Como prometido, o segundo capítulo do dia! Não me odeiem! Hahahahaha Mas eu amo esse capítulo, é um dos meus favoritos.

Reviews, pleaaaaase!

Capítulo 18

Desde o nosso beijo e pequena conversa na casa deles, Edward passava cada vez mais tempo conosco. Já fazia uma semana que tudo tinha acontecido e eu não poderia estar mais feliz. Edward e Charlie sempre ficavam na minha casa, por dois dias até dormiram lá. Edward dormiu no sofá, obviamente. Mas não sem me roubar alguns beijos inocentes sempre que podia e depois que os garotos iam dormir.

Jake havia ligado pra saber como estávamos e avisando que ainda teria que ficar mais um mês fora. Ele tinha tido problemas com algumas máquinas e, como o engenheiro chefe, não poderia se afastar. Eu fiquei grata, afinal, ainda não tinha me resolvido completamente com Edward e, de qualquer forma, não teria como explicar tudo a ele. Não por telefone.

O pai dos meus filhos não ficou nada feliz com aquela ligação. Percebi pela forma como ele olhava enquanto tentava se distrair com os garotos e ouvir a minha conversa ao mesmo tempo, mas mesmo assim, ele me respeitou e não disso nada. Eu estava grata por isso. Não podia lidar com nenhuma cobrança naquele momento.

Era sexta-feira e eu ia ter um encontro com Edward. Alice não parava de me ligar durante a semana desde que todos perceberam nossos olhares no domingo e eu acabei contando tudo a ela, mas pedindo segredo. Não foi surpresa nenhuma quando recebi um sms na sexta de manhã de Edward avisando que Esme pegaria as crianças e nós teríamos um tempo apenas para conversarmos e ficar juntos. Eu ficava brava com aquela intromissão delas, mas ao mesmo tempo, sabia que nós precisávamos disso.

Segui as instruções de Alice e cheguei em casa, tomei um banho demorado, me aliviando de todas as tensões da semana. Como não eu sabia aonde nós íamos, vesti a roupa que ela tinha me indicado. Um vestido que ia até o meio das coxas preto, que marcava todas as minhas curvas, mas sem ser vulgar. Coloquei um par de peep toes bem altos e completei com meu cabelo caindo em ondas suaves e uma maquiagem leve.

Às 19h30 em ponto ele bateu em minha porta e eu, um pouco ansiosa, abri tentando olhar pra ele sem parecer patética. Edward estava lindo. Uma calça jeans escura, um sapato, uma camisa lisa e um blazer por cima. O cabelo estava bagunçado como sempre, do jeito que eu amava. Ele pareceu perder um pouco a fala quando olhou pra mim, me entregou um buquê de girassóis, minhas flores favoritas em todo o mundo e me deu um beijo mais profundo.

- Você está tão bonita que eu não quero sair e correr o risco de ter todos os homens de Seattle olhando pra você.

Eu ri. Aquilo era tão Edward. Ele sempre foi ciumento.

-Você sempre sendo exagerado. Obrigada Edward, pelas flores também, são lindas. Vou só colocar na água e pegar meu casaco e nós já podemos ir. Aliás, onde nós vamos?

- Isso é surpresa minha Bella.

Fomos com um silencio agradável no carro, apenas aproveitando a música que tocava. Eu tentava descobrir aonde nós íamos e me distraia muitas vezes olhando para Edward.

Me surpreendi quando chegamos ao restaurante. Era o mesmo onde nós tivemos nosso primeiro encontro, onde eu me descobri apaixonada por ele. Mas dessa vez, algo estava diferente. O restaurante tinha seus funcionários e a banda a postos, mas não tinha mais nenhum cliente. Fiquei um pouco confusa.

- Edward, acho que está fechado para algum evento ou algo assim, olhe só, não tem nenhum cliente.

O La Bella Italia era o restaurante mais concorrido de Seattle. Impossível que estivesse vazio daquela forma em plena sexta-feira.

- Não se preocupe amor. Ele está assim porque eu quero assim. Seremos só nos dois hoje.

Aquilo não surpreendia nem um pouco. Os Cullen de certa forma comandavam aquela cidade, Edward principalmente. Era totalmente extravagante que ele mandasse fechar um restaurante por minha causa por uma noite inteira, mas era totalmente também a personalidade dele. Preferi não pensar quanto custou aquela brincadeira, eu acabaria brigando.

- Ok.. Mas não precisava Edward, não mesmo.

- Tudo por você. – Ele sorriu e fomos para uma mesa no centro, a única que estava posta, com a luz baixa e velas ao centro.

