Declaração: Todos os personagens não são meus. Só quero brincar com eles.

Avisos: Capítulo 1

N/A: Então, aqui está o negócio! Não foi atoa que a história foi classificada como M ;] *sem mais spoilers*

Ainda aqui? Então segure-se e aproveite.


3 anos depois

O General havia morrido. E a guerra estava no fim. Havia apenas mais uma área a ser retomada.

Regina enviou-me cartas, cada um dos dias nós mantivemos esses contatos e a cada dia eu me apaixonava mais pela mulher. Não havia como não amá-la. Meu coração ardia em desejo de acabar com essa guerra e poder tê-la em meus braços. Regina usava palavras lindas em suas cartas e ela me cativava a cada vez. Algumas faziam com que eu me incendia-se e quase a pedi que usasse a magia para me encontrar no meio de uma noite fria. O que começou com um incêndio para nós duas se tornou algum tipo de fogo calmante e confortável. Não tínhamos nos visto desde a última vez que fui ao castelo. Nosso romance ainda era um segredo. Mas havia a promessa de que não seria mais após o fim da guerra. E ainda mais agora após minha nomeação como General. Eu não conseguia acreditar. Em pouco tempo, eu me tornei General do meu Reino. A General mais jovem da história. Cinco anos de serviço, 24 anos de idade. E vencendo uma guerra. As dela cartas me traziam conforto e paz, me ajudaram a lidar com a perda da minha mãe e a me manter sã durante a guerra.

Agora como General, uma nova armadura foi enviada pra mim e uma carta oficial da Rainha estava ao lado dela. Ainda o mesmo preto reluzente, porém, com detalhes em ouro puro. Tudo baseado em couro preto, que se prendia a cada parte do meu corpo, deixando visível apenas meu rosto. Não poderia deixar de dizer que ao menos a vestimenta do Exército era de muito bom gosto.

Deixei minhas novas botas caírem ao lado da minha cama. A bela armadura seria usada apenas quando eu retornasse ao castelo como General vitoriosa.
Havia apenas mais um local. Os Ogros tinham aprendido a lutar também e eu esperava que pudessem terminar isso sem uma batalha amanhã. Havia apenas mais uma noite escura até o amanhecer da nossa nova vitória. Amanhã seria um novo dia.

O sol passou pelos pequenos furos na minha tenda. Eu me levantei lentamente e como todas as manhãs, procurei pela vasilha com água, e lavei meu próprio rosto. Eu ainda era jovem, jovem demais para ter vivido tanto tempo na guerra. Mas mesmo assim todos os garotos do reino passaram por isso. Me preparei para vestir minha armadura velha mais uma vez.

"Não. Use sua nova armadura hoje" meus joelhos tremeram com o tom de voz. Parada na entrada da minha tenda, ela estava com uma armadura como a minha, a única diferença era que sua capa era vermelha como o fogo do brasão. Vermelha como os lábios dela.
"Minha Rainha..." eu me ajoelhei e esperei que ela viesse até mim, como sempre. "Espero que não esteja invadindo sua manhã como da última vez..." ela sorriu enquanto meu puxou para cima, como antes. O rosto dela tão próximo do meu. Ela descansou uma das mãos no meu ombro e levantou um novo manto para mim. Vermelho como o dela.
"Quero que use isso enquanto fazemos o acordo com os Ogros" lutei contra a névoa do meu desejo para finalmente compreender o que ela disse. "Esse é o manto do Rei, não acho que deveria usá-lo..." Meu corpo me traiu me obrigando o ficar mais próxima dela, aspirando todo o perfume de maçãs que me encantou há tanto tempo. "É exatamente isso o que eu quero, Emma. Quero que você esteja ao meu lado quando fizermos o acordo com o rei Ogro" pisquei algumas vezes, ela estava me pedindo em casamento?
"Regina, relações como a nossa é proibida no reino..." ela riu docemente e os castanhos prendeu todo o meu pensamento. "Não é mais...A última lei diz que agora não haverá mais proibição como esta no meu reino. Dois casamentos já foram Realizados..." relutei quando ela deu um passo para mais distante de mim. Meu corpo ansiava para tocar o dela. Regina colocou o manto ao lado da minha armadura, e como se sentisse a mesma necessidade que eu ela me puxou num abraço. "Como é possível me apaixonar por alguém que eu vi apenas duas vezes?" ela pediu sussurrando no meu ombro. "Nossas almas têm conversado por cartas durante anos. E eu sei que você me viu em alguns espelhos..." Eu disse com uma piscadela e finalmente segurei o rosto dela entre minhas mãos. Ela sorriu para minha insolência e é claro que o beijo iria acontecer.

Queimando com uma fogueira ardente, não foi nem um pouco gentil. Um amassado de lábios apenas procurando pela necessidade que assolava nossos corpos a tanto tempo. A macies dos lábios dela me levava aos céus em segundos. Antes que eu pudesse perceber armadura dela estava descansando ao lado da minha. Magia era muito útil, eu não poderia negar.

