Ela coçou os olhos e viu um Cyberdramon correndo.

- Bom dia, Ruki...

- Bom Dia Cyber-

Um Ryou sem qualquer roupa passou correndo pelo jardim e alcançou Cyberdramon.

- Mas que droga, Cyberdramon, vai dar piti logo agor...

Ela olhou para ele. Ele olhou para ela.

- É tão grande... - e a ruiva desmaiou. Antes que ela batesse no chão, Renamon apareceu e a pegou. Renamon olhou para Ryou, e depois de dois segundos fixos no rapaz, fechou os olhos e disse, solene:

- Não passa de um péssimo sonho, se ela perguntar. Vá atrás das suas roupas. Está incomodando.

... algumas horas depois ...

- Renamon, tem certeza que aquilo foi mesmo um sonho?

- Tenho, sim.

- Mas parecia tão real... E era tão estranho. Tão... - ela balançava os dedos e sua cara se contorcia ao se lembrar daquilo.

- Ruki, foi apenas um sonho. Melhor esquecer isso... Ou você gosta de lem-

- VAMOS! Vamos, os meninos já devem estar lutando, né? ahahahaha...

Freetalking: Um dia eu vou desenhar isso. Sério. A propósito, eu tenho um certo medo do Seta Ikkei (Cyberdramon) e do Kanemaru Jun'Ichi (Ryou), quando foi que eles imaginaram aquilo? Ah, mais duas coisas: a primeira é que a Makino não faz parte deste headcanon nem tão pouco acontece no casarão dela, é pura drogas minhas mesmo. E a segunda: eu lembrei do Gray, de Fairy Tale. OuO