Rapidamente o garçom e o maitre vieram nos atender e pedimos um ravióli de cogumelos para cada um (o meu preferido de todos os tempos) e escolhemos um bom vinho para acompanhar.

Não sabia se eu devia iniciar um conversa, menos ainda o que eu deveria falar, era tudo novo demais pra mim. Felizmente Edward me salvou de tudo aquilo.

- Bella, obrigado por ter aceitado vir comigo aqui hoje. Não que eu esteja reclamando, mas com duas crianças ao nosso redor é sempre tão difícil falar tudo que eu quero. – Ele segurava minha mão com uma das suas, enquanto o outro braço estava atrás da minha cadeira, me abraçando.

- Eu sei – Eu ri, porque eu realmente entendia. – Mas também estou feliz por estar com você aqui hoje. – Sorri levemente e olhei pra baixo, tomando mais um gole do meu vinho.

- Eu fico muito feliz em escutar isso. Eu queria conversar com você sobre nós dois. Escolhi esse restaurante porque foi onde tudo começou, depois daqui tivemos tanta coisa, passamos por tanta coisa, tivemos dois filhos maravilhosos.. Eu espero sinceramente que mais uma vez esse lugar me traga sorte. – Edward estava nervoso, eu podia sentir. Eu apenas me aproximei mais dele, dei um selinho em seus lábios e tentei parecer o mais calma possível. Mas aquelas palavras tinham mexido comigo. Não pude evitar que uma lágrima caísse.

- Por favor amor, não chore – Edward limpou uma lágrima e deu um beijo em minha testa. – Não quero você triste. Nunca mais. Vim aqui pra que pudéssemos, de uma vez por todas, esclarecer tudo e seguir em frente. Eu quero ser feliz com você Bella, eu só serei feliz com você.

Me abracei a ele um pouco mais até que eu estivesse com condições de falar o que eu sentia.

- Eu não estou triste. Só fiquei emocionada com as suas palavras e pensando sobre como seriam as coisas se não tivesse acontecido tudo que aconteceu, se não existisse James...

- Eu nunca vou cansa de te pedir perdão. Eu nunca deveria ter acreditado nele, você sempre foi a melhor pessoa do mundo. No fundo eu sabia que você não faria nada daquilo, mas eu fui um idiota. Me perdoe Bella, por favor.

Eu suspirei. Era a hora de deixar tudo aquilo pra trás.

- Edward, já passou – Massageei suas mãos tentando passar um pouco de tranquilidade. – Não vou mentir dizendo que eu esqueci, porque eu não vou esquecer nunca. Como você sabe, foi um tempo muito difícil pra mim. E eu ainda perdi meus pais no meio dessa bagunça. Mas – eu abaixei minha cabeça naquela hora, estava com vergonha – eu nunca esqueci você. É o que eu deveria ter feito, mas eu não fiz. E eu estou realmente de estar feliz aqui com você, desse jeito.

Edward sorriu. Tenho certeza que não era tudo que ele queria ouvir, mas já era alguma coisa. Ele me deu mais alguns beijos, mas parou de repente, como se esperando para dizer algo.

- O que foi? – Fiquei um pouco preocupada, não dava pra entender aquela mudança.

- Posso te perguntar uma coisa? – Ele continuava olhando no fundo dos meus olhos, suas mãos nas minhas, mas eu conseguia sentir o quanto ele estava nervoso.

- Mas é claro! Você mesmo disse que poderíamos conversar e esclarecer tudo, é o que eu quero que aconteça.

- Como foi que você acabou namorando Jacob? – Nessa hora ele desviou os olhos dos meus e eu fiquei pensando brevemente na melhor forma de contar.

- Bom, ele foi a pessoa que me deu apoio o tempo todo. Não é fácil ser uma mulher solteira grávida numa cidade pequena. – Ri levemente, mas ele não levou aquilo na brincadeira como eu queria. – Ele se preocupava comigo, me fazia comer coisas saudáveis, sair pra caminhar e tudo mais que uma grávida precisa. Eu sabia que ele gostava de mim, meu pai sabia e dava todo o apoio do mundo, mas eu ainda não podia ter nada com ele. Eu, bom, não sei, acho que ainda tinha alguma esperança que você voltasse pra me ouvir e acreditasse em mim. – Não consegui evitar e mais uma lágrima caiu, Edward também estava chorando enquanto beijava minhas mãos, pelo que pude perceber. – Além disso, Jake era a única pessoa que estava lá comigo quando meus pais se foram, eu sabia que não gostava dele da mesma forma, mas não podia perde-lo. Então acabei cedendo, nessa parte pelo menos. Ele queria registrar o Thony, disse que você não precisava saber nunca, mas eu nunca permiti. – Ok, péssima coisa a dizer, Edward estava vermelho de raiva. Rapidamente tentei contornar a situação. – Calma ok? Você pediu pra que eu contasse, estou contando a história toda. Eu jamais faria isso Edward. Independente de tudo, eu sempre quis que nosso filho tivesse você. – Funcionou, porque ele sorriu um pouco e deu outro beijo leve na minha mão.

