O Une Nuit ficava lotado todas as noites da semana. No entanto, na sexta-feira, os frequentadores eram um pouco diferentes. Mais jovens e mais modernos, se é que isto é possível. Um mar de pessoas bonitas, todas vestidas com a cor de Nova York — o preto — provavam a ousada cozinha fusion francesa e asiática, sempre tão comentada na mídia. Segundo a tendência do momento, aquele era o lugar certo para se divertir.

Com Jessie a reboque, Tess passou pela multidão aglomerada no bar, que ficava na frente do restaurante, buscando seu primo Bryan. Ele poderia juntar-se a elas rapidamente para jantar, mas costumava passar o resto do tempo perambulando pela casa e controlando tudo.

Estava quase chegando às mesas principais quando viu Anthony, um francês incrivelmente bonito, de mais ou menos 30 anos. Era gerente do Une Nuit e, como Bryan, estava sempre presente.

— Bem-vinda, Tess. — Eles deram dois beijinhos.

— Que loucura — disse ela, olhando em volta.

— Típico. Se está procurando pelo Bryan, ele não está aqui. Viajou de novo.

— Para onde ele sempre vai? — perguntou, sem esperar resposta. Apresentou Anthony a Jessie, que estava com os olhos arregalados. Bryan sempre fora aventureiro, embora parecesse amar seu restaurante. Estava sempre indo e vindo, mas seu negócio prosperava porque podia contar com sua equipe.

— Gostariam de uma mesa? — perguntou Anthony.

— Há algum membro da família por aqui?

— Nenhum. A mesa dos Evans está vazia.

— O que você acha? — Tess perguntou a Jessie.

— Na mesa ou no bar? Está com fome?

— Não muita. No bar está bom.

— Esperem aqui um instante.

Tess convencera Jessie a pegar emprestada uma roupa do armário de estilistas da revista, mas não conseguira convencê-la a soltar o cabelo. A calça de couro e a gola rulê lhe proporcionaram um visual diferente, mais moderno. Até Tess, que normalmente se destacava pela cor de suas roupas, usava preto— minissaia, botas e jaqueta preta cintada. Seu cabelo estava preso em um coque frouxo. Ela considerava o visual como parte de sua personalidade.

Anthony voltou e apontou para um casal sentado no meio do longo bar.

— Fiquem ali. Eles serão chamados para jantar assim que vocês se aproximarem.

Tess sorriu.

— Você é o melhor.

Ele segurou sua mão e beijou-a. Ela piscou os olhos efusivamente.

— Quando você vai dormir comigo e sair da minha cabeça, ma chérie? — perguntou, como sempre.

— Em breve — respondeu ela, como sempre. Uns minutos depois, Tess e Jessie estavam sentadas no bar, esperando seus drinques.

— Nunca vi nada assim — revelou Jessie, espantada. — É como um filme. Vermelho, preto e sensualidade. Adorei as mesas com tampo de cobre.

— Podemos pedir algo para comer mais tarde, assim você prova a comida deliciosa daqui. — Ela sorriu para o barman quando ele colocou um martini de maçã na sua frente. Então, ergueu sua taça para Jessie. — Às aventuras na cidade grande.

— Gostaria de poder me aventurar mais. Um dia. Quando eu tiver um trabalho assalariado. Cada centavo das minhas economias já está comprometido. Obrigada pelo convite.

— Continue se saindo bem na Carisma que você pode receber a proposta de um cargo assalariado quando seu estágio terminar. — Ela deu um gole no drinque e olhou em volta. Percebeu que um homem do outro lado do bar a fitava. Ele acenou para ela. Sorriu, mas desviou o olhar. Logo, percebeu que não devia erguer obstáculos, pois Jessie podia estar interessada. Decidiu dar-lhe mais uma chance, porém as palavras de sua amiga a interromperam.

— Ali está aquele homem da agência de publicidade, Nathan Harlan.

Tess ficou totalmente surpresa.

— Onde?

— Na mesa atrás de você, no canto.

