Discleimer: Inuyasha e Cia. Não me pertencem, mas a história sim.

Comer dar sono, e dormir da fome.

Projeção astral.

.

Eu sou real!

.

Inuyasha é mais teimoso que uma mula empacada!

Pelo amor de Deus, estou o seguindo há horas, e ele ainda ñ se convenceu de que sou mais real que a rainha da Inglaterra!

Eu até poderia acreditar que ele não pode me ver, e que aquele breve momento em frente ao hospital foi uma exceção, se não fosse ele olhar pelo canto dos olhos, disfarçadamente, a cada dez minutos para saber se eu ainda estou aqui. E é claro que eu estou, e não vou embora tão cedo!

Eu o segui por quase metade de toda a cidade de Tókio, e Tókio é uma cidade muito, muito grande, e acabei descobrindo que Inuyasha ainda mora no mesmo prédio de apartamentos que morava a dois anos, que é o tempo que ele alegou que eu estou em coma, e por tanto ainda mora com o Sesshoumaru seu irmão mais velho, isso quer dizer que ele ainda não fez as pazes com os pais.

Como eu disse, esse cara é mais teimoso que uma mula empacada.

E quando saímos do elevador, ele teve a ousadia de bater a porta na minha cara!

Tenho vontade de espanca-lo, mas é claro que quando tento meus punhos o atravessam, que ódio!

Mas se ele acha que vai me intimidar batendo a porta na minha cara, está muito enganado!

Você não vai se livrar de mim tão fácil Mané!

Entrei na cozinha silenciosamente, não que fosse minha intenção, mas meus pés parecem se recusar terminantemente a fazer algum tipo de som, (qualquer que seja) estaquei ali no meio da cozinha com os braços cruzados, olhando emburrada para Inuyasha que esta de costas pegando alguma coisa na geladeira.

_E então, por quanto tempo você vai me ignorar? – perguntei calmamente, mas espantei-me ao ver Inuyasha dar um "salto" na geladeira e bater a cabeça, depois se virou para mim com olhos arregalados, em suas mãos havia um copo plástico e uma jarra – Perdão, eu não queria assustá-lo eu só...

Ele não esperou que eu terminasse de falar, virou-se colocou a jarra de volta na geladeira, e depois a fechou.

_O que preciso fazer, para você acreditar que sou real?

Mas antes que ele me respondesse, se é que ele ao menos pensou em me responder, eu ouvi o som do aparelho de micro-ondas anunciando que algo estava pronto, em seguida Inuyasha dirigiu-se ao mesmo e pegou de lá o que parecia ser um almoço recém-esquentado, ótimo talvez se eu esquentasse comida, ele me desse ouvidos.

_Você não pode ser Kagome. – o ouvi dizer, embora parecesse que ele estava pensando em voz alta, antes de abandonar a cozinha.

_Porque eu não posso ser Kagome? – indaguei o seguindo pelo corredor.

_Porque Kagome me fez uma promessa.

_O que? – esse cara não fala coisa com coisa! – Mas do que você está falando?

Inuyasha deu risada, uma risada amarga e sem humor.

_Viu porque você não pode ser Kagome? – perguntou-me enquanto equilibrava o almoço e copo em um braço e abria a porta do quarto com a mão livre – Kagome nunca se esqueceria da promessa que me fez.

_Que prome...? – antes que eu pudesse concluir a pergunta, a porta do quarto de Inuyasha foi batida na minha cara, senti meu sangue ferver, isso já é demais!

Eu vou estrangulá-lo nem que pra isso eu tenha que da uma de espirito do exorcista e possuir alguém!

Furiosa, eu literalmente joguei minha cabeça contra a porta para atravessá-la.

_Inuyasha Takahashi Taisho! – praticamente urrei – Nunca mais bata com a porta na minha...!

Então me dei conta, o quarto estava vazio.

_Inuyasha? – chamei um tanto quanto confusa, entrando com passos hesitantes no quarto – Não precisa ficar com medo, já disse que não sou um fantasma.

Não houve resposta, apenas o silencio.

_Inuyasha? – chamei abaixando-me para saber se ele estava debaixo da cama, que no meu ponto de vista é o único lugar onde ele poderia se esconder, e para realizar tal ato tive de erguer o traseiro, e, pela primeira vez, fico aliviada por ninguém conseguir me enxergar.

