Os braços de James eram tão fortes, tão protetores que Lily se acalmou no mesmo instante. Com aquele abraço era como se James quisesse dizer que tudo terminaria bem, se eles fossem pacientes. Lily precisava daquele contato e da segurança de sentir que ele a amava.
James estava usando a agradável colônia pós-barba que ela havia lhe dado de presente. Ele deixara um vidro dela na casa de Godric Hollow. Quantas vezes não aspirara aquele perfume, na tentativa de recordar o rosto e o corpo daquele a quem tanto amava?
Todavia, estava transformando sua vida num verdadeiro pesadelo com aquelas crises infantis de ciúme e exigências que no momento eram impossíveis de ser atendidas.
O que estava acontecendo com ela, afinal? Estava com seu marido, na bonita cidade de São Francisco. Era uma bela manhã de sábado e teria dois dias inteiros para ficar com ele. Então, por que ficar perdendo tempo com uma crise de insegurança?
Devagar, enquanto James ainda a abraçava, Lily procurou se controlar e deixar todos os conflitos de lado. Abraçou-o pela cintura e deixou que suas mãos entrassem por baixo da camiseta dele, até alcançarem a pele quente de suas costas.
Aproximou-se mais, encostando-se languidamente contra ele. Traçou uma trilha de beijos por seu ombro e pescoço, insinuando o quadril entre as pernas dele, numa carícia mais íntima.
— Se está tentando me provocar — ela o ouviu murmurar —, fique sabendo que está funcionando...
O mundo de Lily, que até há pouco lhe parecera tão triste, de repente adquiriu um brilho todo especial. Levantou a vista para ele, pouco se importando de que seu rosto ainda estivesse molhado de lágrimas.
— Fico feliz em ouvir isso, querido. No dia em que isso não acontecer, começarei a me preocupar novamente. Perdoe-me por meu comportamento infantil. Não sei o que deu em mim ainda há pouco.
James se inclinou e a beijou nos lábios. Em seguida, levou-a para o sofá. Abraçou-a pelos ombros ao dizer:
— Sei o que deu em você. É a mesma coisa que às vezes acontece comigo, quando acordo às três da manhã sem nenhum motivo e não a encontro a meu lado.
Lily assentiu, sabendo que as lágrimas teimavam em rolar por seu rosto. James encostou a cabeça dela contra seu peito e continuou:
— E quando não vejo a hora de sair daquele maldito simulador de vôo e preciso de você aqui para me fazer companhia. Às vezes tento imaginar por que estamos fazendo isso um com o outro; sinto vontade de largar tudo e voltar para casa. Quando vejo casais passeando de mãos dadas pela praia e o sol começa a se pôr, sinto tanto sua falta que a dor da solidão chega a ser quase física.
Feliz em ouvir toda aquela declaração, Lily voltou a encará-lo. Adquirindo um tom brincalhão, interrompeu-o:
— Também sente minha falta quando há uma pilha de roupas para lavar, a geladeira está vazia e a louça toda suja?
James fitou-a com um brilho de divertimento dançando nos olhos castanhos.
— Bem, às vezes, sim — admitiu. — Da mesma maneira que você sente minha falta quando alguma torneira está vazando, seu carro começa a fazer barulhos esquisitos ou ocorre alguma tempestade com trovões. Quando estive em casa da última vez e caiu aquela tremenda chuva, pensei que você fosse subir na mesa de jantar.
— Oh, seu exagerado!
Lily o beliscou de leve na barriga, embora ele estivesse certo. Ela morria de medo de trovões.
— Exagerado? — James repetiu, irônico. — Lembrarei disso da próxima vez em que houver uma tempestade e você correr para mim.
— Ok, ok. Admito que tenho um pouco de medo. Sou louca por você, James Potter, mas há ocasiões em que é muito bom ter mais alguém em casa. Engraçado, eu não me sentia assim quando minha mãe partiu para a Espanha. Mas agora é diferente. Sinto uma espécie de solidão constante. Talvez eu deva comprar um cachorro.