Ela não sabia se queria se virar. Se estivesse acompanhado, não queria ver.

— Ele está olhando para você. Acho que sabe que estou lhe contando que ele está aqui — disse Jessie, sussurrando energicamente.

Deu um longo gole no drinque. Ele era cortês e, provavelmente, ia cumprimentá-las, até porque ele e Jessie já haviam se visto. Tess esperaria que Nathan tomasse a iniciativa. Por enquanto, não pensaria com quem ele estava.

Talvez com a loura do Country Club. Não perguntara quem era.

— É verdade que ele foi noivo da sua irmã?

Tess suspirou.

— Eles ficaram noivos no Dia dos Namorados, mas Lily cancelou algumas semanas depois, mais ou menos quando você foi contratada.

— Para ele, deve ser estranho ver você, trabalhar com você. Afinal, são gêmeas idênticas.

Nem me fale. No início, ela se perguntara se era uma substituta para a irmã, uma maneira de esquecê-la. Mas, agora, não acreditava mais nisso. Eles tinham seu próprio relacionamento e, embora, às vezes, fosse divertido, sabia que teria que acabar logo. Nem sequer podiam começar a namorar e ver para onde as coisas caminhariam. Mesmo se Lily, e seu avô, aceitassem, devido à reputação de Tess, muitas pessoas acreditariam que ela havia interferido no relacionamento da irmã antes mesmo de James Potter ter aparecido. Não valia a pena sofrer daquela maneira.

Ou valia?

O homem do outro lado do bar se aproximou. Devia ter uns 30 anos, decidiu Tess. Um pouco mais alto que ela, louro e de olhos azuis. Não parecia muito sofisticado, o que significava que servia para a inocente Jessie. Era uma boa para desviar seus olhos de Nathan.

— Aposto que são irmãs — disse o homem. Tess olhou para Jessie, que parecia surpresa.

— Colegas de trabalho — respondeu.

— Sou Rico.

— Dinheiro não importa para mim — disse Jessie. Tess sorriu.

— Ele quis dizer que o nome dele é Rico. Ela é Jessie. Sou Tess.

— Sei quem você é — disse Rico, com a mão apoiada no bar, muito próxima a ela. — Vi sua foto no jornal com James Potter.

Tess afastou-se.

— Era uma sósia — disse, tentando fazer uma piada. Era Lily, vestida com as roupas de Tess. Entregou seu copo vazio ao barman.

— Deixe comigo — disse Rico.

— Não, obrigada. — Decidiu que não queria este homem por perto. Viu Anthony e indicou-lhe Rico com a cabeça. Anthony seguiu em sua direção.

— Mon petit choux — disse, tirando Rico do caminho e beijando-a, por mais tempo que o necessário para enganá-lo. Tess se perguntou o que Nathan estava achando daquela cena. — Desculpe por deixá-la esperando, ma chérie.

— Não faça isso de novo. — Ela se encostou nele e seus braços a envolveram.

Rico, no entanto, era despachado e destemido. Virou-se para Jessie.

— Posso oferecer-lhe um drinque, Jenny? — Jessie brincou com o canudo no copo e colocou-o na boca lentamente, para chamar sua atenção.

— Sabe, Rico, acho que meu pai ficaria animado com você.

Ele parecia pronto para se gabar.

— Sério?

— Na verdade, ele tem um ditado que cairia como uma luva para você. Ele diria: "Pobre Rico. Ele não tem nada debaixo do chapéu a não ser cabelo."

Tess teve que apoiar o drinque no balcão para não derramá-lo de tanto rir. A maneira como Jessie lidava com Rico mostrava que não era tão ingênua quanto parecia.

— Vadia — esbravejou. — Você...

Anthony se moveu, mas foi bloqueado por Nathan, que tirou o copo da mão de Rico e colocou-o no bar.

— Está na hora de encontrar outro lugar, amigo — disse Nathan, empurrando seu ombro.