Mas ali embaixo, só havia entulho e sujeira.

_Se você não vê bagunça não há bagunça. – recitei com um pequeno sorriso, afinal, pelo que vejo, Inuyasha arruma seu quarto do mesmo jeito que eu... Arrumava.

Ouvi a porta se abrir, mas não dei importância, afinal sou invisível para todos exceto para Inuyasha, mas então levei um grande susto, e provavelmente teria batido a cabeça se não fosse pelo meu estado temporariamente intangível (Meu Deus que seja temporário!), sentei-me sobre os próprios joelhos sentindo o coração bater descompassado em minha garganta.

Que curioso, eu não sabia que podia sentir meu coração no estado em que me encontro, balancei a cabeça, não é hora para pensar nisso!

Olhei para a porta por cima do ombro, ainda com o coração aos saltos, e com as pernas tremulas me levantei.

Caminhei em direção à porta e por um momento esqueci-me da condição na qual me encontro (talvez por causa do susto), e tentei agarrar a maçaneta, mas quando minha mão a atravessou eu tentei com a outra, impaciente tentei agarrar a maçaneta com as duas mãos, e dei um pequeno grito, surpresa quando elas atravessaram umas à outra.

Então eu me lembrei de meu estado intangível.

_Como sou idiota. – resmunguei, finalmente atravessando a porta.

Deparei-me com Inuyasha esparramado no sofá.

_Como você fez isso? – perguntei, mas ao invés de me responder ele simplesmente me ignorou e apanhou o controle da televisão, que estava no chão, para liga-la. – Agora a pouco eu o vi entrar no seu quarto. – novamente fui ignorada, fiz menção de me aproximar, e então percebi que ao lado de Inuyasha havia uma pasta escolar e ele estava usando roupas diferentes, parecia ser o uniforme escolar – Como você trocou de roupa tão rápido?

Aparentemente ele acha ficar mudando de canal sem parar, bem mais interessante do que me responder.

_Inuyasha, eu já estou seguindo você há pelo menos três horas, como pode ainda achar que eu sou apenas uma peça que sua cabeça esta tentando lhe pregar?

_Se você esta se referindo ao momento em que começou a insistir que é real isso já tem mais de três horas. – ele finalmente falou. – Na verdade tem pelo menos três dias.

Franzi o cenho, ele não pode realmente achar que eu sou tão estupida, pode?

_Inuyasha, eu posso ter perdido meu corpo material, mas não fiquei idiota, até algumas horas atrás estávamos no hospital.

_Isso foi há três dias. – ele insistiu – Quando a encontrei no hospital você me seguiu por alguns minutos e desapareceu logo depois de eu tê-la atravessado, o que só confirmou minha teoria de você ser uma alucinação ou coisa do tipo. – eu abri a boca para retrucar, mas ele não me deu tempo e continuou a falar – Depois quando eu voltava do hospital, no dia seguinte, você reapareceu, insistindo novamente que era real, e admito que desta vez você ficou por mais tempo, porém desapareceu antes de entrar no apartamento, e por fim me deu um susto ontem quando apareceu na cozinha e perguntou por quanto tempo eu a ignoraria, depois perguntou...

_O que eu precisava fazer para você acreditar que sou real. – completei em um murmúrio.

_Exato. – ele confirmou – Eu lhe disse que Kagome me fez uma promessa e entrei no meu quarto, fim da história.

Eu nada respondi, havia simplesmente emudecido, enquanto verificava a veracidade das palavras de Inuyasha, e agora eu me dou conta de que não atravessei a porta da frente ao entrar no apartamento... Eu simplesmente estava na cozinha, e também não me lembro de ter visto Inuyasha colocar alguma coisa para aquecer na maquina de micro-ondas, e nem mesma de ter ligado a maquina, a comida simplesmente estava lá...

_Eu admito que desde que Kagome ficou em coma, eu a tenha visto em vários lugares – ele recomeçou a falar, ainda que seu olhar esteja fixo na televisão – "Lembranças vivas" como Miroku chamou.

_Você... Você contou para Miroku? – murmurei, mas é claro, ele me ignorou.

_Mas em todas às vezes, Kagome simplesmente sorria, para logo em seguida desaparecer, ou então tentava me abraçar, mas acabava me atravessando e sumindo antes de chegar ao chão, e o máximo que essas lembranças vivas já foram capazes de falar foi "Oi Inuyasha", entretanto... Também admito que nunca tive uma visão tão bela sua quanto a que tive hoje. – um sorriso estranho brotou em seus lábios.

