Queridos leitores, perdoem-me!
Eu havia esquecido o email e a senha desta conta e não pude mais postar a continuação da fanfic. Hoje, milagrosamente, graças a uma visita aleatória ao site , consegui recordar meu email.
Sou apaixonada por esta estória e nunca foi minha intenção abandoná-la.
Peço desculpas mais uma vez! Boa leitura!
CAPÍTULO 07
Quando acordou na manhã seguinte, a cama estava vazia. Rin enrolou-se na coberta e caminhou em direção a uma cadeira próxima, sobre a qual o quimono que trajava estava impecavelmente dobrado.
Rin estava atordoada. Não muito bem o que estava sentindo ou o que deveria fazer. O plano de vingança estava cheio de lacunas. Ela não sabia qual deveria ser seu próximo passo.
Encaminhou-se para o banheiro, tentando não tropeçar na coberta. Esperava que a água clareasse sua mente, que estava turva. Para sua surpresa, o banho estava preparado: o ofurô estava cheio e havia produtos de banho e uma toalha separados para ela.
Quando se deitou na água morna, sentiu seus músculos tesos relaxarem. Rin estava entorpecida e, antes que notasse, adormeceu.
Despertou com um som em suas costas e, assustada, virou-se bruscamente para encarar o que quer – ou quem quer – que fosse.
- Sou eu – disse Sesshoumaru. A garota relaxou e encostou suas costas na borda do ofurô.
– Espero que tenha se alimentado. – Comentou o youkai, inspecionando o corpo nu da garota. Rin corou violentamente ao recordar de sua nudez e dobrou seus joelhos, tentando esconder seus seios. Apesar de tudo que havia acontecido na noite anterior, ela era alheia a toda aquela intimidade.
Sesshoumaru sorriu e lhe deu as costas.
- Na verdade, meu senhor – Sussurrou Rin, envergonhada, e com os olhos abaixados -, eu estou meio perdida.
Ouviu um farfalhar de tecido. Sesshoumaru estava se despindo e se encaminhando para o ofurô. Os olhos de Rin se arregalaram e ela apertou suas pernas com mais força.
A água se movimentou quando Sesshoumaru submergiu seu corpo. Seu longo cabelo prateado flutuou na água. Ele estava muito próximo a ela.
- Perdida? – Perguntou ele, encarando-a. Ela deu de ombros, sem conseguir formular uma resposta. Sesshoumaru voltou a encarar seu corpo, descaradamente (Rin se encolheu mais ainda com aquele olhar perscrutador), e repousou sua cabeça na borda da banheira.
- Tenho algo para te dizer – Disse ele – Fui falar com Kanazuki hoje.
Rin ficou surpresa e esperou que ele continuasse. Sesshoumaru a encarou.
- Pedi para que você ficasse instalada aqui por algumas semanas. O que pensa sobre isso?
Rin não sabia o que dizer. Estava aparvalhada. Sesshoumaru instigou:
- E então?
- Estou muito honrada, meu senhor – Respondeu -, mas não entendo o porquê.
Sesshoumaru arqueou as sobrancelhas. Rin corou mais uma vez, mas ainda ela não conseguia compreender. Sesshoumaru poderia ter todas as mulheres que desejasse. Por que ela?
- Você está voando – Comentou ele, tirando-a do devaneio. – Eu só quero uma resposta.
- Estou muito honrada – Disse Rin, novamente. Suspirou, lembrando-se da razão de estar ali. Que brecha! Que sorte! Que infortúnio! – Eu aceito ficar aqui. – Disse, sem olhar nos olhos do youkai. Sesshoumaru aproximou-se dela e segurou seu queixo com o indicador, fazendo com que erguesse a cabeça para encará-lo.
- Não se sinta obrigada a ficar aqui – Disse ele – Eu não quero que você fique aqui sem desejar.
Rin se emocionou com o que ele dizia e tocou o rosto do youkai. Ele fechou os olhos.
- Eu quero ficar aqui... com o senhor – Disse ela e, por ímpeto, o beijou. Ele retribuiu o beijo com selvageria e, sem conter mais seu desejo, tocou no corpo da garota. Ele a segurou pelos quadris, ainda a devorando, e ateve seu corpo junto ao dele. Rin passou suas mãos pelo cabelo prateado dele e desviou seus lábios para beijar seu pescoço. Sesshoumaru gemia, sôfrego. Abriu as pernas da garota e introduziu seu falo rígido na vagina de Rin. Ela gritou, puxando-o para mais perto, ainda que fosse fisicamente impossível estarem mais próximos.
Os corpos se chocavam violentamente. O som de carne contra a carne era muito erótico. Os gemidos deles ecoavam no cômodo. E, quando enfim alcançaram o clímax, não se separam e continuaram a se beijar e a se tocar.
Pouco tempo depois, voltaram a fazer amor, alheios ao mundo ao seu redor.