— Um cachorro? Então acha que pode me substituir por um sujeito de nariz molhado, quatro patas e uma cauda? Ora, obrigado pela consideração!
Lily riu.
— Não se preocupe, meu amor, prometo não chamá-lo de James. E não darei seus biscoitos a ele.
James riu, porém tomou-se sério quase no mesmo instante.
— Sabe, Lily, nós dois não somos os únicos a ter um casamento meio tumultuado. Conheci três outros rapazes que estão na mesma situação; um deles há seis meses e os outros há mais de um ano. E eles não têm apenas esposas morando longe, mas toda a família, incluindo filhos.
Lily assentiu.
— Eu sei. Às vezes, no aeroporto, vejo outros funcionários aéreos voltando de lugares distantes para rever as esposas. Sempre que vejo um casal se reencontrando, não consigo deixar de chorar, agora que sei o quanto a separação é dolorosa.
— Pelo menos nos vemos umas duas vezes por mês — James declarou, ficando de pé e levando a xícara com o café, agora frio, para a cozinha. — Hoje em dia, a pessoa é obrigada a ir para onde o serviço manda que ela vá, e, por vezes, isso significa ter que deixar a família, até que seja possível todos se unirem novamente.
Lily o seguiu até a cozinha.
— Não lhe falei sobre isso antes, querido, mas andei lendo sobre o assunto. Casamentos como o nosso estão se tornando cada vez mais comuns na América. Li em um artigo que seis por cento dos casais americanos moram em cidades separadas, o dobro da porcentagem de dez anos atrás. Seis por cento pode não parecer muito, mas representa um milhão e meio de casais. Se todos eles estão conseguindo levar o casamento adiante, por que nós não podemos?
James voltou-se para ela. Estreitando o olhar, perguntou:
— Então é esse o problema, Lily? Andou lendo sobre casais na mesma situação que nós e imaginou por que você e eu não estamos conseguindo lidar direito com o problema?
Lily passou a mão pelos cabelos.
— Não precisa ser tão pessimista no diagnóstico, James — disse. — Mas, sim, essa é uma das coisas que têm me preocupado ultimamente. Você parece até estar lidando bem com a situação, e se tanta gente consegue, por que eu estou tendo tanta dificuldade para me adaptar? E tenho consciência de que não somos nem os primeiros nem os últimos a passarem por isso. Imagine quantas pessoas se casam e têm que se separar logo em seguida, devido a uma viagem inadiável ou algo do gênero. Minha mãe e meu pai, por exemplo, casaram-se apenas alguns meses antes de ele partir para o Vietnã. Só que ele não voltou.
O pensamento sobre o pai que nem sequer conhecera, deixou-a triste. Decidida a deixar a nova onda de tristeza de lado, afastou-se para pegar outra xícara de café para James.
Por que estava fazendo rodeios, afinal? Estava na hora de dizer o que ia em sua mente. Respirou fundo, voltando a encará-lo:
— Talvez não estejamos lidando bem com a situação por estarmos realizando-a pelos motivos errados. Não estamos servindo nosso país, James. Meu pai teve que ir. Nós, por outro lado, não somos obrigados a fazer isso. Nossos motivos são apenas econômicos. Talvez até egoístas.
O olhar de James denotou sua irritação antes mesmo de ele falar.
— Não está esquecendo um detalhe, Lily? Você tem um contrato de dois anos com a escola. E mesmo que conseguisse se livrar dele, não pode esquecer que vem sonhando com esse cargo desde que se formou como professora. Ou será que estou errado e você prefere continuar como professora substituta, sem saber ao certo quando terá trabalho e sem oportunidade de conhecer seus alunos direito?
— Não, não prefiro isso — Lily replicou. — Também não estou querendo dizer que pretendo desistir do meu trabalho na escola. Apenas pensei se não estava sendo egoísta em querer mantê-lo, sendo que meu marido está do outro lado do país.