_Do que você está...? – De repente lembrei-me da posição na qual eu me encontrava quando a porta foi aberta, e que esta camisola hospitalar que estou usando não cobre absolutamente nada atrás – Ah Meu Deus! – exclamei envergonhada demais para encará-lo, e por isso cobrindo o rosto com as mãos.

Oh meu Deus, já não basta Inuyasha poder me ver, ele também tinha que ver o que não devia?

Sai do meu estado vergonhoso de choque quando ouvi a porta se abrir e, levada pela curiosidade, olhei.

E ali estava o Deus grego pelo qual meu coração bate mais rápido há anos, Sesshoumaru, com seus longos e lisos cabelos loiros claros, quase brancos, que lhe batem a altura dos ombros, sua face belamente impassível, seu corpo tão... Em fim, ele é simplesmente a reencarnação de Adônis.

Ah é, ele também é o irmão mais velho do Inuyasha.

Enfim, será que dá pra notar que eu tenho um pequeno tombo por ele?

_Inuyasha. – sua voz profunda e fria me despertou, e eu meio que me senti obrigada a passar a mão no queixo para ter certeza de que não estou babando – O que você faz aqui tão cedo? Não cabulou aula de novo, cabulou?

_Feh, é claro que não. – respondeu Inuyasha, fazendo-me encará-lo desconfiada. – Acontece que... – então ele parou, e olhou Sesshoumaru com um sorriso estranho – Você se importa?

_É claro que não. – respondeu elegantemente arqueando uma sobrancelha. – Apenas acontece que você está morando sobre meu teto, o que significa que sou seu responsável, e se você arranjar problemas na escola é eu que vou ficar perdendo tempo ouvindo as reclamações, e não nossos pais.

_Ele tem razão. – concordei.

_Cala. A. Boca. – respondeu-me por entre dentes.

_Não me mande calar a boca idiota. – respondeu Sesshoumaru, afrouxando a gravata, concluindo que Inuyasha estava falando com ele, já que ele não pode me ver. – É melhor que não esteja cabulando aula. – e com essas palavras ele retirou os sapatos e atravessou a sala, indo em direção à porta de seu quarto.

_Onde você pensa que vai? – ouvi Inuyasha praticamente rosnar.

Ao olhá-lo, percebi que estava praticamente no meio da sala, a meio caminho do quarto de Sesshoumaru, e senti minhas faces queimarem.

_Estou indo para o meu quarto, idiota. – respondeu Sesshoumaru, embora eu tenha certeza que Inuyasha estava falando comigo, já com a mão na maçaneta – O que há com você, hoje? Parece mais imbecil do que de costume. – Depois de dizer isso ele entrou em seu próprio quarto.

_E então? – Inuyasha insistiu, olhando-me com olhos cerrados.

Essa seria uma ótima hora para desaparecer.

_Eu só ia dar uma olhadinha... Quer dizer, estou invisível aos olhos de qualquer um, exceto os seus, porque não tirar proveito disso? – Agora ele está rosnando, isso é um mau sinal, melhor mudar de tática. – Eu não sou real, sou só sua imaginação, esqueça que me viu. – falei imitando aqueles mágicos baratos que fingem hipnotizar as pessoas.

_Tem o mesmo péssimo gosto da Kagome – murmuro, desligando a televisão e se levantando do sofá, para ir para o próprio quarto. – Fique longe, do quarto do meu irmão. – falou-me por entre os dentes antes de fechar a porta atrás de si.

_Ótimo. – bufei contrariada cruzando os braços – Sou praticamente um espirito e não posso tirar proveito disso!

Então, dei-me conta de uma coisa: Se Inuyasha realmente acredita que sou só sua imaginação, uma "lembrança viva" como ele mesmo disse, então porque ficou tão irritado quando eu cogitei a possibilidade de entrar no quarto do Sesshoumaru?

Dei um sorriso, ele acredita! Ele acredita que eu sou real!

Agora, parei pensativa, só me falta faze-lo acreditar que eu realmente sou Kagome, e convencê-lo a me ajudar... Talvez se eu me lembrasse dessa tal promessa da qual ele falou.