Rico ardia de raiva, mas saiu sem dizer nada, apenas com um olhar mal-humorado.

— Você está bem? — Nathan perguntou a Jessie.

— Estou. Na verdade, foi divertido. — Ela sorriu.

Tess esperou que Nathan se virasse e prestasse atenção nela, mas ele se despediu e partiu. Observou-o saindo pela porta e desaparecendo. Apenas então olhou para a mesa onde ele estava. Havia três mulheres.

— Ele estava sozinho — sussurrou Anthony em seu ouvido.

Tess tentou ficar calma. Não sabia o que pensar dele. Era maluco? Estava com ciúmes de Anthony? Magoado?

Decidiu mudar seu humor, pois até Anthony havia captado uma vibração inadequada.

— Obrigada por ter me salvado, mas mon choux!

— Meu repolhinho. — Ele piscou o olho, fazendo Jessie rir.

— Eu sei o que significa.

— É carinhoso. — Ele ajeitou seu cabelo para trás da orelha. — Acho que vocês já se divertiram bastante e agora é hora de jantar, não? Guardei uma mesa para vocês.

Tess decidiu que se não parasse para pensar um pouco em Nathan e refletir sobre como lidar com o que acabara de acontecer, provavelmente tomaria alguma

atitude precipitada, como ir atrás dele.

— Para mim está ótimo. O que acha?

— Eu também poderia comer bastante agora. Não há nada como despachar um homem orgulhoso para abrir meu apetite.

Tess sorriu. Estava feliz por terem saído juntas e por conhecer Jessie melhor.

— Seu pai realmente teria dito algo assim?

— Teria. Ele é cheio desses ditados.

— O que ele faz? — perguntou Anthony, quando chegaram à mesa.

— É fazendeiro.

— Você laça bezerros e cavalga?

— Para mim, é como respirar. Ele arqueou as sobrancelhas.

— Eu nunca tinha conhecido uma vaqueira. — Anthony pediu ao garçom para trazer dois cardápios.

— Vou ao banheiro antes — disse Jessie.

Tess esperava que Anthony não comentasse nada sobre o comportamento de Nathan, mas devia saber que não teria tanta sorte.

— Então. O noivo da sua irmã.

— Ex-noivo.

— E você.

— Não. Apenas estávamos no mesmo lugar, na mesma hora.

— T'es menteuse, toi.

— Não sou mentirosa. — Tecnicamente, não estavam juntos. Estavam curtindo a companhia um do outro. — Ele não tirou os olhos de você desde o momento em que a viu.

Ela queria ter um cardápio nas mãos para se esconder atrás dele.

— Eu não controlo as ações do Nathan. Ele limitou-se a sorrir.

— Bryan gostaria que eu lhe dissesse que é por conta da casa.

— Ele é meu primo preferido — disse docemente. Anthony sorriu e se afastou.

Muito mais tarde, Tess e Jessie pegaram um táxi juntas. Tess morava a apenas algumas quadras de Une Nuit e desceu primeiro. Jessie continuou depois de agradecer muito a Tess pela estupenda noite.


Subiu as escadas cheia de perguntas na cabeça. Devia ligar para Nathan? Ele estaria zangado? Seria melhor deixar as coisas assim?

Chegou ao terceiro andar e viu Nathan encostado na parede. Diminuiu o passo, estudou sua expressão, tentando captar seu humor. Queria ver suas covinhas, mas achava que não havia muita chance. Ele parecia... determinado.

Nathan nem sequer se moveu quando ela se aproximou. Tess esbarrou nele enquanto tentava abrir a porta.

— O que você faria se eu tivesse trazido alguém para casa? — perguntou suavemente, com o coração batendo forte.

— Não o deixaria entrar.

Tess entrou, deixando a porta aberta, mas sem convidá-lo. Ele a seguiu e fechou a porta.

Ela jogou a bolsa em cima da mesa e cruzou os braços.

— O que você quer, Nate?

— Você sabe a resposta.