- Mas então, porque vocês acabaram terminando? De jeito nenhum estou reclamando disso – E piscou pra mim, o que me fez rir. – Mas ele parece ser uma pessoa muito boa e que gosta muito de você.

- Ele é realmente alguém muito bom. Tanto que continua ligando pra falar com Thony e saber se precisamos de alguma coisa – E lá estava a cara fechada de novo. – Mas Jake vinha me pressionando para casa já havia algum tempo e queria ter filhos imediatamente. Era um passo muito grande pra mim sabe? Eu não o amava dessa forma, eu tinha a questão pra resolver com você antes de qualquer coisa e ainda tinha o Thony sempre me fazendo perguntas sobre o pai e a família. Sempre brigávamos, mas acho que a gota d'água foi aquele dia que Charlie o conheceu. Ele não gostou de chegar e nos ver, como ele mesmo disse, numa cena de família de propaganda de margarina e eu acabei brigando muito com ele pela forma como ele falou com Charlie apenas para atingir você. – Edward ficou pensativo e continuou.

- Então naquele domingo que conversamos com o Charlie, vocês já tinham terminado? – Definitivamente, Edward estava confuso.

- Claro que não! Eu não teria aquela conversa se não fosse necessário. Nós terminamos naquele dia durante a noite, quando eu cheguei em casa, por telefone. Ele disse que queria alguém que o amasse de verdade, que estivesse pronto pra começar uma família com ele e que nós fôssemos felizes. E, bom, - confessei com um pouco de vergonha – Ele disse que queria alguém que olhasse pra ele da mesma forma como eu olho pra você.

Baixei minha cabeça totalmente envergonhada. O vinho estava me deixando mais soltinha e eu não tinha coragem de olhar pra cima de novo. Edward levantou meu queixo com as mãos com muito carinho e foi aí que eu percebi que ele estava sorrindo. Prepotente e orgulhoso. Aquele homem era impossível.

- Ah é? – ele perguntou cada vez mais próximo do meu rosto – Então você olha pra mim como?

Não havia mais porque me esconder. Então eu fui o mais sincera que eu poderia.

- Com amor, Edward, com amor.

Ele imediatamente avançou em mim e me beijou e me abraçou como se o mundo estivesse acabando. Eu definitivamente esqueceria tudo, se não fosse por precisar parar pra respirar.

- É muito bom saber disso, meu amor. Esse sempre será o meu olhar pra você também. Porque eu te amo e vou te amar pra sempre. – Sorri e também confessei.

- Eu também te amo, Edward.

Mais alguns beijos e olhares amorosos, Edward acabou interrompendo nosso momento mais uma vez.

- Posso te fazer uma pergunta, Bella? – Aquele homem não se cansava? Claro que poderia, eu não tinha mais nada a esconder. Apenas assenti para que ele continuasse. – Você me daria a honra de ser minha namorada?

Eu ri. O beijo e sussurrei o sim algumas vezes contra os lábios dele. Tenho certeza que muitas pessoas me julgariam por ter sido assim, por tudo estar indo rápido demais, mas o que eu poderia fazer? Era a minha felicidade. ELE era a minha felicidade. Era tudo que eu conseguia pensar.

O garçom chegou com nossos pedidos e mais uma garrafa de vinho e comemos durante uma conversa leve, comigo contando de todas as aventuras do Thony no tempo que Edward não estava conosco e ele fez o mesmo, me contando de Charlie.

A banda começou a tocar e nós dançamos um pouco, eu estava com vergonha, já que éramos somente nós dois, mas após duas garrafas de vinho e com um NAMORADO tão carinhoso ao meu lado, não tinha muito o que fazer. Edward entregou o cartão (não posso nem imaginar o valor da conta) e seguimos pra casa.

Ele me levou até a porta e acabei o convidando para entrar, eu não queria que a nossa noite acabasse tão cedo, ele também não. Nesse tempo, Esme ligou avisando que os meninos já tinham dormido e que, como era final de semana, me esperava para o almoço e que eu levasse algumas roupas pra que Thony e eu pudéssemos dormir lá no dia seguinte.

Edward e eu ficamos no sofá conversando, até que ele resolveu voltar a me beijar. E a Bella, que estava um pouco alta pelo vinho, acabou se deixando levar. Estávamos nos beijando com fome, nossas línguas frenéticas e eu não tinha o suficiente.