Regina soltou um leve gemido quando deixei os lábios dela apenas para descer pela linha do maxilar e colocar uma pequena linha de beijos no pescoço cor de creme. Consciente que minha cama estava logo atrás dela eu a empurrei alguns passos para trás. Nossos corpos não deixaram de se tocar por nenhum segundo enquanto caímos na cama. Regina cravou as unhas nas minhas costas quando minha coxa subiu em direção ao centro dela. Eu não pude deixar de soltar um silvo, ela sorriu sedutoramente e eu sabia que a levaria ali mesmo. A camisa de linho estava fora do meu caminho em segundos. Regina se livrou das botas de um jeito que eu jamais entenderia. Virando o corpo perfeito de costas pra mim, eu fiz minha trilha de beijo pela coluna da beleza sob mim.

Respirando num ritmo prazeroso ela deixou que chegasse até o cinto de couro, tentei fazê-la se livrar das calças. Regina tinha outros planos, porém. Bruscamente virando ela me deixou sem reação até me prender com os pulsos ao lado da cama. Meus olhos rolaram quando se posicionou sobre mim. Não me arrependeria nenhum instante por ter esperado tanto. Soltando minhas mãos ela literalmente rasgou minha camisa de linho ao meio, expondo meu torso completamente. Corei durante alguns segundo como os olhos dela vagaram sobre meu corpo. Regina não se importou em pedir desculpas ou ser como uma dama, ela baixou os lábios nos vale entre meus seios e colocou beijos esparsos lá.

Deixei de me importar e apreciei a sensação de corria por todo o meu corpo. A língua quente acalmava a queimação das mordidas nos meus mamilos, e eu tinha que controlar minha respiração para não acordar o acampamento com meu gemidos. Regina caminhou cada vez mais para o sul, deixando uma trilha de beijos quentes pela minha pele. Minhas calças estavam em algum lugar que já não importava mais, a respiração quente entre minhas penas estava por si só me levando as estrelas. "Regina..." ela tinha que terminar com isso de uma vez. Regina ignorou meu pedido e voltou todo o caminho até meus lábios, pairando sobre mim ela lentamente deixou o peso do próprio corpo cair sobre o meu.
Os olhos castanhos estavam quase negros de luxuria, "Regina, por fa-" antes que eu terminasse, dois dedos deslizaram lentamente dentro de mim, e o suspiro preso se transformou num gemido prolongado de prazer. Ela continuou sorrindo até capturar meus lábios em mais um beijo quente. Não demorou que eu tivesse que quebrar o beijo, ela mergulhava os dedos dentro de mim numa velocidade lenta e constante e com pressão perfeita, eu estava pronta para ir para a borda.

A respiração quente no meu ouvido não me ajudou, sem gemidos falsos, apenas os engates da respiração quando ela sentia minhas paredes apertarem os dedos dentro de mim. Isso desencadeou uma sensação ainda mais forte, como nunca senti antes.
"Venha para sua Rainha, Emma". O engate na minha respiração apenas a inspirou a dobrar os dedos dentro de mim com pressão o bastante para me lançar sobre a borda.
Fechei os olhos e aproveitei a onda de prazer que arrastou por todo o meu corpo. Corpo de Regina me segurou no lugar enquanto um grito ficou preso na minha garganta. Enquanto meu corpo arqueava contra o dela.
Cai de volta no colchão velho abaixo de nós. Fiz o máximo para tentar regularizar minha respiração. Regina levantou uma mão úmida entre nós. Ela colocou os dedos nos lábios e provou o sabor. A assisti fechando os olhos numa expressão de prazer e eu não pude evitar colocar um beijo nos lábios perfeitos e experimentar meu próprio gosto nos lábios dela.

Regina deitou a cabeça no eu ombro e continuou brincando com os dedos nas cicatrizes no meu estômago até que eu conseguisse meu acalmar. A respiração dela era continua e rítmica, me acalmava.

"Ual..." foi a única coisa que saiu dos meus lábios.

"Eu te amo..." a voz dela era apenas um sussurro. Puxei o rosto dela para conseguir olha-la nos olhos. "Eu também te amo" foi dito de maneira tão natural que parecia correto desde sempre. Ela apoiou no cotovelo para me dar um beijo calmo e doce.
Meu corpo ansiava para aquecer mais, mas ela parou e colocou um dedo nos meus lábios. "Você tem uma guerra pra vencer comigo. Teremos tempo depois." ela sorriu e colocou mais um beijo rápido nos meus lábios antes de se levantar.

A visão de Regina vestindo uma calça justa de couro era perturbadora e eu tinha que me concentrar em não pular sobre ela mais uma vez. Regina fez um movimento com as mãos e então ela estava completamente vestida e pronta para sair. "Espero você..." eu ri. E ela veio na minha direção de novo. Me sentei na beirada da cama e ela colocou um outro pequeno beijo nos meus lábios. "Use a capa vermelha, General. Nos veremos em breve" ela acariciou meu rosto e desapareceu numa fumaça purpura bem na minha frente. O toque dela ainda queimava na minha pele por alguns instantes.


N/A: Ainda aqui? Então me dê uma revisão camarada!