— Além disso, o que mais? — Aquele jogo e aquelas palavras a excitavam. Sentia que ele sabia disso.

— Você me ignorou.

— Você também me ignorou — disse ela. Ficara confusa e irritada por ele ter falado com Jessie no bar não com ela.

— Você estava à vontade com Anthony. Não quis intervir.

— Anthony e eu flertamos. Não é nada.

— Não estou lhe dizendo o que fazer ou não. Nosso relacionamento não garante exclusividade.

— Então, ótimo. Porque não costumo me explicar para ninguém. — Tess virou-se, sem saber o que fazer. Não podia fitá-lo.

— Veja — ele disse, aproximando-se e tocando em seus ombros.

Ela se afastou.

— Isso não está caminhando da maneira como eu imaginava — disse ele, frustrado. — Quero melhorar o clima antes de amanhã à noite. Acho que não poderia ter um encontro nem de mentira com você com os acontecimentos de hoje pendentes entre nós.

— Quais foram os acontecimentos para você? Por que está zangado?

— Acha que é fácil vê-la flertando com aquele imbecil do bar, depois com Anthony? E você sabia que eu estava lá. Sei que Jessie lhe contou. Estava tentando me deixar com ciúmes?

Ela virou-se.

— Aquele imbecil veio até nós — disse, quebrando sua própria regra de não se explicar para ele. — Eu até o encorajei, porque achei que Jessie pudesse gostar. Então, ele se revelou e eu chamei Anthony para nos ajudar. Flertei com Anthony para não haver uma cena, mas ele também perdeu o controle. Anthony é meu amigo. Só isso.

— Você poderia ter me chamado — disse Nathan calmamente.

Será que estava magoado? Era este era o problema? Fechou os olhos por um momento. Já que Nathan estava sendo sincero com ela, talvez pudesse fazer o mesmo.

— Eu não me virei para fitá-lo porque não sabia se você estava acompanhado, e não queria saber.

— Eu iria ajudá-la de qualquer modo.

— Mas sua acompanhante não ficaria muito contente.

Ele colocou a mão em seus ombros.

— Por que eu levaria alguém para o Une Nuit? Você me disse que estaria lá. Por que faria isso com você? — Não esperou pela resposta. — Com que tipo de homem você costuma sair para achar que eu cometeria essa grosseria?

— Obviamente, um tipo diferente de homem. Mas estou me esforçando para mudar isso.

Percebeu que ele ficou mais tranquilo.

— Não magôo as pessoas intencionalmente, Tess. Sou educado.

Talvez parecesse educado. Vinha de uma boa família e fora criado assim, mas em alguns momentos, como hoje à noite e no incidente do Country Club, não era tão educado. Tess gostava disso. Há meses, havia se apaixonado pelo homem que era extremamente amável com Lily. No entanto, agora, estava ainda mais apaixonada por este homem, que era mais intrigante e complexo do que imaginava. Gostou de chegar em casa e encontrá-lo esperando para resolver tudo, mesmo que as respostas que recebesse não fossem as que esperava. Gostava de ver que ele enfrentava seus problemas.

Apoiou a mão em seu peito e fitou-o. No entanto, as palavras lhe faltaram. Depois dos 30 segundos mais longos de sua vida, ele ergueu as mãos e soltou seu cabelo, deixando-o cair. Segurou seu rosto e aproximou-se. De repente, ela desejou ter tirado o sapato alto para ficar na ponta dos pés. Tal ideia a fez sorrir.

— O quê? — perguntou ele.

— Você me faz sentir tão... mulher.

— Isso é bom? — perguntou, sorrindo.

— Ninguém nunca me fez sentir assim.

— Novamente, isso é bom?

— É.

— Como você se sentia antes?

— Não sei. Em pé de igualdade. Às vezes, até dominante. — Não queria contar, não queria lhe dar munição para implicar com ela. Só sabia que se sentia diferente ao seu lado.

— Você foi bem dominante comigo. — Ele continuava segurando seu rosto. Ela sentia aquela respiração tocar seu rosto. Seus belos olhos castanhos estavam repletos de carinho e desejo.