Foi então que subi no colo de Edward e ele espalmou as mãos em minhas costas, continuando mais confortavelmente nosso amasso. Edward começou a descer as mãos e, no momento que ele apertou a minha bunda, eu baixei de encontro à sua ereção e pude sentir o quanto ele estava animado. Eu não queria parar, aquilo era o certo, eu estava "em casa". Então decidi tomar a iniciativa e comecei a abrir os botões da camisa dele. Ele me parou e me perguntou.

- Bella, você tem certeza? Eu não quero apressar as coisas..

Eu apenas o calei com um beijo.

- Eu te amo Edward. Quero isso mais que qualquer coisa. E não precisa ficar preocupado, estou tonta, não bêbada.

Voltamos a nos beijar e ele me levantou em seu colo, com minhas pernas enroscadas em torno de sua bunda e nos levou para o quarto.

Ele então me pôs de pé e ficou atrás de mim, beijando meus ombros e meu pescoço, com as mãos fazendo carinho em minha cintura. Lentamente abriu o zíper do meu vestido e deixou que ele caísse. Pude ouvi-lo ofegar e ele me virou de novo e me colocou deitada na cama. Rapidamente tirou a camisa e calça, chutou os sapatos e veio para a cama também.

- Você é linda. Eu te amo.

Eu não tinha palavras pra descrever aquele momento. Era melhor que qualquer coisa no mundo. Ele continuava me beijando, até então lento e como se o tempo tivesse parado. Logo as coisas começaram a ficar mais desesperadoras e eu arqueei meu quadril com as pernas abertas, para sentir aquilo que eu tanto queria. Nós dois gememos ao sentir a proximidade, Edward estava duro e eu podia sentir minha calcinha encharcada, tamanho o meu desejo por ele. Ele rapidamente tirou meu sutiã e sua boca, que havia descido para o meu pescoço, estava agora no meu mamilo enquanto ele sugava com vontade e a mão brincava com meu outro seio. Gemi alto, e sabia que não poderia esperar muito mais tempo.

- Calma minha Bella. Eu quero ir devagar, você vai sentir o quanto eu te amo porque nós vamos fazer amor hoje.

Dizendo isso ele foi baixando e beijando e lambendo o vão entre os seios, minha barriga, parou um tempo em meu umbigo, desceu ainda mais pra minha virilha e quando achei que eu estaria pronta para ver estrelas ele baixou a cabeça mais que o esperado e começou a beijar o interior das minhas coxas. Ele estava me torturando. Choraminguei e levei minha mão para minhas dobras molhadas, mas Edward percebeu e tirou, me dando um olhar travesso.

- Não, meu amor, só eu toco aqui a partir de agora, você compreende isso? – E soprou levemente minha boceta, me fazendo contorcer.

- Oh, sim Edward, por favor.

Então a tortura acabou e ele começou a me chupar. Sua língua ia entre me penetrar e fazer círculos deliciosos em torno do meu clitóris, me fazendo mover contra a cabeça dele a procura de mais.

- Por favor, eu não aguento mais Edward, por favor. – Choraminguei enquanto ele continuava a me chupar com uma das mãos apertando meus peitos com vontade.

- O que você quer, Bella? Me fala, eu te dou tudo que você quiser.

Gemi mais um pouco e demorou pra que conseguisse responder de forma coerente.

- Você, eu preciso de você.

Edward riu o sorriso sacana, se posicionou em minha entrada e olhou em meus olhos.

- Você me tem meu amor. Você tem certeza?

Apenas assenti e, finalmente, ele me penetrou. Eu havia me esquecido como ele era grande. Eu estava muito molhada e podia senti-lo deslizando pra dentro de mim, me preenchendo, como eu queria. Ele me deu um tempo para que eu me acostumasse com seu tamanho e começou um movimento lento e cadenciado.

- Eu te amo Bella!

- Eu também te amo, meu amor.

Edward começou a se mover mais rápido e meus quadris ganharam vida, se movimentando junto com ele. Enquanto ele estocava cada vez mais forte e mais rápido, eu rebolava em seu pau e podia sentir minha libertação chegando.

- Edward, oh, por favor.

- Você é minha Isabella.

- Sua Edward, só sua. Só pra você eu fico molhada assim, só você me faz gozar tão forte.

Não precisei dizer mais nada. Edward aumentou a velocidade e quando eu comecei a gemer seu nome em meu gozo ele me calou com um beijo. Pude senti-lo se derramar em mim e todo o meu corpo estremeceu.

Eu estava em casa.