James arqueou ligeiramente a sobrancelha esquerda. Um truque que Lily sempre achara charmoso, mas que naquele momento chegou a irritá-la.
— Ah, já entendi — ele disse. — Está se sentindo culpada.
— Não, não é isso! — Lily negou com veemência. Por fim, voltou atrás: — Oh, está bem. Sim, estou me sentindo culpada. Não sei por quê, mas estou.
— Eu sei, Lily. Está se sentindo culpada porque quer ter sua própria carreira e seu marido está em um lado do país enquanto você permanece do outro. Culpada porque não está aqui para cuidar de mim da maneira como sua mãe cuidou de você, embora não tenha se importado em deixá-la para ir com seu padrasto para Barcelona.
— Talvez — Lily admitiu.
Sabia que James havia tocado no ponto-chave da questão. Ela era apegada aos costumes tradicionais em um relacionamento. Acreditava que o lugar da mulher era ao lado do marido. E o que havia de tão errado com tal idéia, afinal de contas? Ela funcionava desde o início dos tempos. James deu um passo em sua direção e continuou a falar:
— Está preocupada por não estar aqui para cuidar de mim; cozinhar, lavar, coisas desse tipo.
Quando ele deu outro passo à frente, Lily escapou para a sala.
— E o que há de tão errado nisso? — perguntou a ele, estreitando o olhar. — Você é meu marido, James. Não estamos simplesmente brincando de casinha; somos casados. Tenho obrigação de cuidar de você.
James balançou a cabeça.
— Não, não tem. Cuido de mim mesmo há anos. Não me casei com você para ganhar uma mãe ou uma dona-de-casa, ou mesmo porque adoro fazer amor com você. Casei com você, Lily Potter, porque não conseguia imaginá-la fora da minha vida. Você é minha família, minha vida e podemos muito bem criar nossas próprias regras de relacionamento, sem ter que seguir padrões predeterminados em artigos estatísticos. Não quero que jogue sua carreira fora para ficar me esperando com o cachimbo e os chinelos quando eu chegar do trabalho todas as noites.
— Você não fuma cachimbo — Lily salientou, começando a sentir uma agradável sensação de alívio no peito.
— Não me interrompa, Lily — James mandou sem conseguir disfarçar um sorriso. — Não quando estou conseguindo chegar a uma conclusão. Não lhe falei sobre Alice Longbottom porque para mim ela é apenas uma professora competente. Ok, admito que ela é bonita. Estou casado, não morto. Reconheço uma mulher atraente quando vejo uma. Só que eu não quero Alice. Eu quero você. Eu te amo, Lily. Ficaremos juntos aqui, em Godric Hollw ou qualquer outro lugar. Tenho certeza de que superaremos essa fase. Não será fácil, mas nós conseguiremos — concluiu, acariciando os ombros dela.
— Oh, James... — Lily enlaçou-lhe o pescoço. — Abrace-me! Abrace-me com força, depois me ame e faça com que eu me sinta casada.
James olhou-a com um sorriso irresistível.
— Ok, meu amor. Primeiro a levarei para o quarto, depois vou beijá-la até que perca a noção de si mesma. Farei amor com você até que fique exausta e então pedirei que lave toda a roupa suja que guardei na última gaveta da cômoda.
Lily fez uma careta ao ouvir a última frase.
— Disse que queria me sentir uma mulher casada, querido, não sua empregada particular. Ou será que foi para isso que me convidou para vir até aqui?
— Nada disso. Meu convite se deveu a um outro tipo de interesse...
Dizendo isso, pegou-a no colo e a levou para o quarto. Beijou-a com ardor assim que fechou a porta com o pé. Em algum lugar no fundo da mente, Lily se deu conta de que, apesar de todas as dificuldades, valia a pena estar casada.
James acordou surpreso por haver adormecido, embora soubesse que não dormia direito desde que Lily chegara na sexta-feira. Não que estivesse reclamando, pensou consigo.
