Oláa, desculpa pela demora, este capítulo tá meio curto mas espero que gostem.

Reviews

Guest - Eu gostaria muito se você se identificasse, mas gostei muito dos seus infinitos "post ti".

Blorry - Obrigada gatinha, aqui está o capítulo. bjos

Sarinha - Mil thk para você fofura, li sua PM e já

Júlia Cullen - Thk lindinha, espero a continuação da sua fic, bjos

POV ALICE

Sangue...Senti o cheiro tóxico invadir minhas narinas, vi Edward se contorcer sentado ao meu lado e murmurar algo do tipo " Deus pai me ajude ", imediatamente lancei um pensamento para ele: " Se controle Eddie, estamos no hospital , lembre que o papai disse para ficarmos aqui!". Pensei calma, mas eu estava irritada com aquele cheiro invadindo minha mente e ativando meus instintos de respirar por alguns minutos só para voltar a minha lucidez e não fazer uma merda, eu estava sendo tomada por aquele cheiro, a sede, a vontade de beber aquele sangue tão doce e saboroso...Edward já se mordia ao meu lado loucamente e me cutucava desesperado por sangue." Ótimo, agora eu tenho um vampiro com sede num hospital cheio de gente sangrando sem ninguém para detê-lo..." Pensei tentando usar um pouco da consciência que me restava porque eu estava quase me entregando ao desejo.

EDWARD - Lice, e se agente beber só um pouquinho?

Ele perguntou em êxtase saindo da sala que papai nos mandara ficar e indo em direção a uma senhora que aparentava ter uns 30 anos e estava encubada na UTI, com certeza ele não estava lúcido, parecia que nunca tinha comido na vida e nem tinha sido educado, pior, não parecia um Cullen, instantaneamente segui ele com o intuito de para-lo, além disso, eu não esperava que a os meus instintos fossem mais fortes que meu controle.

ALICE - Edward, não podemos beber essa, vamos no outro que já vai morrer.

Falei sussurando para que só nós ouvíssemos, apontando para um velho de uns 90 anos mal respirando numa maca na Utie e claro perdendo toda a lucidez que tivera a segundos atrá se mexeu e não prestei atenção em Eddie, eu estava fitando o pescoço da senhora.

EDWARD - Não Lice, é só pegar o sangue que eles tiram, ninguém vai ver.

Ele disse sussurrando provavelmente pela milésima vez vendo que eu não tinha escutado, como se aquilo fosse óbvio, aí que eu vi umas bolsas de sangue em cima de umas bancadas, mas estava rodeada de enfermeiras. QUE DIABOS ESSE GAROTO QUERIA FAZER? Meu deus, não bastava termos saído da sala que éramos para ter ficado?! Carlisle vai matar agente se descobrir, não não, não pode, pelo amor eu tenho que recuperar a lucidez do Edward para ele ter consciencia do que está fazendo. ´Pensei tentando recobrar os sentidos, mas ao mesmo tempo minha garganta se dilacerava de sede, me dirigi a meu irmãozinho que já estava no maior papo com as enfermeiras que rodeavam as bolsas de sangue.

ALICE – Edward! Saia daí, você enlouqueceu?

Falei de modo que so nós ouvíssemos e tentando conscientiza-lo.

EDWARD – Cala a boca Alice, eu to quase conseguindo!

Ele respondeu grosseiro passando entre as enfermeiras, o segui.

"O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO?" Pensei para ele, a resposta foi ele pegar 3 bolsas de sangue e sair em disparada enquanto quem estava presente nos olhava em choque!

"Edward!" Pensei de novo mas ele só apressou os passos, no meio do caminho vimos papai vir na nossa direção, mas ele ainda não tinha nos visto, olhei para Eddie e voltei a passos humanos para a bancada para tirar nosso pai do nosso caminho.

ALICE - " compareça a sala de cirurgia"

Repeti duas vezes no microfone que achei na bancada e voltei para Edward que bebia um homem freneticamente.

EDWARD - rsrsrsrs Esse aqui já foi!

Ele disse finalmente se virando para mim...Não resisti e deixei meus instintos me controlarem e em pouco tempo já tinha sugado todo o resto do sangue de uma mulher, não tinha ninguém e estávamos vigiando atentos.

ALICE- VAMOS!

Gritei quando vi dois enfermeiros vindo...Chegamos num corredor extenso que dizia: Pronto – socorro e não resistimos, logo vimos as enfermeiras tirando sangue e eu fui seguindo elas para ver onde ficava o sangue, entrei numa sala branca e calma onde tinham várias mesinhas com recipientes com sangue vermelhinho que me fazia delirar e voltei lá para baixo, achei a sala de funcionários e procurei no armário uma roupa de enfermeira e vesti, subi como um raio de volta para a salinha e peguei alguns vidrinhos para beber.O primeiro estava quente e eu adorei, provavelmente porque tinha acabado de sair da veia, o segundo não estava tanto, mas dava para o gasto, sumi assim que ouvi passos se aproximando e levei os dois vidrinhos comigo para não deixar provas e corri para o banheiro feminino.

Cheguei lá e me tranquei em um box em êxtase ainda, com aquela minha cara de "COMO EU FIZ ISSO?" e ao mesmo tempo " QUE PERFEITO!".Saí do box, lavei meu rosto na pia para tirar qualquer vestígio de sangue, joguei os vidrinhos pela janelinha que encontrei no banheiro e fui andando normalmente na direção que dizia: "Doações sanguíneas". Abri uma porta de vidro e me deparei com centenas de pessoas tirando sangue para doar para as que necessitavam e enfermeiras sorridentes que pareciam estar na ainda não tinha tirado minha roupa de enfermeira, cheguei e disse que eu iria levar as bolsas de sangue e guardar, ela aceitaram sem nem pestanejar sorridentes como sempre e em pouco tempo eu tinha nas mãos 20 bolsas de sangues cheias e quentes. Saí dali com a desculpa de que ia guardar, mas corri para o banheiro feminino novamente."Meu Deus, nem acredito que estou fazendo isso!" Pensei. Rasguei a primeira bolsa dentro do box já e trancada claro, Chupei até a última gota e simplesmente delirei, lembrei da vez que conheci Jasper, no nosso primeiro beijo, em como foi difícil para ele largar seus instintos naturais e se tornar parte de uma família, no quanto ele me amava, certeza eu fiquei imaginando meu passado por horas, depois que o efeito de "desejo realizado" tinha passado, abri a outra bolsa e bebi de uma vez só como se aquilo fosse minha dominada pelo desejo abri a terceira e detonei, estava prestes a abrir a quarta quando duas garotas entraram no banheiro falando altíssimo para emus ouvidos apurados.

MENINA 1 - Você viu que absurdo? O que serpa que foi aquilo?

Fiquei: Hã? do que elas tão falando?

MENINA 2 - Pois é, acho que devem melhorar a segurança nesse hospital, como eles deixam morcegos entrar aqui?

Ela disse fingindo estar indignada.

MENINA 1 - Quem te garante que são morcegos?Pode ser qualquer outra coisa, além disso, está de dia...

A outra respondeu sarcástica.

MENINA 2 - E o que mais deixaria aquelas marcas no pescoço de tantos pacientes?

A pergunta foi retórica e eu paralisei.

ONDE ESTAVA O EDWARD? AH MEU PAI MEU IRMÃOZINHOOO, SERÁ QUE ELE FEZ ISSO? NÃO ELE NÃO PODEEE...

Espero que tenham gostado...beijossssss