— Não tem comparação — disse, com um largo sorriso.

Ele encostou seus lábios aos dela uma, duas vezes.

— Você também me faz sentir diferente. — Finalmente, pousou a boca sobre a dela, buscando sua língua. Tess se aconchegou em seus braços.

Com um suspiro, cedeu às suas necessidades, sem tentar silenciar os sons que gritavam dentro de seu corpo, o que parecia excitá-lo ainda mais. Ele a puxou para si, colocando a mão em suas nádegas, pressionando-a ainda mais, fazendo-a sentir seu desejo crescente. Ela moveu os quadris e seus beijos ficaram mais ardentes. Ele segurou seu cabelo e puxou sua cabeça para trás, passou a língua por seu pescoço, abrindo e tirando sua jaqueta freneticamente. Ela estava sedenta, nunca sentira tanto desejo, como se pudesse morrer se não o possuísse nesse momento.

Ele se atrapalhou com o zíper, mas, por fim, conseguiu tirar também sua saia, deixando-a apenas de lingerie e botas. Seus mamilos estavam enrijecidos.

Ele deu um passo para trás para tirar sua própria camisa.

— Quando eu tiver 90 anos, vou me lembrar deste momento — disse, com a voz baixa e áspera.

Ela o segurou pela cintura e colou-o ao seu corpo. Desejava-o. Ajoelhou-se, pressionou a boca contra sua braguilha, sentindo sua excitação. Começou a abrir o cinto...

O telefone tocou.

— A secretária eletrônica vai atender — murmurou, colocando as duas mãos sobre ele e sentindo todo o seu comprimento por cima do tecido.

Tocou de novo.

Ele a puxou para cima, abriu seu sutiã e lançou-o ao chão.

Terceiro toque do telefone.

Segurou seus seios, brincou com seus mamilos e cobriu um deles com a boca.

Quarto toque.

— Não estamos em casa, deixe um recado — disse a voz de Tess, na secretária eletrônica.

— Sou eu! Lily.

Nathan transformou-se em uma estátua.

— Você deve estar se divertindo. Vou ligar para o seu celular. Não nos falamos há alguns dias, estou com saudade. Mas não muita — acrescentou, rindo. — Tess, você não sabe como estou contente, como o James é incrível. Você vai se apaixonar por ele. É indescritível.

Nathan se endireitou e deu um passo para trás. Seus olhos encontraram os de Tess. Ela se sentia nua, despida até a alma. Não conseguia ler seus pensamentos, nem interpretar sua expressão.

— James, pare. Estou falando com minha irmã. No fundo, escutava-se uma voz, mas não era possível distinguir o que dizia.

Nathan pegou a jaqueta de Tess. Ela a vestiu. Fechou o zíper antes de fitá-lo.

— Bem, acho que não vou ligar para o seu celular. Tenho outra coisa... — Lily riu — para fazer agora. Depois nos falamos. Estou com saudade.

Tess não sabia o que dizer. Não podia fazer nenhuma piada — não seria engraçado. Menosprezar a situação tampouco seria bom.

Este fora um lembrete poderoso de seu relacionamento arriscado. Resistência era a palavra-chave. Tinham que se esforçar mais.

Talvez estivesse deixando transparecer sua decepção e seu medo, porque Nathan pousou a mão em seu rosto carinhosamente. Ela colocou a sua por cima.

— Amanhã à noite? — perguntou ele.

Ela assentiu. Não perderia nenhuma oportunidade de estar ao seu lado.

Ele se foi sem um beijo, sem um abraço. Apenas um longo olhar.

Pela primeira vez na vida ela desejou não ter uma irmã.


Pela primeira vez na vida ela desejou não ter uma irmã. Forte esse desejo de Tess e o acontecerá quando Lily voltar? Aliás Lily e James estão se divertindo muito não é gente ;D Obrigada Joana Patricia e Thaty pelos comentários :*