Virou de barriga para baixo na toalha e sorriu ao vê-la adormecida, com o sol do fim da tarde de segunda refletindo-se sobre os cabelos ruivos e o corpo escultural.
Deixou sua vista passear por ela, observando cada detalhe, embora já os conhecesse melhor do que ninguém. O maio branco revelava as formas arredondadas de uma maneira sedutoramente feminina.
O corpo de Lily era como uma sinfonia de perfeição clássica. Pernas esguias, quadris arredondados, seios eretos... Ele já havia beijado e acariciado cada centímetro daquele corpo. Conhecia-o tão bem ou mais ainda que o seu. Entretanto, será que realmente conhecia a mulher que o habitava? Sabia mesmo quem era Lily Potter, sua esposa?
Apoiou-se nos cotovelos, passando a observar as ondas deslizando pela areia da praia.
Ele e Lily haviam se conhecido e casado no espaço de poucos meses. Na verdade, não houvera razão para adiar o casamento. Quis que Lily se tornasse sua esposa desde a primeira vez em que a vira no clube, andando daquela maneira confiante, com a cabeça erguida e um sorriso para todos que encontrava. Levara duas semanas, mas, por fim, conseguira arquitetar seu encontro com ela.
Desde o início fora como se Lily houvesse saído de seus sonhos e se tornado realidade. Ela era a mulher com a qual ele queria dividir sua vida, sua felicidade. Aquela que seria a mãe de seus filhos e que envelheceria com ele, mantendo-o com o espírito sempre jovem.
Não demorou muito para ele constatar que haviam nascido um para o outro. Contudo, o casamento não fora feito às cegas. Os dois combinaram cada detalhe, fizeram planos, dividiram suas esperanças, seus sonhos.
Lily sabia que mais cedo ou mais tarde ele teria de viajar, a fim de fazer o treinamento, quando fosse se tornar co-piloto. Ela planejava ir com ele, apesar do acordo de morarem em Godric Hollow assim que fosse possível.
Ela também sabia que o trabalho dele o obrigaria a se afastar de casa algumas vezes, quando fosse escalado para viagens mais longas. Lily havia aceitado isso e ficara até feliz ao saber que haveria períodos em que ele ficaria até uma semana em casa, entre uma viagem e outra.
Também conversaram sobre a época em que ela teria férias na escola e as pequenas viagens que eles poderiam fazer quando ele estivesse em Godric Hollow.
Parecera tudo tão simples! Pelo menos até eles voltarem da lua-de-mel e receberem a notícia de que a promoção havia saído antes da época esperada.
Tão simples. Até Lily não conseguir arrumar uma vaga de professora em alguma escola de São Francisco e os dois haverem sido obrigados a aguentar esse casamento tumultuado. No fundo, nenhum deles se sentia realmente casado.
Talvez a discussão do sábado houvesse sido boa, afinal. Tornara as coisas mais claras entre eles. Depois dela, os conflitos se desanuviaram e os dois puderam aproveitar o fim de semana. Quando não estavam na praia, dormiam um nos braços do outro, após longas horas de amor.
Mas chegara a tarde de segunda-feira. Após um dia inteiro rindo e brincando na praia, estava quase na hora de ela arrumar as malas para a viagem de volta.
James foi invadido por uma onda de tristeza ao imaginar Lily partindo pelo corredor de embarque, distanciando-se mais uma vez da vida dele, só Deus sabia por quanto tempo.
Ele teria que viajar durante o restante do mês para adquirir experiência, e não sabia ao certo quando poderia voltar a Godric Hollow. E o pior era que ainda não contara a Lily. Esperava pelo momento certo, mas este ainda não surgira. Ela estava tão feliz que ele não tivera coragem de dar a notícia. Ainda mais sendo que Alice o acompanharia na viagem. Não acreditava que Lily estivesse com ciúme de Alice, mas sabia que se contasse, ela ficaria magoada. E a última coisa que ele queria era magoar Lily.