Aproximei-me do sofá, e cautelosamente me sentei, pois tenho medo de atravessar o sofá, suspirei aliviada quando isso não aconteceu ótimo, agora se concentre Kagome, relaxei contra o sofá, lentamente fechando os olhos, lembre-se, lembre-se do acidente...

Lentamente uma imagem começou a se formar em minha cabeça, a principio desfocada, mas depois percebi ser meu colégio, logo em seguida vi a mim mesma saindo furiosa, e logo atrás Inuyasha vinha correndo, parecia gritar por mim, mas... Eu não consigo ouvi-lo, são apenas imagens nem um som.

Então me viro para ele, e falo alguma coisa, ou melhor, berro alguma coisa, depois eu saio correndo, deixando Inuyasha para trás, talvez esteja chocado demais para me seguir, ou quem sabe tenha achado que é melhor deixar eu me acalmar.

Sobressaltei-me ao ouvir o som de um carro parecendo querer frear, depois disso, eu me vi virando-me e então... A dor.

Meu corpo foi arremessado ao ar, à dor é imensa, e depois caiu no chão, sinto meus ossos quebrarem é simplesmente uma dor insuportável, e capotou até que minha cabeça batesse em algo, e tudo se escurecer, mas ainda posso ouvir, são gritos, posso ouvir alguém gritar "O carro bateu a menina" e também "Oh meu Deus quanto sangue" além de "Alguém chame uma ambulância!", mas, acima de tudo, posso ouvir Inuyasha gritar meu nome.

Abri meus olhos de uma só vez, respirando com dificuldade olho para o lado e vejo Inuyasha, agora vestindo somente uma bermuda e carregando uma pequena bacia contendo sabonete shampoo e outras coisas de banho, além da toalha em volta de seu pescoço.

_Ah, você ainda está aqui? – é impressão minha ou ele parece decepcionado?

_Inuyasha. – chamei me levantando – Porque eu estava tão brava com você, no dia em que sofri o acidente?

Vi Inuyasha ficar tenso, e apertar os músculos do maxilar, e logo em seguida virar o rosto como se não quisesse me encarar, o que pode ter sido assim tão terrível?

_Inuyasha? – chamei novamente.

Ele olhou-me pelo canto dos olhos, e então subitamente parecendo perceber algo ele olhou-me diretamente.

_Como você trocou de roupa? – perguntou-me, fazendo com que eu franza o cenho.

_Oh não tente mudar de assunto! – exclamei – Afinal eu não troquei de... – gritei surpresa ao olhar-me e dar-me conta de que eu realmente havia trocado de roupa, a camisola hospitalar agora havia dado lugar a meu seifuku escolar.

Arregalei os olhos ao avistar a enorme mancha de sangue que se expandia do lado direito de minha cintura, todo o meu corpo está ferido, até mesmo as costas e palmas de minhas mãos, nauseada eu levo as mãos ao estomago, e sinto algo me subi pela garganta, o gosto metálico de sangue invade minha boca, e sem consegui me conter começo a vomitar... Sangue.

_Oh meu... Deus! – digo enquanto vomito, nunca havia visto tanto sangue.

Minha cabeça parece querer explodir e sinto meus cabelos ficarem molhados, estou simplesmente apavorada, tenho medo de saber o que os está molhando, mas eu preciso, lentamente retiro uma das mãos de meu estomago e a levo á cabeça, cuspindo a ultima golfada de sangue, ao tocar a parte de trás de minha cabeça, sinto algo pegajoso, e a ânsia de vômito volta a me inundar, mas resisto e olho para minha mão... É sangue, mais sangue.

Cambaleio para trás, sentindo minhas pernas fraquejarem, até que tropeço e despenco, em um lugar privado de luz, e sinto a escuridão me engoli.

_Inuyashaaaaaaaaaaaaaa – grito logo antes de perder a consciência.

Eu estava flutuando, simplesmente deslizando pelo ar com os braços abertos, em meu peito havia uma sensação de paz, eu já não sentia dor alguma, e o vento batia em meus cabelos e roupas, as quais já não estavam mais sujas de sangue, para o meu alivio.

_Kagome, quando você vai acordar? – ouvi a voz de Inuyasha me perguntar e acabei por abrir os olhos, só então me dando conta de estar voando em direção ao hospital – Semana passada eu achei que estivesse ficando louco.