— Lily?
— Hmm? — murmurou ela num tom sonolento.
Abriu os olhos um pouco, mas fechou-os de novo quando a luz do sol os atingiu. Protegendo-os com a mão, Lily virou de lado e levantou a vista para ele.
— James? Eu adormeci? Nunca dormi numa praia antes! Ainda bem que passamos protetor solar, caso contrário estaríamos tostados a essa altura. Que horas são?
James sorriu para ela, notando como a curva de seu quadril se aprofundava na altura da cintura delgada.
— Hora de Cinderela sair do baile, receio — respondeu.
Cedendo a um impulso repentino, deitou-a de costas, apossando-se dos lábios rosados. Lily o abraçou, puxando-o mais para perto.
James não queria que ela fosse embora, mas, infelizmente, a hora da partida estava cada vez mais próxima. Tinham pouco mais de quatro horas antes do horário marcado para o vôo.
Ele a soltou com relutância. Juntos, começaram a reunir as coisas para voltar para o apartamento.
Assim que chegaram foram para o chuveiro, tirar a areia do corpo. Após o banho, fizeram uma breve, mas inesquecível visita ao quarto, antes de se vestirem rapidamente e partirem para o aeroporto. De súbito, Lily ficara com receio de perder o avião e não chegar a tempo de se preparar para o primeiro dia de aula.
— Aposto que serei a única professora a ficar bocejando sem parar durante o planejamento das aulas — comentou, encostando a cabeça no ombro de James, enquanto ele dirigia o carro no trajeto até o aeroporto.
Depois de parar no estacionamento, James voltou-se para ela, sorrindo:
— Está insinuando que a mantive fora da cama durante todo o fim de semana?
— Nada disso — ela balançou a cabeça. — Estou insinuando que me manteve na cama durante esse tempo, que por sinal, foi maravilhoso. Só que não me deixou dormir o suficiente. Como poderei encarar uma classe repleta de alunos inocentes, tendo passado um fim de semana tão ousado?
— Com um belo sorriso? — James sugeriu, ajudando-a a descer do carro. Ele próprio estava sorrindo, porém, tornou-se sério de repente: — Tenho uma pergunta mais importante, Lily: como vou encarar aquele apartamento essa noite, sem você?
Um brilho de lágrimas surgiu nos olhos verdes de Lily.
— Da mesma forma como enfrento nossa casa quando volto, depois de levá-lo ao aeroporto. Mal. Muito mal.
James franziu o cenho ao ouvir aquilo. Nunca pensara na situação de Lily antes; como era ficar e ver o outro partir.
— Deus, Lily, sinto muito. Nunca pensei que...
O sorriso que ela lhe lançou foi triste, desalentado.
— Eu entendo, querido. Nunca pensou no quanto era difícil para mim, voltar para uma casa silenciosa e, no entanto, impregnada com a sua presença. Não sabe como é duro ligar o aparelho de som e começar a ouvir seu CD preferido, sentir o perfume da colônia que você deixou para trás. — Suspirou, olhando-o com tristeza. — Eu também não me preocupava em pensar sobre essas coisas, até você partir pela primeira vez.
Aquelas palavras permaneceram na mente de James muito tempo depois de ele ver o avião decolar, levando Lily para longe dele.
A verdade do que ela dissera doeu ainda mais em sua alma quando ele voltou para o apartamento e se deparou com a solidão que o invadira.
O pior momento, porém, foi quando deitou na cama, depois da meia-noite. Ao encostar a cabeça no travesseiro, descobriu que ele ainda recendia o perfume dos cabelos de Lily. Inspirou profundamente, torturado pela dor da saudade. Até quando agüentaria aquilo?
Oi Ninha Souma, apesar de todas as briguinhas, discussões, conturbações como você mesma disse, no final fica tudo bem, ou quase tudo bem, fica a saudade e a solidão, obrigada por comentar flor, até o próximo cap :*