Parei flutuando bem em frente à janela do meu quarto de hospital, da onde posso ver meu corpo, deitado inerte em meio aos lenções brancos da cama de hospital, ainda vestido com a camisola hospitalar, e logo ao lado está Inuyasha ajoelhado, mordi o lábio inferior, ele parece está sofrendo tanto...

_Senhor Taisho. – chamou aquela mesma enfermeira que eu vi no dia em que "despertei" aparecendo na porta – A hora da visita já acabou.

_Por favor. – pediu Inuyasha olhando-a por cima dos ombros – Me de mais alguns minutos.

_Não. – respondeu secamente.

Inuyasha suspirou – Ao menos deixe me despedir dela. – pediu.

A enfermeira bufou e girou os olhos, depois foi embora resmungando algo sobre não saber o porquê dele querer se despedi, afinal estou em coma, não posso escutá-lo.

_Bem, acho que tenho que ir então. – comentou Inuyasha voltando-se para meu corpo novamente – É melhor eu ir, antes que ela volte.

Dizendo isso ele se debruçou sobre a cama e beijou-me a face.

Isto me deixou completamente chocada, não o fato de ele ter me beijado, mas sim o fato de eu ter sentindo o beijo, sem consegui me mover eu assisti Inuyasha apanhar sua pasta escolar e levantar-se, ele saiu do quarto sem nem uma vez olhar para a janela.

Quando consegui me mover, percebi está com a mão sobre a bochecha, onde sentir o beijo de Inuyasha eu suspirei retirando a mão de lá, fitei meu corpo ali, deitado inutilmente, se não fossem aquelas máquinas eu realmente acharia que estou morta.

Tenho vontade de entrar nesse quarto e gritar para que meu corpo desperte, e quem sabe até tentar sacudi-lo, mas algo no meu interior me diz que isso seria inútil tentar.

Lentamente viro-me e começo a descer, como se descesse os degraus de uma escada invisível em forma de caracol, pouco antes de chegar ao chão vejo Inuyasha sair do hospital, e sem que pés façam qualquer barulho eu pouso no chão.

_Inuyasha. – chamei calmamente, e o vi congelar no lugar.

Ele me olhou por cima dos ombros, seus olhos arregalados formam uma expressão engraçada em seu rosto, eu até riria, se não fosse à situação em que me encontro, depois ele pareceu se acalmar, voltou-se para frente novamente e recomeçou a andar, quase que de uma forma mecânica.

_Eu preciso de ajuda. – fui totalmente ignorada – Se você não me ajudar eu vou te assombrar para o resto da sua vida!

Ele parou de andar.

_Por outro lado. – recomecei a falar – Se você me ajudar, talvez eu te assombre pelo resto da sua vida. – afinal eu não sei se ele realmente vai poder me ajudar.

Ele recomeçou a andar, respirei fundo.

_Tem certeza disso Inuyasha? – perguntei começando a segui-lo – Afinal, um "talvez eu te assombre para o resto da sua vida" é bem melhor do que um "com certeza eu vou te assombrar para o resto da sua vida".

Ele pareceu hesitar por um momento, então decidi dar meu golpe final:

_É pegar ou larga!

_Eu largo. – respondeu-me voltando a caminhar.

Bem... Isso não saiu como eu planejava, mas se é assim que você quer Inuyasha Taisho, é assim que vai ser!

*.*.*.*

Olha eu aqui ressurgindo dos mortos! O/

Eu deveria ter postado há semanas, mas meu comutador quebrou de repente e sem aviso prévio (o sorte ¬¬') e quando voltou tudo tinha sido apagado e eu tibe que redigitar tudo de novo.

Respostas as review's:

Gabyh: É verdade, gente bêbada é horrível.

É ele sente falta dela, mas dois anos é muito tempo... Mas agora, em compensação, ele não vai conseguir se livrar dela.

Harumi Evans Potter: Pode deixar que eu continuo sim. O/

Bulma Briefs C: Minha fã? *.*

Lá vou eu com minhas loucuras deixa pra lá.

É eu também adoro aas féria por isso, mas o destino conspira contra mim, porque meu computador decidiu tirar férias.

Safira Montenegro x: Oi.

É a Kagome vai ficar com essa duvida por mais um tempinho, ela não está morta porque seu corpo está vivo, mas também não esta "viva" porque ela está fora do corpo rsrsrs.